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Канал BDM Lite (@bomdiamercado) у мовному сегменті Португальська є активним учасником. На даний момент спільнота об'єднує 20 108 підписників, посідаючи 6 268 місце в категорії Економіка та фінанси та 2 416 місце у регіоні Бразилія.
📊 Показники аудиторії та динаміка
З моменту свого створення невідомо, проект продемонстрував стрімке зростання, зібравши аудиторію у 20 108 підписників.
За останніми даними від 17 червня, 2026, канал демонструє стабільну активність. Хоча за останні 30 днів спостерігається зміна кількості учасників на -197, а за останні 24 години на -10, загальне охоплення залишається високим.
- Статус верифікації: Не верифікований
- Рівень залученості (ER): Середній показник залученості аудиторії становить 7.67%. Протягом перших 24 годин після публікації контент зазвичай збирає 5.67% реакцій від загальної кількості підписників.
- Охоплення публікацій: В середньому кожен допис отримує 1 543 переглядів. Протягом першої доби публікація в середньому набирає 1 141 переглядів.
- Реакції та взаємодія: Аудиторія активно підтримує контент: середня кількість реакцій на один пост – 0.
- Тематичні інтереси: Контент зосереджений навколо ключових тем, таких як juro, eua, dólar, ibovespa, petróleo.
📝 Опис та контентна політика
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“Bem-vindo ao BDM Lite, nosso canal gratuito! Para assinar o BDM Online acesse @BDMOnlineBot. Mais informações: @BDM_Suporte ou pelo WhatsApp (11) 96177-5619.”
Завдяки високій частоті оновлень (останні дані отримано 18 червня, 2026), канал підтримує актуальність та високий рівень охоплення публікацій. Аналітика показує, що аудиторія активно взаємодіє з контентом, що робить його важливою точкою впливу в категорії Економіка та фінанси.
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| Дата | Залучення підписників | Згадування | Канали | |
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| 2 | Fechamento: Ibovespa descola de NY e tem leve queda após Copom; dólar dispara para R$ 5,17
A bolsa se distanciou das mínimas na reta final do pregão e terminou praticamente estável nesta 5ªF, no day after do Copom que reduziu a Selic e deixou aberta a possibilidade de novos cortes. Contrariando NY, o Ibovespa fechou em leve queda de 0,10%, aos 168.277,55 pontos, com giro de apenas R$ 25,9 bilhões. As blue chips tiveram comportamento tímido, com as ações da Vale em alta de 0,20% (R$ 79,94), apesar do tombo de 1,13% do minério de ferro. As ações da Petrobras subiram (PN +0,73%, a R$ 38,85; e ON +0,14%, a R$ 43,13), frente a um petróleo quase estável, apesar do acordo preliminar de paz entre EUA e Irã. Os principais bancos terminaram sem direção única: Santander unit caiu 1,33% (R$ 26,72), Itaú PN -0,76% (R$ 40,49), Bradesco PN -0,46% (R$ 17,47), BTG unit +0,91% (R$ 50,85) e BB +0,62% (R$ 19,53). Braskem PNA desabou 10,27% (R$ 7,51) e liderou as perdas do índice, após a Bloomberg noticiar que a empresa estaria com dificuldades para obter apoio para a proposta de recuperação extrajudicial. CSN vem a seguir com -7,99% (R$ 5,18), acompanhada de RD Saúde (-5,48%; R$ 16,55). Na outra ponta, Weg foi a que mais subiu (+4,59%; R$ 45,81), seguida de Copel ON (+3,36%; R$ 14,78) e Suzano (+3,20%; R$ 43,58). O dólar à vista fechou em alta de 1,32%, a R$ 5,1752. (Márcio Anaya) | 531 |
| 3 | Giro das 15h: Bolsas sobem em NY, embaladas por techs; Ibovespa recua, dólar dispara e juros longos sobem após Fed e Copom
