Código Fonte TV
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A investigação aponta que a publicidade massiva induziu os consumidores ao erro ao omitir as restrições de idioma e os prazos de lançamento regional das ferramentas de IA. Caso as justificativas apresentadas pela companhia não sejam aceitas pela diretoria do Procon Carioca, a empresa poderá enfrentar sanções administrativas severas, incluindo a aplicação de multas substanciais baseadas em seu faturamento. Além disso, o órgão monitora a possível abertura de investigações similares por outras entidades do Sistema Nacional de Defesa do Consumidor no país. A subsidiária brasileira da Apple não se pronunciou publicamente sobre a notificação oficial, mantendo a postura de não comentar investigações em andamento.
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O Procon Carioca instaurou um processo administrativo contra a Apple por publicidade enganosa e descumprimento de oferta no Brasil. A notificação exige esclarecimentos sobre o ecossistema Apple Intelligence, promovido como um dos grandes diferenciais dos iPhones lançados a partir de 2023. Segundo o órgão de defesa do consumidor, a empresa utilizou recursos avançados de inteligência artificial como apelo principal de vendas em peças publicitárias, mas comercializou os dispositivos sem que tais ferramentas estivessem disponíveis em português. A autarquia destaca que a funcionalidade não foi entregue integralmente aos usuários locais no momento da compra, o que configura uma violação direta aos direitos previstos no Código de Defesa do Consumidor. A Apple terá um prazo regulamentar de vinte dias úteis para apresentar sua resposta formal.
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Com essa limpeza, o suporte ao TSC passará a ser um requisito obrigatório de boot para o funcionamento do Linux em plataformas x86, permitindo eliminar caminhos de código obsoletos. Esse movimento de remoção de hardwares antigos começou na versão 7.1, que iniciou a descontinuação de chips da classe i486 e removeu drivers para os antigos SoCs AMD Elan. Lançado em 1996 para competir com o Intel Pentium, o K5 foi o primeiro processador projetado de forma totalmente interna pela AMD, operando originalmente com frequências de 75 a 133 MHz. O encerramento do suporte no kernel atual não inutiliza hardwares antigos, já que todas as versões anteriores do software permanecem disponíveis, permitindo o uso definitivo do kernel 6.x.
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O kernel Linux vai descontinuar o suporte aos antigos processadores AMD K5 a partir da versão 7.2, prevista para o segundo semestre de 2026. O motivo da decisão é a ausência ou a implementação fora de padrão do recurso Time Stamp Counter (TSC) em variantes desses chips x86. Sem esse contador de ciclos nativo, os desenvolvedores precisam manter linhas de código adicionais para emular o recurso, gerando sobrecarga de manutenção. Para otimizar os esforços da equipe e evitar o inchaço do ecossistema, o suporte a esse hardware legado foi removido do branch de desenvolvimento. A mudança também afetará modelos antigos de processadores da Cyrix que não possuem a instrução TSC.
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Vale a pena investir em certificações da Red Hat? Descubra os pontos decisivos e a realidade por trás do RH Summit! Confira o vídeo completo: https://www.youtube.com/shorts/lBqe2jfYsMU (by Cody)
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Apresentado na conferência RubyKaigi 2026 no Japão, Matz revelou que a ideia existia há três anos, mas foi implementada em poucas semanas graças ao uso de IA. A maior parte do repositório traz cabeçalhos indicando a coautoria do modelo Claude Open 4.7. Por ser experimental, o Spinel suporta apenas um subconjunto da linguagem, deixando de fora recursos como metaprogramação, instruções eval, threads, codificação de texto diferente de UTF-8 e lambdas profundamente aninhados. O projeto não funciona com o framework Ruby on Rails, mas pode ser adotado por desenvolvedores para escrever funções auxiliares de otimização. O projeto já foi totalmente reconstruído três vezes em uma série de experimentos e possui cobertura de centenas de testes e benchmarks.
