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» Deixei uma análise para esta noite na NBA. 📱 Você já sabe onde encontrá-la: @abraprops Se estiver comigo, deixe um 👍 para dar sorte!

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🎾 Taylor Fritz (@ 3.30) vs. Carlos Alcaraz (@ 1.33) Ao contrário dos primeiros jogos, em que Fritz começou lento, contra Fils ele sabia que tinha que subir o nível e assim o fez. No primeiro set, estava INJOGÁVEL, com 9.7 de serve quality e 9.3 de return quality. Fritz disse que a quadra 1 estava muito rápida, que na quadra 2, mais lenta, teve dificuldades, e que na quadra central sentiu as condições bem rápidas e conseguiu usar sua agressividade. O jogo de amanhã é justamente na quadra central e, pelas declarações, foi onde Fritz mais se sentiu confortável. Acredito que esse é um ponto a ser considerado. Por outro lado, Alcaraz não precisou entrar em quadra contra Matteo Berrettini, que desistiu por incapacidade física. E esse descanso é importante para o espanhol, que vem acumulando uma quantidade considerável de jogos em sequência. Mas não vou me apegar a aspectos físicos, e sim a características. Michelsen deu um trabalho imenso para Alcaraz e, como venho falando, o espanhol tem tido dificuldades no primeiro set na maior parte do tempo, num recorte considerável. Até Alcaraz pegar o feeling, pode ser que leve tempo, e Fritz pode se aproveitar disso, empurrando os sets e capitalizando seus games de serviço, principalmente no primeiro set. E pela forma como o americano devolveu contra Fils, não é de se descartar um Alcaraz um pouco mais frio no início e Fritz conseguindo uma quebra. Vejo possibilidades de explorar algo a favor de Fritz no primeiro set ou, caso prefira na partida, é interessante considerar os 11.5 jogos de Fritz ou os 12.5 de Alcaraz. 🎾 Casper Ruud (@ 1.51) vs. Nuno Borges (@ 2.56) Nuno Borges DESTRUIU o coitado do Ignacio Buse de maneira extremamente fácil. Como havia dito na análise, foi realmente impressionante a partida que ele fez contra Khachanov e, ainda mais, contra o peruano. No final do jogo, ele deu entrevista dizendo que está se sentindo muito bem nas condições de Paris, com o corpo respondendo às partidas dia após dia e, sem dúvidas, pela forma como tem jogado, é um nome para ficarmos de olho. Por outro lado, devo tirar o chapéu para Ruud, que também passou o carro em cima do Struff, numa partida de aproximadamente 50 minutos. Ruud disparou uma infinidade de winners nesse intervalo e comandou o jogo com seu forehand insano, que tanto elogio. Agora, o confronto é entre dois caras que se conhecem muito bem e têm se enfrentado com certa frequência nas últimas temporadas. O H2H está 2-2, mas o duelo mais recente, que inclusive aconteceu na semana passada, foi vencido por Nuno Borges. E o detalhe: o tuga saiu perdendo por 6-1 no primeiro set. Tenho gostado bastante da postura do tuga em quadra. Ele está leve, confiante, jogando muito bem e, como sempre digo, mesmo não sendo fã de Nuno, sei que ele adora esse tipo de duelo. Vejo a pressão do lado de Ruud e acredito que isso acabará equilibrando o confronto. Com odds tão discrepantes, vejo valor no Nuno em algum mercado secundário ou até mesmo no ML.

🇫🇷 M1000 Paris 🎾 Ben Shelton (@ 2.18) vs. Tommy Paul (@ 1.68) Não me entendam mal, mas pela barbaridade que Tommy Paul tem jogado, esse confronto contra Halys foi até mais difícil do que eu esperava. De qualquer forma, nada melhor do que mais uma vitória por 2-0 para dar moral. Agora, Shelton e TP se enfrentam nas quartas de final em Paris. O H2H está 2-2 e esse será o primeiro duelo entre eles desde fevereiro de 2024. Para TP, é uma vitória obrigatória se ele quiser manter vivo o sonho de Turim. O americano está jogando num nível absurdo, controlando bem o jogo, se movimentando muito bem e balançando o adversário horizontalmente. Tenho para mim que Tommy Paul é muito bom neutralizando o primeiro serviço e, obviamente, isso é essencial para jogar contra Shelton. Para ser honesto, não tenho achado Ben Shelton tão impressionante, e muito passa pela sua postura. Apesar de ser sempre muito confiante, tenho achado ele mais “contido” durante boa parte dos jogos. Digo no sentido daquela gritaria e comemorações quando ele vence um ponto qualquer. E ver Ben Shelton utilizando sua ‘passiva’ é muito importante. E postura mais contida acaba fazendo falta. De qualquer forma, Shelton é um cara muito clutch e, caso a partida suba os nervos, confio mais nele para resolver a parada, ainda mais contra um compatriota que ele conhece muito bem. O problema é que a atual versão de Ben Shelton não me parece suficiente para levar esse Tommy Paul ao limite. Tenho preferência por TP neste jogo, mas acho muito arriscado. Não recomendo apostas. 