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📈 نظرة تحليلية على قناة تيليجرام BDM Lite

تُعد قناة BDM Lite (@bomdiamercado) في القطاع اللغوي البرتغالية لاعباً نشطاً. يضم المجتمع حالياً 19 926 مشتركاً، محتلاً المرتبة 6 194 في فئة الاقتصاد والمالية والمرتبة 2 392 في منطقة البرازيل.

📊 مؤشرات الجمهور والحراك

منذ تأسيسه في невідомо، حقق المشروع نمواً سريعاً وجمع 19 926 مشتركاً.

بحسب آخر البيانات بتاريخ 07 يوليو, 2026، تحافظ القناة على نشاط مستقر. خلال آخر 30 يوماً تغيّر عدد الأعضاء بمقدار -241، وفي آخر 24 ساعة بمقدار -7، مع بقاء الوصول العام مرتفعاً.

  • حالة التحقق: غير موثّقة
  • معدل التفاعل (ER): يبلغ متوسط تفاعل الجمهور 7.27‎%. وخلال أول 24 ساعة من النشر يحصد المحتوى عادةً 5.34‎% من ردود الفعل نسبةً إلى إجمالي المشتركين.
  • وصول المنشورات: يحصل كل منشور على متوسط 1 449 مشاهدة. وخلال اليوم الأول يجمع عادةً 1 065 مشاهدة.
  • التفاعلات والاستجابة: يتفاعل الجمهور بانتظام؛ متوسط التفاعلات لكل منشور يبلغ 0.
  • الاهتمامات الموضوعية: يركز المحتوى على مواضيع رئيسية مثل juro, eua, dólar, ibovespa, petróleo.

📝 الوصف وسياسة المحتوى

يصف المؤلف القناة بأنها مساحة للتعبير عن الآراء الذاتية:
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بفضل وتيرة التحديث المرتفعة (أحدث البيانات بتاريخ 08 يوليو, 2026) تحافظ القناة على حداثتها ومستوى وصول مرتفع. وتُظهر التحليلات تفاعلاً نشطاً من الجمهور، ما يجعلها نقطة تأثير مهمة ضمن فئة الاقتصاد والمالية.

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Fechamento: Ibovespa perde os 171 mil pontos com tensões geopolíticas; dólar tem leve queda O Ibovespa engatou a terceira sessão de perdas, fechando em baixa de 0,79% nesta 4ªF, aos 170.653,45 pontos – com giro de apenas R$ 21,7 bilhões. O dia foi marcado por ameaças de novos ataques dos EUA ao Irã, que promete revidar, tendo como foco um possível fechamento do Estreito de Ormuz – o que fez o petróleo disparar perto de 5%. A alta da commodity beneficiou as ações da Petrobras (PN +3,15%, a R$ 39,65; e ON +2,79%, a R$ 44,16), o que amenizou o efeito no índice. A Vale, porém, desabou 4,59% (R$ 72,70), em um dia negativo para as pares globais, seguindo na direção contrária do minério de ferro (+0,88%). Os principais bancos também caíram: Santander unit -1,58% (R$ 25,60), Itaú PN -1,27% (R$ 41,89), BTG unit -1,10% (R$ 53,95), BB -1,01% (R$ 19,53) e Bradesco PN -0,73% (R$ 17,69). Cury liderou as perdas do Ibovespa com -7,85% (R$ 31,33), após divulgação de resultados operacionais do 2TRI26. Direcional vem a seguir com -6,19% (R$ 12,58), acompanhada de MRV (-5,84%; R$ 4,84). Na outra ponta, PetroRecôncavo ficou no topo (+6,04%; R$ 10,18), também beneficiada pelo petróleo. Natura aparece em segundo (+5,59%; R$ 8,50) e, conforme fontes do Valor, o desempenho é explicado por uma operação de "short squeeze", com um acionista relevante repactuando contrato de aluguel das ações, apesar de a empresa ter divulgado que espera uma queda entre 9% e 10% do seu faturamento no 2TRI26. Ultrapar vem a seguir com +4,11%; R$ 29,36). O dólar à vista fechou em leve queda de 0,09%, a R$ 5,1484. (Márcio Anaya)
