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📈 Analytical overview of Telegram channel BDM Lite

Channel BDM Lite (@bomdiamercado) in the Portuguese language segment is an active participant. Currently, the community unites 19 609 subscribers, ranking 6 315 in the Economy & Finance category and 2 368 in the Brazil region.

📊 Audience metrics and dynamics

Since its creation on невідомо, the project has demonstrated rapid growth, gathering an audience of 19 609 subscribers.

According to the latest data from 26 August, 2026, the channel demonstrates stable activity. Although there has been a change in the number of participants by -181 over the last 30 days and by -2 over the last 24 hours, overall reach remains high.

  • Verification status: Not verified
  • Engagement rate (ER): The average audience engagement rate is 7.58%. Within the first 24 hours after publication, content typically collects 5.60% reactions from the total number of subscribers.
  • Post reach: On average, each post receives 1 486 views. Within the first day, a publication typically gains 1 099 views.
  • Reactions and interaction: The audience actively supports content: the average number of reactions per post is 0.
  • Thematic interests: Content is focused on key topics such as juro, eua, dólar, ibovespa, petróleo.

📝 Description and content policy

The author describes the resource as a platform for expressing subjective opinions:
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Thanks to the high frequency of updates (latest data received on 27 August, 2026), the channel maintains relevance and a high level of publication reach. Analytics show that the audience actively interacts with content, making it an important point of influence in the Economy & Finance category.

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Giro das 15h: Bolsas sobem em NY após resultado da Nvidia; Ibovespa opera em alta com Petrobras e Vale As bolsas em NY seguem em alta firme nesta tarde (Dow Jones +0,35%; S&P500 +0,74%; Nasdaq +1,49%), embaladas pelas ações de tecnologia, que pegam carona no resultado da Nvidia (+9,5%). A companhia trouxe um balanço e projeções acima do esperado, afastando a preocupação do mercado sobre o ritmo dos investimentos em IA. Outro destaque de alta após o balanço é a Salesforce (+21,3%). A ameaça da Rússia de escalar a guerra na Ucrânia leva o petróleo interromper as quedas recentes e voltar a subir (Brent/outubro +1,06%, a US$ 88,77). Por aqui, o Ibovespa também sobe (+0,39%, aos 175.271 pontos), apoiado no avanço de Petrobras ON (+2,05%) e PN (+2,32%) e de Vale ON (+1,07%). O dólar à vista também sobe (+0,27%, a R$ 5,1656), apesar da estabilidade da moeda no exterior (DXY -0,02%, aos 99,144 pontos). Os juros futuros operam mistos (DI Jan/27 a 13,635%; Jan/29 a 14,085%; Jan/33 a 14,470%). (Téo Takar)

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Giro das 12h: Ibovespa oscila entre melhora em NY e realização de lucro após seis pregões de ganhos O Ibovespa oscilou pela manhã e há pouco operava em leve queda (-0,20%), aos 174.233,38 pontos, após seis pregões fechando no terreno positivo. NY teve melhora do desempenho, com Nasdaq se destacando (+1,31%) após Nvidia estimar aumento de 70% nas receitas, enquanto Dow Jones sobe +0,25%; e o S&P 500 +0,61%. O mercado monitora falas de Fed boys antes de Kevin Warsh palestrar em Jackson Hole, o que pode mexer com os rendimentos de longo prazo. Desemprego no Brasil, em 5,3%, aponta resiliência no mercado de trabalho, mas não a ponto de o Copom interromper ciclo de afrouxamento, e isso se reflete nos juros mais curtos. As taxas sobem agora um pouco menos do miolo em diante, após o Tesouro vender o total dos lotes de 8 mi de NTN-F e de 23 milhões de LTN. Nos Treasuries, os rendimentos cedem levemente, mas perto de seus picos. Petrobras ON cai 0,17% e PN é estável (+0,00%) apesar dos preços da commodity, voláteis (+0,41% o brent) diante do impasse no Oriente Médio. O dólar engatou alta a R$ 5,1726 (+0,40%), enquanto frente pares a moeda opera sem direção única, com o DXY aos 99,177 pontos (+0,01%). (Ana Katia)

