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کانال BDM Lite (@bomdiamercado) در بخش زبانی پرتغالی بازیگری فعال است. در حال حاضر جامعه شامل 20 130 مشترک است و جایگاه 6 302 را در دسته اقتصاد و امور مالی و رتبه 2 421 را در منطقه البرازيل دارد.
📊 شاخصهای مخاطب و پویایی
از زمان ایجاد در невідомо، پروژه رشد سریعی داشته و 20 130 مشترک جذب کرده است.
بر اساس آخرین دادهها در تاریخ 13 ژوئن, 2026، کانال فعالیت پایداری دارد. در ۳۰ روز گذشته تغییر اعضا برابر -207 و در ۲۴ ساعت گذشته برابر -5 بوده و همچنان دسترسی گستردهای حفظ شده است.
- وضعیت تأیید: تأیید نشده
- نرخ تعامل (ER): میانگین تعامل مخاطب 7.68% است و در ۲۴ ساعت نخست پس از انتشار، محتوا معمولاً 5.63% واکنش نسبت به کل مشترکان کسب میکند.
- دسترسی پستها: هر پست به طور میانگین 1 547 بازدید دریافت میکند. در اولین روز معمولاً 1 133 بازدید جمعآوری میشود.
- واکنشها و تعامل: مخاطبان بهطور فعال حمایت میکنند؛ میانگین واکنش به هر پست 0 است.
- علایق موضوعی: محتوا بر موضوعات کلیدی مانند juro, eua, dólar, ibovespa, petróleo تمرکز دارد.
📝 توضیح و سیاست محتوایی
نویسنده این فضا را محل بیان دیدگاههای شخصی توصیف میکند:
“Bem-vindo ao BDM Lite, nosso canal gratuito! Para assinar o BDM Online acesse @BDMOnlineBot. Mais informações: @BDM_Suporte ou pelo WhatsApp (11) 96177-5619.”
به لطف بهروزرسانیهای پرتکرار (آخرین داده در تاریخ 14 ژوئن, 2026)، کانال همواره بهروز و دارای دسترسی بالاست. تحلیلها نشان میدهد مخاطبان بهطور فعال با محتوا تعامل دارند و آن را به نقطه اثرگذاری مهم در دسته اقتصاد و امور مالی تبدیل کردهاند.
در حال بارگیری داده...
| تاریخ | رشد مشترکین | اشارات | کانالها | |
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| 2 | Fechamento: Ibovespa sobe 1,2% na semana com chance de acordo EUA-Irã; dólar cai a R$ 5,06
O Ibovespa terminou quase estável nesta 6ªF, com os investidores cautelosos antes do fim de semana que pode ou não representar um avanço concreto nas negociações de paz entre EUA e Irã. O índice fechou com leve baixa de 0,21%, aos 171.132,66 pontos, com giro de apenas R$ 23,5 bilhões. Na semana, o indicador acumula valorização de 1,25%. O pregão antecede também uma semana decisiva de juros aqui e nos EUA, com o mercado já ajustando algumas posições. Entre as blue chips, destaque para a queda de Petrobras (PN -1,39%, a R$ 41,18; e ON -1,30%, a R$ 46,19), reagindo à derrocada de 3% do petróleo, o que acabou segurando a bolsa. A Vale novamente contrariou o minério de ferro (-0,33%) e subiu (+0,47%; R$ 79,17). Os principais bancos ficaram mistos: Bradesco PN +0,68% (R$ 17,80), BB +0,26% (R$ 19,46), Itaú PN +0,25% (R$ 40,60), BTG unit -0,18% (R$ 50,39) e Santander unit -0,15% (R$ 27,13). Braskem PNA liderou as perdas do Ibovespa com -6,67% (R$ 9,10), seguida de Cogna (-4,49%; R$ 2,34) e SLC Agrícola (-2,93%; R$ 14,25). Do lado positivo, Vamos ficou no topo com +3,06% (R$ 3,03), acompanhada de Embraer (+2,32%; R$ 72,85) e Porto Seguro (+1,98%; R$ 50,49). Em dia de estreia estrondosa da SpaceX em NY, os BDRs da companhia (SPCX34) dispararam 18,15% na B3, cotados a R$ 54,74. O dólar caiu 0,79%, para R$ 5,0615, acumulando baixa de 1,86% na semana. (Márcio Anaya) | 880 |
| 3 | Giro das 15h: Bolsas sobem em NY, à espera de assinatura de acordo com Irã; SpaceX dispara 26%; Ibovespa sente queda de Petrobras
