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🔵 MERCADOS: O jogo de truco, apelidado de “pôquer caipira”, é popular e simples. Duas duplas se enfrentam usando um baralho de 40 cartas. Cada jogador recebe três cartas e, pela ordem, abre as cartas na mesa em três rodadas. A carta mais valiosa ganha a rodada. A dupla que ganhar duas rodadas fatura um ponto. Quem chegar a 12 pontos ganha o jogo. 🔵 AÇÕES: Minerva (BEEF3) anuncia aumento de capital de 2 bilhões de reais para reduzir alavancagem Na noite da segunda-feira (07), a Minerva (BEEF3) anunciou um aumento de capital de 2 bilhões de reais, com o objetivo de reduzir sua alavancagem em um cenário de juros elevados, que vêm pressionando os resultados financeiros da companhia. Minha Casa Minha Vida se expande: nova Faixa 4 mira classe média e redesenha mercado de habitação O anúncio das novas medidas de ampliação do programa Minha Casa Minha Vida (MCMV), feito na última sexta-feira (04) pelo governo federal, marca um importante passo na política habitacional brasileira, com potencial de gerar impacto direto sobre o mercado imobiliário, as incorporadoras e a dinâmica do crédito nos próximos anos. A principal novidade é a criação da chamada Faixa 4, que permitirá o financiamento habitacional com recursos do FGTS para famílias com renda de até 12 mil reais mensais — faixa de renda que historicamente enfrentava dificuldades para acessar condições de crédito mais acessíveis. A medida amplia significativamente o alcance do programa e reforça o papel do FGTS como instrumento de política pública habitacional. 🔵 RENDA FIXA: As taxas de juros dos Treasuries registraram movimentos de alta, com o rendimento da T-note de 10 anos subindo para 4,15 por cento ao ano, enquanto a T-note de 2 anos caiu para 3,73 por cento. No mercado de derivativos da CME, as projeções indicam uma probabilidade de 0,3 por cento para um corte de 25 pontos-base nos juros americanos até o final do ano, enquanto a chance de uma redução de 50 pontos-base é de 4,1 por cento. Além disso, o mercado precifica uma probabilidade de 19,3 por cento para uma redução de 75 pontos-base até o final de 2025 e de 0 por cento para a manutenção da taxa na faixa de 4,25 por cento-4,50 por cento.

🔵 MERCADOS: Semana começa com nova queda geral das bolsas A queda generalizada dos mercados na quinta (3) e na sexta-feira (4) continuou na noite do domingo (6). As bolsas asiáticas despencaram. Houve quedas de 13,2 por cento em Hong Kong e de 7 por cento em Tóquio e em Xangai. No pré-mercado em Wall Street, os índices S&P 500 e Nasdaq Composite recuam cerca de 3,5 por cento. O S&P 500 está prestes a entrar no mercado de baixa (“bear market”), termo técnico que indica uma queda de 20 por cento em relação ao recorde anterior. 🔵AÇÕES: O mercado global de celulose tem registrado aumentos de preços em 2025. Apesar do desempenho positivo, o cenário para os próximos meses ainda exige cautela, especialmente no segundo semestre, devido às incertezas em relação ao equilíbrio entre oferta e demanda e aos possíveis efeitos das novas tarifas comerciais impostas pelos Estados Unidos. Equatorial (EQTL3) vende transmissão por 9,4 bilhões de reais e mira novas oportunidades Nesta sexta-feira (04), a Equatorial Energia (EQTL3) anunciou a venda integral de seu portfólio de ativos de transmissão por 9,4 bilhões de reais, com expectativa de conclusão da transação até o 4T25. 🔵 RENDA FIXA: As taxas de juros dos Treasuries registraram movimentos de queda, com o rendimento da T-note de 10 anos caindo para 4,01 por cento ao ano, enquanto a T-note de 2 anos caiu para 3,68 por cento. No mercado de derivativos da CME, as projeções indicam uma probabilidade de 0,1 por cento para um corte de 25 pontos-base nos juros americanos até o final do ano, enquanto a chance de uma redução de 50 pontos-base é de 2,8 por cento. Além disso, o mercado precifica uma probabilidade de 16,0 por cento para uma redução de 75 pontos-base até o final de 2025 e de 0 por cento para a manutenção da taxa na faixa de 4,25 por cento-4,50 por cento.

🔵 MERCADOS: China retalia EUA e ações desabam de novo A China demonstrou que não tem intenção de recuar na guerra comercial iniciada na quarta-feira (02) elo presidente americano, Donald Trump. Na madrugada da sexta-feira (04) o governo chinês anunciou diversas medidas, incluindo tarifas de 34 por cento para uma ampla gama de produtos americanos. 🔵 AÇÕES: Possível avalanche de importações e suas consequências para o varejo nacional A decisão do ex-presidente Donald Trump de retomar tarifas robustas sobre produtos de baixo valor importados da China, elevando a alíquota para 30 por cento sobre itens de até 800 dólares, marca um novo capítulo na guerra comercial entre Estados Unidos e China — e tem potencial de gerar efeitos colaterais importantes em mercados emergentes como o Brasil. O movimento, que visa conter o avanço das plataformas asiáticas nos Estados Unidos, deve provocar uma realocação massiva de produtos dessas plataformas para outros mercados consumidores. E entre os principais candidatos a receber essa enxurrada de mercadorias está o Brasil, tanto por seu tamanho quanto por seu apetite crescente por e-commerce chinês 🔵 RENDA FIXA: As taxas de juros dos Treasuries registraram movimentos de alta, com o rendimento da T-note de 10 anos subindo para 4,20 por cento ao ano, enquanto a T-note de 2 anos subiu para 3,91 por cento. No mercado de derivativos da CME, as projeções indicam uma probabilidade de 6,9 por cento para um corte de 25 pontos-base nos juros americanos até o final do ano, enquanto a chance de uma redução de 50 pontos-base é de 21,7 por cento. Além disso, o mercado precifica uma probabilidade de 33,8 por cento para uma redução de 75 pontos-base até o final de 2025 e de 0,9 por cento para a manutenção da taxa na faixa de 4,25 por cento-4,50 por cento. A probabilidade de um corte de 100 pontos-base no mesmo período está em 26,8 por cento, enquanto a chance de um corte de 125 pontos-base é de 9,2 por cento.

