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📈 Análisis del canal de Telegram BDM Lite

El canal BDM Lite (@bomdiamercado) en el segmento lingüístico de Portugués es un actor destacado. Actualmente la comunidad reúne a 19 793 suscriptores, ocupando la posición 6 310 en la categoría Economía y Finanzas y el puesto 2 401 en la región Brasil.

📊 Métricas de audiencia y dinámica

Desde su creación el невідомо, el proyecto ha mostrado un crecimiento acelerado, reuniendo a 19 793 suscriptores.

Según los últimos datos del 26 julio, 2026, el canal mantiene una actividad estable. En los últimos 30 días la variación de miembros fue de -234, y en las últimas 24 horas de -8, conservando un alto alcance.

  • Estado de verificación: No verificado
  • Tasa de interacción (ER): El promedio de interacción de la audiencia es 7.29%. Durante las primeras 24 horas tras publicar, el contenido suele obtener 5.31% de reacciones respecto al total de suscriptores.
  • Alcance de las publicaciones: Cada publicación recibe en promedio 1 444 visualizaciones. En el primer día suele acumular 1 052 visualizaciones.
  • Reacciones e interacción: La audiencia responde de forma activa: el promedio de reacciones por publicación es 0.
  • Intereses temáticos: El contenido se centra en temas clave como juro, eua, dólar, ibovespa, petróleo.

📝 Descripción y política de contenido

El autor describe el recurso como un espacio para expresar opiniones subjetivas:
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Gracias a la alta frecuencia de actualizaciones (últimos datos recibidos el 27 julio, 2026), el canal mantiene la vigencia y un amplio alcance. La analítica demuestra que la audiencia interactúa activamente con el contenido, lo que lo convierte en un punto de referencia dentro de la categoría Economía y Finanzas.

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Giro das 15h: Bolsas em NY seguem voláteis, com guerra e IA no foco; Ibovespa sobe e juros cai com alívio no petróleo As bolsas em Wall Street mostram volatilidade na tarde desta 2ªF (Dow Jones +0,28%; S&P500 -0,14%; Nasdaq -0,41%), com investidores monitorando as negociações entre EUA e Irã, além das notícias de novos ataques houthis a petroleiros no Mar Vermelho. Apesar disso, o petróleo mantém o ritmo de forte queda (Brent/setembro -8,26%, a US$ 88,79), diante da possibilidade de uma saída diplomática para o conflito. As ações de fabricantes de chips (AMD -7,9%; Micron -4,2%) voltam a ser pressionadas, com os investimentos em IA em xeque. Por aqui, o Ibovespa sustenta alta (+0,47%, aos 174.853 pontos) e os juros futuros recuam (DI Jan/27 a 13,915%; Jan/29 a 14,330%; Jan/33 a 14,655%), diante do alívio no petróleo. Já o dólar avança (+0,49%, a R$ 5,1058) em semana de decisão do Fed. (Téo Takar)

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Giro das 12h: Petróleo mantém forte queda e dá alívio para mercados; Ibovespa sobe Os mercados mantêm o otimismo da abertura, com o preço do petróleo em queda no início da semana. Na agenda dos próximos dias, o Federal Reserve (Fed) e o Banco da Inglaterra (BoE) definem juros na quarta e na quinta-feira, respectivamente. Investidores também esperam os balanços de grandes empresas de tecnologia nos EUA. O foco é saber se a receita proveniente da IA ​​será suficiente para cobrir os contínuos e vultosos investimentos de capital. Há pouco, o petróleo tipo Brent era cotado a US$ 86,82, com queda de 5,30%. Já o WTI para setembro recuava 6,36%, a US$ 83,63 por barril na Nymex. As bolsas em NY seguem em alta: Dow Jones +0,84%; S&P500 +0,30%; e Nasdaq +0,21%. O DXY recua 0,01% para 101,45 pontos. O T-note de 30 anos cai 0,52%. No Brasil, o Ibovespa acompanha o alívio com as tensões no Oriente Médio e sobe 0,32%. Os juros futuros recuam. O DI para janeiro de 2027 marcava 13,915% (de 13,960% no ajuste anterior), o de Jan/28 a 14,055% (14,165%); Jan/29 a 14,355% (14,455%); Jan/31 a 14,565% (14,625%); e Jan/33 a 14,655% (14,690%). Já o dólar comercial, que começou o dia em queda, sobe 0,37%, cotado a R$ 5,1000. (BDM online)

