Centro de Estudos Minayba
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Divulgação de artigos, pdfs, notícias, textos, comentários e trechos de livros de conteúdo dissidente e tradicionalista.
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Repost from European Maoism
New England's Puritans opened the Hebrew Bible as a deed still in force, and from that hour, the American mind was yoked to a people most of the colonies had never met. Increase Mather taught that the Jews would be converted as a nation, reduced again into their own land, and raised to great empire and rule in the world, and he would give the Lord no rest until Jerusalem was inhabited again in her own place, even in Jerusalem. No Jewish court sat in Massachusetts; this was a Protestant vow, self-inflicted, and it stuck. Two centuries on, John Adams still insisted the Hebrews had done more to civilize men than any other nation and that he really wished the Jews again in Judea an independent nation. Lincoln, in wartime, heard the same restoration proposed and called it a noble dream, shared by many Americans. That was the first instance America made itself a slave to a foreign people: not by tribute or garrison, but by writing another nation's covenants into its own soul.
Repost from Middle East Spectator — MES
— 🇸🇦/🇾🇪 Current situation on the Taizz front, South Western Yemen
The city of Taizz (1 million pop.) itself is at risk of encirclement; only one major road remains to be cut off, indicated with a green X on the map.
I suspect that to be the next move the Houthis will be aiming for, besides the obvious step of taking Dhubab, which is a sitting duck.
@Middle_East_Spectator
Repost from Middle East Spectator — MES
— 🇸🇦/🇾🇪 NEW: Ansarallah has liberated 2600 square kilometers of land just within the past 24 hours
@Middle_East_Spectator
Repost from Voz da Nova Resistência
"Uma política de segurança pública precisa ser integrada, preventiva e firme na punição de quem comete crimes. O cidadão que trabalha e vive honestamente deve ter a certeza de que o Estado estará ao seu lado, enquanto o criminoso deve responder pelos seus atos dentro da lei. Combater o crime também significa garantir que a impunidade não seja tratada como regra."
~ João V. 'Sotz', candidato da ANR a deputado estadual pelo Rio de Janeiro.
Repost from Voz da Nova Resistência
"Uma segurança pública eficiente precisa ser combativa, com as forças de segurança trabalhando em conjunto, compartilhando informações e atuando de forma rápida e coordenada. Fortalecendo a prevenção, a inteligência e o policiamento nas ruas, sem deixar de enfrentar com força bruta o crime organizado e aqueles que ameaçam a tranquilidade da população."
~ João V. 'Sotz', candidato da ANR a deputado estadual pelo Rio de Janeiro.
Repost from Voz da Nova Resistência
"Renovar o projeto de industrialização da Era Vargas significa recuperar uma política nacional de desenvolvimento fundada na indústria, na infraestrutura e na soberania econômica, adaptando-a às exigências do século XXI. O Rio de Janeiro deve voltar a ser um dos grandes centros produtivos do Brasil, não pela nostalgia do passado, mas pela construção de um novo ciclo de desenvolvimento nacional."
~ João V. 'Sotz', candidato da ANR a deputado estadual pelo Rio de Janeiro.
Repost from Voz da Nova Resistência
"Temos que reindustrializar o Rio de Janeiro, reconstruindo sua capacidade produtiva e devolvendo ao trabalho, à técnica e à indústria um papel central no desenvolvimento do estado. Sem uma base industrial sólida não há soberania econômica, empregos qualificados nem autonomia estratégica: há apenas dependência, especulação e serviços de baixo valor agregado."
~ João V. 'Sotz', candidato da ANR a deputado estadual pelo Rio de Janeiro.
Grupo de Caçadores na Fazenda da Sra. Baroneza de Sant'Anna, importante propriedade rural histórica localizada na região de Rio Novo e Juiz de Fora, em Minas Gerais, década de 1860. A fazenda já foi um dos grandes centros de produção de café da época. Registro histórico do fotógrafo teuto-brasileiro Revert Henrique Klumb.
Grupo de Caçadores na Fazenda da Sra. Baroneza de Sant'Anna, importante propriedade rural histórica localizada na região de Rio Novo e Juiz de Fora, em Minas Gerais, década de 1860. A fazenda já foi um dos grandes centros de produção de café da época.
