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Refúgio à Liberdade de Escrever

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A Imbecil Convicta É incrível o quão uniforme é a regra de que quanto menos alguém — ávido por palpitar e que acha que o seu corrimento de palavras é um bálsamo à humanidade — estuda sobre algo, mais convicto se sente da validade sobre seu arremedo de opinião. E quanto mais convicto é um idiota, mais arrogante se sente de que sua besteira vale muito. E esta é, meu saco terrestre, a fórmula fundamental do imbecil: o idiota arrogante. Dito isso, vou dar uma examinada numa fezes humana que apareceu no X, falando que a Ressurreição de Cristo é, como diz a criatura, uma "história da carochinha". E como não dou engajamento a merdas antropomorfas, segue um "print" excremental dela a título de ilustração. Abstraindo que ela deve ser zilhonésima imbecil levantando esta lebre morta e putrefata, eu aposto, com taxa integral de retorno, que a imbecil nunca ouviu falar de unzinhos aí, historiadores, antropólogos e afins, que estudaram um pouquinho sobre este tema, tais como estes aqui a título de exemplos: N. T. Wright, Michael R. Licona, Gary R. Habermas, William Lane Craig, Wolfhart Pannenberg, Dale C. Allison Jr., além dos insuspeitos de serem cristãos, Bart D. Ehrman, Gerd Lüdemann, e um tal de E. P. Sanders. Então, esse rol listado — além de tantos outros — dedicaram anos, décadas de suas vidas estudando sobre o tema da Ressurreição de Cristo e que combinados, escreveram dezenas de livros sobre isso. Mas é óbvio que a imbecil, idiota e arrogante por essência, é nesciente de todos esses nomes, ignora visceralmente suas obras e argumentos, e têm certeza de que quando abriu sua câmera e cagou pela boca desbancou todos esses — além de todos mais — nesses quase dois milênios e tudo que produziram e que vão de encontro do que a homúnculo bostejou. E para não me estender muito, de inúmeras vertentes de estudos acerca da Ressurreição de Cristo pelos muitos métodos históricos existentes, será que ela já concebeu algum deles (método crítico das fontes, ou histórico-crítico, ou de convergência de fontes, ou prosopográfico, entre outros)? Por exemplo, o que versa sobre a curiosidade intrigante contextual da existência do "Decreto de Nazaré" ou "Édito de César"? Uma inscrição grega em uma placa de mármore, datada do século I d.C. e que contém um decreto imperial — que a maioria estima que poderia ser do governo de Tibério (14–37 d.C.) ou de Cláudio (41–54 d.C.) — determinando que túmulos permanecessem inviolados? Bem, o texto começa, em Grego, com "Διάταγμα Καίσαρος", o “Édito do Imperador”, em que parte essencial do texto diz que quem removesse os enterrados ou perturbasse os túmulos deveria sofrer “punição capital”, isto é, pena de morte, para a acusação de violação de sepulcro. E o que é mais insólito é por que atribuir uma pena tão grave para quem removesse os mortos de seus túmulos ou simplesmente violasse as sepulturas? Será que ela sabia da existência desse tema intrigante e que está há séculos gerando debates? Não, né... Ela selou o assunto no vídeo dela... E por que um imperador faria um decreto tão rígido e fatal para um crime um tanto quanto banal de violação de sepulcro ou de roubo de cadáveres e bem na época da existência de Jesus Cristo e com o apelido de "Édito de Nazaré"? E o interessante deste nome, "Nazaré", é que era uma aldeia tão insignificante e tão desprezada pela cultura da época, então, por que apelidaria um decreto imperial? Será por que queriam proibir a notícia (ou o "boato" massivo, como desejariam fazer acreditar) de uma ressurreição de um Messias, e assim preferiram a narrativa de que uma conspiração roubou o corpo de um tal nazareno Rei dos Judeus e, dessarte, editar um decreto penalizando com a morte tal crime inferiria que o assunto na boca do povo, incluindo centenas de testemunhas deste fato (tal como está registrado nos Evangelhos) havia sido apenas um roubo de cadáver e não um milagre que dividiria a história em duas? Claro que não... Mas de que adianta? Mais uma imbecil convicta está nem aí para isso...

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Dentre os países que o X seguirá pagando por conteúdo, e que Brasil foi excluído, temos: Albania, Algéria, Angola, Armênia, Azerbaijão, Bangladesh, Butão, Bolívia, Bósnia e Herzegovina, Camboja, Etiópia, Laos, Ruanda, Arábia Saudita, Sri Lanka, Tunísia, Uzbequistão e Vietnã...⭐
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Não podemos esquecer disso e desses. Jamais...+1
Não podemos esquecer disso e desses. Jamais...
