Código Fonte TV
Open in Telegram
Canal oficial do Código Fonte TV no Telegram. Link: https://t.me/codigofontetv
Show more2 926
Subscribers
-324 hours
-57 days
-530 days
Posts Archive
2 926
O recurso é opcional e atua como um filtro no lado do cliente que lê marcas de tempo contidas no índice compacto v2 do rubygems.org. Os desenvolvedores podem ativar o mecanismo por parâmetros no arquivo Gemfile ou de forma global no sistema, determinando um intervalo padrão de sete dias para que a biblioteca mude de status. A novidade complementa outras barreiras da plataforma, como a autenticação de dois fatores obrigatória, a validação de dados no upload e o bloqueio de senhas expostas no vazamento Have I Been Pwned. Caso o time precise atualizar uma falha zero-day com urgência, basta passar a flag --cooldown 0 no terminal para suspender temporariamente a trava. A iniciativa conta com uma equipe dedicada que roda varreduras assistidas por inteligência artificial com o apoio da Anthropic, mas críticos alertam que quarentenas longas demais deixam os sistemas expostos a perigos por mais tempo, já que o filtro também retém os patches de correção imediatos.
--
Notícia completa: https://youtu.be/R0oH1tdckf4
2 926
O ecossistema Ruby ganhou uma nova camada de proteção nativa contra ataques à cadeia de suprimentos com o lançamento do Bundler 4.0.13. Batizada de cooldown, a ferramenta estabelece uma espécie de quarentena temporal baseada em dias para barrar códigos maliciosos. O filtro impede que o gerenciador de pacotes faça o download imediato de novas versões de bibliotecas, as famosas gems, forçando o sistema a priorizar versões mais antigas e amplamente testadas, dando tempo para que o lançamento recente seja analisado pela comunidade. Segundo Hiroshi Shibata, mantenedor do RubyGems, a maioria das invasões se aproveita de uma janela curtíssima de tempo: o invasor compromete uma conta de desenvolvedor, publica uma versão maliciosa e o comando de instalação automática das empresas acaba puxando o arquivo imediatamente.
2 926
A decisão causou forte impacto porque o compilador JIT prometia entregar uma melhoria de desempenho de até nove por cento na próxima grande versão, o Python 3.15, programado para sair em outubro. Atualmente, a novidade roda de forma experimental e exige ativar uma configuração manual para funcionar. Mark Shannon, um dos principais engenheiros do projeto, criticou a suspensão abrupta dizendo que a equipe foi colocada em uma posição desconfortável. Segundo ele, a pressão para criar uma proposta às pressas vai atropelar o tempo de que a comunidade precisa para debater o assunto de forma aberta. Shannon pediu um prazo extra de tolerância e alertou que essa paralisação forçada arrisca cortar o ritmo do projeto e afastar novos programadores voluntários.
--
Notícia completa: https://youtu.be/x2wTXHUajSE
2 926
O Conselho Administrativo do Python surpreendeu a comunidade ao interromper temporariamente o desenvolvimento do seu novo compilador JIT, um dos recursos mais aguardados para acelerar a velocidade da linguagem. A liderança determinou que o projeto não pode receber nenhuma novidade no repositório principal até que um processo oficial de aprovação seja seguido à risca. O comitê explicou que a proposta atual deixou muitas perguntas cruciais sem resposta, incluindo quem vai dar manutenção para o código no futuro, como garantir a compatibilidade com outras ferramentas e quais serão as métricas reais para provar o seu sucesso. A partir de agora, o time só poderá submeter correções de erros e falhas de segurança. Se uma nova proposta formal não for aprovada em seis meses, todo o código feito até aqui será removido do repositório principal, embora o conselho admita nos bastidores que há flexibilidade nesse prazo.
2 926
O ataque funciona ao interferir na lógica do sistema quando ocorre um erro e a exclusão de um verdict map precisa ser desfeita. Essa dinâmica envolve os chamados elementos catchall, que funcionam como wildcards de busca no framework. O exploit altera esse mecanismo de reversão, permitindo decrementar o contador de referências de uma cadeia de forma arbitrária e liberar a memória enquanto outros objetos ainda apontam para ela. Segundo a Exodus Intelligence, a ação vaza o endereço base do kernel, expõe endereços de heap e sequestra o fluxo de controle, mantendo estabilidade superior a 99% no Debian e Ubuntu. A FuzzingLabs já havia demonstrado uma prova de conceito em abril, mas os especialistas alertam que esta é uma de três potentes falhas recentes usadas para burlar sandboxes.
—
Notícia completa: https://youtu.be/uWecHLwR0aI
2 926
A comunidade de segurança analisou uma vulnerabilidade de alta gravidade no Linux capaz de elevar os privilégios de usuários comuns para root devido a um erro incomum: um ponto de exclamação digitado incorretamente no código principal. Identificada como CVE-2026-23111, a brecha está no nf_tables, subsistema do kernel responsável pela filtragem de pacotes e regras de firewall que substitui ferramentas legadas como iptables e ip6tables. O caractere errado introduziu uma falha do tipo use-after-free, que corrompe a memória ao permitir que códigos maliciosos ocupem endereços que não foram liberados de forma adequada, abrindo caminho para que um processo sem privilégios assuma o controle da máquina.
