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Microsoft pode ficar sem sêniores! https://youtube.com/shorts/UCQzV0awcEs?feature=share

A política deixa claro que a responsabilidade jurídica e técnica recai inteiramente sobre o desenvolvedor humano que submete o patch. Isso significa que o autor é o único responsável por revisar minuciosamente o código, garantir a conformidade com as licenças de código aberto e responder por eventuais bugs ou falhas de segurança que surjam daquela contribuição. A medida foi impulsionada por controvérsias recentes, como o caso de um engenheiro da NVIDIA que submeteu patches escritos por IA sem avisar os revisores, o que gerou forte rejeição na comunidade. Com as novas regras, o objetivo de Torvalds não é banir a tecnologia, algo que ele considera inútil e uma perda de tempo, mas garantir que a honestidade prevaleça entre os colaboradores. -- Noticia completa: https://youtu.be/gx2ccZZCo50

Após meses de debates, Linus Torvalds e os mantenedores do kernel Linux estabeleceram a primeira política oficial para lidar
Após meses de debates, Linus Torvalds e os mantenedores do kernel Linux estabeleceram a primeira política oficial para lidar com contribuições de código auxiliadas por inteligência artificial. A nova diretriz adota uma postura pragmática ao tratar a IA como apenas mais uma ferramenta de produtividade, mas estabelece regras rígidas de transparência e responsabilidade jurídica. O ponto central da mudança é a proibição de que agentes automatizados utilizem a etiqueta legal Signed-off-by, que é o mecanismo que assegura a conformidade das licenças. Agora, qualquer código gerado ou refinado por modelos como Copilot ou ChatGPT deve incluir obrigatoriamente a nova tag Assisted-by, especificando de forma clara o modelo e as ferramentas auxiliares utilizadas em cada etapa do processo.

Para essa confiabilidade, os desenvolvedores devem realizar a engenharia de contexto, definindo metadados e relacionamentos lógicos do banco. Embora exija configuração, o processo assegura que o agente opere de forma controlada durante a execução. Em fase de testes, a ferramenta já é usada pela Hughes Network Systems. Enquanto AWS e Microsoft focam em conectores de API, o Google prioriza a camada de dados para dar autonomia aos agentes. O diferencial está na validação semântica que previne falhas de segurança. O QueryData facilita a implementação de soluções que acessam bancos relacionais, otimizando o fluxo de trabalho de quem busca integridade em consultas de IA generativa. O serviço mitiga riscos de performance no processamento de código gerado em escala, servindo como um intermediário entre o usuário e o banco de dados corporativo. -- Notícia completa: https://youtu.be/opz0qDwXbfo

O QueryData é o serviço que permite a agentes de IA traduzirem linguagem natural em SQL com precisão próxima a 100%. A ferram
O QueryData é o serviço que permite a agentes de IA traduzirem linguagem natural em SQL com precisão próxima a 100%. A ferramenta funciona como uma camada de controle determinística, sendo alternativa à geração direta por modelos de linguagem, que falham em esquemas complexos e lógica probabilística. O suporte nativo contempla AlloyDB, Cloud SQL e Spanner. A tecnologia utiliza o benchmark BIRD e a infraestrutura do Gemini para mapeamento semântico. Diferente de modelos generativos puros, o QueryData exige que as consultas respeitem os metadados, garantindo que a interação com o banco seja segura e siga as regras de negócio. O foco é permitir que profissionais construam fluxos onde o acesso ao dado seja robusto, eliminando erros de sintaxe ou de lógica em esquemas normalizados.

O negócio estabelece a Amazon como fornecedora de infraestrutura para serviços críticos de telecomunicações. Enquanto a Starlink foca no varejo e no consumidor final, a estratégia detalhada pela Amazon mira o ecossistema corporativo e institucional, atendendo setores como aviação comercial e logística de grande escala. Ao assumir o controle das operações da Globalstar, a empresa obtém escala para competir na internet via satélite, garantindo o espectro necessário para gerenciar o tráfego de dados e evitar interferências em órbita. A integração tecnológica permite que dispositivos operem de forma híbrida entre redes terrestres e espaciais. O investimento bilionário prioriza a conectividade baseada no espaço sob o guarda-chuva da subsidiária Leo, alterando a estrutura de acesso global e confrontando o domínio atual da SpaceX no setor aeroespacial. -- Notícia completa: https://youtu.be/43XmJY6UAxc