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Abertura: Dólar e juros acompanham exterior antes do discurso de Kevin Warsh em Jackson Hole O dólar é estável a R$ 5,1525 (+0,01%), enquanto os juros sobem a partir de Jan/28, limitados pela estabilidade nos Treasuries, após a intervenção da semana passada. Ponta mais curta tem viés de queda com aposta em corte na Selic em setembro e os longos combinam exterior e risco fiscal às vésperas das eleições. Taxa de desemprego no Brasil veio como previsto, a 5,3%, a menor desde dez/25, e a renda média ficou estável em R$ 3.762. O DXY segue em patamar alto, a 99,079 pontos (-0,09%), com o dólar subindo 0,05% frente o iene (159,372/US$) após o vice do BoJ defender aumentos oportunos nas taxas para evitar pico inflacionário. Os mercados aguardam sinalização da política do Fed na fala de Kevin Warsh em Jackson Hole, amanhã, após inflação reforçar expectativas de juros altos em 2026, com aumento de 25 pb até dezembro por cautela com o Oriente Médio. O brent sobe hoje +0,84% em meio a notícias de que Putin planeja uma escalada da guerra na Ucrânia. O Ibovespa cai 0,10% (174.406,37). (Ana Katia)

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Vai rolar: IA sem freio entre Fed e Copom   [27/08/26] A Nvidia voltou a mostrar que a inteligência artificial segue sem freio, ao projetar crescimento de 70% da receita no próximo ano fiscal e virar para forte alta no after hours. Mas os juros continuam impondo limites aos mercados. Nos Estados Unidos, o PCE acima do esperado manteve vivas as apostas em alta pelo Fed às vésperas de Jackson Hole. No Brasil, o movimento é inverso: a deflação do IPCA-15 abriu espaço para estender os cortes da Selic, e a Pnad de hoje será mais um teste dessa perspectiva. Na geopolítica, Ormuz permanece fechado, apesar do avanço das negociações, enquanto a Rússia prepara uma nova escalada da guerra na Ucrânia, ampliando a tensão global. (Rosa Riscala)   👉 Confira abaixo a agenda de hoje Indicadores ▪️ 08h30 – Brasil: BC – Setor externo (jul) ▪️ 09h00 – Brasil: IBGE – Pesquisa Anual de Serviços (2024) ▪️ 09h00 – Brasil: IBGE – Pnad Contínua (jul) ▪️ 09h30 – EUA: Pedidos iniciais de auxílio-desemprego ▪️ 15h30 – Brasil: Tesouro – Resultado do Governo Central (jul) Eventos ▪️ 08h30 – Zona do euro: BCE divulga ata da última decisão de política monetária ▪️ 09h20 – Brasil: BC realiza operação simultânea de venda de dólar à vista e leilão de swap reverso ▪️ 10h30 – Brasil: Renan Santos participa de sabatina de O Globo/Valor ▪️ 21h05 – Brasil: Lula participa de sabatina na TV Globo ▪️ Brasil: Quaest divulga pesquisas eleitorais regionais ▪️ EUA: Início do Simpósio de Jackson Hole ▪️ China: Reunião do Comitê Permanente do Congresso Nacional do Povo

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Encerramento das transmissões Agradecendo pela sua companhia, desejamos uma boa noite! BDM Lite é o canal gratuito do BDM Online no Telegram. Clique aqui e conheça todos os produtos BDM ▪️Atendimento ao cliente (11) 95653-9007 (WhatsApp) ou pelo email atendimento@bomdiamercado.com.br ▪️Instagram Siga o perfil do BDM no Instagram ▪️Rede X (ex-Twitter) Acompanhe os posts do Bom Dia Mercado na Rede X, antigo Twitter ▪️Linkedin Siga o perfil clicando aqui ▪️YouTube Veja todos os vídeos do BDM no Canal do Youtube 👉🏻 Siga o Bom Dia Mercado no Channel do WhatsApp. São 70 mil pessoas que recebem diariamente as principais notícias do mercado financeiro