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Giro das 15h: Bolsas caem com escalada das tensões no Oriente Médio; dólar estável e juros em alta O aumento das tensões no Oriente Médio recolocou a inflação no foco do mercado, derrubando os mercados mundo afora. O Ibovespa também cede (-0,88%, aos 170.501,44 pontos), desempenho que só não é pior graças ao avanço firme de Petrobras (PN +2,55% e ON +2,68%), refletindo a disparada do petróleo, na casa de 6% há pouco. Trump disse hoje que o acordo provisório de cessar-fogo com o Irã "acabou". Mais tarde, em coletiva de imprensa, afirmou que não acredita que a guerra com os iranianos vai recomeçar, ao mesmo tempo em que disse também “não ter certeza” se queria fazer um acordo. Reiterou ainda que novos ataques ao país podem ocorrer na noite de hoje. Do outro lado, o Irã se manifestou dizendo que “está com o dedo no gatilho” caso os americanos retomem a ofensiva. A questão geopolítica ressurge em dia de divulgação da ata da última reunião do Fed, prevista para logo mais. O dólar à vista opera perto da estabilidade (-0,06%), a R$ 5,1496, enquanto os juros futuros avançam (DI Jan/27 a 14,055% e Jan/28 a 14,195%) com as incertezas globais. Em NY, as bolsas caem em bloco (Dow Jones -1,16%, S&P500 -0,43% e Nasdaq -0,17%). (Márcio Anaya)
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Giro das 12h: Novas tensões entre EUA e Irã derrubam bolsas e elevam juros e dólar O Ibovespa cai 1,11%, a 170.117,65 pontos, em meio à aversão ao risco global por causa das novas tensões entre EUA e Irã. Após os episódio com os navios ontem, que o Irã nega autoria, Washington revogou a licença ao comércio de petróleo iraniano e os ataques foram retomados de ambos os lados. O petróleo reflete a crise, subindo 7% e reacendendo a preocupação com a inflação e a alta dos juros no dia da divulgação da ata da reunião do Fed. Trump diz que o acordo acabou e depois cogitou atacar o Irã hoje à noite, além de bloquear Ormuz só para os iranianos. Em NY, Dow Jones perde -1,40%; o S&P 500 -0,72% e o Nasdaq -0,57%. O dólar sobe ante a maioria das moedas, sendo que o DXY segue no nível dos 101,142 pontos (+0,12%), perto das máximas da semana. Frente o real, a moeda testa alta, a R$ 5,1579 (+0,10%), depois de ter operado em queda durante toda a manhã. Rendimentos dos Treasuries, e os juros futuros, aqui, sobem em meio aos riscos inflacionários que podem levar ao aperto monetário pelos BCs. (Ana Katia)
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Abertura: Dólar cede contra o real e juros sobem com exterior após guerra do Irã escalar O real se descola do movimento de alta do dólar frente outras moedas emergentes, e também contra moedas pares, em sessão de alta do petróleo em torno de 5%. Há pouco o DXY subia 0,16%, em patamar alto (101,180) e a moeda americana perdia 0,12% ante o real, a R$ 5,1468. Os juros futuros sobem, à exceção da ponta mais curta, que opera estável com viés de alta. As taxas se alinham à subida nos rendimentos no exterior por causa da preocupação com a inflação provocada pela energia depois que Trump disse que o cessar-fogo "acabou" no Irã, em meio à mais recente escalada da guerra. Há pouco, afirmou que atacaria o país essa noite. Os rendimentos do T-bond de 30 anos sobem a 5,06% e os de curto e médio prazo também avançam, antes da ata do Fed, que pode dar mais informações sobre a política monetária, agora sob a gestão de Kevin Warsh. O Ibovespa cai 0,84% (170.577,83). (Ana Katia)