As bolsas americanas (Dow Jones +0,76%; S&P500 +0,50%; Nasdaq +0,36%) mantêm a tendência de alta na tarde desta 6ªF, apoiadas pela expectativa de assinatura de um acordo entre EUA e Irã no fim de semana. Porém, informações desencontradas sobre os termos do acordo deixam os ativos voláteis. O mercado também acompanha a estreia das ações da SpaceX na Nasdaq (+26,6%, a US$ 170,93), após o IPO histórico, que precificou as ações em US$ 135. Já o petróleo volta a cair forte (Brent/agosto -3.46%, a US$ 87,25), com investidores otimistas sobre a reabertura do Estreito de Ormuz. Por aqui, o Ibovespa (-0,20%, aos 171.151 pontos) oscila bastante, mas não consegue acompanhar a alta de Wall Street, com Petrobras ON (-1,88%) e PN (-1,72%) sentindo a queda do petróleo e pesando no índice. O dólar à vista (-0,84%, a R$ 5,0589) recua diante do quadro de melhora de percepção de risco lá fora. Os juros futuros também seguem devolvendo prêmios (DI Jan/27 a 14,315%; Jan/29 a 14,465%; Jan/33 a 14,335%), com o mercado ajustando posições para um novo corte de 0,25 pp da Selic na próxima semana. (Téo Takar) | 941 |
| 4 | Giro das 12h: Ibovespa sobe com bancos e Vale em sessão instável
O Ibovespa sobe 0,27%, a 171.956,47, em sessão muito instável, com o índice fazendo máxima de 172.544,54 e mínima de 169.992,77. Apoio vem de bancos (Itaú +1,28%; Bradesco PN +0,96%) e Vale (+0,89%), enquanto Petrobras (ON -1,45%; PN -1,72%) segue o petróleo, que cede em torno de 1,5% perto do meio dia, reduzindo as perdas em meio ao "disse me disse" das negociações de um acordo de paz no Irã. Para a commodity, parece prevalecer a narrativa de que EUA e Irã podem assinar já neste fim de semana um acordo para reabrir o Estreito de Ormuz, mas a cautela segue no radar. Trump negou os termos de um acordo para o fim da guerra que circularam na mídia iraniana. O índice DXY cai 0,12%, no patamar dos 99,742 pontos, e os rendimentos dos Treasuries sobem. Aqui, depois de muita oscilação, a moeda cai a R$ 5,0752 (-0,52%) e os juros cedem, sendo que Jan/28 tem viés de alta. Dados de inflação no Brasil superaram estimativas e reforçaram as expectativas de política monetária mais restritiva pelo BC, às vésperas do Copom. Em NY, os índices estendem a recuperação em dia de volatilidade para o setor de tecnologia em dia de IPO da SpaceX. Dow Jones sobe +1,05%, o S&P 500 +0,61% e o Nasdaq +0,43%. (Ana Katia) | 1 060 |
| 5 | Abertura: Dólar cai e juros oscilam após IPCA acima do previsto e cautela sobre um acordo de cessar-fogo
Dólar e juros oscilaram muito pela manhã, avaliando os dados de inflação no Brasil publicados hoje, além das perspectivas de um cessar-fogo no Oriente Médio. O IPCA de maio subiu a 4,72%, acima do teto da meta e da previsão de +4,69%. No mês, subiu 0,58%, também acima do consenso de +0,55%. Com a reunião do Copom este mês, a leitura aciona dúvidas sobre a trajetória da Selic à frente em um cenário de aumento de gastos às vésperas das eleições. Há pouco o dólar cedia a R$ 5,0875 (-0,28%), e os juros futuros passaram a subir junto com os rendimentos dos Treasuries. O DXY opera em leve queda de 0,11%, em nível alto (99,745), refletindo cautela, já que outras negociações deram errado e não há uma confirmação por parte do Irã. O brent cai em torno dos 2%. A moeda americana sobe 0,22% ante o iene , a 160,302/US$, gerando preocupação com uma possível intervenção. O Ibovespa cede 0,20% (171.146,96). (Ana Katia) | 1 092 |
| 6 | Vai rolar: Mercado volta a apostar em corte da Selic
[12/06/26] Era o início da tarde quando Donald Trump declarou que “acabamos de fazer um ótimo acordo para encerrar a guerra com o Irã”. Pouco antes, já causava alívio, suspendendo os novos ataques prometidos para a noite. Mesmo com Teerã dizendo que ainda não havia tomado uma decisão final, ele garantia que “o acordo será assinado provavelmente no fim de semana”. Os mercados passaram a queimar prêmios de risco. O petróleo aprofundou a queda no pregão eletrônico, as bolsas foram às máximas, juros e dólar renovaram mínimas. Às vésperas do Fed e Copom, a notícia esvaziou as chances de alta do juro americano, enquanto aqui o mercado não esperou pelo IPCA para voltar a apostar em corte da Selic. (Rosa Riscala)