As bolsas em NY (Dow Jones +0,36%; S&P500 +1,12%; Nasdaq +1,68%) deixaram de lado as preocupações com a sinalização do Fed de que pode subir os juros ainda neste ano, com investidores voltando às compras de ações de tecnologia, como Intel (+10,3%) e Micron (+8,8%). Já o dólar se fortalece globalmente (DXY +0,68%, para 100,767 pontos) na esteira do Fed. Por aqui, a moeda americana dispara (+1,39%, a R$ 5,1776), refletindo também o fato de o Copom ter deixado a porta aberta para continuar cortando a Selic. O Ibovespa opera em leve baixa (-0,18%, aos 168.150 pontos), com Petrobras (ON -0,60%; PN -0,16%) e bancos (Itaú PN -0,44%; Bradesco PN -0,40%) no vermelho. Já os juros futuros operam mistos, com os curtos em baixa (DI Jan/27 a 14,260%) e longo em alta (Jan/33 a 14,655%), provocando inclinação da curva. (Téo Takar) | 792 |
| 4 | Giro das 12h: Ibovespa oscila após reuniões do BCB e do Fed
O Ibovespa oscilou pela manhã, fazendo mínima de 167.913,41 e máxima de 169.542,37, e agora sobe 0,24% (168.853,22), no dia seguinte às decisões de política monetária do BCB e do Fed e da assinatura antecipada do acordo de paz no Oriente Médio. No Brasil, o Copom cortou 25pb na Selic, a 14,25%, e estendeu o horizonte relevante para o 1Tri de 2028, o que reforçou apostas em fim do ciclo de afrouxamento monetário. O Fed, também como esperado, manteve taxas na casa dos 3,50%-3,75% e metade do comitê vê alta de juros este ano. Vale sobe levemente (+0,05%) apesar do minério e Petrobras cai cerca de 1,5%, em linha com o petróleo. Em NY, as bolsas se recuperaram: Dow Jones sobe +0,59%, o S&P 500 +1,08% e o Nasdaq, +1,35%, com Intel subindo 8% após Trump anunciar acordo da empresa com a Apple para produzir semicondutores nos EUA. No câmbio, alta do dólar é generalizada. O DXY avança a 100,639 pontos (+0,55%), com destaque para a alta contra o o franco suíço (-0,36%) e a libra (-0,34%), após SNB e BoE optarem por estabilidade nas taxas. Aqui, a moeda dispara 1,01%, a R$ 5,1591, enquanto os juros futuros sobem na ponta longa. Nos Treasuries, os rendimentos caem. (Ana Katia) | 954 |
| 5 | Abertura: Dólar e juros longos sobem após decisões de juros
O dólar avança a R$ 5,1496 (+0,82%), com alta generalizada da moeda americana após o FOMC indicar aumentos futuros de juros e remover indicações de cortes. Em sua primeira reunião como presidente, Kevin Warsh não divulgou uma previsão enquanto cerca de metade dos formuladores apontaram alta nas taxas em 2026 por preocupações com a inflação. No CME, a maioria vê isso acontecer até outubro. O petróleo cai no dia seguinte à assinatura do acordo de paz, limitado pelos níveis de estoque baixos. O DXY sobe a 100,713 pontos (+0,62%), nível mais alto desde maio de 2025, enquanto os rendimentos dos Treasuries estão mistos, com alta no juro da Note de 2 anos, e viés de queda nos longos, após dados mostrando pedidos de auxílio-desemprego acima do esperado . Aqui, os juros futuros sobem mais de 10 pontos na ponta longa. Como esperado, o Copom cortou a Selic em 0,25 pp, a 14,25%, pela terceira reunião consecutiva, sinalizando piora na perspectiva da inflação. O horizonte relevante para atingir a meta de inflação foi estendido até o 1Tri de 2028. A avaliação do mercado é que ciclo de afrouxamento monetário pode terminar em agosto. O Ibovespa cai 0,07%, a 168.327,69. (Ana Katia) | 992 |
| 6 | Vai rolar: Fed fecha portas. Copom deixa a fresta
[18/06/26] A Superquarta terminou com menos incerteza geopolítica e mais dúvidas sobre os juros. O acordo entre Estados Unidos e Irã entrou em vigor e reduziu parte das preocupações com o petróleo, mas os bancos centrais seguiram em outra direção. Nos Estados Unidos, a estreia de Kevin Warsh no comando do Fed reforçou a percepção de que os juros permanecerão elevados por mais tempo. No Brasil, o Copom também reconheceu a piora do cenário inflacionário, mas encontrou espaço para manter aberta a discussão sobre a magnitude final do ciclo de flexibilização da Selic. Em comum, os dois recados mostraram que a inflação continua sendo a variável central para os mercados. (Rosa Riscala)
