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RefΓΊgio Γ  Liberdade de Escrever

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"Quando eu era jovem, todo mundo lia o Saint Exupery e tinha, no livro β€œTerra dos homens”, aquela famosa frase: β€œAmar nΓ£o Γ© ficar olhando um para o outro, mas olhar juntos para a mesma direΓ§Γ£o”. A frase Γ© seria, Γ© a pura verdade." Olavo de Carvalho

Essa Γ© boa! Eis encarnaΓ§Γ£o do Palhares, do Nelson Rodrigues: o canalha da cabeΓ§a aos pΓ©s; o que nΓ£o respeita nem as cunhadas.

Quando cada palavra comeΓ§a a ter um significado, uma funΓ§Γ£o expressiva de importΓ’ncia mortal em cada sentenΓ§a e sempre se referenciando Γ  realidade e reverenciando a sua verdade ΓΊnica, Γ© quando percebemos que estamos convergindo a uma unidade da consciΓͺncia na do conhecimento que temos das coisas, e a linguagem deve ser um mero e obediente servo a esse processo.

πŸ‡§πŸ‡· Concorrendo fortemente a pior apresentaΓ§Γ£o tΓ©cnica da Copa de 2026.

"Se somos imortais, temos de sΓͺ-lo em essΓͺncia e nΓ£o por acidente. A imortalidade Γ© entΓ£o a nossa verdadeira condiΓ§Γ£o e o plano de realidade no qual efetivamente existimos. Nesse caso, a presente vida corporal nΓ£o Γ© senΓ£o uma fraΓ§Γ£o diminuta da nossa realidade, uma aparΓͺncia momentΓ’nea que encobre a nossa verdadeira substΓ’ncia. Em conseqΓΌΓͺncia, todo o conhecimento que podemos adquirir dentro dos limites da existΓͺncia corporal Γ© apenas uma aparΓͺncia dentro de uma aparΓͺncia. Ainda que apreenda porΓ§Γ΅es genuΓ­nas da realidade, nΓ£o pode ter em si seu prΓ³prio fundamento, mas tem de buscΓ‘-lo na esfera da imortalidade. (...) Se temos uma vida que transcende toda duraΓ§Γ£o, essa vida transcende, e portanto abrange, em vez de excluir, a sua fatia imersa em duraΓ§Γ£o. Se somos imortais, temos de sΓͺ-lo agora, desde a vida presente, em vez de sermos, por assim dizer, imortalizados pela morte. A morte nΓ£o pode imortalizar o mortal: sΓ³ pode tornar manifesta a imortalidade preexistente e impugnar, no mesmo ato, a ilusΓ£o de mortalidade." Olavo de Carvalho Temaβ€œA Imortalidade como Premissa do MΓ©todo FilosΓ³fico", escrita para aula de 05 de junho de 2010 do SeminΓ‘rio de Filosofia (COF) pelo filΓ³sofo Olavo de Carvalho (1947-2022). https://arierbos.medium.com/a-consci%C3%AAncia-de-imortalidade-fd52a2de3aac