👉 Confira abaixo a agenda de hoje
Indicadores
▪️ 09h00 – Brasil: IBGE – IPCA (maio)
▪️ 11h00 – Brasil: Anfavea – Produção de veículos (maio)
▪️ 11h00 – EUA: Sentimento do consumidor de Michigan
▪️ 11h00 – EUA: Expectativas de inflação de Michigan
Eventos
▪️ 11h00 – Brasil: Lula lança linha de crédito para entregadores e motociclistas de aplicativos
▪️ 15h00 – Brasil: Lula anuncia novas unidades do Minha Casa Minha Vida Rural e Entidades
Corporativo
▪️ EUA: SpaceX estreia na Nasdaq | 1 261 |
| 7 | Encerramento das transmissões
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| 8 | Fechamento: Ibovespa segue NY e sobe firme com expectativa de acordo EUA-Irã; dólar cai para R$ 5,10
A bolsa brasileira subiu firme nesta 5ªF, na esteira do otimismo em NY com a expectativa de que um acordo de paz entre EUA e Irã seja assinado em breve, além do forte apetite pelas ações da SpaceX. O Ibovespa fechou em alta de 1,71%, aos 171.497,24 pontos, com giro expressivo, de R$ 30,5 bilhões. Entre as blue chips, destaque para o avanço dos bancos: Itaú PN +2,90% (R$ 40,50), BTG unit +2,60% (R$ 50,48), Bradesco PN +2,43% (R$ 17,68), BB +2,16% (R$ 19,41) e Santander unit +0,63% (R$ 27,17). A Vale contrariou o minério de ferro (-0,46%) e registrou ganho de 1,42% (R$ 78,80), enquanto as ações da Petrobras terminaram mistas (PN +0,26%, a R$ 41,76; e ON quase estável (-0,02%; R$ 46,80). Vamos liderou os ganhos do indicador com +6,52% (R$ 2,94), seguida de PetroRecôncavo (+5,91%; R$ 11,11) e Direcional (+5,78%; R$ 13,55). Do lado negativo, Natura foi a que mais caiu (-1,96%; R$ 8,51), acompanhada de SLC Agrícola (-1,41%; R$ 14,68) e Prio (-1,32%; R$ 62,05). O dólar à vista recuou 1,37%, para R$ 5,1016. (Márcio Anaya) | 1 152 |
| 9 | Giro das 15h: Trump sinaliza fim da guerra e causa euforia nos mercados; petróleo derrete e Ibovespa recupera os 170 mil pontos
As bolsas americanas ampliaram os ganhos há pouco (Dow Jones +1,51%; S&P500 +1,17%; Nasdaq +1,62%), após Donald Trump afirmar em sua rede social que chegou a um acordo com o Irã, mas sem dar maiores detalhes. “Discussões com o Irã foram levadas ao mais alto nível da liderança do país e aprovadas”, escreveu o presidente americano. “O bloqueio naval permanecerá em pleno vigor até que esta transação seja finalizada. A data e o local da assinatura serão anunciados em breve.” A euforia com o provável fim da guerra entre EUA e Irã fez os preços do petróleo virarem, registrando agora queda de quase 4% (Brent/agosto -3,64%, a US$ 89,67; WTI/julho -3,64%, a US$ 86,75). Por aqui, o Ibovespa pega carona na melhora externa (+0,83%, aos 170.019 pontos), assim como o dólar à vista (-1,08%, a R$ 5,1165), que acentuou a queda após o post de Trump. Os juros futuros (DI Jan/27 a 14,335%; Jan/29 a 14,600%; Jan/33 a 14,475%), que já vinham queimando prêmios antes da notícia, com o mercado corrigindo excessos nas apostas de manutenção da Selic no próximo Copom, aceleraram a baixa com a melhora externa. (Téo Takar) | 1 304 |
| 10 | Giro das 12h: Ibovespa registra leve alta com juros corrigindo excessos e petróleo em queda
