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El canal BDM Lite (@bomdiamercado) en el segmento lingüístico de Portugués es un actor destacado. Actualmente la comunidad reúne a 20 119 suscriptores, ocupando la posición 6 280 en la categoría Economía y Finanzas y el puesto 2 419 en la región Brasil.
📊 Métricas de audiencia y dinámica
Desde su creación el невідомо, el proyecto ha mostrado un crecimiento acelerado, reuniendo a 20 119 suscriptores.
Según los últimos datos del 16 junio, 2026, el canal mantiene una actividad estable. En los últimos 30 días la variación de miembros fue de -195, y en las últimas 24 horas de -4, conservando un alto alcance.
- Estado de verificación: No verificado
- Tasa de interacción (ER): El promedio de interacción de la audiencia es 7.67%. Durante las primeras 24 horas tras publicar, el contenido suele obtener 5.60% de reacciones respecto al total de suscriptores.
- Alcance de las publicaciones: Cada publicación recibe en promedio 1 544 visualizaciones. En el primer día suele acumular 1 126 visualizaciones.
- Reacciones e interacción: La audiencia responde de forma activa: el promedio de reacciones por publicación es 0.
- Intereses temáticos: El contenido se centra en temas clave como juro, eua, dólar, ibovespa, petróleo.
📝 Descripción y política de contenido
El autor describe el recurso como un espacio para expresar opiniones subjetivas:
“Bem-vindo ao BDM Lite, nosso canal gratuito! Para assinar o BDM Online acesse @BDMOnlineBot. Mais informações: @BDM_Suporte ou pelo WhatsApp (11) 96177-5619.”
Gracias a la alta frecuencia de actualizaciones (últimos datos recibidos el 17 junio, 2026), el canal mantiene la vigencia y un amplio alcance. La analítica demuestra que la audiencia interactúa activamente con el contenido, lo que lo convierte en un punto de referencia dentro de la categoría Economía y Finanzas.
Carga de datos en curso...
| Fecha | Crecimiento de Suscriptores | Menciones | Canales | |
| 17 junio | 0 | |||
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| 2 | Encerramento das transmissões
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São 70 mil pessoas que recebem diariamente as principais notícias do mercado financeiro | 800 |
| 3 | Fechamento: Ibovespa perde os 170 mil pontos, pressionado por Petrobras, na véspera do Copom; dólar sobe a R$ 5,08
O tom foi de cautela hoje na bolsa brasileira, na véspera das decisões de política monetária aqui e nos EUA. O Ibovespa fechou em baixa de 0,45%, aos 169.648,47 pontos, com giro de R$ 27,5 bilhões. Os investidores seguem atentos também à questão fiscal frente e a novas pesquisas apontando chances maiores de reeleição de Lula. Entre as blue chips, as ações da Petrobras (PN -1,33%, a R$ 38,54; e ON -0,96%, a R$ 43,32) novamente puxaram o índice para baixo, pressionadas para queda do petróleo, com o Brent abaixo de US$ 80 o barril. A Vale avançou 0,34% (R$ 81,44), contrariando o minério de ferro (-0,85%), ao passo que os principais bancos oscilaram pouco: Itaú PN +0,12% (R$ 40,45), Bradesco PN +0,06% (R$ 17,66), BB +0,05% (R$ 19,40), Santander unit estável em R$ 27,09 e BTG unit -0,35% (R$ 50,70). Braskem PNA liderou as perdas do Ibovespa com -9,23% (R$ 8,46), após se tornar ré em processo envolvendo crimes ambientais em Alagoas. Magazine Luiza vem a seguir com -6,54% (R$ 5,00), acompanhada de Usiminas PNA (-6,20%; R$ 10,13). Do lado positivo, MRV ficou no topo com +2,32% (R$ 5,30), seguida de RD Saúde (+2,20%; R$ 17,67) e Telefônica Brasil (+1,33%; R$ 33,58). O dólar subiu 0,39%, para R$ 5,0867. (Márcio Anaya) | 735 |
