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📈 Аналітичний огляд Telegram-каналу BDM Lite

Канал BDM Lite (@bomdiamercado) у мовному сегменті Португальська є активним учасником. На даний момент спільнота об'єднує 20 110 підписників, посідаючи 6 268 місце в категорії Економіка та фінанси та 2 416 місце у регіоні Бразилія.

📊 Показники аудиторії та динаміка

З моменту свого створення невідомо, проект продемонстрував стрімке зростання, зібравши аудиторію у 20 110 підписників.

За останніми даними від 17 червня, 2026, канал демонструє стабільну активність. Хоча за останні 30 днів спостерігається зміна кількості учасників на -197, а за останні 24 години на -10, загальне охоплення залишається високим.

  • Статус верифікації: Не верифікований
  • Рівень залученості (ER): Середній показник залученості аудиторії становить 7.67%. Протягом перших 24 годин після публікації контент зазвичай збирає 5.67% реакцій від загальної кількості підписників.
  • Охоплення публікацій: В середньому кожен допис отримує 1 543 переглядів. Протягом першої доби публікація в середньому набирає 1 141 переглядів.
  • Реакції та взаємодія: Аудиторія активно підтримує контент: середня кількість реакцій на один пост – 0.
  • Тематичні інтереси: Контент зосереджений навколо ключових тем, таких як juro, eua, dólar, ibovespa, petróleo.

📝 Опис та контентна політика

Автор описує ресурс як майданчик для висловлення суб'єктивної думки:
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Завдяки високій частоті оновлень (останні дані отримано 18 червня, 2026), канал підтримує актуальність та високий рівень охоплення публікацій. Аналітика показує, що аудиторія активно взаємодіє з контентом, що робить його важливою точкою впливу в категорії Економіка та фінанси.

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Vai rolar: Fed fecha portas. Copom deixa a fresta [18/06/26] A Superquarta terminou com menos incerteza geopolítica e mais dúvidas sobre os juros. O acordo entre Estados Unidos e Irã entrou em vigor e reduziu parte das preocupações com o petróleo, mas os bancos centrais seguiram em outra direção. Nos Estados Unidos, a estreia de Kevin Warsh no comando do Fed reforçou a percepção de que os juros permanecerão elevados por mais tempo. No Brasil, o Copom também reconheceu a piora do cenário inflacionário, mas encontrou espaço para manter aberta a discussão sobre a magnitude final do ciclo de flexibilização da Selic. Em comum, os dois recados mostraram que a inflação continua sendo a variável central para os mercados. (Rosa Riscala) 👉 Confira abaixo a agenda de hoje Indicadores ▪️ 08h00 – Brasil: FGV – IGP-M (2ª prévia de junho) ▪️ 09h30 – EUA: Pedidos semanais de auxílio-desemprego ▪️ 09h30 – EUA: Pedidos continuados de auxílio-desemprego ▪️ 20h50 – Japão: Ata da penúltima reunião do BoJ Eventos ▪️ 09h00 – Reino Unido: BoE – Decisão de política monetária ▪️ 09h15 – Philip Lane (BCE) participa de fórum do Deutsche Bank ▪️ Reunião do Conselho Europeu em Bruxelas

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Encerramento das transmissões Agradecendo pela sua companhia, desejamos uma boa noite! BDM Lite é o canal gratuito do BDM Online no Telegram. Clique aqui e conheça todos os produtos BDM ▪️Atendimento ao cliente (11) 95653-9007 (WhatsApp) ou pelo email atendimento@bomdiamercado.com.br ▪️Instagram Siga o perfil do BDM no Instagram ▪️Rede X (ex-Twitter) Acompanhe os posts do Bom Dia Mercado na Rede X, antigo Twitter ▪️Linkedin Siga o perfil clicando aqui ▪️YouTube Veja todos os vídeos do BDM no Canal do Youtube 👉🏻 Siga o Bom Dia Mercado no Channel do WhatsApp. São 70 mil pessoas que recebem diariamente as principais notícias do mercado financeiro
