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A pintura de boca de tubarão nos aviões de caça, conhecida como "nose art", tornou-se um ícone durante a Segunda Guerra Mundial. Sua origem remonta à Primeira Guerra Mundial, quando pilotos alemães decoravam seus aviões com olhos e bocas para intimidar adversários. No entanto, foi na Segunda Guerra que a boca de tubarão ganhou destaque, aparecendo inicialmente nos Messerschmitt Bf 110 da Luftwaffe.
A ideia foi adotada pelo Esquadrão 112 da Royal Air Force (RAF), que pintou bocas de tubarão em seus Curtiss P-40 Tomahawks enquanto operavam no Norte da África. Essa arte visual não apenas conferia uma aparência ameaçadora às aeronaves, mas também servia como uma forma de expressão pessoal dos pilotos. O design foi posteriormente popularizado pelos "Flying Tigers", um grupo de voluntários americanos que lutou na China antes da entrada oficial dos Estados Unidos na guerra. Seus P-40s com bocas de tubarão tornaram-se um símbolo amplamente reconhecido.
A prática de pintar aviões se espalhou para outras forças aéreas, incluindo a dos Estados Unidos, onde os pilotos frequentemente personalizavam suas aeronaves com desenhos que refletiam suas personalidades ou mensagens para o inimigo. No entanto, em algumas forças aéreas, como a alemã, a prática foi proibida em certos momentos, pois era considerada uma distração ou uma violação da uniformidade militar.
A "nose art" transcendeu sua função prática, tornando-se uma forma de arte e um registro cultural da época. Hoje, as bocas de tubarão permanecem um símbolo icônico, evocando a coragem e a criatividade dos pilotos que as adotaram.
| 2 | 9 de abril de 1945.
Os pilotos do esquadrão nº 457 "Grey Nurse" da RAAF posam para a câmera em frente a um de seus Supermarine Spitfires. Morotai, Índias Orientais Neerlandesas. | 162 |
| 3 | Os snipers desempenharam um papel importantíssimo nos campos de batalha, especialmente em cenários de trincheiras. Para soldados que enfrentavam essa ameaça invisível e mortal, a cautela era uma questão de sobrevivência.
Nas trincheiras, os snipers exploravam a vantagem do terreno para se esconder e atacar com precisão. Os soldados precisavam evitar movimentos previsíveis e manter as cabeças abaixadas enquanto se deslocavam. Olhar por muito tempo sobre a borda da trincheira era arriscado, pois poderia revelar sua posição. Consequentemente, movimentos rápidos e cuidadosos eram essenciais para minimizar a exposição.
Além disso, os soldados usavam técnicas de camuflagem, cobriam equipamentos brilhantes que poderiam refletir luz e evitavam criar sombras que pudessem ser vistas à distância. Em alguns casos, espelhos eram empregados para observar ao redor sem expor o corpo, reduzindo o risco de um disparo certeiro. Eles também colocavam objetos como capacetes ou sacos de areia em lugares estratégicos para enganar os snipers, simulando alvos falsos.
Os comandantes de batalhão frequentemente orientavam seus soldados a nunca seguir um padrão fixo. Rotinas previsíveis, como sair para patrulha sempre no mesmo horário, podiam ser antecipadas pelos snipers. Mudanças contínuas na estratégia eram fundamentais para confundir o inimigo.
Além de evitar os disparos, era necessário identificar a localização do sniper. O eco dos tiros e os movimentos de detritos no ar eram pistas que podiam levar à descoberta da posição inimiga. Uma vez detectado, o sniper podia ser neutralizado por outro atirador ou por artilharia pesada. | 158 |
| 4 | 8 de abril de 1943
O tenente finlandês Onni Koivisto antes e depois de ser morto por um atirador soviético em uma posição próxima a Rukajärvi. O oficial mostrava as posições avançadas ao fotojornalista e foi morto por um tiro no peito. | 126 |
| 5 | Os snipers desempenharam um papel importantíssimo nos campos de batalha, especialmente em cenários de trincheiras. Para soldados que enfrentavam essa ameaça invisível e mortal, a cautela era uma questão de sobrevivência.
Nas trincheiras, os snipers exploravam a vantagem do terreno para se esconder e atacar com precisão. Os soldados precisavam evitar movimentos previsíveis e manter as cabeças abaixadas enquanto se deslocavam. Olhar por muito tempo sobre a borda da trincheira era arriscado, pois poderia revelar sua posição. Consequentemente, movimentos rápidos e cuidadosos eram essenciais para minimizar a exposição.
