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Ivã, o Terrível. Parte II. Serguei Eisenstein.
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"O homem e a hora são um só Quando Deus faz e a história é feita. O mais é carne, cujo pó A terra espreita. Mestre, sem o sab+1
"O homem e a hora são um só Quando Deus faz e a história é feita. O mais é carne, cujo pó A terra espreita. Mestre, sem o saber, do Templo Que Portugal foi feito ser, Que houveste a glória e deste o exemplo De o defender. Teu nome, eleito em sua fama, É, na ara da nossa alma interna, A que repele, eterna chama, A sombra eterna." -Fernando Pessoa, em Mensagem. D. João, o Primeiro. Em comemoração pelo aniversário da Batalha de Aljubarrota.
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Hagen Throws the Priest Overboard — Hermann Vogel (1911)
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"Uma potência só pode ser derrubada por outra potência, mas nunca por um princípio. Não existe, no entanto, fora deste poder,
"Uma potência só pode ser derrubada por outra potência, mas nunca por um princípio. Não existe, no entanto, fora deste poder, nenhum outro que possa opor-se ao dinheiro. Unicamente o Sangue é capaz de vencer e anular o dinheiro." -Oswald Spengler em O Declínio do Ocidente, Volume 2: Perspectivas da História Mundial.
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Santiago en la batalla de Clavijo - Juan Carreno de Miranda (1660) O Apóstolo São Tiago Maior, filho de Zebedeu, apareceu ao+1
Santiago en la batalla de Clavijo - Juan Carreno de Miranda (1660) O Apóstolo São Tiago Maior, filho de Zebedeu, apareceu ao soberano asturiano Ramiro I, prometendo-lhe a vitória ante as tropas do maometano Abdemarrão II. Na batalha de Clavijo, o Apóstolo aparece pessoalmente a cavalo e com espada em punho, derrotando os Mouros. Passa, então, a ser conhecido na Espanha como Santiago Matamoros. A Ordem de Santiago, Ordem militar e monástica hispânica, ostenta uma Cruz que assemelha-se à Espada empunhada por Santiago em tal batalha.
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A verdadeira guerra. Tudo o que você vê foi feito por nossos ancestrais: Os faróis ao sul, os silos ao norte, as árvores e os parques, As colunas, os monumentos, a Art Déco e a Art Nouveau. As construções greco-romanas no meio do nada, ao redor das quais o trigo crescia e os rebanhos se reproduziam. Tudo o que você vê, tudo o que está sendo roubado e abandonado, não surgiu do nada. Tudo veio do sangue e do trabalho árduo, dos sonhos, dos cálculos e das escavações com pás. Tudo o que você dá aos outros hoje poderia ser seu, mas você prefere ser escravo. É por isso que eu o desprezo mais do que o inimigo, por ser fraco, parasita, covarde e traidor. É por isso que lhe digo que, se algum dia, apesar de tudo, nossos exércitos recuperarem algo que nos pertence, você será tratado pior do que o inimigo. Porque o dever e o legado eram seus, e você os traiu. E tudo o que deres ao inimigo, por migalhas ou por nada, primeiro tomaremos de ti com a espada. Essa será a tua guerra no futuro, e ela te machucará mais do que qualquer outra, porque será a verdadeira guerra, a mais sombria: aquela travada cara a cara, conhecendo-te uns aos outros. Texto de Juan Pablo Vitali (1961-2021)
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A verdadeira guerra. Tudo o que você vê foi feito por nossos ancestrais: Os faróis ao sul, os silos ao norte, as árvores e os