Para nΓ³s, a notΓ­cia de sua morte foi inesperada, mas pra ele nΓ£o: ele estava se preparando hΓ‘ dΓ©cadas. A filosofia de Olavo de Carvalho Γ© o preparo pra morte. Γ‰ fazer a sua vida valer Γ  pena para que possa deixar esse mundo com alegria e tranquilidade. Γ‰ a didΓ‘tica do nascer do EspΓ­rito, quando ele dizia que o que diferencia o ser humano dos animais Γ© a capacidade de contribuir para o mundo dando mais do que consumiu de recursos para manter-se vivo. Γ‰ ser o sal da Terra. "Imago Dei". Ele foi meu professor, um segundo pai para tantos que, assim como eu, foram tirados das trevas como uma crianΓ§a Γ© tirada do perigo por um pai amoroso. E mais uma vez eu sinto a dor da perda de um alicerce em minha vida. Voltei a ser espiritualmente Γ³rfΓ£ neste mundo, mas agora com a clareza da minha missΓ£o e a certeza de que minha vida nΓ£o serΓ‘ em vΓ£o, assim como a dele nΓ£o foi. NΓ£o sinto mais medo, mas desejo de ser uma pessoa melhor a cada dia, para que eu tenha a esperanΓ§a de encontrar o Nosso Pai do outro lado. A sensaΓ§Γ£o Γ© de que ainda hΓ‘ muito trabalho a ser feito na minha biografia, muitos parafusos a serem apertados, muita poeira a ser limpa, mas agora eu sei o que eu tenho que fazer e eu devo isso a ele. Cada um de nΓ³s tem um propΓ³sito, uma histΓ³ria. Olavo dizia que o ser humano precisa criar a sua histΓ³ria dentro da histΓ³ria que estΓ‘ sendo contada por Deus. Ser "imago Dei" Γ© ser co-autor da prΓ³pria histΓ³ria com Deus. Que histΓ³ria vocΓͺ estΓ‘ escrevendo?" Mariana Brito Escrito pela fiel e voluntΓ‘ria secretΓ‘ria do filΓ³sofo Olavo de Carvalho (1947-2022), em 2023.

"Olavo de Carvalho Sabia que Ia Morrer Estava na UTI jΓ‘ desenganado pelos mΓ©dicos quando foi chamado um padre para dar-lhe os Sacramentos antes de ser sedado. Imaginem a despedida da famΓ­lia. Imaginem os ΓΊltimos minutos de consciΓͺncia antes de fechar os olhos. A importΓ’ncia do Olavo na minha vida Γ© intimamente ligada ao peso dessa cena porque este tema sempre foi a questΓ£o central da minha vida: a morte. Depois de ser criada por duas senhoras de idade avanΓ§ada, vΓͺ-las se despedindo aos poucos da vida, a mais velha acamada, sem comer, eu decidi ser enfermeira. Eu poderia ter feito medicina, mas a enfermagem permite um contato muito maior com o paciente e era isso que me atraΓ­a: presenciar esse momento Γ­mpar, a hora da verdade. A total vulnerabilidade depois de uma vida toda. O legado de cada alma que passa por aqui. Meu trabalho de conclusΓ£o de curso foi sobre a visΓ£o do paciente terminal sobre a morte. Meu interesse nesse tema surgiu apΓ³s observar nos estΓ‘gios um processo muito delicado do paciente moribundo onde era comum um auto-exame, uma revisΓ£o do que foi feito durante a vida e o que mais