Código Fonte TV
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O episódio ficou interessante porque revela um detalhe pouco glamouroso, mas bem real, da engenharia espacial. Segundo a reportagem, os sistemas críticos da Artemis II, como navegação, life support e propulsão, rodam em hardware e software altamente controlados. Já as tarefas do dia a dia usam ferramentas comerciais simples, incluindo Windows e Outlook, para scheduling, comunicação interna e mensagens pessoais. Na prática, isso significa que a mesma missão que testa capacidades para levar humanos mais longe também convive com falhas bem terrestres, daquelas que lembram escritório, ticket de TI e soluções de problema remoto. A diferença é o contexto: desta vez, o suporte aconteceu a caminho do sobrevoo lunar da primeira missão tripulada da Artemis a deixar a órbita da Terra em mais de 50 anos.
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Notícia completa: https://youtu.be/5pyJ9DpxggE
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Até no espaço o bug corporativo aparece. Durante um livestream da missão Artemis II, o comandante Reid Wiseman avisou a Mission Control que havia duas versões do Microsoft Outlook rodando no computador da Orion e que nenhuma funcionava. A cena chamou atenção porque mostrou, em plena viagem rumo à Lua, um problema que qualquer dev ou time de suporte reconheceria rápido: app duplicado, comportamento estranho e pedido de acesso remoto para investigar. Wiseman resumiu assim: “I also see that I have two Microsoft Outlooks, and neither one of those are working if you want to remote in”. Cerca de uma hora depois, Houston disse que conseguiu abrir o app, embora ele seguisse offline, algo tratado como esperado naquele cenário.
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A análise do código também levantou preocupações sobre privacidade e segurança, revelando que a ferramenta monitora entradas dos usuários em busca de termos de baixo calão e sinais de frustração. Foi identificada uma vulnerabilidade que permite ignorar regras de segurança automáticas quando o sistema recebe uma sequência longa de subcomandos, passando a depender apenas de autorização manual. Além disso, criminosos aproveitaram o interesse pelo vazamento para disseminar malwares através de repositórios falsos no GitHub que prometiam o código-fonte em uma versão sem limites de uso. Após o episódio, a Anthropic iniciou uma contenção via notificações de direitos autorais que resultou na remoção de mais de 8 mil repositórios, afetando inclusive projetos legítimos. O vazamento coincidiu com um ataque malicioso no Axios no npm, mas não há confirmação de que os dois eventos tenham relação.
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Notícia completa: https://youtu.be/WMs5OU6tbKs
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O incidente ocorreu após um erro humano na publicação de uma atualização no registro npm, que incluiu acidentalmente um arquivo de source map. Essa falha permitiu que pesquisadores reconstruíssem o código original em TypeScript, revelando mais de 512 mil linhas que detalham a arquitetura do agente de programação da Anthropic. O material exposto trouxe à tona recursos experimentais, como o KAIROS, um agente de segundo plano sempre ativo, e uma função de memória chamada dreaming, onde a IA consolida tarefas periodicamente. Além disso, o vazamento confirmou a existência de um modelo de alta capacidade voltado para cibersegurança, conhecido internamente pelos codinomes "Mythos" e "Capybara", e revelou curiosidades como o Buddy, um pet virtual interativo que reage às atividades de codificação do usuário.
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A reação da comunidade foi imediata. O principal ponto de crítica foi o fato de os anúncios aparecerem como se tivessem sido escritos pelos próprios desenvolvedores, comprometendo a integridade e a autoria do fluxo de trabalho. Diante do forte feedback negativo, o GitHub desativou o recurso em menos de 24 horas. Tim Rogers, gerente de produto do Copilot, admitiu que permitir que a IA alterasse descrições humanas foi um "erro de julgamento". Martin Woodward, VP de relações com desenvolvedores, reforçou que a empresa não planeja incluir publicidade no GitHub e atribuiu o incidente a uma falha de lógica na programação, garantindo que as chamadas "tips" foram removidas permanentemente de todos os comentários de pull requests.
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Notícia completa: https://youtu.be/u9h3L8f3PlY
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Foi implementado um recurso no Copilot que permitia ao assistente de IA inserir sugestões promocionais dentro de pull requests. Essa funcionalidade, que antes se limitava a conteúdos gerados pela própria ferramenta, passou a intervir em PRs criados por humanos sempre que o agente era mencionado para realizar uma tarefa simples, como a correção de um erro de digitação. Na prática, a IA editava descrições e comentários para incluir mensagens de terceiros, como links de instalação para aplicativo de produtividade. O comportamento foi identificado em mais de 11.400 pull requests na plataforma, expondo uma mudança que permitia à IA alterar textos originais sem o consentimento dos autores. O caso ganhou visibilidade após o desenvolvedor Zach Manson notar que uma interação de rotina de um colega resultou em uma propaganda inserida em seu próprio nome.
