Código Fonte TV
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A Anthropic bloqueou brevemente o acesso de Peter Steinberger, desenvolvedor e criador do OpenClaw, aos seus modelos de inteligência artificial. Steinberger, que atualmente trabalha na OpenAI, relatou no X que a sua conta pessoal foi suspensa por "atividades suspeitas", o que o levou a sugerir que a compatibilidade das suas ferramentas com o Claude enfrentaria barreiras no futuro. O acesso foi restabelecido poucas horas depois, após o caso viralizar, com engenheiros da própria Anthropic intervindo para oferecer suporte técnico. A empresa negou que o uso de ferramentas de terceiros seja motivo de banimento, atribuindo o ocorrido a sistemas automáticos de detecção de fraudes.
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Compilado com muitas notícias dos últimos dias sobre o mundo tech!
https://youtu.be/IDXRx5mK1zc?si=CgoYcVfDbwNKtnjF
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https://www.instagram.com/p/DXSZLS-ATqB/?igsh=MzM5ODZ1MmF6ZnBj
🚨 Alerta de Mega Vazamentos de CPFs!
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O impacto já atingiu projetos fundamentais como o Node.js, que confirmou o fim das recompensas financeiras para pesquisadores independentes após o esgotamento dos fundos. Outras frentes, como o Google e o projeto Curl, também já tinham restringido submissões geradas por IA devido ao excesso de falsos positivos que sobrecarregam as equipes. Essa pressão econômica está forçando o mercado a trocar a correção tardia de bugs pela prevenção nativa, acelerando o uso de linguagens como Rust e Zig, que impedem erros de memória logo na escrita do código. O cenário aponta que o modelo de segurança baseado apenas na colaboração voluntária está falhando, o que exigirá um financiamento direto vindo das empresas para sustentar quem realmente mantém essas ferramentas de pé.
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Notícia completa: https://youtu.be/eM70ikhf3qw
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O Internet Bug Bounty, programa criado em 2012 para premiar a descoberta de falhas em tecnologias que sustentam a internet, anunciou a suspensão de novos envios e pagamentos por tempo indeterminado. A decisão foi motivada pelo crescimento explosivo de vulnerabilidades detectadas por scanners de inteligência artificial, o que comprometeu a viabilidade financeira do projeto. Desde o início, a iniciativa já distribuiu mais de um milhão e meio de dólares. O problema é que a análise automatizada tornou a descoberta de falhas industrial e barata, superando a capacidade dos mantenedores de processar os relatórios e os orçamentos para recompensas. Segundo a HackerOne, a velocidade da IA mudou a dinâmica da segurança, tornando o modelo atual insustentável diante de uma triagem manual que não consegue acompanhar o ritmo.
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Em resposta à repercussão negativa, um porta-voz da empresa confirmou que a terminologia será alterada na próxima atualização para refletir melhor as capacidades atuais da ferramenta. No entanto, analistas apontam que discursos semelhantes ainda são comuns em outras empresas, como OpenAI e xAI, que também utilizam avisos para que os usuários não tratem as respostas dos chatbots como verdades absolutas. Paralelamente a esse ajuste nos termos, a Microsoft planeja reduzir a integração profunda do Copilot em certas áreas do Windows 11, removendo funcionalidades consideradas desnecessárias para simplificar a experiência do sistema. A mudança nos textos legais deve alinhar a comunicação oficial aos investimentos bilionários que a empresa tem feito para posicionar a IA como uma ferramenta indispensável de trabalho e automação.
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Notícia completa: https://youtu.be/F5mnhNyYtmg
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A Microsoft se tornou alvo de críticas após a descoberta de que os termos de serviço do Copilot classificam a ferramenta como destinada exclusivamente para fins de entretenimento. O texto, atualizado pela última vez em outubro de 2025, alerta explicitamente que os usuários não devem confiar no assistente para conselhos importantes e que o uso ocorre por conta e risco próprios. Essa revelação gerou um forte contraste com a estratégia de marketing da companhia, que promove a inteligência artificial como um pilar de produtividade para o mercado corporativo. Embora a Microsoft tenha rotulado o trecho como linguagem legada da época em que o serviço ainda era parte do Bing, a cláusula permanece ativa e reflete uma cautela jurídica comum no setor para evitar responsabilidades sobre erros gerados por modelos de linguagem.
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No Brasil, a reestruturação resultou na demissão de pelo menos 200 profissionais e gerou uma reação imediata do Sindicato dos Trabalhadores em Tecnologia da Informação de São Paulo. O Sindpd ingressou com uma Ação Civil na Justiça do Trabalho alegando que as dispensas coletivas ocorreram sem negociação prévia, violando o entendimento do Supremo Tribunal Federal sobre a obrigatoriedade de intervenção sindical em demissões em massa. A ação solicita a reintegração dos funcionários e a suspensão de novos cortes sem diálogo com a entidade representativa. Além da questão jurídica local, relatórios globais indicam que a Oracle planeja automatizar diversas funções internas, colocando cargos técnicos e administrativos na mira do avanço dos sistemas inteligentes para otimizar a operação mundial da companhia.