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[27/07/2026 10:03] Igor Giannasi: é...... rs [27/07/2026 10:06] Claudia Ribeiro: Abertura: Juros recuam com queda do petróleo Os mercados respiram aliviados com a pausa nos ataques militares entre EUA e Irã, o que gera esperança de uma possível retomada das negociações. Embora não haja garantias por enquanto, a expectativa de um recuo na escalada do conflito traz um certo alívio aos mercados em geral no início da semana. Apesar de o Estreito de Ormuz permanecer fechado, os preços do petróleo abriram em forte queda. Há pouco, o petróleo tipo Brent era cotado a US$ 86,92, com queda de 5,17%. Já o WTI para setembro recuava 5,79%, a US$ 84,14 por barril na Nymex. Nesse cenário, os mercados apresentam uma reação mais consistente de apetite ao risco. O DXY recua 0,13%. No Brasil, o dólar comercial abriu em queda e há pouco estava com leve alta de 0,10%, cotado a R$ 5,0860%. Já o Ibovespa opera na estabilidade (+0,03%). Os juros recuam. O DI para janeiro de 2027 marcava 13,925% (de 13,960% no ajuste anterior), o de Jan/28 a 14,050% (14,165%); Jan/29 a 14,350% (14,455%); Jan/31 a 14,560% (14,625%); e Jan/33 a 14,650% (14,690%). Os mercados em NY também se beneficiaram desse clima, com as atenções voltadas para os balanços das grandes empresas de tecnologia previstos para o decorrer da semana. Para os próximos dias, o cenário promete ser movimentado, com decisões importantes de bancos centrais, divulgação de resultados corporativos nos EUA e os ajustes típicos de fim de mês, tudo isso em meio aos desdobramentos da tensão entre EUA e Irã. (BDM online)

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Vai rolar: Petróleo amplia queda na semana do Fed [27/07/26] Depois de quase duas semanas em que a guerra entre Estados Unidos e Irã dominou completamente os mercados, a nova queda do petróleo nesta segunda-feira permite que a agenda econômica – que está bastante carregada – volte a disputar o protagonismo. Com o Brent recuando 4% no eletrônico, investidores têm a chance de recalibrar as expectativas para inflação e juros às vésperas da reunião do Fed, nesta quarta-feira. Aqui, o IPCA-15 de julho e os dados de emprego são os destaques, que devem consolidar as apostas em corte de 0,25 ponto da Selic no Copom do dia 5. Em paralelo, a temporada de balanços acelera com as big techs em Nova York e pesos pesados na B3, incluindo Vale. (Rosa Riscala) 👉 Confira abaixo a agenda de hoje Indicadores ▪️ 05h00 – Brasil: Fipe – IPC (jul) ▪️ 05h30 – Alemanha: Índice de sentimento das empresas (jul) ▪️ 08h00 – Brasil: FGV – Sondagem do consumidor (jul) ▪️ 08h25 – Brasil: BC – Relatório Focus ▪️ 09h30 – EUA: Encomendas de bens duráveis (jun) ▪️ 15h00 – Brasil: Secex – Balança comercial semanal Eventos ▪️ 16h00 – Brasil: Galípolo recebe o presidente do BRB, Nelson Antônio de Sousa ▪️ Brasil: Lula recebe o presidente da Coreia do Sul, Lee Jae-myung Balanços ▪️ Brasil/após o fechamento – Telefônica Brasil (Vivo) e TIM Brasil

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⚠️ PLANTÃO O BDM fez uma cobertura especial do Expert XP. Todos os vídeos com os principais nomes do mercado financeiro que estiveram no evento estão no canal do Youtube do Bom Dia Mercado Acesse e inscreva-se 👉🏻 www.youtube.com/@bomdiamercado Siga também o BDM no Instagram 👉🏻 https://www.instagram.com/bom_dia_mercado/