👉 Confira abaixo a agenda de hoje
Indicadores
▪️ 08h00 – Brasil: FGV – IGP-M (2ª prévia de junho)
▪️ 09h30 – EUA: Pedidos semanais de auxílio-desemprego
▪️ 09h30 – EUA: Pedidos continuados de auxílio-desemprego
▪️ 20h50 – Japão: Ata da penúltima reunião do BoJ
Eventos
▪️ 09h00 – Reino Unido: BoE – Decisão de política monetária
▪️ 09h15 – Philip Lane (BCE) participa de fórum do Deutsche Bank
▪️ Reunião do Conselho Europeu em Bruxelas | 1 188 |
| 7 | Encerramento das transmissões
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São 70 mil pessoas que recebem diariamente as principais notícias do mercado financeiro | 1 283 |
| 8 | Fechamento: Ibovespa cai com pressão de NY ante leitura do Fed, à espera do Copom; dólar sobe a R$ 5,10
Em uma sessão bastante volátil, o Ibovespa fechou em baixa de 0,70% nesta 4ªF, aos 168.453,93 pontos, com giro de R$ 28,9 bilhões. O índice chegou a subir 1,3% no meio da tarde, quando Trump disse que o Brasil “ficou turbulento, politicamente perigoso”, mas inverteu a direção pressionado por NY – com o Fed mantendo os juros americanos inalterados e os dirigentes divididos entre manutenção e alta das taxas neste ano. Logo mais, será a vez do Copom anunciar sua decisão sobre a Selic. Entre as blue chips, destaque para a queda firme da Vale (-2,04%; R$ 79,78), acompanhando o minério de ferro (-2,61%). As ações da Petrobras tiveram comportamento misto (ON -0,58%, a R$ 43,07; e PN +0,08%, a R$ 38,57), em dia no qual o petróleo voltou a subir, perto de 1%. Os principais bancos também não seguiram uma tendência: Itaú PN +0,87% (R$ 40,80), BB +0,05% (R$ 19,41), Bradesco PN -0,62% (R$ 17,55), BTG unit -0,61% (R$ 50,39) e Santander unit -0,04% (mínima de R$ 27,08). Natura liderou as perdas do Ibovespa com -8,74% (R$ 7,83), seguida de CSN (-6,48%; R$ 5,63) e Usiminas PNA (-5,63%; R$ 9,56). Do lado positivo, Cosan ficou no topo com +6,12% (R$ 3,47), após anunciar venda de 12% das propriedades da Radar, gestora de terras do grupo. Embraer figura em segundo com +3,24% (R$ 78,74), acompanhada de BB Seguridade (+2,91%; R$ 39,30). O dólar subiu 0,41%, para R$ 5,1077. (Márcio Anaya) | 1 209 |
| 9 | Giro das 15h: Bolsas operam de lado em NY antes do Fed; Ibovespa sobe e dólar cai a R$ 5,05
As bolsas americanas reduziram os ganhos nos últimos minutos (Dow Jones +0,26%; S&P500 -0,05%; Nasdaq +0,05%) e operam perto da estabilidade, minutos antes da divulgação da decisão do Fed. Por aqui, o Ibovespa testou a máxima do dia (171.878 pontos) no momento que Donald Trump fez ataques políticos ao Brasil, afirmando que o país “ficou turbulento, politicamente perigoso”. Há pouco, o índice subia 0,98%, aos 171.302 pontos. O dólar caía 0,65%, para R$ 5,0537, na contramão da alta da moeda americana no exterior (DXY +0,14%, aos 99,676 pontos). E os juros futuros operam perto da estabilidade (DI Jan/27 a 14,230%; Jan/29 a 14,395%; Jan/33 a 14,250%), de olho no Fed e também no Copom, no fim da tarde. (Téo Takar) | 1 289 |
| 10 | Giro das 12h: Ibovespa sobe antes das decisões do BC e do Fed
