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🔵 MERCADOS: Divulgada na manhã desta terça-feira (13), a Ata da 270ª reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) mostra que o Comitê está desconfortável com a inflação e dependente das informações futuras para definir a direção dos juros ao longo do segundo semestre. Em um texto mais longo que o anterior, o Comitê discutiu com detalhes as perspectivas para a economia internacional e seu impacto sobre o Brasil. Logo no início da Ata, o Comitê informou que o “cenário externo mostra-se adverso e particularmente incerto. “O choque de tarifas e o choque de incerteza, apesar de todas as tentativas de mensuração, ainda são de impacto bastante incerto”. E acrescentou ser difícil calcular “a magnitude do impacto sobre a economia doméstica, que (...) parece menos afetada pelas recentes tarifas do que outros países, mas, por outro lado, é impactada por um cenário global adverso”. 🔵 AÇÕES: Na noite da segunda-feira (12), a Petrobras (PETR4) divulgou seus resultados financeiros referentes ao primeiro trimestre de 2025, com números em linha com as expectativas do mercado. A companhia registrou um lucro líquido de 35,2 bilhões de reais, representando um crescimento de 48,6 por cento em relação ao mesmo período de 2024. A receita de vendas totalizou 123,1 bilhões de reais, um avanço de 4,6 por cento na comparação anual. Os custos dos produtos vendidos somaram 64,4 bilhões de reais, resultando em um lucro bruto de 60,7 bilhões de reais, praticamente estável frente ao primeiro trimestre do ano passado. Na noite desta segunda-feira (12), a Sabesp (SBSP3) divulgou seus resultados referentes ao 1T25. Este foi o segundo trimestre reportado pela companhia sob gestão privada, após a nova administração assumir o controle no final de setembro. O faturamento líquido de saneamento atingiu 5,565 bilhões de reais, crescimento de 3,9 por cento a/a. O desempenho foi impulsionado principalmente por volumes mais fortes (+64 milhões de reais), com avanço de 1,1 por cento a/a nos volumes faturados, reflexo do aumento de 0,6 por cento nas economias conectadas à água e 0,9 por cento nas economias de esgoto 🔵 RENDA FIXA: As taxas de juros dos Treasuries registraram movimentos de alta, com o rendimento da T-note de dez anos subindo para 4,45 por cento ao ano, enquanto a T-note de dois anos subiu para 3,98 por cento. No mercado de derivativos da CME, as projeções indicam uma probabilidade de 20,8 por cento para um corte de 25 pontos-base nos juros americanos até o final do ano, enquanto a chance de uma redução de 50 pontos-base é de 37,0 por cento. Além disso, o mercado precifica uma probabilidade de 28,4 por cento para uma redução de 75 pontos-base até o final de 2025 e de 4,2 por cento para a manutenção da taxa na faixa de 4,25 a 4,50 por cento. A probabilidade de um corte de 100 pontos-base no mesmo período está em 8,8 por cento, enquanto a chance de um corte de 125 pontos-base é de 0,7 por cento.

🔵 MERCADOS: A semana começa com um clima de euforia nos mercados globais, justificada pelo anúncio de uma trégua de 90 dias na disputa comercial entre China e Estados Unidos, anunciada na manhã desta segunda-feira (12). Na Ásia, o índice Hang Seng, da bolsa de Hong Kong, fechou em alta de 2,8 por cento. No pré-mercado, os contratos futuros do índice americano S&P 500 avançam 3,1 por cento e os do Nasdaq Composite sobem 4 por cento. As cotas do Exchange Traded Fund (ETF) EWZ iShares MSCI Brazil, que representa ações brasileiras e é negociado em Wall Street, está em alta de quase 2 por cento. 🔵 AÇÕES: A Porto Seguro (PSSA3) apresentou resultados acima das expectativas do mercado no primeiro trimestre de 2025, registrando lucro líquido recorrente de 832 milhões de reais, crescimento de 27,8 por cento em relação ao mesmo período do ano anterior. A recente operação de venda em bloco (block trade) envolvendo ações da Smart Fit chamou a atenção do mercado pelo volume financeiro expressivo de 2,2 bilhões de reais. No entanto, é importante esclarecer que a movimentação foi realizada por coinvestidores do Pátria — e não pela gestora em si. A participação direta do Pátria, de 10 por cento da companhia por meio do Fundo V, permanece inalterada. Isso reforça a mensagem de confiança da gestora na tese de longo prazo da Smart Fit, enquanto abre espaço para novos entrantes no papel e amplia a liquidez das ações na B3. 🔵 RENDA FIXA: As taxas de juros dos Treasuries registraram movimentos mistos, com o rendimento da T-note de 10 anos mantendo-se em 4,37 por cento ao ano, enquanto a T-note de 2 anos caiu para 3,88 por cento. No mercado de derivativos da CME, as projeções indicam uma probabilidade de 12,3 por cento para um corte de 25 pontos-base nos juros americanos até o final do ano, enquanto a chance de uma redução de 50 pontos-base é de 30,8 por cento. Além disso, o mercado precifica uma probabilidade de 35,4 por cento para uma redução de 75 pontos-base até o final de 2025 e de 1,8 por cento para a manutenção da taxa na faixa de 4,25 por cento - 4,50 por cento. A probabilidade de um corte de 100 pontos-base no mesmo período está em 17,3 por cento, enquanto a chance de um corte de 125 pontos-base é de 2,3 por cento.

