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Centro de Estudos Minayba

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Em vez da monótona imagem de uma história universal em linha reta, que só se sustenta porque fechamos os olhos diante do núme
Em vez da monótona imagem de uma história universal em linha reta, que só se sustenta porque fechamos os olhos diante do número esmagador dos fatos, vejo o fenômeno de múltiplas culturas poderosas, que florescem com vigor cósmico no seio de uma terra-mãe, à qual cada uma delas permanece unida durante todo o curso de sua existência. Cada uma dessas culturas imprime à sua matéria, que é o homem, a sua forma própria; cada uma possui sua própria ideia, suas próprias paixões, sua própria vida, seu próprio querer, seu próprio sentir e seu próprio morrer.
~ Oswald Spengler

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O escândalo da minha expulsão da Venezuela, em junho de 1995, pode agora ser analisado com a clareza e a frieza que a perspectiva do tempo proporciona. Essa expulsão foi um grave atentado contra a soberania da Venezuela porque, já não tenho qualquer dúvida a esse respeito, foi organizada e executada por agentes do Mossad (serviço de inteligência externa de Israel), que na época controlavam a DISIP (polícia política venezuelana). Naquele período, eu já havia começado a publicar minhas primeiras conclusões sobre os dois atentados terroristas de Buenos Aires (1992 e 1994), realizados contra duas instituições judaicas. Minhas primeiras conclusões, que ainda hoje mantenho, embora muito mais desenvolvidas e fundamentadas (ao longo de seis livros publicados nos últimos cinco anos e de quase dois anos de pesquisas de campo em diversos países do Oriente Médio e da Ásia Central), foram de que esses atentados, supostamente “antijudaicos”, haviam sido cometidos por grupos judeus que atuavam contra o chamado “Plano de Paz”. Esses atentados de Buenos Aires pertencem, portanto, na minha opinião, a um mesmo processo terrorista que teve seu ponto culminante no assassinato — cometido por judeus fundamentalistas — do general Isaac Rabin, que na época era favorável a esse funesto “Plano de Paz”. Eu tive a ousadia de apontar essa responsabilidade. E, por isso, fui punido na Venezuela por quem então era o Diretor-Geral de Inteligência da DISIP, Israel Weissel. No dia da minha detenção, fui interrogado durante doze horas pelo próprio Israel Weissel. Portanto, tenho muito clara a natureza desse escândalo antivenezuelano, pois, no fundo, pretendia-se envolver Hugo Chávez em uma inexistente campanha “antissemita”. Há poucos dias estive conversando com nosso querido amigo em comum, o atual deputado Fredy Bernal, que também sofreu — em uma escala muito mais brutal do que eu próprio — os interrogatórios do senhor Israel Weissel, um cidadão israelense que desapareceu da Venezuela pouco antes da grande vitória eleitoral de Hugo Chávez. Israel Weissel atentou contra Fredy Bernal e ameaçou a vida de seu pequeno filho em inúmeras ocasiões. Enfim, todos vocês conhecem muito bem — muito melhor do que eu — quem era Israel Weissel e quão grande era o controle do Mossad sobre a DISIP. Para concluir este ponto, quero dizer que, até o dia de hoje, não há presos na Argentina em relação a nenhum dos dois atentados, que custaram a vida de mais de cem pessoas. Essa é a prova conclusiva de que é totalmente falsa a hipótese judaica da “culpabilidade islâmica”, que teria atuado em conexão com “grupos nazistas” argentinos ~ Norberto Ceresole
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https://www.instagram.com/p/Da8Mg0tgGvp/?igsh=MWZmMHg3NTNsNzM3dQ==
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Eu sei que é difícil para o brasileiro entender isso, porque nós nos acostumamos a associar provocações imitando animais (macacos) a uma conotação racial, mas em várias partes do mundo não é assim. Na Rússia e na China, chamar alguém de “macaco” está relacionado a mau comportamento, falta de inteligência, feiura ou gesticulação excessiva, sem qualquer conexão racial. Assim como em algumas regiões de países da América do Sul, como em regiões da Argentina, chamar de “mono” serve para descrever alguém que está fazendo palhaçadas, agindo de forma ridícula ou chamando atenção de forma boba. Sim, vocês vão dizer que é passada de pano, mas isso é História e antropologia. O antropólogo argentino José Garriga Zucal estudou a cultura das torcidas (hinchadas) na Argentina e explicou que esses insultos gesticulais e verbais tradicionais no futebol do país, historicamente, não nasceram de um viés racial biológico, mas sim de uma violenta demarcação de classe social, geografia e política, para se referir a quem não é civilizado, mas um animal. No futebol argentino, o maior insulto que se pode fazer a um clube rival é retirar dele o status de “verdadeiro argentino”. Clubes de grande apelo popular, como o Boca Juniors, historicamente sofrem agressões das torcidas rivais (como o River Plate) que os associam à pobreza extrema, pela