| 4 | Giro das 15h: Bolsas perdem fôlego em NY com realização de techs; dólar e juros sobem de olho no cenário eleitoral
Na véspera da decisão do Fed, as bolsas americanas dão sinais de perda de fôlego (S&P500 -0,28%, Nasdaq -0,53%), com investidores embolsando ganhos recentes no setor de tecnologia (Intel -5,4%; AMD -4,9%). A exceção é o Dow Jones (+0,87%), que caminha para novo recorde, sustentado pelo setor bancário (Goldman Sachs +1,6%; JP Morgan +3,2%) e por varejistas (Home Depot +2,0%). Já o petróleo segue em queda livre (Brent/agosto -5,43%, a US$ 78,65), reagindo à divulgação pelo Wall Street Journal de detalhes do suposto acordo firmado entre EUA e Irã. Por aqui, o Ibovespa volta a cair (-0,32%, aos 169.869 pontos), com Petrobras ON (-1,21%) e PN (-1,59%) pressionando o índice. O dólar à vista sobe 0,37% (R$ 5,0853), na contramão da tendência da moeda americana no exterior (DXY -0,10%, aos 99,533 pontos). E os juros futuros mostram leve alta (DI Jan/27 a 14,250%; Jan/29 a 14,370%; Jan/33 a 14,245%). Tanto juros como câmbio refletem o quadro eleitoral, como novas pesquisas mostrando maior chance de reeleição de Lula e, consequentemente, menor possibilidade de mudanças na política econômica e no quadro fiscal em 2027. (Téo Takar) | 921 |
| 5 | Giro das 12h: Ibovespa cai com decisões de juros e cenário eleitoral
O Ibovespa (-0,57%) perde os 170 mil pontos da abertura (169.450,06), com a maioria dos setores em queda às vésperas de decisões de juros no Brasil e nos EUA, em meio a pesquisas eleitorais que seguem mostrando que a vantagem do presidente Lula contra Flavio Bolsonaro se ampliou. O petróleo tem nova queda em torno de 4%, com o acordo de paz no Oriente Médio prestes a ser assinado, apesar de várias dúvidas quanto ao seu conteúdo. Mais cedo, vendas do varejo caíram 1,5% em abril, na comparação mensal, acima da expectativa de -0,6%, mostrando que o consumo perde fôlego. O dólar acentuou os ganhos, a R$ 5,0938 (+0,53%), e os juros futuros oscilaram pela manhã, enquanto o DXY se estabiliza (-0,08%), a 99,556 pontos, e os rendimentos dos Treasuries estão mistos, com viés de alta nos curtos e queda nos mais longos já que a trégua no Oriente Médio alivia preocupações inflacionárias. Amanhã o Fed deve manter os juros estáveis e o Copom deve cortar a Selic em 25pb e o foco estará nas sinalizações dos formuladores. Em NY, os índices estão mistos. Dow Jones ganha +0,63%; o S&P 500 perde -0,13% e o Nasdaq -0,24%, com as ações da SpaceX agora subindo um pouco menos, +8%. (Ana Katia) | 1 066 |
| 6 | Vai rolar: BoJ abre rodada decisiva dos juros
[16/06/26] O Banco do Japão elevou os juros em 0,25 ponto porcentual, para 1%, no maior nível em mais de três décadas, abrindo uma sequência de decisões nesta semana que inclui Fed e Copom. Em um ambiente que mudou significativamente desde o fim de semana, investidores chegam à Superquarta com menor pressão geopolítica, após o acordo entre Estados Unidos e Irã derrubar o petróleo, reduzir os prêmios de risco globais e reforçar as apostas de corte da Selic. O foco agora se desloca da guerra para os próximos passos da política monetária, embora as negociações mais difíceis do acordo — envolvendo o programa nuclear iraniano e a estabilidade regional — ainda estejam por vir. (Rosa Riscala)
👉 Confira abaixo a agenda de hoje
Indicadores
▪️ 08h00 – Brasil: FGV – IPC-S (2ª quadrissemana de junho)
▪️ 08h00 – Brasil: FGV – IGP-10 (junho)
▪️ 09h00 – Brasil: IBGE – Pesquisa Mensal de Comércio (abril)
▪️ 09h30 – EUA: Construções de moradias iniciadas (maio)
▪️ 09h30 – EUA: Permissões para novas obras (maio)
Eventos
