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📊 Audience metrics and dynamics
Since its creation on невідомо, the project has demonstrated rapid growth, gathering an audience of 19 898 subscribers.
According to the latest data from 12 July, 2026, the channel demonstrates stable activity. Although there has been a change in the number of participants by -240 over the last 30 days and by -8 over the last 24 hours, overall reach remains high.
- Verification status: Not verified
- Engagement rate (ER): The average audience engagement rate is 7.09%. Within the first 24 hours after publication, content typically collects 5.39% reactions from the total number of subscribers.
- Post reach: On average, each post receives 1 411 views. Within the first day, a publication typically gains 1 073 views.
- Reactions and interaction: The audience actively supports content: the average number of reactions per post is 0.
- Thematic interests: Content is focused on key topics such as juro, eua, dólar, ibovespa, petróleo.
📝 Description and content policy
The author describes the resource as a platform for expressing subjective opinions:
“Bem-vindo ao BDM Lite, nosso canal gratuito! Para assinar o BDM Online acesse @BDMOnlineBot. Mais informações: @BDM_Suporte ou pelo WhatsApp (11) 96177-5619.”
Thanks to the high frequency of updates (latest data received on 13 July, 2026), the channel maintains relevance and a high level of publication reach. Analytics show that the audience actively interacts with content, making it an important point of influence in the Economy & Finance category.
Data loading in progress...
| Date | Subscriber Growth | Mentions | Channels | |
| 13 July | 0 | |||
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| 2 | Fechamento: Ibovespa cai firme com piora do cenário externo, apesar dos ganhos de Petrobras
A bolsa caiu firme nesta 2ªF, devolvendo parte dos ganhos da sexta, com a piora do cenário externo diante de novos ataques entre EUA e Irã e o fechamento do Estreito de Ormuz. O Ibovespa fechou em baixa de 1,20%, aos 175.739,08 pontos, com giro fraco – de apenas R$ 19,5 bilhões, refletindo a escassez de capital estrangeiro. O desempenho só não foi pior graças a Petrobras, cuja ações subiram forte (ON +3,44%, a R$ 45,71; e PN +2,55%, a R$ 40,66), na esteira da dispara do petróleo, na casa de 9%. A Vale, em contrapartida, caiu 1,79% (R$ 42,85), superando com folga a perda do minério de ferro (-0,47%). Os principais bancos também recuaram: BTG unit -2,06% (R$ 57,52), Itaú PN -1,76% (R$ 43,52), BB -1,65% (R$ 20,24), Santander unit -0,91% (R$ 27,37) e Bradesco PN -0,48% (R$ 18,77). Auren liderou as quedas do Ibovespa com -5,45% (R$ 12,32), após a Fitch reduzir a perspectiva das notas de crédito em moedas estrangeira da empresa. MRV vem seguir com -5,39% (R$ 4,74), acompanhada de Weg (-4,56%; R$ 44,39). Do lado positivo, Braskem PNA ficou no topo com +4,68% (R$ 6,94), CSN Mineração em segundo (+4,21%; R$ 5,45) e Petrobras ON (+3,44%) em terceiro. O dólar à vista subiu 0,47%, a R$ 5,1323. (Márcio Anaya) | 294 |
| 3 | Giro das 15h: Bolsas recuam, dólar sobe e petróleo dispara com pedágio de Trump e recado duro de Waller
