Código Fonte TV
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Além disso, a release trouxe melhorias importantes no ecossistema de desenvolvimento. O React Native DevTools agora suporta múltiplas conexões simultâneas via Chrome DevTools Protocol, o que permite usar ferramentas como VS Code e outros clients ao mesmo tempo sem derrubar sessões, abrindo espaço para workflows mais modernos e até integração com agentes de IA. Outro ponto interessante é o suporte a TLS no Metro, permitindo rodar o dev server com HTTPS e WSS, essencial para testar integrações seguras. Entre os breaking changes, destaque para a extração do preset do Jest para um pacote separado chamado @react-native/jest-preset, deixando o core mais enxuto, e o fim do suporte para versões EOL do Node.js, exigindo ambientes mais atualizados. No geral, a 0.85 segue a linha das últimas versões, focando em consolidar a nova arquitetura e melhorar a experiência de desenvolvimento com ganhos reais de performance e manutenção.
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Notícia completa: https://youtu.be/nVHimGIrPZA
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O React Native 0.85 chegou trazendo mudanças bem relevantes para quem trabalha com apps mobile cross-platform, principalmente no que diz respeito a performance e tooling. O grande destaque é o novo Shared Animation Backend, um motor interno unificado para animações que agora atende tanto o Animated quanto o Reanimated. Antes, cada um tinha sua própria lógica de reconciliação, o que limitava otimizações e gerava inconsistências. Com essa unificação no core, o ganho é claro: animações mais previsíveis, estáveis e com potencial de performance maior. Uma das melhorias mais aguardadas finalmente chegou, agora é possível animar propriedades de layout como width, height, flex e position usando useNativeDriver, algo que era uma limitação histórica da API. Vale notar que essa feature ainda é experimental e deve ficar totalmente disponível a partir da versão 0.85.1.
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Para reduzir o impacto, a companhia está oferecendo um crédito de uso no valor da mensalidade, que deve ser resgatado até 17 de abril e vale por 90 dias. Peter Steinberger, criador do OpenClaw e atualmente na OpenAI, afirmou que tentou negociar com a Anthropic, mas conseguiu apenas adiar a medida por uma semana. Boris Cherny, chefe do Claude Code, reforçou que as assinaturas não foram projetadas para esses padrões de agentes externos e que a intenção agora é gerenciar o crescimento de forma sustentável. Enquanto o acesso via API permanece igual, os assinantes que se sentirem prejudicados podem pedir o cancelamento do plano com reembolso total. A mudança ocorre em um momento de instabilidade nos data centers dos Estados Unidos, o que reforça a estratégia de controle rigoroso de recursos da empresa.
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Notícia completa: https://youtu.be/nVHimGIrPZA
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A Anthropic atualizou sua política de assinaturas e encerrou o suporte para o OpenClaw e outros harnesses de terceiros nos planos Pro e Max. Desde o dia 4 de abril, quem utiliza essa ferramenta de código aberto conectada ao Claude não pode mais consumir os tokens da franquia mensal. A decisão obriga a adoção de um modelo de pagamento avulso, no estilo pay-as-you-go, ou “pague conforme o uso”, cobrado à parte. Segundo a empresa, a medida busca priorizar a capacidade computacional para produtos nativos, como o Claude Code e o Cowork, após identificar padrões de uso excessivo que o modelo atual não conseguiria suportar. A Anthropic confirmou que, embora o OpenClaw seja o primeiro afetado, a restrição será aplicada a todas as ferramentas externas em breve para garantir a estabilidade diante da alta demanda e de gargalos técnicos em seus datacenters.
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O Domingo só começa depois de se atualizar no Compilado! 😉
https://youtu.be/nVHimGIrPZA?si=tXdOn0e1gS1ALzhS
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A Microsoft também apresentou três novos modelos sob a marca MAI Superintelligence, liderada por Mustafa Suleyman, sinalizando uma infraestrutura própria e mais competitiva frente à sua parceira OpenAI. O MAI Transcribe 1 oferece transcrição de fala com precisão de ponta em 25 idiomas e velocidade 2,5 vezes superior ao Azure Fast, com custos até 50% menores que os concorrentes. Já o MAI Voice 1 é capaz de gerar 60 segundos de áudio em menos de um segundo, enquanto o MAI Image 2 foca em geração de imagens de alta fidelidade. Disponíveis no Microsoft Foundry e no MAI Playground, essas ferramentas já alimentam produtos como Copilot e Bing. A iniciativa mostra a estratégia da companhia de construir sua própria infraestrutura de IA multimodal e reduzir a dependência tecnológica, mesmo mantendo o investimento bilionário na criadora do ChatGPT.