▪️ 11h00 – Tesouro realiza leilão de LFT 2032 e NTN-B 2029/33/55
▪️ 19h00 – Chile: decisão de política monetária
▪️ França: líderes participam do segundo dia da cúpula do G7 | 1 320 |
| 7 | Encerramento das transmissões
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São 70 mil pessoas que recebem diariamente as principais notícias do mercado financeiro | 1 329 |
| 8 | Fechamento: Ibovespa cai com peso de Petrobras após derrocada do petróleo; dólar sobe
A bolsa brasileira apresentou leve queda nesta 2ªF, contrariando NY, que subiu com o acordo preliminar para o fim da guerra no Irã e o impulso das techs. Pressionado por Petrobras, o Ibovespa fechou em baixa de 0,42%, aos 170.415,13 pontos, com giro de R$ 29,5 bilhões. As ações da estatal caíram forte (ON -5,30%, a R$ 43,74; e PN -5,15%, a R$ 39,06), na esteira de derrocada do petróleo (na casa de -4%), respondendo pela terceira e quarta maiores perdas do índice, respectivamente. A liderança ficou com outras petrolíferas, Prio (-6,91%; R$ 57,10) e PetroRecôncavo (-6,50%; R$ 10,22), pelo mesmo efeito. Os principais bancos também caíram majoritariamente: Bradesco PN -0,84% (R$ 17,65), Itaú PN -0,49% (R$ 40,40), BB -0,36% (R$ 19,39) e Santander unit -0,15% (R$ 27,09). A exceção foi BTG unit, com +0,97% (R$ 50,88). A Vale subiu firme (+2,51%; R$ 81,16), superando com folga o minério de ferro (+0,72%). Embraer liderou os ganhos do Ibovespa com +7,06% (R$ 77,99), seguida de Cury (+3,02%; R$ 33,08) e Bradespar PN (+2,72%; R$ 23,03). Em seu segundo pregão de negociação, os BDRs da SpaceX (SPCX34) terminaram na máxima de R$ 64,96, com alta de 18,67%. O dólar à vista fechou em leve alta de 0,10%, a R$ 5,0668. (Márcio Anaya) | 1 243 |
| 9 | Giro das 15h: Ibovespa zera ganhos do dia com tombo de Petrobras; bolsas em NY seguem em forte alta com acordo entre EUA e Irã
Depois de testar os 174 mil pontos pela manhã, acompanhando a forte alta das bolsas americanas, o Ibovespa perdeu fôlego e agora opera perto da estabilidade (-0,05%, aos 171.043 pontos), com o tombo do petróleo (Brent/agosto -4,87%, a US$ 83,08) afetando Petrobras ON (-5,07%) e PN (-5,05%) e pesando sobre o índice brasileiro. O dólar à vista também opera perto da estabilidade (-0,03%, a R$ 5,0599), enquanto os juros futuros queimam prêmios (DI Jan/27 a 14,235%; Jan/29 a 14,280%; Jan/33 a 14,180%), com o alívio nas pressões inflacionárias após o cessar-fogo entre Irã e EUA. Em NY, prevalece o otimismo nas bolsas com o fim do conflito (Dow Jones +1,24%; S&P500 +1,77%; Nasdaq +3,01%) em uma semana decisiva para política monetária do Fed. (Téo Takar) | 1 237 |
| 10 | Giro das 12h: Ibovespa avança após anúncio de acordo entre EUA e Irã
Apenas 10 ações cedem no Ibovespa, boa parte delas do setor petrolífero, após acordo preliminar entre EUA e Irã para encerrar o conflito que já dura quase 4 meses. O memorando de entendimento prevê a reabertura do Estreito de Ormuz na 6ªF, dia em que o documento deve ser assinado na Suíça. Acompanhando o movimento no exterior, o índice sobe 0,75% (172.409,50), com Vale avançando +3,69% com o minério de ferro; Itaú e Bradesco PN ganhando +0,39% e +0,90%, respectivamente, em meio ao otimismo generalizado; e Petrobras cedendo -4,29% (ON) e -4,03% (PN), com o petróleo. A queda de 5% na commodity esfria preocupações com o choque de energia e uma postura mais agressiva dos BCs globais. Em NY, as bolsas sobem: Dow Jones, +1,27%, renovando máxima intradiária, o S&P 500, +1,65%; e Nasdaq +2,45%, com a Space X avançando 7,68%. Dólar e juros recuam. O DXY a 99,517 pontos (-0,23%), e, ante o real, a moeda americana cai a R$ 5,0423 (-0,38%). Mais cedo, o Focus mostrou deterioração nas expectativas de inflação e aumento na projeção da Selic para este e os próximos anos. Na Super Quarta, o Fed deve manter as taxas estáveis. Sobre o Copom, o mercado está dividido. Esta semana, BoE e BoJ também decidem juros. (Ana Katia) | 1 269 |