O Ibovespa sobe 0,73% (170.885,30) antes das decisões de juros do BC e do Fed, com a precificação de que o Copom deve reduzir a Selic a 14,25% (-25pb) enquanto do FOMC é esperada a manutenção da taxa básica em 3,50%-3-75%. A atenção do investidor está no comunicado e, no caso do Fed, no gráfico de pontos. Os preços do petróleo voltaram a subir há pouco, em torno de 2%, a despeito das perspectivas de reabertura de Ormuz e do alerta da AIE sobre excesso de oferta em 2027 e queda na demanda. Trump, mais cedo, disse que o memorando de entendimento não era definitivo e que os bombardeios poderiam ser retomados caso o Irã "não se comportasse", o que aumentou a incerteza sobre um cessar-fogo definitivo. Em NY, as bolsas estão mistas: Dow Jones sobe +0,20%; o S&P 500 cai -0,14% e o Nasdaq -0,34%, com a SpaceX perdendo 5,82%, a primeira queda desde o IPO. No câmbio, o dólar cai a R$ 5,0626 (-0,47%) e os juros futuros sobem, à exceção da ponta mais curta. O DXY segue rondando os 99 pontos (99,708), agora em alta de 0,17%, enquanto os rendimentos dos Treasuries sobem levemente, com o da Note de 2 anos, mais sensível a decisões de política monetária, a 4,07%. (Ana Katia) | 1 208 |
| 11 | Abertura: Dólar cai e juros sobem na Super Quarta, com fiscal e acordo de paz no radar
Em dia de decisão de juros aqui e nos EUA, o dólar cai a R$ 5,0651 (-0,42%) e os juros futuros sobem a partir de Jan/28, sendo que a ponta mais curta tem leve queda. Para o Copom, a maioria vê como cenário-base o corte de 25pb na Selic, de olho em uma sinalização sobre agosto ou sobre o fim do ciclo de afrouxamento. A inflação voltou a subir e segue acima da meta, com expectativas de alta, o que preocupa o BC. O cenário é riscos geopolíticos e de eleições se aproximando. O DXY opera de lado, aos 99,606 pontos (+0,07%) e os rendimentos dos Treasuries se estabilizam, sendo que a taxa de dois anos sobe levemente em 4,06%. Para o Fed, a expectativa é de juros estáveis na faixa entre 3,50%-3,75% na primeira reunião presidida por Kevin Warsh, que vem acompanhada do gráfico de pontos das projeções dos membros do comitê. Os mercados ainda precificam +25 pb em 2026 pelo Fed, apesar do acordo de paz que derrubou o petróleo para menos de US$ 80 o barril. O Ibovespa sobe a 171.129,21 pontos (+0,87%). (Ana Katia) | 1 177 |
| 12 | Vai rolar: Warsh enfrenta seu primeiro Fomc
[17/06/26] A Superquarta concentra as atenções dos investidores, com decisões de política monetária no Brasil e nos Estados Unidos. O Fed anuncia sua decisão às 15h, seguida pela primeira coletiva de Kevin Warsh à frente da instituição, enquanto o Copom divulga o resultado da reunião às 18h30, em meio à expectativa de corte de 0,25 ponto porcentual na Selic e possível sinalização de uma pausa no ciclo de flexibilização. Ainda na agenda, saem o IBC-Br de abril e as vendas no varejo americano, enquanto o sigilo em torno do acordo entre Washington e Teerã levanta especulações sobre o preço que Trump pagou para encerrar a guerra e sair de uma armadilha que estava lhe custando inflação e impopularidade. (Rosa Riscala)
👉 Confira abaixo a agenda de hoje
Indicadores
▪️ 05h00 – Fipe: IPC-SP (2ª quadrissemana de junho)
▪️ 08h00 – FGV: IPC-S Capitais (2ª quadrissemana)
▪️ 09h00 – Brasil: BC – IBC-Br (abril)
▪️ 09h30 – EUA: Vendas no varejo (maio)
▪️ 11h00 – EUA: Vendas pendentes de imóveis (maio)
▪️ 11h30 – EUA: Estoques semanais de petróleo (DoE)
Eventos
▪️ 07h50 – Christine Lagarde participa do Cotec Europe Summit
▪️ 10h00 – Dario Durigan participa de audiência na Câmara
▪️ 15h00 – EUA: Fed – Decisão de política monetária
▪️ 15h30 – EUA: Kevin Warsh concede entrevista coletiva
▪️ 18h30 – Brasil: Copom – Decisão da taxa Selic
▪️ Continuação da cúpula do G7 na França | 1 285 |
| 13 | Encerramento das transmissões
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São 70 mil pessoas que recebem diariamente as principais notícias do mercado financeiro | 1 248 |
| 14 | Fechamento: Ibovespa perde os 170 mil pontos, pressionado por Petrobras, na véspera do Copom; dólar sobe a R$ 5,08