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Notícia completa: https://youtu.be/nTe4YSO95g8
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A Oracle iniciou uma onda global de demissões no final de março que pode atingir até 30 mil funcionários, notificando os afetados por meio de um e-mail direto informando o desligamento imediato. Os cortes, que já atingiram operações nos Estados Unidos, na Índia, no Canadá e no México, fazem parte de uma reestruturação organizacional para reduzir custos e redirecionar recursos para projetos de inteligência artificial. A empresa justifica o movimento como uma estratégia para financiar a construção de novos centros de dados e outras iniciativas de infraestrutura voltadas à IA. Enquanto o mercado estima que o impacto total possa chegar a milhares de postos de trabalho, a liderança da multinacional confirmou pacotes de indenização baseados no tempo de serviço para os desligados, seguindo uma tendência de redução de pessoal já vista em outras gigantes do setor como Amazon e Block.
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Esse teste “fácil” reprova programadores no exterior.
E o motivo diz muito sobre como empresas avaliam devs na prática.
No vídeo de hoje, a gente mostra por que esse tipo de desafio continua eliminando tanta gente.
▶️ Assista:
https://www.youtube.com/watch?v=nVu8NpiFf0E
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Para sustentar o projeto, a empresa está comprometendo 100 milhões de dólares em créditos de uso do modelo e doou 4 milhões de dólares para fundações de código aberto, como a Apache e a Linux Foundation. A iniciativa surge como resposta urgente ao avanço da IA na descoberta de bugs, visando antecipar defesas antes que atores mal-intencionados escalem ataques automatizados. Para a startup, o modelo atinge um nível de codificação que supera quase todos os especialistas humanos na exploração de falhas sistêmicas, permitindo correções em larga escala antes que as brechas sejam exploradas. O objetivo é acelerar a correção de falhas em uma era onde o tempo entre a descoberta de um erro e sua exploração criminosa caiu de meses para apenas alguns minutos. Por questões de segurança nacional, o Mythos não será aberto ao público geral, mas a Anthropic planeja usar todo esse aprendizado para criar salvaguardas muito mais robustas nas futuras versões comerciais da linha Claude.
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Notícia completa: https://youtu.be/O21ep2OmO2U
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A Anthropic anunciou o Projeto Glasswing, uma coalizão que reúne gigantes como Google, Microsoft, Apple e AWS para proteger a infraestrutura global de software contra o uso malicioso da inteligência artificial. O coração do projeto é o Claude Mythos Preview, um modelo cuja existência foi revelada recentemente após o vazamento do código do Claude Code. Em testes, o Mythos demonstrou uma capacidade de identificar falhas superior à de quase qualquer especialista humano, detectando sozinho milhares de vulnerabilidades críticas em todos os principais sistemas operacionais e navegadores. O achado mais impressionante foi um bug de 27 anos escondido no OpenBSD, um sistema famoso pelo rigor extremo que sobreviveu a décadas de revisões humanas até ser exposto pela nova IA.
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Uma biblioteca extremamente popular no ecossistema JavaScript virou alvo de um ataque que acendeu um alerta sério sobre segurança na cadeia de dependências.
Se você trabalha com desenvolvimento web, backend ou mantém projetos em produção, esse caso merece a sua atenção.
No vídeo de hoje, o Código Fonte TV explica o que aconteceu com o Axios, por que esse tipo de ataque assusta tanto e o que isso revela sobre os riscos escondidos no dia a dia de quem desenvolve software.
Assista agora:
https://www.youtube.com/watch?v=59pXnUeX62Q
(Criado pelo Cody, o Openclaw do Código Fonte)
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Para quem acompanha a disputa entre foundation models, a chegada mais estruturada da Anthropic ao Brasil é um sinal claro de que a briga por clientes corporativos vai esquentar. A empresa, liderada por Dario Amodei, passou a oferecer seus produtos no país em agosto de 2024 e vem ampliando a tração com ferramentas como Claude Code e Claude Cowork. Clientes e concorrentes esperam que a operação local venha acompanhada de incentivos comerciais, como créditos para estimular a adoção. Esse avanço acontece em um momento de forte aceleração do negócio global da Anthropic. No evento Brazil at Silicon Valley, Mike Krieger resumiu bem o que pode destravar oportunidades no país: “Entender um mercado, entender a indústria, nunca foi tão importante”. Para desenvolvedores, startups e times de produto, a mensagem é simples: o Brasil entrou de vez no mapa estratégico da empresa.