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Fechamento: Ibovespa fica de lado, com investidor embolsando ganhos recentes; dólar sobe para R$ 5,15 Após três sessões seguidas no azul, o Ibovespa fechou quase estável (+0,01%) nesta quarta-feira, aos 174.586,26 pontos, com giro de R$ 19,3 bilhões, depois de operar em alta durante a maior parte do pregão. O viés negativo das bolsas em NY após o PCE acima do esperado e as altas do dólar e dos juros futuros colaboraram para uma realização parcial nos ativos de risco, com investidores embolsando parte dos ganhos recentes. Entre as blue chips, Vale ON caiu 0,32%, a R$ 78,45, apesar da alta de 0,49% do minério de ferro na China. Petrobras ON (-0,11%, a R$ 45,93) e PN (+0,24%, a R$ 41,45) não definiram tendência, mesmo diante do recuo do petróleo. Entre os grandes bancos, Itaú PN terminou perto da estabilidade (+0,03%, a R$ 39,45), enquanto Bradesco PN subiu 1,25% (R$ 16,99), BB ON recuou 0,26% (R$ 19,52), BTG Unit caiu 0,24% (R$ 54,07) e Santander Unit teve alta de 0,13% (R$ 29,73). A lista de maiores altas do índice foi composta por Magazine Luiza ON (+3,74%, a R$ 4,71), CSN ON (+3,74%, a R$ 5,27) e Vivara ON (+2,85%, a R$ 22,70). Na outra ponta ficaram Assaí ON (-6,58%, a R$ 8,37), Brava ON (-2,64%, a R$ 17,72) e Cyrela ON (-2,59%, a R$ 24,09). O dólar à vista subiu 0,22% para R$ 5,1518. (Téo Takar)

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Giro das 15h: Cautela prevalece em NY após PCE e piora geopolítica, à espera de Nvidia; Ibovespa perde força e dólar sobe O cenário geopolítico e a cautela antes da divulgação do balanço na Nvidia (-1,37%) se juntam à leve decepção com o PCE de julho (+0,2%) um pouco acima do esperado (+0,1%), deixando as bolsas em NY com viés de baixa (Dow Jones -0,21%; S&P500 -0,02%; Nasdaq -0,17%). As ameaças de Putin de escalar a guerra contra a Ucrânia e o discurso de Trump contra o Canadá por causa das tarifas acabam se sobrepondo à notícia de acordo entre Irã e Omã sobre o Estreito de Ormuz, deixando o petróleo de lado (Bent/outubro -0,26%, a US$ 88,35). Por aqui, o Ibovespa mantém o sinal positivo (+0,20%, aos 174.929 pontos), mas já se afastou da máxima do dia (176.296 pontos) com a piora de Vale ON (-0,25%). Após três sessões em alta, não se pode descartar uma correção até o fim do dia, especialmente se Wall Street piorar. O dólar à vista sobe 0,26% (R$ 5,1540), em linha com a alta da moeda americana lá fora (DXY +0,25%, aos 99,166 pontos), após o PCE acima do esperado. O mesmo corre com os juros futuros (DI Jan/27 a 13,670%; Jan/29 a 14,120%; Jan/33 a 14,455%), com as taxas longas acompanhando o avanço dos rendimentos dos Treasuries (T-Note de 10 anos a 4,670%, de 4,634% ontem). (Téo Takar)

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Giro das 12h: Ibovespa sobe após inflação melhor que o previsto O Ibovespa sobe a 175.120,89 (+0,31%) após a desaceleração da inflação de meados de agosto reforçar corte da Selic este ano. O IPCA-15, em +4,24%, veio abaixo do limite superior da meta do BC (4,5%) e isso se soma hoje a uma nova queda do petróleo (-0,78% o brent) por sinais de acordo no Oriente Médio. Entre as ações de maior peso, Vale zera ganhos; Petrobras sobe +0,30% (ON) e +0,82% (PN); e bancos avançam: Bradesco PN +1,43%; Itaú +0,71%. Os juros futuros sobem a partir de Jan/28, em linha com o exterior, em especial na ponta mais longa, com os riscos fiscais no radar. Em NY, as bolsas cedem antes da Nvidia dar pistas sobre os investimentos das empresas de IA, enquanto dados de consumo, renda e inflação do PCE, a favorita do Fed, corroboraram política monetária restritiva nos EUA. O mercado aciona cautela antes do discurso de Kevin Warsh em Jackson Hole, amanhã, e isso se reflete no câmbio e nos rendimentos dos Treasuries. A expectativa é que o BC ajude a conter as taxas, que voltaram a subir após intervenção. O DXY sobe 0,29%, a 99,205 pontos; aqui a moeda ganha 0,42% frente o real, a R$ 5,1613. Dow Jones -0,21%; S&P 500 -0,01% e Nasdaq -0,19%. (Ana Katia)