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Encerramento das transmissões Agradecendo pela sua companhia, desejamos uma boa noite! BDM Lite é o canal gratuito do BDM Online no Telegram. Clique aqui e conheça todos os produtos BDM ▪️Atendimento ao cliente (11) 95653-9007 (WhatsApp) ou pelo email atendimento@bomdiamercado.com.br ▪️Instagram Siga o perfil do BDM no Instagram ▪️Rede X (ex-Twitter) Acompanhe os posts do Bom Dia Mercado na Rede X, antigo Twitter ▪️Linkedin Siga o perfil clicando aqui ▪️YouTube Veja todos os vídeos do BDM no Canal do Youtube 👉🏻 Siga o Bom Dia Mercado no Channel do WhatsApp. São 70 mil pessoas que recebem diariamente as principais notícias do mercado financeiro

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Ibovespa encerra a semana em queda, com pressão de bancos, Petrobras e Vale O Ibovespa encerrou a semana em queda de 1,52% (174.041,95 pontos), com a baixa das blue chips. Nesta sexta-feira, o índice foi pressionado pelo recuo do petróleo, que afetou todas as companhias do setor, com destaque para Petrobras (ON: -2,36%; R$ 47,55 e PN: -1,72%; R$ 42,21), que têm grande peso no Ibovespa. Vale, que também tem grande porcentual no índice, caiu 0,58% (R$ 75,24), assim como os bancos, que recuaram em bloco. Bradesco PN registrou baixa de 1,28% (R$ 18,48) e Itaú teve perda de 1,08% (R$ 42,10). Na ponta positiva, Yduqs liderou a lista, com ganho de 3,05% (R$ 7,78), depois de ter tocado brevemente a mínima de 52 semanas (R$ 7,41), antes de os investidores darem início ao movimento de compra. As teles também tiveram um dia positivo, com Telefônica em alta de 2,22% (R$ 35,47) e TIM com ganho de 1,04% (R$ 21,47). Já Isa Energia registrou o pior desempenho do índice, recuando 7,16% (R$ 26,46). A companhia informou hoje a precificação de sua oferta primária de ações, a R$ 27,00 por papel. (Priscila Arone)

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Dólar zera queda em dia de alívio do petróleo O dólar à vista fechou longe das mínimas do dia, quando chegou a furar os R$ 5,05. Na reta final dos negócios, praticamente zerou as perdas, para fechar cotado a R$ 5,0809, em leve queda de 0,06%, após oscilar entre R$ 5,0499 e R$ 5,0898. A melhor explicação para este comportamento foi o tombo do petróleo, que afeta negativamente o real, considerando que o Brasil é exportador líquido da commodity e, quanto mais barato fica o barril, pior é para os termos de troca da balança comercial doméstica. Lá fora, o índice DXY operava estável (+0,03%), aos 101,476 pontos. O euro caía 0,08%, a US$ 1,1369, a libra também operava de lado (+0,05%), a US$ 1,3320, e o iene subia 0,03%, a 163,852 por dólar. (Mariana Ciscato)

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Giro das 15h: Mercados melhoram com diplomacia de volta às manchetes Um dia depois do rali de quase 7%, o petróleo devolve parcialmente a escalada e testa uma acomodação, em queda de mais de 4% neste meio de tarde, diante da esperança renovada de negociações para recuperar o frágil acordo de cessar-fogo entre os EUA e o Irã. As agências internacionais informam que o Paquistão tenta fazer o meio de campo. Omã também lança esforços para convencer Teerã a desbloquear o Estreito de Ormuz. Além disso, os EUA e o Reino Unido planejam conferência de alto nível em Londres na próxima semana, em meio à estratégia para encerrar gradualmente o conflito. As bolsas em NY operam no positivo (Dow Jones, +0,56%; S&P 500, +0,44%; e Nasdaq, +0,05%). Aqui, o Ibovespa só destoa e cai 1,33%, a 174.380 pontos, porque as ações da Petrobras corrigem junto com o petróleo. Já no câmbio, o dólar opera abaixo de R$ 5,07, em leve queda de 0,29%, a R$ 5,0694, enquanto os juros futuros desarmam a pressão da véspera. Em evento da XP, Galípolo frustrou a expectativa do mercado de sinalização sobre a Selic, enquanto investidores acreditam que o corte em agosto pode ser o último, se a guerra não acabar. (Mariana Ciscato)