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🚨 ALERTA DE SPOILER!
Estamos com a Pesquisa Salarial 2026 para Devs aberta para participação e ao usar o filtro de uma determinada linguagem (vou manter o suspense ainda), o uso de inteligência artificial está em 100%...
Foi isso mesmo que você leu... 100%
Isso já é prova definitiva que o mundo dos códigos mudou. Pode chutar qual a linguagem nos comentários, mas o meu convite é para que você responda a pesquisa enquanto está aberta para participação.
👉 Responda aqui: https://pesquisa.codigofonte.com.br
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Agora sim conseguimos liberar o vídeo do Compilado desse Domingo de Páscoa! 🙌
https://youtu.be/WMs5OU6tbKs
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Uma Feliz Páscoa para vocês que nos acompanham! ♥️
Nós, infelizmente, tivemos um problema com a edição do Compilado deste Domingo e não vamos conseguir publicar a tempo. Assim que tudo tiver resolvido o vídeo será publicado. A versão newsletter (e-mail e LinkedIn) serão enviadas normalmente.
Agradecemos demais a compreensão de vocês.
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Apesar do tom otimista, o executivo ponderou que o sucesso dessas aplicações autônomas ainda pode ser passageiro. Ele observou que, embora existam usuários lucrando com o lançamento de novos agentes de IA, muitas dessas experiências geram resultados imediatos que perdem o fôlego após apenas alguns meses de utilização. Por esse motivo, Huang ressaltou que casos isolados de sucesso ainda não garantem que esses sistemas sustentem grandes corporações de forma perene. O termo AGI permanece como um tema central de debate no setor tecnológico, sendo definido pela maioria dos especialistas como um sistema capaz de realizar qualquer tarefa intelectual humana. Para Huang, no entanto, a autonomia dos modelos atuais já valida essa classificação.
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Notícia completa: https://youtu.be/P76ZhaOwMH0
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Em entrevista ao podcast do Lex Fridman, o CEO da NVIDIA, Jensen Huang, afirmou que a tecnologia atual já alcançou a Inteligência Artificial Geral, conhecida como AGI. Para o executivo, esse estágio ocorre quando a IA utiliza o conhecimento de forma abstrata, aproximando-se da capacidade de aprendizado e raciocínio dos seres humanos. Huang argumentou que a maturidade dos modelos existentes permitiria que uma inteligência artificial comandasse uma empresa de um bilhão de dólares hoje. Nesse cenário, o sistema seria capaz de executar funções complexas como a prospecção de clientes, a realização de vendas e até o gerenciamento de funcionários. Como prova dessa evolução, ele citou o agente OpenClaw, que demonstra autonomia ao automatizar rotinas como a gestão de e-mails, a análise de contratos e o controle de dispositivos inteligentes.
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No campo do desenvolvimento de sistemas, a atualização otimiza a conexão com a linguagem C através do novo atributo “@c”. A funcionalidade automatiza a exposição de funções e enums do Swift para arquivos C e C++, gerando os cabeçalhos necessários durante a compilação e simplificando tarefas que antes exigiam processos manuais exaustivos. O fluxo de trabalho também foi aprimorado com uma antevisão do Swift Build, projetado para oferecer uma experiência de construção de software unificada em diferentes sistemas operacionais. Outros destaques incluem o suporte ao Embedded Swift para hardware de baixo consumo e melhorias no framework Swift Testing, que agora oferece maior controle sobre o cancelamento de testes e anexos de imagens, além de avanços no compilador de documentação DocC para saídas em markdown e HTML estático.
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Notícia completa: https://youtu.be/LwcHQ8ggmmo
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A nova versão 6.3 da linguagem da Apple marca uma mudança estratégica de longo prazo ao incluir, pela primeira vez, um SDK estável voltado ao sistema operacional do Google. Esse avanço permite que desenvolvedores construam aplicativos nativos para Android utilizando o Swift ou integrem lógica de negócio em projetos que já rodam em Kotlin e Java. A viabilidade técnica dessa união ocorre por meio das bibliotecas Swift Java e Swift Java JNI Core, que resolvem gargalos de comunicação entre os ecossistemas. Com esse suporte de primeira classe incorporado ao seu conjunto oficial de ferramentas, o Swift deixa de ser uma exclusividade dos dispositivos Apple para se consolidar como uma solução multiplataforma versátil, pronta para atender à maior base de usuários móveis do mundo.