história de viver em cortiços ou favelas. Portanto, quando chamados de “mono” (macaco), não é uma alusão à ancestralidade africana (já que a própria Argentina não possui uma ancestralidade africana para tal insulto ter conotação racial), é um insulto direcionado a uma categoria estritamente social e política argentina que designa o pobre, o marginalizado, o peronista e o habitante da periferia. Na Argentina eles mesmos se chamam de “macacos” para dizer “pobre”. Quando eles trazem isso para o Brasil, a gente ouve e entende “preto”. O resultado é o mesmo: desumanizar. Mas a origem muda. Quando essa lógica local é usada contra um brasileiro, a intenção interna do argentino é dizer que o alvo da provocação é pobre, sem civilidade e inferior a ele (civilizado). É cultura de sua provocação futebolística. Mas na leitura do brasileiro, devido ao desconhecimento cultural entre ambos, entende-se que está sendo chamado de macaco por causa da raça. Se fosse racial, nem brancos escapariam dessas provocações. O que acontece é que são dois códigos culturais diferentes colidindo. Claro, eu sei o que vocês vão dizer, porque já ficou impresso em suas mentes. Mas não, não estou passando pano. Estou explicando a origem. Porque confundir causa e efeito só aumenta o problema. ~ Rhainer Fernandes
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https://www.instagram.com/p/DapzmesEekI/?igsh=MTQzMHg1MnV4OHRtNA==
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“Por que exatamente o dinheiro acabou por se tornar o ‘corpo do Anticristo’? E não a crueldade, o desejo de poder, ou a perversão, como supunha a imaginação escatológica dos antigos. Por que César Bórgia, Maquiavel ou Saint-Fond, de Marquês de Sade, parecem românticos trágicos em comparação com os asseadinhos (e não é impossível que bastante morais) golden boys das bolsas de valores ao redor do mundo? Na sociedade tradicional, o próprio ‘dinheiro’ era em si sagrado, qualitativo. Não era então Capital, mas condensado material de vida solar. Cunhavam-no os sacerdotes, adornando-o com símbolos sagrados que os aproximavam do céu e da luz. Possuíam-no apenas os dignos, transmitindo-os como talismã. A natureza sagrada do dinheiro foi preservada na palavra russa. ‘Dengi’ (dinheiro) provém da raiz túrquica que significa ‘céu’, ‘dingir’, ‘tengri’. Do mesmo modo, os túrquicos chamavam a divindade suprema. Outrora o dinheiro era uma expressão material da luz, luz condensada do ouro nobre. Mas gradualmente sua natureza se inverteu por completo. Inicialmente, a prerrogativa da cunhagem foi retirada da casta sacerdotal em favor de uma segunda casta: guerreiros e príncipes. Mais tarde, as questões financeiras foram delegadas a um estamento ainda mais baixo – a burguesia, juntamente com a ralé mundial de agiotas e cambistas, pertencentes à casta dos intocáveis. Em seguida, em vez de ouro, passaram a circular cédulas como obrigação de fornecer aquele ouro quando necessário. E por fim, nos anos 1970, também esse resquício de ‘qualidade’ foi abolido, e os papéis deixaram de ser lastreados pela ‘luz condensada’. Agora, as próprias cédulas passaram a ser substituídas por cartões e códigos virtuais, e o processo de dessacralização atingiu seu limite. O ciclo completo se cumpriu, do céu luminoso da qualidade ao inferno material da quantidade.” – Alexander Dugin (@AGDugin), O Fim da Economia
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“As potências das paixões humanas que há em nós, quando reprimidas por todos os lados, tornam-se mais veementes; mas quando s
“As potências das paixões humanas que há em nós, quando reprimidas por todos os lados, tornam-se mais veementes; mas quando são postas em ato com moderação medida razoável, ficam suficientemente deleitadas e satisfeitas e, tornando-se puras em consequência, são aplacadas e postas em repouso. Da mesma forma, semelhantemente, na comédia e na tragédia, quando contemplamos as emoções dos outros, reprimimos as nossas próprias, tornamo-las mais moderadas e delas somos purificados. Nos Ritos Sagrados também, por meio de certos espetáculos e narrações de coisas torpes, somos libertados do dano que provavelmente nos adviria por meio dos eventos por eles representados. Coisas desta natureza são, portanto, trazidas ao uso para a cura da alma (psychē) que há em nós, para a moderação dos males que se tornaram natureza para ela através da geração, e igualmente por causa de sua soltura e libertação de seus grilhões. Por esta razão, provavelmente, Heráclito os chama de "Remédios", como sendo curas para terríveis enfermidades, restaurando as almas em seu estado sadio das experiências incidentes na vida gerada.” Iamblichus
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Desde que Milei assumiu o governo argentino: Mais de 26 mil empresas fecharam; quase 340 mil empregos formais foram perdidos;
Desde que Milei assumiu o governo argentino: Mais de 26 mil empresas fecharam; quase 340 mil empregos formais foram perdidos; a pobreza atingiu mais de 50% da população em 2024.