O Ibovespa tem alta leve perto do meio-dia, a 168.656,39, em sessão de queda nos juros, no dólar, com o brent cedendo 0,35%, o que alivia a perspectiva de inflação. Há pouco o índice subia 0,02%, apoiado por Petrobras (ON +0,81%; PN +0,43%), enquanto bancos operam mistos (Itaú +0,10%; Bradesco PN -0,12%) e Vale recua -0,66%. NY oscilou pela manhã (Dow Jones +0,38%; S&P 500 -0,00% e Nasdaq ), com investidores avaliando dados e o ultimato de Trump ao Irã. O presidente americano subiu o tom nesta manhã, pressionando Teerã por um acordo sob ameaça de assumir o controle de infraestruturas energéticas do país. Prometeu atacar esta noite, mas disse que as conversas continuam. Mais cedo, o PPI não alterou expectativas para aumento da taxa de juros pelo Fed este ano. O DXY avança a 100,234 pontos (+0,29%), refletindo cautela. Aqui, o dólar cede a R$ 5,1395 (-0,64%) e os juros caem acima de 20 pontos a partir de Jan/28, com a avaliação de que a subida a 15% foi exagerada e na falta de indicação do BC sobre uma suspensão do ciclo de cortes da Selic. O BCE aumentou as taxas de juros pela 1ª vez em três anos (+25pb) com pressões inflacionárias se intensificando. (Ana Katia) | 1 299 |
| 11 | Abertura: Dólar e juros recuam em sessão de petróleo em queda com guerra no radar
Dólar e juros cedem, depois de oscilarem na abertura, junto com o petróleo, que chegou a subir a US$ 95,50 o barril, após fala de Trump de escalar a guerra ainda hoje, tomando a indústria petrolífera do Irã, incluindo a Ilha de Kharg, que abriga o principal terminal do país, responsável por 90% das exportações iranianas. Também disse que as negociações avançavam. Há pouco, o petróleo caía a U$ 92,55 (brent), a moeda americana cedia a mínima de R$ 5,1394 (-0,64%) e os juros recuavam entre 17 e 23 pontos a partir de Jan/28, enquanto o DXY avançava 0,18%, a 110,128 pontos, com o euro estável após decisão de juros do BCE por um corte de 25pb, como já precificado. Os rendimentos da Note de 10 anos cediam levemente a 4,52%. O PPI dos EUA, mais cedo, apontou para uma aceleração dos preços em maio, consolidando o impacto da guerra no crescimento dos preços e alinhando-se com as recentes apostas de que o Fed aumentará as taxas de juros este ano.Aqui, é dia de leilão de pré-fixados. O Ibovespa sobe 0,22%, a 168.985,45. (Ana Katia) | 1 289 |
| 12 | Vai rolar: A inflação passou no teste. A guerra não
São Paulo, 11/06 – O mercado amanhece diante de um cenário que parecia improvável há apenas algumas semanas. A inflação americana passou no teste, mas a guerra não. O CPI de maio veio em linha com as expectativas e, embora bem acima da meta do Fed, afastou o risco imediato de uma alta do juro. Mas o alívio durou pouco. Trump cumpriu a promessa feita ao longo do dia e voltou a atacar o Irã, aprofundando a escalada militar no Oriente Médio. O Brent voltou a se aproximar de US$ 95 e os futuros de Nova York abriram em queda. Na agenda de hoje, reunião do BCE, que deve subir o juro, PPI nos Estados Unidos e Serviços no Brasil, na contagem regressiva para o Fed e o Copom na próxima semana. (Rosa Riscala)
👉 Confira abaixo a agenda de hoje
Indicadores
▪️ 08h00 – Brasil: FGV – IGP-M (1ª prévia de junho)
▪️ 09h00 – Brasil: IBGE – Pesquisa Mensal de Serviços (abril)
▪️ 09h00 – Brasil: IBGE – Índice de Preços ao Produtor (maio)
▪️ 09h30 – EUA: PPI (maio)
▪️ 09h30 – EUA: Núcleo do PPI (maio)
▪️ 09h30 – EUA: Pedidos semanais de auxílio-desemprego
Bancos Centrais
▪️ 08h00 – Turquia: Decisão de juros
▪️ 09h15 – Zona do euro: BCE – Decisão de política monetária
▪️ 09h45 – Zona do euro: Christine Lagarde dá entrevista
▪️ 20h00 – Peru: Decisão de juros
Eventos
▪️ Opep divulga relatório mensal de petróleo | 1 372 |
| 13 | Encerramento das transmissões
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| 14 | Fechamento: Ibovespa cai pressionado por NY diante de aversão ao risco, de olho na cena eleitoral