🎾 Luca Van Assche (@ 1.59) vs. Rinky Hijikata (@ 2.34) Luca Van Assche e Hijikata foram dois nomes que defendi claramente contra seus respectivos adversários. Ambos eram underdogs e ambos venceram em 3 sets. Van Assche vem de uma vitória grandiosa contra Learner Tien e agora, contra Musetti. Nas duas análises, citei que ele havia perdido para os dois há 1/2 semanas, mas ressaltei os possíveis ajustes que ele faria para enfrentá-los novamente. Dito e feito! O francês um cara que se movimenta muito bem, tem paciência para construir o ponto e um backhand cruzado que faz muita diferença nas trocas. Hijikata, por sua vez, está numa semana de sonho. Além de ter despachado o Darderi, derrubou Djokovic e agora Etcheverry. Com a trajetória, retornou ao TOP 100 e na entrevista pós jogo contra o argentino, afirmou que ele PERTENCE ao TOP 100. Enfim, o australiano não é um jogador de potência, mas se movimenta muito bem, tem muita variação ofensiva e sabe mudar o ritmo para encontrar os espaços. O ponto aqui é o seguinte: penso que a pressão está totalmente do lado de Luca Van Assche. E, nas últimas temporadas, ver franceses jogando em casa em situações de grande pressão não tem sido nada confiável. A torcida coloca uma expectativa imensa e, muitas vezes, acaba mais atrapalhando do que ajudando. Gosto de aproveitar o fator torcida com os franceses em rodadas iniciais, mas estamos falando de uma quarta de final de Masters 1000. Lidar com as emoções contra um cara que está mostrando leveza e um tênis confiante não será tarefa fácil. Vejo Hijikata vencendo um set e, também, a partida. Claro que, há muito risco nisso. 🚨 Liberarei as análises até o final do M1000 de Paris, caso o post linkado abaixo atinja 100 Likes. CONFIRA AQUI 🤜

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🇫🇷 M1000 Paris • Análises já disponíveis aqui. 100 Likes neste post e TODAS as análises serão disponibilizadas até o final do torneio.

Seguinte, galera. Vou compartilhas as análises para as QF de Paris. Mas, vamos fazer um combinado: pedirei 100 Likes no post
Seguinte, galera. Vou compartilhas as análises para as QF de Paris. Mas, vamos fazer um combinado: pedirei 100 Likes no post que enviarei em breve. Caso a gente atinja a meta, compartilho as análises até o final do torneio. Caso a meta não seja atingida, voltaremos no próximo torneio. Feshow? 👍

As análises para o M1000 de Paris serão restritas ao ABRA PREMIUM O valor é equivalente a uma 🍕 pizza média, 🔥 assine aqui
As análises para o M1000 de Paris serão restritas ao ABRA PREMIUM O valor é equivalente a uma 🍕 pizza média, 🔥 assine aqui para ter acesso.

🍻 Um brinde a todos aqueles que pensam fora da caixa. Péssimo dia para quem acredita no óbvio.
🍻 Um brinde a todos aqueles que pensam fora da caixa. Péssimo dia para quem acredita no óbvio.

Estou enviando uma análise para a NBA para todos que interagirem com este post. 📱 CONFIRA AQUI. Lembrando que, para que eu c
Estou enviando uma análise para a NBA para todos que interagirem com este post. 📱 CONFIRA AQUI. Lembrando que, para que eu consiga enviar, você precisa estar seguindo o @abraprops

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🎾 Nuno Borges (@ 2.58) vs. Karen Khachanov (@ 1.46) Khachanov avançou, mas contou com uma boa dose de “sorte”. Shapovalov se retirou no terceiro set quando estava vencendo por 4-1. Convenhamos que não era para o russo estar aqui. Nuno Borges, por outro lado, teve uma estreia bem tranquila contra Moise Kouame, numa partida que durou 1h. Agora, a dificuldade aumenta, obviamente. É verdade que o H2H é de 2-0 para Khachanov, mas o tuga mostra que é osso duro de roer. Os dois jogos foram em Grand Slam e o mais recente foi decidido num super tie-break, em Wimbledon 25. Posso não ser um grande fã de Nuno, até porque sei o quanto ele é 8 ou 80, mas, honestamente, acho que ele gosta desse tipo de duelo, em que entra sem o peso do favoritismo e pode jogar solto, trocando bolas na linha de base, sentindo o adversário e ganhando confiança. Acredito que a odd do tuga está alta para o que espero deste confronto. 🎾 Quentin Halys (@ 2.21) vs. Frances Tiafoe (@ 1.62) Halys fez uma estreia muito eficiente contra Fery. Foram 87% de pontos vencidos com o primeiro saque, 21 aces e apenas uma DF, além de 38 winners para 27 UEs. O francês conseguiu fazer o saque render e não deu brecha para o britânico levar o jogo para onde queria. Halys venceu pelo menos um set em 21 dos seus últimos 21 jogos. Venho falando que seu tênis está bastante confiável e, em maioria, as derrotas recentes são justificáveis. Do outro lado, Tiafoe faz sua estreia em Paris vindo de Viena, onde produziu muito pouco nos games de devolução contra Musetti, um cara com um saque limitadíssimo. Se não conseguiu pressionar o italiano, imagina contra um Halys sacando nesse nível. O Big Foe vai ter que melhorar muito na devolução para conseguir disputar os games de retorno, e também vai precisar elevar o nível do próprio saque, porque o francês tem mostrado eficiência nos BPs, mesmo que não crie muitos. Jogando em casa, com a torcida empurrando e com +money, acredito que Halys é a melhor opção neste confronto. 