🔵 MERCADOS: A semana com noticiário carregado está se encerrando com um indicador relevante, a inflação de abril medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). Indicador "oficial" da inflação, usado pelo Banco Central (BC) para balizar o cumprimento da meta de inflação, o IPCA de abril confirmou as projeções e desacelerou para 0,43 por cento em abril, ante 0,56 por cento de março. mostrar uma desaceleração no mês. No acumulado em 12 meses, porém, a inflação acelerou para 5,53 por cento, ante os 5,48 por cento acumulado nos 12 meses até março. O resultado veio em linha com as expectativas dos investidores. As projeções variavam entre 0,40 por cento e 0,44 por cento. 🔵 AÇÕES: O Itaú Unibanco divulgou um lucro líquido recorrente gerencial de 11,1 bilhões de reais no primeiro trimestre de 2025 (1T25), representando um crescimento de 13,9 por cento em relação ao mesmo período do ano anterior. O resultado veio em linha com as expectativas do mercado. A margem financeira com clientes, que considera a receita gerada com operações de crédito descontados os custos de captação, totalizou 30,3 bilhões de reais no trimestre, alta de 12,8 por cento na comparação anual. Já a margem financeira com o mercado, que abrange os ganhos com operações de tesouraria, somou 928 milhões de reais, o que representa uma queda de 12,8 por cento frente ao 1T24. Na noite desta quinta-feira, a Sanepar (SAPR4) divulgou seus resultados do 4T24. Como esperado, a companhia finalmente reconheceu o tão aguardado precatório bilionário em suas demonstrações. No entanto, os números foram marcados por uma forte pressão em custos e despesas, impactados por provisões e indenizações, o que resultou em um desempenho operacional fraco. 🔵 RENDA FIXA: As taxas de juros dos Treasuries registraram movimentos de queda, com o rendimento da T-note de 10 anos caindo para 4,30 por cento ao ano, enquanto a T-note de 2 anos caiu para 3,78 por cento. No mercado de derivativos da CME, as projeções indicam uma probabilidade de 4,7 por cento para um corte de 25 pontos-base nos juros americanos até o final do ano, enquanto a chance de uma redução de 50 pontos-base é de 19,6 por cento. Além disso, o mercado precifica uma probabilidade de 36,6 por cento para uma redução de 75 pontos-base até o final de 2025 e de 0,4 por cento para a manutenção da taxa na faixa de 4,25 por cento-4,50 por cento. A probabilidade de um corte de 100 pontos-base no mesmo período está em 30,3 por cento, enquanto a chance de um corte de 125 pontos-base é de 8,1 por cento.