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Notícia completa: https://youtu.be/b91upzExWUg
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A empresa por trás do Claude, começou a estruturar sua presença no Brasil e deve abrir um escritório em São Paulo ainda em 2026. O movimento inclui a formação de uma equipe comercial e ao menos uma contratação já teria sido feita. A estratégia local, ao que tudo indica, será concentrada no mercado enterprise, com foco em vender soluções de IA para grandes empresas. A companhia também estaria se aproximando de startups latino-americanas que operam no país, enquanto o mercado tenta descobrir quem vai liderar a operação brasileira. A empresa preferiu não comentar oficialmente. O passo chama a atenção porque o Brasil já é o terceiro mercado que mais usa a plataforma Claude, atrás apenas dos Estados Unidos e da Índia, o que ajuda a explicar por que a Anthropic decidiu sair de uma atuação mais remota para uma presença mais direta por aqui. Esse passo inicial vai contar com a supervisão do Mike Krieger (brasileiro e cofundador do Instagram) e hoje é chefe de produto na Anthropic.
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A justificativa para o fim do suporte é o alto custo de manutenção e conformidade, que acaba drenando recursos que seriam aplicados na evolução das plataformas modernas da empresa. A recomendação oficial é que os usuários migrem o quanto antes para o ASP.NET moderno no .NET 10 ou versões superiores, aproveitando as vantagens de performance e a capacidade de rodar nativamente no Linux. Daniel Roth, gerente principal de produtos da Microsoft, destacou que a versão 2.3 tornou-se tão obsoleta que não é mais recomendada nem como uma estratégia de migração de longo prazo, sugerindo inclusive o uso de ferramentas de inteligência artificial para auxiliar nesse processo de atualização de código.
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Notícia completa: https://youtu.be/lftTaAF9D1c
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A Microsoft definiu o dia 7 de abril de 2027 como a data final para o suporte ao ASP.NET Core 2.3, a única versão do framework que ainda permitia a execução de aplicações modernas sobre o antigo .NET Framework. O anúncio, realizado com exatamente um ano de antecedência, cumpre o requisito de aviso prévio para produtos que a companhia classifica tecnicamente como ferramentas. Após esse prazo, a empresa deixará de fornecer qualquer tipo de atualização de segurança, correção de bugs ou assistência técnica, o que pode comprometer a integridade de sistemas que operam em infraestruturas legadas. Embora o .NET Framework original continue sendo mantido como um componente estável do Windows, essa versão específica do ASP.NET Core terá seu ciclo de vida encerrado prematuramente sob a justificativa de que sua manutenção exige recursos que agora serão focados na evolução das plataformas de última geração.
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Para quem contribui diretamente com Material ou Cupertino, o recado é mais operacional: PRs já abertos continuam válidos e ainda podem ser revisados normalmente, mas a migração dessas changes acontecerá depois, quando os novos packages estiverem publicados. O time explica que congelar o código um ciclo estável antes da transição garante que o conteúdo presente no SDK a partir do Flutter 3.44 fique praticamente idêntico ao que será lançado como 1.0.0 de material_ui e cupertino_ui, criando um caminho de upgrade com menos atrito para developers em diferentes release channels. O post também destaca que esse avanço só aconteceu porque a comunidade ajudou a remover dependências e migrar centenas de testes, algo essencial para viabilizar o desacoplamento. Agora, o próximo trabalho envolve port do código, CI/CD, testes e documentação, mantendo a mesma qualidade de DX que a comunidade espera do Flutter. É uma mudança de arquitetura que parece administrativa, mas na prática prepara um ecossistema mais modular e mais fácil de evoluir.
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Notícia completa: https://youtu.be/6TdarhRLDqE
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O Flutter oficializou um passo importante na sua reorganização interna: as libraries Material e Cupertino dentro de flutter/flutter entraram em code freeze em 7 de abril, como parte do plano de desacoplar esses componentes do framework principal e relançá-los como os packages material_ui e cupertino_ui no pub.dev. Na prática, isso significa que não haverá mais mudanças nesses módulos dentro do repositório principal, e a evolução futura passará para flutter/packages. Para quem só desenvolve apps ou plugins, o impacto imediato ainda é pequeno, tanto que o próprio texto resume isso com a frase: “This won’t affect you… yet.” O ponto mais relevante é o que vem depois: após a stable 3.44, os novos packages serão publicados, e o código antigo será depreciado na release estável seguinte, antes de ser removido mais adiante. A ideia é reduzir ao máximo o risco de breaking changes e tornar a migração o mais previsível possível.
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Além disso, a release trouxe melhorias importantes no ecossistema de desenvolvimento. O React Native DevTools agora suporta múltiplas conexões simultâneas via Chrome DevTools Protocol, o que permite usar ferramentas como VS Code e outros clients ao mesmo tempo sem derrubar sessões, abrindo espaço para workflows mais modernos e até integração com agentes de IA. Outro ponto interessante é o suporte a TLS no Metro, permitindo rodar o dev server com HTTPS e WSS, essencial para testar integrações seguras. Entre os breaking changes, destaque para a extração do preset do Jest para um pacote separado chamado @react-native/jest-preset, deixando o core mais enxuto, e o fim do suporte para versões EOL do Node.js, exigindo ambientes mais atualizados. No geral, a 0.85 segue a linha das últimas versões, focando em consolidar a nova arquitetura e melhorar a experiência de desenvolvimento com ganhos reais de performance e manutenção.
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Notícia completa: https://youtu.be/nVHimGIrPZA