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Abertura: Dólar e juros sobem em sessão de petróleo em queda, com riscos fiscais prevalecendo sobre IPCA-15 O dólar avança a R$ 5,1595 (+0,37%) frente o real, mesmo após o IPCA-15 de agosto melhor do que o esperado, em sessão de queda no petróleo e após o recuo da moeda na véspera. A inflação do meio de agosto desacelerou de 4,52% a 4,24%, dentro da margem de tolerância. Os juros futuros oscilaram desde a abertura e agora sobem especialmente na ponta longa, refletindo riscos fiscais e proximidade das eleições. Nos EUA, antes do discurso de Kevin Warsh em Jackson Hole, do qual se espera uma fala sobre a inflação teimosa em meio ao conflito no Oriente Médio, o núcleo do PCE veio dentro do previsto, enquanto a economia americana desacelerou de 2,1% para 1,5%. Os dados reforçam manutenção dos juros pelo Fed no atual nível de 3,50%-3,75%. Os rendimentos dos Treasuries se estabilizaram após o indicador e o petróleo (-2,31% o brent) reagiu aos relatos de um acordo entre Irã e Omã para o fluxo em Ormuz. O DXY sobe a 99,126 pontos (+0,21%). O Ibovespa sobe a 175.248,57 pontos (+0,38%). (Ana Katia)

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Vai rolar: Inflação domina agenda aqui e nos EUA [26/08/26] A forte queda do petróleo traz alívio aos mercados, após os avanços nas negociações para reabrir o Estreito de Ormuz e dos relatos ainda não confirmados de um cessar-fogo entre Estados Unidos e Irã. Mas a cautela permanece: o FMI alerta que o choque energético não acabou e ainda há dúvidas sobre a normalização dos fluxos pelo Golfo. Nesse ambiente, a inflação é destaque da agenda nesta quarta-feira. No Brasil, o IPCA-15 deve registrar a primeira deflação do ano, embora os núcleos ainda inspirem atenção. Nos Estados Unidos, o PCE de julho será o principal teste para os juros do Fed. Após o fechamento de Wall Street, o balanço da Nvidia mede novamente a confiança pela inteligência artificial. (Rosa Riscala) 👉 Confira abaixo a agenda de hoje Indicadores ▪️ 09h00 – Brasil: IBGE – IPCA-15 (ago) ▪️ 09h30 – EUA: PCE (jul) ▪️ 09h30 – EUA: PIB (2ª leitura do 2º tri) ▪️ 09h30 – EUA: Encomendas de bens duráveis (jul) ▪️ 11h30 – EUA: DoE – Estoques de petróleo ▪️ 14h30 – Brasil: Tesouro – Relatório Mensal da Dívida Pública (jul) e revisão do PAF ▪️ 14h30 – Brasil: BC – Fluxo cambial semanal Eventos ▪️ 09h00 – Brasil: Broadcast/Indexa Pesquisas divulgam levantamento eleitoral ▪️ 10h30 – Brasil: Ronaldo Caiado participa de sabatina de O Globo/Valor/CBN ▪️ 11h00 – Brasil: Receita concede coletiva sobre a arrecadação de julho ▪️ 12h45 – EUA: Tom Barkin (Fed) discursa ▪️ 15h00 – Brasil: Tesouro concede coletiva sobre o Relatório Mensal da Dívida Pública e a revisão do PAF ▪️ 22h00 – Coreia do Sul: Decisão de política monetária ▪️ China: Reunião do Comitê Permanente do Congresso Nacional do Povo Balanços ▪️ EUA/após o fechamento – Nvidia e Salesforce