O clima de aversão ao risco nos mercados se acentuou nesta tarde, após Donald Trump propor um pedágio de 20% sobre os navios que cruzam o Estreito de Ormuz, e também com as declarações “hawkish” do diretor do Fed Christopher Waller. Ele defendeu uma alta de juros no curto prazo, caso a inflação subjacente continue forte na leitura que será divulgada nesta semana. O petróleo dispara (Brent/setembro +6,78%, a US$ 81,16), enquanto as bolsas recuam em NY (Dow Jones -0,24%; S&P500 -0,65%; Nasdaq -1,41%). O cenário de juros mais altos nos EUA fortalece o dólar globalmente (DXY +0,28%, aos 101,236 pontos). Por aqui, a moeda americana segue a tendência externa (+0,44%, a R$ 5,1303). O Ibovespa (-1,12%, aos 175.877 pontos) passa por correção após os ganhos recentes, mas as alta expressivas de Petrobras ON (+3,51%) e PN (+2,98%) limitam a queda do índice. Os juros futuros (DI Jan/27 a 13,935%; Jan/29 a 14,160%) também corrigem o alívio recente provocado pelo IPCA abaixo do esperado, com a disparada do petróleo reacendendo as preocupações com inflação. (Téo Takar) | 689 |
| 4 | Giro das 12h: Petróleo segue no radar; alta das ações da Petrobras reduz queda da Bovespa
Os investidores seguem em ritmo de cautela com os desdobramentos do conflito entre Irã e Estados Unidos. Neste momento, ainda não há sinais claros de como ficará o tráfego marítimo no Estreito de Ormuz. As negociações iniciais não chegaram a nenhuma conclusão e o mercado mantém a expectativa de que o presidente Donald Trump retorne à mesa de negociações. Em sua rede social, ele chegou a dizer que o Estreito de Ormuz "está aberto e permanecerá aberto, com ou sem o Irã" e afirmou que os EUA serão reembolsados em 20% sobre as cargas que passam pelo local. Perto das 12h, o barril do tipo Brent subia 4,57% para US$ 79,48. Já o WTI, negociado em Nova York, chega a US$ 74,62, com alta de 4,45%. Em Nova York, o índice Dow Jones fica perto da estabilidade, enquanto o S&P 500 recua 0,31% e a Nasdaq cai 0,88%. Por lá, há preocupação dos investidores também com as empresas de IA e da indústria de chips. No final da manhã, a Intel caía quase 4%, acompanhando o desempenho negativo do setor de chips após uma forte queda da SK Hynix na Coreia. Texas Instruments, Oracle, Cisco e Nvidia também registraram baixa. O discurso do diretor do Fed Christopher Waller sobre as perspectivas para a economia americana, que acontece logo mais, também atrai a atenção dos investidores. No Brasil, o dólar estava cotado a R$ 5,1250, às 11h30, com alta de 0,33%. O DXY está em 101,10 pontos, alta de 0,15%. Os juros futuros e o rendimento dos títulos americanos seguem em leve alta - o T-Bond de 30 anos sobe 0,34%. Para a Bolsa, a queda não é maior em função da valorização das ações da Petrobrás. Perto das 12h, o Ibovespa cai 0,46%, sustentado pela alta de 2,52% das prefereciais da companhia. (BDM online) | 843 |
| 5 | Abertura: Mercados trabalham com incertezas sobre petróleo
O mercado no Brasil abriu influenciado pelo cenário internacional, principalmente pelo aumento das tensões no Oriente Médio, que fizeram o preço do petróleo subir com força. Às 10h, o barril do tipo Brent sobe 4,13% para US$ 79,13. Já o WTI, negociado em Nova York, chega a US$ 74,18, com alta de 3,75%. As cotações refletem a escalada do conflito entre Estados Unidos e Irã. Após os americanos lançarem a quinta onda de bombardeios, o Irã afirmou que não cumprirá sua parte no acordo enquanto os EUA também não o fizerem. Com isso, a passagem de navios pelo Estreito de Ormuz permanece no foco de atenção dos investidores. Nesta segunda-feira, o presidente Donald Trump afirmou que os Estados Unidos serão o "guardião" da passagem marítima. O dólar iniciou os negócios cotado a R$ 