Após a tímida recuperação de ontem, o Ibovespa voltou a cair nesta 4ªF, pressionado pela aversão ao risco global diante dos temores inflacionários com a guerra no Irã. O índice fechou em baixa de 0,70%, aos 168.619,26 pontos, com giro de R$ 25,8 bilhões. O dia teve ainda a divulgação de uma pesquisa da Genial/Quaest mostrando Lula tem 44% das intenções de voto no 2º turno, contra 38% de Flávio Bolsonaro na corrida ao Planalto. Entre as blue chips destaque para a alta de Petrobras (ON +1,50%, a R$ 46,81; e PN +1,17%, a R$ 41,65), na esteira do avanço firme do petróleo, impedindo um recuo mais acentuado da bolsa brasileira. A Vale caiu 1,02% (R$ 77,70), pouco menos que o minério de ferro (+1,51%), enquanto os principais bancos terminaram majoritariamente em baixa: BTG unit -3,24% (R$ 49,20), Bradesco PN -0,98% (R$ 17,26), Santander unit -0,63% (R$ 27,00) e BB -0,58% (R$ 19,00). Itaú PN foi exceção, com leve ganho de 0,36% (R$ 39,36). Totvs despencou 7,02% (R$ 28,63), liderando as perdas do índice, acompanhada de Magazine Luiza (-6,74%; R$ 5,12) e Natura (-5,65%; R$ 8,68). Do lado positivo, MBRF ficou no topo com +2,71% (R$ 15,90), seguida de SLC Agrícola (+2,27%; R$ 14,89) e Caixa Seguridade (+2,17%; R$ 18,35). O dólar fechou em leve baixa de 0,09%, a R$ 5,1726. (Márcio Anaya) | 1 224 |
| 15 | Giro das 15h: Bolsas recuam em NY e petróleo avança, com clima tenso no Oriente Médio; Ibovespa também cai
As bolsas em NY seguem em queda firme (Dow Jones -1,30%; S&P500 -1,02%; Nasdaq -1,19%) na tarde desta 4ªF, em meio à expectativa de novos ataques entre EUA e Irã, além de nova queda das ações de tecnologia. O petróleo (Brent +3,19%, a US$ 94,37) em alta colabora para aumentar as preocupações com a inflação. Na agenda do dia, o CPI de maio (+0,5%) veio em linha com o esperado, reforçando a expectativa de alta dos juros pelo Fed ainda neste ano. Por aqui, o Ibovespa (-0,75%, aos 168.539 pontos) sente a maior aversão ao risco lá fora. Os juros futuros voltam a operar em alta (DI Jan/27 a 14,470%; Jan/29 a 14,970%; Jan/33 a 14,775%), com o mercado doméstico de olho nas expectativas para a Selic, que pode parar de cair já na reunião do Copom da próxima semana. O dólar à vista oscila perto da estabilidade (-0,09%, a R$ 5,1730), em linha com o exterior (DXY +0,02%, aos 99,927 pontos). (Téo Takar) | 1 242 |
| 16 | Giro das 12h: Ibovespa cai com geopolítica, inflação e eleições no radar
O Ibovespa cai a 168.378,42 (-0,84%) , após máxima de 169.812,46 e mínima de 168.070,99, enquanto o dólar e juros oscilaram muito pela manhã em meio a uma piora nas perspectivas para a guerra, para a trajetória dos juros, com as eleições presidenciais no radar. Há pouco a moeda subia 0,14%, a R$ 5,1845 e os juros estavam mistos. Petrobras (ON +1,80%; PN +1,00%) acompanha o petróleo (+1,5%) e Vale (-1,35%) pega a contramão do minério (+1,51%) após ataques retaliatórios entre os EUA e o Irã e novas ameaças de Trump. A busca por segurança valoriza o dólar de forma generalizada já que a incerteza sobre a duração da guerra reforça expectativas de aperto monetário em um cenário de mercado de trabalho sólido e inflação resistente. O mercado vê chances de o Fed subir juros ainda este ano em 25pb. Aqui, o BC pode pausar o afrouxamento monetário já na próxima semana. Mais cedo, CPI dos EUA veio em linha com o esperado e acima da meta. Aqui, pesquisa da Genial/Quaest hoje mostrou Lula ampliando vantagem sobre Flávio Bolsonaro. O DXY (99,890) e os rendimentos dos Treasuries operam estáveis, em níveis elevados. As bolsas americanas também estão no negativo: Dow Jones -0,92%; S&P 500 -0,75% e Nasdaq -0,98%. (Ana Katia)] | 1 297 |