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“A alta cultura é uma conquista precária, e dura apenas se apoiada por um senso da tradição e pelo amplo endosso das normas sociais circundantes. Quando essas coisas evaporam, a alta cultura é substituída por uma cultura de falsificações. A falsificação depende em certa medida da cumplicidade entre o perpetrador e a vítima, que juntos conspiram para acreditar no que não acreditam e para sentir o que são incapazes de sentir." Roger Scruton
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🚨 URGENTE🚨 ⚠️ATENÇÃO!!!⚠️ 💣💣BOMBA💣💣 Biscoitos recheados têm recheio no meio. E mesmo assim continuam sendo fabricados. PS: É assim que me sinto quando caio nesses "baits"...
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A Democracia não está doente, ela é a doença; e em essência uma doença autoimune. E todos que dizem que querem salvá-la, mal sabem que estão contribuindo para manter o paciente enfermo, moribundo.
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Lá por 2020, fiz sugestões de traduções ou reedições de autores e livros ao pessoal das editoras. E olha que até agora já teve bastante coisa traduzida em Português (✅).🙌 Erik Ritter von Kuehnelt-Leddihn: ✅📖 Leftism Revisited: From de Sade and Marx to Hitler and Pol Pot ✅📖 Liberty Or Equality: The Challenge of Our Time 📖 The Menace of the Herd: Or, Procrustes at Large Leszek Kołakowski: ✅📖 Main Currents of Marxism: The Founders, The Golden Age, The Breakdown 📖 My Correct Views on Everything René Guénon: ✅📖 Os Símbolos da Ciência Sagrada ✅📖 A Crise do Mundo Moderno ✅📖 Oriente e Ocidente ✅📖 O Simbolismo da Cruz ✅📖 A Crise do Mundo Moderno ✅📖 Esoterismo de Dante e São Bernardo ✅📖 O Erro Espírita ✅📖 O Teosofismo ✅📖 Autoridade Espiritual e Poder Temporal ✅📖 Estudos Sobre a Franco-Maçonaria e o Companheirismo ✅📖 Formas Tradicionais e Ciclos Cósmicos Frithjof Schuon: 📖 Art from the Sacred to the Profane - East and West 📖 A Unidade Transcendente das Religiões Julius Evola: 📖 The Hermetic Tradition - Symbols and Teachings of the Royal Art 📖 Revolta Contra o Mundo Moderno Ananda Coomaraswamy: 📖 Christian and Oriental Philosophy of Art (em Inglês) Eugen Rosenstock-Huessy: ✅📖 A Origem da Linguagem Lucano: 📖 Farsália (Todos os Cantos ou uma versão que contemple os Cantos de VI ao X) Juvenal: 📖 Sátiras Estácio: 📖 Aquileida Gerardus D. Bouw: 📖 Geocentricity: Christianity in the Woodshed Robert Sungenis: 📖 Galileo Was Wrong - The Church Was Right Vija K. Sodera: 📖 One Small Speck to Man - The Evolution Myth Modris Eksteins: ✅📖 A Sagração da Primavera Hippolyte Taine: 📖 As Origens da França Contemporânea (Seis Volumes) Tidiane N'Diaye: ✅📖 O Genocídio Velado Bernard Lugan: 📖 Histoire de l'Afrique du Nord
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Jack Nicholson na época da Disco, em 1977, no melhor estilo Bee Geess, "Night Ferver".🕺
Jack Nicholson na época da Disco, em 1977, no melhor estilo Bee Geess, "Night Ferver".🕺
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A vida e a ação são estreitamente solidárias; o domínio de uma é também o da outra, e é nesse domínio limitado que se fecha toda a civilização ocidental, hoje mais do que nunca." René Guénon Críticas relevantes ao decaimento da cosmovisão materialista, racionalista, imanentista, utilitarista abraçada pela Civilização Ocidental nos últimos séculos que tece o simbolista francês, René Guénon (1883-1951), dando como exemplos e alvos a suas críticas o culto revolucionário da mudança do Modernismo, notoriamente presente no Evolucionismo e no Pragmatismo, que para ele era uma deformação do Ceticismo.