🔵 MERCADOS: Em um discurso longo e bastante eleitoreiro, o presidente americano, Donald Trump, anunciou o “Dia da Libertação” na quarta-feira (2), afirmando que seria o início de uma nova era para a economia americana. Resumindo a história: os Estados Unidos vão impor uma taxa mínima de 10 por cento a todos os parceiros comerciais (Brasil incluído). E também tarifas “recíprocas” de dois dígitos a 60 outros parceiros comerciais que, segundo Trump, vêm tratando os Estados Unidos de forma “injusta” em termos comerciais. 🔵 AÇÕES: A Vale (VALE3) anunciou recentemente a venda de 70 por cento da Aliança Energia para a Global Infrastructure Partners (GIP), uma das maiores gestoras de infraestrutura do mundo, com mais de 170 bilhões de dólares em ativos sob gestão. A transação foi fechada por 1 bilhão de dólares e inclui a criação de uma joint venture, na qual a mineradora manterá uma participação de 30 por cento na empresa de geração de energia. Como parte do acordo, foram firmados contratos de compra de longo prazo, garantindo à Vale o direito de adquirir 70 por cento da energia gerada pela Aliança até o fim das concessões, cujo prazo médio é de 20 anos. Com uma capacidade instalada de 2,2 mil MW, a Aliança Energia é capaz de suprir integralmente a demanda energética da Vale. Na noite da quarta-feira (02), a Embraer divulgou seus dados de entregas referentes ao 1T25. Os números foram ligeiramente negativos, com a Aviação Executiva apresentando entregas dentro do esperado, enquanto a Aviação Comercial registrou um desempenho um pouco abaixo do previsto. No total, a companhia entregou 30 aeronaves comerciais e executivas, um crescimento de 20 por cento (ou cinco unidades) em relação ao mesmo período do ano passado. No segmento de Defesa, não houve entregas no trimestre. 🔵 RENDA FIXA: As taxas de juros dos Treasuries registraram movimentos de alta, com o rendimento da T-note de 10 anos subindo para 4,20 por cento ao ano, enquanto a T-note de 2 anos subiu para 3,91 por cento. No mercado de derivativos da CME, as projeções indicam uma probabilidade de 6,9 por cento para um corte de 25 pontos-base nos juros americanos até o final do ano, enquanto a chance de uma redução de 50 pontos-base é de 21,7 por cento. Além disso, o mercado precifica uma probabilidade de 33,8 por cento para uma redução de 75 pontos-base até o final de 2025 e de 0,9 por cento para a manutenção da taxa na faixa de 4,25 por cento-4,50 por cento. A probabilidade de um corte de 100 pontos-base no mesmo período está em 26,8 por cento, enquanto a chance de um corte de 125 pontos-base é de 9,2 por cento.

🔵 MERCADOS: Chegou, finalmente, o dia em que o presidente americano Donald Trump deverá anunciar o novo pacote de tarifas comerciais que os Estados Unidos vão impor sobre os produtos importados. As medidas serão anunciadas às 17 horas (horário de Brasília) desta quarta-feira (2). Como Trump é Trump, a divulgação ocorrerá no "Make America Wealthy Again Event", no Rose Garden, jardim da Casa Branca (não temos informações se foram vendidos ingressos e se a transmissão será patrocinada). 🔵 AÇÕES: Na terça-feira (01), a Taurus (TASA4) publicou um fato relevante comunicando que assinou um acordo para avaliar a possibilidade de adquirir a Mertsav, empresa turca do setor de defesa. A fabricante brasileira assinou com a empresa um Memorando de Entendimento (MoU) não vinculante, estabelecendo um período de aproximadamente três meses – até 31 de julho – para analisar a viabilidade da transação. Vale ressaltar que o prazo poderá ser prorrogado por mais dois meses, caso necessário. O Carrefour Brasil (CRFB3) divulgou nesta terça-feira (01) que a Península Participações, holding de investimentos da família Diniz, reduziu sua participação na empresa de 7,3 por cento para 4,9 por cento, após uma reorganização que excluiu o FIP Península II de sua gestão direta. Na prática, porém, a mudança reflete uma divergência estratégica com o fundo soberano de Cingapura (GIC), que agora pretende votar de forma independente na proposta de incorporação da operação brasileira pelo Carrefour França. 🔵 RENDA FIXA: As taxas de juros dos Treasuries registraram movimentos de baixa, com o rendimento da T-note de 10 anos caindo para 4,17 por cento ao ano, enquanto a T-note de 2 anos caiu para 3,87 por cento. No mercado de derivativos da CME, as projeções indicam uma probabilidade de 6,4 por cento para um corte de 25 pontos-base nos juros americanos até o final do ano, enquanto a chance de uma redução de 50 pontos-base é de 21,0 por cento. Além disso, o mercado precifica uma probabilidade de 33,5 por cento para uma redução de 75 pontos-base até o final de 2025 e de 0,8 por cento para a manutenção da taxa na faixa de 4,25 por cento-4,50 por cento. A probabilidade de um corte de 100 pontos-base no mesmo período está em 27,0 por cento, enquanto a chance de um corte de 125 pontos-base é de 10,1 por cento.