5,1160, com alta de 0,16%. Já o DXY opera com leve queda de 0,02%. No mercado de juros, a alta do petróleo acende o sinal vermelho para o comportamento da inflação no mundo todo, o que reduz a possibilidades de queda de juros. O T-note de 10 anos avança a 4,580% e, por aqui, o DI janeiro para 2028 chega a 13,90%, ante 13,855% de sexta-feira. Nessa semana, com a divulgação do índice de inflação americano (CPI), cresce a expectativa sobre a tendência de alta dos preços da energia, especialmente da gasolina. Na agenda local, a pesquisa Focus mostrou que o mercado revisou para baixo o IPCA de 2026 - de 5,30% para 5,16%. Contudo, para 2027, a expectativa de inflação subiu de 4,18% para 4,20%. O índice Bovespa tem leve alta de 0,05%. (BDM online) | 878 |
| 6 | Vai rolar: Guerra no radar, foco na agenda
[13/07/26] A semana começa sob o impacto da nova escalada entre Estados Unidos e Irã, que voltou a pressionar o petróleo e recolocou o Estreito de Ormuz no centro das atenções dos mercados. Enquanto investidores avaliam se o conflito atual poderá alterar as expectativas para inflação e juros, a agenda ganha protagonismo. Nos Estados Unidos, o CPI e o depoimento de Kevin Warsh ao Congresso ajudarão a calibrar as apostas para o Fed. Em Wall Street, o destaque é para início da temporada de balanços dos grandes bancos. Já no Brasil, uma sequência de indicadores de atividade, culminando com o IBC-Br, testará a tese reforçada pelo IPCA de junho de novo corte da Selic em agosto. (Rosa Riscala)
👉 Confira abaixo a agenda de hoje
Indicadores
▪️ 08h25 – Brasil: BC – Relatório Focus
▪️ 15h00 – Brasil: Balança comercial semanal
▪️ Áustria: Opep – Relatório mensal de petróleo
Eventos
▪️ 06h25 – EUA: Michelle Bowman (Fed) participa de evento virtual sobre modernização da regulação bancária
▪️ 10h00 – Brasil: Lula visita o Instituto Mauá de Tecnologia, em São Caetano do Sul (SP), e o Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA), em São José dos Campos (SP)
▪️ 13h30 – EUA: Christopher Waller (Fed) participa de evento
▪️ 17h30 – Brasil: Gabriel Galípolo reúne-se com o ministro da Fazenda, Dario Durigan, e o secretário Rogério Ceron
▪️ EUA: Primeiro-ministro do Iraque, Ali al-Zaidi, visita Washington | 1 236 |
| 7 | Encerramento das transmissões
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São 70 mil pessoas que recebem diariamente as principais notícias do mercado financeiro | 1 525 |
| 8 | Fechamento: Ibovespa sobe 3% e retoma os 177 mil pontos após IPCA; dólar cai 1,17% na semana
A bolsa subiu firme nesta 6ªF, estendendo os ganhos de ontem, impulsionado pela inflação abaixo do esperado no Brasil e pelo ambiente favorável no exterior, com os EUA aceitando manter negociações com o Irã, apesar do fim do cessar-fogo. O Ibovespa fechou em alta de 2,97%, na máxima de 177.866,37 pontos – patamar que não era visto desde o fim de maio –, após o IPCA de junho (+0,16%) bem abaixo do consenso (+0,31%), fortalecendo as apostas em continuidade nos cortes da Selic. Na semana, a bolsa acumula valorização de 2,18%. O giro hoje ficou em R$ 25 bilhões. As blue chips subiram em bloco, com destaque para os bancos: BTG unit +5,48% (R$ 58,73), Santander unit +5,22% (máxima de R$ 27,62), Bradesco PN +4,78% (R$ 18,86), Itaú PN +4,02% (R$ 44,30) e BB +2,90% (R$ 20,58). A Vale registrou alta de 1,41% (R$ 74,18), superando com folga o minério de ferro (+0,87%), enquanto as ações da Petrobras (ON +1,52%, a R$ 44,19; e PN +1,12%, a R$ 39,65) seguiram na contramão do petróleo. A única baixa do índice foi Prio (-0,29%; R$ 55,45), que segundo analistas do Citi é a mais afetada pela prorrogação do imposto de exportação de petróleo. Do lado positivo, CSN Mineração ficou no topo com +8,28% (R$ 5,23), seguida de Auren (+8,22%; R$ 13,03) e CSN (+7,92%; R$ 5,18). O dólar à vista fechou em queda de 0,28%, a R$ 5,1084, acumulando perda de 1,17% na semana. (Márcio Anaya) | 1 329 |