Além disso, os soldados usavam técnicas de camuflagem, cobriam equipamentos brilhantes que poderiam refletir luz e evitavam criar sombras que pudessem ser vistas à distância. Em alguns casos, espelhos eram empregados para observar ao redor sem expor o corpo, reduzindo o risco de um disparo certeiro. Eles também colocavam objetos como capacetes ou sacos de areia em lugares estratégicos para enganar os snipers, simulando alvos falsos.
Os comandantes de batalhão frequentemente orientavam seus soldados a nunca seguir um padrão fixo. Rotinas previsíveis, como sair para patrulha sempre no mesmo horário, podiam ser antecipadas pelos snipers. Mudanças contínuas na estratégia eram fundamentais para confundir o inimigo.
Além de evitar os disparos, era necessário identificar a localização do sniper. O eco dos tiros e os movimentos de detritos no ar eram pistas que podiam levar à descoberta da posição inimiga. Uma vez detectado, o sniper podia ser neutralizado por outro atirador ou por artilharia pesada. | 1 |
| 6 | Os snipers desempenharam um papel importantíssimo nos campos de batalha, especialmente em cenários de trincheiras. Para soldados que enfrentavam essa ameaça invisível e mortal, a cautela era uma questão de sobrevivência.
Nas trincheiras, os snipers exploravam a vantagem do terreno para se esconder e atacar com precisão. Os soldados precisavam evitar movimentos previsíveis e manter as cabeças abaixadas enquanto se deslocavam. Olhar por muito tempo sobre a borda da trincheira era arriscado, pois poderia revelar sua posição. Consequentemente, movimentos rápidos e cuidadosos eram essenciais para minimizar a exposição.
Além disso, os soldados usavam técnicas de camuflagem, cobriam equipamentos brilhantes que poderiam refletir luz e evitavam criar sombras que pudessem ser vistas à distância. Em alguns casos, espelhos eram empregados para observar ao redor sem expor o corpo, reduzindo o risco de um disparo certeiro. Eles também colocavam objetos como capacetes ou sacos de areia em lugares estratégicos para enganar os snipers, simulando alvos falsos.
Os comandantes de batalhão frequentemente orientavam seus soldados a nunca seguir um padrão fixo. Rotinas previsíveis, como sair para patrulha sempre no mesmo horário, podiam ser antecipadas pelos snipers. Mudanças contínuas na estratégia eram fundamentais para confundir o inimigo.
Além de evitar os disparos, era necessário identificar a localização do sniper. O eco dos tiros e os movimentos de detritos no ar eram pistas que podiam levar à descoberta da posição inimiga. Uma vez detectado, o sniper podia ser neutralizado por outro atirador ou por artilharia pesada. | 9 |
| 7 | 8 de abril de 1943
O tenente finlandês Onni Koivisto antes e depois de ser morto por um atirador soviético em uma posição próxima a Rukajärvi. O oficial mostrava as posições avançadas ao fotojornalista e foi morto por um tiro no peito. | 8 |
| 8 | A Operação Ten-Go, realizada em 7 de abril de 1945, foi uma das últimas tentativas desesperadas do Japão durante a Segunda Guerra Mundial. Parte da Batalha de Okinawa, a operação envolveu o envio do superencouraçado Yamato, acompanhado pelo cruzador leve Yahagi e oito contratorpedeiros, em uma missão suicida para enfrentar a frota aliada. O plano era que o Yamato encalhasse em Okinawa e servisse como uma bateria costeira até ser destruído, enquanto sua tripulação lutaria como infantaria.
A frota japonesa foi rapidamente detectada por aeronaves americanas, que lançaram uma série de ataques devastadores. O Yamato foi atingido por cerca de 20 bombas e torpedos, resultando em sua explosão e afundamento. A operação também levou à perda de outros navios japoneses e milhares de vidas, enquanto as baixas americanas foram mínimas.
O impacto da Operação Ten-Go na Guerra do Pacífico foi significativo, mas limitado. Ela demonstrou a determinação do Japão em resistir, mesmo diante de probabilidades esmagadoras, mas também evidenciou a superioridade aérea e naval dos Aliados. A destruição do Yamato simbolizou o colapso da capacidade naval japonesa e marcou o fim de uma era de grandes encouraçados como força dominante no mar.