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Fechamento: Ibovespa cai com pressão de NY ante leitura do Fed, à espera do Copom; dólar sobe a R$ 5,10 Em uma sessão bastante volátil, o Ibovespa fechou em baixa de 0,70% nesta 4ªF, aos 168.453,93 pontos, com giro de R$ 28,9 bilhões. O índice chegou a subir 1,3% no meio da tarde, quando Trump disse que o Brasil “ficou turbulento, politicamente perigoso”, mas inverteu a direção pressionado por NY – com o Fed mantendo os juros americanos inalterados e os dirigentes divididos entre manutenção e alta das taxas neste ano. Logo mais, será a vez do Copom anunciar sua decisão sobre a Selic. Entre as blue chips, destaque para a queda firme da Vale (-2,04%; R$ 79,78), acompanhando o minério de ferro (-2,61%). As ações da Petrobras tiveram comportamento misto (ON -0,58%, a R$ 43,07; e PN +0,08%, a R$ 38,57), em dia no qual o petróleo voltou a subir, perto de 1%. Os principais bancos também não seguiram uma tendência: Itaú PN +0,87% (R$ 40,80), BB +0,05% (R$ 19,41), Bradesco PN -0,62% (R$ 17,55), BTG unit -0,61% (R$ 50,39) e Santander unit -0,04% (mínima de R$ 27,08). Natura liderou as perdas do Ibovespa com -8,74% (R$ 7,83), seguida de CSN (-6,48%; R$ 5,63) e Usiminas PNA (-5,63%; R$ 9,56). Do lado positivo, Cosan ficou no topo com +6,12% (R$ 3,47), após anunciar venda de 12% das propriedades da Radar, gestora de terras do grupo. Embraer figura em segundo com +3,24% (R$ 78,74), acompanhada de BB Seguridade (+2,91%; R$ 39,30). O dólar subiu 0,41%, para R$ 5,1077. (Márcio Anaya)
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Giro das 15h: Bolsas operam de lado em NY antes do Fed; Ibovespa sobe e dólar cai a R$ 5,05 As bolsas americanas reduziram os ganhos nos últimos minutos (Dow Jones +0,26%; S&P500 -0,05%; Nasdaq +0,05%) e operam perto da estabilidade, minutos antes da divulgação da decisão do Fed. Por aqui, o Ibovespa testou a máxima do dia (171.878 pontos) no momento que Donald Trump fez ataques políticos ao Brasil, afirmando que o país “ficou turbulento, politicamente perigoso”. Há pouco, o índice subia 0,98%, aos 171.302 pontos. O dólar caía 0,65%, para R$ 5,0537, na contramão da alta da moeda americana no exterior (DXY +0,14%, aos 99,676 pontos). E os juros futuros operam perto da estabilidade (DI Jan/27 a 14,230%; Jan/29 a 14,395%; Jan/33 a 14,250%), de olho no Fed e também no Copom, no fim da tarde. (Téo Takar)
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Giro das 12h: Ibovespa sobe antes das decisões do BC e do Fed O Ibovespa sobe 0,73% (170.885,30) antes das decisões de juros do BC e do Fed, com a precificação de que o Copom deve reduzir a Selic a 14,25% (-25pb) enquanto do FOMC é esperada a manutenção da taxa básica em 3,50%-3-75%. A atenção do investidor está no comunicado e, no caso do Fed, no gráfico de pontos. Os preços do petróleo voltaram a subir há pouco, em torno de 2%, a despeito das perspectivas de reabertura de Ormuz e do alerta da AIE sobre excesso de oferta em 2027 e queda na demanda. Trump, mais cedo, disse que o memorando de entendimento não era definitivo e que os bombardeios poderiam ser retomados caso o Irã "não se comportasse", o que aumentou a incerteza sobre um cessar-fogo definitivo. Em NY, as bolsas estão mistas: Dow Jones sobe +0,20%; o S&P 500 cai -0,14% e o Nasdaq -0,34%, com a SpaceX perdendo 5,82%, a primeira queda desde o IPO. No câmbio, o dólar cai a R$ 5,0626 (-0,47%) e os juros futuros sobem, à exceção da ponta mais curta. O DXY segue rondando os 99 pontos (99,708), agora em alta de 0,17%, enquanto os rendimentos dos Treasuries sobem levemente, com o da Note de 2 anos, mais sensível a decisões de política monetária, a 4,07%. (Ana Katia)