🔵 MERCADOS: A expressão “voando por instrumentos” é usada na aviação quando as condições climáticas impedem que os pilotos de aeronaves pousem ou decolem com base no que estão vendo. Pode ser chuva, nevoeiro ou, nos países frios, neve. Voar por instrumentos é um transtorno. Torna pousos e decolagens potencialmente mais arriscadas. Por isso, é de praxe que isso não seja avisado aos passageiros. Nem depois do pouso: essa informação poderia causar pânico, ainda que o avião já estivesse no solo. Banqueiros centrais não manejam aviões, mas têm o trabalho mais difícil de pilotar a taxa de juros, sabendo quando é momento de subir ou de descer. Boa parte disso pode ser feito por meio de observação visual. Porém, quando o cenário não está claro, é preciso voar por instrumentos. Ou seja, esperar a divulgação de indicadores econômicos de inflação, atividade econômica (como o desemprego, por exemplo) e números da confiança dos empresários e consumidores para então decidir o que fazer com os juros. 🔵 AÇÕES: Nesta quarta-feira (07), o Bradesco (BBDC4) divulgou os resultados do primeiro trimestre de 2025 (1T25), reportando um lucro líquido recorrente de 5,9 bilhões de reais, crescimento de 39,3 por cento em relação ao mesmo período do ano anterior. O resultado veio 7 por cento acima das expectativas do mercado, refletindo avanços operacionais consistentes e reforçando a confiança da instituição em cumprir o guidance estabelecido para o ano. A margem financeira com clientes apresentou alta de 15,5 por cento na base anual, alcançando 16,7 bilhões de reais. Com isso, a Margem com Clientes Bruta atingiu 8,6 por cento. Já as receitas com prestação de serviços, além das operações de seguros, previdência e capitalização, totalizaram 15 bilhões de reais, avanço de 18 por cento frente ao 1T24. A Engie (EGIE3) reportou resultados sem surpresas e em linha com as expectativas, mantendo o ritmo consistente de desenvolvimento de novos projetos. No trimestre, a companhia assinou o contrato para a aquisição das Usinas Hidrelétricas Santo Antônio de Jari e Cachoeira Caldeirão por aproximadamente 3,0 bilhões de reais, reforçando sua estratégia de aumentar a exposição ao segmento hidrelétrico. 🔵 RENDA FIXA: As taxas de juros dos Treasuries registraram movimentos de queda, com o rendimento da T-note de 10 anos caindo para 4,30 por cento ao ano, enquanto a T-note de 2 anos caiu para 3,78 por cento. No mercado de derivativos da CME, as projeções indicam uma probabilidade de 4,7 por cento para um corte de 25 pontos-base nos juros americanos até o final do ano, enquanto a chance de uma redução de 50 pontos-base é de 19,6 por cento. Além disso, o mercado precifica uma probabilidade de 36,6 por cento para uma redução de 75 pontos-base até o final de 2025 e de 0,4 por cento para a manutenção da taxa na faixa de 4,25 por cento-4,50 por cento. A probabilidade de um corte de 100 pontos-base no mesmo período está em 30,3 por cento, enquanto a chance de um corte de 125 pontos-base é de 8,1 por cento.

🔵 MERCADOS: Chegamos à terceira reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) de 2025. Apesar da indefinição das últimas semanas, os agentes de mercado têm um consenso razoável de que a taxa referencial Selic vai subir meio ponto percentual, para 14,75 por cento ao ano. Se essa expectativa se confirmar, o Banco Central (BC) terá levado os juros para o maior nível em quase 19 anos: a Selic não chega a 14,75 por cento desde agosto de 2006, ainda no primeiro mandato de Luiz Inácio Lula da Silva. Mesmo que a alta seja menor, de apenas 0,25 ponto percentual, e leve a Selic para 14,50 por cento ao ano, vale o mesmo cálculo. 🔵 AÇÕES: A PRIO (PRIO3) divulgou na terça-feira (06) seus resultados referentes ao 1T25. A companhia registrou avanços operacionais significativos, refletindo a continuidade de sua estratégia de expansão. No entanto, o aumento nos custos durante o período chamou atenção e representou um ponto de pressão nos resultados. No trimestre, a produção média diária foi de 109,3 mil barris de petróleo, um aumento de 23 por cento em relação ao mesmo período de 2024. Esse crescimento foi impulsionado, principalmente, pela aquisição de 40 por cento do campo de Peregrino, que adicionou cerca de 38 mil barris diários à produção total. 🔵 RENDA FIXA: As taxas de juros dos Treasuries registraram movimentos de queda, com o rendimento da T-note de 10 anos caindo para 4,30 por cento ao ano, enquanto a T-note de 2 anos caiu para 3,78 por cento. No mercado de derivativos da CME, as projeções indicam uma probabilidade de 4,7 por cento para um corte de 25 pontos-base nos juros americanos até o final do ano, enquanto a chance de uma redução de 50 pontos-base é de 19,6 por cento. Além disso, o mercado precifica uma probabilidade de 36,6 por cento para uma redução de 75 pontos-base até o final de 2025 e de 0,4 por cento para a manutenção da taxa na faixa de 4,25 por cento-4,50 por cento. A probabilidade de um corte de 100 pontos-base no mesmo período está em 30,3 por cento, enquanto a chance de um corte de 125 pontos-base é de 8,1 por cento.