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Notícia completa: https://youtu.be/8XD0t1xP69I
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O Google lançou o Gemma 4, sua quarta geração de modelos abertos, agora sob a licença Apache 2.0 para facilitar o uso comercial e a soberania de dados. Desenvolvido pela DeepMind, o modelo foi otimizado para raciocínio avançado e fluxos de trabalho com agentes, entregando uma alta inteligência por parâmetro. A família chega em quatro tamanhos: as versões 26B (Mixture of Experts) e 31B (Dense) são voltadas para GPUs corporativas como a H100 ou hardware de consumo via quantização, enquanto os modelos E2B e E4B funcionam em celulares, IoT e até Raspberry Pi. Com suporte nativo a mais de 140 idiomas e janelas de contexto de 256 mil tokens, o Gemma 4 permite o processamento multimodal de áudio e vídeo diretamente no dispositivo, garantindo privacidade e baixa latência sem depender da nuvem.
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O relatório admite que a remoção total do acesso dos mantenedores foi um erro técnico, causado pela falta de entendimento sobre as permissões do GitHub Enterprise. Essa falha gerou uma crise de confiança que culminou no pedido de demissão coletivo de seis contribuidores essenciais para a infraestrutura da linguagem. Enquanto a Ruby Central justifica a intervenção como uma medida para profissionalizar a segurança e a governança, os desenvolvedores afetados descreveram a ação como uma "tomada hostil" e criaram o fork Gem Cooperative em protesto. Para estabilizar a comunidade, a custódia dos repositórios foi transferida para o time principal do Ruby, e a fundação prometeu novas políticas de transparência para evitar que divergências administrativas voltem a colocar o ecossistema em risco.
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Notícia completa: https://youtu.be/KHAhGA4j29E
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A Ruby Central, organização sem fins lucrativos que gerencia a infraestrutura da linguagem Ruby, publicou um relatório detalhado sobre a "Fratura do RubyGems". O incidente, ocorrido em setembro de 2025, resultou na saída conturbada dos mantenedores históricos do repositório oficial de pacotes da linguagem. O documento revela que o estopim da crise foi o lançamento da ferramenta de gestão "rv" por André Arko e Samuel Giddins. A diretoria da fundação interpretou o projeto como uma iniciativa concorrente e um negócio externo não comunicado, o que gerou um impasse sobre conflitos de interesse. No entanto, a tentativa de realizar um "desligamento administrativo" dos desenvolvedores falhou devido a erros operacionais graves e falta de acesso técnico da liderança ao GitHub na época.
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O principal diferencial do EmDash é a solução para o problema de segurança dos plugins, responsáveis por 96% das vulnerabilidades no ecossistema WordPress. Diferente do modelo tradicional, onde scripts PHP têm acesso direto ao banco de dados e sistema de arquivos, os plugins do EmDash rodam em sandboxes isoladas chamadas Dynamic Workers. O acesso a recursos é gerido por um sistema de permissões declaradas estaticamente num manifesto, garantindo que um plugin só execute ações explicitamente autorizadas pelo administrador. Além disso, o CMS é "nativo para IA", incluindo um servidor MCP integrado e arquivos de configuração de Agent Skills para facilitar a automação de tarefas técnicas, como a migração de temas antigos.
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Notícia completa: https://youtu.be/U8gUNnN_nH4
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A Cloudflare revelou o EmDash, um sistema de gestão de conteúdos (CMS) de código aberto projetado para ser o sucessor moderno do WordPress. Desenvolvido ao longo de dois meses com o auxílio de agentes de IA, o projeto reconstrói a base do CMS mais popular do mundo "do zero", trocando o legado do PHP pelo TypeScript e uma arquitetura totalmente serverless. Embora o anúncio tenha ocorrido em 1º de abril, a empresa enfatizou que o projeto é real e já está disponível em versão preview 0.1.0 no GitHub sob licença MIT. Tecnicamente, o EmDash é construído sobre o framework Astro e utiliza o runtime de código aberto workerd da Cloudflare para permitir escalabilidade instantânea e custo zero quando não há tráfego, eliminando a necessidade de servidores VPS tradicionais.
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Essa iniciativa é parte de um esforço para modernizar componentes que estão no Windows há décadas, substituindo elementos antigos por tecnologias como o WinUI 3 e o Windows App SDK. Entre as mudanças previstas estão a volta da barra de tarefas móvel, que permite o posicionamento no topo ou nas laterais da tela, um Menu Iniciar modificado com novas capacidades de personalização e um Explorador de Arquivos significativamente mais rápido. O foco em desenvolvimento nativo tem o objetivo de fazer com que as ferramentas do sistema usem a aceleração de hardware de forma eficiente e respondam com maior agilidade aos comandos, o que ajuda a unificar o visual do Windows 11 e reduz o impacto no processamento, preservando a vida útil da bateria em dispositivos móveis. Além disso, a remoção de códigos legados e a transição para bibliotecas modernas devem facilitar a manutenção do sistema a longo prazo e garantir uma estabilidade superior para o ecossistema de softwares essenciais da plataforma.