🎾 Tomas Martin Etcheverry (@ 4.08) vs. Alex de Minaur (@ 1.21) Ver Rublev perdendo é prazeroso. Mas vê-lo perdendo para um rato do saibro em indoor, é ainda melhor. E que trabalho do Etcheverry! O argentino fez uma partida de tirar o chapéu, algo que eu nunca tinha visto dele em indoor. Sólido, paciente, sem tremer nos momentos importantes e incomodando o russo do início ao fim. Para um cara que sempre teve números pobres nessas condições, é um feito enorme e que precisa ser reconhecido. E como disse na análise, essas pistas de Paris são, de fato, as que mais se aproximam do cenário em que ele consegue exercer seu jogo insistente. Do outro lado, De Minaur estreia em Paris depois de jogar a final de Viena no domingo. A transição de superfície não deve pesar tanto, porque Viena já estava lenta e com os ralis rolando, mas o desgaste de uma semana inteira de jogos complicados é um ponto a ser considerado. E o australiano, por mais rápido e defensivo que seja, vai encontrar do outro lado um cara que também não larga o osso. Apesar de achar muito interessante em no Lay De Minaur quando ele é visto como amplo favorito, acredito que Etcheverry não tenha as características que mais o incomodam: agressividade e capacidade de finalizar rapidamente. Vejo Etcheverry com poucas armas para tirar o australiano da zona de conforto. Se De Minaur continuar Locked In, acredito num jogo under. 🎾 Tommy Paul (@ 1.29) vs. Daniel Merida Aguilar (@ 3.41) Daniel Merida Aguilar teve uma primeira rodada bem mais acessível do que teria caso Blockx tivesse jogado. Com a desistência do belga, o espanhol enfrentou Sebastian Baez e passou em sets seguidos. Agora, o nível sobe bastante. TP vem de vitória contra Rune e segue em grande momento, com seu controle de bola e as variações de peso e altura funcionando muito bem. Merece o favoritismo, sem dúvidas. Mas a @ 1.29? Não concordo. Sabem o quanto gosto do espanhol e afirmo que não dá para subestimá-lo. Merida está jogando muito bem nesta temporada, com um tênis bastante versátil nas superfícies. Ele tem uma facilidade absurda para gerar potência, com uma direita venenosa. O que mais me chama a atenção é a naturalidade como ele impõe peso no forehand. Insano! Merida é o tipo de jogador que consegue empurrar o adversário para trás e assumir o controle do ponto. E isso foi visto contra Daniil Medvedev, em que, apesar da derrota, ele teve a faca e o queijo para vencer o primeiro set, mas não suportou a pressão. Se entrar confiante, realmente não descarto a possibilidade de zebra aqui. 🎾 Thiago Agustin Tirante (@ 2.35) vs. Jan-Lennard Struff (@ 1.55) Jan-Lennard Struff está sendo impressionante nas últimas semanas. Contra Arthur Gea, num jogo de poucas oportunidades, ele fez exatamente o que vinha fazendo nos torneios recentes: foi extremamente eficiente nos momentos que realmente importavam, mantendo o alto nível de saque e passando por pouca pressão. Do outro lado, Tirante chega como LL, depois de cair na última rodada do qualifying para Mattia Bellucci. Venho elogiando o argentino ao longo do ano, mas sua experiência em indoor é pouquíssima, e enfrentar esse Struff on fire, sólido e confiante, é uma tarefa duríssima. Ainda assim, não vejo valor no alemão. Conheço a figura e sei que é exatamente nesse tipo de jogo, contra um adversário teoricamente mais fraco, que ele costuma se complicar. Mas, de forma geral, acho que Struff está mais próximo da vitória. 🎾 Alex Michelsen (@ 5.10) vs. Carlos Alcaraz (@ 1.14) Michelsen representou com o grupo na primeira rodada, vencendo Lehecka. E para mim, ele foi melhor que o tcheco em todos os sets e, inclusive, deveria ter vencido o primeiro, se tivesse aproveitado as oportunidades que criou. Agora, reencontra Carlos Alcaraz poucas semanas depois daquele jogo em Tokyo. Lá, as condições eram outras, bem mais rápidas, e o momento também era diferente. Mas dá para tirar uma ideia. Naquela partida, o jogo foi bem mais complicado do que as odds sugeriam. Michelsen bateu de frente durante boa parte do tempo e, se tivesse aproveitado o primeiro set, a história poderia ter sido outra. Carlitos precisou ligar o modo clutch para não sair atrás. E o americano mostrou mais uma vez que gosta desse tipo de duelo contra grandes nomes, entrando sem nada a perder e tentando encurtar os pontos com seu jogo flat e agressivo. Do outro lado, Alcaraz chega como campeão de Viena, exalando confiança. A transição não deve ser um problema, porque estatisticamente, as condições não são tão diferentes. Mas o cansaço de uma semana cheia pode pesar no início. A diferença é enorme e nem preciso me estender sobre. Mas, assim como em Tokyo em que pegamos o over games, não acho que Michelsen será despachado facilmente. 🎾 Alex Molcan (@ 3.85) vs. Taylor Fritz (@ 1.23) Fomos no set de Bonzi contra Fritz com +money e deu boa! O americano encontrou bastante dificuldade até pegar o timing do francês e, só depois disso, conseguiu impor sua superioridade. E acredito que Alex Molcan também pode oferecer resistência. O eslovaco é canhoto, sabe se defender muito bem, mas também consegue assumir o controle com as transições de fora para dentro da quadra. Contra Droguet, fez uma partida bem sólida, com 35 winners e 28 UEs, colocando 75% de primeiros saques em quadra e vencendo 60% dos pontos com o segundo serviço. O ponto de atenção é que choveu aces na cabeça de Molcan, foram 20 de Droguet. E contra Fritz, um dos melhores sacadores do circuito, isso pode se repetir. Molcan terá que neutralizar o primeiro serviço de Fritz, na maior parte do tempo, para conseguir forçá-lo as trocas. E pelo fato de ser canhoto, é interessante que evite o forehand do americano, utilizando a bola cruzada. Não consigo engolir Taylor Fritz a @ 1.20 longe dos hard courts americanos.