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Vai rolar: Ormuz reacende alerta em dia de ata do Fed [08/07/26] A geopolítica retomou protagonismo nesta terça-feira com os ataques a embarcações no Estreito de Ormuz, que levaram os Estados Unidos a revogar a licença para venda de petróleo iraniano e a lançar uma nova ofensiva contra alvos no Irã, reacendendo dúvidas sobre a sustentação do cessar-fogo firmado em junho. À véspera da divulgação da ata do Fed, nesta tarde, o petróleo voltou a subir com força, os Treasuries e o dólar avançaram, enquanto investidores passaram a reavaliar os riscos inflacionários. Ainda assim, a percepção predominante continua sendo a de que o mercado só deve reagir de forma mais intensa se houver interrupção efetiva do fluxo de petróleo na região. (Rosa Riscala) 👉 Confira abaixo a agenda de hoje Indicadores ▪️ 08h00 – Brasil: FGV – Primeira prévia de julho do IPC-S ▪️ 11h00 – EUA: Estoques no atacado (mai) ▪️ 11h30 – EUA: DoE – Estoques semanais de petróleo ▪️ 14h30 – Brasil: BC – Fluxo cambial semanal ▪️ 16h00 – EUA: Fed – Crédito ao consumidor (mai) ▪️ 22h30 – China: CPI e PPI (jun) Eventos ▪️ 10h00 – EUA: FMI divulga relatório de Perspectivas Econômicas Globais ▪️ 15h00 – EUA: Ata da reunião do Fomc ▪️ Turquia: Cúpula da Otan em Ancara
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Fechamento: Petrobras ameniza impacto e Ibovespa tem leve queda em dia de aversão ao risco global; dólar sobe A bolsa caiu nesta 3ªF, pelo segundo pregão consecutivo, acompanhando as perdas em NY em meio à aversão ao risco global. O Ibovespa fechou em baixa de 0,25%, aos 172.020,68 pontos, com giro novamente fraco, de apenas R$ 20,1 bilhões. Novos ataques a navios no Estreito de Ormuz elevaram as tensões no Oriente Médio, fazendo o petróleo subir forte – o que beneficiou a Petrobras e amenizou o impacto no mercado de ações brasileiro. Os papéis ON da estatal avançaram 2,65% (R$ 42,96) e os PN, +1,77% (R$ 38,44). Vale, em contrapartida, caiu forte (-2,04%; R$ 76,20), no day after da renúncia do presidente do Conselho da empresa, ante uma desvalorização moderada do minério de ferro (-0,47%). Os principais bancos também recuaram: Santander unit -2,62% (mínima de R$ 26,01), BTG unit -1,50% (R$ 54,55), Bradesco PN -0,56% (R$ 17,82), Itaú PN -0,31% (R$ 42,43) e BB -0,20% (R$ 19,73). MBRF liderou as baixas do Ibovespa com -4,14% (R$ 15,73), acompanhada de C&A (-4,13%; R$ 10,22) e Yduqs (-3,80%; R$ 8,36). Do lado positivo, CSN Mineração ficou no topo com +5,08% (R$ 4,55), seguida de Prio (+4,97%; R$ 56,23) e Azzas (+3,61%; R$ 18,08). O dólar à vista fechou em alta de 0,41%, a R$ 5,1528. (Márcio Anaya)
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Giro das 15h: Ibovespa segue NY e cai com aversão ao risco global; dólar sobe O Ibovespa segue em baixa neste meio da tarde (-0,32%, aos 171.897,30 pontos), com aversão ao risco global dominando os mercados após a volta das tensões no Oriente Médio. Desde a noite de ontem, já são três ataques relatados no Estreito de Ormuz – o que faz o petróleo subir perto de 3%, puxando os papéis da Petrobras (ON +1,46% e PN +1,041%) e impedindo um recuo mais intenso da bolsa brasileira. O volume projetado para esta 3ªF é novamente fraco, na casa de R$ 17 bilhões. Entre as blue chips, Vale faz o contrapeso e recua firme (1,97%), superando a baixa do minério de ferro (-0,47%). O dólar à vista registra alta (+0,31%; R$ 5,1477), seguindo tendência da moeda americana frente a pares (DXY +0,10%), dada a maior cautela dos investidores. Os juros futuros operam sem direção única (DI Jan/27 estável em 13,985% e Jan/28 avançando a 14,045%), de olho no cenário geopolítico. Na agenda do dia, o IGP-DI de junho caiu 0,79%, mais que o esperado (-0,60%). Em NY, as bolsas caem em bloco (Dow Jones -0,28%, S&P500 -0,29% e Nasdaq -0,67%), pressionadas por papéis de techs. (Márcio Anaya)