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Abertura: Dólar cai e juros sobem na Super Quarta, com fiscal e acordo de paz no radar Em dia de decisão de juros aqui e nos EUA, o dólar cai a R$ 5,0651 (-0,42%) e os juros futuros sobem a partir de Jan/28, sendo que a ponta mais curta tem leve queda. Para o Copom, a maioria vê como cenário-base o corte de 25pb na Selic, de olho em uma sinalização sobre agosto ou sobre o fim do ciclo de afrouxamento. A inflação voltou a subir e segue acima da meta, com expectativas de alta, o que preocupa o BC. O cenário é riscos geopolíticos e de eleições se aproximando. O DXY opera de lado, aos 99,606 pontos (+0,07%) e os rendimentos dos Treasuries se estabilizam, sendo que a taxa de dois anos sobe levemente em 4,06%. Para o Fed, a expectativa é de juros estáveis na faixa entre 3,50%-3,75% na primeira reunião presidida por Kevin Warsh, que vem acompanhada do gráfico de pontos das projeções dos membros do comitê. Os mercados ainda precificam +25 pb em 2026 pelo Fed, apesar do acordo de paz que derrubou o petróleo para menos de US$ 80 o barril. O Ibovespa sobe a 171.129,21 pontos (+0,87%). (Ana Katia)
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Vai rolar: Warsh enfrenta seu primeiro Fomc   [17/06/26] A Superquarta concentra as atenções dos investidores, com decisões de política monetária no Brasil e nos Estados Unidos. O Fed anuncia sua decisão às 15h, seguida pela primeira coletiva de Kevin Warsh à frente da instituição, enquanto o Copom divulga o resultado da reunião às 18h30, em meio à expectativa de corte de 0,25 ponto porcentual na Selic e possível sinalização de uma pausa no ciclo de flexibilização. Ainda na agenda, saem o IBC-Br de abril e as vendas no varejo americano, enquanto o sigilo em torno do acordo entre Washington e Teerã levanta especulações sobre o preço que Trump pagou para encerrar a guerra e sair de uma armadilha que estava lhe custando inflação e impopularidade. (Rosa Riscala) 👉 Confira abaixo a agenda de hoje Indicadores ▪️ 05h00 – Fipe: IPC-SP (2ª quadrissemana de junho) ▪️ 08h00 – FGV: IPC-S Capitais (2ª quadrissemana) ▪️ 09h00 – Brasil: BC – IBC-Br (abril) ▪️ 09h30 – EUA: Vendas no varejo (maio) ▪️ 11h00 – EUA: Vendas pendentes de imóveis (maio) ▪️ 11h30 – EUA: Estoques semanais de petróleo (DoE) Eventos ▪️ 07h50 – Christine Lagarde participa do Cotec Europe Summit ▪️ 10h00 – Dario Durigan participa de audiência na Câmara ▪️ 15h00 – EUA: Fed – Decisão de política monetária ▪️ 15h30 – EUA: Kevin Warsh concede entrevista coletiva ▪️ 18h30 – Brasil: Copom – Decisão da taxa Selic ▪️ Continuação da cúpula do G7 na França
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Encerramento das transmissões Agradecendo pela sua companhia, desejamos uma boa noite! BDM Lite é o canal gratuito do BDM Online no Telegram. Clique aqui e conheça todos os produtos BDM ▪️Atendimento ao cliente (11) 95653-9007 (WhatsApp) ou pelo email atendimento@bomdiamercado.com.br ▪️Instagram Siga o perfil do BDM no Instagram ▪️Rede X (ex-Twitter) Acompanhe os posts do Bom Dia Mercado na Rede X, antigo Twitter ▪️Linkedin Siga o perfil clicando aqui ▪️YouTube Veja todos os vídeos do BDM no Canal do Youtube 👉🏻 Siga o Bom Dia Mercado no Channel do WhatsApp. São 70 mil pessoas que recebem diariamente as principais notícias do mercado financeiro