nΓ³s vΓ­amos era vergonha e medo. O medo da morte nΓ£o Γ© apenas o medo do desconhecido. Γ‰ o medo de ter vivido uma vida sem sentido. Γ‰ a vergonha de nΓ£o ter feito o que deveria ter sido feito. Γ‰ o receio do momento derradeiro onde todos nΓ³s passaremos pelo JuΓ­zo Final. Eu fiz uma vasta revisΓ£o bibliogrΓ‘fica sobre ritos de passagem segundo a antropologia, sobre a importΓ’ncia da religiΓ£o ou das crenΓ§as do indivΓ­duo no momento da morte porque o foco do meu trabalho era a aΓ§Γ£o da equipe de enfermagem como facilitadora do processo de morte do paciente e de aceitaΓ§Γ£o dos familiares. Para o objetivo proposto, ficou excelente, recebi muitos elogios da bancada, nota mΓ‘xima e menΓ§Γ£o honrosa. Mas pra minha vida ficou raso, pΓ­fio. Desde os 8 anos de idade, eu faΓ§o perguntas filosΓ³ficas profundas e obtive respostas insatisfatΓ³rias na maioria das vezes. Meus parentes mais queridos eram os idosos da famΓ­lia. Todos morreram e levaram com eles o meu alicerce. Eu comecei a temer a morte. Um sentimento de que eu estava desperdiΓ§ando a minha vida invadiu a minha alma de uma maneira que beirava o insuportΓ‘vel. Desenvolvi ansiedade, depressΓ£o, sΓ­ndrome do pΓ’nico. Era uma crise existencial angustiante. Numa busca desenfreada por respostas, pela Verdade, pela espiritualidade, quase me afundei num buraco de esoterismo pesado porque era o que eu conhecia desde pequena. Quem me puxou de lΓ‘ e me trouxe para a luz do dia, foi o Olavo. A opiniΓ£o dele teve peso pra mim, nΓ£o sΓ³ porque ele mesmo viveu o supra-sumo do esoterismo mais requintado que existe, mas porque ele conheceu as consequΓͺncias dessa prΓ‘tica e fez o alerta mais robusto que alguΓ©m poderia fazer sobre o tema. Foi impossΓ­vel ficar indiferente. Era nΓ­tido que ele sabia muito sobre o assunto. Olavo me salvou porque ele me apresentou Jesus Cristo. Me ensinou o que Γ© Amor. Me explicou como dar sentido Γ  minha existΓͺncia. Olavo me ajudou a perder o medo da morte porque agora eu sabia o que fazer com a minha vida. Γ‰ por isso que eu SEI que quando ele foi avisado pela equipe mΓ©dica de que sua hora estava perto, ele recebeu essa notΓ­cia da forma mais tranquila que um ser humano possa receber. Se despediu de todos com a certeza de que cumpriu sua missΓ£o neste mundo e na esperanΓ§a de que Deus o receberia e o perdoaria de seus pecados diante de tantas vidas salvas pelas suas palavras. Palavras estas totalmente orientadas pela Palavra de Deus. NΓ£o Γ© Γ  toa que a primeira aula de seu SeminΓ‘rio Γ© justamente um exercΓ­cio imaginativo sobre nossa prΓ³pria morte. NΓ£o Γ© Γ  toa que sua teoria das 12 camadas Γ© uma ferramenta de entendimento sobre o processo de amadurecimento para que se alcance os objetivos do exercΓ­cio necrolΓ³gio.