A verdadeira guerra. Tudo o que você vê foi feito por nossos ancestrais: Os faróis ao sul, os silos ao norte, as árvores e os parques, As colunas, os monumentos, a Art Déco e a Art Nouveau. As construções greco-romanas no meio do nada, ao redor das quais o trigo crescia e os rebanhos se reproduziam. Tudo o que você vê, tudo o que está sendo roubado e abandonado, não surgiu do nada. Tudo veio do sangue e do trabalho árduo, dos sonhos, dos cálculos e das escavações com pás. Tudo o que você dá aos outros hoje poderia ser seu, mas você prefere ser escravo. É por isso que eu o desprezo mais do que o inimigo, por ser fraco, parasita, covarde e traidor. É por isso que lhe digo que, se algum dia, apesar de tudo, nossos exércitos recuperarem algo que nos pertence, você será tratado pior do que o inimigo. Porque o dever e o legado eram seus, e você os traiu. E tudo o que deres ao inimigo, por migalhas ou por nada, primeiro tomaremos de ti com a espada. Essa será a tua guerra no futuro, e ela te machucará ma
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De todas as terras, desde o Ocidente até os confins da Índia, tu és a mais bela, ó sagrada Espanha, sempre feliz, mãe dos prí+1
De todas as terras, desde o Ocidente até os confins da Índia, tu és a mais bela, ó sagrada Espanha, sempre feliz, mãe dos príncipes e dos povos. Com justiça és agora a rainha de todas as províncias, de quem não apenas o Ocidente, mas também o Oriente toma emprestada a sua luz. Tu és o esplendor e o ornamento do mundo, a porção mais ilustre da terra, na qual a gloriosa fecundidade do povo gótico se alegra e floresce abundantemente. _ Santo Isidoro de Sevilha
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Temos de fazer o universal nas entranhas do local; e, no limitado e circunscrito, o eterno. — Miguel de Unamuno.
Temos de fazer o universal nas entranhas do local; e, no limitado e circunscrito, o eterno. — Miguel de Unamuno.
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Miguel Rei dos Lusos Já foi aclamado; O Céu destinado A Palma lhe tem. O Reino contente Seu Anjo lhe chama, O Jovem aclama Po+1
Miguel Rei dos Lusos Já foi aclamado; O Céu destinado A Palma lhe tem. O Reino contente Seu Anjo lhe chama, O Jovem aclama Por seu maior bem. O Céu o defenda Dos golpes da Parca, Só este Monarca Aos Lusos convém. Miguel sempre Grande, Em nossa defesa, Com sua firmeza O Reino sustém. Os Lusos só querem Miguel o Primeiro, Legítimo Herdeiro Do Trono que tem. Acolhe e premeia O digno Vassalo; Deixar de adorá-lo Não pode ninguém. Herói de virtude, Piedade e respeito, Que dentro em seu peito Ternura só tem. Na aclamação do magnânimo e augustíssimo Senhor Dom Miguel I, Rei de Portugal (1828) - José Daniel Rodrigues da Costa
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“Teme-se vê-lo um dia arrancar os portugueses à letargia profunda em que jazem há mais de dois séculos; teme-se vê-lo amado d+1
“Teme-se vê-lo um dia arrancar os portugueses à letargia profunda em que jazem há mais de dois séculos; teme-se vê-lo amado das tropas e do povo, como o eram os grandes reis dos primeiros tempos da monarquia; teme-se vê-lo de látego à cinta, como era o hábito do maior monarca que jamais teve Portugal, Dom Pedro I; teme-se enfim vê-lo realizar a esperança dada à nação portuguesa de dispensá-la da tutela da Inglaterra e das suas manufaturas.” Du complot contre le prince Dom Miguel par un loyal Portugais - sobre Dom Miguel I de Portugal
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Ur Jorge Luis Borges na obra “Tlön Uqbar Orbis Tertius” conceitua Ur como “a coisa produzida por sugestão, o objeto eduzido p
Ur Jorge Luis Borges na obra “Tlön Uqbar Orbis Tertius” conceitua Ur como “a coisa produzida por sugestão, o objeto eduzido pela esperança”. Em nossa interpretação, essa nomeação é genial. Ur não simplesmente quer dizer “proto-” em alemão, mas é fogo ou luz (אוּר) no hebraico e é a cidade (uru, no sumério, urbe [sic] em latim) de onde Abraão, surgiu. O Ur de Borges pode ser, como encontrado por nós, vocação ao aparecimento, o aparecimento de um objeto antes não achado, portanto, aparecimento, iluminação, primordialidade, aqui, querem dizer a mesma coisa. Será então Uriel o núncio do Ur-Seyn que os pré-socráticos, os filhos da novíssima aurora, desta América vocacionam? O Último Arconte
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