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Fechamento: Ibovespa perde os 170 mil pontos, pressionado por Petrobras, na véspera do Copom; dólar sobe a R$ 5,08 O tom foi de cautela hoje na bolsa brasileira, na véspera das decisões de política monetária aqui e nos EUA. O Ibovespa fechou em baixa de 0,45%, aos 169.648,47 pontos, com giro de R$ 27,5 bilhões. Os investidores seguem atentos também à questão fiscal frente e a novas pesquisas apontando chances maiores de reeleição de Lula. Entre as blue chips, as ações da Petrobras (PN -1,33%, a R$ 38,54; e ON -0,96%, a R$ 43,32) novamente puxaram o índice para baixo, pressionadas para queda do petróleo, com o Brent abaixo de US$ 80 o barril. A Vale avançou 0,34% (R$ 81,44), contrariando o minério de ferro (-0,85%), ao passo que os principais bancos oscilaram pouco: Itaú PN +0,12% (R$ 40,45), Bradesco PN +0,06% (R$ 17,66), BB +0,05% (R$ 19,40), Santander unit estável em R$ 27,09 e BTG unit -0,35% (R$ 50,70). Braskem PNA liderou as perdas do Ibovespa com -9,23% (R$ 8,46), após se tornar ré em processo envolvendo crimes ambientais em Alagoas. Magazine Luiza vem a seguir com -6,54% (R$ 5,00), acompanhada de Usiminas PNA (-6,20%; R$ 10,13). Do lado positivo, MRV ficou no topo com +2,32% (R$ 5,30), seguida de RD Saúde (+2,20%; R$ 17,67) e Telefônica Brasil (+1,33%; R$ 33,58). O dólar subiu 0,39%, para R$ 5,0867. (Márcio Anaya)
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Giro das 15h: Bolsas perdem fôlego em NY com realização de techs; dólar e juros sobem de olho no cenário eleitoral Na véspera da decisão do Fed, as bolsas americanas dão sinais de perda de fôlego (S&P500 -0,28%, Nasdaq -0,53%), com investidores embolsando ganhos recentes no setor de tecnologia (Intel -5,4%; AMD -4,9%). A exceção é o Dow Jones (+0,87%), que caminha para novo recorde, sustentado pelo setor bancário (Goldman Sachs +1,6%; JP Morgan +3,2%) e por varejistas (Home Depot +2,0%). Já o petróleo segue em queda livre (Brent/agosto -5,43%, a US$ 78,65), reagindo à divulgação pelo Wall Street Journal de detalhes do suposto acordo firmado entre EUA e Irã. Por aqui, o Ibovespa volta a cair (-0,32%, aos 169.869 pontos), com Petrobras ON (-1,21%) e PN (-1,59%) pressionando o índice. O dólar à vista sobe 0,37% (R$ 5,0853), na contramão da tendência da moeda americana no exterior (DXY -0,10%, aos 99,533 pontos). E os juros futuros mostram leve alta (DI Jan/27 a 14,250%; Jan/29 a 14,370%; Jan/33 a 14,245%). Tanto juros como câmbio refletem o quadro eleitoral, como novas pesquisas mostrando maior chance de reeleição de Lula e, consequentemente, menor possibilidade de mudanças na política econômica e no quadro fiscal em 2027. (Téo Takar)
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Giro das 12h: Ibovespa cai com decisões de juros e cenário eleitoral O Ibovespa (-0,57%) perde os 170 mil pontos da abertura (169.450,06), com a maioria dos setores em queda às vésperas de decisões de juros no Brasil e nos EUA, em meio a pesquisas eleitorais que seguem mostrando que a vantagem do presidente Lula contra Flavio Bolsonaro se ampliou. O petróleo tem nova queda em torno de 4%, com o acordo de paz no Oriente Médio prestes a ser assinado, apesar de várias dúvidas quanto ao seu conteúdo. Mais cedo, vendas do varejo caíram 1,5% em abril, na comparação mensal, acima da expectativa de -0,6%, mostrando que o consumo perde fôlego. O dólar acentuou os ganhos, a R$ 