| 11 | Abertura: Dólar e juros desmontam posições defensivas com normalização de Ormuz à frente
Dólar e juros cedem após EUA e Irã chegarem a um acordo preliminar de paz, o que derruba o petróleo e em torno dos 5%, alivia as preocupações com a inflação e aumenta a disposição ao risco. O entendimento envolve a suspensão do bloqueio americano ao Irã e reabre o Estreito de Ormuz a partir de 6ªF, quando o acordo deve ser assinado na Suíça. Embora seja provisório e deixe as negociações nucleares mais para frente, já é o maior avanço desde que a guerra começou em fevereiro. Há pouco a moeda americana estava em queda de 0,50% contra o real, a R$ 5,0364, e os juros acompanham. O DXY (- 0,27%, a 99,474 pontos) e os rendimentos dos Treasuries cedem, com mudanças nas expectativas para os juros. Os da Note de 10 anos, a 4,45%,e o da Note de 2, a 4,04%. A semana é de reuniões de política monetária, incluindo BoJ, BoE, Fed e o BC do Brasil. As chances de o FOMC não mexer nas taxas é de mais de 98% em junho e o foco estará na primeira coletiva de imprensa de Kevin Warsh. Aqui, o mercado se divide entre a manutenção da Selic em 14,50% e um corte de 25pb, de olho no comunicado, O Focus, mais cedo, elevou projeções para o IPCA e para a Selic deste e dos próximos anos. (Ana Katia) | 1 275 |
| 12 | Vai rolar: Superquarta ganha alívio com acordo EUA-Irã
[15/06/26] O acordo anunciado entre Estados Unidos e Irã, neste domingo, confirmou as expectativas de investidores e afastou os temores de uma interrupção prolongada do Estreito de Ormuz. Já na abertura dos negócios, derrubou o petróleo, animou as bolsas e devolveu protagonismo aos bancos centrais justamente às vésperas da Superquarta. Fed, Copom e investidores devem receber com alívio as novas discussões sobre inflação, juros e crescimento global – até aqui, influenciadas pela guerra. A semana também será marcada pela cúpula do G7, na França, com a participação dos presidentes Trump e Lula, e pelos primeiros testes para a implementação da paz entre Washington e Teerã. (Rosa Riscala)
👉 Confira abaixo a agenda da semana
Hoje
▪️ 08h25 – Brasil: BC – Boletim Focus
▪️ 09h30 – EUA: Empire State (junho)
▪️ 10h15 – EUA: Produção industrial (maio)
▪️ França – Cúpula do G7: participação de Lula
Terça-feira
▪️ 00h00 – Japão: BoJ – Decisão de juros
▪️ 09h00 – IBGE: Vendas no varejo (abril)
▪️ 09h15 – EUA: ADP (junho)
Quarta-feira
▪️ 09h00 – BC: IBC-Br (abril)
▪️ 09h30 – EUA: Vendas no varejo (maio)
▪️ 11h30 – EUA: Estoques de petróleo
▪️ 15h00 – EUA: Fed – Decisão de juros
▪️ 15h30 – EUA: Coletiva de Kevin Warsh
▪️ 18h30 – Brasil: Copom – Decisão da Selic
Quinta-feira
▪️ 08h00 – Reino Unido: BoE – Decisão de juros
Sexta-feira
▪️ Suíça: Assinatura formal do acordo EUA-Irã | 1 504 |
| 13 | Encerramento das transmissões
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| 14 | Fechamento: Ibovespa sobe 1,2% na semana com chance de acordo EUA-Irã; dólar cai a R$ 5,06