🔵 MERCADOS: O primeiro trimestre estava acabando bem demais. Até a sexta-feira (28), o Ibovespa (IBOV) acumulava uma alta de 9,80 por cento no ano. Apenas em março, a valorização era de 7,41 por cento, apesar das quedas das ações americanas. Porém, um velho ditado português diz que até lavarem-se os cestos é vindima. Ou seja, o trimestre só acaba no fim do pregão desta segunda-feira (31). E as notícias não são boas. A segunda-feira começa com uma queda de cerca de 1 por cento dos contratos futuros de índices americanos no pré-mercado. Tanto o S&P 500 quanto o Nasdaq recuam devido às declarações do presidente dos EUA, Donald Trump, na noite do domingo (30). 🔵 AÇÕES: A JBS (JBSS3), uma das maiores empresas de alimentos do mundo, anunciou no sábado (29) um investimento de 100 milhões de dólares para a construção de duas novas unidades de produção no Vietnã. A iniciativa faz parte da estratégia da companhia para expandir sua presença na Ásia e fortalecer o comércio de carnes brasileiras no Sudeste Asiático. Com presença em mais de 20 países, a JBS se consolidou como um dos principais players globais no processamento de carne bovina, suína e de aves. A companhia tem diversificado suas operações, investindo também em alimentos processados, logística e proteínas alternativas. O Grupo Pão de Açúcar (PCAR3) deu mais um passo relevante em seu processo de reestruturação, com o anúncio de um acordo entre seus principais acionistas — o grupo francês Casino, o investidor Nelson Tanure e o empresário Ronaldo Iabrudi — para a formação de um novo conselho de administração. A negociação, que ocorre em meio a uma fase crítica de recuperação financeira da varejista, visa alinhar os interesses estratégicos dos principais blocos de controle e fortalecer o plano de turnaround iniciado no último ano. 🔵 RENDA FIXA: As taxas de juros dos Treasuries registraram movimentos de baixa, com o rendimento da T-note de 10 anos caindo para 4,27 por cento ao ano, enquanto a T-note de 2 anos baixou para 3,89 por cento. No mercado de derivativos da CME, as projeções indicam uma probabilidade de 5,9 por cento para um corte de 25 pontos-base nos juros americanos até o final do ano, enquanto a chance de uma redução de 50 pontos-base é de 20,6 por cento. Além disso, o mercado precifica uma probabilidade de 34,2 por cento para uma redução de 75 pontos-base até o final de 2025 e de 0,6 por cento para a manutenção da taxa na faixa de 4,25 por cento-4,50 por cento. A probabilidade de um corte de 100 pontos-base no mesmo período está em 27,7 por cento, enquanto a chance de um corte de 125 pontos-base é de 9,9 por cento.

🔵 MERCADOS: Esta sexta-feira (28) começa com notícias aparentemente positivas na inflação brasileira. A Fundação Getulio Vargas (FGV) registrou uma queda maior que o esperado no Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M) de março. Houve uma deflação (queda de preços) de 0,34 por cento em março, apresentando uma forte queda em relação à alta de 1,06 por cento registrada em fevereiro. Com esse resultado, o índice acumula alta de 0,99 por cento no ano e 8,58 por cento nos últimos 12 meses. Em março de 2024 o IGP-M havia caído 0,47 por cento no mês e acumulava uma queda (deflação) de 4,26 por cento em 12 meses. 🔵 AÇÕES: Na noite da quinta-feira (27), a Tupy (TUPY3) divulgou seus números referentes ao 4T24. Os resultados foram mistos, com uma dinâmica de faturamento mais fraca no exterior e quedas de dois dígitos nos volumes, mas com números sólidos de lucratividade, refletindo tanto variações cambiais favoráveis quanto os esforços da empresa para aumento de eficiência e captura de sinergias. Na noite da quarta-feira (26), o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, assinou uma ordem executiva que impõe tarifas de 25 por cento sobre a importação de determinados tipos de veículos e componentes automotivos a partir de 3 de abril. A medida abrange veículos de passageiros (sedãs, SUVs, minivans, furgões e utilitários crossover), caminhões leves e, além dos veículos, também motores, peças de motores, transmissões e componentes elétricos. 🔵 RENDA FIXA: As taxas de juros dos Treasuries registraram movimentos de alta, com o rendimento da T-note de 10 anos subindo para 4,35 por cento ao ano, enquanto a T-note de 2 anos subiu para 3,98 por cento. No mercado de derivativos da CME, as projeções indicam uma probabilidade de 14,8 por cento para um corte de 25 pontos-base nos juros americanos até o final do ano, enquanto a chance de uma redução de 50 pontos-base é de 31,0 por cento. Além disso, o mercado precifica uma probabilidade de 31,5 por cento para uma redução de 75 pontos-base até o final de 2025 e de 2,7 por cento para a manutenção da taxa na faixa de 4,25 por cento-4,50 por cento. A probabilidade de um corte de 100 pontos-base no mesmo período está em 16,0 por cento, enquanto a chance de um corte de 125 pontos-base é de 3,7 por cento.

🔵 MERCADOS: Apesar do cansaço com o assunto tarifas, a notícia desta quinta-feira (27) torna o tema obrigatório. Na quarta-feira (26), Donald Trump anunciou que estabelecerá uma tarifa de 25 por cento sobre "todos os carros que não são feitos nos Estados Unidos", com as taxas entrando em vigor em 2 de abril. Segundo a Casa Branca, as novas taxas se aplicam a "carros e caminhões leves de fabricação estrangeira" e vêm além das tarifas que já estão em vigor. 🔵 AÇÕES: Na noite da quarta-feira (26), a Equatorial (EQTL3) divulgou seus resultados do 4T24. Como uma das principais companhias do setor elétrico brasileiro, a empresa atua em toda a cadeia energética, abrangendo geração, distribuição, transmissão e comercialização de energia. Na noite da quarta-feira (26), a Simpar (SIMH3), maior holding de logística do país, apresentou os resultados do 4T24, destacando um desempenho operacional positivo em suas principais subsidiárias. A receita líquida de serviços alcançou 8,9 bilhões de reais, um avanço de 25,4 por cento a/a, impulsionado pelo crescimento generalizado entre suas empresas listadas. A JSL manteve um ritmo sólido de expansão orgânica, enquanto a Movida sustentou volumes resilientes e repasses de preços. A Vamos ampliou o faturamento com a implementação de novos contratos, e a Automob registrou alta nas vendas de veículos. 🔵 RENDA FIXA: As taxas de juros dos Treasuries registraram movimentos de alta, com o rendimento da T-note de 10 anos subindo para 4,35 por cento ao ano, enquanto a T-note de 2 anos subiu para 3,98 por cento. No mercado de derivativos da CME, as projeções indicam uma probabilidade de 14,8 por cento para um corte de 25 pontos-base nos juros americanos até o final do ano, enquanto a chance de uma redução de 50 pontos-base é de 31,0 por cento. Além disso, o mercado precifica uma probabilidade de 31,5 por cento para uma redução de 75 pontos-base até o final de 2025 e de 2,7 por cento para a manutenção da taxa na faixa de 4,25 por cento-4,50 por cento. A probabilidade de um corte de 100 pontos-base no mesmo período está em 16,0 por cento, enquanto a chance de um corte de 125 pontos-base é de 3,7 por cento.

