BDM Lite
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Channel BDM Lite (@bomdiamercado) in the Portuguese language segment is an active participant. Currently, the community unites 19 883 subscribers, ranking 6 150 in the Economy & Finance category and 2 393 in the Brazil region.
📊 Audience metrics and dynamics
Since its creation on невідомо, the project has demonstrated rapid growth, gathering an audience of 19 883 subscribers.
According to the latest data from 14 July, 2026, the channel demonstrates stable activity. Although there has been a change in the number of participants by -235 over the last 30 days and by -3 over the last 24 hours, overall reach remains high.
- Verification status: Not verified
- Engagement rate (ER): The average audience engagement rate is 7.19%. Within the first 24 hours after publication, content typically collects 5.39% reactions from the total number of subscribers.
- Post reach: On average, each post receives 1 431 views. Within the first day, a publication typically gains 1 073 views.
- Reactions and interaction: The audience actively supports content: the average number of reactions per post is 0.
- Thematic interests: Content is focused on key topics such as juro, eua, dólar, ibovespa, petróleo.
📝 Description and content policy
The author describes the resource as a platform for expressing subjective opinions:
“Bem-vindo ao BDM Lite, nosso canal gratuito! Para assinar o BDM Online acesse @BDMOnlineBot. Mais informações: @BDM_Suporte ou pelo WhatsApp (11) 96177-5619.”
Thanks to the high frequency of updates (latest data received on 15 July, 2026), the channel maintains relevance and a high level of publication reach. Analytics show that the audience actively interacts with content, making it an important point of influence in the Economy & Finance category.
Data loading in progress...
| Date | Subscriber Growth | Mentions | Channels | |
| 15 July | 0 | |||
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| 2 | Ibovespa tem leve baixa, de olho no tarifaço dos EUA e no cenário eleitoral; dólar fecha estável
O Ibovespa foi na contramão de NY e fechou em leve baixa de 0,36% nesta 4ªF, aos 176.010,90 pontos, com giro de R$ 39,9 bilhões, em dia de exercício de opções sobre o índice. Os investidores estão na expectativa de que os EUA anunciem um novo tarifaço ao Brasil, de olho também na questão fiscal. No cenário eleitoral, uma pesquisa Genial/Quaest divulgada hoje mostrou Lula com 45% das intenções de voto no 2º turno, contra 37% de Flávio Bolsonaro. Entre as blue chips, destaque para a queda dos bancos: BTG unit recuou 1,57% (R$ 57,04), Santander unit -1,24% (R$ 27,00), Itaú PN -1,12% (R$ 43,14), BB -0,19% (R$ 20,55) e Bradesco PN -0,16% (R$ 18,60). A Vale subiu 0,68% (R$ 74,51), ante um ganho de 1,13% do minério de ferro, enquanto as ações da Petrobras ficaram mistas e com pouca variação (ON +0,11%, a R$ 45,53; e PN -0,17%, a R$ 40,59). Braskem PNA liderou as perdas do Ibovespa com -6,15% (R$ 6,41), seguida de Engie (-5,11%; R$ 30,62) e ISA Energia PN (-5,03%; R$ 27,78). Do lado positivo, Totvs ficou no topo com +4,18% (R$ 29,92), acompanhada de Gerdau PN (+3,77%; R$ 24,20) e Ultrapar (+3,29%; R$ 31,10). O dólar à vista terminou quase estável (+0,01%), a R$ 5,0785. (Márcio Anaya) | 468 |