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Em 1735 eram os negros e pardos do Nordeste honrados com estas palavras vindas del-rei de Portugal: “EL REY Nosso Senhor ordena a V. S.ª que logo que receber esta chamando a sua presença todos os officiaes do terço dos Henriques lhes declare no seu real nome que sua magestade conserva muito vivas na sua lembrança as gloriosas açoens com que sempre se distinguiu o dito terço; E que tendo o mesmo senhor possuido certo que os seus leaes vassallos de que elle hoje se compoem hão de querer parecer não só descendentes mas verdadeiros imitadores dos heroes que tanto o illustraram se determinou sua magestade a lhes fazer a distincta honra de os empregar com as suas tropas regulares na defesa dos dominios meridionaes da America portugueza mandando-os passar ao Rio de Janeiro ás ordens do marquez do Lavradio, vice-rei e capitão-geral do Estado do Brasil, conclusa esta breve exortação a q. V. S.ª ajunte outras expreções que lhe parecerem mais efficazes para melhor persuadir os ditos officiaes do muito que sua magestade confia do zelo, valor e fidelidade da dita tropa auxiliar de Henriques: formará da gente mais escolhida do referido terço hum batalhão de seiscentos homens nomeando para mestre de campo delle o official mais distincto e de maiores merecimentos. E para occuparem os outros postos os que lhe parecem mais capases de satisfazerem as obrigações delles. “Logo que V. Sa tiver concluida esta diligencia mandará egualmente vir a sua presença os officiaes de todos os terços de homens pardos. E fazendo-lhes outra exortação concebida nos termos acima referidos formará outro batalhão tambem de seiscentos homens com seu mestre de campo e officiaes competentes. “Estes dous corpos devem levar os armamentos e fardamento que tiverem; assistindo-lhes V. Sa com o que lhe for possivel, e que vir que lhes he indispensavelmente necessario. Para o transporte dos ditos corpos mandará V. Sa fretar ou embargar sendo necessario as sumacas costerias ou outras quaesquer embarcações que houver nesse porto. Em falta dellas os mesmos navios de companhia que se fizerem precisos para a mais prompta expedição do referido transporte, sendo V. Sa entendido que a brevidade delles, he da maior importancia ao real serviço. “Deos guarde a V. Sa Palacio de Nossa Senhora da Ajuda em 12 de março de 1735 – Martinho de Mello e Castro.”61 As consequências sociais da confraternização de homens de cor com brancos na guerra contra a Holanda não só fizeram notar logo após a campanha – a guerra valorizara socialmente os elementos de cor e integrara-os com a região – como permaneceram motivo de valorização da mesma gente de cor. A tal ponto que essa valorização provocou ciúmes ou restrições ~ Gilberto Freyre
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Em 1872 o Imperador Dom Pedro II recebeu a Ilustre visita do Grão Duque Aleixo Alexandrovich Romanov, filho do Tzar Alexandre
Em 1872 o Imperador Dom Pedro II recebeu a Ilustre visita do Grão Duque Aleixo Alexandrovich Romanov, filho do Tzar Alexandre II da Rússia, que abordo da Corveta Svetlana foi recebido pela Família Imperial Brasileira com um Jantar no Palácio de São Cristóvão. Após o jantar o imperador brasileiro concedeu o Romanov a Ordem Imperial de Dom Pedro I. “Alexei pareceu um pouco desapontado e disse que esperava receber a Ordem Imperial da Rosa, e que nunca tinha visto uma ordem mais bonita.” Pedro II graciosamente concedeu-lhe então ambas as ordens.