| 9 | Giro das 15h: Ibovespa mantém alta firme, enquanto dólar e juros recuam após IPCA; NY avança em bloco
O Ibovespa mantém alta firme neste meio de tarde (+2,68%, aos 177.375,81 pontos), operando perto das máximas, embalado pela boa surpresa sobre a inflação – o que reforça apostas na continuidade do ciclo de cortes na Selic. O IPCA de junho apresentou alta de 0,16%, a menor desde 2023, quase metade do esperado pelo mercado (+0,31%). O giro projetado para o fechamento é um pouco melhor que de outros pregões, mas ainda fraco: R$ 22 bilhões. Entre as blue chips, destaque para os bancos: Itaú PN +3,40%, Bradesco PN +4,00% e BTG unit +4,45%. O dólar à vista cai frente ao real (-0,30%, a R$ 5,1075), em linha com o exterior e o otimismo local com a inflação, o que também derruba os juros futuros (DI Jan/27 a 13,905% e Jan/28 a 13,830%). No exterior, os investidores seguem monitorando os desdobramentos das tensões entre EUA e Irã. Hoje, Trump afirmou que os iranianos pediram para continuar as “conversas”, o que foi aceito pelos EUA, embora ressalte que o cessar-fogo está “encerrado”. Apostando em um desfecho positivo, o petróleo negocia em baixa, de cerca de 1%. Em NY, as bolsas sobem em bloco (Dow Jones +0,26%, S&P500 +0,32% e Nasdaq +0,22%), com destaque para a estreia dos ADRs da SK Hynix, que há pouco disparavam 15,5%. (Márcio Anaya) | 1 239 |
| 10 | Giro das 12h: Ibovespa avança, dólar e juros caem após IPCA
O Ibovespa avança 2,35%, perto da máxima, aos 176.807,39 pontos, após os dados de inflação reforçarem expectativas de corte de juros pelo BC. O IPCA subiu +0,16% em junho, de +0,58% em maio, ante projeção de +0,31%. Ano ano, +4,64%, de +4,72% (consenso de 4,80%). A leitura muito abaixo do esperado derruba os juros futuros em toda a curva, em especial nos vencimentos mais curtos e intermediários. Na bolsa, beneficia todos os setores, em especial ações cíclicas (Magalu +8,44%; Cogna +5,22%) e bancos (Bradesco PN +3,33%; Itaú +2,98%), que têm grade participação na carteira. Petrobras ON sobe +0,94% e PN +0,92%; Vale, +1,60%. O dólar cai frente o real, a R$ 5,1098 (-0,25%), em sessão de petróleo em queda por esperanças de que as negociações entre EUA e Irã serão retomadas. O DXY segue estável nos 100,917 pontos (+0,01%) em linha com os rendimentos dos Treasuries. NY oscila (Dow Jones +0,12%; S&P 500 +0,03% e Nasdaq -0,25%) , com as techs realizando lucros, alguma cautela antes do início da temporada de balanços e preocupação com aumento da taxa de juros pelo Fed no 2º semestre. (Ana Katia) | 1 189 |
| 11 | Abertura: Dólar e juros caem após inflação abaixo do esperado e possível retomada das negociações no Irã