| 3 | Giro das 15h: Bolsas sobem em NY após PPI mais fraco, embaladas por big techs; Ibovespa recua e dólar cai globalmente
As bolsas americanas mantêm a tendência de alta moderada na tarde desta 4ªF (Dow Jones +0,23%; S&P500 +0,29%; Nasdaq +0,49%), com investidores repercutindo o PPI de junho (-0,03%) mais baixo que o esperado (0%). As ações de big techs (Amazon +3,1%; Apple +3,8%; Microsoft +3,0%) estão entre os destaques positivos, assim como Blackrock (+6,2%), que divulgou hoje seu resultado do 2TRI26. O dólar segue em queda frente aos pares (DXY -0,43%, aos 100,488 pontos), diante da menor expectativa de aumento dos juros pelo Fed e da melhora na percepção de risco sobre a guerra no Oriente Médio. Por aqui, a moeda americana segue quase estável (-0,04%, a R$ 5,0761), enquanto o Ibovespa recua (-0,33%, aos 176.052 pontos) em dia de exercício de opções sobre o índice, com Petrobras ON (-0,88%) e PN (-0,59%) e Itaú PN (-0,80%) pesando, enquanto Vale ON sobe 1,0%. Já os juros futuros operam em leve alta (DI Jan/27 a 13,905%; Jan/29 a 14,050%). (Téo Takar) | 668 |
| 4 | Giro das 12h: Ibovespa não acompanha NY e recua; dólar opera estável
Enquanto o conflito entre Irã e Estados Unidos segue sem perspectiva de uma solução, os investidores reagem de forma moderada aos bons dados de inflação divulgados pelos Estados Unidos nesta semana. Hoje, o índice de preços ao produtor (PPI) saiu melhor do que o esperado - caiu 0,3% em junho ante maio. O dado veio na sequência de resultado mais fraco do índice de preços ao consumidor (CPI), divulgado ontem. Ambos os números diminuem a expectativa de um aperto monetário nos Estados Unidos no curto prazo. O presidente da distrital do Fed de Nova York, John Williams, disse nesta manhã que "há sinais encorajadores de que a inflação atingiu seu pico e deve desacelerar gradualmente ao longo dos próximos trimestres". Segundo o CME Fed Watch Tool, que compila dados a partir dos futuros dos Fed funds, agora eles precificam apenas 16% de chance de um aperto monetário pelo Fed em julho, ante 42% antes dos dados do CPI. Em Nova York, o índice Dow Jones sobe 0,45%, o S&P 500 avança 0,26% e o Nasdaq 0,29%. No Brasil, o Ibovespa não acompanha o movimento e cai 0,57%. Por aqui, tem peso a pesquisa Genial/Quaest, que mostrou melhora na aprovação do governo Lula e aumento da diferença de intenções de voto entre o presidente e o senador Flávio Bolsonaro. No mercado, já há algumas análises de que a vitória de Lula no 1o. turno não está descartada. O dólar comercial é negociado a R$ 5,0770, quase estável em relação ao fechamento de ontem. O DXY está no nível 100,80, em baixa de 0,12%. Os juros futuros sobem: O DI para janeiro de 2027 marcava 13,900% (de 13,895% no ajuste anterior); Jan/28 a 13,890% (13,855%); Jan/29 a 14,085% (14,020%); Jan/31 a 14,300% (14,215%); e Jan/33 a 14,375% (14,285%). Já o T-note de dez anos recuava 0,63%. (BDM online) | 871 |
| 5 | Abertura: Dólar em queda e juros estáveis em dia de agenda carregada e petróleo em alta
