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🏛 /R/BRASILDOB - reddit: minorias, feministas, lgbtq, indígenas, negros, feminismo, trans, gays, maconheiros, trabalhadores

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guerra fria e à repressão moral; os post-punk e os indies como uma crítica ao neoliberalismo, o fim da história, as crises econômicas pós-anos 90, guerra ao terror e uma melancolia de ser uma geração de ouro que nunca se realizou, ou seja, problemas reais atrelado à falência do estado em relação à juventude de classe média e classe trabalhadora. Portanto, a violência contra esses movimentos, mesmo sendo mostrado como uma sanha moral de combate às drogas, ou luta contra subversão, ou manutenção dos bons costumes, etc., mas na realidade isso toma a forma de uma luta de classes que pode ser definido como está no manifesto comunista de Marx: A moderna sociedade burguesa, saída do declínio da sociedade feudal, não aboliu as oposições de classes. Apenas pôs novas classes, novas condições de opressão, novas configurações de luta, no lugar das antigas.   A nossa época, a época da burguesia, distingue-se, contudo, por ter simplificado as oposições de classes. A sociedade toda cinde-se, cada vez mais, em dois grandes campos inimigos, em duas grandes classes que diretamente se enfrentam: burguesia e proletariado. (MARX; ENGELS, 1997, p. 8). Ou seja, como é dito, a luta de classes, diferente de que muitos marxistas ortodoxos podem acreditar, não vem somente no ponto de vista econômico, mas também na perspectiva cultural e moral. Portanto, quando se define quais movimentos culturais vão ser popularizado e quais vão ser tidos como problemáticos ou excêntricos, tem um viés de classe e a possibilidade de reprodução de ideologia burguesa e da impossibilidade uma rebeldia. Para finalizar esse trabalho, podemos concluir a ideia de que a contracultura não é somente uma perspectiva estética, mas também política no sentido de dar expressão artística para as desilusões da classe trabalhadora e da juventude de classe baixa e classe média onde a sociedade a massacra, destrói seus sonhos com a crise econômica, a reprime com um falso moralismo, a diagnostica como louca na medicalização da diferença, cria compulsão alimentar com padrões de beleza inatingíveis. Portanto, um debate filosófico sério sobre contracultura é um debate sobre violências físicas, simbólicas, médicas e morais da sociedade e do estado contra aqueles que não entram em seus padrões de normalidade. Referências AGAMBEN, Giorgio. Homo Sacer: o poder soberano e a vida nua. Belo Horizonte: Editora UFMG, 2002. CLASTRES, Pierre. A Sociedade contra o Estado: pesquisas de antropologia política. Rio de Janeiro: Francisco Alves, 1988. FEDERAÇÃO ANARQUISTA DO RIO DE JANEIRO (FARJ). Anarquismo Social e Organização. Rio de Janeiro: Faísca, 2008. HEBDIGE, Dick. Subculture: the meaning of style. London: Routledge, 1979. LEFEBVRE, Henri. O direito à cidade. São Paulo: Centauro, 2001. MARX, Karl; ENGELS, Friedrich. Manifesto do partido comunista. São Paulo: Cortez, 1997. https://redd.it/1uj9fx4 @brasildob
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A opressão contra culturas marginalizadas e alternativas como ação da centralidade da violência estatal Esse artigo visa analisar através de revisão bibliográfica analisar como o estado através de aumento de aluguéis, repressão de drogas, dispersão de eventos culturais e fichamento de membros de coletivo desde os anos 80 com um agravante após-protestos de 2013, como uma forma de controle da narrativa cultural além da repressão política de movimentos dissidentes ou contra estatais. Esse agravamento veio através da pandemia começando no fim de 2019 e terminando em maio de 2023, onde se teve fechamento de várias casas noturnas e espaços culturais comunitários, falências de livrarias, sebos, lojas de vinis, etc. além de aumento de utilização do tiktok que excluiu esses grupos nichados da divulgação cultural focando em produções culturais financiadas por bets e agronegócio. Essa perspectiva é debatida na fanzine política “O anarquismo social e organização” que diz: a. Culturas e sociedades completamente estranhas e distantes do centro, de maneira nenhuma “integradas”, e que são “selvagens” aos olhos do centro. Por exemplo, os índios do Amazonas.   b. Áreas periféricas relacionadas ao centro e pertencendo a estruturas políticas e socioeconômicas que tentam, ao mesmo tempo, manter suas identidades. São dominadas pelo centro, ameaçadas em sua existência pela expansão econômica deste. Pelos padrões do centro são “atrasadas” e subdesenvolvidas. Por exemplo, as comunidades indígenas do México e dos países andinos. Outros exemplos nesta categoria – talvez devêssemos falar em um subgrupo b.1 – são pequenos produtores, trabalhadores especializados e camponeses ameaçados em sua existência econômica e social pelo progresso do centro e que ainda lutam por sua independência.   c. Classes econômicas ou mesmo sistemas socioeconômicos que costumavam pertencer a periférica após inovações tecnológicas e desenvolvimentos socioeconômicos no centro. Por exemplo, o lumpemproletariado, trabalhadores informais precarizados e o exército permanente de pessoas desempregadas.   