🔵 MERCADOS: Em um dia de poucos indicadores, os investidores no Brasil e nos Estados Unidos param para calcular o impacto da incerteza tarifária nos Estados Unidos sobre a economia global e sobre os resultados das empresas. A perspectiva não é positiva, por um motivo simples. Incerteza é um veneno para os negócios. A atividade empresarial é intrinsecamente incerta. Excetuando-se situações de monopólio, a tarefa do empresário é desafiadora mesmo em circunstâncias normais. É preciso lidar com as mudanças no mercado, as alterações na preferência do consumidor, os solavancos nos fornecedores e os ataques da concorrência. 🔵 AÇÕES: A JBS (JBSS3) divulgou seus resultados financeiros referentes ao 4T24 na noite da terça-feira (25). Os números superaram as projeções e mostraram um desempenho sólido. O destaque do período foi mais uma vez, o forte crescimento das operações de aves, com a Pilgrim’s Pride Corporation (PPC) registrando um EBITDA de 3,8 bilhões de reais, um avanço de 72 por cento na comparação anual. Já a Seara apresentou um crescimento ainda mais expressivo, com EBITDA de 2,6 bilhões de reais, um aumento de 292 por cento em relação ao 4T23. Esses resultados impulsionaram a rentabilidade da companhia. A Taurus (TASA4) divulgou seus resultados referentes ao 4T24. Nos Estados Unidos, contrariando nossas expectativas de um crescimento baixo neste ano, o adjusted NICS – uma proxy da demanda dos consumidores finais – apresentou uma contração de 5,9 por cento a/a em relação ao 4T23, enquanto, no ano de 2024, a redução foi de 3,8 por cento, marcando o terceiro ano consecutivo de redução gradual do adjusted NICS após a forte demanda nos anos de 2020 e 2021. 🔵 RENDA FIXA: As taxas de juros dos Treasuries registraram movimentos de alta, com o rendimento da T-note de 10 anos subindo para 4,34 por cento ao ano, enquanto a T-note de 2 anos subiu para 4,04 por cento. No mercado de derivativos da CME, as projeções indicam uma probabilidade de 14,4 por cento para um corte de 25 pontos-base nos juros americanos até o final do ano, enquanto a chance de uma redução de 50 pontos-base é de 29,8 por cento. Além disso, o mercado precifica uma probabilidade de 30,7 por cento para uma redução de 75 pontos-base até o final de 2025 e de 2,7 por cento para a manutenção da taxa na faixa de 4,25 por cento-4,50 por cento. A probabilidade de um corte de 100 pontos-base no mesmo período está em 16,9 por cento, enquanto a chance de um corte de 125 pontos-base é de 4,8 por cento.

🔵 MERCADOS: O Comitê de Política Monetária (Copom) divulgou a Ata da 269ª reunião, realizada nos dias 18 e 19 de março. O texto começou mostrando um cenário otimista. A Ata trouxe vários argumentos a favor de uma desaceleração do ritmo de atividade econômica no Brasil. Porém, a partir do 10º parágrafo, o tom tornou-se francamente pessimista e praticamente garantiu um descumprimento da meta. 🔵 AÇÕES: O cenário de inflação persistente, sobretudo nos alimentos, tem provocado mudanças significativas no comportamento de consumo das famílias brasileiras. Dados recentes revelam que o consumidor está revivendo práticas típicas da recessão de 2016, como o redirecionamento do orçamento de produtos de perfumaria e limpeza para alimentos essenciais. Esse movimento revela uma clara priorização da sobrevivência alimentar frente ao consumo não essencial, comportamento que impacta diretamente o mix de vendas das redes varejistas e exige uma readequação estratégica do setor. Na noite da segunda-feira (24), a Sabesp (SBSP3) divulgou seus resultados referentes ao 4T24 Este foi o primeiro resultado da companhia como uma empresa privada, com a nova gestão tendo assumido o seu controle no fim de setembro. O faturamento líquido de saneamento da companhia atingiu 5,565 bilhões de reais, alta de 2,3 por cento na comparação anual, impulsionada por um crescimento de 1,2 por cento no volume faturado e de 5,5 por cento decorrente de efeito de mix ou preço, com um aumento médio de 1 por cento no valor cobrado por metro cúbico. 🔵 RENDA FIXA: As taxas de juros dos Treasuries registraram movimentos de alta, com o rendimento da T-note de 10 anos subindo para 4,34 por cento ao ano, enquanto a T-note de 2 anos subiu para 4,04 por cento. No mercado de derivativos da CME, as projeções indicam uma probabilidade de 14,4 por cento para um corte de 25 pontos-base nos juros americanos até o final do ano, enquanto a chance de uma redução de 50 pontos-base é de 29,8 por cento. Além disso, o mercado precifica uma probabilidade de 30,7 por cento para uma redução de 75 pontos-base até o final de 2025 e de 2,7 por cento para a manutenção da taxa na faixa de 4,25 por cento-4,50 por cento. A probabilidade de um corte de 100 pontos-base no mesmo período está em 16,9 por cento, enquanto a chance de um corte de 125 pontos-base é de 4,8 por cento.