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A ideologia libertária da Revolução Francesa e da Revolução Americana chegou aos dois sistemas escravocratas – o das Antilhas e o do Brasil – pelos meios mais surpreendentes e mais sutis. No Brasil, até por intermédio dos padres. Mas sem encontrar nunca entre nós ambiente tão favorável ao ódio do escravo contra o senhor, do preto contra o branco, como o que encontrou naquela outra parte da América, onde a monocultura do açúcar igualmente separa a população em senhores e escravos: mas escravos e senhores mais distanciados socialmente do que no nordeste do Brasil. O motivo para essa diversidade de ambiente, já se disse que foi principalmente a doçura maior do português com relação à gente de cor; o hibridismo em que se abrandou tão cedo a colonização do Brasil, mesmo onde ela foi mais aristocrática pela sua origem e pela distância social imposta pela técnica de produção a senhores e escravos, a brancos e homens de cor. Algumas das famílias mais nobres já se recordou que, no Nordeste, tomaram, desde os primeiros anos, sangue indígena; outras, mais tarde, até sangue negroide ou ilhéu como, segundo bons depoimentos estrangeiros e a despeito de cartas de branquidade triunfalmente citadas por cronistas ingênuos, a família de João Fernandes Vieira. E a verdade é que a política portuguesa no Brasil sempre foi neste ponto, mais humana que a inglesa ou a francesa nas Antilhas. ~ Gilberto Freyre
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Não se alterou, antes se acentuou, no cavalo importado para os engenhos do Nordeste, a sua qualidade de animal por excelência aristocrático e até autocrático. Seu trote, o ruído imperial de suas patas, se tem feito ouvir através da nossa história social com a majestade do próprio ritmo da ordem, da autoridade, do domínio. Os dominadores da terra quase não tem ganho nenhuma vitória sobre os revoltados, sobre os insubmissos, sobre os mal satisfeitos – gente quase sempre de pé, sem terra e sem cavalo –, que não tenha sido uma vitória de homens majestosamente a cavalo. Só o cavalo do gaúcho do Rio Grande do Sul ou o de certo tipo de sertanejo ou de matuto escapa a essa caracterização do cavalo brasileiro como o animal, mais que qualquer outro, a serviço do domínio dos defensores da Ordem sobre a massa. ~ Gilberto Freyre
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O brasileiro das terras de açúcar quase não sabe os nomes das árvores, das palmeiras, das plantas nativas da região em que vive – fato constatado por tantos estrangeiros. A cana separou-o da mata até esse extremo de ignorância vergonhosa. Na mata, ele vê vagamente o pé de árvore e às vezes, quase desdenhosamente, o pé de pau. Quase que só o caboclo, o descendente de caboclo, do índio, do nativo, ou então do quilombola, em matas como a de Catucá – o negro fugido que se fez íntimo da natureza da região – pode nos guiar pelos mistérios dos restos de floresta do Nordeste, dando-nos a conhecer pelo nome – o nome indígena, em grande número de casos – cada árvore que nos chame a atenção; o valor de cada pé de pau para a medicina caseira, para a serraria, para os ninhos de aves. ~ Gilberto Freyre
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A Männerbund não se une para procriar a matéria; une-se para procriar a história, a arte e o poder. Nesta sociedade de homens
A Männerbund não se une para procriar a matéria; une-se para procriar a história, a arte e o poder. Nesta sociedade de homens, o amor assume o seu verdadeiro sentido platônico e grego: uma força pedagógica e trágica que serve como cinzel para esculpir a alma do outro. Não há espaço para o repouso, para o conforto anêmico do mundo moderno ou lunar.
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A Independência do Brasil se realizou firmando-se principalmente sobre uma aristocracia quase feudal de senhores de terras de massapê – Paes Barrettos Cavalcantis, Albuquerques, os senhores baianos de Santo Amaro, mais tarde os fazendeiros da terra roxa. Quase feudal nas tendências e no gênero de vida e antimonárquica por natureza, essa aristocracia das terras gordas deu, entretanto, à coroa, quando colocada sobre a cabeça loura de um menino de quinze anos nascido no Rio de Janeiro, o prestígio e as condições de vida que doutro modo lhe faltariam em terra tão nova como o Brasil. Os barões das terras de massapê seriam por algum tempo o melhor apoio da coroa. E embora sob Pedro II se acentuassem conflitos e até se dramatizassem divergências entre a justiça imperial e a autoridade do senhor de engenho poderoso, o interesse econômico atuaria por muito tempo no sentido da contemporização entre as duas forças rivais. Os engenhos melhores e mais ricos, do mesmo modo que as fazendas de terra roxa, seriam até às vésperas da abolição centros politicamente fiéis à monarquia e leais a D. Pedro II. ~ Gilberto Freyee
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