Em dia de agenda carregada de indicadores no cenário internacional e escalada das tensões no Oriente Médio, o dólar opera em baixa de 032%, cotado a R$ 5,0610. O dia começou com uma nova onde de ataques dos EUA contra o Irã, que mantém o preço do petróleo em patamares elevados. Perto de 10h, o barril do Brent sobe 0,77% para US$ 85,50 por barril na ICE, enquanto o WTI para agosto avançou 0,60%, a US$ 79,82 por barril na Nymex. Há pouco, foi divulgado o PPI de 0,3% em junho ante maio, após uma alta de 0,6% no mês anterior. O resultado ficou abaixo das estimativas, que apontavam estabilidade. No cenário interno, foi divulgado levantamento da Genial/Quaest, que mostrou melhora na aprovação do governo Lula e aumento da diferença de intenções de voto do presidente em relação so senador Flávio Bolsonaro, tanto no 1o. quanto no 2o. O IBGE também divulgou resultados do setor de serviços, abaixo do esperado. O cenário levou os juros futuros para uma leve alta. O DI para janeiro de 2027 marcava 13,900% (de 13,895% no ajuste anterior); Jan/28 a 13,885% (13,855%); Jan/29 a 13,875% (13,855%); Jan/31 a 14,240% (14,215%); e Jan/33 a 14,310% (14,285%). Já o T-note de dez anos recuava 0,55%. Enquanto o Ibovespa recuava 0,39%. A agenda do dia ainda inclui a sabatina do presidente do Fed, Kevin Warsh, no Senado. Em suas primeiras declarações, ele destacou que há motivos para acreditar que a inflação atingiu o pico e deve recuar gradualmente nos próximos trimestres. A divulgação do Livro Bege com dados da economia americana sai às 15h. (BDM online) | 910 |
| 6 | Vai rolar: Petróleo mantém mercado sob pressão
[15/07/26] A melhora inesperada da inflação americana devolveu algum apetite por risco aos mercados, mas não foi suficiente para tirar a guerra do radar, que segue em alta tensão no Oriente Médio. Enquanto o petróleo continua pressionado – ampliou os ganhos no eletrônico – e dirigentes do Fed tentam conter o entusiasmo provocado pelo CPI, investidores acompanham hoje novos testes para os juros, com o PPI, o Livro Bege e mais um depoimento de Kevin Warsh. No Brasil, o foco se divide entre a desaceleração da atividade, com a pesquisa de Serviços, a expectativa pelo novo tarifaço americano e a preocupação fiscal após a aprovação de pauta-bomba no Senado. (Rosa Riscala)
👉 Confira abaixo a agenda de hoje
Indicadores
▪️ 06h00 – Zona do euro: Produção industrial (mai)
▪️ 09h00 – Brasil: IBGE – Pesquisa Mensal de Serviços (mai)
▪️ 09h30 – EUA: Fed de Nova York – Índice Empire State (jul)
▪️ 09h30 – EUA: PPI (jun)
▪️ 11h30 – EUA: DoE – Estoques de petróleo
▪️ 14h00 – Brasil: Fazenda/SPE – Boletim Macrofiscal
▪️ 14h30 – Brasil: Fluxo cambial semanal
▪️ 15h00 – EUA: Livro Bege
Eventos
▪️ 07h00 – Brasil: Genial/Quaest – Pesquisa de avaliação do governo e intenção de voto para presidente
▪️ 09h45 – EUA: John Williams (Fed) participa de evento
▪️ 10h45 – Canadá: Banco do Canadá divulga decisão de política monetária
▪️ 11h00 – EUA: Kevin Warsh (Fed) testemunha no Comitê Bancário do Senado
▪️ 14h00 – EUA: Lisa Cook (Fed) fala sobre perspectivas econômicas em evento
▪️ 19h00 – EUA: Alberto Musalem (Fed) discursa
▪️ 22h00 – Coreia do Sul: BC decide juro
Balanços
▪️ EUA/antes da abertura – BlackRock e Morgan Stanley
▪️ Holanda – ASML | 1 150 |
| 7 | Encerramento das transmissões
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São 70 mil pessoas que recebem diariamente as principais notícias do mercado financeiro | 1 139 |
| 8 | Fechamento: Ibovespa tem leve alta com otimismo externo após inflação abaixo do previsto nos EUA; dólar cai para R$ 5,07