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🇫🇷 M1000 Paris 🎾 Alexander Zverev (@ 1.34) vs. Lorenzo Musetti (@ 3.09) Musetti passou por Hurkacz num jogo extremamente duro, em que ambos, pouco produziram nos games de devolução. Não é à toa que a partida foi decidida em dois tie-breaks. Méritos de Musetti, que me parece bastante motivado para continuar a boa fase nesta reta final de temporada. Só que agora o cenário é outro. Não imagino Zverev, um dos melhores nomes da atualidade no quesito devolução, não conseguindo pressionar o fraque saque de Musetti. O alemão gosta de trocas bolas no fundo da quadra, é adepto aos longos ralis e considerando a falta de agressividade de Lore, ele pode ficar muito à vontade nesses courts de Paris. Neste confronto, vejo Zverev variando entre se manter no controle do ponto, ou dar a bola pro Musetti, porque ele sabe que o italiano não se sente confortável no domínio do ponto. E como venho falando, quando o adversário deixa Musetti no controle do ponto, o italiano acaba se desesperando por não ter respostas para furar a defesa nas trocas de linha de base. Foi assim contra Fery em Viena. Enfim, de forma geral, Zverev estreia em Paris e tem apresentado um padrão bem notável em rodadas iniciais: começo frio e dificuldade até engrenar. Como ele vem de Viena, a transição não me parece um ponto para preocupação, mas é o primeiro jogo dele nessas condições, enquanto Musetti já está ambientado. Sinceramente, é uma partida que pouco me interessa em termos de escolhas. 🎾 Arthur Fils (@ 1.46) vs. Tomas Machac (@ 2.58) Fils estreia em Paris e, por mais que o torneio seja em casa, não considero o adversário tão acessível. Além disso, em Basel, mostrou sinais de desgaste físico contra Michelsen e posteriormente contra contra Taylor Fritz, se retirou de quadra. Agora, sai de uma pista mega acelerada para uma pista que por mais que o CPI sugira condições rápidas, as trocas estão bem longas, de forma geral. Logo, penso que sua potência perde bastante efeito e ele vai ter que construir muito mais. Machac, por outro lado, além de ter vencido muito bem seus jogos no qualifying, já passou pela primeira rodada contra Jacquet, mesmo com a torcida francesa toda contra ele. Entãom já está com o feeling do torneio. O tcheco tem um jogo muito apropriado para o indoor, sabe jogar no contra-ataque e seu repertório ofensivo é bastante vasto. Além de ser um cara extremamente sólido na linha de base, com muito controle de bola. Obviamente, o momento de Machac não é dos melhores, mas ele foi TOP 20 há pouco tempo e será só questão de tempo para voltar ao seu verdadeiro ritmo. Vejo Machac dando trabalho para Fils neste confronto. Logo, não considero seguro optar por Fils. 🎾 Ignacio Buse (@ 6.00) vs. Daniil Medvedev (@ 1.10) Ignacio Buse representou com o grupo na primeira rodada e venceu Zizou Bergs facilmente, em sets seguidos. De qualquer forma, foram 71% de pontos vencidos com o primeiro saque, 12 winners e 11 UEs. Números que pouco impressionam para enfrentar a atual forma de Daniil Medvedev. É muito esperado que Daniil Medvedev vença, mas tentando pensar fora da caixa, vejo um cenário em que Medvedev esteja sobrecarregado de tantas partidas consecutivas desde a gira asiática e acabe desempenhando abaixo do que esperamos para um confronto, teoricamente, bem acessível. Além disso, as bolas Dunlop do torneio não são nada 'queridas' no circuito e caso Medvedev não esteja em seus dias, é bem provável que ele se irrite com alguma coisa. E meu palpite é que as bolas utilizadas em Paris sejam o alvo. Para finalizar, vejo um cenário que Buse jogue no contra-ataque, prolongando as trocas e gostando da partida. Com isso, sua confiança aumentará e como o peruano é ousado, pode ser que impressione em algum momento do jogo. 