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Ibovespa devolve ganhos com 3º navio atacado em Ormuz em 24h; Petrobras limita O Ibovespa chegou a fazer máxima de 173.543,67, mas devolveu ganhos em linha com NY, enquanto o dólar e os juros sobem, em meio aos relatos de que um terceiro navio foi atingido no Oriente Médio nas últimas 24 horas. Há pouco perdia 0,22%, aos 172.069,93. Os recentes ataques a embarcações no Estreito de Ormuz apoiam recuperação do petróleo, que sobe agora mais de 2% o que mantém Petrobras em alta (ON +1,79%; PN +1,48%), limitando perdas que poderiam ser ainda maiores no índice. Vale cai -1,62%, em meio à queda do minério. NY também cede. Dow Jones perde -0,25%; o S&P 500 -0,61% e o Nasdaq, um pouco mais, -1,37% , sofrendo adicionalmente com a volatilidade do setor de chips. O dólar sobe ante a maioria dos pares e emergentes, com o DXY aos 100,905 pontos (+0,05%). Ante o real, a R$ 5,1431 (+0,22%). A cautela sobre o choque de energia pressiona os rendimentos dos Treasuries (o do T-bond de 30 anos a 5,02%, refletindo a geopolítica) e, aqui, os juros futuros, às vésperas da ata do Fomc. (Ana Katia)
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Abertura: Dólar e juros seguem exterior em sessão de recuperação do petróleo e leilão de NTN-B O dólar, a R$ 5,1432 (+0,22%), e os juros sobem, acompanhando o exterior mais cauteloso em sessão de petróleo em alta (1%) após um navio ser atingido perto de Ormuz, o que foi atribuído ao Irã, embora ainda não haja confirmação sobre a origem. Como o fluxo de petróleo não foi interrompido, a alta é limitada. Os investidores analisam novos dados econômicos e monitoram a Cúpula da OTAN na Turquia. Mais cedo, déficit comercial dos EUA atingiu US$ 77,6 bilhões em maio, acima dos US$ 54,6 bilhões revisados ​​em abril e ligeiramente abaixo dos US$ 78 bilhões esperados. Os investidores aguardam a ata da reunião do FOMC, amanhã, e, aqui, os dados de inflação de junho, na 6ªF, além do leilão de NTN-B ainda hoje. O DXY sobe levemente, +0,08%, mantendo o nível dos 100 pontos (100,931). O Ibovespa sobe 0,20% (172.791,27). (Ana Katia)
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Vai rolar: Agenda fraca transfere o foco para o Fed e o IPCA [07/07/26] As negociações entre Estados Unidos e Irã continuam avançando entre declarações contraditórias. Trump continua produzindo manchetes. Mas a influência da geopolítica sobre os mercados já não parece a mesma. Com a oferta global de petróleo se recompondo e os preços próximos aos níveis anteriores à guerra, investidores voltam a concentrar a atenção naquilo que realmente deve definir o comportamento dos ativos nas próximas semanas: inflação, juros e atividade econômica. Na agenda mais fraca do dia, a expectativa se desloca para a ata do Fed, amanhã, quarta-feira, e para o IPCA de junho, na sexta, principal teste para