NΓ£o tem como ver jogo com o equatoriano MoisΓ©s Caicedo sem que, quando ele cai no chΓ£o, nΓ£o surjam inΓΊmeras piadas de quinta sΓ©rie na minha cabeΓ§a, as quais sempre fico rindo que nem babaca delas, tipo: "TΓ‘ vendo?! Esse Γ© um dos maiores problemas do Caicedo...".πŸ™„

E como isso serΓ‘ a tΓ΄nica num mundo cada vez mais imbecilizado e subserviente Γ s IA's.
E como isso serΓ‘ a tΓ΄nica num mundo cada vez mais imbecilizado e subserviente Γ s IA's.

Semanas atrΓ‘s, relembrei mais um testemunho de nossa degeneraΓ§Γ£o: o incΓͺndio do Museu Nacional de 2018. Hoje, outro testemunho de nossa decadΓͺncia: o descaso e retrocesso do Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro. https://arierbos.medium.com/escombros-da-decad%C3%AAncia-cf59842c866e

Estejamos Preparados A Esta CatΓ‘strofe Anunciada NΓ£o tem como dΓ©cadas sistemΓ‘ticas, intensivas e progressivas de imbecilizaΓ§Γ΅es generalizadas, em todas as camadas e nichos sociais do paΓ­s, nΓ£o produzir cada vez mais estΓΊpidos fazendo as coisas mais subumanas e bestialmente estΓΊpidas: de cima para baixo, de baixo para cima, por todos lados e em toda parte. Com destaque Γ s universidades β€” os nossos maiores catalisadores, potencializadores e perpetuadores desse processo, primeiro em si prΓ³prios e conseqΓΌentemente em nossas ditas elites e, depois destas, jΓ‘ bem degeneradas, se estupidificando e degenerando em tudo que tocam, comandam, decidem ou do que receberam de mais nobre e poderoso β€” que de suas usinas geradoras de estΓΊpidos vem (e vΓ£o) estupidificando tudo o mais em massa na sociedade; e isso por geraΓ§Γ΅es. NΓ£o sei o quanto desse extenso processo foi freado ou atΓ© revertido pelo Movimento de ReaΓ§Γ£o Cultural sistΓͺmico que teve epicentro na dΓ©cada de 1990 com o trabalho intelectual, filosΓ³fico, jornalΓ­stico e pedagΓ³gico do Olavo de Carvalho (1947-2022), mas Γ© muito alta e tenebrosa a tendΓͺncia de colhermos nos prΓ³ximos anos, quiΓ§Γ‘ dΓ©cadas, as inumerΓ‘veis podres safras e mais safras de latifΓΊndios de estΓΊpidos paridos Γ s dezenas, centenas de milhΓ΅es a fio. Testemunharemos assim recordes e mais recordes de estupidezes sendo batidos por aquilo que seria impensΓ‘vel por nossos antepassados para que adultos e, pior, letrados e profissionais de alto nΓ­vel de instruΓ§Γ£o cometessem. Erros mΓ©dicos, jurΓ­dicos, econΓ΄micos, engenheirΓ­sticos, produtivos, governamentais, estimativos, planejatΓ³rios e outros mais β€” atΓ© nos nΓ­veis mais basilares das operaΓ§Γ΅es cognitivas humanas β€”, uns mais assombrosa e generalizadamente mais estΓΊpidos que outros atΓ© se chegar nos profissionais mais costumeiros e nos prestadores de serviΓ§os mais ΓΊteis no cotidiano do povo. Γ‰ bom estarmos bem cientes disso e preparados para essa catΓ‘strofe anunciada. Os sinais e marcadores desse crescente mal vΓͺm pululando por toda a parte.

Brasil πŸ‡§πŸ‡· x Marrocos πŸ‡²πŸ‡¦ E o Casemiro foi um dos trecos mais abominΓ‘veis ali no meio de campo, nΓ­vel de ser barrado. Horroroso, mal-posicionado, errando quase tudo que Γ© passe e andando em campo (algumas bolas que perdeu bizarramente, e voltou trotando). E IbaΓ±ez, que Γ© zagueiro: foi horroroso de lateral! O Raphinha se entrega, nΓ£o falta esforΓ§o, mas nΓ£o sai o futebol dele do Barcelona (mesmo jogando invertido sΓ³ sai vontade, mas nΓ£o bola; coisa Luiz Henrique, jogando dos dois lados entrega). Igor Thiago nΓ£o tem como ser titular com Matheus Cunha ou Endrick no banco. PaquetΓ‘ deu umas paquetadas no meio do jogo (passinho de letra errado, pezinho mole para fazer graΓ§a e que errou), mas nΓ£o comprometeu. E VinΓ­cius Jr. fez um bom primeiro tempo, correu muito e marcou, no segundo pouco caiu um pouco, mas foi o melhor em campo.

Essas ApariΓ§Γ΅es da Nossa Senhora em Ruanda sΓ£o impressionantes. https://arierbos.medium.com/as-apari%C3%A7%C3%B5es-de-nossa-senhora-de-kibeho-b0bd55294ebd

