Código Fonte TV
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O principal diferencial do Lore em relação aos concorrentes tradicionais do mercado é o tratamento igualitário dado a arquivos de texto e dados binários. No fluxo principal de processamento, todo o conteúdo é gerenciado como fluxos de bytes opacos, fazendo com que recursos voltados para texto operem apenas como camadas adicionais na stack. De acordo com a empresa, o Git trata binários como cidadãos de segunda classe e carece de isolamento multilocatário, enquanto o Perforce exige múltiplas viagens de ida e volta ao servidor. Para resolver esses gargalos, o Lore foi estruturado com uma arquitetura esparsa por construção, baixando apenas os fragmentos necessários para o cliente. O sistema elimina revisões parciais, oculta estados intermediários e traz uma API completa para várias linguagens.
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Notícia completa: https://youtu.be/4HA667e2OWY
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A Epic Games anunciou o lançamento em código aberto do Lore, seu sistema de controle de versão (VCS) focado no gerenciamento de arquivos binários grandes. O projeto nasceu originalmente como Unreal Revision Control, operando integrado ao Unreal Editor do Fortnite. Licenciado sob licença MIT, o ecossistema permite que derivados e forks de código sejam transformados em softwares proprietários comerciais, diferenciando-se do modelo copyleft padrão da licença GNU. Compatível com Windows, macOS e Linux, o software possui uma estrutura de servidor projetada para ser facilmente transportada entre diferentes serviços de nuvem. A proposta central da desenvolvedora é fornecer uma alternativa eficiente para lidar com fluxos intensos de dados binários pesados e informações legíveis por máquina.
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Contudo, análises independentes feitas por usuários que rodaram o sistema constataram que, ao remover as instruções iniciais que forçavam a identidade do município, o algoritmo se identificava como uma tecnologia de uma startup asiática. Pesquisadores que avaliaram os pesos do modelo camada por camada identificaram uma colinearidade matemática de 0,99. Esse padrão apontou que o software consistia em uma fusão direta composta por 60% do modelo Nex N2 Pro e 40% do Qwen 3.5, sem que qualquer treinamento adicional tivesse sido realizado de fato. Diante das críticas sobre a falta de créditos, a prefeitura atualizou a página do repositório para incluir as atribuições corretas e pediu desculpas, alegando um erro humano que causou a publicação acidental de um arquivo preliminar de testes antes da conclusão da etapa de refinamento nativo.
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Notícia completa: https://youtu.be/Qk1OPjo1-_s
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A Prefeitura do Rio de Janeiro se envolveu em uma polêmica no setor de tecnologia com o lançamento do Rio 3.5 Open, um modelo de inteligência artificial generativa com 397 bilhões de parâmetros. O projeto, executado pela empresa pública de informática IplanRio, recebeu um investimento de R$ 500 mil e tinha o objetivo de fornecer uma ferramenta de uso público sob a licença permissiva MIT. A proposta central da iniciativa era diminuir a dependência municipal de plataformas privadas estrangeiras e estabelecer um debate focado na soberania tecnológica. O sistema ganhou grande repercussão inicial em fóruns digitais e redes sociais após registrar resultados surpreendentemente altos em testes de benchmark de referência, chegando a superar grandes tecnologias consolidadas do mercado.
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Para o usuário final, o principal destaque prático é a introdução do novo driver nativo NTFSplus, desenvolvido pelo especialista Namjae Jeon. Essa implementação substitui soluções anteriores marcadas por falhas e garante transferências de arquivos com escrita e leitura multithread entre 35% e 110% mais rápidas, além de carregar grandes volumes de dados cerca de quatro vezes mais rápido. No gerenciamento de hardware moderno, o Linux 7.1 traz o recurso Intel FRED habilitado por padrão e o suporte ao isolamento LASS para acelerar o desempenho de segurança no controle de privilégios. O sistema também adiciona melhorias na compressão de memória swap, atualiza os requisitos do Rust para a versão 1.85 e traz compatibilidade antecipada para os futuros chips baseados na arquitetura AMD Zen 6.
