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Daniel Ferraz

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Jacob Boheme e a Cabala: este é o tema da segunda aula do curso Romantismo e a Gnose, de Daniel Ferraz, já disponível para os assinantes do Observatório. Para quem é assinante, já está habituado a ouvir falar do Boheme, já que ele foi protagonista também de uma das aulas sobre a história oculta da Rússia na semana passada.

Fala, pessoal! 👇🏾👇🏾👇🏾👇🏾

Até amanhã sairá a aula de nº 2 do meu novo mini-curso "Romantismo e Gnose". Nesta aula, trato sobre o filósofo esotérico Jacob Boehme e a Kabbalah. Como dito acima, que ainda não assinou o portal Observatório, assine. Os conteúdos estão realmente bons!

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Boa noite, pessoal! Como estão? Indico que ouçam com atenção esse áudio do prof. Cristian Derosa. Resume muito bem o nosso trabalho! E, para quem ainda não está fazendo parte do portal Observatório, indico que assinem e acompanhem todos os nossos materiais! https://lastlink.com/p/C64D40298/

NOVO VÍDEO NO CANAL! NOVO CURSO | Romantismo e Gnose (portal Observatório dos Estudos Nacionais) https://www.youtube.com/watch?v=V4xcGAU2nvE&t=229s

Atenção, pessoal! A primeira aula "Introdução ao Romantismo" já está disponível no portal de cursos Observatório dos Estudos Nacionais. Vocês podem adquiri-lo — em conjunto com outros cursos do prof. Cristian Derosa — no link abaixo: https://lastlink.com/p/C64D40298/

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Novos cursos disponíveis! A primeira aula do curso "Romantismo e Gnose: as influências do idealismo alemão no conservadorismo moderno", de Daniel Ferraz, já está disponível para os assinantes. O curso é a primeira parceria entre o Observatório do Instituto Estudos Nacionais e o professor Daniel Ferraz, e traz uma perspectiva nova de alerta para os conservadores que a cada dia flertam mais com aquilo que desconhecem. Para quem é assinante do Observatório, outro curso iniciado recentemente foi o A História Oculta da Rússia e a Mensagem de Fátima, que já possui várias aulas disponíveis e na próxima semana terá continuidade. Tudo isso para quem é assinante. Se você ainda não faz parte do time de estudiosos do Observatório do Instituto EN, clique aqui para se inscrever e comece a assistir as aulas agora!

Repost from Cristian Derosa
Atenção, é com grande honra e alegria que anuncio que o Observatório irá incluir em seu conteúdo de formação do Instituto Estudos Nacionais, o mini-curso “Romantismo e Gnose: as influências do idealismo alemão no conservadorismo moderno”, de Daniel Ferraz. De acordo com o professor, o conteúdo deste mini-curso vai além da malfadada dicotomia liberal-maçônica de “direita” e “esquerda” e, de maneira introdutória, demonstra a grande influência esotérica e mística do que convencionou-se a chamar de “conservadorismo”. "Com efeito, demonstra que o repouso de muitas pessoas na cosmovisão conservadora, acreditando superar os tentáculos do movimento revolucionário, pode ser ainda uma armadilha ainda mais profunda e sedutora". As primeiras aulas deste mini-curso serão disponibilizadas ainda esta semana para os assinantes do Observatório. Ao longo da semana daremos mais informações. Link de inscrição: https://lastlink.com/p/C64D40298/

Na próxima semana teremos o início do mini-curso sobre o idealismo alemão, o romantismo e a influência destas correntes no que se convencionou a chamar de conservadorismo. Fiquem ligados! Espero a participação de todos vocês!

Pessoal, O canal está impedido pelo YouTube de fazer transmissões por 7 dias. Conto com a ajuda de vocês em divulgar a transmissão de ontem em seus grupos e redes. Assim também conto com a ajuda financeira para o canal daqueles podem. Quem quiser doar, pode fazê-lo pela chave pix do canal: canaldanielferraz@gmail.com Para deixar claro: não desistirei das nossas transmissões de forma alguma. E, logo logo, teremos outro mini-curso disponível. Obrigado a todos!