Militantes Da Copa Por curiosidade cultural, social e atΓ© antropolΓ³gica, ao sondar a cobertura do inΓ­cio da Copa do Mundo de 2026 (e sΓ³ nas mΓ­dias que transmitirΓ£o os jogos televisionados: Sportv/Globo/GE, CazΓ©TV e SBT; nem falo de UOL e afins), tirando o SBT (que estΓ‘ mais focado nos jogos e nΓ£o em horas de programas que deveriam ser sobre futebol), Γ© insuportΓ‘vel o nΓ­vel de militΓ’ncia de redaΓ§Γ£o esquerdista, anti-americana β€” e que nΓ£o tem a ver com o foco do programa ou da reportagem β€”, e que muitos integrantes e jornalistas militantes (os jornatantes esportivos) desses canais destilam em vΓ‘rios desses programas que ficam enchendo linguiΓ§a nos prΓ© e pΓ³s jogos. Depois da dor retal que muitos carregaram da convocaΓ§Γ£o do Neymar (sempre fingindo analisar sΓ³ o momento tΓ©cnico, ou idade, ou condiΓ§Γ£o fΓ­sica abaixo de seu nΓ­vel, mas sem considerar seu histΓ³rico e conjunto da obra, como se ele fosse um jogador qualquer e que nΓ£o tem toda uma carga simbΓ³lica positiva de inspiraΓ§Γ£o, motivaΓ§Γ£o e seguranΓ§a nos demais jogadores e atΓ© nos adversΓ‘rios), toda hora socam comentΓ‘rios de pautas identitΓ‘rias disfarΓ§adas de reportagens histΓ³ricas ou culturais (sempre defendendo os mesmos grupos de praxe) e seus ranΓ§os anti-americanistas que devem ter sido inoculados neles desde seus ginΓ‘sios. Quando nΓ£o muito largam o "estadounidense" em suas falas por sinalizaΓ§Γ£o ideolΓ³gica (jΓ‘ que norte-americanos Γ s Esquerdas hipΓ³critas "cachaΓ§a e linguiΓ§a" Γ© inaceitΓ‘vel tratΓ‘-los como assim, e menos ainda como sΓ³ "americanos", jΓ‘ que "as AmΓ©ricas nΓ£o sΓ£o sΓ³ deles" [nΓ‘useas a este complexo de bichinho recalcado e amargurado]), expondo todas suas aversΓ΅es ao Donald Trump e atΓ© na defesa do regime iraniano (como se a guerra lΓ‘ fosse do nada e inexistisse uma teocracia executando milhares de iranianos β€” seu prΓ³prio povo β€” que protestam contra a tirania) e alΓ©m da torcida descarada por todos os adversΓ‘rios da seleΓ§Γ£o americana. SΓ³ que teve um problema: o primeiro jogo dos EUA, o contra o Paraguai, sua seleΓ§Γ£o foi assombrosa e massacrou a seleΓ§Γ£o paraguaia. No primeiro tempo, que terminou EUA 3 x 0 Paraguai, o time paraguaio praticamente nΓ£o passou do meio do campo; inexistiu. Um time que era marcado pela forΓ§a do seus sistema defensivo. E os EUA mostraram um futebol tecnicamente (nos seus fundamentos e organizaΓ§Γ£o tΓ‘tica ofensiva e defensiva) impressionante: posse bola, acerto de passes, marcaΓ§Γ£o-pressΓ£o (e retomada de bola muito rΓ‘pida), movimentaΓ§Γ£o, ofensividade. Para mal-estar dessa corja, os EUA venceram e convenceram β€” e tiraram o pΓ© no segundo tempo e mesmo assim golearam por 4 x 1 a outra seleΓ§Γ£o, que muitos desses jornalistas militantes colocaram como favorita e marcaram como vencedora nos seus bolΓ΅es. Uma coisa admirΓ‘vel da cultura americana Γ© que quando se metem a aprender e fazer uma coisa direito, geralmente eles conseguem. O futebol masculino da Copa de 1994 deles para a de 2026 evoluiu soberbamente (jΓ‘ que o feminino, que era mais popular por lΓ‘, jΓ‘ era lΓ­der de tΓ­tulos no mundo). Os EUA aprimoraram sua liga, contrataram jogadores de ponta (nΓ£o sΓ³ jogadores em prΓ©-aposentadoria, como fizeram na Γ©poca do PelΓ©), e estΓ‘ atraindo muito dinheiro, organizaΓ§Γ£o, espaΓ§o e patrocΓ­nio para lΓ‘. E a evoluΓ§Γ£o da seleΓ§Γ£o dos EUA foi impressionante. E aposto: se jogar desse jeito com que massacrou o Paraguai, vai dar trabalho atΓ© para as seleΓ§Γ΅es de ponta. E pode surpreender muita gente, para revertΓ©rio gastrointestinal dessas azias em forma de gente.

