Centro de Estudos Minayba
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Divulgação de artigos, pdfs, notícias, textos, comentários e trechos de livros de conteúdo dissidente e tradicionalista.
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"Apoiado pelos EUA, Israel agora age não como um proxy dos interesses americanos, mas criou um proxy a partir dos EUA para servir aos seus próprios interesses. "América Primeiro" significa "Israel Primeiro", uma fusão simbiótica de dois Estados em um só."~ Richard Leviathan
"É peculiar como alguns judeus podem ser extremamente conscientes da questão racial, ao mesmo tempo que disfarçam isso com uma forma de liberalismo artificial que está se tornando cada vez mais conservador, reacionário e chauvinista. Se uma nação europeia professasse a exclusividade étnica como um princípio fundamental de sua identidade, herança e lei, seria acusada de racismo, senão de fascismo. E, no entanto, é precisamente o senso judaico de história, a síndrome da perseguição e a experiência passada de catástrofes que fazem da autopreservação a qualquer custo um imperativo moral e político categórico. É uma mentalidade de cerco que justifica sitiar o outro, o vizinho impotente que é amplificado na ameaça perpétua no âmago da psique judaica. Gilad Atzmon chama de síndrome de estresse pré-traumático, a expectativa de que algo terrível esteja sempre prestes a acontecer aos judeus, o que resulta na aplicação mais frequente e severa da tática draconiana do "olho por olho" contra os palestinos."
Os primeiros aviadores brasileiros na Europa em destaque num jornal francês. O governo brasileiro enviou um grupo de oito oficiais navais para adquirir experiência de voo junto à Força Aérea Real Britânica.
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Túmulo de José Júlio Pereira de Moraes, Visconde de Moraes. Nascido em Portugal, recebeu o título de Visconde do Rei Carlos I de Portugal em 1903. Entre a década de 1870 até sua morte em 1931, foi um dos empresários mais ricos do Brasil e teve papel fundamental na infraestrutura do Rio de Janeiro. O monumento é considerado uma das obras de arte funerária mais impressionantes do Brasil.
"Recuperación de Bahía del Brasil" de Juan Bautista Mayno, retratando a reconquista em 1º de maio de 1625 da cidade de Salvador pela frota militar hispano-portuguesa contra as forças holandesas que haviam ocupado a cidade um ano antes. A operação foi comandada por Dom Fadrique de Toledo Ósorio. O quadro de Juan Bautista Mayno mostra ainda uma glorificação ao rei Filipe IV e o conde-duque de Olivares.
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A Conquista da Amazônia, Antônio Parreiras, 1907, abrigado no Museu Histórico do Pará. Representa a tomada de posse e a colonização e fundação de marcos portugueses na região amazônica.
"Recuperación de Bahía del Brasil" de Juan Bautista Mayno, retratando a reconquista em 1º de maio de 1625 da cidade de Salvador pela frota militar hispano-portuguesa contra as forças holandesas que haviam ocupado a cidade um ano antes. A operação foi comandada por Dom Fadrique de Toledo Ósorio. O quadro de Juan Bautista Mayno mostra ainda uma glorificação ao rei Filipe IV e o conde-duque de Olivares.
Porto Velho durante o Estado Novo, em 11 de outubro de 1940, em recepção a Getúlio Vargas.
"Nas fronteiras do Oeste Brasileiro, o povo de Porto Velho saúda o bandeirante da era nova"
Uniformes e itens pessoais que pertenceram ao Marechal Deodoro da Fonseca.