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Giro das 12h: Petróleo mantém queda, acompanhado por juros e dólar O preço do petróleo se mantém em queda e os investidores tentam manter um clima de alívio nos mercados nessa sexta-feira, apesar das incertezas sobre a possibilidade de negociação entre Estados Unidos e Irã e com a proximidade do final de semana, quando mais notícias negativas em relação ao conflito podem surgir. As bolsas norte-americanas operam sem uma tendência definida, com -0,50% na Nasdaq e +0,12% na SP500 e + 0,19% na Dow Jones. O Ibovespa segue a tendência de queda desde o início do dia e há pouco operava em baixa de 0,73%. O dólar comercial opera cotado a R$ 5,0710, com baixa de 0,28%. Os juros também recuam. O DI para janeiro de 2027 marcava 14,010% (de 14,045% no ajuste anterior), o de Jan/28 a 14,250% (14,410%); Jan/29 a 14,550% (14,705%); Jan/31 a 14,740% (14,850%); e Jan/33 a 14,805% (14,880%). O petróleo tipo Brent era cotado a US$ 96,87, com queda de 3,79%. Já o WTI para agosto recuava 3.03%, a US$ 89,40 por barril na Nymex. Em relação ao conflito, relatos das agências de notícias iranianas Fars e Tasnim indicaram que explosões foram ouvidas na Arábia Saudita na madrugada de sexta-feira. A Fars alegou que um drone atingiu armazéns logísticos utilizados pelo Exército dos EUA, enquanto a Tasnim relatou separadamente explosões, sem fornecer detalhes adicionais. Até o momento, não houve confirmação por parte de autoridades sauditas, dos militares dos EUA ou de outras fontes independentes sobre o suposto ataque ou quaisquer danos decorrentes dele. Caso se confirme, o incidente marcaria mais uma escalada no conflito regional, evidenciando a vulnerabilidade contínua da logística e da infraestrutura militar dos EUA em todo o Oriente Médio. Na agenda econômica, mercado recebeu dados de vendas de moradias novas nos Estados Unidos. No Brasil, investidores aguardam divulgação do Relatório de Avaliação de Receitas e Despesas Primárias e da pesquisa Datafolha sobre avaliação do governo e intenção de voto para a eleição presidencial ainda hoje. Galípolo e Durigan falam em evento da XP. (BDM online)

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Abertura: Com petróleo em queda, dólar e juros recua; Galípolo fala logo mais A queda no preço do petróleo e a melhora momentânea dos mercados lá fora influenciam a abertura os negócios no Brasil nessa sexta-feira. O dólar comercial abriu em baixa e há pouco é cotado a R$ 5,0800, com queda de 0,08%. As taxas de juros também recuam: o DI para janeiro de 2027 marcava 14,015% (de 14,045% no ajuste anterior), o de Jan/28 a 14,330% (14,410%); Jan/29 a 14,615% (14,705%); Jan/31 a 14,780% (14,850%); e Jan/33 a 14,830% (14,880%). Já o Ibovespa abriu na contramão das bolsas norte-americanas, e opera em leve queda de 0,04%. No cenário externo, destaque para o recuo do preço do petróleo, que permite um alívio momentâneo aos mercados. Ontem, Trump afirmou que os iranianos ainda não sentiram “dor suficiente” e que os EUA podem ampliar seus ataques, que chegam hoje ao 13º dia consecutivo após o fim do cessar-fogo. Do lado iraniano, o país rejeitou uma proposta de cessar-fogo dos EUA, levada a Teerã pelo primeiro-ministro do Iraque, Ali al-Zaidi. Detalhes da proposta não foram divulgados, mas autoridades iranianas disseram que esta era a única oferta em discussão e que o governo do país não tinha interesse em fechar um acordo temporário que deixasse sem solução a questão do controle sobre o Estreito de Ormuz. À espera do desenrolar do conflito, os preços recuam. O petróleo tipo Brent era cotado a US$ 97,55, com queda de 3,12%. Já o WTI para agosto recuava 2,94%, a US$ 89,48 por barril na Nymex. Os juros lá fora também estão em baixa. O rendimento do título do Tesouro americano de dez anos caía de 4,7% do fechamento de ontem para 4,686%. O índice DXY recuava 0,01%, aos 101,44 pontos. O cenário externo deve continuar no foco dos investidores, mas aqui no Brasil os negócios podem ser afetados pelas declarações do presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, que participará do evento Expert XP 2026 nesta manhã. (BDM online)