🎾 Luca Van Assche (@ 2.94) vs. Learner Tien (@ 1.37) Learner Tien passou por Daniel Vallejo na primeira rodada. E como Tsitsipas desistiu, não fiz uma análise para este confronto. Provavelmente, Tien era amplo favorito para este jogo contra o paraguaio, mas isso não se refletiu em quadra, considerando a dificuldade que Tien teve no confronto. Agora, ele enfrentará novamente o Luca Van Assche, em menos de uma semana. Tien destruiu o francês em Viena, por 6-3 6-1. O cenário para este jogo é bem diferente, porque em Paris, Luca Van Assche poderá contar com a torcida o apoiando. Van Assche se movimenta muito bem, tem um backhand cruzado que é um grande diferencial e acabou de passar por Navone num jogo relativamente tranquilo. Seu saldo no indoor é de 15W-3L. Para este confronto, acredito que o mercado esteja esperando a mesma facilidade que Tien teve em Viena. Mas Luca Van Assche pode ter aprendido e estudado o que fez de errado para aplicar amanhã. Vejo este confronto com muitas quebras e também, penso que quem vencer o primeiro set, vencerá a partida em sets seguidos. Acredito num jogo under, mas não tenho muito interesse neste confronto. 🎾 Matteo Berrettini (@ 1.98) vs. Ugo Humbert (@ 1.77) Berrettini vem de uma vitória muito importante na primeira rodada contra Brandon Nakashima, adversário duríssimo para enfrentar no indoor. Com tempo para preparar a direita, Berrettini se sente bastante à vontade. Mas aqui, acho um pouco difícil do italiano encontrar facilidade para 'cozinhar' o ponto. Ugo Humbert é canhoto, um exímio canhoto, por sinal. Seu perfil é extremamente agressivo e seu forehand cruzado será, naturalmente, explorado para buscar a esquerda do Matteo. E como sabem, Berrettini adora utilizar slice, ao invés de um backhand cruzado ofensivo. Então, vejo Ugo Humbert com muito mais oportunidades para se manter no controle e exercer seu jogo. Além disso, seus números no indoor são melhores e especialmente, por jogar em Paris, acaba levando outro ponto de vantagem prévia. 🎾 Mattia Bellucci (@ 1.63) vs. Arthur Rinderknech (@ 2.18) Rinderknech passou por Fran Cerundolo e, sinceramente, isso mostra o quanto o apoio da torcida francesa pode empurrar esse cara. Mesmo sem conseguir explorar tanto o padrão de saque + 1ra bola, ele encontrou caminhos e se aproveitou da fragilidade mental de Cerundolo, quando passa por adversidades. Tenho quase certeza que Dolo abandonou a partida por não estar com condições emocionais para continuá-la. A história da lombar foi só uma desculpa. Bom para Rinderknech, que praticamente, nem precisou disputar o terceiro set. Por outro lado, Bellucci está apresentando uma postura confiante e isso vem desde as vitórias com muita propriedade no qualifying. O fato de ser canhoto incomoda bastante qualquer adversário. Gosto mais do estilo do italiano para Paris, mas como já disse, não compro Bellucci por menos de @ 1.80. Com Rinderknech embalado e jogando em casa, esse jogo tem tudo para ser bem mais parelho do que a odd indica. Tô fora. 🎾 Novak Djokovic (@ 1.16) vs. Rinky Hijikata (@ 4.72) Antes de tudo, tiro o chapéu para Rinky Hijikata. Que vitória! O australiano estreou de maneira leve, jogou com uma propriedade absurda, mandou no ritmo da partida e não deu espaço para o italiano encontrar o jogo característico de fundo que eu esperava. Hijikata foi ótimo. Do outro lado, Djokovic mostrou mais uma vez por que é quem é. Vacherot tinha quebra acima no segundo set e o jogo parecia ter ido para o espaço, mas Novak conseguiu se reconectar com a partida, encontrar soluções e virar um jogo que, para muita gente, já estava perdido. O mais importante é que por mais que o jogo tenha sido duríssimo, não desgastante fisicamente, considerando que o terceiro set foi um passeio do tio Novak. Agora, o confronto é bem mais acessível, na teoria. A diferença tática e técnica é discrepante. Hijikata é um jogador limitado e, por mais confiante que esteja, não vejo como ele possa impor problemas para alguém que lê o jogo como Djokovic. Novak não deve ter grandes dificuldades para pegar o timing do australiano. Sim, eu disse que o Lay Novak viria, mas ainda não é o momento.