🔵 MERCADOS: Donald Trump joga pôquer com tarifas O pôquer é tipicamente americano. Surgiu no século XIX e suas origens não são muito conhecidas. Há teorias que dizem que ele surgiu a partir de um jogo de cartas mais antigo disputado no Oriente Médio. Há inúmeras variantes, mas todas têm algo em comum: os jogadores recebem as cartas e apostam com base no que têm (ou não) em mãos. Vale blefar, claro. E quem dá as cartas tem vantagem. Donald Trump não fez fortuna jogando pôquer, mas em sua carreira no setor imobiliário ele aprendeu a blefar com maestria. E está colocando esses conhecimentos em prática em sua segunda passagem pela Casa Branca. 🔵 AÇÕES: A Natura &Co (NTCO3) deu mais um passo em sua longa jornada de simplificação corporativa. Em comunicado recente, a companhia anunciou a fusão da estrutura da holding com a Natura Cosméticos, movimento que marca o fim oficial da holding como entidade separada. Embora essa mudança represente a continuidade de uma reestruturação em andamento, o anúncio veio acompanhado de uma reviravolta na alta administração, que reacendeu dúvidas sobre os rumos estratégicos do grupo. A Petrobras (PETR4) poderá distribuir aproximadamente 65 bilhões de reais em dividendos ao longo de 2025, com uma expectativa de pagamento de 13,5 bilhões de reais já no primeiro trimestre. A petroleira deve apresentar uma geração de caixa operacional próxima a 50 bilhões de reais por trimestre, enquanto os investimentos em capital (Capex) devem ficar em torno de 20 bilhões de reais por trimestre. Isso resultaria em um Fluxo de Caixa Livre (FCL) de cerca de 30 bilhões de reais, dos quais 45 por cento são tradicionalmente distribuídos como dividendos obrigatórios. Dessa forma, a Petrobras tende a pagar cerca de 13,5 bilhões de reais por trimestre, totalizando aproximadamente 54 bilhões de reais em dividendos ordinários ao longo de 2025. 🔵 RENDA FIXA: As taxas de juros dos Treasuries registraram movimentos mistos, com o rendimento da T-note de 10 anos subindo para 4,25 por cento ao ano, enquanto a T-note de 2 anos caiu para 3,94 por cento. No mercado de derivativos da CME, as projeções indicam uma probabilidade de 11,7 por cento para um corte de 25 pontos-base nos juros americanos até o final do ano, enquanto a chance de uma redução de 50 pontos-base é de 28,8 por cento. Além disso, o mercado precifica uma probabilidade de 33,3 por cento para uma redução de 75 pontos-base até o final de 2025 e de 1,8 por cento para a manutenção da taxa na faixa de 4,25 por cento-4,50 por cento. A probabilidade de um corte de 100 pontos-base no mesmo período está em 19,0 por cento, enquanto a chance de um corte de 125 pontos-base é de 4,9 por cento.

🔵 MERCADOS: A semana está se encerrando com um clima de incerteza no cenário internacional. Durante a madrugada no Brasil, as ações de mercado asiáticos caíram. Os investidores estão analisando as perspectivas para o futuro da economia americana em meio à imposição e à reversão de tarifas pelo governo americano. A incerteza foi uma das justificativas do Federal Reserve (FED), o banco central americano, para manter as taxas de juros inalteradas na reunião que se encerrou na quarta-feira (19). Na reunião, o Federal Open Market Committee (Fomc), o Copom americano, manteve os juros referenciais estáveis na faixa entre 4,25 por cento e 4,50 por cento ao ano, confirmando as expectativas do mercado. 🔵 AÇÕES: Na noite da quinta-feira (20), a Brava Energia (BRAV3) divulgou os resultados financeiros do 4T24. A companhia registrou uma produção média de 39,3 mil barris de petróleo por dia, queda de 38,2 por cento em relação ao mesmo período de 2023. Esse declínio é atribuído a diversos fatores: a postergação do início da operação do FPSO Atlanta devido a atrasos na obtenção de anuências regulatórias, uma parada programada em Papa-Terra e outra para manutenção em Manati. A Cyrela (CYRE3) reportou resultados robustos no 4T24, demonstrando um crescimento expressivo da receita líquida e do lucro líquido, refletindo a resiliência de sua estratégia operacional. A incorporadora manteve sua trajetória positiva, apesar do cenário macroeconômico desafiador para o setor, registrando avanços significativos em lançamentos, vendas e aquisição de terrenos. 🔵 RENDA FIXA: As taxas de juros dos Treasuries registraram movimentos de baixa, com o rendimento da T-note de 10 anos caindo para 4,25 por cento ao ano, enquanto a T-note de 2 anos caiu para 3,99 por cento. No mercado de derivativos da CME, as projeções indicam uma probabilidade de 20,0 por cento para um corte de 25 pontos-base nos juros americanos até o final do ano, enquanto a chance de uma redução de 50 pontos-base é de 34,1 por cento. Além disso, o mercado precifica uma probabilidade de 27,9 por cento para uma redução de 75 pontos-base até o final de 2025 e de 4,5 por cento para a manutenção da taxa na faixa de 4,25 por cento-4,50 por cento. A probabilidade de um corte de 100 pontos-base no mesmo período está em 11,3 por cento, enquanto a chance de um corte de 125 pontos-base é de 2,1 por cento.

🔵 MERCADOS: As reuniões do Comitê de Política Monetária (Copom) e de seu equivalente americano, o Federal Open Market Committee (Fomc) se encerraram na quarta-feira (19) com resultados que confirmaram as expectativas. Por aqui, o Copom elevou a Selic em 1,0 ponto percentual (p.p.) para 14,25 por cento ao ano, conforme amplamente antecipado pelo mercado. Em Washington, o Fomc manteve os juros estáveis na faixa entre 4,25 e 4,50 por cento ao ano. 🔵 AÇÕES: Na noite da quarta-feira (19), a Minerva (BEEF3) divulgou os resultados do 4T24. Com a conclusão da aquisição de plantas operacionais da Marfrig, a capacidade de abate de bovinos da companhia aumentou em quase 40 por cento, expandindo suas operações para um novo país sul-americano. A Moura Dubeux (MDNE3), líder em incorporações no Nordeste, apresentou um crescimento expressivo no 4T24, reforçando sua posição como uma das principais incorporadoras do setor. O lucro líquido cresceu 33 por cento no trimestre, atingindo 45 milhões de reais, e 61 por cento no ano, totalizando 251 milhões de reais. A companhia mantém uma trajetória de crescimento sustentável, com margens saudáveis e forte geração de valor aos acionistas. A ação negocia a um múltiplo atrativo de 4,7x P/L e 75 por cento do seu valor patrimonial (VP), enquanto o ROE segue robusto, em 18 por cento. Além disso, a empresa aprovou a distribuição de dividendos de 50 milhões de reais para 2025, parte do compromisso de pagar pelo menos 100 milhões de reais por ano aos acionistas, o que representa um dividend yield (DY) de 9 por cento. 🔵 RENDA FIXA: As taxas de juros dos Treasuries registraram movimentos de baixa, com o rendimento da T-note de 10 anos caindo para 4,25 por cento ao ano, enquanto a T-note de 2 anos caiu para 3,99 por cento. No mercado de derivativos da CME, as projeções indicam uma probabilidade de 20,0 por cento para um corte de 25 pontos-base nos juros americanos até o final do ano, enquanto a chance de uma redução de 50 pontos-base é de 34,1 por cento. Além disso, o mercado precifica uma probabilidade de 27,9 por cento para uma redução de 75 pontos-base até o final de 2025 e de 4,5 por cento para a manutenção da taxa na faixa de 4,25 por cento-4,50 por cento. A probabilidade de um corte de 100 pontos-base no mesmo período está em 11,3 por cento, enquanto a chance de um corte de 125 pontos-base é de 2,1 por cento.