A inscrita do canal, Adeilma Alves, tomou o cuidado de baixar a live. Compartilho na íntegra por aqui. Muito obrigado.

Pessoal, Em pouquíssimas horas a transmissão de hoje foi devidamente censurada no YouTube.

Fala, pessoal! Transmissão hoje no canal às 17h! Comentarei com vocês algumas coisas relacionadas ao WEF, Klaus Schwab e a tal Doença "X"! Aguardo os senhores com o item indispensável das nossas transmissões: o chapéu de alumínio! LINK: https://youtube.com/live/D2goYJ20IV8?feature=share

Lembram-se bem da minha playlist sobre o PLANO 2025 com participação especial do Prof. Felício? Então... https://www.weforum.org/events/world-economic-forum-annual-meeting-2024/sessions/preparing-for-a-disease-x/

Olá, pessoal! Vocês já conhecem o OBSERVATÓRIO, o portal de cursos do nosso parceiro Cristian Derosa? Caso não conheçam, recomendo muitíssimo! E em breve teremos novidades por lá! :) LINK para quem se interessar: https://lastlink.com/p/C64D40298

Orlando Fedeli analisando o modernismo cientificista como negação dos transcendentais: A NEGAÇÃO DO BONUM (BEM): "Mais grave ainda que o cientificismo acompanhado da magia, causados pelo anarquismo epistemológico nascido de Descartes, foi a negação do ens como bonum. Pois se não há ens verum, não há ens bonum. Se nada se conhece, nada pode ser amado. Pois só se ama o que se conhece. Não havendo verdade, nada poderia ser amado. Não haveria bem, pois aquilo que é verdade para o intelecto é bem para a vontade. A negação de toda verdade objetiva faz ruir toda e qualquer possibilidade de amar e de agir de acordo com uma Moral objetiva. Bem e mal, lícito e ilícito, passam a ser tidos como valores relativos, sem base no real objetivo. Daí nasceu o positivismo jurídico. Daí nasceu aquilo que, hoje, se chama de “ética”, conjunto de regras convencionadas, para substituírem a Lei de Deus. Só podemos amar o que conhecemos como verdadeiro. E só podemos agir tendo em vista um fim real e objetivamente verdadeiro. Por isso afirma Clavell: “a crise do projeto moderno [...] desembocou no vazio de sentido, no nihilismo, segundo o qual não existem valores, não há diferença entre real entre o bem e o mal, a própria existência carece de significado. Tratar-se-ia de aceitar essa nova situação na qual o homem não tem já pontos de referência e de anular a ânsia de significados. O programa nihilista consiste em viver deixando-se guiar pelas próprias tendências tal como se vão apresentando nas diversas circunstâncias da vida. O super homem de Nietzsche se torna no pensamento débil de Vattimo, o desaparecimento do homem em sua especificidade. O sujeito, centro absoluto da modernidade, se dissolve no amontoado de instintos que encontram equilíbrios diferentes com o passar do tempo”. (Apud T. Melendo, op. cit., p. 35). O homem passa a ser animalizado, na medida em que se admite que ele se move apenas por instinto, e não pelo intelecto. A negação do ser leva à negação do bonum, pois que, uma coisa é na medida em que tem qualidades em ato. O ato é o bem. Se não há nem o ato do existir, não pode haver bem em si. O bem em si, para o homem moderno, passa ser apenas o bem para mim, isto é, o útil, o prazeiroso, o que me traz alguma vantagem. A intelecção é substituída pelo sentir, pelo gozar, pelo fruir. “Desde a profunda perspectiva tradicional, resultaria bastante fácil advertir como a dissolução virtual da metafísica implica o sufocamento da antropologia e da ética e, por assim dizer, a transformação em seus contrários. Bastaria apelar, para apreciá-lo, à equivalência clássica entre o ente e a bondade; então, em virtude da equação que acabo de recordar, que equipara ens e bonum, perceberíamos, sem problemas, que a substituição do ser pela consciência supõe a troca do bem em sí, ou bem propriamente dito, pelo bem-para-mim, que traz necessariamente vinculada a si a negação de toda ética e gera, de forma inevitável, a despersonalização do ser humano” (T. Melendo, op., cit., p. 16). É de se estranhar então que, hoje, quando se nega a objetividade do ser, do verum e do bonum, se diga que se vai “curtir” um som, um passeio, curtir uma namorada, um cão de estimação, e até curtir uma esposa e um filho? Disso, só podia nascer o divórcio, o amor livre, o egoísmo mais radical e descarado. Nada teria um fim superior, transcendente, Toda ação teria fim em si mesma. Tudo seria um jogo, isto é algo que tem fim em si mesmo."