O tom foi de cautela hoje na bolsa brasileira, na véspera das decisões de política monetária aqui e nos EUA. O Ibovespa fechou em baixa de 0,45%, aos 169.648,47 pontos, com giro de R$ 27,5 bilhões. Os investidores seguem atentos também à questão fiscal frente e a novas pesquisas apontando chances maiores de reeleição de Lula. Entre as blue chips, as ações da Petrobras (PN -1,33%, a R$ 38,54; e ON -0,96%, a R$ 43,32) novamente puxaram o índice para baixo, pressionadas para queda do petróleo, com o Brent abaixo de US$ 80 o barril. A Vale avançou 0,34% (R$ 81,44), contrariando o minério de ferro (-0,85%), ao passo que os principais bancos oscilaram pouco: Itaú PN +0,12% (R$ 40,45), Bradesco PN +0,06% (R$ 17,66), BB +0,05% (R$ 19,40), Santander unit estável em R$ 27,09 e BTG unit -0,35% (R$ 50,70). Braskem PNA liderou as perdas do Ibovespa com -9,23% (R$ 8,46), após se tornar ré em processo envolvendo crimes ambientais em Alagoas. Magazine Luiza vem a seguir com -6,54% (R$ 5,00), acompanhada de Usiminas PNA (-6,20%; R$ 10,13). Do lado positivo, MRV ficou no topo com +2,32% (R$ 5,30), seguida de RD Saúde (+2,20%; R$ 17,67) e Telefônica Brasil (+1,33%; R$ 33,58). O dólar subiu 0,39%, para R$ 5,0867. (Márcio Anaya) | 1 172 |
| 15 | Giro das 15h: Bolsas perdem fôlego em NY com realização de techs; dólar e juros sobem de olho no cenário eleitoral
Na véspera da decisão do Fed, as bolsas americanas dão sinais de perda de fôlego (S&P500 -0,28%, Nasdaq -0,53%), com investidores embolsando ganhos recentes no setor de tecnologia (Intel -5,4%; AMD -4,9%). A exceção é o Dow Jones (+0,87%), que caminha para novo recorde, sustentado pelo setor bancário (Goldman Sachs +1,6%; JP Morgan +3,2%) e por varejistas (Home Depot +2,0%). Já o petróleo segue em queda livre (Brent/agosto -5,43%, a US$ 78,65), reagindo à divulgação pelo Wall Street Journal de detalhes do suposto acordo firmado entre EUA e Irã. Por aqui, o Ibovespa volta a cair (-0,32%, aos 169.869 pontos), com Petrobras ON (-1,21%) e PN (-1,59%) pressionando o índice. O dólar à vista sobe 0,37% (R$ 5,0853), na contramão da tendência da moeda americana no exterior (DXY -0,10%, aos 99,533 pontos). E os juros futuros mostram leve alta (DI Jan/27 a 14,250%; Jan/29 a 14,370%; Jan/33 a 14,245%). Tanto juros como câmbio refletem o quadro eleitoral, como novas pesquisas mostrando maior chance de reeleição de Lula e, consequentemente, menor possibilidade de mudanças na política econômica e no quadro fiscal em 2027. (Téo Takar) | 1 198 |
| 16 | Giro das 12h: Ibovespa cai com decisões de juros e cenário eleitoral
O Ibovespa (-0,57%) perde os 170 mil pontos da abertura (169.450,06), com a maioria dos setores em queda às vésperas de decisões de juros no Brasil e nos EUA, em meio a pesquisas eleitorais que seguem mostrando que a vantagem do presidente Lula contra Flavio Bolsonaro se ampliou. O petróleo tem nova queda em torno de 4%, com o acordo de paz no Oriente Médio prestes a ser assinado, apesar de várias dúvidas quanto ao seu conteúdo. Mais cedo, vendas do varejo caíram 1,5% em abril, na comparação mensal, acima da expectativa de -0,6%, mostrando que o consumo perde fôlego. O dólar acentuou os ganhos, a R$ 5,0938 (+0,53%), e os juros futuros oscilaram pela manhã, enquanto o DXY se estabiliza (-0,08%), a 99,556 pontos, e os rendimentos dos Treasuries estão mistos, com viés de alta nos curtos e queda nos mais longos já que a trégua no Oriente Médio alivia preocupações inflacionárias. Amanhã o Fed deve manter os juros estáveis e o Copom deve cortar a Selic em 25pb e o foco estará nas sinalizações dos formuladores. Em NY, os índices estão mistos. Dow Jones ganha +0,63%; o S&P 500 perde -0,13% e o Nasdaq -0,24%, com as ações da SpaceX agora subindo um pouco menos, +8%. (Ana Katia) | 1 313 |
| 17 | Vai rolar: BoJ abre rodada decisiva dos juros