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Vai rolar: Petróleo muda o jogo [24/07/26] A guerra entre Estados Unidos e Irã entrou em uma nova fase e ameaça simultaneamente as duas principais rotas de exportação de petróleo do Oriente Médio, o que levou o Brent a US$ 100, resgatou o risco de inflação e mudou as expectativas para os juros. Lá fora, crescem as apostas em alta pelo Fed e BCE em setembro, enquanto aqui investidores acreditam que o corte da Selic em agosto pode ser o último. Nesse ambiente, é grande a expectativa pela participação de Galípolo hoje na Expert XP. O mercado também deve reagir à nova tarifa americana e à resposta do governo, que decidiu acionar a Lei da Reciprocidade. O dia tem ainda Relatório Bimestral de Receitas e Despesas e Datafolha. (Rosa Riscala) 👉 Confira abaixo a agenda de hoje Indicadores   ▪️ 04h30 – Alemanha: S&P Global – PMI composto (preliminar de jul) ▪️ 05h00 – Zona do euro: S&P Global – PMI composto (preliminar de jul) ▪️ 05h30 – Reino Unido: S&P Global – PMI composto (preliminar de jul) ▪️ 07h00 – Rússia: Decisão de política monetária ▪️ 10h45 – EUA: S&P Global – PMI composto (preliminar de jul) ▪️ 11h00 – EUA: Vendas de moradias novas (jun) ▪️ 14h00 – EUA: Baker Hughes – Poços e plataformas em operação ▪️ 15h00 – Brasil: Relatório de Avaliação de Receitas e Despesas Primárias (3º bimestre)   Eventos   ▪️ 09h30 – Brasil: BC realiza primeira etapa de reunião trimestral com economistas, no Rio de Janeiro ▪️ 10h30 – Brasil: Dario Durigan participa de painel na XP Expert ▪️ 11h00 – Brasil: BC realiza segunda etapa de reunião trimestral com economistas, no Rio de Janeiro ▪️ 11h25 – Brasil: Gabriel Galípolo participa de painel na XP Expert ▪️ 15h00 – Brasil: Bruno Moretti (Planejamento) e Débora Freire (Fazenda) concedem entrevista coletiva sobre o Relatório de Avaliação de Receitas e Despesas Primárias ▪️ Brasil: Datafolha divulga pesquisa de avaliação do governo e intenção de voto para a eleição presidencial ▪️ EUA-México: Jamieson Greer (USTR) participa do último dia das negociações para a revisão do USMCA ▪️ EUA: Donald Trump participa de jantar de imprensa na Casa Branca   Balanços   ▪️ Alemanha/antes da abertura – Volkswagen ▪️ EUA/antes da abertura – American Express   BDM NA EXPERT XP – O Bom Dia Mercado estará na Expert XP, que começa hoje em São Paulo com três dias do evento que é considerado o maior festival de investimentos do mundo. O BDM estará na Arena Agro, junto ao estande do Canal Rural, em cobertura especial para o BDM Online, entrevistando os grandes nomes do mercado. O noticiário de hoje e amanhã incluirá vídeos curtos elaborados pelos jornalistas do BDM, com links para as entrevistas na íntegra em nosso canal do Youtube. Acompanhe os principais destaques da Expert XP pelo BDM Online.

