Código Fonte TV
Open in Telegram
Canal oficial do Código Fonte TV no Telegram. Link: https://t.me/codigofontetv
Show more2 926
Subscribers
-324 hours
-57 days
-530 days
Posts Archive
2 928
Na prática, o ataque explora caminhos de splice() e crypto in-place que deixam páginas de arquivos read-only serem alteradas na RAM, abrindo espaço para escalada de privilégios local. O cenário ficou mais complicado, pois o material completo e o exploit foram publicados em 7 de maio de 2026, antes de um ciclo coordenado de correções nas distros. A recomendação é acompanhar updates do kernel e backports da sua distro. Como mitigação temporária, o repositório sugere bloquear e descarregar os módulos esp4, esp6 e rxrpc, além de limpar o page cache. Atenção para DevOps e SREs que devem tratar isso como um incidente de kernel. Priorize hosts multiusuários, ambientes com shell, CI runners e servidores expostos a usuários não confiáveis.
—
Notícia completa: https://youtu.be/Sb0aI_MW85Q
2 928
Dirty Frag é a nova dor de cabeça para quem administra servidores Linux: uma classe de vulnerabilidades descoberta por Hyunwoo Kim (o v4bel no GitHub), que permite escalar privilégios para root em várias distros importantes ao combinar duas falhas, chamadas xfrm-ESP Page-Cache Write e RxRPC Page-Cache Write. O problema lembra Dirty Pipe e mais recente Copy Fail porque mexe com page cache, mas tem um detalhe bem indigesto para times de infra e segurança: é um logic bug determinístico, não depende de race conditions, tem alta taxa de sucesso e, quando falha, não derruba o kernel. Segundo o pesquisador, a vida útil efetiva das falhas chega a cerca de 9 anos, com testes em Ubuntu, RHEL, openSUSE, CentOS Stream, AlmaLinux e Fedora. A POC com o exploit está disponível no GitHub para testar (mas com cuidado, obviamente).
2 928
Fala, pessoal! Todo mundo só fala de AGI, mas o que já faz diferença no dia a dia das empresas hoje é a ANI (Artificial Narrow Intelligence) que é a IA especializada. Diferente dos modelos genéricos que a gente conhece, ela foca em tarefas específicas com muito mais precisão e segurança. Para quem desenvolve, ter uma fundação sólida é a única forma de escalar sem transformar o projeto em um "Frankenstein" de APIs e riscos de dados.
Um exemplo disso é o Lynn, o foundation de IA da TOTVS, que usa justamente essa base de ANI para garantir governança em ambientes críticos. O Lynn cria uma camada base de IA para sustentar toda a estratégia da empresa no uso, criação e governança de agentes inteligentes. Se quer aprender mais sobre ANI, Foundation ou conhecer o Lynn da TOTVS acessa o link: codigofonte.click/lynn
2 928
Na prática, o free flow usa câmeras e sensores sobre a pista para identificar a placa do veículo, sem parada em praça de pedágio. O problema é que muita gente passa pelo trecho, não percebe a cobrança eletrônica, não sabe qual empresa administra aquela rodovia ou deixa o prazo vencer. A tarifa pode ser baixa, mas a multa por evasão pode passar de R$ 190,00 e ainda gerar pontos na CNH. Por isso, o Ministério dos Transportes prevê um regime de transição, com adaptação dos sistemas das concessionárias, revisão dos processos de cobrança e melhora na comunicação com os usuários. Até a integração funcionar, a orientação é verificar se a rodovia usa free flow, consultar site ou app da concessionária depois da viagem, manter dados do veículo atualizados, guardar comprovantes e acompanhar a CNH Digital. No fim, o governo tenta fechar o gap entre operação física, backend de cobrança e experiência no app.
—
Notícia completa: https://youtu.be/Sb0aI_MW85Q
2 928
O governo federal prepara a integração do pedágio eletrônico free flow com a CNH Digital, em uma mudança que deve simplificar a vida de quem passa por rodovias sem cancela e hoje precisa procurar cobranças em sites ou apps de concessionárias. A ideia é que o motorista receba notificações automáticas no app da carteira digital logo após cruzar um pórtico, com acesso às tarifas pendentes e opção de pagamento pelo celular. Para quem pensa em software, é uma tentativa de centralizar um fluxo hoje fragmentado: cada concessionária tem seu próprio canal, prazo e experiência de usuário, o que aumenta esquecimento, erro e suporte. O sistema não acaba com as tags automáticas, que seguem funcionando, mas cria uma camada extra para quem não usa cobrança recorrente ou só pega esses trechos de vez em quando.