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Fechamento: Ibovespa recupera os 174 mil pontos com volta do investidor estrangeiro; dólar cai a R$ 5,14 O Ibovespa registrou a quarta sessão seguida no azul nesta 3ªF, com alta de 1,55%, aos 174.576,80 pontos, e volume de R$ 20,4 bilhões. Além do cenário positivo no exterior, com alta das bolsas americanas e queda do petróleo, sinais de retomada do fluxo de capital estrangeiro ajudaram a sustentar os ganhos das ações locais. Segundo os dados mais recentes da B3, houve entrada de R$ 1,7 bilhão na 6ªF (21), interrompendo a sequência de fuga de capital externo vista em agosto. No mês, o fluxo gringo ainda está negativo em R$ 21,4 bilhões. Entre as blue chips, Vale ON avançou 2,04%, para R$ 78,70, na contramão do minério de ferro na China (-0,28%). Os grandes bancos também tiveram uma sessão bastante positiva: Itaú PN (+1,83%, a R$ 39,44); Bradesco PN (+3,13%, a R$ 16,78); BB ON (+5,22%, a R$ 19,57), BTG Unit (+3,04%, a R$ 54,20); e Santander Unit (+0,13%, a R$ 29,69). Já Petrobras ON (-2,05%, a R$ 45,98) e PN (-1,80%, a R$ 41,35) sentiu o novo tombo nos preços do petróleo. Entre as maiores altas ficaram Magazine Luiza ON (+9,13%, a R$ 4,54); Assaí ON (+7,82%, a R$ 8,96) e Cury ON (+7,49%, a R$ 32,58). Na outra ponta do índice figuraram Braskem PNA (-13,11%, a R$ 4,11), Usiminas PNA (-2,11%, a R$ 6,97), Petrobras ON e Embraer ON (-1,89%, a R$ 96,34). O dólar à vista recuou 0,25%, para R$ 5,1404. (Téo Takar)

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Giro das 15h: Ibovespa engata nova alta com volta do gringo; NY sobe com forte alívio no petróleo O Ibovespa engata alta firme nesta 3ªF (+1,08%, aos 173.766 pontos), apoiado na recuperação dos grandes bancos (Itaú PN +1,19%; Bradesco PN +2,34%) e no avanço de Vale (+1,17%), que ajudam a compensar as quedas de Petrobras ON (-2,28%) e PN (-2,09%). A alta da bolsa brasileira também encontra respaldo na volta do capital externo, com entrada de R$ 1,7 bilhão na 6ªF (21), interrompendo a sequência de fuga de capital externo vista em agosto. No mês, o fluxo gringo ainda está negativo em R$ 21,4 bilhões. O dólar à vista opera em leve baixa (-0,05%, a R$ 5,1505), enquanto os juros futuros apontam para baixo (DI Jan/27 a 13,680%; Jan/29 a 14,115%; Jan/33 a 14,460%), em uma sessão esvaziada de indicadores, com o mercado à espera do IPCA-15 e do PCE. Lá fora, as bolsas se recuperam (Dow Jones +0,19%; S&P500 +0,21%; Nasdaq +0,50%), apoiadas no alívio expressivo nos preços do petróleo (Brent/outubro -3,98%, a US$ 88,50). O fato dos EUA terem alterado o foco da guerra no Irã da esfera militar para a econômica, e os sinais de avanço nas conversas entre Omã e Irã para reabrir o Estreito de Ormuz colaboram para o maior apetite por risco. (Téo Takar)

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Giro das 12h: Queda do petróleo pesa sobre o Ibovespa, enquanto NY se recupera O Ibovespa cede a 171.717,35 (-0,11%), com petróleo derrubando Petrobras (ON -2,62%; PN -2,04%), ao mesmo tempo em que alivia preocupações com inflação e juros, ajudando a melhorar a disposição ao risco. Vale sobe +0,64% e, entre os bancos, Bradesco PN +0,68%; BB +0,65%; e Itaú -0,03%. A commodity recua hoje 2,90% (brent) em meio a relatos de negociação entre EUA e Irã, no dia seguinte às sanções anunciadas pelo secretário Scott Bessent e que foram consideradas fracas. Analistas ponderaram se as medidas aumentarão as tensões com a China, que compra petróleo do Irã e já disse hoje que são relações legais e que não devem ser interrompidas. Em NY, Dow Jones sobe +0,06%, o S&P 500 +0,14% e o Nasdaq +0,47% com recuperação dos chips antes do balanço da Nvidia, em dia de queda nos rendimentos dos Treasuries. O DXY é estável (-0,08%) a 98,927 pontos. A melhora do ambiente externo somada à entrada de fluxo, apoiam o real. Há pouco a moeda americana cedia 0,10%, a R$ 5,1481; os juros recuam. (Ana Katia)