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Notícia completa: https://youtu.be/i_3DaRFBlKQ
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Uma nova diretriz da Microsoft para o Windows 11, revelada por publicações de Rudy Huyn, Arquiteto Parceiro da empresa, indica uma mudança de rumo para a priorização de aplicativos 100% nativos no sistema operacional. O anúncio, feito por meio de uma convocação para contratação de desenvolvedores no X, detalha a criação de uma nova equipe focada em construir experiências que não dependem de wrappers baseados em tecnologias web, como o WebView2. Essa decisão busca resolver problemas de performance, como o alto consumo de memória RAM e a lentidão em softwares que utilizam arquiteturas híbridas, a exemplo do novo Outlook, do Teams e do Clipchamp.
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Esse é o vídeo sobre algo que está afetando a saúde mental de devs que usam IA em loop!
Ninguém te contou ainda em como a IA está “fritando” os cérebros dos programadores e criando uma geração inteira de profissionais com a chamada dívida cognitiva. 🫣
DÍVIDA COGNITIVA: O QUE NÃO TE CONTAM SOBRE O USO DE IA NA PROGRAMAÇÃO
https://youtu.be/ttIo9Z2J-vw
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Entre as capacidades técnicas, o ADK 1.0.0 destaca-se pelo suporte nativo ao protocolo Agent2Agent (A2A), que possibilita a colaboração entre agentes remotos desenvolvidos em diferentes linguagens e frameworks. Para mitigar a latência e os custos operacionais, o kit traz o recurso de compactação de eventos, que gerencia o histórico da conversa por meio de sliding windows e resumos automáticos de dados antigos, evitando que o contexto exceda os limites de tokens. Com essa versão ainda é possível fundamentar as respostas com informações provenientes do Google Maps graças à ferramenta GoogleMapsTool. A versão inclui serviços de memória e sessão persistentes via Firestore e Vertex AI, além de ferramentas para execução de código de forma isolada em containers Docker ou na nuvem.
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Notícia completa: https://youtu.be/8w5doI9PKww
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O Google oficializou o lançamento da versão 1.0.0 do Agent Development Kit (ADK) para Java, um framework de código aberto projetado para padronizar a construção e o gerenciamento de agentes de IA. A chegada ao Java marca a expansão de um ecossistema que já atendia Python, Go e TypeScript, permitindo que equipes de engenharia integrem inteligência artificial diretamente em serviços de backend e infraestruturas corporativas complexas. O framework introduz uma arquitetura de plugins centralizada através de um novo app container, que atua como o componente de nível superior para gerenciar configurações globais e o controle de execução, como logs estruturados e barreiras de segurança (guardrails), de maneira padronizada em toda a hierarquia de agentes.
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O incidente é atribuído ao grupo de ameaças Sapphire Sleet, vinculado à Coreia do Norte, que teria utilizado um token de acesso de longa duração roubado para realizar as publicações. Como o ataque ocorreu diretamente no registro npm e fora do fluxo de integração contínua padrão do projeto, os mecanismos de defesa automatizados que verificam a procedência do código não foram acionados. Devido à onipresença do Axios em projetos que utilizam ferramentas como Vite e Inertia, o código infectado foi baixado quase instantaneamente por milhares de aplicações empresariais e esteiras de automação. Especialistas em segurança recomendam que desenvolvedores que instalaram as versões afetadas tratem seus sistemas como comprometidos, realizando a rotação de credenciais e a limpeza completa das máquinas de desenvolvimento.
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Notícia completa: https://youtu.be/w7ZyLJqEp4E
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A biblioteca Axios, um dos clientes HTTP mais utilizados no desenvolvimento web com cerca de 100 milhões de downloads semanais, foi alvo de um ataque após o sequestro da conta de um de seus principais mantenedores no registro npm. O invasor obteve acesso ao perfil do desenvolvedor e publicou duas versões maliciosas, a 1.14.1 e a 0.30.4, que permaneceram disponíveis por aproximadamente três horas antes de serem removidas. Em vez de alterar o código-fonte original da biblioteca, a tática consistiu em inserir uma dependência falsa chamada plain-crypto-js. Esse pacote secundário continha um script de pós-instalação que baixava e executava um trojan de acesso remoto capaz de infectar sistemas Windows, macOS e Linux.