🔵 MERCADOS: Começa nesta terça-feira a reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) de número 270. Há um grande consenso entre os investidores de que o resultado será uma alta de 0,50 ponto percentual na taxa de juros referencial Selic, que poderá subir para 14,75 por cento ao ano. No entanto, nos últimos dias vem crescendo uma perspectiva diferente: já não se descarta a hipótese de que o Copom adote uma alta menor, de 0,25 ponto percentual. Há vários motivos para isso. O mais recente foi a redução na expectativa para a Selic em dezembro deste ano, segundo a edição mais recente do Relatório Focus, divulgada na segunda-feira (05). Nela, a Selic esperada para o fim deste ano caiu para 14,75 por cento, após 16 semanas consecutivas permanecendo em 15 por cento. 🔵 AÇÕES: Na noite de ontem (05), a BB Seguridade divulgou seus resultados referentes ao primeiro trimestre de 2025, registrando um lucro líquido de 2 bilhões de reais, o que representa um crescimento de 8,3 por cento em relação ao mesmo período de 2024. Os números vieram em linha com as projeções do mercado. A BB Seguridade é uma holding que concentra os negócios de seguros e previdência do Banco do Brasil. A empresa possui 100 por cento da BB Corretora e 49,9 por cento de participação nas seguintes empresas: Brasilprev, Brasilcap, Brasildental e BrasilSeg — esta última sendo a principal unidade de seguros do grupo. O Grupo Mateus (GMAT3) iniciou o ano de 2025 mantendo sua trajetória de crescimento e disciplina operacional, apesar dos desafios impostos por um ambiente macroeconômico ainda pressionado e por efeitos sazonais adversos. A companhia reportou receita líquida de 8,33 bilhões de reais no 1T25, avanço de 12,9 por cento em relação ao mesmo período do ano anterior. O lucro líquido totalizou 318,5 milhões de reais, crescimento expressivo de 32,5 por cento na base anual, refletindo uma combinação de rentabilidade operacional em alta e ganhos de escala. 🔵 RENDA FIXA: As taxas de juros dos Treasuries registraram movimentos mistos, com o rendimento da T-note de 10 anos subindo para 4,36 por cento ao ano, enquanto a T-note de 2 anos manteve-se em 3,83 por cento. No mercado de derivativos da CME, as projeções indicam uma probabilidade de 6,4 por cento para um corte de 25 pontos-base nos juros americanos até o final do ano, enquanto a chance de uma redução de 50 pontos-base é de 22,5 por cento. Além disso, o mercado precifica uma probabilidade de 36,9 por cento para uma redução de 75 pontos-base até o final de 2025 e de 0,7 por cento para a manutenção da taxa na faixa de 4,25 por cento-4,50 por cento. A probabilidade de um corte de 100 pontos-base no mesmo período está em 26,9 por cento, enquanto a chance de um corte de 125 pontos-base é de 6,5 por cento.