[16/06/26] O Banco do Japão elevou os juros em 0,25 ponto porcentual, para 1%, no maior nível em mais de três décadas, abrindo uma sequência de decisões nesta semana que inclui Fed e Copom. Em um ambiente que mudou significativamente desde o fim de semana, investidores chegam à Superquarta com menor pressão geopolítica, após o acordo entre Estados Unidos e Irã derrubar o petróleo, reduzir os prêmios de risco globais e reforçar as apostas de corte da Selic. O foco agora se desloca da guerra para os próximos passos da política monetária, embora as negociações mais difíceis do acordo — envolvendo o programa nuclear iraniano e a estabilidade regional — ainda estejam por vir. (Rosa Riscala)
👉 Confira abaixo a agenda de hoje
Indicadores
▪️ 08h00 – Brasil: FGV – IPC-S (2ª quadrissemana de junho)
▪️ 08h00 – Brasil: FGV – IGP-10 (junho)
▪️ 09h00 – Brasil: IBGE – Pesquisa Mensal de Comércio (abril)
▪️ 09h30 – EUA: Construções de moradias iniciadas (maio)
▪️ 09h30 – EUA: Permissões para novas obras (maio)
Eventos
▪️ 11h00 – Tesouro realiza leilão de LFT 2032 e NTN-B 2029/33/55
▪️ 19h00 – Chile: decisão de política monetária
▪️ França: líderes participam do segundo dia da cúpula do G7 | 1 487 |
| 18 | Encerramento das transmissões
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São 70 mil pessoas que recebem diariamente as principais notícias do mercado financeiro | 1 423 |
| 19 | Fechamento: Ibovespa cai com peso de Petrobras após derrocada do petróleo; dólar sobe
A bolsa brasileira apresentou leve queda nesta 2ªF, contrariando NY, que subiu com o acordo preliminar para o fim da guerra no Irã e o impulso das techs. Pressionado por Petrobras, o Ibovespa fechou em baixa de 0,42%, aos 170.415,13 pontos, com giro de R$ 29,5 bilhões. As ações da estatal caíram forte (ON -5,30%, a R$ 43,74; e PN -5,15%, a R$ 39,06), na esteira de derrocada do petróleo (na casa de -4%), respondendo pela terceira e quarta maiores perdas do índice, respectivamente. A liderança ficou com outras petrolíferas, Prio (-6,91%; R$ 57,10) e PetroRecôncavo (-6,50%; R$ 10,22), pelo mesmo efeito. Os principais bancos também caíram majoritariamente: Bradesco PN -0,84% (R$ 17,65), Itaú PN -0,49% (R$ 40,40), BB -0,36% (R$ 19,39) e Santander unit -0,15% (R$ 27,09). A exceção foi BTG unit, com +0,97% (R$ 50,88). A Vale subiu firme (+2,51%; R$ 81,16), superando com folga o minério de ferro (+0,72%). Embraer liderou os ganhos do Ibovespa com +7,06% (R$ 77,99), seguida de Cury (+3,02%; R$ 33,08) e Bradespar PN (+2,72%; R$ 23,03). Em seu segundo pregão de negociação, os BDRs da SpaceX (SPCX34) terminaram na máxima de R$ 64,96, com alta de 18,67%. O dólar à vista fechou em leve alta de 0,10%, a R$ 5,0668. (Márcio Anaya) | 1 338 |
| 20 | Giro das 15h: Ibovespa zera ganhos do dia com tombo de Petrobras; bolsas em NY seguem em forte alta com acordo entre EUA e Irã
Depois de testar os 174 mil pontos pela manhã, acompanhando a forte alta das bolsas americanas, o Ibovespa perdeu fôlego e agora opera perto da estabilidade (-0,05%, aos 171.043 pontos), com o tombo do petróleo (Brent/agosto -4,87%, a US$ 83,08) afetando Petrobras ON (-5,07%) e PN (-5,05%) e pesando sobre o índice brasileiro. O dólar à vista também opera perto da estabilidade (-0,03%, a R$ 5,0599), enquanto os juros futuros queimam prêmios (DI Jan/27 a 14,235%; Jan/29 a 14,280%; Jan/33 a 14,180%), com o alívio nas pressões inflacionárias após o cessar-fogo entre Irã e EUA. Em NY, prevalece o otimismo nas bolsas com o fim do conflito (Dow Jones +1,24%; S&P500 +1,77%; Nasdaq +3,01%) em uma semana decisiva para política monetária do Fed. (Téo Takar) | 1 325 |
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