2 926
O Google justificou o gasto massivo como uma medida temporária para lidar com o surto de demanda por sua plataforma de agentes Gemini Enterprise. O contrato prevê acesso com desconto até setembro e estabelece cláusulas de cancelamento mútuo a partir de dezembro de 2026, com aviso prévio de noventa dias. A infraestrutura alugada fica no complexo Colossus 1, centro de dados construído pela xAI e incorporado pela SpaceX. O arranjo é semelhante ao firmado com a Anthropic, que paga 1,25 bilhão mensais, mas o Google alugou cerca de metade do poder de processamento da rival para servir de ponte enquanto a Alphabet expande seus investimentos em hardware.
—
Notícia completa: https://youtu.be/taych6unEVI
2 926
A SpaceX firmou mais um contrato massivo de infraestrutura de computação às vésperas de sua histórica abertura de capital, desta vez fechando uma parceria bilionária com o Google. Conforme revelado em um relatório regulatório, o Google pagará 920 milhões de dólares por mês à empresa de Elon Musk entre outubro de 2026 e junho de 2029. O montante garantirá o acesso direto a aproximadamente 110 mil GPUs da NVIDIA, além de CPUs e componentes de memória dedicados. O movimento ocorre uma semana antes das ações começarem a circular na bolsa Nasdaq, onde a SpaceX tenta arrecadar 75 bilhões de dólares sob uma avaliação histórica de 1,75 trilhão. O próprio Google é investidor de longa data da companhia e verá sua fatia saltar para mais de 100 bilhões de dólares após a estreia.
2 926
Embora o protocolo tenha sido iniciado, a dona do ChatGPT destacou que ainda não bateu o martelo sobre o cronograma definitivo para a sua estreia na bolsa de valores. Conforme os documentos enviados, o protocolo funciona puramente como um comunicado formal, sem constituir ainda uma oferta de venda ou solicitação de compra de ações. A diretoria explicou que a decisão envolve um conjunto complexo de escolhas difíceis, já que existem projetos e objetivos institucionais que são consideravelmente mais fáceis de executar enquanto a companhia permanece operando de forma privada. Apesar desse impasse estratégico sobre o ritmo da transição, a submissão confidencial do rascunho garante à OpenAI a flexibilidade necessária para acelerar os trâmites e estrear no mercado aberto assim que o cenário consolidado se provar ideal.
—
Notícia completa: https://youtu.be/A_ePW9S3bfU
2 926
A OpenAI realizou o envio confidencial de um rascunho de sua declaração de registro S-1 à Securities and Exchange Commission, a SEC dos Estados Unidos. A empresa fez questão de esclarecer que a publicação segue os parâmetros da Regra 135 do Securities Act de 1933. O movimento dá o pontapé inicial para o processo de abertura de capital da companhia, marcando o que o mercado de tecnologia e a imprensa especializada já apontam como uma das ofertas públicas definidoras de toda a década. Em um comunicado direto emitido em seus canais oficiais, a liderança da empresa justificou a decisão de tornar o protocolo público de forma imediata simplesmente por prever que os papéis e as intenções de listagem iriam vazar de qualquer forma, optando por se antecipar aos rumores.
2 926
Para conter essa superfície de infecção por execuções automáticas em tempo de instalação, o GitHub anunciou mudanças críticas nas configurações padrão do npm para a versão 12, prevista para julho. A diretiva "allowScripts" passará a vir desativada de fábrica, bloqueando scripts de preinstall, install e postinstall de dependências, incluindo builds nativos do node-gyp, a menos que o projeto os autorize explicitamente. Outras travas de segurança desativarão o "allow-git" e mudarão o "allow-remote" para restrição completa, impedindo downloads externos automáticos. Ferramentas consolidadas como Playwright, Puppeteer e Electron, que dependem de hooks de instalação, demandarão aprovação manual na configuração. A iniciativa alinha o npm a concorrentes como Yarn, pnpm e Bun, que já bloqueavam esses scripts por padrão.
--
Notícia completa: https://youtu.be/x6yBFEErkiU
2 926
O avanço do worm Miasma, evolução direta do Mini Shai-Hulud, levou o GitHub a desativar temporariamente mais de 70 repositórios da Microsoft em apenas 105 segundos após o disparo de alertas automatizados. A infecção começou com um commit malicioso em uma conta de colaborador comprometida no repositório Azure/durabletask, inserindo arquivos de configuração que executam código remoto quando abertos em IDEs ou ferramentas de IA, quebrando pipelines de CI/CD. Para piorar, o kit completo de exploração do Miasma foi aberto ao público no próprio GitHub através de perfis invadidos. O ecossistema do malware opera inteiramente dentro da plataforma sem precisar de infraestrutura de comando e controle própria, realizando a comunicação por canais de busca de commits públicos para exfiltrar credenciais, rodar scripts JavaScript via runtime e monitorar os sistemas afetados com Python.