🔵 MERCADOS: A semana começa com a expectativa de duas reuniões de bancos centrais, a do Comitê de Política Monetária (Copom) e a do seu equivalente americano, o Federal Open Market Committee (Fomc). Por aqui, as expectativas com 74,25 por cento de probabilidade são de uma alta de 0,50 ponto percentual, elevando a Selic para 14,75 por cento ao ano. As projeções são de que o Copom deverá indicar a necessidade de manutenção da política monetária apertada, mas que não deverá fornecer indicação do tamanho do próximo ajuste. Até poucos dias atrás havia um razoável consenso entre os investidores que na reunião seguinte, marcada para meados de junho, a Selic deveria subir 0,25 ponto percentual. No entanto, a edição do Relatório Focus divulgada na manhã desta segunda-feira (05) mostra uma redução da Selic esperada para dezembro, que caiu para 14,75 por cento. 🔵 AÇÕES: Na manhã da sexta-feira (02), a Prio (PRIO3) comunicou ao mercado, por meio de fato relevante, a assinatura de um acordo com a Equinor para aquisição dos 60 por cento restantes do Campo de Peregrino, localizado na Bacia de Campos. Com isso, a companhia passará a deter 100 por cento do ativo e assumirá integralmente sua operação, consolidando-se como operadora única do campo. Sob a ótica estratégica, trata-se de um movimento relevante para a trajetória da companhia. A transação adicionará aproximadamente 202 milhões de barris às reservas provadas (1P) da Prio, fortalecendo seu portfólio de longo prazo e ampliando a visibilidade sobre a geração futura de caixa. Ao assumir o controle operacional do campo, a companhia poderá aplicar sua estratégia de revitalização de ativos maduros, com foco em redução de custos, aumento de eficiência e reestruturação produtiva — modelo que já demonstrou sucesso em campos como Polvo e Frade. Alta das commodities, câmbio e reestruturação afetam lucro da M. Dias Branco (MDIA3) no 1T25: A M. Dias Branco (MDIA3) reportou um 1T25 com crescimento modesto de receita, mas com queda relevante de lucratividade, reforçando o cenário desafiador que a companhia enfrenta diante de custos elevados de produção e efeitos cambiais adversos. A receita líquida somou 2,2 bilhões de reais, alta de 3,2 por cento em relação ao 1T24, enquanto o lucro líquido caiu 55 por cento na base anual, encerrando o trimestre em 69,4 milhões de reais. O desempenho do trimestre revela um ambiente operacional ainda pressionado e sem gatilhos claros de reprecificação no curto prazo. 🔵 RENDA FIXA: As taxas de juros dos Treasuries registraram movimentos de alta, com o rendimento da T-note de 10 anos subindo para 4,33 por cento ao ano, enquanto a T-note de 2 anos subiu para 3,83 por cento. No mercado de derivativos da CME, as projeções indicam uma probabilidade de 4,6 por cento para um corte de 25 pontos-base nos juros americanos até o final do ano, enquanto a chance de uma redução de 50 pontos-base é de 19,0 por cento. Além disso, o mercado precifica uma probabilidade de 35,9 por cento para uma redução de 75 pontos-base até o fim de 2025 e de 0,4 por cento para a manutenção da taxa na faixa de 4,25 por cento-4,50 por cento. A probabilidade de um corte de 100 pontos-base no mesmo período está em 30,7 por cento, enquanto a chance de um corte de 125 pontos-base é de 9,1 por cento.

🔵 MERCADOS: O último pregão da semana, espremido entre o feriado de 1º de maio e o fim de semana, começa com uma tendência positiva. Na quinta-feira (01), enquanto os pregões no Brasil e em vários países da Europa ficaram fechados devido ao feriado do Dia do Trabalhador, americanos e chineses não interromperam suas atividades. E uma declaração de autoridades chinesas de que o governo em Pequim estaria “avaliando” a possibilidade de sentar-se em uma mesa de negociação com autoridades americanas fez com que os mercados iniciassem a sexta-feira em alta. 🔵 AÇÕES: O Santander Brasil (SANB11) divulgou na quarta-feira (30) seus resultados referentes ao 1T25, apresentando bom desempenho, em linha com as expectativas do mercado. A receita total alcançou 21,1 bilhões de reais, um avanço de 7 por cento em relação ao mesmo período do ano anterior, com destaque positivo para a Margem Financeira Bruta, que somou 15,9 bilhões de reais, crescimento de 7,7 por cento na comparação anual. Nesta quarta-feira (30), a WEG (WEGE3) divulgou seus resultados do 1T25, que vieram abaixo do consenso de mercado. Como costuma acontecer nos dias de balanço, os papéis enfrentaram forte volatilidade, com uma queda de mais de 11 por cento, refletindo o mau humor dos investidores diante de números aquém das altas expectativas que normalmente cercam a companhia. A receita líquida somou 10,08 bilhões de reais no trimestre, com crescimento expressivo de 25,5 por cento a/a, sendo 14,0 por cento de avanço no mercado interno e 36,3 por cento no externo. Ao se excluir os efeitos de aquisições, o crescimento teria sido de 16,3 por cento a/a. 🔵 RENDA FIXA: As taxas de juros dos Treasuries registraram movimentos de alta, com o rendimento da T-note de 10 anos subindo para 4,25 por cento ao ano, enquanto a T-note de 2 anos subiu para 3,70 por cento. No mercado de derivativos da CME, as projeções indicam uma probabilidade de 1,4 por cento para um corte de 25 pontos-base nos juros americanos até o final do ano, enquanto a chance de uma redução de 50 pontos-base é de 9,0 por cento. Além disso, o mercado precifica uma probabilidade de 27,4 por cento para uma redução de 75 pontos-base até o final de 2025 e de 0,1 por cento para a manutenção da taxa na faixa de 4,25 por cento-4,50 por cento. A probabilidade de um corte de 100 pontos-base no mesmo período está em 39,3 por cento, enquanto a chance de um corte de 125 pontos-base é de 21,8 por cento.