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O criador da linguagem Ruby, Yukihiro Matsumoto, conhecido como Matz, está desenvolvendo o Spinel, um compilador nativo para Ruby construído com o auxílio do Claude Code. Disponibilizado no GitHub sob a licença MIT, o compilador converte o código Ruby em arquivos AST para depois convertê-los em C, utilizando um parser já consolidado chamado Prism. O output permite a geração de executáveis nativos independentes via gcc ou Clang, sem a necessidade de um runtime adicional. Em testes comparativos utilizando a versão em desenvolvimento Ruby 4.1.0, o código compilado pelo Spinel rodou cerca de 11,6 vezes mais rápido do que o MiniRuby. Como o C é uma linguagem fortemente tipada, o Spinel realiza inferência de tipos nas variáveis sem tipo do Ruby, aplicando otimizações como eliminação de código morto, method inlining, suporte a FFI para integração com bibliotecas nativas e a inclusão de um garbage collector próprio.
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O relatório indica que essa atividade faz parte de um ecossistema mais amplo de adoção tecnológica por agentes de ameaças. O grupo norte-coreano APT45 utilizou IA para automatizar milhares de checagens de exploits, enquanto operadores vinculados à China experimentaram sistemas de IA para varreduras automatizadas de alvos. Foram mapeadas famílias de malware com junk code gerado por IA para dificultar a engenharia reversa, backdoors em Android utilizando APIs do Gemini para navegar em aparelhos infectados e campanhas russas que inseriram áudio sintetizado em notícias legítimas. Embora erros na implementação do exploit tenham mitigado o impacto inicial , o analista John Hultquist alerta que a corrida armamentista cibernética baseada em inteligência artificial já começou.
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O Google Threat Intelligence Group identificou o primeiro caso real de cibercriminosos utilizando inteligência artificial para descobrir e transformar em exploit uma vulnerabilidade zero-day. A falha, um bypass de autenticação de dois fatores em uma popular plataforma open source de administração baseada na web, foi desenvolvida por criminosos para uma operação de intrusão em larga escala. O Google trabalhou com o desenvolvedor para aplicar um patch silencioso antes que a campanha de exploração em massa fosse iniciada. A análise apontou que o script em Python continha indícios de código gerado por LLMs, como docstrings educacionais, uma pontuação CVSS alucinada e uma estrutura padronizada de livro didático. A vulnerabilidade envolvia uma exceção de confiança hardcoded no fluxo de autenticação, uma falha lógica que modelos de IA conseguem detectar com precisão superior aos fuzzers tradicionais.
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A recomendação oficial foi bem direta: “A única solução completa é a aplicação de patches, e todos os usuários afetados devem atualizar imediatamente.”. A Vercel também explicou que não há novas regras de WAF capazes de resolver essa leva de falhas de forma confiável, então não adianta depender só de proteção na borda. Quem está no Next.js 16 deve ir para 16.2.6; quem usa a linha 15 deve atualizar para 15.5.18; e projetos ainda presos nas versões 13 ou 14 precisam migrar. Também há novas versões dos pacotes react-server-dom-*. Para times de produto, o melhor caminho é tratar como prioridade, rodar testes de regressão e publicar a atualização rapidamente.
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Notícia completa: https://youtu.be/c45nHDHOjzE
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A Vercel publicou o Next.js 16.2.6 como uma versão voltada para segurança, e essa não parece ser uma daquelas atualizações que dá para deixar para depois. O pacote corrige 13 alertas envolvendo negação de serviço, bypass em middleware.js e proxy.js, SSRF, cache poisoning e XSS. Na prática, o alerta afeta aplicações que usam esses arquivos para autorização, além de projetos com App Router, Pages Router com i18n, Server Components, Cache Components, Image Optimization API, WebSocket, CSP nonces e scripts beforeInteractive com dados não confiáveis. A lista também menciona problemas em rotas segment-prefetch, injeção em dynamic route parameter, SSRF em conexões WebSocket e falhas de cache em respostas de React Server Component.
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A Microsoft confirmou que o comportamento é intencional e não o classifica como uma vulnerabilidade de segurança. A empresa argumenta que o acesso às senhas na memória RAM visa agilizar o login automático e que a exploração desse cenário exigiria que o dispositivo já estivesse previamente comprometido por um invasor com privilégios administrativos. Especialistas alertam, no entanto, que a prática facilita muito a colheita de credenciais em servidores de terminal e ambientes multiusuários, onde um administrador mal-intencionado poderia ler a memória de todos os processos ativos de forma simultânea. A recomendação técnica para mitigar os riscos inclui o uso de autenticação multifator, a migração para passkeys e a instalação constante de atualizações de segurança e softwares antivírus para proteger o sistema operacional contra ameaças externas e o despejo não autorizado de memória.