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Notícia completa: https://youtu.be/bun5Gst_0Q8
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Linus Torvalds anunciou o lançamento oficial do kernel 7.1 do Linux, consolidando o fim definitivo do suporte aos antigos processadores Intel 486 e suas tecnologias contemporâneas. A mudança faz parte de uma grande reestruturação que eliminou mais de 140 mil linhas de códigos obsoletos do sistema operacional. A varredura também removeu o suporte aos processadores russos da família Baikal, antigas portas para mouses de barramento e outros componentes de comunicação legados que já não eram utilizados pelas distribuições modernas. Essa remoção sistemática visa diminuir a superfície de ataques e otimizar o trabalho de manutenção da arquitetura do ecossistema de código aberto a longo prazo. Além das barreiras físicas, a reta final de desenvolvimento do sistema precisou superar transtornos causados por ferramentas de IA generativa, que sobrecarregaram os programadores do projeto ao emitir relatórios excessivos de bugs irrelevantes e falhas repetidas.
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Paralelamente ao processo de separação, os fundadores da Manus iniciaram debates preliminares para captar aproximadamente US$ 1 bilhão com investidores externos para readquirir a startup. O plano visa reestruturar a empresa como uma joint venture chinesa e pavimentar o caminho para uma futura listagem na bolsa de Hong Kong, mercado que registrou uma forte alta de IPOs de IA neste ano. A pressão regulatória também se estendeu para o restante do ecossistema local: autoridades chinesas ampliaram restrições de viagens internacionais para executivos do setor privado e passaram a exigir aprovação governamental para que empresas de ponta, como ByteDance e Moonshot AI, aceitem aportes financeiros vindos dos Estados Unidos.
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Notícia completa: https://youtu.be/hJLCJ3yz6T8
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A Meta começou a desmantelar oficialmente a compra de US$ 2 bilhões da Manus, executando a separação operacional e interrompendo o compartilhamento de dados com a startup de inteligência artificial de origem chinesa. O movimento representa o passo mais concreto da big tech para cumprir uma ordem de desinvestimento emitida pelo governo da China há cerca de dois meses, baseada em alegações de segurança nacional. De acordo com relatórios de mercado, a Meta cortou o acesso da Manus aos seus sistemas internos, proibindo que funcionários utilizem as ferramentas da startup em projetos próprios da empresa. O caso evidencia a forte determinação de Pequim em reter o controle sobre tecnologias consideradas estrategicamente sensíveis, ignorando o fato de a companhia possuir registro corporativo no exterior.
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O post oficial de Josh Woodward, vice-presidente da Google Labs, destaca que o Brasil se consolidou como um dos mercados de maior crescimento do mundo na adoção de inteligência artificial. O executivo apontou que os desenvolvedores brasileiros estão na vanguarda da criação de valor prático, utilizando modelos abertos para solucionar problemas de negócios reais em diversos setores. De acordo com Woodward, esse alto nível de engajamento e criatividade técnica motivou a companhia a estender o suporte direto a fundadores locais. O novo fundo busca garantir que essas startups tenham acesso não apenas ao capital, mas também aos recursos de computação e de mentoria necessários para transformar os protótipos atuais em produtos comerciais de escala global.
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Notícia completa: https://youtu.be/DptKoXjhoYY
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O Google anunciou, durante o evento Google for Brasil, uma parceria inédita com a gestora de capital de risco Monashees para criar um fundo focado em startups brasileiras de inteligência artificial. A iniciativa vai investir entre cinco e dez milhões de dólares em empresas em estágio inicial que desenvolvem soluções baseadas em modelos de linguagem e IA generativa. Além do aporte financeiro, as selecionadas receberão créditos de uso na plataforma de nuvem Google Cloud e suporte técnico especializado dos engenheiros da companhia. O objetivo estratégico do programa é acelerar o ecossistema de tecnologia nacional, permitindo que novas empresas locais construam infraestruturas escaláveis e robustas utilizando as ferramentas de machine learning mais avançadas da big tech.