O Ibovespa terminou quase estável nesta 6ªF, com os investidores cautelosos antes do fim de semana que pode ou não representar um avanço concreto nas negociações de paz entre EUA e Irã. O índice fechou com leve baixa de 0,21%, aos 171.132,66 pontos, com giro de apenas R$ 23,5 bilhões. Na semana, o indicador acumula valorização de 1,25%. O pregão antecede também uma semana decisiva de juros aqui e nos EUA, com o mercado já ajustando algumas posições. Entre as blue chips, destaque para a queda de Petrobras (PN -1,39%, a R$ 41,18; e ON -1,30%, a R$ 46,19), reagindo à derrocada de 3% do petróleo, o que acabou segurando a bolsa. A Vale novamente contrariou o minério de ferro (-0,33%) e subiu (+0,47%; R$ 79,17). Os principais bancos ficaram mistos: Bradesco PN +0,68% (R$ 17,80), BB +0,26% (R$ 19,46), Itaú PN +0,25% (R$ 40,60), BTG unit -0,18% (R$ 50,39) e Santander unit -0,15% (R$ 27,13). Braskem PNA liderou as perdas do Ibovespa com -6,67% (R$ 9,10), seguida de Cogna (-4,49%; R$ 2,34) e SLC Agrícola (-2,93%; R$ 14,25). Do lado positivo, Vamos ficou no topo com +3,06% (R$ 3,03), acompanhada de Embraer (+2,32%; R$ 72,85) e Porto Seguro (+1,98%; R$ 50,49). Em dia de estreia estrondosa da SpaceX em NY, os BDRs da companhia (SPCX34) dispararam 18,15% na B3, cotados a R$ 54,74. O dólar caiu 0,79%, para R$ 5,0615, acumulando baixa de 1,86% na semana. (Márcio Anaya) | 1 420 |
| 15 | Giro das 15h: Bolsas sobem em NY, à espera de assinatura de acordo com Irã; SpaceX dispara 26%; Ibovespa sente queda de Petrobras
As bolsas americanas (Dow Jones +0,76%; S&P500 +0,50%; Nasdaq +0,36%) mantêm a tendência de alta na tarde desta 6ªF, apoiadas pela expectativa de assinatura de um acordo entre EUA e Irã no fim de semana. Porém, informações desencontradas sobre os termos do acordo deixam os ativos voláteis. O mercado também acompanha a estreia das ações da SpaceX na Nasdaq (+26,6%, a US$ 170,93), após o IPO histórico, que precificou as ações em US$ 135. Já o petróleo volta a cair forte (Brent/agosto -3.46%, a US$ 87,25), com investidores otimistas sobre a reabertura do Estreito de Ormuz. Por aqui, o Ibovespa (-0,20%, aos 171.151 pontos) oscila bastante, mas não consegue acompanhar a alta de Wall Street, com Petrobras ON (-1,88%) e PN (-1,72%) sentindo a queda do petróleo e pesando no índice. O dólar à vista (-0,84%, a R$ 5,0589) recua diante do quadro de melhora de percepção de risco lá fora. Os juros futuros também seguem devolvendo prêmios (DI Jan/27 a 14,315%; Jan/29 a 14,465%; Jan/33 a 14,335%), com o mercado ajustando posições para um novo corte de 0,25 pp da Selic na próxima semana. (Téo Takar) | 1 445 |
| 16 | Giro das 12h: Ibovespa sobe com bancos e Vale em sessão instável
O Ibovespa sobe 0,27%, a 171.956,47, em sessão muito instável, com o índice fazendo máxima de 172.544,54 e mínima de 169.992,77. Apoio vem de bancos (Itaú +1,28%; Bradesco PN +0,96%) e Vale (+0,89%), enquanto Petrobras (ON -1,45%; PN -1,72%) segue o petróleo, que cede em torno de 1,5% perto do meio dia, reduzindo as perdas em meio ao "disse me disse" das negociações de um acordo de paz no Irã. Para a commodity, parece prevalecer a narrativa de que EUA e Irã podem assinar já neste fim de semana um acordo para reabrir o Estreito de Ormuz, mas a cautela segue no radar. Trump negou os termos de um acordo para o fim da guerra que circularam na mídia iraniana. O índice DXY cai 0,12%, no patamar dos 99,742 pontos, e os rendimentos dos Treasuries sobem. Aqui, depois de muita oscilação, a moeda cai a R$ 5,0752 (-0,52%) e os juros cedem, sendo que Jan/28 tem viés de alta. Dados de inflação no Brasil superaram estimativas e reforçaram as expectativas de política monetária mais restritiva pelo BC, às vésperas do Copom. Em NY, os índices estendem a recuperação em dia de volatilidade para o setor de tecnologia em dia de IPO da SpaceX. Dow Jones sobe +1,05%, o S&P 500 +0,61% e o Nasdaq +0,43%. (Ana Katia) | 1 450 |