A bolsa brasileira apresentou leve recuperação nesta 3ªF, na esteira do clima mais positivo em NY após dados de inflação abaixo do esperado nos EUA – reduzindo as apostas em aumento dos juros pelo Fed no curto prazo. O Ibovespa fechou em alta de 0,51%, aos 176.641,10 pontos, com giro de R$ 21,9 bilhões. Entre as blue chips, destaque para o ganho de Vale (+1,59%; R$ 74,01), acompanhando o minério de ferro (+1,81%). A empresa disse hoje que avalia oportunidades de investimento, sobretudo alinhadas à suas prioridades estratégicas. Petrobras PN ficou estável em R$ 40,66, enquanto as ações ON da estatal tiveram leve baixa de 0,50% (R$ 45,48). Os principais bancos apresentaram comportamento misto: BB subiu 1,73% (R$ 20,59), BTG unit +0,75% (R$ 57,95) e Itaú PN +0,25% (R$ 43,63), enquanto Bradesco PN recuou 0,75% (R$ 18,63) e Santander unit -0,11% (R$ 27,34). Hapvida liderou as altas do Ibovespa com +6,98% (R$ 11,19), seguida por Brava (+6,49%; R$ 20,02) e Vamos (+4,30%; R$ 3,15). Na outra ponta, CSN Mineração devolveu os ganhos de ontem e liderou as baixas com -6,42% (R$ 5,10), acompanhada por Ultrapar (-2,65%; R$ 30,11) e Azzas (-1,93%; R$ 18,85). O dólar recuou 1,06%, para R$ 5,0778. (Márcio Anaya) | 1 011 |
| 9 | Giro das 15h: Bolsas operam mistas em NY com CPI, balanços de bancos e prévia da IBM; dólar derrete e Ibovespa anda de lado
O CPI melhor que o esperado faz os rendimentos dos Treasuries (T-Note de 10 anos a 4,586%, de 4,620% ontem) e o dólar (DXY -0,32%, aos 100,913 pontos) recuarem nesta 3ªF, enquanto as bolsas operam mistas em Wall Street (Dow Jones -0,12%; S&P500 +0,44%; Nasdaq +1,06%). A safra de balanços dos grandes bancos impulsiona o setor em NY (Goldman Sachs +7,5%; JP Morgan +1%), enquanto a prévia operacional da IBM (-24,5%) decepcionou o mercado, com a ação pesando sobre o Dow Jones. Já o petróleo (Brent/setembro +1,31%, a US$ 84,39) se afastou das máximas, após Trump descartar a proposta de um pedágio de 20% no Estreito de Ormuz. Por aqui, o alívio externo faz o dólar despencar diante do real (-1,09%, a R$ 5,0766), enquanto os juros futuros devolvem prêmios recentes (DI Jan/27 a 13,910%; Jan/29 a 14,070%). Já o Ibovespa opera de lado (+0,17%, aos 176.045 pontos), com a correção de Petrobras ON (-0,57%) e PN (-0,17%) e a queda dos bancos (Bradesco PN -1,92%; Itaú PN -0,51%), enquanto Vale ON (+1,81%) se recupera. (Téo Takar) | 1 069 |
| 10 | Inflação americana fica melhor do que o esperado e mercados reagem
Ainda com um cenário mais tenso em função do agravamento dos conflitos no Oriente Médio, o dia no mercado tem um tom menos pessimista, em função do resultado da inflação ao consumidor nos Estados Unidos ter vindo abaixo do esperado. Divulgado antes da abertura dos negócios, a queda de 0,4% do índice “cheio” superou o recuo esperado de 0,2%, ao mesmo tempo em que a estabilidade do núcleo da inflação surpreendeu ante a expectativa de uma alta de 0,2%. Com isso, o dólar chega a cair mais de 1%, cotado a R$ 5,0750 (baixa de 1,11%), às 11h45, enquanto o DXY recua 0,51%, a 100,72 pontos. No mercado de juros, as taxas seguem em baixa. O DI para janeiro de 2027 marcava 13,925% (de 13,955% no ajuste anterior); Jan/28 a 13,945% (14,040%); Jan/29 a 14,105% (14,230%); Jan/31 a 14,275% (14,380%); e Jan/33 a 14,320% (14,410%). O Ibovespa segue a tendência positiva e opera com alta de 0,24%. Os mercados americanos também operam