as apostas de novo corte da Selic em agosto. (Rosa Riscala) 👉 Confira abaixo a agenda de hoje Indicadores ▪️ 06h30 – Reino Unido: BoE – Relatório de estabilidade financeira ▪️ 08h00 – Brasil: FGV – IGP-DI (jun) ▪️ 09h30 – EUA: Balança comercial (mai) ▪️ 10h30 – Brasil: Anfavea divulga resultados do primeiro semestre e revisa projeções para 2026 Eventos ▪️ 06h30 – Reino Unido: Andrew Bailey (BoE) concede coletiva sobre o Relatório de Estabilidade Financeira ▪️ 11h00 – Brasil: Tesouro realiza leilão de NTN-B (15/05/2031, 15/05/2037 e 15/08/2050) e LFT (01/09/2032) ▪️ 11h00 – EUA: USTR realiza audiência pública sobre políticas e práticas comerciais do Brasil ▪️ Turquia: Cúpula da Otan em Ancara
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Fechamento: Ibovespa devolve ganhos e cai a 172 mil pontos com peso de Petrobras e Vale; dólar recua a R$ 5,13 Após subir nas duas últimas sessões, o Ibovespa voltou a cair nesta 2ªF, devolvendo praticamente todo o ganho do período. O indicador fechou em baixa de 0,93%, aos 172.447,58 pontos, em um pregão com giro fraco, de apenas R$ 17,2 bilhões – expondo o fluxo reduzido de capital estrangeiro, ao passo que as bolsas em NY avançaram. As blue chips caíram em bloco, com destaque para as ações Petrobras (ON -1,27%, a R$ 41,85; e PN -1,25%, a R$ 37,77), cujas perdas superaram a leve queda do petróleo (-0,20%). As ações da Vale também recuaram firme (-1,33%; R$ 77,79), ante um minério de ferro quase estável (+0,14%). Entre os principais bancos, BB caiu 1,05% (R$ 19,77), Santander unit -0,89% (mínima de R$ 26,71), BTG unit -0,82% (R$ 55,38), Itaú PN -0,42% (R$ 42,56) e Bradesco PN -0,28% (R$ 17,92). Totvs liderou as perdas do Ibovespa com -4,97% (R$ 28,51), seguida de Renner (-4,80%; R$ 14,09) e Yduqs (-4,19%; R$ 8,69). Do lado positivo, Brava ficou no topo com +3,29% (R$ 18,50), seguida de RD Saúde (+2,77%; R$ 17,44) e Auren (+1,92%; R$ 12,24). O dólar à vista fechou em queda de 0,71%, a R$ 5,1320. (Márcio Anaya)
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Giro das 15h: Ibovespa cai firme com peso de Petrobras e Vale; NY avança com techs O Ibovespa se mantém em baixa neste meio de tarde (-0,93%, aos 172.456,91 pontos), com os investidores de olho na audiência pública do USTR, nos EUA, entre hoje e amanhã (07/07) para tratar de tarifas. O Itamaraty não considera o evento um canal de negociação, mas sim um espaço para ouvir a sociedade civil e o empresariado. Com o destaque de ações de techs nos EUA, que têm atraído o capital estrangeiro, o volume projetado para a bolsa brasileira hoje é novamente fraco, de apenas R$ 15,4 bilhões. As blue chips caem em bloco, com destaque para Petrobras (ON -1,56% e PN -1,41%), seguindo o recuo do petróleo. Vale também cai firme (-1,08%), contrariando o minério de ferro (+0,14%). O dólar à vista acentuou a perda e, há pouco, recuava 0,67% (R$ 5,1341) – descolando da tendência global, com a moeda americana quase estável (DXY em leve alta de 0,05% há pouco). Os juros futuros caem (DI Jan/27 a 13,995 % e Jan/28 a 14,050%), em dia no qual o Boletim Focus reduziu a expectativa para inflação (IPCA) em 2026, de 5,33% para 5,30%, mas subiu levemente a do ano que vem (de 4,17% para 4,18%). Em NY, as bolsas avançam (Dow Jones +0,02%, S&P500 +0,65% e Nasdaq +0,99%), puxadas por ações de tecnologia, com o Dow tendo atingido pela manhã a máxima histórica intradia de 53.052,70 pontos. (Márcio Anaya)