| 17 | Abertura: Dólar cai e juros oscilam após IPCA acima do previsto e cautela sobre um acordo de cessar-fogo
Dólar e juros oscilaram muito pela manhã, avaliando os dados de inflação no Brasil publicados hoje, além das perspectivas de um cessar-fogo no Oriente Médio. O IPCA de maio subiu a 4,72%, acima do teto da meta e da previsão de +4,69%. No mês, subiu 0,58%, também acima do consenso de +0,55%. Com a reunião do Copom este mês, a leitura aciona dúvidas sobre a trajetória da Selic à frente em um cenário de aumento de gastos às vésperas das eleições. Há pouco o dólar cedia a R$ 5,0875 (-0,28%), e os juros futuros passaram a subir junto com os rendimentos dos Treasuries. O DXY opera em leve queda de 0,11%, em nível alto (99,745), refletindo cautela, já que outras negociações deram errado e não há uma confirmação por parte do Irã. O brent cai em torno dos 2%. A moeda americana sobe 0,22% ante o iene , a 160,302/US$, gerando preocupação com uma possível intervenção. O Ibovespa cede 0,20% (171.146,96). (Ana Katia) | 1 481 |
| 18 | Vai rolar: Mercado volta a apostar em corte da Selic
[12/06/26] Era o início da tarde quando Donald Trump declarou que “acabamos de fazer um ótimo acordo para encerrar a guerra com o Irã”. Pouco antes, já causava alívio, suspendendo os novos ataques prometidos para a noite. Mesmo com Teerã dizendo que ainda não havia tomado uma decisão final, ele garantia que “o acordo será assinado provavelmente no fim de semana”. Os mercados passaram a queimar prêmios de risco. O petróleo aprofundou a queda no pregão eletrônico, as bolsas foram às máximas, juros e dólar renovaram mínimas. Às vésperas do Fed e Copom, a notícia esvaziou as chances de alta do juro americano, enquanto aqui o mercado não esperou pelo IPCA para voltar a apostar em corte da Selic. (Rosa Riscala)
👉 Confira abaixo a agenda de hoje
Indicadores
▪️ 09h00 – Brasil: IBGE – IPCA (maio)
▪️ 11h00 – Brasil: Anfavea – Produção de veículos (maio)
▪️ 11h00 – EUA: Sentimento do consumidor de Michigan
▪️ 11h00 – EUA: Expectativas de inflação de Michigan
Eventos
▪️ 11h00 – Brasil: Lula lança linha de crédito para entregadores e motociclistas de aplicativos
▪️ 15h00 – Brasil: Lula anuncia novas unidades do Minha Casa Minha Vida Rural e Entidades
Corporativo
▪️ EUA: SpaceX estreia na Nasdaq | 1 684 |
| 19 | Encerramento das transmissões
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| 20 | Fechamento: Ibovespa segue NY e sobe firme com expectativa de acordo EUA-Irã; dólar cai para R$ 5,10
A bolsa brasileira subiu firme nesta 5ªF, na esteira do otimismo em NY com a expectativa de que um acordo de paz entre EUA e Irã seja assinado em breve, além do forte apetite pelas ações da SpaceX. O Ibovespa fechou em alta de 1,71%, aos 171.497,24 pontos, com giro expressivo, de R$ 30,5 bilhões. Entre as blue chips, destaque para o avanço dos bancos: Itaú PN +2,90% (R$ 40,50), BTG unit +2,60% (R$ 50,48), Bradesco PN +2,43% (R$ 17,68), BB +2,16% (R$ 19,41) e Santander unit +0,63% (R$ 27,17). A Vale contrariou o minério de ferro (-0,46%) e registrou ganho de 1,42% (R$ 78,80), enquanto as ações da Petrobras terminaram mistas (PN +0,26%, a R$ 41,76; e ON quase estável (-0,02%; R$ 46,80). Vamos liderou os ganhos do indicador com +6,52% (R$ 2,94), seguida de PetroRecôncavo (+5,91%; R$ 11,11) e Direcional (+5,78%; R$ 13,55). Do lado negativo, Natura foi a que mais caiu (-1,96%; R$ 8,51), acompanhada de SLC Agrícola (-1,41%; R$ 14,68) e Prio (-1,32%; R$ 62,05). O dólar à vista recuou 1,37%, para R$ 5,1016. (Márcio Anaya) | 1 475 |
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