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Por vós, pela pátria, O sangue daremos; Por glória só temos Vencer ou Morrer.~ Dom Pedro i
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(...)Do alto da sela, o busto direito, amarrotando numa das mãos os papéis políticos, destacava-se no fundo azul desnublado do céu como uma estátua guerreira a quem o pensamento imobilizara, no meio dos campos amplos e calados. Os soldados da Guarda de Honra aproximaram-se. De súbito, como numa explosão, ele se transfigurou. Os papéis caíram-lhe da mão. Esporeou a montada, que saltou, desembainhou num gesto solene o sabre, e, quando os companheiros o rodearam, bradou, num grito estridente e feroz, que lhe arrancava d'alma o despeito, o entusiasmo, o desafio, o sonho: “Independência ou Morte!” Todas as espadas trepidaram, nuas, no ar. Um círculo de aços faiscantes recebeu ali a bênção do sol, a boiar, puro, no firmamento de louça. Ato contínuo, o príncipe despojou do chapéu o laço português. Imitaram-no todos. As lágrimas borbulhavam nos olhos; uma alegria intensa, de que só é capaz a mocidade, endoidecia-os; respirava-se, com aquela aragem branda do planalto, o vento cálido dos combates e da aventura. O Brasil libertara-se. - “Senhores, para São Paulo... Independência ou morte!” A cavalgada abalou, a galope, cintilante, sófrega, como se voasse à carga – uma famosa carga pelo horizonte dentro e pelo futuro afora, cujos ecos eternamente balouçarão essas terras verdes... Entrou em São Paulo quando morria o sol – e com o sol – ó criadora imaginação! – o despotismo... A pacata cidade assustou-se até o mais íntimo dos lares, e saiu, curiosamente, às ruas, para saudar a galharda Guarda de Honra que se esganiçava, a proclamar que o Brasil estava livre. A noite constelou-se de luzes, desmanchou-se em sons, coloriu-se de panos luxuosos, e no teatro, onde a gente grada se reuniu, de pé sobre os bancos, São Paulo assistiu ao mais bizarro espetáculo que ainda se vira. Eram as núpcias da Liberdade, a inocente orgia cívica, romântica – que faziam os rapazes dar vivas a D. Pedro I, imperador, e à independência nacional. No camarote, fardado de marechal do exército, todo bordado, na gola de quatro polegadas, no peitilho, nas mangas, nas coxas, a banda das Três Ordens, o Tosão de Ouro, a Grã-Cruz de Aviz e a placa da Conceição, D. Pedro correspondia aos acenos, esmurraçando a tribuna, rubro, os cabelos loiros em desalinho, suado, radiante, como um César que acabasse de vencer as Gálias, Napoleão depois de Austerlitz. O Brasil tinha-o – mas inteiro. A sua hora! E ela continuava. Começara, às 4 da tarde, às margens do Ipiranga, e iria até 1 de dezembro, entre os ouros e o canto gregoriano da Capela Imperial.—Pedro Calmon, A vida de D. Pedro I: o rei cavaleiro
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Por vós, pela pátria, O sangue daremos; Por glória só temos Vencer ou Morrer. —Dom Pedro i
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«Dom Pedro I é o filho de duas pátrias de espírito anárquico e indomável que, declarando a independência, consolidando seu domínio; defendendo os seus, impondo sua vontade e cruzando o oceano para defender seus ideais, lado a lado com seus soldados, como um caudilho; encarna a idéia clássica de herói. Sempre em movimento, jamais inerte, é a virilidade juvenil exarcebada, a inquietude de uma alma curiosa e com vontade.»
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"O Brasil, que por espaço de trezentos, e tantos anos sofreu o indigno nome de Colónia, e igualmente todos os males provenientes do sistema destruidor então adoptado, logo que o Senhor D. João VI, Rei de Portugal, e Algarve. Meu Augusto Pai o elevou à categoria de Reino pelo Decreto de 16 de Dezembro de 1815, exultou de prazer; Portugal bramiu de raiva, tremeu de medo".
~ Dom Pedro I
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"Eu amo o Brasil, eu amo muito meus filhos e a todos os meus concidadãos, eu amo muitissimo a minha honra e a minha reputação".~ Dom Pedro I
"Se não houver pão, se não houver manteiga e óleo, se não houver artigos de vestuário, se as condições de habitação forem ruins, então a liberdade sozinha não serve para muita coisa. Viver apenas de liberdade é difícil."~ Josef Stalin
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"O capitalismo é a personificação da visão de mundo do inimigo. Não é uma filosofia de 'sobrevivência do mais forte', como muitos reacionários afirmam, mas sim um credo de exploração e morte. Um destruidor cultural."~ James Porrazzo
"Sou anticlerical, mas sei que dentro de mim há dois mil anos de cristianismo"~ Pier Paolo Pasolini
“Sim, o soldado, em sua relação com a morte e em seu compromisso pessoal com uma ideia, conhece muito pouco dos filósofos e de seus valores. Mas nele e em seu ato, a vida se expressa de maneira mais pungente e mais profunda do que qualquer livro jamais poderia fazê-lo.”~ Ernst Jünger
