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02. - A Γfrica do Sul Γ© um Modelo para a CivilizaΓ§Γ£o Ocidental | DeusVult
π΅π± P O L A N D β’ W H I T E πΊπΈ
A N T I β E A S T | N A T O L O V E R
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β‘οΈ Follow β’ πππππππππ ππ³βππ³βπ
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Brasileiros que desejarem acompanhar o evento podem o fazer, gratuitamente, pelo canal C-Span, especializado na cobertura da Casa Branca, que tambΓ©m transmite a cerimΓ΄nia no YouTube, a partir das 14h no horΓ‘rio de BrasΓlia.
TRUMP
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π¦πΉπͺπΊβπ·πΊ β Senior Member of the Paneuropean Union and grandson of the last emperor of Austria-Hungary and head of the House of Habsburg, Karl von Habsburg, called the Russian Federation a "classic colonial empire" ruled by Moscow and called on European Countries to begin developing scenarios for a "Russian collapse" as soon as possible.
Ukraine must be given the opportunity to destroy the bases from which the tyrant in Moscow attacks civilian infrastructure. Regimes like Putin's understand only force. Soft tones without a stick only encourage these regimes. It is often said that we must support the βother Russia.β Yes, we must. At the same time, we must be fair enough to recognize that we can no longer find the βother Russiaβ within Russia itself. The war to subjugate Ukraine is not just Putinβs war. We live in interesting, difficult times. They need integrity to give us direction and hope again for the further development of a free Europe. We must commit to this!β
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AS MUSAS.
Parte 2
Sendo imortais e "amorfas", ou seja, capazes de se manifestar em formas indeterminadas para inspirar os homens, quais seriam as formas que tais Musas assumiriam em nossos tempos? Como poderia soar o grande coro dessas criaturas tΓ£o adorΓ‘veis? Claro, sΓ³ podemos especular.
A primeira voz a iniciar a cantoria Γ© aquela que, por mais de cem anos, esteve amordaΓ§ada nesta terra: Clio, a Musa que preside a histΓ³ria, a glΓ³ria e a celebraΓ§Γ£o da honra dos antepassados. Sem ela, nΓ£o existe memΓ³ria do que foi grandioso e, acima de tudo, honrado. Sem o prelΓΊdio de Clio, o canto de PolΓmnia, aquela que inspira a uniΓ£o dos βmΓΊltiplos hinosβ, soa desajeitado, tropeΓ§ando no tempo e errando constantemente as notas. Como consequΓͺncia, a uniΓ£o transforma-se numa piada infame e trΓ‘gica β o puro nigredo da histΓ³ria.
Contudo, hΓ‘ uma tentativa de libertar Clio de suas amarras, pois, sem o seu canto, nenhum arranjo se sustenta por muito tempo antes de colapsar em completo desastre. Esse desejo inconsciente de libertar as Musas manifesta-se no cotidiano por meio de vΓdeos, fotos e edits. Embora sejam banais para a maioria, poucos compreendem profundamente o valor cativante e estΓ©tico de uma boa ediΓ§Γ£o de vΓdeo β aquela que nos faz enxergar com admiraΓ§Γ£o o sacrifΓcio do guerreiro que se entrega a algo maior que o dinheiro, do monge que, por princΓpios, nΓ£o cedeu aos caprichos da carne e dedicou-se Γ busca da verdade, ou mesmo daquela boa famΓlia unida, um ideal que muitos jamais chegaram a sonhar em ter.
NΓ£o pode haver ordem Polar sem que o coro celestial esteja devidamente harmonizado. E, se necessΓ‘rio, que se realize uma completa renovaΓ§Γ£o musical para que as Musas possam, enfim, entoar seu cΓ’ntico sublime em liberdade.
β’ O Surdico β’
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AS MUSAS
Parte 1
Sob os cΓ©us de cada povo, vesse entidades intermediΓ‘rias: Γ s vezes, os prΓ³prios deuses; outras, os semideuses. Entre elas, as Musas, divinas habitantes do Olimpo, filhas de Zeus e MnemΓ³sine, sua quinta esposa, com quem ele se uniu sob o disfarce de pastor. De seu amor, em nove noites apartadas dos demais imortais, nasceram estas guardiΓ£s, destinadas a celebrar a vitΓ³ria dos OlΓmpicos sobre os TitΓ£s.
Deusas da MemΓ³ria celeste e da inspiraΓ§Γ£o poΓ©tica, conferiram ao mundo o dom de nomear, atribuindo identidade a tudo o que existe. Protetoras do orΓ‘culo de Delfos, possuem o poder de anunciar "o que foi, o que Γ© e o que serΓ‘." Ainda que tenham nascido no monte Pierio e alegrem os banquetes dos imortais no Olimpo, Γ© no cume do monte HelicΓ£o que encontram refΓΊgio, descendo Γ noite atΓ© as moradas humanas, onde fazem ressoar suas melodias na quietude da escuridΓ£o.
Portadoras do canto que alegra Zeus, as Musas tambΓ©m comunicam aos deuses os sofrimentos dos homens, transfigurando a dor em uma celebraΓ§Γ£o divina. Suas vozes, capazes de evocar os mistΓ©rios da criaΓ§Γ£o, revelam aos mortais, se assim o desejarem, as verdades ocultas sobre a gΓͺnese dos deuses, a ordem cΓ³smica e as faΓ§anhas heroicas que conduzem Γ ascensΓ£o celestial.