| 17 | Abertura: Dólar e juros sobem com Oriente Médio e CPI dos EUA apontando aumento de juros
O dólar se estabiliza frente o real, a R$ 5,1781 (+0,01%), após mínima de R$ 5,1641, e os juros futuros também sobem, com os mercados apostando em alta da Selic por tempo prolongado. As taxas chegaram a inverter o sinal à altura da divulgação do CPI americano, mas voltaram a subir. O DI Jan/28 avançou 11 pontos, a 15,025%, de 14,934%; a taxa mais curta tem leve queda, a 14,485%, de 14,511%. O petróleo sobe 1% após Trump dizer que estava prestes a ordenar investidas contra infraestrutura do Irã na esteira dos ataques mútuos nesta madrugada. O DXY se estabiliza (-0,07%) em nível alto (99,835), assim como os rendimentos dos Treasuries, depois da leitura de inflação anual em linha com as expectativas, mas muito acima da meta. A narrativa sobre manutenção de juros em junho não mudou, mas o mercado dá como certo um aumento de 25 pb até o final do ano. O Ibovespa cai 0,58% (168.822,90). (Ana Katia) | 1 285 |
| 18 | Vai rolar: CPI nos EUA domina o dia e conduz o mercado
[10/06/26] Trump continua ditando o humor dos negócios na guerra, protagonizando a volatilidade que se tornou rotina para os investidores há mais de 100 dias. Ontem, derrubou o petróleo, ao prever um acordo em “dois ou três dias”, e à noite puxou o petróleo, ao retaliar o Irã como havia prometido. Mas hoje a atenção do mercado é totalmente deslocada para a inflação americana. Depois de um payroll que eliminou as dúvidas sobre a força da economia dos Estados Unidos, o CPI de maio poderá definir até onde vai a reprecificação dos juros e quanto desse ajuste ainda precisa aparecer nos ativos. O dado, que sai às 9h30, terá repercussão imediata no mercado brasileiro e nas expectativas para o Copom. (Rosa Riscala)
👉 Confira abaixo a agenda de hoje
Indicadores
▪️ 09h00 – Brasil: Pesquisa Industrial Regional (abril)
▪️ 09h30 – EUA: CPI de maio
▪️ 14h30 – Brasil: Fluxo cambial semanal do BC
▪️ 09h30 – EUA: CPI de maio
▪️10h45 – Canadá: Decisão de juros
▪️11h30 – EUA: Estoques semanais de petróleo e derivados
Eventos
▪️07h00 – Genial/Quaest divulga pesquisa eleitoral
▪️China – Galípolo participa de simpósio promovido pelo PBoC
Balanço/NY
▪️Oracle divulga balanço após o fechamento | 1 437 |
| 19 | Encerramento das transmissões
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| 20 | Fechamento: Ibovespa tem leve alta com impulso de bancos e da Vale; dólar cai para R$ 5,17
A bolsa apresentou leve recuperação nesta 3ªF, após três pregões consecutivos de baixas, com os investidores monitorando o fluxo de notícias sobre a guerra no Irã e as perspectivas de inflação. O Ibovespa fechou em alta de 0,68%, aos 169.813,15 pontos, com giro de R$ 25 bilhões. As blue chips subiram em bloco, com exceção de Petrobras PN, com leve recuo de 0,12% (R$ 41,17), enquanto os papéis ON da estatal avançaram 0,17% (R$ 46,12), em dia de queda firme do petróleo. O destaque positivo ficou por conta dos bancos: Itaú PN +1,82% (R$ 39,22), Santander unit +1,46% (R$ 27,17), Bradesco PN +1,34% (R$ 17,43), BTG unit +0,69% (R$ 50,85) e BB +0,05% (R$ 19,11). A Vale registrou ganho de 0,55% (R$ 78,50), contrariando o minério de ferro (-0,20%). Hapvida liderou as altas do índice com +4,50% (R$ 11,38), seguida de Direcional (+4,47%; R$ 12,85) e Cury (+4,17%; R$ 30,20). Na outra ponta, Totvs foi a maior queda (-4,85%; R$ 30,79), acompanhada de Natura (-2,75%; R$ 9,20) e Weg (-1,52%; R$ 43,33). O dólar fechou em leve queda de 0,05%, a R$ 5,1775. (Márcio Anaya) | 1 255 |
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