2 928
A mudança resolve principalmente o atrito criado pelo investimento anunciado pela Amazon em fevereiro, com US$ 15 bilhões iniciais e mais US$ 35 bilhões condicionados a metas não detalhadas. O pacote também previa uma colaboração em “stateful runtime technology” no AWS Bedrock, algo importante para que os agentes de IA possam manter contexto e tarefas por longos períodos. Além disso, a AWS teria direitos exclusivos sobre o Frontier, ferramenta da OpenAI para criação de agentes, o que batia de frente com o contrato antigo da Microsoft, especialmente em produtos acessados via API. Com a renegociação, a Amazon pode levar modelos da OpenAI ao Bedrock, enquanto a Microsoft segue como acionista relevante, com cerca de 27% da entidade, e ainda reduz obrigações de revenue share. Para desenvolvedores e empresas, o resultado é bem prático: mais opções de modelos, cloud e runtime, com Azure, AWS e outros players competindo por performance, integração e preço.
—
Notícia completa: https://youtu.be/a4JzCd5NeoY
2 928
A OpenAI e a Microsoft renegociaram novamente os termos da parceria e, dessa vez, resolveram um problema jurídico que pairava sobre o acordo de até US$ 50 bilhões entre OpenAI e Amazon. A Microsoft deixa de ter exclusividade ampla sobre todos os produtos da OpenAI até uma futura AGI. Agora, a licença da Microsoft passa a ser “sem exclusividade” e vale para modelos e produtos da OpenAI até 2032. Na prática, isso permite que a OpenAI ofereça sua stack em qualquer provedor de nuvem (como a AWS), sem ficar tão exposta a uma disputa contratual. O Azure continua sendo tratado como “primary cloud partner”, e os produtos da OpenAI ainda devem chegar primeiro ao Azure quando a Microsoft puder suportar as capacidades necessárias, mas a exclusividade deixou de ser o centro da relação.
2 928
Durante o interrogatório, Musk defendeu sua imagem de "salvador da humanidade", mas enfrentou contradições sobre o fim de seus aportes financeiros em 2020 e admitiu que a xAI utilizou modelos da OpenAI para treinar o chatbot Grok. Um dos momentos mais tensos ocorreu com o depoimento de Jared Birchall, gestor financeiro de Musk, que revelou uma oferta de 97,4 bilhões de dólares feita por uma coalizão liderada por Musk para adquirir os ativos da OpenAI em 2025. A juíza demonstrou ceticismo quanto à falta de clareza de Birchall sobre os detalhes dessa proposta, que teria sido feita para impedir que Altman subvalorizasse a organização sem fins lucrativos durante a reestruturação para IPO. O julgamento, que expõe e-mails e documentos internos inéditos, deve durar até 21 de maio e pode redefinir o futuro regulatório e comercial da inteligência artificial global.
--
Notícia completa: https://youtu.be/XDMkA9xYUf8
2 928
O tribunal federal de Oakland iniciou nesta semana o julgamento que opõe Elon Musk à OpenAI, empresa que ele co-fundou em 2015 como uma organização sem fins lucrativos. Musk acusa o atual CEO, Sam Altman, e o presidente Greg Brockman de traírem a missão original de desenvolver inteligência artificial para o benefício da humanidade ao transformarem o laboratório em uma entidade comercial voltada ao lucro e estreitamente ligada à Microsoft. A defesa da OpenAI rebate as alegações, classificando o processo como uma tentativa de Musk de prejudicar uma concorrente e favorecer sua própria startup de IA, a xAI. O júri, selecionado sob a supervisão da juíza Yvonne Gonzalez Rogers, ouviu depoimentos intensos de Musk, que ocupou o banco de testemunhas por três dias consecutivos.
2 928
O conflito começou em outubro de 2025, quando o WhatsApp alterou seus termos de uso para proibir que empresas fornecessem serviços de IA pelo mensageiro, o que levou startups como Luzia e Zapia a acionarem o Cade por riscos à concorrência. O órgão entende que, ao restringir esses serviços, a Meta estaria favorecendo indevidamente sua própria solução, a Meta AI. Antes da intervenção judicial, a Meta tentou implementar um modelo de cobrança por mensagem para esses bots, similar ao que ocorre na União Europeia, mas o Cade havia ordenado preventivamente a manutenção do acesso gratuito como era antes da mudança contratual. O caso agora segue para a fase de conciliação, enquanto a multa permanece suspensa e o processo corre sob sigilo de justiça.
--
Notícia completa: https://youtu.be/z5GAz-ZfVYw
2 928
A Justiça Federal em São Paulo suspendeu a multa diária de 250 mil reais aplicada pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) contra a Meta. O órgão antitruste havia punido a empresa por limitar o funcionamento de inteligências artificiais de terceiros dentro do WhatsApp, exigindo que o acesso a essas ferramentas permanecesse gratuito. A decisão judicial atende a um pedido de tutela cautelar da Meta e determina que a companhia e o Cade iniciem procedimentos de conciliação para resolver a disputa. Em nota, a Meta afirmou que a exigência do Cade extrapolava suas atribuições ao demandar acesso gratuito a um serviço que é pago, argumentando que chatbots de grandes empresas não devem ser subsidiados por pequenos clientes da plataforma.