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"Uma concepção que se apresente como uma "filosofia da vida" é necessariamente, por isso mesmo, uma "filosofia do vir-a-ser". Queremos dizer que se encontra fechada no vir-a-ser e não pode sair dele (uma vez que vir-a-ser e mudança são sinônimos), o que a leva a situar toda a realidade nesse vir-a-ser e a negar tudo quanto possa haver além ou fora dele, pois o espírito sistemático funciona de modo tal que imagina incluir em suas fórmulas a totalidade do universo; também esta é uma negação formal da metafísica. É esse, em especial, o caso do evolucionismo em todas as suas formas, desde suas concepções mais mecanicistas, compreendido aí o grosseiro "transformismo", até teorias como as de Bergson: só pode encontrar lugar dentro delas o vir-a-ser, ou, na verdade, uma porção mais ou menos restrita dele. A evolução se reduz em suma à mudança, acompanhada de uma ilusão acerca do sentido e da qualidade dessa mudança: evolução e progresso, para todos os efeitos, são uma coisa só, mas hoje em dia o primeiro termo é preferido porque tem um ar mais "científico". O evolucionismo é como que um produto das duas grandes superstições modernas, a ciência e a vida, e o que garante seu sucesso é o fato de que tanto o racionalismo quanto o sentimentalismo encontram nele sua satisfação; as diversas proporções em que essas duas tendências se combinam explica bastante bem a diversidade de formas de que essa teoria se reveste. Os evolucionistas introduzem a mudança em tudo, até no próprio Deus, quando admitem Sua existência: Bergson, por exemplo, apresenta Deus como "um centro do qual jorram os mundos e que não é uma coisa, mas um jorro contínuo"; e acrescenta expressamente: "Deus, assim definido, não tem nada de acabado; é vida incessante, ação, liberdade." Portanto, são as ideias de vida e de ação que constituem uma verdadeira obsessão para nossos contemporáneos, e que nesse caso são transportadas para um domínio que se pretende especulativo; na verdade, porém, é a supressão da especulação em prol da ação que invade e absorve todas as coisas. A concepção de um Deus mutável, imanente e não transcendente, como também (no mesmo sentido) a concepção de uma verdade que vai se construindo, que não passa de uma espécie de limite ideal, sem jamais se realizar em ato, não são de maneira alguma excepcionais no pensamento moderno. Pelo contrário, os pragmatistas, que adotaram a ideia de um Deus limitado por motivos sobretudo "moralistas", não foram os seus inventores, pois aquilo que se afirma evoluir deve ser necessariamente concebido como limitado. O pragmatismo, por sua própria denominação, se apresenta antes de tudo como uma "filosofia da ação"; seu postulado, reconhecido com maior ou menor franqueza, é que o homem tem somente necessidades de ordem prática, algumas das quais são materiais e outras, sentimentais. Representa, portanto, a abolição da intelectualidade; mas, se as coisas são assim, por que continuar elaborando teorias? Não é fácil compreender esse pensamento, e, como o ceticismo — do qual só difere no que diz respeito à ação —, o pragmatismo deveria se colocar como uma simples atitude mental, que não poderia nem mesmo buscar justificar-se logicamente sem se desmentir nesse mesmo ato; mas, sem dúvida, é bem difícil permanecer rigorosamente dentro dos limites dessa ressalva. Por mais que o homem esteja decaído intelectualmente, não pode se impedir, no mínimo, de raciocinar, mesmo que seja para negar a razão. Os pragmatistas, além disso, não a negam como fazem os céticos, mas gostariam de reduzi-la a um uso puramente prático; tendo surgido depois daqueles que pretendiam reduzir toda a inteligência à razão, sem no entanto negar que esta pudesse ter um uso teórico, o pragmatismo representa um grau posterior de aviltamento. Há inclusive um ponto em que a negação dos pragmatistas vai além da dos céticos puros: estes não negam que a verdade exista fora de nós, mas somente que sejamos capazes de alcançá-la; os pragmatistas, imitando alguns sofistas gregos (que provavelmente não se levavam tão a sério), chegam a suprimir a própria verdade.