🔵 MERCADOS: Teremos uma “super quarta”, com as reuniões do Comitê de Política Monetária (Copom) e do seu equivalente americano, o Federal Open Market Committee (Fomc). As decisões são bastante previsíveis. Por aqui, a expectativa é de uma elevação de um ponto percentual na taxa referencial Selic, que vai subir de 13,25 por cento para 14,25 por cento ao ano, confirmando o que foi “contratado” na reunião de dezembro de 2024. 🔵 AÇÕES: Na noite da segunda-feira (17), a JBS (JBSS3) anunciou que está avançando nas negociações para realizar uma dupla listagem nos Estados Unidos, após um período de dois anos de alinhamento com acionistas e reguladores. Um dos principais motivos para a demora foi a incerteza em torno da decisão do BNDES, que detém 20,8 por cento de participação no capital da JBS, sendo o maior acionista minoritário. Contudo, a questão foi resolvida com a assinatura de um contrato que garante a abstenção do BNDES na votação da assembleia de acionistas que decidirá sobre a operação. Isso assegura que os acionistas minoritários terão a palavra final na decisão. O governo federal deve anunciar um pacote de medidas para ampliar o programa Minha Casa Minha Vida (MCMV), reforçando seu orçamento em 15 bilhões de reais. O objetivo é viabilizar a criação da Faixa 4, que atenderá famílias com renda de até 12 mil de reais por mês, aumentando o limite do valor dos imóveis do programa para 400 mil a 450 mil reais. Essa ação busca impulsionar a demanda da classe média, que enfrenta dificuldades de financiamento devido à Selic elevada. 🔵 RENDA FIXA: As taxas de juros dos Treasuries registraram movimentos de baixa, com o rendimento da T-note de 10 anos caindo para 4,29 por cento ao ano, enquanto a T-note de 2 anos caiu para 4,04 por cento. No mercado de derivativos da CME, as projeções indicam uma probabilidade de 18,25 por cento para um corte de 25 pontos-base nos juros americanos até o final do ano, enquanto a chance de uma redução de 50 pontos-base é de 33,1 por cento. Além disso, o mercado precifica uma probabilidade de 28,6 por cento para uma redução de 75 pontos-base até o final de 2025 e de 4,0 por cento para a manutenção da taxa na faixa de 4,25 por cento-4,50 por cento. A probabilidade de um corte de 100 pontos-base no mesmo período está em 12,7 por cento, enquanto a chance de um corte de 125 pontos-base é de 2,7 por cento.

🔵 MERCADOS: O pregão da segunda-feira (17) surpreendeu os investidores. O Ibovespa (IBOV) fechou a 130.884 pontos, alta de 1,46 por cento e no maior nível desde 28 de outubro de 2024. Na máxima intradiária, o indicador chegou a 131.313 pontos, superando um “nível psicológico” importante. E o dólar, o melhor indicador de expectativas, caiu cerca de 1 por cento e fechou a 5,666 reais, menor fechamento desde os 5,675 reais de 7 de novembro de 2024. 🔵 AÇÕES: Na noite da segunda-feira (17), a Itaúsa (ITSA4) divulgou seus resultados para o quarto trimestre de 2024, reportando um lucro líquido de 3,7 bilhões de reais, o que representa um crescimento de 24,8 por cento em comparação com o mesmo período de 2023. Ao longo de 2024, o lucro líquido recorrente da companhia somou 14,8 bilhões de reais, registrando um aumento de 21,5 por cento sobre o ano anterior, o que fez deste o maior lucro anual da história da holding. A Allos (ALOS3) divulgou na noite desta segunda-feira (17) seu resultado do 4T24. O desempenho da companhia reflete um período de crescimento operacional robusto, ainda que o lucro líquido tenha apresentado retração de 8,4 por cento na comparação anual. A empresa segue focada na sua estratégia de fortalecimento da geração de caixa e aprimoramento da eficiência operacional, o que tem impulsionado a qualidade de seus resultados. O impacto da queda do lucro deve ser analisado em um contexto mais amplo, que inclui fatores como desinvestimentos estratégicos, sinergias provenientes da fusão entre Aliansce Sonae e BR Malls e o fortalecimento da posição financeira da companhia. 🔵 RENDA FIXA: As taxas de juros dos Treasuries registraram movimentos mistos, com o rendimento da T-note de 10 anos mantendo-se em 4,31 por cento ao ano, enquanto a T-note de 2 anos subiu para 4,06 por cento. No mercado de derivativos da CME, as projeções indicam uma probabilidade de 20,9 por cento para um corte de 25 pontos-base nos juros americanos até o final do ano, enquanto a chance de uma redução de 50 pontos-base é de 34,4 por cento. Além disso, o mercado precifica uma probabilidade de 26,9 por cento para uma redução de 75 pontos-base até o final de 2025 e de 4,7 por cento para a manutenção da taxa na faixa de 4,25-4,50 por cento. A probabilidade de um corte de 100 pontos-base no mesmo período está em 10,8 por cento, enquanto a chance de um corte de 125 pontos-base é de 2,2 por cento.