No contexto mais amplo, a operação destacou a estratégia kamikaze do Japão, que buscava infligir o máximo de danos possível, mesmo ao custo de vidas e recursos. No entanto, a derrota na Operação Ten-Go reforçou a inevitabilidade da vitória aliada no Pacífico, contribuindo para o cerco final ao Japão e a eventual rendição em agosto de 1945. Este evento permanece como um marco trágico e emblemático do desespero e sacrifício que caracterizaram os últimos meses da guerra. | 130 |
| 9 | 7 de abril de 1945.
O encouraçado japonês Yamato sendo atacado por bombas de aeronaves da Marinha dos Estados Unidos durante a Operação Ten-Go, no Mar da China Oriental. | 104 |
| 10 | Durante a Segunda Guerra Mundial, aeródromos improvisados como o de Piva foram construídos rapidamente para apoiar operações militares. Essas pistas de pouso eram essenciais em áreas remotas onde o transporte aéreo desempenhava um papel crucial, especialmente em regiões de difícil acesso, como ilhas no Pacífico. Um dos métodos mais comuns para criar essas bases aéreas envolvia o uso de materiais práticos e adaptáveis, como as placas de aço perfuradas chamadas de Marston Mat.
Marston Mat, também conhecido como PSP (Perforated Steel Planking), era uma solução eficiente devido à sua leveza, resistência e facilidade de montagem. Essas placas eram colocadas lado a lado, formando uma superfície estável capaz de suportar o peso de aviões militares, incluindo caças e bombardeiros. A preparação do solo era mínima: os trabalhadores nivelavam o terreno, removiam vegetação e compactavam o solo antes de instalar as placas. Em terrenos menos firmes, como áreas pantanosas, era comum usar uma camada de material base, como cascalho, para reforçar o solo.
Os aeródromos também eram equipados com estruturas rudimentares para manutenção de aeronaves, armazenamento de suprimentos e alojamento temporário de soldados. Normalmente, utilizavam materiais locais, como madeira, para construir barracões e hangares. Em muitos casos, essas construções eram camufladas para evitar ataques inimigos.
Esses aeródromos improvisados desempenharam um papel estratégico ao proporcionar suporte logístico em regiões isoladas e garantir o avanço das forças aliadas. Embora fossem temporários, sua construção era realizada com eficiência e em tempo recorde, o que foi um elemento-chave para o sucesso em teatros de guerra como o Pacífico. O aeródromo de Piva, na ilha de Bougainville, é um exemplo emblemático dessa engenharia prática e inovadora que caracterizou a guerra. | 124 |
| 11 | 6 de abril de 1944.
Os bombardeiros de mergulho Douglas SBD Dauntless decolaram do Aeroporto de Piva, em Bougainville, Ilhas Salomão para atacar a base japonesa em Rabaul, na Ilha da Nova Bretanha. A pista de pouso era revestida com Marston Mat, placas de aço perfuradas usadas para a construção rápida de pistas de pouso. | 108 |
| 12 | O afundamento do SS Benlomond e a notável sobrevivência de Poon Lim exemplificam os riscos e os impactos humanos da guerra naval na Segunda Guerra Mundial. O SS Benlomond, um navio mercante britânico, foi alvo do submarino alemão U-172 em 23 de novembro de 1942, durante uma época em que os submarinos da Kriegsmarine intensificavam suas operações no Atlântico para cortar os suprimentos aliados. O torpedeamento resultou na rápida destruição do navio, com a maioria de seus tripulantes perecendo. Poon Lim, o comissário do navio, foi um dos poucos a escapar com vida, conseguindo subir a bordo de um pequeno bote salva-vidas.
A jornada de Poon Lim foi extraordinária e desafiadora. Ele sobreviveu à deriva no Atlântico por 133 dias, enfrentando condições climáticas adversas, fome e sede. Demonstrando engenhosidade e determinação, ele utilizou os recursos limitados disponíveis no bote para coletar água da chuva e pescar. Sua sobrevivência solitária, em meio ao vasto oceano, tornou-se uma das histórias mais notáveis de resistência e perseverança da guerra. Lim foi finalmente resgatado em 5 de abril de 1943 por uma família de pescadores brasileiros na costa do Brasil.