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Depois de vários dias lendo e relendo o novo ECA Digital, percebemos muitas prováveis consequências ruins da lei com o texto atual. Decidimos então analisar cada capítulo (por isso o vídeo ficou com 1 hora) para alertar sobre isso e daqui pra frente tentarmos melhorar essa lei (já que ainda vai acontecer audiências públicas).
Separe um momento para analisar conosco nos comentários do vídeo. Separamos o vídeo em capítulos justamente para facilitar a análise e a navegação no vídeo.
Não deixe de opinar nos comentários, pois podemos criar um "fórum de debate" sobre os artigos dessa lei.
https://youtu.be/cgVW5YvZFII
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Especialistas jurídicos apontam que este caso é um divisor de águas para o Vale do Silício, pois estabelece um precedente que permite responsabilizar as plataformas pela natureza de seu design, como a rolagem infinita. Anteriormente, as empresas eram protegidas por leis que as isentam de responsabilidade pelo conteúdo publicado por terceiros, mas este julgamento focou na arquitetura do produto em si. A Meta e o Google negam as acusações e confirmaram que pretendem recorrer, sustentando que suas ferramentas possuem proteções adequadas para menores. Apesar do recurso, o desfecho abre caminho para milhares de processos semelhantes, podendo forçar uma reestruturação profunda na forma como as redes sociais operam e interagem com o público jovem em todo o mundo.
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Notícia completa: https://youtu.be/1s2RVhQpxRA
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Em uma decisão histórica, um júri de Los Angeles condenou a Meta e o Google, proprietário do YouTube, por negligência ao projetarem plataformas com recursos deliberadamente viciantes. O veredito concluiu que as empresas falharam ao não alertar os usuários sobre os riscos de suas tecnologias, sendo este um fator decisivo para danos graves à saúde mental. O processo foi movido por Kaley G.M., uma jovem de 20 anos que relatou ter desenvolvido vício, dismorfia corporal e pensamentos suicidas devido ao uso contínuo das redes desde a sua infância. No total, as gigantes de tecnologia deverão pagar cerca de 6 milhões de dólares em indenizações compensatórias, com a Meta sendo responsável por 70% do valor e o YouTube pelos 30% restantes. O júri ainda deve deliberar sobre possíveis danos punitivos adicionais, o que pode elevar o montante final da condenação.
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Além dos ajustes de infraestrutura, a atualização traz melhorias práticas como o suporte para novos módulos do Node.js, recursos na biblioteca padrão e a introdução do import defer para otimizar a inicialização de aplicações pesadas. O lançamento também estabelece diversas depreciações críticas, incluindo o suporte para target ECMAScript 5 (ES5) e a resolução de módulos node10, sinalizando que ferramentas legadas serão removidas na próxima grande atualização em prol de maior segurança e velocidade. Daniel Rosenwasser, gestor do projeto, reforçou que a adoção da versão 6.0 é essencial para garantir uma transição suave para o novo motor de alto desempenho. O cronograma indica que o TypeScript 7.0 está próximo da conclusão e já possui prévias disponíveis para testes em editores como o Visual Studio Code.
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Notícia completa: https://youtu.be/FR8m5hN1a4A
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A Microsoft lançou o TypeScript 6.0, marcando o encerramento de uma era como a última versão principal construída sobre a base de código original em JavaScript. Este lançamento funciona como uma ponte estratégica, focada em preparar o ecossistema de desenvolvedores para o TypeScript 7.0, uma reimplementação completa do compilador e do serviço de linguagem escrita em Go. O objetivo dessa mudança estrutural, conhecida internamente pelo nome Project Corsa, é oferecer um salto de desempenho até dez vezes superior, aproveitando o processamento nativo para acelerar significativamente o tempo de compilação em projetos de grande escala. Para facilitar a migração, a versão 6.0 introduz a flag --stableTypeOrdering, que permite aos desenvolvedores antecipar e ajustar o comportamento de ordenação de tipos que será o padrão na futura versão nativa.
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Embora a medida busque aumentar a eficiência da ferramenta, a decisão gerou debates sobre privacidade, já que a coleta pode incluir fragmentos de repositórios privados caso o desenvolvedor esteja utilizando o Copilot neles. Estão isentos desta nova política os clientes dos planos Business e Enterprise, além de estudantes e professores que utilizam o Copilot por meio de programas educacionais verificados. Para quem deseja manter a privacidade, o GitHub disponibilizou uma opção nas configurações que permite desativar o compartilhamento de dados para treinamento. A empresa reforçou que, se o usuário já havia desativado anteriormente a coleta para melhoria de produtos, essa preferência será respeitada e migrada de forma automática para a nova configuração de privacidade.
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Notícia completa: https://youtu.be/MvfqBQyctjs