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A medida britânica pretende ser ainda mais severa do que as regras de outros países e prevê também barreiras para ferramentas de inteligência artificial. Chatbots de "companhia romântica" baseados em IA terão que implementar travas rígidas para garantir que sejam acessados apenas por maiores de 18 anos. Por outro lado, aplicativos de mensagens diretas, como WhatsApp e Signal, não serão afetados pelas restrições de idade. Embora especialistas questionem a eficácia prática de um bloqueio total, o governo britânico afirmou que a decisão atende a uma consulta realizada no início do ano com pais, jovens e sociedade civil, na qual mais de 83% dos pais participantes apontaram de forma clara que os riscos desse ecossistema digital superavam os benefícios. Com isso, o país se junta à Austrália, pioneira na proposta, e a outras nações como Canadá, França e Dinamarca, que já começaram a desenhar barreiras semelhantes para proteger os menores de idade no ambiente online.
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Notícia completa: https://youtu.be/DptKoXjhoYY
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O primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, oficializou um plano de ação governamental que pretende impor um bloqueio completo ao uso de redes sociais por menores de 16 anos no Reino Unido. Com previsão para entrar em vigor na próxima primavera, o texto legal foi estruturado para transferir o controle regulatório de volta aos pais e atingirá as principais plataformas mais populares. A fundamentação da proposta foca diretamente no design técnico dos algoritmos, com Starmer apontando que ferramentas de retenção como a rolagem infinita são intencionalmente projetadas para o aprisionamento digital e para a entrega automatizada de conteúdos nocivos e viciantes. O argumento central do gabinete é que o tempo consumido por essas mecânicas de feed impede o desenvolvimento saudável de atividades biológicas e intelectuais básicas, como o ciclo de sono regulado e a leitura.
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A Alexa+ chega em acesso antecipado e, nesse período inicial, será gratuita para usuários selecionados. Depois, será incluída sem custo adicional para assinantes do Amazon Prime ou poderá ser contratada separadamente por R$ 99,90 por mês, pacote que também inclui 2 TB no Amazon Photos. A assistente será compatível com a maioria dos dispositivos Echo usados no país, mas alguns modelos mais antigos e aparelhos de terceiros com Alexa integrada ficam de fora. Entre os recursos prometidos estão memória de preferências, criação de rotinas, planejamento de viagens, envio de e-mails, integração com apps e até pedido de Uber por voz, com confirmações antes de concluir ações sensíveis. Para devs, a chegada da Alexa+ reforça uma tendência clara: assistentes de voz estão finalmente deixando de ser interfaces limitadas por conversas “rígidas” e começam a operar como camadas conversacionais conectadas a serviços, APIs e automações do dia a dia.
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Notícia completa: https://youtu.be/DptKoXjhoYY
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A Amazon anunciou a chegada da Alexa+ ao Brasil, colocando a assistente de voz em uma fase bem mais ambiciosa. A ideia é sair daquele modelo de comandos engessados, tipo pedir música, criar timer ou apagar a luz, e entrar em uma experiência mais próxima de um chatbot moderno, com IA generativa, contexto de conversa e respostas mais naturais. Para quem desenvolve software, o ponto interessante está na arquitetura: a nova Alexa usa múltiplos modelos de inteligência artificial para decidir como responder a cada tarefa, indo de comandos simples de smart home até interações mais complexas. Na prática, isso significa que o usuário poderá falar de um jeito menos “certinho”, mudar o assunto no meio da conversa, corrigir pedidos e continuar interagindo sem repetir o nome da assistente o tempo todo. A Amazon também promete melhor adaptação ao português do Brasil, incluindo sotaques, expressões e hábitos locais.
