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“Os santos são poucos, mas devemos viver com os poucos, se nos quisermos salvar com os poucos”, escreve São João Clímaco. “Quem quer levar vida perfeita, deve levar vida singular.”
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"Mesmo que tenhas chegado ao extremo da maldade, diz a ti mesmo: Deus é amante dos homens e deseja a nossa salvação… Não nos entreguemos, portanto, ao desespero; pois cair não é tão grave quanto permanecer onde caímos, nem estar ferido é tão terrível quanto recusar o tratamento depois das feridas.”
— São João Crisóstomo, Homilia VIII sobre a Primeira Epístola aos Coríntios, §8
"Aparição do Anjo a São Roque"
Pintada por Gaspar Dias para o retábulo da capela da primitiva ermida de São Roque.
Data: cerca de 1584
Técnica: Óleo sobre madeira
🔴 ESTAMOS AO VIVO rezando os Mistérios Dolorosos!
https://t.me/tercoaovivo?livestream=cad264f7a4f2b5072d
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Cristo não é sacerdote para sempre para aqueles que não acreditam na Santa Missa. “Tu és sacerdote para sempre, segundo a ordem do rei Melquisedeque” (Sl 109).
Ora, o sacrifício cruento (isto é, ensanguentado) pertence à ordem de Aarão, que oferecia sacrifícios de animais. A ordem de Melquisedeque oferecia sacrifícios incruentos: pão e vinho.
Se o sacrifício de Cristo na Cruz é o único momento sacrificial de nossa religião, então a profecia de que Cristo é sacerdote da ordem de Melquisedeque se torna inútil. Tem de haver um sacrifício verdadeiro e incruento, oferecido perpetuamente.
A Santa Missa cumpre esse papel, sendo o mesmo Sacrifício de Cristo na Cruz “presentificado” de modo incruento.