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*Ibovespa cai 0,46%, puxado por bancos; alta de Petrobras e Vale contêm perdas* O Ibovespa encerrou o pregão de hoje em baixa de 0,46% (176723,62 pontos), com giro de R$ 21,15 bilhões, puxado pela queda em bloco dos bancos (Itaú: -0,93%; Bradesco PN: -1,37%). O índice acompanhou o desempenho dos mercados norte-americanos, que acompanham com atenção os desdobramentos do conflito no Oriente Médio, que levaram à forte alta do petróleo. A commodity alcançou a marca dos US$ 100 o barril (Brent). Com isso, as petroleiras subiram e Petrobras ON teve alta de 1,32% (R$ 48,53); papel PN registrou ganho de 1,03% (R$ 42,02). Essas altas, juntamente com a valorização de Vale (+0,73%; R$ 75,65), contiveram o recuo do índice. Rumo liderou os ganhos do Ibovespa (+2,35%), depois de o Itaú BBA ter divulgado relatório a respeito do interesse do Grupo México pela participação da Cosan na empresa. Entre as perdas, Hapvida registrou o pior desempenho (-8,08%), com novas evidências de que sua base de clientes está encolhendo, enquanto restante do setor no país registra expansão. Weg, que ontem disparou 10,05%, caiu 2,29% nesta quinta-feira, com executivos reconhecendo que o desempenho tem sido impactado pelos efeitos do câmbio, apesar do crescimento contínuo fora do Brasil. A alta dos juros futuros prejudicou também outros papéis cíclicos, como MRV (-4,58%), Assaí (-4,40%) e Azzas 2154 (-4,27%). O dólar à vista interrompeu três dias consecutivos de queda e fechou em alta de 0,64%, cotado a R$ 5,0839. *(Priscila Arone)*

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Giro das 15h: Petróleo em três dígitos assusta; novo tarifaço sai hoje O petróleo dispara feito foguete, de volta à casa dos três dígitos (Brent para setembro registra salto de 7,37%, a US$ 101 por barril), enquanto Trump diz que cogita seriamente um ataque massivo contra o Irã, maior do que a operação “Fúria Épica”. O mercado eleva a chance de alta do juro pelo Fed em setembro e também coloca no radar um BCE hawkish, após Lagarde ter admitido que o choque energético eleva os riscos para a inflação. Aqui, a curva do DI embute forte prêmio de risco (DI Jan/27 a 14,045%; Jan/29 a 14,730%; Jan/33 a 14,880%). A aposta em corte da Selic em agosto diminuiu, mas ainda segue amplamente majoritária. Porém, depois disso, o debate de uma pausa pode voltar ao radar. Até mesmo o dólar, que nos últimos dias vinha resistindo bravamente à tensão geopolítica, protegido pelo carry tarde e pelo efeito favorável do petróleo caro à balança comercial, hoje reflete o estresse. Neste meio de tarde, voltava à faixa de R$ 5,08, em alta de 0,69%, a R$ 5,0868, enquanto o Ibovespa caía 0,54%, abaixo dos 177 mil pontos (176.618). O mercado doméstico ainda segue na expectativa do anúncio de novas tarifas de Trump para o Brasil, prometidas para hoje pela Casa Branca. Em NY, as bolsas afundam com o medo de gastos exagerados das empresas de tecnologia com a IA. O Nasdaq perdia 2,13%; o Dow Jones, -1,09%; e S&P 500, -1,24%. (Mariana Ciscato)