Apreciem outro trecho esclarecedor do prof. Fedeli: "O demônio disse a Eva: “O que Deus disse não é verdade”. “Deus mentiu”. “O SER MENTE”. Essa é a grande blasfêmia. Essa foi a grande Mentira da qual o diabo foi pai. Para realmente conhecer, o homem deveria renunciar, quer ao conhecimento dos sentidos, quer ao conhecimento intelectivo, por abstração. Adão deveria renunciar a inteligência. A serpente garantiu a Eva que, ela e Adão, tendo os olhos fisicamente abertos, não viam. Desobedecendo, seus olhos fisicamente abertos se abririam para um “conhecimento” superior. Para a Gnose. Para realmente conhecer, eles deveriam renunciar a verdade que Deus lhes dissera. Deveriam renunciar a compreensão intelectual. Deveriam acreditar de olhos fechados, no diabo. Deviam abrir a boca e fechar os olhos e comer o fruto proibido que lhes permitiria ter uma visão superior, atingindo um conhecimento não racional, não intelectual. Para conhecer, eles deveriam renunciar aos sentidos exteriores, especialmente a vista, e renunciar ao intelecto. O Ser mente, disse a serpente. E Adão e Eva creram nessa mentira, pretendendo ter um conhecimento absoluto, não racional. O Ser absoluto mente, disse o diabo. Se assim fosse, então o Ser não seria verum, e nem bonum, e nem pulchrum. O SER por excelência seria falso, mau, feio. Se o Ser necessário mente, todo ser criado mentiria também. Toda criatura não cantaria, mas haveria ou um caos ensurdecedor, ou o silêncio absoluto. O universo não cantaria a glória de Deus. O Ser seria não-ser. O Ser seria o Nada. O Vazio metafísico. Adão caiu na tentação do nihilismo. O que é, não é. Como ecos do diabo, a Gnose, a Cabala, Eckhart, Boheme, Kant, Hegel e Marx, Heidegger e Arte Moderna iriam dizer o mesmo. O Ser não é. O Ser não é. O Ser não é. Não há Ser. Não há Verdade. Não há Bem. Não há Beleza. Adore-se o Nada. A Mentira. O Pecado. O Feio. Adore-se o Homem. Proclamem-se os seus Direitos. Adore-se a Razão, a prostituta louca. Adore-se o Diabo. Tudo é mentira. O que é não é. Os contrários se equivalem. Nasceu a dialética. Deus, o Mundo e o Eu seriam vazios absolutos. A razão enganaria o homem e os sentidos lhe dariam ilusões. Seria preciso furar os próprios olhos, como fez Édipo, para ver. Seria preciso ser louco, para compreender. Delirar, para perceber. Sonhar, para ver. O que a serpente disse para Adão é que, se eles comessem o Fruto do Conhecimento, da Gnose, eles saberiam o Bem e o Mal. Saberiam que o Ser é não ser. Que o bem é o mal, e que o mal é o bem. Que a luz é treva. Que o doce é amargo. Que o belo é feio. Que a Idade Média foi ignorante, e que Modernidade é sábia porque recusa que a Verdade exista. “Malditos sejais vós que ao mal chamais bem, e ao bem, mal; que tomais as trevas por luz, e a luz por trevas, que tendes o amargo por doce, e o doce por amargo (Is. V, 20)."