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🎾 Tommy Paul (@ 1.40) vs. Holger Rune (@ 2.81) TP fez em Viena a melhor sequência de jogos que vi dele em muito tempo, com performances absurdas contra Rublev e Darderi. Sua derrota foi justificável contra o imparável Carlos Alcaraz. Zero problemas nisso. E agora, a transição de TP é de Viena para Paris, nada de tão preocupante. Numa pista mais lenta, o americano consegue usar a sua intensidade e inteligencia no jogo de pés para cobrir a quadra, construir o ponto com calma, trabalhando suas características puras de um ball controller e variações de peso e altura. Por outro lado, Rune foi muito impressionante em Basel para um cara que está buscando sua melhor forma. Fomos com Vacherot contra Rune e acredito que tivemos sorte, porque Rune foi ótimo naquela partida, de forma geral. O problema é que criou infinitas oportunidades de break e não converteu quase nada, e isso diz muito sobre o momento de quem ainda está buscando ritmo e confiança. Rune volta para o ATP de Paris depois de 2 anos. Seus números por lá são de 12W-2L. Com um título e uma SF. Sem dúvidas, Rune sabe como jogar em Paris e se sente totalmente à vontade por lá. MAS, PORÉM, TODAVIA, como enviei na prévia, as condições da época eram muito diferentes das atuais. Não esqueçam disso. Acredito que para Rune, é mais interessante pistas rápidas e de quique baixo, como em Basel. Agora, vindo de Basel e tendo que encontrar pistas diferentes, acredito que o fato dele não estar 100% pode ser prejudicial contra um grande nome do circuito. 🎾 Alex Michelsen (@ 2.16) vs. Jiri Lehecka (@ 1.65) Dois jogadores que gostam de pista rápida e que não vão encontrar isso em Paris. Michelsen tem golpes flats, gosta de finalizar o ponto em poucas trocas e sobe bastante à rede. Lehecka é um legítimo ball striker, com saque para decidir um jogo e uma esquerda muito sólida. Os dois vão ter que trocar muito mais bolas do que gostariam, e aí a pergunta é quem se adapta melhor. E aqui a grande questão: o tcheco jogou a final de Basel no domingo, depois de uma semana desgastante, com direito a match point salvo contra Struff, e já está em quadra na terça numa superfície completamente diferente. Michelsen caiu na segunda rodada em Basel e teve muito mais tempo para se preparar para essas condições. Isso pesa. Em termos de nível, Lehecka está em alguns steps acima, mas a combinação de desgaste físico com uma transição tão brusca me faz olhar com outros olhos para o americano. Vejo Michelsen com boas chances. Essa odd de Lehecka me parece trap. 🎾 Benjamin Bonzi (@ 3.99) vs. Taylor Fritz (@ 1.22) Fritz é sólido na linha de base, tem golpes muito retos e é um dos melhores sacadores do circuito. Mas numa pista lenta como a de Paris, seus pontos fortes serão consideravelmente reduzidos e isso me preocupa para uma odd @ 1.22. O americano vem de uma derrota rápida para Vacherot em Basel, em 86 minutos, e não convenceu naquele jogo. E a transição de um cenário mega favorável para uma pista mais lenta me preocupa. Bonzi joga em casa, é um cara sólido do fundo, que gosta de ficar nas trocas e que vai ter a torcida mais barulhenta do circuito ao seu lado. Numa quadra lenta, caso consiga neutralizar o saque e a primeira bola de Fritz, ele vai exigir bastante do americano. Acho esse preço bem zoado e o fato de Fritz não ser um jogador tão querido na França me faz crer que a torcida subirá ainda mais os nervos desse jogo do que se espera. Bonzi vem do qualifying e venceu de Griekspoor e Hanfmann. São duas vitórias bem interessantes e contra estilos que, dada as proporções, podem ser consideradas um ótimo preparo para enfrentar Fritz. Muito cuidado nesse jogo. 🎾 Jan-Lennard Struff (@ 1.87) vs. Arthur Gea (@ 1.87) Struff fez a semana da vida em Basel: venceu Djokovic, atropelou Nuno Borges e teve match point contra Lehecka. E não foi só o saque. O alemão vinha evoluindo bastante nos games de devolução, algo que venho falando há alguns torneios. Só que tudo isso aconteceu numa pista acelerada, com saque e primeira bola funcionando. Em Paris, o pseudo serve-bot perde boa parte da sua principal arma e vai ter que trocar muito mais bolas. E vamos combinar: ficar trocando bola do fundo nunca foi o forte de Struff. Além disso, existe a ressaca física e emocional de uma semana tão intensa, ainda mais depois de ter tido aquele match point e deixado escapar contra Lehecka, para conseguir chegar a mais uma final em B2B. Gea joga em casa, com a torcida empurrando, e numa quadra lenta, com mais tempo para devolver o saque do alemão, consegue colocar a bola em jogo e forçar Struff a construir. Prefiro, de maneira consideravel, o estilo de jogo de Gea para essa pista de Paris. 🎾 Ben Shelton (@ 1.30) vs. Cameron Norrie (@ 3.30) Eu disse que Shelton não parecia motivado para essa reta final de temporada, e a derrota para Jerome Kym em Basel só reforça isso. Foram muitos erros não forçados e pouquíssima resposta nos games de devolução. E vamos lembrar que, mesmo na vitória contra Kovacevic, o americano não quebrou o saque do adversário nenhuma vez em 3 sets, bizarro. Ou seja, o Benny em solo europeu, tem demonstrado que depende bastante do primeiro serviço, e em Paris essa arma perde boa parte da força. Do outro lado, temos Scameron Norrie que vem de uma vitória contra Arnaldi na primeira rodada, num jogo de altos e baixos. De forma geral, por mais que Norrie esteja 2-2, tenho achado suas performances bem interessantes neste início de gira em indoor. Quem viu seu jogo em Viena, sabe que ele poderia ter eliminado Medvedev, caso aproveitasse a oportunidade de sacar para a partida. Enfim, Scameron Norrie de forma pura! Para este confronto, acho Norrie um cara bem perigoso. Isso porque, ele já foi considerado um dos jogadores mais sólidos na linha de base do circuito e nas condições de Paris, isso poderá contar bastante. Tênis ele tem (e muito), mas as vezes esquece disso. Outro ponto é que, além de Shelton perder boa parte dos seus pontos fortes em Paris, Norrie também é canhoto. E isso também tira a vantagem de Shelton. Honestamente, penso que Norrie gosta desse tipo de confronto e acredito que oferecerá muita resistência para Shelton neste confronto. Não descarto a possibilidade de zebra aqui. 🎾 Casper Ruud (@ 2.48) vs. Rafael Jodar (@ 1.50) Rafael Jodar vem de uma performance impecável contra Tabilo na primeira rodada, com o maior return rating do ano: 9.6/10. É um número absurdo e mostra que o espanhol chega muito ligado em Paris. Mas Ruud, numa quadra lenta, é outro jogador. Nessas condições ganha tempo para armar a direita, jogar com muito topspin e empurrar o adversário para trás. E é aí que mora o desafio para Jodar. O espanhol é muito adaptável e, quando pega o timing do adversário, fica bem difícil trocar bola com ele. Só que pegar o timing de um forehand tão pesado quanto o de Ruud nem sempre é rápido, e foi exatamente isso que falei neste mesmo confronto que aconteceu em Shanghai, há poucas semanas. Naquela época, Jodar estava sofrendo bastante nos primeiros sets e parti dessa ideia para formular aquela análise. O resultado foi que Ruud venceu o primeiro set, mas perdeu de virada. Aqui, também vejo com bons olhos o primeiro set para Ruud, seja na vitória ou HC+. Naturalmente, Jodar deve encontrar saídas à medida que a partida se estende. Sendo assim, acho que ambos são totalmente capazes de apresentar um excelente confronto, decidido em 3 sets.