O dólar cai a R$ 5,1103 (-0,24%) e os juros futuros cedem em toda a curva, após inflação muito abaixo do esperado e sessão de petróleo mais comportado. O IPCA de junho subiu 0,16%, desacelerando de +0,58% em maio, ante consenso de +0,31%. Ainda instável, há pouco o brent exibia alta leve em meio a notícias de que as negociações entre EUA e Irã podem ser retomadas, o que mantém os rendimentos dos Treasuries estabilizados. Há pouco os juros da Note de 10 anos estavam em 4,54% e os da Note de 2 anos, a 4,18%. Aqui, as taxas caem entre 17 e 20 pontos nos vencimentos curtos e intermediários. O índice DXY segue no nível dos 100,918 pontos (+0,01%) e deve fechar a semana em queda. Contra o iene, o dólar perde 0,36%, a 161,810/US$, com os planos da ministra das Finanças do Japão, Satsuki Katayama, de explorar medidas de política estrutural. O Fundo de Investimento de Pensões do Governo, de 293,6 trilhões de ienes (US$ 1,81 trilhão), deve aumentar alocações em ativos do país. O Ibovespa sobe 1,93%, a 176.081,23 pontos. (Ana Katia) | 1 256 |
| 12 | Vai rolar: IPCA fecha a semana
[10/07/26] Depois de dois dias dominados pela escalada militar entre Estados Unidos e Irã, o mercado voltou a apostar que a diplomacia prevalecerá sobre a guerra, reduzindo parte do prêmio de risco acumulado no petróleo. Com a geopolítica ainda no radar, mas sem impedir a recuperação do apetite por risco, a atenção dos investidores se desloca hoje para o IPCA de junho, principal teste das expectativas de novo corte da Selic em agosto. No Brasil, o governo manteve a cautela em relação aos combustíveis, enquanto acompanha os desdobramentos do conflito e seus possíveis efeitos sobre a inflação. Na sexta-feira espremida entre o feriado em São Paulo e o fim de semana, a liquidez deve se manter reduzida. (Rosa Riscala)
👉 Confira abaixo a agenda de hoje
Indicadores
▪️ 03h00 – Alemanha: Inflação ao consumidor (jun)
▪️ 05h00 – Brasil: Fipe – Primeira prévia de julho do IPC
▪️ 05h00 – França: AIE – Relatório mensal de petróleo
▪️ 09h00 – Brasil: IBGE – IPCA (jun)
▪️ 09h00 – Brasil: IBGE – Produção industrial regional (mai)
▪️ 14h00 – EUA: Baker Hughes – Poços e plataformas em operação | 1 409 |
| 13 | Encerramento das transmissões
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São 70 mil pessoas que recebem diariamente as principais notícias do mercado financeiro | 1 390 |
| 14 | Fechamento: Ibovespa retoma aos 172 mil pontos, puxado por bancos, com apetite maior ao risco; dólar cai a 5,12
Após três pregões consecutivos de perdas, a bolsa brasileira subiu nesta 5ªF, em sessão de poucos negócios em razão do feriado de 9 de julho em São Paulo. No fechamento, o Ibovespa mostrou ganho de 1,22%, aos 172.742,12 pontos, após ficar muito perto dos 173 mil pontos. O giro foi de R$ 20 bilhões. O movimentou por aqui acompanhou a recuperação de NY, amparada na queda do petróleo, apesar de persistir o impasse entre EUA e Irã – sem nenhum sinal concreto, até o momento, de eventual retomada da trégua. Os bancos foram destaque na sessão de hoje, puxados pela unit do BTG (+3,21%; R$ 55,68). Santander unit subiu 2,54% (R$ 26,5), BB +2,41% (R$ 20,00), Bradesco PN +1,75% (R$ 18,00) e Itaú PN +1,67% (R$ 42,59). A Vale também registrou alta (+0,62%; R$ 73,15), superando levemente o minério de ferro (+0,27%). Os papéis da Petrobras foram no sentido contrário (ON -1,43%, a R$ 43,53; e PN -1,11%, a R$ 39,21), em linha com o petróleo. Além disso, segundo a XP, a estatal seria uma das mais afetadas pela decisão do governo de prorrogar a taxa de exportação da commodity. Magazine Luiza liderou os ganhos do índice com +7,76% (R$ 4,86), com a queda dos juros futuros beneficiando o varejo. Vamos aparece em segundo com +5,34% (R$ 2,96), acompanhada de Yduqs (+4,96%; R$ 8,68). Na outra ponta, Axia foi a que mais caiu (-2,68%; R$ 51,63), seguida da PetroRecôncavo (-1,67%; R$ 10,01) e Prio (-1,44%; R$ 55,61). O dólar à vista fechou em queda de 0,50%, a R$ 5,1227. (Márcio Anaya) | 1 157 |