2 928
Para evitar surpresas no fechamento da conta, o GitHub vai liberar já em maio uma interface de visualização prévia, permitindo que usuários e administradores projetem seus gastos antes da virada oficial. Clientes nos planos Business e Enterprise terão um fôlego extra com créditos promocionais turbinados durante os meses de junho, julho e agosto, além da possibilidade de compartilhar saldos não utilizados em um pool comum para toda a organização. Quem possui planos anuais mantém as regras atuais até o vencimento, mas enfrentará multiplicadores de custo bem mais agressivos para modelos avançados, como o GPT-5.4 e o Claude Opus. Se os créditos acabarem antes do mês fechar, será necessário comprar saldo adicional para continuar operando as funções agênticas, embora o preenchimento automático de código e sugestões de edição sigam liberados sem custo extra.
--
Notícia completa: https://youtu.be/XEIwzU4wNqk
2 928
A partir de 1º de junho de 2026, o GitHub Copilot migrará todos os seus planos para um sistema de faturamento baseado em uso, substituindo o atual modelo de requisições premium por créditos de IA. Essa decisão vem do fato de o Copilot ter evoluído de um simples assistente de código para uma plataforma agêntica, capaz de realizar sessões autônomas longas e complexas que exigem um processamento muito mais pesado. Até agora, a Microsoft vinha absorvendo esses custos crescentes de inferência, mas a empresa afirma que manter o formato de solicitações ilimitadas não é mais sustentável diante do uso intenso de modelos de ponta. Na prática, o valor da mensalidade (como os US$ 10 do plano Pro) será convertido integralmente em créditos, consumidos de acordo com o volume de tokens de entrada e saída gerados pelo desenvolvedor.
2 928
Atualizamos o nosso próprio VPS no vídeo para mostrar como se proteger da falha Copy Fail.
Se você usa Linux essa atualização é OBRIGATÓRIA!
https://youtu.be/JZ7d8BZ7ezo
2 928
O movimento sinaliza que o governo chinês não aceitará que tecnologias de IA desenvolvidas no país se tornem propriedade de gigantes ocidentais, demonstrando que não verá com bons olhos empresas que buscam domicílio em outras nações para escapar do controle regulatório estatal. Para a Meta, o veto representa um obstáculo direto no objetivo de entregar uma superinteligência pessoal aos seus usuários, já que os modelos recentes da companhia não atingiram as expectativas de especialistas, embora tenham ajudado na rentabilidade dos anúncios. Especialistas apontam que, apesar do bloqueio do código-fonte e da equipe, os engenheiros da Meta podem ter absorvido informações técnicas profundas durante as negociações da aquisição, retendo parte do conhecimento sobre o funcionamento e a arquitetura da tecnologia da Manus.
--
Notícia completa: https://youtu.be/jYewh-UlYj8
2 928
O órgão regulador de investimentos estrangeiros da China proibiu oficialmente a aquisição da startup de inteligência artificial Manus pela Meta, exigindo que as partes envolvidas retirem a transação imediatamente e encerrem qualquer processo de fusão iniciado anteriormente. A Manus ganhou notoriedade em março do ano passado ao lançar um "agente geral" que utiliza desktops Ubuntu hospedados para realizar tarefas em nome dos usuários, tecnologia que atraiu o interesse de Mark Zuckerberg e resultou em um acordo de compra fechado em dezembro de 2025. Mesmo com a tentativa da startup de transferir sua sede para Singapura para evitar a jurisdição chinesa e facilitar a captação de capital, Pequim iniciou uma investigação detalhada em janeiro de 2026, culminando no bloqueio atual sob o argumento de que a IA produzida localmente é um ativo estratégico nacional.
2 928
O ponto mais preocupante é que a modificação ocorre apenas na memória, sem alterar o arquivo original em disco. Isso permite que o ataque passe despercebido em verificações tradicionais de integridade, já que o hash do arquivo permanece válido. Na prática, o invasor pode modificar binários confiáveis como /usr/bin/su e obter acesso root quando alguém executá-los. Containers também não oferecem proteção, pois a página de cache é compartilhada entre o host e os ambientes isolados, permitindo escape de container com facilidade. A falha surgiu de uma otimização no módulo algif_aead, que quebrou uma premissa de segurança sem ser detectada por anos. A correção já foi aplicada no kernel principal, e a recomendação é atualizar imediatamente ou desabilitar o módulo vulnerável. Em ambientes que executam código não confiável, bloquear o uso da interface AF_ALG é uma camada adicional importante de defesa.
--
Notícia completa: https://youtu.be/ZprCJlR3_JQ