Essas divindades, que podem tomar formas indefinidas ou permanecer invisΓveis, tΓͺm o dom de transformar a realidade. Ouvindo suas canΓ§Γ΅es, os sentidos humanos tornam-se sΓmbolos da harmonia universal, reflexos da Alma do Mundo e da luz de Apolo, o deus polar. Assim, unem o homem ao sagrado, revelando na alma a harmonia da CriaΓ§Γ£o, reproduzindo-a como um ato de poiΓ©sis β a criaΓ§Γ£o que eleva ao eixo que liga os mundos.
A fonte, a pedra, a azinheira, presentes no prelΓΊdio da Teogonia de HesΓodo, simbolizam esse elo, o mesmo que o Museu celebra, guardando os frutos da audiΓ§Γ£o inspirada. Abrir um livro inspirado Γ© como abrir um templo ou um relicΓ‘rio da MemΓ³ria.
Embora retratadas como virgens, algumas Musas geraram filhos com deuses e mortais. Contudo, seus descendentes possuem um destino peculiar: a geraΓ§Γ£o espiritual e supracΓ³smica. Muitas vezes trΓ‘gica, como Lino, filho de UrΓ’nia e de um mortal β ou, segundo alguns, de Apolo e CalΓope β, morto pelo prΓ³prio pai apΓ³s desafiΓ‘-lo no canto. Outras vezes, Γ© o amor que floresce, como em Himeneu, fruto da uniΓ£o de Apolo e CalΓope, sΓmbolo da celebraΓ§Γ£o do sagrado pela poesia e pela mΓΊsica.
As Musas, eternas tecelΓ£s de mistΓ©rios e melodias, sustentam a ponte entre o divino e o humano, entre a memΓ³ria e a criaΓ§Γ£o, ecoando eternamente os segredos da harmonia universal.
β’ O Surdico β’
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"Β«O caso deste Γ© mais complexo. Em princΓpio, O LIBERALISMO NΓO Γ COSMOPOLITA, POIS DEFENDE A LIBERDADE INDIVIDUAL, HERDADA DA TRADIΓΓO, COM DIREITO Γ PROPRIEDADE. O resultado Γ©, em primeiro lugar , que legitima grandes desigualdades, o que torna difΓcil reconduzi-lo a uma expressΓ£o da utopia igualitΓ‘ria, em segundo lugar , que estΓ‘ ligado, pelo menos em parte, Γ tradiΓ§Γ£o, em terceiro lugar , que defende valores autΓͺnticos e, portanto, nΓ£o Γ© de forma alguma niilista. AlΓ©m disso, os liberais sΓ£o fundamentalmente a favor da concorrΓͺncia entre Estados e, portanto, nΓ£o podem unir-se em torno do ideal utΓ³pico de um Estado mundial. No entanto, Γ© verdade que o liberalismo clΓ‘ssico defende a liberdade absoluta de comΓ©rcio, que se opΓ΅e a todas as formas de barreiras alfandegΓ‘rias e proteccionismo, e que Γ© um ponto de convergΓͺncia com o cosmopolitismo. O nacional-liberalismo, que pode pretender basear-se em FrΓ©dΓ©ric List, NΓO CAI NESTA ARMADILHA. O movimento liberal Γ© muito diversificado. Friedrich-August von Hayek, depois de Edmund Burke, REIVINDICOU A TRADIΓΓO E CHEGOU AO PONTO DE DIZER QUE O LIBERALISMO ERA MAIS UM Β«βFAMILISMOβΒ» DO QUE UM INDIVIDUALISMO. Por outro lado, a corrente que leva de Ludwig von Mises a Β«βlibertΓ‘riosβΒ» como Murray Rothbard e Aynd Rand Γ© essencialmente cosmopolita como um todo, com algumas excepΓ§Γ΅es, no entanto, como Hans-Hermann Hoppe. Deve ser lembrado que nos Estados Unidos a palavra Β«βliberalismoβΒ» Γ© aproximadamente sinΓ³nimo de esquerda e nΓ£o tem nada a ver com liberalismo no sentido francΓͺs do termo. AlΓ©m disso, Γ© uma deriva semΓ’ntica que consiste em falar de Β«βliberais-libertΓ‘riosβΒ» para designar uma corrente que faz parte do movimento cosmopolita E QUE NADA TEM A VER COM O LIBERALISMO PROPRIAMENTE DITO. Se o coletivismo Γ© anticosmopolita, NUNCA PODERΓ SER VERDADEIRAMENTE NACIONALISTA DEVIDO Γ SUA BASE IDEOLΓGICA, QUE Γ A UTOPIA IGUALITΓRIA. Por outro lado, se o cosmopolitismo Γ© de facto anti-coletivista, NUNCA PODERΓ SER VERDADEIRAMENTE LIBERAL, PELA MESMA RAZΓO. A liberdade e a propriedade sΓ£o meios de expressar a identidade dos indivΓduos e sΓ£o, portanto, na sua essΓͺncia, contrΓ‘rias ao dogma anti-identidade que constitui o cosmopolitismo.Β»"β Henry de lesquen. β π Sagesse des nationaux-libΓ©raux. π± - Siga o πππ₯ππ§ππ’π¬ππ‘ππ« πππ€π no Telegram!
ESTE Γ O SEU PAΓS!!!
477,64 de impostos, fora os indiretos. Somando tudo, 74% do seu faturamento serΓ‘ direcionado ao Bolsa FamΓlia do "Casca de Bala" nordestino, fora a transiΓ§Γ£o de gΓͺnero do "vitaminado" com disforia de gΓͺnero! ParabΓ©ns!
Quem defende isso nΓ£o passa de um escravo sem alma, indistinguΓvel de um boi.
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π π π π π
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