2 926
No desktop, o macOS 27 Golden Gate embutiu a assistente no Spotlight, permitindo fazer perguntas diretas e selecionar arquivos específicos para análise. O navegador Safari recebeu atualizações para produtividade, incorporando a IA para categorizar abas por tópicos, atualizar senhas comprometidas de forma automática e gerar extensões customizadas por meio de instruções em linguagem natural. Na camada de infraestrutura residencial, o aplicativo Home passou a processar clipes em resolução 4K, usando algoritmos para gerar descrições em texto de gravações de segurança e unificar transmissões de múltiplos dispositivos. Por fim, o ecossistema de controle parental foi totalmente reformulado, trazendo um novo design para o menu Screen Time e novas travas que exigem autorização prévia para o acesso de menores a sites e aplicativos específicos.
Mas talvez o anúncio mais importante para quem desenvolve tenha sido o Foundation Models Framework, que dá aos desenvolvedores acesso aos modelos de IA do Apple Intelligence diretamente em seus aplicativos. Na prática, isso permite criar recursos como assistentes inteligentes, busca semântica, geração de conteúdo e automações usando processamento local, reduzindo dependência de serviços externos e custos com APIs. A novidade também reforça a estratégia da Apple de priorizar privacidade e processamento no dispositivo.
--
Notícia completa: https://youtu.be/ZUxnuRfxeo4
2 926
Após dois anos de expectativas e atrasos, a Apple enfim anunciou seus novos recursos de inteligência artificial na WWDC 2026. A grande novidade do evento foi a Siri AI, uma assistente de voz inteiramente reformulada que foi desenvolvida em colaboração direta com o Google. O sistema utiliza o ecossistema atualizado do Apple Intelligence para suportar diálogos contínuos com respostas contextuais detalhadas, além de ganhar um app autônomo para gerenciamento do histórico de conversas e capacidade de extrair informações com base na informação que está exibida na tela. A nova assistente será distribuída nativamente por meio das próximas atualizações de sistema, cobrindo o ecossistema de iPhones, iPads, Macs, Apple Watches e o headset Apple Vision Pro. No ambiente mobile do iOS 27, a ferramenta poderá ser acionada por um gesto de deslizar na Dynamic Island, trazendo também o Siri Mode no aplicativo de câmera para identificar objetos do mundo real no visor.
2 926
Apesar do forte apelo técnico e da validação da Microsoft para integrar a plataforma ao futuro Surface Laptop Ultra, analistas apontam desafios práticos na adaptação da tecnologia ao formato portátil. A proposta de uma IA agêntica nativa exige que os assistentes virtuais operem de forma ininterrupta em segundo plano, o que entra em conflito com as restrições tradicionais de gerenciamento e autonomia de bateria em dispositivos móveis. Embora o ecossistema também englobe desktops e mini PCs com ampla eficiência em setups fixos, há um ceticismo sobre a capacidade dos laptops manterem os agentes ativos em trânsito sem comprometer a autonomia energética. Para além do segmento de hardware, a Adobe confirmou otimizações em sua linha de softwares para usufruir da memória unificada do chip.
--
Notícia completa: https://youtu.be/2RY8yeWG9qA
2 926
A NVIDIA anunciou o lançamento do processador NVIDIA RTX Spark, marcando sua entrada como concorrente na arquitetura Windows on Arm para computadores de uso pessoal e corporativo. Desenvolvida em parceria com a MediaTek, a plataforma combina uma CPU Grace de 20 núcleos com uma GPU integrada baseada na arquitetura Blackwell de 6.144 núcleos CUDA, oferecendo um petaflop de desempenho voltado para inteligência artificial. O ecossistema de hardware recebeu suporte imediato de fabricantes como Asus, Dell, HP, Lenovo e MSI, que planejam lançar notebooks equipados com o chip no terceiro trimestre de 2026. De acordo com a fabricante, as especificações técnicas capacitam os dispositivos móveis a executar localmente modelos de linguagem de grande porte, os LLMs com até 120 bilhões de parâmetros e janelas de contexto de até 1 milhão de tokens.
2 926
Fundada em 2021 por dissidentes da OpenAI, a Anthropic redefiniu sua posição de mercado ao registrar um salto em sua receita recorrente projetada, que subiu de 9 bilhões de dólares no fim de 2025 para mais de 47 bilhões de dólares em 2026. Esse crescimento financeiro é impulsionado pela expansão de serviços corporativos e pela expectativa em torno do Mythos, o novo modelo avançado de segurança da empresa. O lançamento amplo da tecnologia para desenvolvedores segue restrito devido à descoberta interna de milhares de falhas de segurança de alta gravidade. Paralelamente ao anúncio do IPO, relatórios indicam que a Anthropic está prestes a dar acesso ao modelo Mythos para a agência de cibersegurança da União Europeia, segundo informações de fontes anônimas divulgadas pela Bloomberg.
--
Notícia completa: https://youtu.be/3is4xIVMO2o