5,0938 (+0,53%), e os juros futuros oscilaram pela manhã, enquanto o DXY se estabiliza (-0,08%), a 99,556 pontos, e os rendimentos dos Treasuries estão mistos, com viés de alta nos curtos e queda nos mais longos já que a trégua no Oriente Médio alivia preocupações inflacionárias. Amanhã o Fed deve manter os juros estáveis e o Copom deve cortar a Selic em 25pb e o foco estará nas sinalizações dos formuladores. Em NY, os índices estão mistos. Dow Jones ganha +0,63%; o S&P 500 perde -0,13% e o Nasdaq -0,24%, com as ações da SpaceX agora subindo um pouco menos, +8%. (Ana Katia)
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Vai rolar: BoJ abre rodada decisiva dos juros [16/06/26] O Banco do Japão elevou os juros em 0,25 ponto porcentual, para 1%, no maior nível em mais de três décadas, abrindo uma sequência de decisões nesta semana que inclui Fed e Copom. Em um ambiente que mudou significativamente desde o fim de semana, investidores chegam à Superquarta com menor pressão geopolítica, após o acordo entre Estados Unidos e Irã derrubar o petróleo, reduzir os prêmios de risco globais e reforçar as apostas de corte da Selic. O foco agora se desloca da guerra para os próximos passos da política monetária, embora as negociações mais difíceis do acordo — envolvendo o programa nuclear iraniano e a estabilidade regional — ainda estejam por vir. (Rosa Riscala) 👉 Confira abaixo a agenda de hoje Indicadores ▪️ 08h00 – Brasil: FGV – IPC-S (2ª quadrissemana de junho) ▪️ 08h00 – Brasil: FGV – IGP-10 (junho) ▪️ 09h00 – Brasil: IBGE – Pesquisa Mensal de Comércio (abril) ▪️ 09h30 – EUA: Construções de moradias iniciadas (maio) ▪️ 09h30 – EUA: Permissões para novas obras (maio) Eventos ▪️ 11h00 – Tesouro realiza leilão de LFT 2032 e NTN-B 2029/33/55 ▪️ 19h00 – Chile: decisão de política monetária ▪️ França: líderes participam do segundo dia da cúpula do G7
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Fechamento: Ibovespa cai com peso de Petrobras após derrocada do petróleo; dólar sobe A bolsa brasileira apresentou leve queda nesta 2ªF, contrariando NY, que subiu com o acordo preliminar para o fim da guerra no Irã e o impulso das techs. Pressionado por Petrobras, o Ibovespa fechou em baixa de 0,42%, aos 170.415,13 pontos, com giro de R$ 29,5 bilhões. As ações da estatal caíram forte (ON -5,30%, a R$ 43,74; e PN -5,15%, a R$ 39,06), na esteira de derrocada do petróleo (na casa de -4%), respondendo pela terceira e quarta maiores perdas do índice, respectivamente. A liderança ficou com outras petrolíferas, Prio (-6,91%; R$ 57,10) e PetroRecôncavo (-6,50%; R$ 10,22), pelo mesmo efeito. Os principais bancos também caíram majoritariamente: Bradesco PN -0,84% (R$ 17,65), Itaú PN -0,49% (R$ 40,40), BB -0,36% (R$ 19,39) e Santander unit -0,15% (R$ 27,09). A exceção foi BTG unit, com +0,97% (R$ 50,88). A Vale subiu firme (+2,51%; R$ 81,16), superando com folga o minério de ferro (+0,72%). Embraer liderou os ganhos do Ibovespa com +7,06% (R$ 77,99), seguida de Cury (+3,02%; R$ 33,08) e Bradespar PN (+2,72%; R$ 23,03). Em seu segundo pregão de negociação, os BDRs da SpaceX (SPCX34) terminaram na máxima de R$ 64,96, com alta de 18,67%. O dólar à vista fechou em leve alta de 0,10%, a R$ 5,0668. (Márcio Anaya)