🔵 MERCADOS: O mês de abril se encerra nesta quarta-feira (30) com muitos indicadores econômicos. Dados da China, da Zona do Euro, dos Estados Unidos e do Brasil mostram o impacto da guerra de tarifas deflagrada por Donald Trump no início deste mês sobre as diversas economias. O número mais importante será a primeira prévia do Produto Interno Bruto (PIB) americano do 1T25. A estimativa é de uma pesada desaceleração, com um crescimento de 0,2 por cento ante os 2,4 por cento registrados no 4T24. Apesar de o levantamento não considerar o início da alteração das tarifas, os investidores tendem a antecipar os movimentos. 🔵 AÇÕES: Marcopolo (POMO4) apresenta resultados modestos no 1T25, com expectativas positivas Na noite da terça-feira (29), a Marcopolo divulgou os resultados do 1T25. Embora os números tenham vindo levemente abaixo do esperado, refletindo uma sazonalidade menos favorável ao período, a companhia sinalizou perspectivas positivas para os próximos meses. No mercado interno, a empresa apresentou retração nos volumes, com uma queda de 5 por cento a/a na produção de unidades voltadas ao Brasil, além de uma redução de 0,1 por cento nas unidades reconhecidas na receita líquida. A Iguatemi (IGTI11) deu início a 2025 com resultados bastante positivos, evidenciando a consistência de sua estratégia de valorização de ativos, disciplina financeira e crescimento sustentável. No 1T25, a companhia reportou crescimento relevante nas vendas, avanço nas receitas e margens, além de importantes movimentações de portfólio, que reforçam seu posicionamento como um dos principais nomes do segmento premium de shopping centers no Brasil. O trimestre marcou também a execução de aquisições estratégicas e uma gestão ativa de ativos, com destaque para a compra de participações relevantes em dois dos shoppings mais emblemáticos do país, reforçando a presença da empresa em mercados de alto padrão.