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Notícia completa: https://youtu.be/k623GOJcTWM
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O pesquisador de segurança Tom Rønning descobriu que o Microsoft Edge descriptografa todas as senhas salvas e as mantém em texto simples na memória RAM durante toda a sessão de uso. Esse comportamento ocorre imediatamente após a inicialização do navegador, independentemente do usuário acessar sites que exijam as credenciais. Segundo Rønning, o Edge é o único navegador baseado em Chromium a adotar essa prática de forma indiscriminada. Em contraste, o Google Chrome só descriptografa senhas no momento exato do uso e utiliza o recurso Application-Bound Encryption, que vincula as chaves de criptografia ao processo autenticado do sistema, dificultando a extração de dados por malwares do tipo infostealer.
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A linguagem também expande seu conjunto de tipos integrados com o frozendict, um dicionário imutável e hashable que pode ser utilizado como chave em outras coleções. Outra adição é o tipo sentinel(), projetado para substituir o uso genérico de object() na criação de objetos únicos de controle, garantindo compatibilidade total com verificadores de tipo. Para diagnóstico, um novo profiler baseado em amostragem estatística foi incluído no módulo profiling.sampling, permitindo analisar o desempenho com baixo overhead comparado ao tradicional cProfile. Por fim, a versão marca o retorno ao garbage collector geracional do Python 3.13, revertendo o coletor incremental da versão 3.14 devido a relatos de aumento excessivo no consumo de memória em diversos processos.
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Notícia completa: https://youtu.be/_whXsFeoiUg
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O destaque principal são os lazy imports, que permitem processar módulos apenas no momento em que são efetivamente utilizados. A funcionalidade reduz drasticamente o tempo de startup de aplicações que dependem de bibliotecas pesadas, podendo ser ativada por meio de nova sintaxe, variáveis de ambiente ou via código, facilitando a adoção em bases de código legadas, sem necessidade de refatoração massiva. Na parte de performance, o compilador JIT nativo, introduzido na versão 3.13, agora entrega ganhos de 8% a 13% em relação ao CPython padrão. O avanço é resultado de uma nova interface de rastreamento e do uso de alocação de registros para maior eficiência de memória.
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O movimento ocorre em um período de forte pressão sobre a capacidade computacional da Anthropic, que registrou um aumento de 17 vezes no volume de sua API em relação ao ano anterior. A parceria marca uma mudança no posicionamento de Elon Musk, proprietário da SpaceX, que anteriormente criticava a organização, mas declarou-se impressionado com os protocolos de segurança do modelo Claude após reuniões técnicas. Além do suporte terrestre, a Anthropic manifestou interesse no desenvolvimento de múltiplos gigawatts de capacidade computacional orbital em colaboração com a SpaceX. O acordo complementa outros investimentos de larga escala da empresa em infraestrutura de IA, que incluem parcerias bilionárias com Amazon, Google, Microsoft e Fluidstack para expandir a presença de servidores nos Estados Unidos, na Europa e na Ásia.
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Notícia completa: https://youtu.be/gA6N7CUT1Oc
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A Anthropic anunciou um acordo com a SpaceX para utilizar a capacidade total de processamento do data center Colossus 1, localizado em Memphis. A infraestrutura conta com mais de 220.000 GPUs NVIDIA, incluindo modelos H100, H200 e aceleradores GB200 de próxima geração, adicionando 300 megawatts de nova capacidade para suportar a demanda crescente por ferramentas agênticas. Como resultado direto, a empresa dobrou os limites de uso de cinco horas do Claude Code para assinantes dos planos Pro, Max, Team e Enterprise. Além disso, foram encerradas as restrições de uso em horários de pico para contas Pro e Max, enquanto os limites de taxa da API para modelos Opus foram elevados significativamente em todos os tiers de serviço.