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Giro das 15h: Ibovespa zera ganhos do dia com tombo de Petrobras; bolsas em NY seguem em forte alta com acordo entre EUA e Irã Depois de testar os 174 mil pontos pela manhã, acompanhando a forte alta das bolsas americanas, o Ibovespa perdeu fôlego e agora opera perto da estabilidade (-0,05%, aos 171.043 pontos), com o tombo do petróleo (Brent/agosto -4,87%, a US$ 83,08) afetando Petrobras ON (-5,07%) e PN (-5,05%) e pesando sobre o índice brasileiro. O dólar à vista também opera perto da estabilidade (-0,03%, a R$ 5,0599), enquanto os juros futuros queimam prêmios (DI Jan/27 a 14,235%; Jan/29 a 14,280%; Jan/33 a 14,180%), com o alívio nas pressões inflacionárias após o cessar-fogo entre Irã e EUA. Em NY, prevalece o otimismo nas bolsas com o fim do conflito (Dow Jones +1,24%; S&P500 +1,77%; Nasdaq +3,01%) em uma semana decisiva para política monetária do Fed. (Téo Takar)
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Giro das 12h: Ibovespa avança após anúncio de acordo entre EUA e Irã Apenas 10 ações cedem no Ibovespa, boa parte delas do setor petrolífero, após acordo preliminar entre EUA e Irã para encerrar o conflito que já dura quase 4 meses. O memorando de entendimento prevê a reabertura do Estreito de Ormuz na 6ªF, dia em que o documento deve ser assinado na Suíça. Acompanhando o movimento no exterior, o índice sobe 0,75% (172.409,50), com Vale avançando +3,69% com o minério de ferro; Itaú e Bradesco PN ganhando +0,39% e +0,90%, respectivamente, em meio ao otimismo generalizado; e Petrobras cedendo -4,29% (ON) e -4,03% (PN), com o petróleo. A queda de 5% na commodity esfria preocupações com o choque de energia e uma postura mais agressiva dos BCs globais. Em NY, as bolsas sobem: Dow Jones, +1,27%, renovando máxima intradiária, o S&P 500, +1,65%; e Nasdaq +2,45%, com a Space X avançando 7,68%. Dólar e juros recuam. O DXY a 99,517 pontos (-0,23%), e, ante o real, a moeda americana cai a R$ 5,0423 (-0,38%). Mais cedo, o Focus mostrou deterioração nas expectativas de inflação e aumento na projeção da Selic para este e os próximos anos. Na Super Quarta, o Fed deve manter as taxas estáveis. Sobre o Copom, o mercado está dividido. Esta semana, BoE e BoJ também decidem juros. (Ana Katia)
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Abertura: Dólar e juros desmontam posições defensivas com normalização de Ormuz à frente Dólar e juros cedem após EUA e Irã chegarem a um acordo preliminar de paz, o que derruba o petróleo e em torno dos 5%, alivia as preocupações com a inflação e aumenta a disposição ao risco. O entendimento envolve a suspensão do bloqueio americano ao Irã e reabre o Estreito de Ormuz a partir de 6ªF, quando o acordo deve ser assinado na Suíça. Embora seja provisório e deixe as negociações nucleares mais para frente, já é o maior avanço desde que a guerra começou em fevereiro. Há pouco a moeda americana estava em queda de 0,50% contra o real, a R$ 5,0364, e os juros acompanham. O DXY (- 0,27%, a 99,474 pontos) e os rendimentos dos Treasuries cedem, com mudanças nas expectativas para os juros. Os da Note de 10 anos, a 4,45%,e o da Note de 2, a 4,04%. A semana é de reuniões de política monetária, incluindo BoJ, BoE, Fed e o BC do Brasil. As chances de o FOMC não mexer nas taxas é de mais de 98% em junho e o foco estará na primeira coletiva de imprensa de Kevin Warsh. Aqui, o mercado se divide entre a manutenção da Selic em 14,50% e um corte de 25pb, de olho no comunicado, O Focus, mais cedo, elevou projeções para o IPCA e para a Selic deste e dos próximos anos. (Ana Katia)