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🇫🇷 M1000 Paris 🎾 Andrey Rublev (@ 1.40) vs. Tomas Martin Etcheverry (@ 2.81) Honestamente, tenho até um pouco de preguiça para fazer análises de Rublev. É um jogador que desgosto pelas atitudes em quadra. Apesar de reconhecer que num bom dia, obviamente, ele possui um jogo extremamente perigoso, por ser muito agressivo, penso que este estilo "pancadaria" do Rublo funciona muito bem quando a bola anda. Para quem leu a prévia do torneio, nas atuais condições de Paris, esse poder de fogo será consideravelmente reduzido pelo fato das condições não estarem aceleradas como nas outras edições. Numa quadra mais lenta, contra um jogador de fundo de quadra, o russo vai ter que bater duas, três bolas a mais para fechar o ponto, e Etcheverry é um cara que se conseguir pegar o timing, pode despertar o pior de Rublev, fazendo com que seu temperamento ridículo apareça e o tire mentalmente da partida. Etcheverry não tem bons números em indoor, mas penso que as pistas de Paris são as que mais se aproximam dos cenários nos quais ele consegue exercer seu jogo insistente e de muita devolução. Não vou contra o louco do Rublev, mas estarei torcendo contra. 🎾 Arthur Rinderknech (@ 2.61) vs. Francisco Cerundolo (@ 1.45) Rinderknech sentirá uma drástica mudança de velocidade de superfície. Em Basel, seu estilo de jogo era muito mais favorecido, mas ele acabou caindo para Jerome Kym. Agora, apesar de jogar em casa, as pistas são mais lentas e será bem mais difícil dele exercer seu padrão de saque + 1ra. Num cenário mais lento e com mais espaço, Dolo pode exercer seu sólido jogo na linha de base, pressionando na devolução e obrigando Rinderknech a disputar ralis mais longos. De qualquer forma, Rinderknech é um dos nomes que adora usufruir do apoio da torcida e por ser um jogador que costuma ser bastante ovacionado na França, a motivação pode ser um diferencial neste confronto. Acredito que, mesmo que Arthur não consiga explorar tanto seu estilo de jogo, pode ser que leve um certo tempo até que Dolo pegue o timing e assim, consiga por em jogo a diferença de nível tático e técnico. Explorar algo no 1ro set à favor de Rinderknech me parece plausível. 🎾 Quentin Halys (@ 1.58) vs. Arthur Fery (@ 2.29) Na última aparição de Halys, ele conseguiu perder uma partida que foi superior em TODOS os quesitos. Isso aconteceu no confronto contra Rune, em Basel. De qualquer forma, Halys mostra que continua sendo um cara extremamente confiável para ganhar um set, tendo em vista que ele venceu um set em 20 dos seus últimos 20 jogos. Agora, o francês enfrenta um grinder extremamente sólido na linha de base, que tem repertório para exigir trocas mais longas e uma maior paciência na construção dos pontos. Numa quadra lenta, o saque de Halys perde força e ele vai ter que ganhar pontos nas trocas, que é exatamente onde Fery quer levar o jogo. Na minha opinião, Fery é um cara bem chato de se jogar contra. Acredito que as odds deveriam estar mais próximas. 🎾 Brandon Nakashima (@ 1.57) vs. Matteo Berrettini (@ 2.31) Ambos vem de Viena, onde as pistas não me pareciam tão aceleradas. Acredito que aqui, é muito mais favorável e natural a transição de torneio, comparado a quem vem de Basel, por exemplo. De forma geral, gostei do que vi de Berrettini em Viena: tempo para preparar a direita, uso do slice para cozinhar o ponto e postura confiante. Ele perdeu para De Minaur, num jogo que estava de igual para igual até o tie-break cair para o outro lado. Em Paris, ele vai ter ainda mais tempo para armar o forehand, mesmo perdendo um pouco do saque. Por outro lado, acho complicado acreditar em Nakashima longe de casa. Para mim, é o típico americano que faz um ou outro bom torneio na Europa, mas de forma geral, não é confiável nestas condições. É um jogo entre jogadores com basicamente o mesmo perfil, mas é fato que Nakashima tem jogado um tênis muito mais convincente nesta temporada. Para mim, seu repertório ofensivo é bem mais vasto do que apenas uma excelente direita. 