"Diz SΓ£o Pedro que os demΓ΄nios foram amarrados 'Γ s correntes infernais para serem atormentados e reservados para o Dia do JuΓ­zo'. Assim, o lugar deles Γ©, sem dΓΊvida, o inferno. Da mesma forma, SΓ£o Paulo, na "Carta aos EfΓ©sios", disse que eles estΓ£o no ar. O prΓ³prio Jesus disse uma vez, como nos conta Mateus, que sua morada estΓ‘ no inferno; e em outra afirma, segundo o relato de Lucas, que estΓ‘ no deserto. Tudo nos autoriza a crer na possibilidade de uma presenΓ§a diabΓ³lica. AlΓ©m disso, a possessΓ£o Γ© um fenΓ΄meno amplamente conhecido; e nΓ³s, para estarmos seguros, nΓ£o deverΓ­amos fazer outra coisa que ler o Evangelho. Ao mesmo tempo, desde os primeiros tempos do cristianismo usa-se o exorcismo contra a possessΓ£o. Os exorcistas constituΓ­am uma ordem especial da Igreja. A aΓ§Γ£o diabΓ³lica era muito forte no mundo pagΓ£o (e os nossos missionΓ‘rios falam o mesmo em relaΓ§Γ£o ao paganismo de hoje), por isso, o exorcismo tinha lugar, antes de tudo, no batismo. Mas tambΓ©m os jΓ‘ batizados eram exorcizados, caso se suspeitasse de alguma possessΓ£o diabΓ³lica. Concordo, nΓ£o se deve exagerar, e disso nos adverte Santo TomΓ‘s de Aquino. Mas Γ© igualmente certo que nos esquecemos com demasiada facilidade que SatanΓ‘s Γ© o prΓ­ncipe deste mundo, que SatanΓ‘s tentou Jesus e, precisamente quando Γ© expulso do novo reino da graΓ§a, busca, com os maiores esforΓ§os possΓ­veis, manter o seu domΓ­nio. Como tudo isso pode acontecer, Γ© um mistΓ©rio. NΓ£o Γ© possΓ­vel, certamente, negΓ‘-lo. Mas tambΓ©m Γ© absolutamente impossΓ­vel negar a possibilidade do impΓ©rio do demΓ΄nio sobre a natureza, tanto fΓ­sica quanto humana. E, sobre este ponto, todos os evangelistas, incluindo SΓ£o Paulo, nos advertem com total clareza." Padre Apollinare Focaccia