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Giro das 12h: Dólar e juros sobem com petróleo acima de US$ 100 O agravamento dos riscos geopolíticos, com a abertura de novas frentes no conflito entre Irã e EUA, levou o petróleo a um patamar acima dos US$ 100 o barril. O pessimismo ganha força também com os resultados trimestrais da Tesla e da Alphabet, vistos como sinalizadores da capacidade de retorno de investimentos feitos em IA. Há pouco, o petróleo do tipo Brent era cotado a US$ 100,57, com alta de 6,91%. Já o WTI para agosto subia 5,78%, a US$ 91,85 por barril na Nymex.O índice Dow Jones recuava 1,06%, S&P 500 cedia 1,14% e Nasdaq operava com baixa de 2,16%. DXY está em 101,47 pontos, alta de 0,35%. No Brasil, o Ibovespa acompanha a tendência de queda, mas o bom desempenho de Petrobras e Vale reduzem a baixa. O Ibovespa opera com -0,13%; Petrobras ON +2,30; Petrobras PN +2,02; e Vale ON +2,45%. No mercado de juros, o DI para janeiro de 2027 marcava 13,995% (de 13,950% no ajuste anterior), o de Jan/28 a 14,300% (14,205%); Jan/29 a 14,590% (14,490%); Jan/31 a 14,710% (14,645%); e Jan/33 a 14,745% (14,705%). O dólar comercial opera cotado a R$ 5,0760, em alta de 0,48%. Durante a manhã, o BCE anunciou a manutenção das taxas de juros. A presidente da instituição, Christine Lagarde, disse que a decisão foi unânime entre os dirigentes, mas parte do comitê de política monetária se questionou sobre a possibilidade de um aperto, diante da escalada do preço do petróleo. (BDM online)

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Abertura: Dólar e juros sobem, acompanhando disparada do petróleo e piora do cenário externo Com a escalada do preço do petróleo, que se aproxima de US$ 100, o pessimismo nos mercados se espalha e pressiona para cima taxas de juros no mundo todo. Há pouco, o petróleo do tipo Brent era cotado a US$ 99,21, com alta de 5,46%. Já o WTI para agosto subia 4,73%, a US$ 90,94 por barril na Nymex. O rendimento do título alemão de 10 anos tocou brevemente 3,20% — o maior nível desde 2011 —, e o do título francês de 10 anos voltou a atingir 4%, patamar mais elevado desde 2009. Quanto aos títulos do Tesouro dos EUA, o rendimento do papel de 10 anos subiu mais 3 pontos-base, chegando a 4,685%. Isso também resulta em um dólar mais forte frente às principais moedas. Há pouco, o DXY estava a 101,36 pontos, com alta de 0,23%. No Brasil, as taxas de juros também sobem. O DI para janeiro de 2027 marcava 13,980% (de 13,950% no ajuste anterior), o de Jan/28 a 14,300% (14,205%); Jan/29 a 14,595% (14,490%); Jan/31 a 14,730% (14,645%); e Jan/33 a 14,785% (14,705%). O dólar comercial opera cotado a R$ 5,0760, em alta de 0,48%. Já o Ibovespa opera estável. O mercado de ações norte-americano segue pessimista. O cenário é de incerteza após a onda de vendas ocorrida no final do pregão de ontem, uma vez que a teleconferência de resultados da Alphabet despertou novas preocupações sobre os gastos com inteligência artificial (IA). Em relação ao conflito no Oriente Médio, no 12º dia após o cessar-fogo entre Irã e Estados Unidos, o ataque a navios sauditas feito por rebeldes Houthis do Iêmen, grupo aliado do Irã, trouxe mais preocupação. (BDM online)