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Giro das 12h: Ibovespa cai de olho em tarifas e NY tem alta nas ações de chips Poucas ações sobem no Ibovespa perto do meio dia, de olho no tarifaço de 25% dos EUA contra o Brasil. Audiência pública do USTR acontece hoje e amanhã em Washington e deve ter a participação de empresas, representantes de setores e entidades privadas, além do candidato a presidente Flávio Bolsonaro (na 3ªF) enquanto as negociações formais continuam entre os dois governos. Há pouco o índice perdia 1,22% (171.950,51), com Vale caindo -0,99%, a Petrobras perdendo -1,37% (ON) e -1,10% (PN), com petróleo em leve queda, após a OPEP+ elevar cota de produção e expectativa de normalização de Ormuz. IPCA de junho está previsto para 4ªF e a expectativa é de desaceleração, corroborando a visão de corte da Selic em agosto. NY é mista na volta do feriado, com Nasdaq avançando1,12% com ações de chips, S&P 500 subindo 0,58% e o Dow Jones estável em -0,03%, devolvendo recorde do início do pregão. O mercado aguarda ata do FOMC, na 4ªF, em busca de pistas sobre a trajetória dos juros do Fed. PMI de Serviços do ISM apontou desaceleração, como esperado, e o PMI da S&P, para expansão do setor de serviços, com a Copa. Após os indicadores, os rendimentos dos Treasuries exibem viés de alta. Aqui, os juros futuros recuam, à exceção da ponta mais curta, estável. O DXY sobe 0,25% (101,110) e, frente o real, o dólar se estabiliza a R$ 5,1684 (-0,01%). (Ana Katia)
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Abertura: Dólar se estabiliza e juros caem com inflação e política monetária no radar O dólar opera estável a R$ 5,1730 (+0,08%) e os juros futuros recuam em linha com o exterior, em um movimento de ajuste antes de novos dados sobre inflação e atividade, além de sinais para a política monetária. O DXY sobe 0,21% (101,066) e os rendimentos dos Treasuries caem ligeiramente na volta do feriado americano, às vésperas da ata do FOMC (4ªF) e da Cúpula da OTAN na Turquia, que deve reunir Trump e Zelensky. Apesar do novo presidente do Fed descartar orientações futuras, o investidor vai observar a abordagem de Kevin Warsh frente o BC. Aqui, o destaque da semana é o IPCA de junho, que sai na 4ªF, com potencial de dar sequencia para a discussão sobre o corte de juros no Copom de agosto. A projeção é de desaceleração da inflação, com alívio em diversos setores. Mais cedo, o Focus reduziu projeção da inflação no ano e elevou marginalmente a de 2028. Começa hoje, às 11h, em Washington, a audiência pública que vai discutir a taxação de 25% sobre produtos brasileiros e outras medidas comerciais do governo Trump. O Ibovespa cai 0,72% (172.815,96). (Ana Katia)
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Vai rolar: Opep amplia oferta; Brasil enfrenta o USTR   [06/07/26] A semana começa com o petróleo em queda, depois de a Opep+ confirmar novo aumento da produção e reforçar a percepção de normalização da oferta após a reabertura do Estreito de Ormuz. Enquanto investidores acompanham a implementação do acordo entre Estados Unidos e Irã, a atenção se volta hoje para a audiência do USTR sobre as práticas comerciais do Brasil, em Washington, primeira