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Abertura; Dólar e juros recuam em linha com o exterior O dólar opera em queda de 0,15%, a R$ 5,1456, em sessão de agenda esvaziada, com o mercado vendo o copo meio cheio no Oriente Médio. O petróleo cai 3,5% após os EUA anunciarem sanções, com a China afirmando que suas relações com o Irã são legais e não devem ser interrompidas. Notícias dos mediadores são de que as negociações podem ser retomadas . A queda da commodity por ora reduz temores sobre inflação e juros elevados, às vésperas de dados e da fala de Warsh em Jackson Hole. A moeda cai frente outras divisas emergentes e também ante pares e há pouco o índice DXY se estabilizava a 98,942 pontos (-0,06%). Juros futuros recuam acompanhando os rendimentos dos Treasuries. O Ibovespa cede 0,13%, a 171.677,29. (Ana Katia)

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Vai rolar: Último dia para respirar [25/08/26] A agenda esvaziada de hoje aqui e lá fora dá tempo para o mercado preparar o espírito para o que vem por aí nesta semana forte de IPCA-15, PCE, balanço da Nvidia e Kevin Warsh em Jackson Hole. Apesar do alívio ontem, em meio às especulações de novas atuações do Tesouro americano no mercado de renda fixa, a pressão nos juros dos Treasuries se mantém como foco de estresse. Na guerra comercial, o Canadá anuncia hoje retaliação contra Trump. No noticiário geopolítico, o Paquistão informou durante a madrugada que discutiu com o Irã a retomada de acordo para encerrar a guerra. Ontem, a ameaça de novas sanções econômicas pelos Estados Unidos para isolar Teerã economicamente reduziu a esperança de uma saída diplomática rápida, mas foi recebida sem susto pelos mercados. (Rosa Riscala) 👉 Confira abaixo a agenda de hoje Indicadores ▪️ 05h00 – Brasil: Fipe – IPC (3ª quadrissemana de ago) ▪️ 05h00 – Alemanha: Ifo – Índice de sentimento das empresas (ago) ▪️ 11h00 – Brasil: Receita – Arrecadação federal (jul) ▪️ 11h00 – EUA: Conference Board – Índice de confiança do consumidor (ago) ▪️ 11h00 – EUA: Vendas de moradias novas (jul) Eventos ▪️ 09h00 – EUA: Tom Barkin (Fed) discursa em evento ▪️ 10h30 – Brasil: Romeu Zema participa de sabatina de O Globo/Valor/CBN ▪️ 17h00 – EUA: Tom Barkin (Fed) discursa em evento ▪️ 21h05 – Brasil: Ronaldo Caiado participa de sabatina na TV Globo ▪️ China: Reunião do Comitê Permanente do Congresso Nacional do Povo

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Fechamento: Ibovespa sobe com ajuda de mineradoras e siderúrgicas; Petrobras segue tombo do petróleo A bolsa brasileira deu sequência ao movimento de recuperação iniciado no fim da semana passada, sustentada principalmente pelas ações ligadas às commodities metálicas, que foram impulsionadas pela alta do minério de ferro na China (+1,27%). O Ibovespa fechou em alta de 0,51%, aos 171.906,72 pontos, com volume de R$ 18,8 bilhões. Entre as blue chips, o destaque de alta ficou com Vale ON (+2,80%, a R$ 77,13), enquanto Petrobras ON (-2,51%, a R$ 46,94) e PN (-2,32%, a R$ 42,11) fecharam no vermelho, em linha com a queda do petróleo. Os grandes bancos registraram ganhos moderados: Itaú PN (+0,34%, a R$ 38,73); Bradesco PN (+0,18%, a R$ 16,27), BB ON (+0,92%, a R$ 18,60), Santander Unit (+0,34%, a R$ 29,65) e BTG Unit (+1,45%, a R$ 52,60). Yduqs ON (+12,83%, a R$ 8,88) liderou a lista de maiores altas do índice, após confirmar que está negociando uma fusão com a Afya. Também subiram forte Usiminas PNA (+8,70%, a R$ 7,12); e CSN ON (+7,72%, a R$ 5,16). Na ponta negativa do índice ficaram Braskem PNA (-6,71%, a R$ 4,73), que anunciou recuperação extrajudicial; MBRF ON (-5,53%, a R$ 18,46); e Azzas ON (-3,96%, a R$ 14,54). O dólar à vista fechou em alta de 0,16%, a R$ 5,1532. (Téo Takar)