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Vai rolar: Guerra amplia risco energético [23/07/26] A guerra entre Estados Unidos e Irã voltou a dominar os mercados, ao ampliar o risco de interrupção das duas principais rotas de exportação de petróleo do Oriente Médio. No eletrônico, o Brent já superava US$ 95 por barril, recolocando a inflação no centro das atenções. Nesse ambiente, a decisão de juros do BCE e a entrevista de Christine Lagarde – principal destaque da agenda – ganham importância adicional para as expectativas de política monetária na Europa. Enquanto isso, os balanços das big techs americanas decepcionaram no after hours em Nova York. Em um dia esvaziado de indicadores, o foco no Brasil fica no evento da XP, que começa hoje, com a participação de Janet Yellen. (Rosa Riscala) 👉 Confira abaixo a agenda de hoje Indicadores ▪️ 08h00 – Brasil: FGV – IPC-S (3ª quadri de jul) ▪️ 08h00 – Turquia: BC decide juro ▪️ 09h15 – BCE – Decisão de política monetária ▪️ 09h30 – EUA: Fed de Chicago – Índice de atividade nacional (jun) ▪️ 09h30 – EUA: Pedidos de auxílio-desemprego ▪️ 10h00 – África do Sul: BC decide juro ▪️ 11h00 – Zona do euro: Índice de confiança do consumidor (preliminar de jul) ▪️ 21h30 – Japão: PMI/S&P Global composto (preliminar de jul) Eventos ▪️ 09h45 – Zona do euro: Christine Lagarde (BCE) concede entrevista coletiva após a decisão de política monetária ▪️ 16h15 – Brasil: Janet Yellen participa de painel sobre perspectivas econômicas na Expert XP ▪️ EUA-México: Jamieson Greer (USTR) participa da terceira rodada de negociações para a revisão do USMCA Balanços ▪️ Itália/antes da abertura – UniCredit ▪️ França/antes da abertura – BNP Paribas ▪️ EUA/antes da abertura – American Airlines e First Citizens BancShares ▪️ França/após o fechamento – Carrefour ▪️ EUA/após o fechamento – Intel BDM NA EXPERT XP – O Bom Dia Mercado estará na Expert XP, que começa hoje em São Paulo com três dias do evento que é considerado o maior festival de investimentos do mundo. O BDM estará na Arena Agro, junto ao estande do Canal Rural, em cobertura especial para o BDM Online, entrevistando os grandes nomes do mercado. O noticiário de hoje e amanhã incluirá vídeos curtos elaborados pelos jornalistas do BDM, com links para as entrevistas na íntegra em nosso canal do Youtube. Acompanhe os principais destaques da Expert XP pelo BDM Online.

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Encerramento das transmissões Agradecendo pela sua companhia, desejamos uma boa noite! BDM Lite é o canal gratuito do BDM Online no Telegram. Clique aqui e conheça todos os produtos BDM ▪️Atendimento ao cliente (11) 95653-9007 (WhatsApp) ou pelo email atendimento@bomdiamercado.com.br ▪️Instagram Siga o perfil do BDM no Instagram ▪️Rede X (ex-Twitter) Acompanhe os posts do Bom Dia Mercado na Rede X, antigo Twitter ▪️Linkedin Siga o perfil clicando aqui ▪️YouTube Veja todos os vídeos do BDM no Canal do Youtube 👉🏻 Siga o Bom Dia Mercado no Channel do WhatsApp. São 70 mil pessoas que recebem diariamente as principais notícias do mercado financeiro

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Fechamento: Ibovespa sobe 2,4% e retoma os 177 mil pontos puxado por Vale e Petrobras O Ibovespa subiu firme nesta 4ªF, impulsionado pelas blue chips e sinais de volta de capital estrangeiro. O índice fechou em alta de 2,44%, aos 177.547,57 pontos, com giro de R$ 22,6 bilhões. Vale foi o grande destaque (+3,96%; R$ 75,10), após prévia operacional considerada forte e definição de novo presidente do Conselho, contrariando o minério de ferro (-1%). Petrobras também alavancou a bolsa (ON +2,39%, a R$ 47,90; e PN +2,21%, a R$ 42,58), na esteira do petróleo, que disparou 3%. Entre os principais bancos, BTG unit puxou a fila positiva com +2,98% (R$ 57,02), Bradesco PN subiu 2,26% (máxima de R$ 18,97), BB +1,01% (R$ 21,09), Itaú PN +0,87% (R$ 42,90) e Santander unit +0,67% (R$ 26,95). Weg disparou 10,05% (R$ 46,74) e liderou com folga os ganhos do Ibovespa, após o balanço trimestral superar as expectativas. Além disso, participantes do mercado disseram ao Valor que o movimento parece ter sido intensificado por um “short squeeze”, quando o preço de um papel com alto nível de posições vendidas, dispara de forma repentina. CSN vem a seguir com +6,32% (R4 5,38), acompanhada de Braskem PNA (+6,30%; R$ 6,07). Do lado negativo, TIM foi a que mais caiu (-2,43%; R$ 22,12), seguida de Telefônica Brasil (-1,17%; R$ 35,38) e Yduqs (-0,77%; R$ 7,77). O dólar caiu 0,43%, para R$ 5,0517. (Márcio Anaya)