🔵 MERCADOS: A semana começa com a expectativa dos investidores com relação a duas reuniões de bancos centrais. Por aqui, haverá a reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) e nos Estados Unidos haverá o encontro do seu equivalente, o Federal Open Market Committe (Fomc). Nos dois casos os resultados estão dados. Por aqui, o Copom deve cumprir o escrito e elevar a taxa referencial Selic em um ponto percentual, para 14,25 por cento ao ano, mandando a taxa para o nível de outubro de 2016. 🔵 AÇÕES: Nesta sexta-feira (14), a Santos Brasil (STBP3) anunciou que o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) aprovou a aquisição societária da Santos Brasil pelo grupo CMA CGM, que se tornará o controlador da companhia. Com isso, a Santos Brasil obteve a última aprovação necessária para se tornar parte da CMA CGM. Vale lembrar que o negócio remonta a setembro do ano passado, quando a gestora Opportunity, detentora de 48 por cento do capital da Santos Brasil, anunciou um acordo para vender sua participação à empresa francesa CMA CGM, um dos maiores grupos de navegação e transporte marítimo de cargas do mundo. Na última semana, a Prio (PRIO3) divulgou seus resultados financeiros referentes ao quarto trimestre de 2024 e realizou uma teleconferência, onde a gestão destacou importantes perspectivas para a companhia. A petroleira anunciou que espera iniciar as operações no campo de Wahoo ainda em 2025, após a obtenção da licença ambiental em 28 de fevereiro. Além disso, a empresa segue avaliando novas oportunidades de investimento, incluindo a possível aquisição de 60 por cento do campo de Peregrino, atualmente sob o controle da Equinor. No final de 2024, a Prio adquiriu 40 por cento dessa operação e possui direito de preferência caso a norueguesa decida vender sua participação. 🔵 RENDA FIXA: As taxas de juros dos Treasuries registraram movimentos de alta, com o rendimento da T-note de 10 anos subindo para 4,31 por cento ao ano, enquanto a T-note de 2 anos subiu para 4,02 por cento. No mercado de derivativos da CME, as projeções indicam uma probabilidade de 14,3 por cento para um corte de 25 pontos-base nos juros americanos até o final do ano, enquanto a chance de uma redução de 50 pontos-base é de 30,3 por cento. Além disso, o mercado precifica uma probabilidade de 31,1 por cento para uma redução de 75 pontos-base até o final de 2025 e de 2,5 por cento para a manutenção da taxa na faixa de 4,25-4,50 por cento. A probabilidade de um corte de 100 pontos-base no mesmo período está em 16,7 por cento, enquanto a chance de um corte de 125 pontos-base é de 4,6 por cento.

🔵 MERCADOS: Os sistemas de notícias internacionais trazem muitas informações sobre os lances mais recentes da guerra de tarifas entre Estados Unidos e União Europeia. Itens como aço, alumínio e bebidas subiram ao topo do interesse dos leitores. A dúvida é sobre o impacto desse aumento da tributação na economia e nos negócios. No entanto, os investidores têm olhado para outra notícia: a desaceleração da inflação americana além do esperado. A questão de alguns trilhões de dólares, porém, é se já é possível comemorar. 🔵 AÇÕES: A B3 (B3SA3) obteve uma importante vitória no Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (CARF), que decidiu a seu favor em uma disputa de 5,77 bilhões de reais contra a Receita Federal. A decisão, comunicada ao mercado nesta quarta-feira (12), foi vista como extremamente positiva, resultando em uma alta de 10,48 por cento nas ações da bolsa brasileira no pregão de ontem. A Smart Fit (SMFT3) apresentou nesta quinta-feira (13), seu resultado do 4T24. Os números vieram robustos, sustentados por forte crescimento da receita, expansão acelerada da rede de academias e ganhos de margem operacional. A companhia atingiu 1,54 bilhão de reais em receita líquida no trimestre, um crescimento expressivo de 36 por cento na comparação anual, impulsionado pela expansão da base de academias, pelo aumento do ticket médio e pelo maior engajamento dos clientes. O EBITDA ajustado atingiu 487 milhões de reais, com margem de 31,6 por cento, enquanto o lucro líquido foi de 197 milhões de reais. A rede de academias alcançou 1.743 unidades, consolidando a Smart Fit como a maior rede de academias da América Latina. 🔵 RENDA FIXA: As taxas de juros dos Treasuries registraram baixa, com o rendimento da T-note de 10 anos caindo para 3,94 por cento ao ano, enquanto a T-note de 2 anos atingiu 4,27 por cento. No mercado de derivativos da CME, as projeções indicam uma probabilidade de 11,3 por cento para um corte de 25 pontos-base nos juros americanos até o final do ano, enquanto a chance de uma redução de 50 pontos-base é de 31,6 por cento. Além disso, o mercado precifica uma probabilidade de 34,6 por cento para uma redução de 75 pontos-base até o final de 2025 e de 1,1 por cento para a manutenção da taxa na faixa de 4,25 por cento-4,50 por cento. A probabilidade de um corte de 100 pontos-base no mesmo período está em 17,2 por cento, enquanto a chance de um corte de 125 pontos-base é de 3,9 por cento.

🔵 MERCADOS: A atenção dos investidores está voltada para dois assuntos, ambos nos Estados Unidos: a inflação e as decisões mais recentes sobre tarifas do governo americano. Começando pela inflação. Será divulgado nesta quinta-feira (13) o índice de inflação no atacado (Producer Price Index, PPI) de fevereiro. 🔵 AÇÕES: Na noite da quarta-feira (12), a SLC Agrícola (SLCE3) divulgou seus resultados financeiros para o 4T24. A companhia destacou o aumento significativo na área plantada, com a previsão de expansão de mais de 60 mil hectares para a safra 2024/25, atingindo um total de 731 mil hectares plantados, o que representa um crescimento de 10,6 por cento em relação à safra 2023/24. A Dexco (DXCO3), antes denominada Duratex, reportou números neutros no 4T24, com vendas de painéis ainda resilientes, um desempenho operacional sólido da LD Celulose e uma melhoria contínua em Metais e Louças. No entanto, os desafios em Revestimentos persistem, e a empresa enfrentou pressões de custo em Madeira devido à desvalorização cambial. 🔵 RENDA FIXA: As taxas de juros dos Treasuries registraram alta, com o rendimento da T-note de 10 anos subindo para 4,32 por cento ao ano, um avanço de 0,92 por cento em relação ao fechamento anterior, enquanto a T-note de 2 anos atingiu 4,01 por cento ao ano, alta de 1,78 por cento. No mercado de derivativos da CME, as projeções indicam uma probabilidade de 10,6 por cento para um corte de 25 pontos-base nos juros americanos até o final do ano, enquanto a chance de uma redução de 50 pontos-base é de 28,3 por cento. Além disso, o mercado precifica uma probabilidade de 33,8 por cento para uma redução de 75 pontos-base até o final de 2025 e de 1,4 por cento para a manutenção da taxa na faixa de 4,25 por cento-4,50 por cento. A probabilidade de um corte de 100 pontos-base no mesmo período está em 19,8 por cento, enquanto a chance de um corte de 125 pontos-base é de 5,5 por cento.