| 15 | Giro das 15h: Bolsas avançam com apetite maior ao risco em meio à queda do petróleo; dólar e juros recuam
Após as perdas de ontem, os mercados acionários mostram recuperação nesta 5ªF, com os investidores de olho na geopolítica, após novos ataques mútuos entre EUA e Irã. O Ibovespa sobe firme e opera perto das máximas (+1,26%, aos 172.798,35 pontos), buscando os 173 mil pontos em dia de liquidez reduzida por conta do feriado de 9 de julho em São Paulo, apesar de a B3 funcionar normalmente. O giro projetado para o fechamento é de R$ 16,5 bilhões. O destaque do pregão são os bancos, com Itaú PN e Bradesco PN subindo quase 2%. O desempenho do índice só não é melhor em razão de Petrobras (ON -1,68% e PN -1,41%), na esteira da queda do petróleo (cerca de -3%), após a disparada de ontem. O dólar à vista renova mínimas e, há pouco, registrava baixa de 0,64% (R$ 5,1155). Os juros futuros também caem (DI Jan/27 a 14,015% e Jan/28 a 14,040%), refletindo o alívio no petróleo. O dia teve ainda o Tesouro conseguindo vender tudo que foi ofertado de LTNs e NTN-Fs em leilão. Em NY, as bolsas sobem em bloco (Dow Jones +0,39%, S&P500 +0,84% e Nasdaq +1,23%), em meio ao apetite maior ao risco, com destaque para as ações de fabricantes de chips. (Márcio Anaya) | 1 227 |
| 16 | Giro das 12h: Ibovespa sobe com bancos, enquanto mercados monitoram riscos para a oferta de energia
O Ibovespa sobe perto da máxima, a 172.440,25 (+1,05%), com bancos em destaque (Bradesco PN +1,41%; Itaú +1,27%), enquanto Vale sobe +0,47% com o minério e Petrobras (ON -0,82%; PN -0,58%) acompanha o petróleo, depois de subir no início do pregão por causa da recente escalada do conflito no Golfo. A commodity oscilou pela manhã na esteira do noticiário e há pouco recuava em torno de 1,5%. Os mercados reavaliam os riscos de oferta, supondo que o Estreito de Ormuz permanecerá aberto. Em NY as bolsas sobem de forma mais moderada (Dow Jones +0,27%; S&P 500 +0,50% e Nasdaq 0,57%), voltando às fabricantes de chips. A Micron sobe 6,70% ao planejar investimentos de US$ 250 bi até 2035, e a SK Hynix deve estrear no Nasdaq amanhã, com relatos indicando que a demanda está sete vezes acima da meta. No câmbio, o DXY se estabiliza em 100,948 pontos (-0,04%), e, frente o real, o dólar cai a R$ 5,1206 (-0,54%). Os juros futuros caíam há pouco em toda a curva, assim como os s rendimentos dos títulos do Tesouro americano. Nesta manhã, o representante comercial dos EUA, Jamieson Greer, afirmou que uma decisão sobre as tarifas contra o Brasil será tomada em breve, embora países ainda discordem. (Ana Katia) | 1 256 |
| 17 | Abertura: Dólar é estável e juros estão mistos, com tensões no Golfo e fiscal no foco
O dólar, a R$ 5,1427 (-0,11%), se estabiliza frente o real, em sessão de petróleo bastante instável (há pouco em queda moderada), enquanto os EUA e Irã escalam a guerra. O novo capítulo do conflito no Oriente Médio reavivou preocupações com a inflação e a alta nos juros globais no dia seguinte à ata do FOMC apontar para essa questão. O DXY cai 0,04% (100,950 pontos), com o euro subindo 0,14% para US$ 1,14330, e o iene no nível que acende o sinal de alerta sobre intervenções, a 162,364/US$. Os rendimentos dos Treasuries oscilaram e há pouco cediam levemente em toda a curva, com o de 2 anos a 4,18%, o de 10 anos a 4,5%, e o de 30, a 5,07%. No CME, a precificação é de alta nos juros pelo Fed este ano, mas de manutenção das taxas onde estão em julho (3,50%-3,75%). Aqui, os juros futuros estão mistos, subindo levemente a partir de Jan/31, com exterior e fiscal. O Ibovespa sobe 0,30% (171.163,95). (Ana Katia)] | 1 425 |