🎾 Stefanos Tsitsipas (@ 2.08) vs. Learner Tien (@ 1.70) Learner Tien vem de um jogo muito pobre contra Alex De Minaur em Viena. Pouca pressão na devolução, pouca capacidade para finalizar o ponto e muita devolução sem peso. De qualquer forma, Tien não é isso, e aquele matchup era basicamente um grinder contra outro grinder, em que ninguém queria assumir o risco. Agora o cenário é outro. Stefanos é muito mais agressivo, gosta de comandar o ponto com a direita, e isso permite que Tien faça o que faz de melhor: contra-atacar. Além disso, o americano é canhoto e pode explorar bastante o backhand de uma mão do grego com a bola cruzada, alta e incômoda, principalmente numa quadra lenta, em que essa bola fica ainda mais tempo subindo no lado mais vulnerável de Tsitsipas. Por outro lado, tenho gostado bastante de Tsitsipas recentemente e acho que a mudança na sua equipe técnica foi essencial para vermos essa evolução e essa retomada de confiança. Difícil decidir. Algo me diz que Tsitsipas pode ganhar esse jogo, mas acredito que as odds estejam corretas, com leve favoritismo para Tien. 🎾 Novak Djokovic (@ 1.42) vs. Valentin Vacherot (@ 2.74) Essa é uma oportunidade para Novak Djokovic se vingar. No ano passado, eles se enfrentaram na SF de Shanghai e quem venceu foi Vacherot. Estávamos com o monegasco e ele nos proporcionou um belo green. Aliás, naquela época, fomos com Vacherot em basicamente todos os jogos e ele representou. Em Basel, na semana passada, pegamos ótimos greens com ele de novo e ele continuou representando. Já Djokovic caiu para Struff em Basel e fomos no Lay Djokovic. Um dos argumentos foi que Novak tem tido dificuldades contra grandes sacadores, e Basel, por ser mega acelerado, piorou ainda mais isso. Em Paris, essa adaptação contra big servers pode ser bem mais fácil e natural, porque os jogadores que dependem de um bom primeiro serviço podem ter dificuldades em encaixá-lo. Vacherot, por outro lado, vem de uma semana insana em Basel, jogando a final no domingo e agora tendo que se adaptar a uma pista muito mais lenta em menos de 48 horas. O desgaste e a transição são consideráveis, e não há como ignorar isso. Mas acredito que todo mundo irá se apegar ao mesmo motivo. E não tenho dúvidas de que o "NOVAK DJOKOVIC ML @ 1.40" estará no bilhete de muitos 'especialistas'. Mas não esqueçam que Vacherot é insano, sabe jogar os pontos que realmente importam e, definitivamente, não vai tremer diante do GOAT. De qualquer forma, a verdade é que o torneio tem uma superfície mais lenta e isso favorece a devolução e a leitura de jogo de Novak, e por isso entendo o favoritismo. Não recomendo a vitória de Djokovic e, com toda a certeza, se ele passar, ainda irei no Lay Novak. 🎾 Alejandro Davidovich Fokina (@ 1.33) vs. Moise Kouame (@ 3.14) Quadra lenta ou rápida, tanto faz para DadivoGOAT Fokina. Um dos nomes mais versáteis do circuito dentre os mortais. O espanhol se movimenta muito bem, tem criatividade, sabe jogar dominando ou no contra-ataque. Em Paris, com mais tempo para se organizar, esse repertório fica ainda mais perigoso. E aquele Foki que tanto falava, de altos e baixos, que se perdia sozinho em quadra, ficou para trás. O Fokina de agora é vencedor e com uma mentalidade absurda. Do outro lado, Kouame é um garoto francês que vai jogar em casa, com a torcida mais barulhenta do circuito empurrando a cada ponto. E vimos o jovem impressionando em Roland Garros justamente por ir no embalo da torcida e apresentar uma postura muito motivada e confiante. Sem dúvidas, esse é o cenário perfeito para jogar solto. Kouame tem muito tênis e não tenho dúvidas que vai voar no circuito. Mas atualmente, em termos de nível, a diferença é grande, e numa pista lenta o espanhol tem tudo para impor sua experiência nas trocas. O que me pega aqui é que Fokina desistiu de Basel por preservação física, dado a quantidade de partidas que ele teve durante a gira asiática. Tempo para se recuperar ele teve, mas vai saber o que ele andou fazendo...

🇫🇷 M1000 Paris • Análises já disponíveis aqui. Em breve, solto no grupo também! 🫡
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Em breve, análises para o ATP de Paris. Se o apoio for bom nas análises, tanto aqui, quanto no X, não terei problemas em comp
Em breve, análises para o ATP de Paris. Se o apoio for bom nas análises, tanto aqui, quanto no X, não terei problemas em compartilhar análises para os próximos dias.