A Amazon anunciou a aquisição da Globalstar em um acordo de 11,57 bilhões de dólares, integrando infraestrutura e licenças in
A Amazon anunciou a aquisição da Globalstar em um acordo de 11,57 bilhões de dólares, integrando infraestrutura e licenças internacionais de espectro à sua rede de satélites Leo. O movimento visa acelerar a implementação da tecnologia direct-to-device, que permite a conexão direta de celulares aos satélites para serviços de voz e dados sem a necessidade de hardware extra. Com essa expansão, a Amazon planeja colaborar com operadoras de rede móvel para estender a conectividade celular além do alcance das torres terrestres tradicionais, eliminando áreas de sombra em regiões remotas e fornecendo uma cobertura global resiliente. A constelação Leo prevê a operação de mais de 3.200 satélites até 2029, consolidando uma malha de transporte de dados de alta performance e baixa latência para o mercado.

Checkin obrigatório em hotéis usando App do Governo… isso vai dar certo? https://youtube.com/shorts/KmmiZw8gPfM?si=l6weW-AhN62m_Vvu

A Conta Chegou para o GitHub Copilot! https://youtu.be/sx2d-7wDv9M

O projeto faz parte de uma visão da Meta de que, no futuro, todos os usuários, dentro e fora da organização, tenham seus próprios agentes de IA personalizados para auxílio em tarefas diversas. O próprio Zuckerberg está pessoalmente envolvido no treinamento do seu clone, além de dedicar entre cinco e dez horas semanais à codificação de outros projetos de inteligência artificial da empresa e à participação em revisões técnicas. O experimento também deve funcionar como um laboratório para o recurso Creator AI, que pretende permitir que criadores de conteúdo gerem versões digitais de si mesmos para interagir com seguidores em larga escala. -- Notícia completa: https://youtu.be/Jikl_p3c0Bo

O clone está sendo projetado para interagir com funcionários e oferecer feedback sobre projetos internos. Segundo reportagem
O clone está sendo projetado para interagir com funcionários e oferecer feedback sobre projetos internos. Segundo reportagem do Financial Times, o avatar animado está sendo treinado com base em um vasto conjunto de dados que inclui a imagem, a voz, os maneirismos e as declarações públicas do executivo ao longo dos anos. O objetivo da iniciativa é criar uma ponte de conexão entre o fundador e os colaboradores, permitindo que a cultura e a visão estratégica de Zuckerberg estejam presentes em interações cotidianas sem que ele precise participar fisicamente de cada revisão técnica. A IA também estuda os pensamentos do CEO sobre a estratégia da empresa para auxiliar na tomada de decisões e permitir respostas mais ágeis em processos gerenciais.

Uber ficou sem dinheiro para IA em 2026! https://youtube.com/shorts/F3HPZgHQ20Q?feature=share

O kernel traz ainda o recurso de autorrecuperação para o sistema de arquivos XFS, tornando-o muito mais resiliente a falhas. O gerenciamento de swap também foi otimizado, permitindo ganhos de até 20% em eficiência sob carga intensa de processamento. O suporte a hardware foi expandido para cobrir desde os novos chips Intel Nova Lake e arquiteturas AMD Zen 6 até processadores veteranos como SPARC e DEC Alpha. O sistema também recebeu melhorias de estabilidade nos sistemas de arquivos EXT4 e exFAT, além de otimizações na stack de rede para o protocolo IPv6. A atualização já está disponível para download oficial e deve chegar às principais distribuições em breve. -- Notícia completa: https://youtu.be/mOEKHEBUKE0

Linus Torvalds oficializou o lançamento do kernel Linux 7.0, explicando que o salto na numeração serve apenas para manter a c
Linus Torvalds oficializou o lançamento do kernel Linux 7.0, explicando que o salto na numeração serve apenas para manter a contagem de versões curta e organizada, evitando sequências longas. A grande novidade da versão é a transição definitiva do Rust de experimental para estável, com o uso da linguagem agora oficialmente encorajado para o desenvolvimento de drivers e módulos, visando reforçar a segurança de memória no kernel do sistema operacional. Torvalds destacou o aumento no volume de bugs reportados na reta final, atribuindo o fenômeno ao uso massivo de ferramentas de IA pela comunidade para identificar falhas isoladas e edge cases, cenário que ele classificou como o “novo normal” no fluxo de desenvolvimento. Além da maturação do Rust, foi removido o suporte legado ao linuxrc e introduzido o NULLFS, um sistema de arquivos raiz imutável voltado a ambientes minimalistas e contêineres que exigem isolamento.