d. Classes sociais e grupos que fazem parte de um centro num sentido econômico, mas que são periféricos num sentido social, cultural e/ou político: as classes trabalhadoras, o proletariado em sociedades industriais emergentes, as mulheres, os negros, os homossexuais.   e. Relações centro-periféricas de natureza política, seja entre Estados ou dentro deles relações coloniais e imperialistas, relações capital versus província etc. Tais relações no sistema capitalista desenvolvem-se paralelamente às relações econômicas mencionadas acima – ou, grupo e.1: dominação capitalista, colonização interna e exploração.   Aceitando esta classificação, e conscientes de suas limitações, definimos o conjunto das classes exploradas como as áreas periféricas que estão dominadas por um centro. É importante ressaltar que não consideramos parte deste conjunto das classes exploradas indivíduos que estejam, em teoria, em áreas periféricas, mas que, na prática, estabeleçam relações de domínio sobre outros, constituindo-se em novos centros. Daí a necessidade de todas as lutas das classes exploradas terem uma perspectiva revolucionária, para que não busquem, simplesmente, fazer com que partes das áreas periféricas constituam-se em novos centros. (FEDERAÇÃO ANARQUISTA DO RIO DE JANEIRO, 2008).   E no livro The subculture: the meaning of style do Dick Hebdige que diz: As we have seen, the proximity of the two positions – white working-class youth and Negro – invites identification and even when this identity is repressed or openly resisted, black cultural forms (e.g. music) continue to exercise a major determining influence over the development of each subcultural style. (HEBDIGE, 1979, p. 57). Ou seja, nesse livro diz que os movimentos subculturais, principalmente o de origem britânico, teve grandes influências de problemas específicos, por exemplo: os mods e teddy boys surgem majoritariamente em veteranos de guerra e filhos de operários do pós-guerra; os hippies e o punk como uma crítica à
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neoliberalismo, ao "fim da história" e às crises econômicas pós-anos 90. https://redd.it/1uix9kr @brasildob
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“A opressão contra culturas marginalizadas e alternativas como ação da centralidade da violência estatal” Esse artigo visa analisar, através de revisão bibliográfica, como o Estado por meio do aumento de aluguéis, repressão a drogas, dispersão de eventos culturais e fichamento de membros de coletivos desde os anos 80, com um agravante após os protestos de 2013 atua como uma forma de controle da narrativa cultural, além da repressão política de movimentos dissidentes ou contraestatais. Esse agravamento veio através da pandemia, começando no fim de 2019 e terminando em maio de 2023, período em que se teve o fechamento de várias casas noturnas e espaços culturais comunitários, falências de livrarias, sebos, lojas de vinis, etc., além do aumento da utilização do TikTok, que excluiu esses grupos nichados da divulgação cultural, focando em produções culturais financiadas por bets e pelo agronegócio. Essa perspectiva é debatida na fanzine política “O anarquismo social e organização”, que diz: “a. Culturas e sociedades completamente estranhas e distantes do centro, de maneira nenhuma “integradas”, e que são “selvagens” aos olhos do centro. Por exemplo, os índios do Amazonas. b. Áreas periféricas relacionadas ao centro e pertencendo a estruturas políticas e socioeconômicas que tentam, ao mesmo tempo, manter suas identidades. São dominadas pelo centro, ameaçadas em sua existência pela expansão econômica deste. Pelos padrões do centro são “atrasadas” e subdesenvolvidas. Por exemplo, os comunidades indígenas do México e dos países andinos. Outros exemplos nesta categoria – talvez devêssemos falar em um subgrupo b.1 – são pequenos produtores, trabalhadores especializados e camponeses ameaçados em sua existência econômica e social pelo progresso do centro e que ainda lutam por sua independência. c. Classes econômicas ou mesmo sistemas socioeconômicos que costumavam pertencer à periferia após inovações tecnológicas e desenvolvimentos socioeconômicos no centro. Por exemplo, o lumpemproletariado, trabalhadores informais precarizados e o exército permanente de pessoas desempregadas. d. Classes sociais e grupos que fazem parte de um centro num sentido econômico, mas que são periféricos num sentido social, cultural e/ou político: as classes trabalhadoras, o proletariado em sociedades industriais emergentes, as mulheres, os negros, os homossexuais. e. Relações centro-periféricas de natureza política, seja entre Estados ou dentro deles relações coloniais e imperialistas, relações capital versus província etc. Tais relações no sistema capitalista desenvolvem-se paralelamente às relações econômicas mencionadas acima – ou, grupo e.1: dominação capitalista, colonização interna e exploração. Aceitando esta classificação, e conscientes de suas limitações, definimos o conjunto das classes exploradas como as áreas periféricas que estão dominadas por um centro. É importante ressaltar que não consideramos parte deste conjunto das classes exploradas