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pantynova
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Que notĂcia boua, mana. Ă ir se conhecendo nĂ©, LĂȘ? Descobrir qual estĂmulo prefere e curtir. Que venham mais sensaçÔes incrĂveis pra vcâ€ïž
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minha mĂŁo. Ela tava tĂŁo melada! Eu sentia meu grelo pulsando e imaginava estar com ela em outro lugar para poder esfregar meu grelo no dela. Que ideia deliciosa.
â Caralho. â ela disse e sorriu com uma cara safada. â Tira a bermuda. â ela me falou.
â TĂĄ doida? Ficar de rabo de fora aqui na rua? â falei achando a ideia ousada.
â Para vai. Tua camiseta tem pelo menos um palmo mais de tecido que minha saia. Tira essa bermuda que eu quero vocĂȘ sĂ©ria.
Eu ainda exitei, mas a gata puxou bermuda com calcinha e tudo pra baixo e largou no tornozelo. Acabei de tirar e segurei nas mãos meio sem saber o que fazer. Com uma força que eu não esperava ela inverteu a posição e agora era ela que estava encostada na parede. Ela se abaixou e se enfiou embaixo da minha camiseta, eu abri as pernas e esperei o momento em que ela iria me tocar.
Por um momento, nada aconteceu. Eu empinei meu quadril buscando o toque dela que levantou o rosto e sorriu:
â Ansiosa?
â Mais ansiosa pela tua lĂngua do que pela confirmação da Madonna no Rock in Rio.
E ela meteu a cara ali com vontade. A gostosa abriu minha xota e chupou meu grelo de um jeito que me deixou atĂ© fraca. Que lĂngua ela tinha! Ela mamava a xota com a boca toda, estimulando, parecendo que ia me engolir, para depois alternar para a lĂngua suave no meu grelo. Quando ela enfiou os dedos dentro de mim, nĂŁo consegui evitar um gemido alto e rouco.
â Puta que pariu... annnnnn . â falei fechando os olhos, sĂł sentindo. Nem a mĂșsica eu ouvia mais, nĂŁo havia mais nada ali alĂ©m daquela gata que eu nem sabia o nome mamando minha xota na rua nesse comecinho de noite. Eu me sentia vibrar, eu sentia meu corpo todo se arrepiar.
As chupadas e dedadas em conjunto com o tesĂŁo que eu jĂĄ tava naquela mulher me fizeram chegar a beira do gozo rapidamente e eu sinto meu corpo todo fluir numa energia deliciosa que se acumulou no meu ventre e explodiu num gozo forte e intenso.
â Gozei caralho! Gozei. â falei com os olhos ainda fechados e ela se levantou, me beijando.
Segurei ela nos meus braços, por um minuto, atĂ© a mĂșsica novamente se tornar audĂvel.
â VocĂȘ nĂŁo me disse seu nome. â disse olhando para ela.
â Divina.
â TambĂ©m achei, mas e seu nome? â insisti e ela riu.
â Meu nome Ă© Divina.
â Tua mĂŁe Ă© adivinha pra te dar um nome que reflete exatamente o que vocĂȘ Ă©? â falei vestindo minha calcinha e minha bermuda.
â Bora perguntar pra ela no almoço de domingo. â ela falou e eu fiz uma cara de espanto. â UĂ© vocĂȘ nĂŁo falou que ia namorar comigo? Almoço na sogra tĂĄ no pacote.
â Ah mas vocĂȘ disse que nĂŁo se apaixonou. â falei dando o braço a ela e voltando para o bloco.
â E nĂŁo apaixonei! Mas vou te dar mais uma chance.
â Que alma piedosa!
E assim continuamos atĂ© nos juntar novamente ao bloco e curtir o resto da noite. Eu tinha beijado muito antes dela, mas Divina foi a Ășltima boca que beijei nesse carnavrau.
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Amo carnaval! Amo! A energia caótica de se tornar best de totais estranhos, o beija beija em desconhecidas! à maravilha. Por mim tinha logo era dois por ano: quem é unidos da netflix maratona suas séries, quem é da folia como eu, se joga no samba e no gingado das gatas.
E olha que o que nĂŁo falta nesse bloquinho, sĂŁo gatas. Nem sei quantas bocas beijei, meu foco Ă© nas que faltam eu beijar e hoje meu foco era a gostosa tatuada que certamente veio do Olimpo, porque gente, que deusa.