Aproveita o feriado e responde seu preguiçoso! 😜 https://pesquisa.codigofonte.com.br

O ponto central, porém, é outro: o modelo que realmente desperta curiosidade seria o Claude Mythos, ainda mantido em “Preview” e protegido pelo chamado Project Glasswing por causa de riscos de segurança. Isso reforça a sensação de que o público recebe versões mais contidas enquanto a capacidade máxima fica atrás do vidro, o que reacende o debate sobre custo de inferência, limites de segurança e ROI real para empresas que dependem de LLMs no dia a dia. Sabemos então que o Opus 4.7 será apenas um “bridge model”, criado para segurar a base até a Anthropic descobrir como liberar algo mais poderoso sem aumentar os riscos operacionais. Em resumo, o lançamento anima, mas também deixa no ar a ideia de que a próxima grande virada ainda não chegou. — Notícia completa: https://youtu.be/uUXDeXbmtDk

A Anthropic lançou o Claude Opus 4.7 com o discurso clássico de upgrade mais rápido, melhor para codificação e com salto em v
A Anthropic lançou o Claude Opus 4.7 com o discurso clássico de upgrade mais rápido, melhor para codificação e com salto em vision, mas a novidade mais relevante está fora do pacote. A empresa tenta reconquistar desenvolvedores depois de semanas de queixas sobre o Opus 4.6 ter sido “nerfado”, com menos profundidade e reasoning, além de mais limitado por segurança. Uma análise de 6.852 sessões do Claude Code, além de benchmarks independentes, apontou queda no desempenho do Opus 4.6 em tarefas como SWE-Bench-Pro. Na prática, o 4.7 chega para acalmar os power users e modos como ultrareview e xhigh reasoning.

Este bloqueio coincidiu com a recente implementação de novas diretrizes da Anthropic, que passou a exigir que usuários de agentes externos migrem de assinaturas comuns para planos de API ou modelos de pagamento por uso. A mudança remove a cobertura de ferramentas independentes pelos planos de assinatura padrão, impondo custos adicionais e novas etapas de configuração para quem opera fora do ecossistema oficial da marca. Enquanto a companhia afirma que as regras servem para garantir a segurança da infraestrutura, profissionais apontam uma perda na flexibilidade para quem não utiliza os canais oficiais. A restauração da conta aconteceu ainda em meio a críticas sobre a falta de transparência nessas políticas e o impacto direto na neutralidade das plataformas de IA perante ferramentas de código aberto. -- Notícia completa: https://youtu.be/IDXRx5mK1zc

A Anthropic bloqueou brevemente o acesso de Peter Steinberger, desenvolvedor e criador do OpenClaw, aos seus modelos de intel
A Anthropic bloqueou brevemente o acesso de Peter Steinberger, desenvolvedor e criador do OpenClaw, aos seus modelos de inteligência artificial. Steinberger, que atualmente trabalha na OpenAI, relatou no X que a sua conta pessoal foi suspensa por "atividades suspeitas", o que o levou a sugerir que a compatibilidade das suas ferramentas com o Claude enfrentaria barreiras no futuro. O acesso foi restabelecido poucas horas depois, após o caso viralizar, com engenheiros da própria Anthropic intervindo para oferecer suporte técnico. A empresa negou que o uso de ferramentas de terceiros seja motivo de banimento, atribuindo o ocorrido a sistemas automáticos de detecção de fraudes.

Compilado com muitas notícias dos últimos dias sobre o mundo tech! https://youtu.be/IDXRx5mK1zc?si=CgoYcVfDbwNKtnjF