indivíduos que estejam, em teoria, em áreas periféricas, mas que, na prática, estabeleçam relações de domínio sobre outros, constituindo-se em novos centros. Daí a necessidade de todas as lutas das classes exploradas terem uma perspectiva revolucionária, para que não busquem, simplesmente, fazer com que partes das áreas periféricas constituam-se em novos centros.” E no livro Subculture: The Meaning of Style, do Dick Hebdige, que diz: “As we have seen, the proximity of the two positions – white working-class youth and Negro – invites identification and even when this identity is repressed or openly resisted, black cultural forms (e.g. music) continue to exercise a major determining influence over the development of each subcultural style.” Ou seja, esse livro aponta que os movimentos subculturais, principalmente os de origem britânica, tiveram grandes influências de problemas específicos. Por exemplo: os mods e teddy boys surgem majoritariamente entre veteranos de guerra; os hippies e o punk como uma crítica à Guerra Fria e à repressão moral; e o post-punk e os indies como uma crítica ao
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Por que é tão difícil criar novos quadros? https://youtube.com/live/D3l5159gAGo https://redd.it/1uiq8qk @brasildob
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Por que os comunistas devem levantar a bandeira LGBTI+? https://jornalofuturo.com.br/artigo/Xhx7Ns-por-que-os-comunistas-devem-levantar-a-bandeira-lgbti https://redd.it/1uipqqj @brasildob
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Quais são as opções da esquerda radical para a Bahia? Atualmente no estado o petismo vem dominando a muito tempo, quais são os movimentos/pessoas que fazem a oposição a esquerda no estado? https://redd.it/1uiflb8 @brasildob
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Há alguma ligação entre as ideias de Rousseau e Marx? Rousseau, bem conhecido por defender que "o homem é bom, mas a sociedade o corrompe", era crítico da propriedade privada e fazia críticas a uma espécie de alienação que o homem vive na sociedade. Todas essas ideias, lembram um pouco as ideias de Marx, em maior ou menor grau. Marx bebeu um pouco das ideias de Rousseau? Ou são apenas ideias levemente semelhantes que de nada tem haver? https://redd.it/1uicnk8 @brasildob
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O que acham da Dilma? https://redd.it/1uiekk7 @brasildob
O que acham da Dilma? https://redd.it/1uiekk7 @brasildob
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Como é fácil manipular a sociedade https://redd.it/1uid8n0 @brasildob
Como é fácil manipular a sociedade https://redd.it/1uid8n0 @brasildob
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Mesmo quase 130 anos depois Lenin continua tendo razao https://redd.it/1uibn8y @brasildob
Mesmo quase 130 anos depois Lenin continua tendo razao https://redd.it/1uibn8y @brasildob
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Presidente da FecomercioSP critica fim da 6x1 e questiona voto de quem recebe Bolsa Família https://www1.folha.uol.com.br/colunas/monicabergamo/2026/06/presidente-da-fecomerciosp-critica-fim-da-6x1-e-questiona-voto-de-quem-recebe-bolsa-familia.shtml https://redd.it/1ui43io @brasildob
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A maneira como o PSOL geriu a cidade de Belém demonstra que não deveríamos focar em mudanças por meio dos votos? https://redd
A maneira como o PSOL geriu a cidade de Belém demonstra que não deveríamos focar em mudanças por meio dos votos? https://redd.it/1ui1ioz @brasildob
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Luta Anti Imperialista na India https://redd.it/1ui06r1 @brasildob
Luta Anti Imperialista na India https://redd.it/1ui06r1 @brasildob
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UMA DEFESA (meio torta) DO CASIMIRO E CAZÉTV https://youtu.be/xEV91-dzTIs https://redd.it/1uhzcll @brasildob
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A REALIDADE BRUTAL SOBRE SER HOMEM https://youtu.be/H6wAvuUXHKY https://redd.it/1uhwazy @brasildob
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Evangelistão na América Latina Com o avanço do neopentecostalismo e o fortalecimento das igrejas evangélicas nas esferas econômicas, políticas e culturais, o Brasil parece se encaminhar rapidamente a uma direção em que política e religião estão intimamente entrelaçadas. Considerando as recentes vitórias da extrema direita, vocês veem um fenômeno semelhante em outros países da América Latina? Ou isso é um fenômeno particularmente brasileiro? https://redd.it/1uhm08s @brasildob
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ICL aciona Justiça após campanha de desinformação https://iclnoticias.com.br/icl-denuncia-fake-news/ https://redd.it/1uhhbyi @brasildob
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'Trabalhadores que ganham até R$ 15 mil não conseguem pagar aluguel', diz prefeita de Balneário Camboriú https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2026/06/trabalhadores-que-ganham-ate-r-15-mil-nao-conseguem-pagar-aluguel-diz-prefeita-de-balneario-camboriu.shtml https://redd.it/1uhdzb8 @brasildob
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