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Com o tempo, não é mais considerada um seguidor, mas um membro do grupo. A criança com tendência criminosa tem o máximo de desprezo por meninos e meninas responsáveis. Lembro-me de um garoto de quinze anos dizendo com desdém: "Os mauricinhos, eles acham que são tão legais com suas camisas de jacaré. Eu não vou ser um maldito engomadinho". Não havia nada de errado com essa afirmação. Mas com quem ele decidiu se associar? Com os que estavam matando aula, usando drogas e roubando lojas. Outro adolescente, falando com desprezo do irmão, comentou: "Ir à escola, voltar para casa, fazer lição de casa e estar com meus pais; é como ser um cachorro de coleira". Ele rejeitava seus colegas de classe mais comedidos e gravitava em torno de meninos mais velhos cuja principal atividade era "dar um rolê". (...) Os crimes do adolescente delinqüente se tornam mais freqüentes, ousados e graves. Ele não é corrompido pelos outros nem depende deles para ter idéias. Uma torrente de esquemas inunda sua mente e ele põe em prática aqueles que pareçam mais emocionantes e viáveis. Esse jovem está sempre cheio de idéias próprias e é receptivo ao que os outros propõem. Quanto mais se safa, mais encorajado fica. Suas contravenções se iniciam quando ele ainda é muito jovem e é provável que pareçam insignificantes. (...) Pais, professores e outros que acreditam conhecer bem esses meninos e meninas se encontram no escuro quanto a suas vidas secretas. Se eles tivessem um filme de sua existência cotidiana, ficariam surpresos com o número e a com variedade de crimes que eles cometem e a sua gravidade. (...) O delinqüente tem a intenção de transmitir aos colegas a auto-imagem de alguém invencível. Enquanto cada jovem tenta provar a si mesmo, também luta para superar medos intensos os quais está desesperado para manter ocultos. Medos de escuro, altura, água e raios persistem na adolescência e às vezes na idade adulta. Essas crianças também têm medos que dizem respeito aos seus corpos. Elas exageram o significado de cada dor, geralmente para evitar cumprir uma obrigação. No entanto, seu sofrimento físico não as motiva a procurarem um médico, porque temem que uma dor ainda maior seja infligida. Conseqüentemente, uma pequena doença negligenciada pode evoluir para uma infecção ou uma doença real. Esses jovens se preocupam com sua altura, peso, força e atratividade física. Alguns são tão preocupados com o tamanho do pênis que se recusam a freqüentar aulas de educação física para evitar tirar a roupa. Alguns, obcecados em desenvolver seu físico e ganhar força, passam horas por dia se exercitando uma autodisciplina que nunca desenvolvem em relação à escola ou ao trabalho. Reputação é algo assaz importante. Esses jovens constroem e mantêm uma "imagem" para si mesmos através do modo como falam, de seu estilo de roupa e dos tipos de atividades em que se envolvem. Os palavrões e as gírias que envolvem a linguagem do delinqüente de classe média são indistinguíveis da linguagem de seu homólogo dos bairros pobres. Mesmo quando criança, o delinqüente aceita provocações alheias para convencê-los de que não é um "covarde". Esses jovens provam sua coragem pulando de lugares altos, descendo morros íngremes em "skates", andando na montanha-russa mais assustadora, passando pelo canteiro de alguém de bicicleta, ou competindo para ver quem consegue roubar mais doces de uma loja. Eles jogam duro tiram vantagem injusta tanto em esportes organizados quanto em suas próprias brincadeiras de rua. Eles provam um ao outro que são fisicamente resistentes colocando pinos nos braços ou queimando-se com cigarros deliberadamente. Jamais choram; eles mostram que podem agüentar, qualquer que seja a fonte da dor." Stanton E. Samenow
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""Meus amigos me fizeram furtar artigos de lojas. Meus amigos fizeram com que eu me viciasse em drogas. Todo mundo que eu conheço faz isso. Sou como qualquer outro adolescente". Essas são declarações típicas que ouço em entrevistas com jovens infratores. Eles alegam que teriam sido pressionados, intimidados, enganados ou até obrigados a cometer crimes. É o que eles dizem aos outros somente depois de serem presos, quando tentam evitar a punição. Muitos pais compartilham da mesma opinião, explicando que seu filho é basicamente um bom garoto que foi enganado e corrompido por "se envolver com a turma errada". Os fatos são bem diferentes. Muitos observadores profissionais afirmam que a associação com colegas delinqüentes é um "forte fator de risco" para que o jovem se volte para o crime. Mas isso é como dizer que mergulhar na água o deixa molhado. Não revela nada sobre causalidade, mas muito sobre escolha. "Nós, maconheiros, nos encontramos uns aos outros", observou um jovem infrator. Os criminosos se procuram para seus próprios propósitos. Em modo radar, eles são atraídos por outros que têm interesses semelhantes. Eles não são seduzidos para o crime contra sua vontade. Se um jovem minimamente responsável fizer uma escolha imprudente e julgar mal outro jovem que ele descobre estar tramando algo, acabará se livrando dessa situação e provavelmente de todo o relacionamento. Não