"Deus criou coisas dotadas de livre-arbΓ­trio: criaturas que podem fazer tanto o bem quanto o mal. Alguns pensam que podem conceber uma criatura que, mesmo desfrutando da liberdade, nΓ£o tivesse possibilidade de fazer o mal. Eu nΓ£o consigo. Se uma coisa Γ© livre para o bem, Γ© livre tambΓ©m para o mal. E o que tornou possΓ­vel a existΓͺncia do mal foi o livre-arbΓ­trio. Por que, entΓ£o, Deus o concedeu? Porque o livre-arbΓ­trio, apesar de possibilitar a maldade, Γ© tambΓ©m aquilo que torna possΓ­vel qualquer tipo de amor, bondade e alegria. Um mundo feito de autΓ΄matos β€” criaturas que funcionassem como mΓ‘quinas β€” nΓ£o valeria a pena ser criado. A felicidade que Deus quis para suas criaturas mais elevadas Γ© a felicidade de estar, de forma livre e voluntΓ‘ria, unidas a Ele e aos demais seres num Γͺxtase de amor e deleite ao qual os maiores arroubos de paixΓ£o terrena entre um homem e uma mulher nΓ£o se comparam. Por isso, essas criaturas tΓͺm de ser livres. Γ‰ claro que Deus sabia o que poderia acontecer se a liberdade fosse usada de forma errada. Aparentemente, ele achou que valia a pena correr o risco. Talvez queiramos discordar Dele. Existe, porΓ©m, um empecilho para se discordar de Deus. Ele Γ© a fonte da qual vem toda a nossa faculdade de raciocΓ­nio: nΓ£o podemos estar certos e Ele, errado, assim como uma onda nΓ£o pode mudar o sentido da marΓ©. Quando discutimos com Ele, estamos na verdade discutindo contra o prΓ³prio poder que nos tornou capazes de discutir: Γ© como se cortΓ‘ssemos o galho no qual estamos sentados. Se Deus pensa que o estado de guerra no universo Γ© um preΓ§o justo a pagar pelo livre-arbΓ­trio β€” ou seja, pela criaΓ§Γ£o de um mundo vivaz no qual as criaturas podem fazer tanto um grande bem quanto um grande mal, no qual acontecem coisas realmente importantes, em vez de um mundo de marionetes que sΓ³ se movem quando Ele puxa as cordinhas β€”, devemos igualmente consentir que o preΓ§o Γ© justo. Quando compreendemos a questΓ£o do livre-arbΓ­trio, vemos o quanto Γ© tolo perguntar o que alguΓ©m certa vez me perguntou: "Por que Deus criou um ser de matΓ©ria tΓ£o corrompida, condenando-o ao erro?" Quanto melhor for a matΓ©ria da qual for feita uma criatura β€” quanto mais ela for inteligente, forte e livre β€”, tanto melhor serΓ‘ ela quando tender para o certo, e tanto pior quando tender para o errado. Uma vaca nΓ£o pode ser nem muito boa, nem muito mΓ‘; um cachorro jΓ‘ pode ser um pouco melhor ou um pouco pior; uma crianΓ§a pode ser ainda melhor ou pior; um homem comum, ainda melhor ou pior; um homem de gΓͺnio, melhor ou pior ainda; um espΓ­rito sobre-humano, melhor β€” ou pior β€” do que todos os demais." C. S. Lewis Γ‰ interessante que desde moleque eu jΓ‘ compreendia a relaΓ§Γ£o indissociΓ‘vel que tem que existir entre livre-arbΓ­trio e amor, para que este possa brotar. Amar tem que ser uma escolha e nΓ£o uma obrigaΓ§Γ£o, se nΓ£o inexiste amor. E tambΓ©m sabia que a chave da questΓ£o do Mal Γ© decorrΓͺncia do livre-arbΓ­trio: se o Bem for imposto, nΓ£o hΓ‘ livre-Γ‘rbitro. E aqui, no magistral livro "Cristianismo Puro e Simples", de 1942, do escritor irlandΓͺs C. S. Lewis (1898-1963), ele trabalha muito bem com esta compulsoriedade lΓ³gica, ontolΓ³gica e existencial, e vai mais longe ao explicar do porquΓͺ a necessidade de ser puro espΓ­rito, como Lucifer, se corromper plenamente. E esta concepΓ§Γ£o de um ser mais perfeito que o homem se corromper e encarnar o Mal mais perfeitamente, como ocorreu com Lucifer, Γ© dada pela imagem criada por J. R. R. Tolkien (1892-1973) no seu livro "O Senhor dos AnΓ©is", de 1954, quando Gandalf e Galadriel, sabendo do grande poder que possuem, evitam com muito temor, cautela e resiliΓͺncia o Um Anel de Sauron, pois, por eles, sabem que o anel seria capaz de causar males indescritΓ­veis.

NΓ£o entres num desafio sΓ³ para ganhar, mas sim para fazer o teu desafiante se arrepender de ter te desafiado.πŸ•΄

''O conjunto de pressΓ΅es externas que caem sobre a nossa vida Γ© hoje imensamente maior do que foi em qualquer Γ©poca anterior. Qualquer camponΓͺs ou burguΓͺs da Idade MΓ©dia morreria de terror em pensar que teria de viver sob essa pressΓ£o o tempo todo." Olavo de Carvalho

Esta vida Γ© um grande Labirinto sem mapa: eivado de reveses, sofrimentos, dores, e com alguns bΓ΄nus e alegrias. O objetivo Γ© fazer o melhor que puder, independente das rotas, boas ou ruins, para conseguir sair deste exΓ­lio de volta ao ParaΓ­so Perdido. https://arierbos.medium.com/o-labirinto-do-sofrimento-ac7a9c42034b