O afundamento do SS Benlomond e a experiência de Poon Lim destacam não apenas os perigos da guerra marítima, mas também a resiliência humana diante da adversidade. Durante a Segunda Guerra Mundial, milhões de pessoas, militares e civis, enfrentaram situações extremas devido ao conflito global. A história de Lim foi tão impressionante que ele se tornou um exemplo de sobrevivência nos treinamentos de marinheiros aliados. Ela também serve como um lembrete das consequências devastadoras da guerra, enquanto celebra a capacidade humana de adaptação e sobrevivência em condições inimagináveis. | 109 |
| 13 | 5 de abril de 1943.
O comissário chinês Poon Lim foi encontrado por uma família de pescadores brasileiros no litoral do Brasil após estar à deriva por 133 dias, depois que o SS Benlomond foi torpedeado pelo submarino alemão U-172. | 92 |
| 14 | Durante a Segunda Guerra Mundial, a força aérea alemã (Luftwaffe) desenvolveu e utilizou diversas armas para enfrentar a ameaça dos bombardeiros pesados aliados que atacavam suas cidades e instalações militares. Entre essas armas, os foguetes ganharam destaque como uma tecnologia inovadora e eficaz.
Os bombardeiros aliados, como os B-17 e B-24, eram alvos difíceis devido à sua alta altitude e formação em esquadrilhas defensivas. Para contornar essas dificuldades, os engenheiros alemães introduziram os foguetes ar-ar, como o R4M, que podiam ser disparados de caças como o revolucionário Messerschmitt Me-262, o primeiro caça a jato a entrar em operação. Esses foguetes ofereciam maior alcance e precisão em comparação com as armas convencionais, permitindo que os pilotos atacassem bombardeiros de uma distância segura.
O R4M, em particular, foi projetado com uma cabeça explosiva potente que podia causar danos significativos aos bombardeiros aliados. Sua utilização tornou-se uma resposta eficaz contra as formações de bombardeiros, especialmente nos últimos anos da guerra, quando a Luftwaffe enfrentava crescentes dificuldades logísticas e escassez de aeronaves e pilotos experientes.
Embora os foguetes tenham demonstrado ser uma tecnologia promissora, sua aplicação prática foi limitada pela curta duração do domínio aéreo alemão e pelos recursos cada vez mais escassos da Luftwaffe. No entanto, a introdução de armas como o R4M marcou um avanço significativo no combate aéreo e influenciou o desenvolvimento de armamentos pós-guerra.
Esses esforços destacaram a engenhosidade da Alemanha em desenvolver tecnologias militares, embora, ao final, a superioridade numérica e estratégica dos Aliados tenha prevalecido, encerrando as ambições da Luftwaffe de neutralizar totalmente os bombardeiros pesados aliados. | 109 |
| 15 | 4 de abril de 1945.
B-24M-10-FO, #44-50838, ‘Red Bow’ do 714th BS, 448th BG foi abatido sobre a Alemanha por um foguete R4M disparado de um Messerschmitt Me-262. O único sobrevivente foi o operador de rádio Sgt. Charles Edward Cupp Jr, que saltou pelo compartimento de bombas. Ele foi capturado e mantido como prisioneiro de guerra. | 106 |
| 16 | Durante a Segunda Guerra Mundial, a força aérea alemã (Luftwaffe) desenvolveu e utilizou diversas armas para enfrentar a ameaça dos bombardeiros pesados aliados que atacavam suas cidades e instalações militares. Entre essas armas, os foguetes ganharam destaque como uma tecnologia inovadora e eficaz.
Os bombardeiros aliados, como os B-17 e B-24, eram alvos difíceis devido à sua alta altitude e formação em esquadrilhas defensivas. Para contornar essas dificuldades, os engenheiros alemães introduziram os foguetes ar-ar, como o R4M, que podiam ser disparados de caças como o revolucionário Messerschmitt Me-262, o primeiro caça a jato a entrar em operação. Esses foguetes ofereciam maior alcance e precisão em comparação com as armas convencionais, permitindo que os pilotos atacassem bombardeiros de uma distância segura.
O R4M, em particular, foi projetado com uma cabeça explosiva potente que podia causar danos significativos aos bombardeiros aliados. Sua utilização tornou-se uma resposta eficaz contra as formações de bombardeiros, especialmente nos últimos anos da guerra, quando a Luftwaffe enfrentava crescentes dificuldades logísticas e escassez de aeronaves e pilotos experientes.
Embora os foguetes tenham demonstrado ser uma tecnologia promissora, sua aplicação prática foi limitada pela curta duração do domínio aéreo alemão e pelos recursos cada vez mais escassos da Luftwaffe. No entanto, a introdução de armas como o R4M marcou um avanço significativo no combate aéreo e influenciou o desenvolvimento de armamentos pós-guerra.