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Vai rolar: Superquarta ganha alívio com acordo EUA-Irã [15/06/26] O acordo anunciado entre Estados Unidos e Irã, neste domingo, confirmou as expectativas de investidores e afastou os temores de uma interrupção prolongada do Estreito de Ormuz. Já na abertura dos negócios, derrubou o petróleo, animou as bolsas e devolveu protagonismo aos bancos centrais justamente às vésperas da Superquarta. Fed, Copom e investidores devem receber com alívio as novas discussões sobre inflação, juros e crescimento global – até aqui, influenciadas pela guerra. A semana também será marcada pela cúpula do G7, na França, com a participação dos presidentes Trump e Lula, e pelos primeiros testes para a implementação da paz entre Washington e Teerã. (Rosa Riscala) 👉 Confira abaixo a agenda da semana Hoje ▪️ 08h25 – Brasil: BC – Boletim Focus ▪️ 09h30 – EUA: Empire State (junho) ▪️ 10h15 – EUA: Produção industrial (maio) ▪️ França – Cúpula do G7: participação de Lula Terça-feira ▪️ 00h00 – Japão: BoJ – Decisão de juros ▪️ 09h00 – IBGE: Vendas no varejo (abril) ▪️ 09h15 – EUA: ADP (junho) Quarta-feira ▪️ 09h00 – BC: IBC-Br (abril) ▪️ 09h30 – EUA: Vendas no varejo (maio) ▪️ 11h30 – EUA: Estoques de petróleo ▪️ 15h00 – EUA: Fed – Decisão de juros ▪️ 15h30 – EUA: Coletiva de Kevin Warsh ▪️ 18h30 – Brasil: Copom – Decisão da Selic Quinta-feira ▪️ 08h00 – Reino Unido: BoE – Decisão de juros Sexta-feira ▪️ Suíça: Assinatura formal do acordo EUA-Irã
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Encerramento das transmissões Agradecendo pela sua companhia, desejamos uma boa noite! BDM Lite é o canal gratuito do BDM Online no Telegram. Clique aqui e conheça todos os produtos BDM ▪️Atendimento ao cliente (11) 95653-9007 (WhatsApp) ou pelo email atendimento@bomdiamercado.com.br ▪️Instagram Siga o perfil do BDM no Instagram ▪️Rede X (ex-Twitter) Acompanhe os posts do Bom Dia Mercado na Rede X, antigo Twitter ▪️Linkedin Siga o perfil clicando aqui ▪️YouTube Veja todos os vídeos do BDM no Canal do Youtube 👉🏻 Siga o Bom Dia Mercado no Channel do WhatsApp. São 70 mil pessoas que recebem diariamente as principais notícias do mercado financeiro
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Fechamento: Ibovespa sobe 1,2% na semana com chance de acordo EUA-Irã; dólar cai a R$ 5,06 O Ibovespa terminou quase estável nesta 6ªF, com os investidores cautelosos antes do fim de semana que pode ou não representar um avanço concreto nas negociações de paz entre EUA e Irã. O índice fechou com leve baixa de 0,21%, aos 171.132,66 pontos, com giro de apenas R$ 23,5 bilhões. Na semana, o indicador acumula valorização de 1,25%. O pregão antecede também uma semana decisiva de juros aqui e nos EUA, com o mercado já ajustando algumas posições. Entre as blue chips, destaque para a queda de Petrobras (PN -1,39%, a R$ 41,18; e ON -1,30%, a R$ 46,19), reagindo à derrocada de 3% do petróleo, o que acabou segurando a bolsa. A Vale novamente contrariou o minério de ferro (-0,33%) e subiu (+0,47%; R$ 79,17). Os principais bancos ficaram mistos: Bradesco PN +0,68% (R$ 17,80), BB +0,26% (R$ 19,46), Itaú PN +0,25% (R$ 40,60), BTG unit -0,18% (R$ 50,39) e Santander unit -0,15% (R$ 27,13). Braskem PNA liderou as perdas do Ibovespa com -6,67% (R$ 9,10), seguida de Cogna (-4,49%; R$ 2,34) e SLC Agrícola (-2,93%; R$ 14,25). Do lado positivo, Vamos ficou no topo com +3,06% (R$ 3,03), acompanhada de Embraer (+2,32%; R$ 72,85) e Porto Seguro (+1,98%; R$ 50,49). Em dia de estreia estrondosa da SpaceX em NY, os BDRs da companhia (SPCX34) dispararam 18,15% na B3, cotados a R$ 54,74. O dólar caiu 0,79%, para R$ 5,0615, acumulando baixa de 1,86% na semana. (Márcio Anaya)
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