no terreno positivo. Em Nova York, o índice Dow Jones sobe 0,19%, enquanto o S&P 500 sobe 0,28% e a Nasdaq sobe 0,41%. No final da manhã, o presidente do Fed, Kevin Warsh, em seu depoimento ao Congresso americano, disse que a instituição pretende garantir a estabilidade de preços e que possui ferramentas para alcançar isso. Também afirmou a quer um crescimento econômico mais abrangente. "Há muitas coisas acontecendo que estão fora do nosso controle. Mas a inflação é uma escolha. Não é hora de transferir a responsabilidade e culpar os outros", destacou. Ainda no cenário internacional, no mercado de petróleo, o WTI para agosto sobe 1,15% para US$ 79,08 o barril. Já o Brent é negociado a US$ 85,01, com alta de 1,90%. Ontem, o barril do Brent, referência internacional, subiu acima de US$ 86 pela primeira vez em um mês, após o presidente Donald Trump restabelecer um bloqueio contra navios iranianos no Estreito de Ormuz. (BDM online) | 1 105 |
| 11 | Dólar cede e juros recuam com CPI abaixo do esperado
O dólar abriu em queda nesta terça-feira, após a divulgação da inflação ao consumidor nos Estados Unidos (CPI). O núcleo do índice ficou estável, ante uma expectativa do mercado de alta de 0,2%, o que abre a possibilidade de que o Fed não eleve os juros no curto prazo. Às 9h45, o comercial era negociado a R$ 5,0820, com queda de 0,97%. O DXY fica em 100,77 pontos, com baixa de 0,46%. Os juros futuros seguem o ritmo de queda e, perto de 10h, o DI com vencimento em janeiro de 2027 apresentava queda de 13,945%. A Bovespa opera com alta de 0,46%. O mercado americano também repercute os dados melhores de inflação. O T-note de dez anos recuava de 4,620% para 4,571%. O aumento do conflito no Oriente Médio, com a disparada dos preços do petróleo, segue no radar dos investidores. O preço do petróleo mantém alta desde a abertura. O barril do Brent sobe 4,45% para US$ 87,03 por barril na ICE, enquanto o WTI para agosto avançou 3,40%, a US$ 80,81 por barril na Nymex. A agenda com o depoimento do presidente do Federal Reserve (Fed), Kevin Warsh, ao Congresso americano, também deve guiar os negócios no Brasil hoje. Algumas declarações que fazem parte do discurso que será lido pelo dirigente começam a ser conhecidas na manhã de hoje. Ele destacará que, se o Fed conduzir política monetária corretamente, surto inflacionário dos últimos 5 anos será coisa do passado. (BDM online) | 1 126 |
| 12 | Vai rolar: Superterça vem com CPI, Warsh, balanços e guerra
[14/07/26] Enquanto a guerra se limitava às ameaças, o mercado apostava que a diplomacia acabaria prevalecendo. A sucessão de ações militares concretas desta segunda-feira, porém, mudou essa percepção, recolocou um prêmio relevante de risco sobre o petróleo e devolveu a inflação ao centro das atenções. Com o Brent novamente acima de US$ 80, investidores chegam hoje ao CPI americano e ao primeiro depoimento de Kevin Warsh ao Congresso tentando medir até que ponto o novo choque de energia pode alterar as expectativas para os juros do Fed. Antes da abertura de Wall Street, JPMorgan, BofA, Goldman Sachs, Citigroup e Wells Fargo dão início à temporada de balanços. (Rosa Riscala)
👉 Confira abaixo a agenda de hoje
Indicadores
▪️ 09h00 – Brasil: IBGE – Levantamento Sistemático da Produção Agrícola (jun)
▪️ 09h30 – EUA: Inflação ao consumidor (CPI) de junho