🔵 MERCADOS: A inflação ao consumidor de fevereiro medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) acelerou para 1,31 por cento em fevereiro ante os 0,16 por cento de janeiro. O resultado ficou levemente acima da mediana das expectativas, que era de 1,30 por cento. Nos últimos doze meses, a taxa ficou em 5,06 por cento, acima dos 4,56 por cento dos 12 meses imediatamente anteriores. A mediana das expectativas era de 5,00 por cento. 🔵 INTERNACIONAL: Esta quarta-feira terá também a inflação americana, medida pelo Consumer Price Index (CPI). Espera-se uma relativa acomodação da inflação no patamar atual, ao redor de 3 por cento em 12 meses, e bastante acima da meta de 2 por cento. A mediana das expectativas é de uma leve desaceleração em relação a janeiro, tanto no índice cheio quanto no núcleo, que exclui os preços mais voláteis dos alimentos e da energia. A mediana das projeções é de que a inflação cheia desacelere para 2,9 por cento nos 12 meses até fevereiro ante os 3,0 por cento de janeiro, e o núcleo desacelere para 3,2 por cento ante os 3,3 por cento de janeiro. 🔵 AÇÕES: A Vulcabras (VULC3) apresentou um desempenho robusto no 4T24, atingindo um marco histórico ao superar 1 bilhão de reais em receita bruta. Esse resultado reflete a consistência de sua estratégia de negócios, baseada em um modelo verticalizado e em um portfólio diversificado de produtos. A receita líquida cresceu 14,5 por cento, impulsionada principalmente pela forte demanda no segmento de calçados esportivos. No entanto, a margem bruta foi impactada negativamente pela tributação sobre a subvenção de ICMS e pelo aumento dos custos de produção. O EBITDA e o lucro líquido registraram avanços de 8,2 por cento e 16,9 por cento, respectivamente. Além disso, o canal digital manteve seu forte crescimento, com alta de 50,1 por cento no trimestre, refletindo o sucesso da estratégia omnichannel da companhia. A construtora e incorporadora Cury (CURY3), apresentou um forte desempenho no 4T24, consolidando sua posição como uma das líderes no segmento de habitação popular. A empresa registrou crescimento de 27,5 por cento na receita líquida, atingindo 1,03 bilhão de reais impulsionada por lançamentos robustos e alta velocidade de vendas. O lucro líquido somou 165,8 milhões de reais, avanço de 3,4 por cento em relação ao mesmo período do ano anterior, refletindo a resiliência do modelo de negócios. A margem bruta expandiu 0,4 p.p., alcançando 39,1 por cento, enquanto a geração de caixa operacional totalizou 150,4 milhões de reais, garantindo uma estrutura financeira sólida. 🔵 RENDA FIXA: As taxas de juros dos Treasuries registraram alta, com o rendimento da T-note de 10 anos subindo para 4,28 por cento ao ano, um avanço de 1,4218 por cento em relação ao fechamento anterior, enquanto a T-note de 2 anos atingiu 3,94 por cento ao ano, alta de 1,2853 por cento.

🔵 MERCADOS: Os pregões em Wall Street ensaiam uma leve recuperação no pré-mercado na manhã desta terça-feira (11) após a forte queda do início da semana. Na segunda-feira (10) as bolsas nos EUA tiveram o pior dia desde 2022 e zeraram os ganhos obtidos após a vitória de Donald Trump. 🔵 AÇÕES: A JBS (JBSS3) subiu 2,7 por cento no pregão da segunda-feira (10), impulsionada por especulações sobre a possível aquisição da Alwatania, maior produtora avícola do Oriente Médio. A empresa estaria concorrendo com a saudita Tanmiah Food na disputa pela companhia, que processa mais de 1 milhão de aves e 1,5 milhão de ovos diariamente. A Tegma (TGMA3) divulgou seus resultados referentes ao 4T24 na noite da segunda-feira (10), apresentando números positivos. As vendas de veículos leves no país avançaram 13,9 por cento a/a no 4T24, segundo a Anfavea, associação que representa o setor. Esse crescimento foi impulsionado por condições econômicas mais favoráveis, como a expansão da renda, o recuo do desemprego e o crescimento econômico. Além disso, o mercado de crédito também mostrou melhora na comparação anual, com inadimplência controlada, contribuindo para a maior disponibilidade de financiamento automotivo. 🔵 RENDA FIXA: As taxas de juros dos Treasuries registraram queda, com o rendimento da T-note de 10 anos recuando para 4,22 por cento ao ano, enquanto a T-note de 2 anos caiu para 3,89 por cento ao ano. No mercado de derivativos da CME, as projeções indicam uma probabilidade de 4,7 por cento para um corte de 25 pontos-base nos juros americanos até o final do ano, enquanto a chance de uma redução de 50 pontos-base é de 18,2 por cento. Além disso, o mercado precifica uma probabilidade de 32,0 por cento para uma redução de 75 pontos-base até o final de 2025 e de 0,4 por cento para a manutenção da taxa na faixa de 4,25 por cento-4,50 por cento. A probabilidade de um corte de 100 pontos-base no mesmo período está em 28,8 por cento, enquanto a chance de um corte de 125 pontos-base é de 13,2 por cento.