há como negar que a pressão dos pares existe praticamente do início ao fim da vida. Dos grupos de brincadeiras pré-escolares até a vida adulta, sentimo-nos pressionados pelas pessoas ao nosso redor, especialmente por nossos contemporâneos. Todo colegial tem suas panelinhas e seus grupos sociais — "nerds", esquisitões, sarados, mauricinhos — e assim por diante. A questão principal diz respeito a quais pessoas a criança escolhe como colegas. Nas áreas urbanas e na periferia, as crianças migram para atividades organizadas. Ao conhecerem novas pessoas e descobrirem novos interesses, envolvem-se em esportes, grupos religiosos, escotismo, serviço comunitário e clubes escolares. Um processo de socialização ocorre enquanto essas crianças aprendem sobre cooperação, competição, compartilhamento e autocontrole. Enquanto as mais responsáveis descobrem oportunidades de diversão e crescimento pessoal, a criança delinqüente experimenta uma inquietação atormentadora e um tédio cada vez maior. Alguns delinqüentes se recusam a participar de qualquer atividade organizada. Outros se juntam a elas, porém as abandonam. Eles se ressentem de ter que cumprir os requisitos que outros impõem. Um garoto disse que deixou os escoteiros porque "eu não gosto de ouvir adultos me dizendo o que fazer". Ele denunciou seus colegas de tropa como "intrometidos e irritantes". E afirmou: "Eu não me sentia como parte da tropa. Acabei saindo porque não gostei". Esses jovens abandonam as atividades organizadas por não receberem os elogios que julgam merecer. Invariavelmente, eles brigam com um treinador, com o chefe dos escoteiros ou outro líder. Uma criança responsável pode abandonar uma atividade porque fica desanimada e acha que não está à altura do que é necessário, ou talvez porque descobre que prefere uma atividade diferente. O delinqüente sai culpando a organização, o líder ou os outros participantes. Ele busca reconhecimento imediato mas não quer fazer o necessário para merecê-lo. Crianças muito pequenas não dividem o mundo em crianças boas e más. No entanto, bem cedo elas desenvolvem um senso de divisão entre meninos e meninas que fazem o que lhes é pedido e aqueles que causam problemas. A criança que se torna um delinqüente é atraída como um ímã por outras que são ousadas e desobedientes. Ela gravita em torno de crianças que gostam de correr riscos fazendo coisas que não deveriam. Para obter aceitação, ela deve provar o próprio valor, demonstrando que pode encaixar-se, que é resistente e confiável. 2. "Também se veste como as outras crianças, imita o seu linguajar, segue-as aonde quer que vão e faz o que elas pedem.
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O filósofo e estrategista chinês pré-cristão, Sun Tzu, cunhou a importância, em qualquer tipo de disputa, conhecer antes a si mesmo e depois o máximo do adversário. Uma regra óbvia e que é solenemente ignorada até hoje... https://arierbos.medium.com/conhece-o-teu-inimigo-antes-de-moveres-um-dedo-contra-ele-72accb26f313
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E surge aquele velho biscoito em nova embalagem e fórmula, menor e mais caro, mas agora garantem que ficou uma delícia mesmo: é "sabor Direita", é de rachar em dois o movimento. Depois de Celso Russomanno, Rodrigo Maia, Davi Alcolumbre, Hugo Motta, José Luiz Datena, Romário, Ciro Gomes, Aldo Rebelo e grande elenco, sente o delicioso flavor dos novos ingredientes: André do Prado, Eduardo Cunha, Angelo Coronel, Rui Costa Pimenta, Arthur Lira e "tutti quanti". 😋
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Pergunta simples: se um ministro do STF for flagrado decapitando uma criança, alguém vai prendê-lo, ou terá que ter uma sessão no plenário do tribunal para decidir se pode ou não ser preso, e enquanto isso o Senado tem que esperar talvez ter maioria no ano que vem para afastá-lo?
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"Um povo não vai cuidar de sua posteridade se não respeita seus antepassados." Edmund Burke
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"Nota pessoal: Muitas pessoas ficam confusas e não raro enfezadas com as aparentes contradições da minha personalidade pública: filósofo e gozador sarcástico, pregador e pornógrafo, lógico e paradoxal, humilde e altivo, ora xingando, ora perdoando, ora fazendo as duas coisas ao mesmo tempo, ora educando e edificando, ora esculhambando e fodendo com tudo em torno. Tenho a consciência clara de que o Brasil me formou assim, de que reflito na minha pessoa e alma toda a sua complexidade, e de que só por ser assim consigo falar a todos os brasileiros, sem distinção, e -- milagre! -- ser compreendido quase sempre. O escritor é o sujeito que absorve o impacto da sociedade e devolve a experiência sob forma verbalizada, tornando-a mais clara e menos hostil à mente humana. That's all, folks." Olavo de Carvalho.
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"Antes de lutar contra, temos que saber o tamanho do inimigo." Olavo de Carvalho Sabedoria suntzuniana. E isso além do óbvio dos óbvios: o proponente a lutador saber, até mesmo antes, a sua própria capacidade, poderio, força e habilidades possuídas.
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