▪️ 23h00 – China: PIB (2Tri), produção industrial (jun) e vendas no varejo (jun)
Eventos
▪️ 05h45 – Reino Unido: Andrew Bailey (BoE) testemunha sobre Relatório de Estabilidade Financeira
▪️ 08h00 – Brasil: Futura/Apex – Pesquisa eleitoral para a disputa presidencial
▪️ 11h00 – Brasil: Tesouro realiza leilão de NTN-B (15/05/2029, 15/05/2033 e 15/05/2055) e LFT (01/09/2032)
▪️ 11h00 – EUA: Kevin Warsh testemunha no Comitê de Serviços Financeiros da Câmara
▪️ 13h40 – EUA: Michael Barr (Fed) discursa sobre inteligência artificial
▪️ 14h00 – Brasil: Galípolo reúne-se com a governadora do DF e o presidente do BRB
▪️ 14h00 – EUA: Austan Goolsbee (Fed) participa de evento
▪️ 14h30 – EUA: Lisa Cook (Fed) discursa sobre IA
▪️ 15h55 – EUA: Michelle Bowman (Fed) fala
Balanços
▪️ EUA/antes da abertura – JPMorgan, Bank of America, Goldman Sachs, Citigroup e Wells Fargo | 1 300 |
| 13 | Encerramento das transmissões
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| 14 | Fechamento: Ibovespa cai firme com piora do cenário externo, apesar dos ganhos de Petrobras
A bolsa caiu firme nesta 2ªF, devolvendo parte dos ganhos da sexta, com a piora do cenário externo diante de novos ataques entre EUA e Irã e o fechamento do Estreito de Ormuz. O Ibovespa fechou em baixa de 1,20%, aos 175.739,08 pontos, com giro fraco – de apenas R$ 19,5 bilhões, refletindo a escassez de capital estrangeiro. O desempenho só não foi pior graças a Petrobras, cuja ações subiram forte (ON +3,44%, a R$ 45,71; e PN +2,55%, a R$ 40,66), na esteira da dispara do petróleo, na casa de 9%. A Vale, em contrapartida, caiu 1,79% (R$ 42,85), superando com folga a perda do minério de ferro (-0,47%). Os principais bancos também recuaram: BTG unit -2,06% (R$ 57,52), Itaú PN -1,76% (R$ 43,52), BB -1,65% (R$ 20,24), Santander unit -0,91% (R$ 27,37) e Bradesco PN -0,48% (R$ 18,77). Auren liderou as quedas do Ibovespa com -5,45% (R$ 12,32), após a Fitch reduzir a perspectiva das notas de crédito em moedas estrangeira da empresa. MRV vem seguir com -5,39% (R$ 4,74), acompanhada de Weg (-4,56%; R$ 44,39). Do lado positivo, Braskem PNA ficou no topo com +4,68% (R$ 6,94), CSN Mineração em segundo (+4,21%; R$ 5,45) e Petrobras ON (+3,44%) em terceiro. O dólar à vista subiu 0,47%, a R$ 5,1323. (Márcio Anaya) | 1 169 |
| 15 | Giro das 15h: Bolsas recuam, dólar sobe e petróleo dispara com pedágio de Trump e recado duro de Waller
O clima de aversão ao risco nos mercados se acentuou nesta tarde, após Donald Trump propor um pedágio de 20% sobre os navios que cruzam o Estreito de Ormuz, e também com as declarações “hawkish” do diretor do Fed Christopher Waller. Ele defendeu uma alta de juros no curto prazo, caso a inflação subjacente continue forte na leitura que será divulgada nesta semana. O petróleo dispara (Brent/setembro +6,78%, a US$ 81,16), enquanto as bolsas recuam em NY (Dow Jones -0,24%; S&P500 -0,65%; Nasdaq -1,41%). O cenário de juros mais altos nos EUA fortalece o dólar globalmente (DXY +0,28%, aos 101,236 pontos). Por aqui, a moeda americana segue a tendência externa (+0,44%, a R$ 5,1303). O Ibovespa (-1,12%, aos 175.877 pontos) passa por correção após os ganhos recentes, mas as alta expressivas de Petrobras ON (+3,51%) e PN (+2,98%) limitam a queda do índice. Os juros futuros (DI Jan/27 a 13,935%; Jan/29 a 14,160%) também corrigem o alívio recente provocado pelo IPCA abaixo do esperado, com a disparada do petróleo reacendendo as preocupações com inflação. (Téo Takar) | 1 167 |