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Giro das 15h: Techs pesam sobre bolsas em NY; Ibovespa sobe, enquanto dólar e juros seguem de lado As bolsas operam predominantemente em baixa em NY nesta 2ªF (Dow Jones +0,11%; S&P500 -0,29%; Nasdaq -0,60%), com ações de tecnologia puxando as perdas (Nvidia -2,5%; Micron -6,0%), com investidores cautelosos, à espera dos números do PCE e das declarações de Warsh em Jackson Hole no fim desta semana. O mercado também monitorou a entrevista coletiva de Scott Bessent há pouco, sobre o endurecimento de sanções contra o Irã, mas o anúncio não trouxe medidas concretas, apenas ameaças a países e instituições que apoiarem de alguma forma o regime dos aiatolás. Por aqui, o Ibovespa opera em alta (+0,62%, aos 172.097 pontos), com ajuda de Vale ON (+2,84%), apesar da queda de Petrobras ON (-3,18%) e PN (-2,99%), que acompanha o recuo do petróleo (Brent/outubro -2,40%, a US$ 92,12). O dólar à vista registra leve alta (+0,12%, a R$ 5,1512), enquanto os juros futuros seguem de lado (DI Jan/27 a 13,700%; Jan/29 a 14,185%; Jan/33 a 14,520%). (Téo Takar)

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Giro das 12h: Ibovespa se descola do exterior cauteloso com sanções ao Irã O Ibovespa sobe 0,80%, aos 172.408,21 pontos, com Vale avançando +3,99%, e bancos subindo (Itaú +0,60%; Bradesco PN +1,11%), enquanto Petrobras (ON -3,39%; PN -2,83%) segue o petróleo (US$ 92,44 o barril do brent, em queda de 2,07%-, antes do anúncio das sanções americanas contra o Irã, no inicio da tarde. As medidas podem restringir o fluxo, subir petróleo e inflação. Em NY, as bolsas não seguem uma única direção. Dow Jones sobe +0,20%, o S&P 500 cai 0,34% e o Nasdaq -0,67% em meio às perdas nos chips, renovada a incerteza sobre o retorno do setor, às vésperas da Nvidia divulgar resultados. Também no radar, a guerra comercial entre EUA e Canadá se intensificou com a entrada em vigor da taxa de 50% e um pacote de retaliação. Aqui, o Focus subiu projeção de inflação de 2027 para 4,25% (4,24% antes) e manteve a da Selic para 2026. O dólar sobe ante pares emergentes (DXY 0,19%, a 98,989) e aqui a moeda ganha 0,03%, a R$ 5,1469. Os juros longos dos Treasuries recuam após notícia da CNBC de que o Tesouro usaria lei (TGA) para influenciar os rendimentos longos, após ter anunciado na semana passada que dobraria o valor das recompras. Aqui, os juros futuros se estabilizam nos curtos (Jan/27 13,700%), com mercado vendo -25pb na Selic no ano, enquanto médios sobem por riscos fiscais e cenário eleitoral. (Ana Katia)

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Abertura: Dólar e juros sobem com exterior aguardando sanções ao Irã O dólar sobe a R$ 5,1518 (+0,13%), e o DXY, a 0,14% (98,939), em sessão de aversão global ao risco antes do anúncio de sanções contra o Irã, que têm potencial de impactar petróleo, inflação e atividade global. Pesquisas apontando disputa apertada nas eleições brasileiras também aumentam a volatilidade do câmbio e a fuga de capital estrangeiro segue preocupando o investidor. Com fiscal e eleições no horizonte, os juros futuros sobem nos vencimentos médios, enquanto, nos Treasuries, os juros cedem na ponta mais longa após notícia de que o Tesouro poderia usar sua Conta Geral de US$ 1 trilhão para financiar planos de aumentar as compras de títulos do governo. Os comentários de Kevin Warsh em Jackson Hole ganham ainda mais importância nesse cenário, além do PCE de julho e a estimativa do PIB. Aqui, mais cedo, o Focus manteve as projeções de inflação e juros para o fim do ano, e reduziu previsão para o PIB de 1,98% para 1,85%. O investidor também acompanha fala de Galípolo na Febraban. O Ibovespa cai 0,05% (170.942,68). (Ana Katia)