| 18 | Vai rolar: Oriente Médio entre bombas e negociações
[09/07/26] Após os Estados Unidos voltarem a atacar o Irã, ontem à noite, o mercado inicia a quinta-feira tentando responder à pergunta que realmente importa: a escalada militar abre caminho para um conflito mais amplo ou representa apenas uma nova tentativa de pressionar Teerã a negociar? Enquanto Trump diz que foi procurado pelos iranianos para um acordo, sem apresentar detalhes ou confirmação do outro lado, os investidores acompanham os desdobramentos em Ormuz. Em um dia de agenda fraca, com destaque apenas para a ata do BCE, o noticiário do Oriente Médio continua comandando os negócios. No Brasil, o feriado de 9 de Julho em SP tende a reduzir a liquidez, embora a B3 funcione normalmente. (Rosa Riscala)
👉 Confira abaixo a agenda de hoje
Indicadores
▪️ 08h00 – Brasil: FGV – IGP-M (1ª prévia de jul)
▪️ 08h30 – Zona do euro: BCE – Ata da última decisão de política monetária
▪️ 09h30 – EUA: Pedidos de auxílio-desemprego
▪️ 11h00 – EUA: NAHB – Vendas de moradias usadas (jun)
Eventos
▪️ 08h30 – Brasil: Dario Durigan concede entrevista à Rádio Gaúcha
▪️ 10h00 – EUA: John Williams (Fed) participa de conferência institucional
▪️ 14h30 – EUA: Lorie Logan (Fed) modera painel em conferência institucional
▪️ 20h00 – Peru: Banco Central divulga decisão de política monetária
Balanços
▪️ EUA/antes da abertura – PepsiCo | 1 692 |
| 19 | Encerramento das transmissões
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| 20 | Fechamento: Ibovespa perde os 171 mil pontos com tensões geopolíticas; dólar tem leve queda
O Ibovespa engatou a terceira sessão de perdas, fechando em baixa de 0,79% nesta 4ªF, aos 170.653,45 pontos – com giro de apenas R$ 21,7 bilhões. O dia foi marcado por ameaças de novos ataques dos EUA ao Irã, que promete revidar, tendo como foco um possível fechamento do Estreito de Ormuz – o que fez o petróleo disparar perto de 5%. A alta da commodity beneficiou as ações da Petrobras (PN +3,15%, a R$ 39,65; e ON +2,79%, a R$ 44,16), o que amenizou o efeito no índice. A Vale, porém, desabou 4,59% (R$ 72,70), em um dia negativo para as pares globais, seguindo na direção contrária do minério de ferro (+0,88%). Os principais bancos também caíram: Santander unit -1,58% (R$ 25,60), Itaú PN -1,27% (R$ 41,89), BTG unit -1,10% (R$ 53,95), BB -1,01% (R$ 19,53) e Bradesco PN -0,73% (R$ 17,69). Cury liderou as perdas do Ibovespa com -7,85% (R$ 31,33), após divulgação de resultados operacionais do 2TRI26. Direcional vem a seguir com -6,19% (R$ 12,58), acompanhada de MRV (-5,84%; R$ 4,84). Na outra ponta, PetroRecôncavo ficou no topo (+6,04%; R$ 10,18), também beneficiada pelo petróleo. Natura aparece em segundo (+5,59%; R$ 8,50) e, conforme fontes do Valor, o desempenho é explicado por uma operação de "short squeeze", com um acionista relevante repactuando contrato de aluguel das ações, apesar de a empresa ter divulgado que espera uma queda entre 9% e 10% do seu faturamento no 2TRI26. Ultrapar vem a seguir com +4,11%; R$ 29,36). O dólar à vista fechou em leve queda de 0,09%, a R$ 5,1484. (Márcio Anaya) | 1 248 |