| 16 | Giro das 12h: Petróleo segue no radar; alta das ações da Petrobras reduz queda da Bovespa
Os investidores seguem em ritmo de cautela com os desdobramentos do conflito entre Irã e Estados Unidos. Neste momento, ainda não há sinais claros de como ficará o tráfego marítimo no Estreito de Ormuz. As negociações iniciais não chegaram a nenhuma conclusão e o mercado mantém a expectativa de que o presidente Donald Trump retorne à mesa de negociações. Em sua rede social, ele chegou a dizer que o Estreito de Ormuz "está aberto e permanecerá aberto, com ou sem o Irã" e afirmou que os EUA serão reembolsados em 20% sobre as cargas que passam pelo local. Perto das 12h, o barril do tipo Brent subia 4,57% para US$ 79,48. Já o WTI, negociado em Nova York, chega a US$ 74,62, com alta de 4,45%. Em Nova York, o índice Dow Jones fica perto da estabilidade, enquanto o S&P 500 recua 0,31% e a Nasdaq cai 0,88%. Por lá, há preocupação dos investidores também com as empresas de IA e da indústria de chips. No final da manhã, a Intel caía quase 4%, acompanhando o desempenho negativo do setor de chips após uma forte queda da SK Hynix na Coreia. Texas Instruments, Oracle, Cisco e Nvidia também registraram baixa. O discurso do diretor do Fed Christopher Waller sobre as perspectivas para a economia americana, que acontece logo mais, também atrai a atenção dos investidores. No Brasil, o dólar estava cotado a R$ 5,1250, às 11h30, com alta de 0,33%. O DXY está em 101,10 pontos, alta de 0,15%. Os juros futuros e o rendimento dos títulos americanos seguem em leve alta - o T-Bond de 30 anos sobe 0,34%. Para a Bolsa, a queda não é maior em função da valorização das ações da Petrobrás. Perto das 12h, o Ibovespa cai 0,46%, sustentado pela alta de 2,52% das prefereciais da companhia. (BDM online) | 1 179 |
| 17 | Abertura: Mercados trabalham com incertezas sobre petróleo
O mercado no Brasil abriu influenciado pelo cenário internacional, principalmente pelo aumento das tensões no Oriente Médio, que fizeram o preço do petróleo subir com força. Às 10h, o barril do tipo Brent sobe 4,13% para US$ 79,13. Já o WTI, negociado em Nova York, chega a US$ 74,18, com alta de 3,75%. As cotações refletem a escalada do conflito entre Estados Unidos e Irã. Após os americanos lançarem a quinta onda de bombardeios, o Irã afirmou que não cumprirá sua parte no acordo enquanto os EUA também não o fizerem. Com isso, a passagem de navios pelo Estreito de Ormuz permanece no foco de atenção dos investidores. Nesta segunda-feira, o presidente Donald Trump afirmou que os Estados Unidos serão o "guardião" da passagem marítima. O dólar iniciou os negócios cotado a R$ 5,1160, com alta de 0,16%. Já o DXY opera com leve queda de 0,02%. No mercado de juros, a alta do petróleo acende o sinal vermelho para o comportamento da inflação no mundo todo, o que reduz a possibilidades de queda de juros. O T-note de 10 anos avança a 4,580% e, por aqui, o DI janeiro para 2028 chega a 13,90%, ante 13,855% de sexta-feira. Nessa semana, com a divulgação do índice de inflação americano (CPI), cresce a expectativa sobre a tendência de alta dos preços da energia, especialmente da gasolina. Na agenda local, a pesquisa Focus mostrou que o mercado revisou para baixo o IPCA de 2026 - de 5,30% para 5,16%. Contudo, para 2027, a expectativa de inflação subiu de 4,18% para 4,20%. O índice Bovespa tem leve alta de 0,05%. (BDM online) | 1 273 |