etapa da estratégia tarifária de Donald Trump contra o País. Na agenda da semana, são destaques as vendas no varejo e o IPCA de junho, que podem confirmar a desaceleração da economia e manter vivo o debate sobre mais um corte da Selic em agosto. No exterior, saem as atas do Fed e do BCE. (Rosa Riscala)   👉 Confira abaixo a agenda de hoje Indicadores ▪️ 06h00 – Zona do euro: PPI (mai) ▪️ 06h00 – Zona do euro: Vendas no varejo (mai) ▪️ 08h25 – Brasil: BC – Relatório Focus ▪️ 10h45 – EUA: S&P Global – PMI composto (final de jun) ▪️ 11h00 – EUA: ISM – PMI de serviços (jun) ▪️ 15h00 – Brasil: Secex – Balança comercial semanal Eventos ▪️ 11h00 – EUA: USTR realiza audiência pública sobre políticas e práticas comerciais do Brasil ▪️ 12h00 – Itália: Christopher Waller (Fed) participa de painel em conferência ▪️ 13h00 – França: Christine Lagarde (BCE) participa de evento ▪️ 15h00 – Lula se reúne, no Palácio do Planalto, com o ministro da Fazenda, Dario Durigan
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Encerramento das transmissões Agradecendo pela sua companhia, desejamos uma boa noite! BDM Lite é o canal gratuito do BDM Online no Telegram. Clique aqui e conheça todos os produtos BDM ▪️Atendimento ao cliente (11) 95653-9007 (WhatsApp) ou pelo email atendimento@bomdiamercado.com.br ▪️Instagram Siga o perfil do BDM no Instagram ▪️Rede X (ex-Twitter) Acompanhe os posts do Bom Dia Mercado na Rede X, antigo Twitter ▪️Linkedin Siga o perfil clicando aqui ▪️YouTube Veja todos os vídeos do BDM no Canal do Youtube 👉🏻 Siga o Bom Dia Mercado no Channel do WhatsApp. São 70 mil pessoas que recebem diariamente as principais notícias do mercado financeiro
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Fechamento: Ibovespa sobe e retoma dos 174 mil pontos, com ganho de 0,45% na semana; dólar cai para R$ 5,16 A bolsa subiu pelo segundo pregão consecutivo, em uma sessão esvaziada pelo feriado nos EUA, em antecipação ao Dia da Independência (04/07). O Ibovespa fechou em alta de 0,74%, aos 174.070,27 pontos, com giro de apenas R$ 12,7 bilhões – menos da metade um dia normal. No acumulado da semana, o índice avança 0,45%. O destaque desta 6ªF foi produção industrial, que recuou 0,2% em maio ante abril, abaixo da projeção média de alta de 0,2%, reforçando as apostas em novos cortes da Selic. As blue chips subiram em bloco, com destaque para os bancos: BTG unit +2,38% (R$ 55,84), Santander unit +0,67% (R$ 26,95), Bradesco PN +0,55% (R$ 18,26), Itaú PN +0,64% (R$ 42,74). BB foi exceção, com leve recuo de 0,10% (mínima de R$ 19,98). A Vale contrariou o minério de ferro (-1,74%) e também avançou (+0,77%; R$ 78,84), assim como Petrobras (PN +0,76%, na máxima de R$ 38,25; e ON +0,69%, a R$ 42,39), em dia de ganho moderado do petróleo. CSN liderou os ganhos do Ibovespa com +4,33% (R$ 4,82), seguida de Magazine Luiza (+4,22%; R$ 4,45) e Ultrapar (+3,50%; R$ 27,53). Do lado negativo, Isa Energia PN foi a que mais caiu (-4,29%; R$ 27,65), após informar que avalia a possibilidade de realizar uma oferta pública subsequente (follow-on) de ações. Azzas vem a seguir com -1,15% (R$ 17,14), acompanhada de MBRF (-0,94%; R$ 16,78). O dólar à vista fechou em queda de 0,76%, a R$ 5,1689, acumulando leve alta de 0,03% na semana. (Márcio Anaya)
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