Olha o rebolado dela! Olha o samba no pé, a sainha ondulando naquela raba suculenta. Era pra chorar de emoção! E nem tÎ falando dos olhos. Peguei uma ågua para ela e outra para mim e me aproximei:
â Aceita?
â Ăgua? â ela perguntou me olhando meio sem entender, jĂĄ que estava tomando cerveja.
â Ă que eu tĂŽ te secando tanto que vocĂȘ deve estar desidratada. â falei oferecendo a garrafa e ela quase sorriu. Quase.
â Fiquei sabendo que nĂŁo se deve aceitar bebidas de estranhos. Principalmente uma estranha que tĂĄ me secando. â a mĂșsica era alta, entĂŁo estĂĄvamos perto uma da outra enquanto rolava esse papo.
â Mas nĂŁo somos estranhas! Eu sou a Paula e vocĂȘ Ă© minha futura namorada. â falei.
â NĂŁo sei se quero te namorar. â ela falou levantando a sobrancelha.
â EntĂŁo nĂŁo me beija, porque se beijar vocĂȘ vai se apaixonar por mim. â falei sentindo o cheiro da pele dela que exalava aroma de mulher gostosa.
Ela me agarrou pelo pescoço e me beijou. Beijava macio, os låbios pareciam asas de borboleta nos meus låbios.
Segurei a nuca dela e intensifiquei o beijo. Pra quĂȘ? A safada passou a lĂngua na minha boca e mordeu, fazendo nossas lĂnguas se tocarem, num samba sensual que somente nĂłs duas estĂĄvamos a par.
Apertei a bunda dela e ela se esfregou em mim, aumentando ainda mais a fome que eu tava dela.
â Caralho parceira. â falei me afastando dela para tomar um fĂŽlego.
Ela sorriu, ajeitou o rabo de cavalo e levantando as sobrancelhas, disse:
â NĂŁo. Sem paixĂŁo aqui. JĂĄ vocĂȘ...
â Ă que vocĂȘ nĂŁo beijou direito, beija de novo. â falei puxando ela pro meus braços e a danada me abraçou, as mĂŁos passeando pelas minhas costas, pelos meus braços. Dessa vez foi ela que se afastou e olhou para os lados.
â Bora mais pra lĂĄ. â e eu que de boba tenho sĂł a mĂŁo, fui.
Um pouquinho que descemos a rua achamos um cantinho que jå tinha uns casais se pegando, procuramos um lugarzinho e eu me encostei na parede, chamando a gata no abraço.
Ela meio que montou minha coxa, esfregando a xota em mim enquanto chupava minha lĂngua e beijava meu pescoço. Puxei o croped dela para baixo e os peitos pularam. Mamei gostoso, chupando e mordiscando, prendendo o bico entre os dentes e passando a lĂngua, ouvindo ela gemer e rebolar.
â Ahhhhhh nossa! â a gata gemeu baixinho, respirando fundo, curtindo o toque.
Ela enfiou as mĂŁos por baixo da minha camiseta, passando as mĂŁos nos meus peitos, alisando, massageando. Tava bom demais!
Olhei para os lados, mas as pessoas que ali estavam, estavam preocupadas em se pegar e nĂŁo em observar quem tava se pegando, entĂŁo me senti livre para por a mĂŁo por baixo da sainha dela e alisar a xota e puta que pariu! A safada tava sem calcinha!
Interrompi o beijo para falar:
â Sem calcinha? Safada.
â Eu juro que quando cheguei tava usando. â ela disse rebolando na minha mĂŁo e fazendo os dedos entrarem nela.
Quente e melada. Porra! Que xota gostosa. Tirei os dedos de dentro dela e chupei, olhando para ela. Chupei um a um, sentindo o sabor e o aroma como uma boa somemelier de sucos bucetĂŽnicos.
â Gostosa. â Falei voltando aos beijos, dedando a xota e o grelo dela.
A gata se esfregava em mim, gemendo rebolando, me apertando com força no ritmo da minha investida. Senti ela se contrair nos meus braços, a xota gulosa engolindo meus dedos enquanto as coxas dela tremiam em volta da minha mão.
â NĂŁo para! Paula, nĂŁo para nunca. â ela falou e senti ela gozar.
Ela olhava para mim, olhos nos olhos e vi os olhinhos dela revirando como se tivesse sendo possuĂda pelo espĂrito do tesĂŁo. Continuei com o carinho dentro dela, sentindo ela escorrer na
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