| 18 | Vai rolar: Guerra no radar, foco na agenda
[13/07/26] A semana começa sob o impacto da nova escalada entre Estados Unidos e Irã, que voltou a pressionar o petróleo e recolocou o Estreito de Ormuz no centro das atenções dos mercados. Enquanto investidores avaliam se o conflito atual poderá alterar as expectativas para inflação e juros, a agenda ganha protagonismo. Nos Estados Unidos, o CPI e o depoimento de Kevin Warsh ao Congresso ajudarão a calibrar as apostas para o Fed. Em Wall Street, o destaque é para início da temporada de balanços dos grandes bancos. Já no Brasil, uma sequência de indicadores de atividade, culminando com o IBC-Br, testará a tese reforçada pelo IPCA de junho de novo corte da Selic em agosto. (Rosa Riscala)
👉 Confira abaixo a agenda de hoje
Indicadores
▪️ 08h25 – Brasil: BC – Relatório Focus
▪️ 15h00 – Brasil: Balança comercial semanal
▪️ Áustria: Opep – Relatório mensal de petróleo
Eventos
▪️ 06h25 – EUA: Michelle Bowman (Fed) participa de evento virtual sobre modernização da regulação bancária
▪️ 10h00 – Brasil: Lula visita o Instituto Mauá de Tecnologia, em São Caetano do Sul (SP), e o Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA), em São José dos Campos (SP)
▪️ 13h30 – EUA: Christopher Waller (Fed) participa de evento
▪️ 17h30 – Brasil: Gabriel Galípolo reúne-se com o ministro da Fazenda, Dario Durigan, e o secretário Rogério Ceron
▪️ EUA: Primeiro-ministro do Iraque, Ali al-Zaidi, visita Washington | 1 483 |
| 19 | Encerramento das transmissões
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| 20 | Fechamento: Ibovespa sobe 3% e retoma os 177 mil pontos após IPCA; dólar cai 1,17% na semana
A bolsa subiu firme nesta 6ªF, estendendo os ganhos de ontem, impulsionado pela inflação abaixo do esperado no Brasil e pelo ambiente favorável no exterior, com os EUA aceitando manter negociações com o Irã, apesar do fim do cessar-fogo. O Ibovespa fechou em alta de 2,97%, na máxima de 177.866,37 pontos – patamar que não era visto desde o fim de maio –, após o IPCA de junho (+0,16%) bem abaixo do consenso (+0,31%), fortalecendo as apostas em continuidade nos cortes da Selic. Na semana, a bolsa acumula valorização de 2,18%. O giro hoje ficou em R$ 25 bilhões. As blue chips subiram em bloco, com destaque para os bancos: BTG unit +5,48% (R$ 58,73), Santander unit +5,22% (máxima de R$ 27,62), Bradesco PN +4,78% (R$ 18,86), Itaú PN +4,02% (R$ 44,30) e BB +2,90% (R$ 20,58). A Vale registrou alta de 1,41% (R$ 74,18), superando com folga o minério de ferro (+0,87%), enquanto as ações da Petrobras (ON +1,52%, a R$ 44,19; e PN +1,12%, a R$ 39,65) seguiram na contramão do petróleo. A única baixa do índice foi Prio (-0,29%; R$ 55,45), que segundo analistas do Citi é a mais afetada pela prorrogação do imposto de exportação de petróleo. Do lado positivo, CSN Mineração ficou no topo com +8,28% (R$ 5,23), seguida de Auren (+8,22%; R$ 13,03) e CSN (+7,92%; R$ 5,18). O dólar à vista fechou em queda de 0,28%, a R$ 5,1084, acumulando perda de 1,17% na semana. (Márcio Anaya) | 1 599 |