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"Nós temos plena consciência de que a guerra não é a única maneira de defender nossos valores. Mas se estes valores estiverem fundamentalmente ameaçados, como é o caso hoje, então a guerra é a única maneira de defendê-los. Tudo que nos atrapalhe em nosso esforço de nos defendermos é uma injustiça. Nós não quisemos essa guerra, ela foi imposta a nós, como todas as outras. Defender o próprio povo é um dever sagrado". - Ratko Mladic
"As tendências da religião romana também são práticas e utilitárias, rejeitando sempre o princípio idealista. Depois dos deuses do lar e dos bosques, os latinos e, com eles, as nações sabélicas veneravam respeitosamente Herculus ou Hércules, o deus da quinta ou propriedade rural cultivada em paz (de hercere), que logo se tornou o deus da riqueza e do lucro. Nada era mais comum do que ver o romano oferecer o dízimo de suas colheitas no altar principal (ara maxima) do deus, situado no mercado dos bois (forum bovarium). Suplicava-lhe que afastasse as perdas que o ameaçassem ou que fizesse prosperar seu capital. Como era nesse mesmo lugar que se costumava celebrar os contratos e confirmá-los por meio do juramento, Hércules logo foi identificado com o deus da boa-fé (Deus Fidius). O acaso não tinha qualquer participação no culto da divindade protetora dos negócios. Ela era honrada, diz um antigo escritor, em todas as aldeias da Itália; em toda parte encontravam-se seus altares, tanto nas ruas das cidades quanto ao longo das grandes estradas. Assim, e pelos mesmos motivos, os latinos invocavam desde tempos muito antigos e em toda parte a deusa do acaso e do bom êxito (Fors, Fortuna), bem como o deus comerciante (Mercurius). Uma economia doméstica rigorosa e disposições especiais para o comércio eram alguns dos traços distintivos do povo romano; não é de admirar, portanto, que encontrássemos a imagem divinizada de suas virtudes até mesmo nos mais íntimos dogmas de sua religião."
"Mas, de todos os cultos praticados em Roma, talvez nenhum tenha penetrado mais profundamente nos costumes do que o dos gênios protetores da casa. Observemos, nos ritos oficiais, as invocações a Vesta e aos Penates; nas orações familiares, aquelas dirigidas aos deuses dos bosques e dos campos, aos Silvanos. E, sobretudo, as invocações aos deuses próprios do lar, os Lares, que participam das refeições familiares e aos quais, até mesmo na época de Catão, o Velho, o senhor dirigia primeiramente suas devoções ao entrar em sua casa. Portanto, na ordem das dignidades divinas, os gênios rurais ou domésticos não ocupam o último lugar. Não poderia ser diferente sob o domínio de uma religião que carecia de todo ideal! A piedade dos fiéis não buscava seu alimento em abstrações distantes e gerais; ao contrário, ajoelhava-se diante das noções mais simples e individuais."
Já dissemos que o panteão romano reflete a Roma terrestre como em um espelho de um ideal mais elevado, reproduzindo-a com minuciosa exatidão, desde as coisas maiores até as menores. O Estado, as famílias, os fenômenos da natureza, os do mundo moral, os homens, os lugares, os objetos e até os atos relacionados ao domínio da lei refletem-se no sistema das divindades de Roma. Por outro lado, assim como as coisas terrenas oscilam e mudam em um movimento perpétuo, também o céu divino se transforma a todo momento. O gênio que preside qualquer ato da vida não dura mais do que o próprio ato, e cada indivíduo também possui seu gênio, que o protege e que nasce e morre com ele. Quanto ao mundo dos deuses, embora seja verdade que desfrute de uma existência eterna, isso ocorre porque as ações e os homens são sempre os mesmos e porque, a cada dia, regeneram-se os espíritos que estão ligados a eles. A cidade romana também possui suas próprias divindades, assim como as demais cidades possuem as suas. Assim como um abismo separa o cidadão daquele que não o é, o deus estrangeiro permanece muito abaixo do deus indígena. Também era possível conceder aos deuses o direito de cidadania por meio de tratados, assim como se concedia aos homens de cidades estrangeiras; e, quando acontecia de os habitantes das cidades conquistadas serem transferidos para Roma, seus deuses também eram convidados a ir e estabelecer ali sua residência.