🔵 MERCADOS: Na quarta-feira (30) será divulgada a primeira prévia do Produto Interno Bruto (PIB) americano referente ao 1T25. A mediana das expectativas dos investidores não é boa. A expectativa é de uma desaceleração do crescimento para 0,4 por cento, muito abaixo dos 2,4 por cento registrados no 4T24. No entanto, mesmo que o número seja muito melhor do que o esperado, o cenário negativo já está dado. Agora, a questão é quantificar o tamanho do problema. Mesmo que o resultado do 1T25 seja o triplo do esperado (ou seja, um erro grotesco de todos os analistas), e a economia americana tenha crescido 1,2 por cento nos três primeiros meses deste ano, já será um corte pela metade do que ocorreu no fim do ano passado. E considerando-se que não havia ainda o impacto concreto da guerra de tarifas deflagrada por Donald Trump no dia 2 de abril. Esse impacto só poderá ser percebido de fato no PIB do 2T25. Por isso, uma queda antecipada é mais grave do que parece. 🔵 AÇÕES: A Gerdau (GGBR4) divulgou na noite da segunda-feira (28) seus resultados referentes ao 1T25. Apesar de registrar crescimento nas receitas, os números ficaram abaixo das expectativas do mercado, impactados principalmente por margens menores na operação na América do Norte, em meio às incertezas relacionadas às novas propostas tarifárias do presidente Donald Trump. A receita líquida subiu 7,2 por cento a/a para 17,4 bilhões de reais. Esse crescimento foi impulsionado por um aumento de 4,9 por cento nos volumes vendidos e pela valorização do dólar frente ao real na comparação anual. Os acionistas da Natura&Co (NTCO3) e da Natura Cosméticos aprovaram, em assembleias realizadas no dia 25 de abril, a proposta de reestruturação da companhia, com a incorporação da holding pela sua subsidiária operacional. Este movimento tem como objetivo simplificar a estrutura societária, reduzir custos e devolver agilidade à governança do grupo, que volta a ser capitaneado diretamente pela marca Natura. Com isso, a Natura Cosméticos assume o papel de nova holding operacional, reforçando o foco estratégico nas operações da América Latina e na liderança da marca Natura, principal ativo do conglomerado. 🔵 RENDA FIXA: As taxas de juros dos Treasuries registraram movimentos de queda, com o rendimento da T-note de 10 anos caindo para 4,29 por cento ao ano, enquanto a T-note de 2 anos caiu para 3,74 por cento. No mercado de derivativos da CME, as projeções indicam uma probabilidade de 2,3 por cento para um corte de 25 pontos-base nos juros americanos até o final do ano, enquanto a chance de uma redução de 50 pontos-base é de 12,1 por cento. Além disso, o mercado precifica uma probabilidade de 30,0 por cento para uma redução de 75 pontos-base até o final de 2025 e de 0,2 por cento para a manutenção da taxa na faixa de 4,25 por cento-4,50 por cento. A probabilidade de um corte de 100 pontos-base no mesmo período está em 36,0 por cento, enquanto a chance de um corte de 125 pontos-base é de 17,8 por cento.

🔵 MERCADOS: A semana abreviada pelo feriado terá alguns indicadores importantes. Na quarta-feira (30) será divulgada a inflação nos Estados Unidos medida pelo Personal Consumption Expenditure (PCE), considerada o indicador mais relevante para o Federal Reserve (FED), o banco central americano. A dúvida dos investidores é até que ponto a inflação foi afetada pelos desarranjos no comércio internacional provocados pelas mudanças tarifárias americanas. Antes de Donald Trump ter dado início à guerra de tarifas, os preços nos EUA estavam em uma trajetória gradualmente descendente. Isso permitia prever novos cortes dos juros americanos. 🔵 AÇÕES: Na sexta-feira, 25 de abril, os acionistas do Carrefour Brasil (CRFB3) aprovaram, em assembleia geral extraordinária, a proposta de deslistagem da companhia da B3. Este movimento marca um novo capítulo para o grupo, alinhando a operação brasileira de maneira ainda mais integrada à controladora francesa e seguindo uma tendência global de simplificação de estruturas corporativas. A decisão, colocada em votação aos acionistas não controladores — que detêm cerca de 32,5 por cento das ações ordinárias —, foi aprovada por 59,2 por cento dos votos válidos, após uma forte mobilização que reverteu o quadro parcial da semana anterior. O volume expressivo de votos na AGE refletiu não só a relevância estratégica do tema, mas também o interesse dos investidores em capturar eventuais ganhos de arbitragem e oportunidades decorrentes das condições de troca propostas. Na última sexta-feira, a Sanepar fez um anúncio relevante para seus investidores: seu conselho aprovou o reconhecimento contábil de um valor significativo, derivado de um precatório de quase 4 bilhões de reais nos resultados do primeiro trimestre. Para entender melhor a importância desse reconhecimento, é importante compreender o que é um precatório. Trata-se de uma ordem de pagamento expedida pelo Judiciário, determinando que o governo quite uma dívida reconhecida em uma decisão judicial definitiva — ou seja, um valor devido após esgotados todos os recursos possíveis no processo. 