Radical Tradicional
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Um homem cercado por um exército bem ordenado de cem mil homens pode, acaso, temer seus inimigos? Um fiel servidor de Maria, cercado por sua proteção e por seu poder imperial, tem ainda menos a temer. Essa boa Mãe e poderosa Princesa dos céus preferiria mandar um batalhão de milhões de anjos para socorrer um de seus servidores antes que jamais se dissesse que um fiel servidor de Maria, que confiou nela, sucumbiu à malícia, ao número ou à força dos inimigos.
São Luís Maria Grignion de Montfort, Tratado da Verdadeira Devoção à Santíssima Virgem.
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Os doze tomos da Bíblia Vulgata de 1950, do Reverendíssimo Padre Antônio Pereira de Figueiredo, publicados antes do Concílio Vaticano II.
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Bíblia Vulgata do Reverendo Padre Antônio Pereira de Figueiredo Vol XII
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Bíblia Vulgata do Reverendo Padre Antônio Pereira de Figueiredo Vol XI
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Bíblia Vulgata do Reverendo Padre Antônio Pereira de Figueiredo Vol X
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Bíblia Vulgata do Reverendo Padre Antônio Pereira de Figueiredo Vol IX
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Bíblia Vulgata do Reverendo Padre Antônio Pereira de Figueiredo Vol VIII
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Bíblia Vulgata do Reverendo Padre Antônio Pereira de Figueiredo Vol VII
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Bíblia Vulgata do Reverendo Padre Antônio Pereira de Figueiredo Vol VI
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Bíblia Vulgata do Reverendo Padre Antônio Pereira de Figueiredo Vol V
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Bíblia Vulgata do Reverendo Padre Antônio Pereira de Figueiredo Vol IV
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Bíblia Vulgata do Reverendo Padre Antônio Pereira de Figueiredo Vol III
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Bíblia Vulgata do Reverendo Padre Antônio Pereira de Figueiredo Vol II
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Bíblia Vulgata do Reverendo Padre Antônio Pereira de Figueiredo Vol I
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Ainda que os críticos reclamem, jamais um fiel devoto de Maria cairá em heresia ou ilusão, pelo menos formalmente. Ele poderá errar materialmente, tomar uma mentira por verdade e o espírito maligno pelo bom, embora com menos frequência do que outra pessoa. Porém, cedo ou tarde, ele perceberá sua falta e seu erro material. E, ao percebê-los, de forma alguma se obstinará em acreditar e sustentar o que antes julgava ser verdadeiro.
São Luís Maria Grignion de Montfort, Tratado da Verdadeira Devoção à Santíssima Virgem.
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20 + (C) Christus + (M) Mansionem + ( B ) Benedicat + 25
20 + C + M+ B + 25
Na Solenidade da Epifania (até sua oitava), há, no Rito Romano Tradicional, o costume de abençoar ouro, incenso e mirra, e giz, bem como a casa dos fiéis.
No Ritual da bênção marca-se, por cima da porta de casa, do lado exterior, a seguinte inscrição com giz abençoado: 20*+C+M+B+25.
O 20 e o 25 representam 2025, o ano em que nos encontramos.
O “C M B” representam “Christus Mansionem Benedicat” – Cristo Abençoe esta Casa, e cada letra é intercalada com uma cruz (e a estrela, que lembra a que guiou os Magos).
A sigla CMB também era entendida como representando os três reis magos (sendo que Gaspar é também escrito Caspar) e interpretado como uma forma de receber os magos em nossa casa.
Tradicionalmente esta inscrição deve permanecer até ao Pentecostes.
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Sim, arrancando a máscara da Revolução, se você lhe perguntar: “Quem és?”, ela dirá:
“Eu não sou o que se pensa. Muitos falam de mim, mas poucos me conhecem. Eu não sou nem o carbonarismo que conspira nas sombras, nem o tumulto que ecoa nas ruas, nem a transformação da monarquia em república, nem a substituição de uma dinastia por outra, nem a perturbação momentânea da ordem pública. Eu não sou os gritos dos jacobinos, nem as fúrias da Montanha, nem o combate das barricadas, nem o saque, nem o incêndio, nem a lei agrária, nem a guilhotina, nem os afogamentos. Eu não sou Marat, nem Robespierre, nem Babeuf, nem Mazzini, nem Kossuth. Esses homens são meus filhos, mas não sou eu. Essas coisas são minhas obras, mas não sou eu. Esses homens e essas coisas são eventos passageiros, e eu sou um estado permanente.
Eu sou o ÓDIO a toda ordem religiosa e social que o homem não estabeleceu e na qual ele não é rei e DEUS ao mesmo tempo. Eu sou a proclamação dos direitos do homem contra os direitos de DEUS. Eu sou a filosofia da REVOLTA, a política da REVOLTA, a religião da REVOLTA. Eu sou a negação armada. Eu sou a fundação do estado religioso e social sobre a vontade do homem em vez da vontade de DEUS. Em suma, eu sou a anarquia, porque SOU DEUS DESTRONADO E O HOMEM EM SEU LUGAR.
Por isso me chamo REVOLUÇÃO, isto é, subversão, porque coloco no alto o que, segundo as leis eternas, deve estar embaixo, e embaixo o que deve estar no alto.”
Monsenhor Jean-Joseph Gaume, La Révolution, Recherches Historiques.
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Hoje completam-se exatos 504 anos desde que o heresiarca Martinho Lutero foi solenemente excomungado pela bula Decet Romanum Pontificem, promulgada pelo Sumo Pontífice Leão X.
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A HISTÓRIA DO JACOBINISMO
Publicado originalmente no século XVIII, A História do Jacobinismo é uma análise profunda e detalhada, com 800 páginas, que demonstra como ideologias revolucionárias foram cuidadosamente planejadas para minar a ordem social cristã.
Rev. Pe. Augustin Barruel S.J.
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