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A transação deve ser encerrada oficialmente no terceiro trimestre deste ano, visando acelerar a entrega de aplicações corporativas prometidas aos acionistas. O setor de inteligência artificial é a grande aposta comercial da SpaceX, concentrando 26 trilhões dos 28 trilhões de dólares estimados como mercado potencial total da corporação. A Cursor, criada em 2022 sob o nome Anysphere, participou do programa de aceleração da OpenAI em 2024 e acumulou 3,2 bilhões de dólares em aportes prévios. O processo de compra ganhou tração após a forte valorização das ações na bolsa de valores, onde os papéis da SpaceX saltaram do preço inicial de 135 dólares para mais de 200 dólares em negociações pré-mercado.
A Cursor também está trabalhando em um concorrente direto do Github, o Origin, que promete estar sendo criado para a era agêntica do desenvolvimento. Já é possível se inscrever na lista de espera para o lançamento previsto para o outono americano.
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Notícia completa: https://youtu.be/DptKoXjhoYY
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Após a abertura de capital histórica da companhia aeroespacial, que arrecadou 85,7 bilhões de dólares e atingiu uma avaliação de mercado superior a 2 trilhões de dólares (tornando Elon Musk o primeiro trilionário do mundo), a SpaceX fechou um acordo para adquirir a Cursor por 60 bilhões de dólares em ações. A movimentação ocorre cerca de dois meses após o anúncio de cooperação técnica firmado entre as duas corporações. O objetivo central do negócio é fortalecer a divisão de inteligência artificial da SpaceX, estruturada a partir da xAI, que foi integrada à companhia no início deste ano com a missão de alcançar os principais laboratórios do setor. Antes de aceitar a oferta de compra, a Cursor estava prestes a fechar uma rodada de investimentos de 2 bilhões de dólares com fundos de capital de risco como Andreessen Horowitz, Thrive e NVIDIA, uma operação que avaliaria a startup em 50 bilhões de dólares.
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Siga informado com o Compilado desse Domingo... cuidado com a misantropia. 😉
https://www.youtube.com/watch?v=DptKoXjhoYY
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O professor Dan Garcia, responsável pelas duas disciplinas, apontou o uso abusivo de inteligências artificiais como Claude e Gemini como o principal motor por trás desse colapso acadêmico. Segundo Garcia, cerca de trinta alunos foram pegos colando diretamente em exames de levar para casa através de modelos de linguagem. Ele explicou que muitos usam as ferramentas para resolver os trabalhos cotidianos e chegam nas provas presenciais completamente despreparados. O problema é agravado pela falta de base em cálculo vetorial e álgebra linear, um gargalo também sentido pela professora Gireeja Ranade em turmas avançadas. A crise levou ambos a se unirem a mais de 1.300 docentes em uma petição exigindo a volta da pontuação obrigatória do SAT e do ACT, que funcionam como os equivalentes ao Enem americano, para selecionar novos alunos voltados às carreiras de exatas e engenharia.
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Notícia completa: https://youtu.be/YA5UPGTPqqQ
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As taxas de reprovação em múltiplos cursos de ciência da computação na Universidade da Califórnia em Berkeley registraram uma alta histórica no primeiro semestre de 2026, quebrando as diretrizes tradicionais de avaliação do departamento. Dados da plataforma acadêmica Berkeleytime revelaram um cenário alarmante: no curso introdutório CS 10, o índice de alunos que receberam nota "F" saltou para 35,3%, enquanto na disciplina CS 61A a taxa atingiu 10,6%. O número surpreende porque, nos anos anteriores, as reprovações não passavam de 10%, e a recomendação oficial do departamento é de que apenas 7% dos estudantes de turmas iniciais recebam notas "D" ou "F". Como reflexo, a média geral das duas turmas despencou para "C-plus", o equivalente a um histórico escolar de 2,3, bem abaixo da meta usual.