Esses esforços destacaram a engenhosidade da Alemanha em desenvolver tecnologias militares, embora, ao final, a superioridade numérica e estratégica dos Aliados tenha prevalecido, encerrando as ambições da Luftwaffe de neutralizar totalmente os bombardeiros pesados aliados. | 2 |
| 17 | Linhas ferroviárias eram o principal meio de transporte de tropas, equipamentos, suprimentos e armamentos pelos países em conflito na segunda guerra mundial. A capacidade das nações de deslocar rapidamente grandes contingentes de soldados e cargas pesadas para frentes de batalha era essencial para sustentar operações militares. As ferrovias permitiam o movimento eficiente e econômico de recursos, conectando áreas industriais, portos e bases militares, o que era vital tanto para o esforço de guerra quanto para o suprimento das populações civis.
Dado o papel estratégico das ferrovias, atacar e incapacitar essas linhas de transporte tornou-se uma prioridade para as forças aliadas e do Eixo. A destruição de trilhos, estações, pontes ferroviárias e locomotivas visava limitar a mobilidade do inimigo, interrompendo suas cadeias de suprimentos e dificultando o envio de reforços. Um exército incapaz de mover soldados e materiais para onde são necessários rapidamente fica em desvantagem, especialmente em guerras de múltiplas frentes. Além disso, a interrupção das operações ferroviárias criava caos logístico, forçando os inimigos a dependerem de meios de transporte menos eficazes, como caminhões e cavalos.
Por exemplo, os bombardeios estratégicos aliados focaram fortemente em nós ferroviários importantes no território alemão para enfraquecer a máquina de guerra nazista. A destruição das ferrovias dificultou a resposta alemã às ofensivas aliadas, como o Dia D, e reduziu sua capacidade de sustentar tropas em combate. Da mesma forma, no teatro do Pacífico, forças aliadas frequentemente cortavam linhas de transporte japonesas para isolar tropas em ilhas específicas. | 105 |
| 18 | 3 de abril de 1945.
Um soldado britânico é eclipsado por uma locomotiva ferroviária alemã, que repousa em um ângulo precipitado em um pátio ferroviário fortemente bombardeado. Münster, Alemanha. | 116 |
| 19 | O Curtiss P-40, conhecido como Tomahawk e Kittyhawk pelos britânicos, foi amplamente utilizado durante a Segunda Guerra Mundial, especialmente em teatros de operações onde sua performance era mais adequada. Desenvolvido pela Curtiss-Wright Corporation, o P-40 era um caça monomotor de construção metálica, derivado do modelo P-36 Hawk, projetado para produção em massa com modificações mínimas. Embora sua falta de compressor de dois estágios limitasse sua eficácia em combates de alta altitude, o P-40 demonstrou grande valor em missões de ataque ao solo e escolta de bombardeiros.
Os britânicos empregaram o P-40 principalmente no Norte da África e no Oriente Médio, onde sua capacidade de transporte de bombas, blindagem e alcance eram cruciais. O 112º Esquadrão da Royal Air Force (RAF) foi pioneiro no uso do Tomahawk na África do Norte, sendo também o primeiro a adotar o famoso logotipo de "boca de tubarão" nos aviões. Nessas regiões, o P-40 enfrentou aeronaves da Luftwaffe e da Regia Aeronautica, como o Messerschmitt Bf 109, e desempenhou um papel significativo na obtenção da superioridade aérea aliada. Além disso, o P-40 foi utilizado em outros teatros, como o Sudeste Asiático e o Pacífico, onde sua robustez e versatilidade o tornaram uma escolha confiável.
Apesar de sua reputação pós-guerra como um design mediano, o P-40 foi essencial para os esforços aliados, contribuindo para vitórias estratégicas em múltiplos fronts. Ele foi gradualmente substituído por caças mais avançados, como o P-51 Mustang, mas seu legado permanece como um símbolo de adaptabilidade e resistência. O Curtiss P-40 não apenas ajudou a moldar os desfechos da guerra, mas também influenciou o desenvolvimento de aeronaves militares nas décadas seguintes. | 125 |
| 20 | 2 de abril de 1942.
Um piloto britânico aterrissa um avião de combate Kittyhawk, fabricado nos Estados Unidos, em meio a uma tempestade de areia na Líbia. Um mecânico, posicionado na asa, auxilia o piloto enquanto ele taxia através da tempestade. | 107 |