🔵 RENDA FIXA: As taxas de juros dos Treasuries registraram movimentos de queda, com o rendimento da T-note de 10 anos caindo para 4,29 por cento ao ano, enquanto a T-note de 2 anos caiu para 3,74 por cento. No mercado de derivativos da CME, as projeções indicam uma probabilidade de 2,3 por cento para um corte de 25 pontos-base nos juros americanos até o final do ano, enquanto a chance de uma redução de 50 pontos-base é de 12,1 por cento. Além disso, o mercado precifica uma probabilidade de 30,0 por cento para uma redução de 75 pontos-base até o final de 2025 e de 0,2 por cento para a manutenção da taxa na faixa de 4,25 por cento-4,50 por cento. A probabilidade de um corte de 100 pontos-base no mesmo período está em 36,0 por cento, enquanto a chance de um corte de 125 pontos-base é de 17,8 por cento. ‎

🔵 MERCADOS: Há uma velha expressão aplicada a políticos e artistas que costumam falar demais sobre o que não entendem: “Fulano calado é um poeta”. Enfatiza as vantagens de não agravar uma situação séria com declarações que podem acirrar os ânimos ou trazer novos pontos de atrito à discussão. Essa expressão cabe perfeitamente no figurino de Donald Trump. Ao longo de quase todo o mês de abril, o presidente americano tem falado continuamente sobre a disputa comercial dos Estados Unidos com os demais países (leia-se China). A retórica foi tão pesada e agressiva que até mesmo o tradicionalmente discreto governo chinês comentou o assunto, acirrando uma guerra comercial intensa. 🔵 INDICADORES: A inflação de abril confirmou as expectativas. O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15), prévia da inflação oficial medida pelo IPCA, desacelerou para 0,43 por cento, 0,21 ponto percentual (p.p.) abaixo dos 0,64 por cento de março. O acumulado no ano ficou em 2,43 por cento, enquanto o acumulado em 12 meses foi de 5,49 por cento. Em abril de 2024, o IPCA-15 havia registrado alta de 0,21 por cento. O resultado foi influenciado, principalmente, pelos grupos de Alimentação e bebidas (1,14 por cento) e Saúde e cuidados pessoais (0,96 por cento). Juntos, os dois grupos respondem por 88 por cento do índice do mês. O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15) foi divulgado hoje (25) pelo IBGE. 🔵 AÇÕES: Na noite da quinta-feira (24), a Vale (VALE3) divulgou os resultados financeiros do primeiro trimestre de 2025. Os números vieram em linha com as expectativas do mercado. A mineradora reportou receita líquida de 8,1 bilhões de dólares, marcando uma diminuição de 4 por cento em relação ao mesmo período do ano anterior. Já os custos dos produtos vendidos somaram 5,8 bilhões de dólares, uma queda de 2 por cento em comparação com 2024. O lucro bruto da mineradora foi de 2,3 bilhões de dólares, refletindo uma retração de 9,8 por cento no comparativo anual. A Multiplan (MULT3) apresentou seus resultados do 1T25 na noite desta quinta-feira (24), registrando resultados robustos em seu portfólio de shopping centers e consolidando a estratégia de investir em revitalizações, tecnologia e relacionamento com lojistas e consumidores. A receita bruta da Multiplan atingiu 571,1 milhões de reais no 1T25, estabelecendo um novo recorde para o período e registrando alta de 1,3 por cento em relação ao mesmo trimestre do ano anterior. O crescimento foi puxado por três frentes principais: 🔵 RENDA FIXA: As taxas de juros dos Treasuries registraram movimentos mistos, com o rendimento da T-note de 10 anos caindo para 4,40 por cento ao ano, enquanto a T-note de 2 anos subiu para 3,81 por cento. No mercado de derivativos da CME, as projeções indicam uma probabilidade de 5,1 por cento para um corte de 25 pontos-base nos juros americanos até o final do ano, enquanto a chance de uma redução de 50 pontos-base é de 18,8 por cento. Além disso, o mercado precifica uma probabilidade de 33,9 por cento para uma redução de 75 pontos-base até o final de 2025 e de 0,5 por cento para a manutenção da taxa na faixa de 4,25 por cento-4,50 por cento. A probabilidade de um corte de 100 pontos-base no mesmo período está em 30,1 por cento, enquanto a chance de um corte de 125 pontos-base é de 11,0 por cento.

🔵 MERCADOS: À medida que o mês de abril avança, mais e mais empresas dos Estados Unidos começam a divulgar seus resultados referentes ao 1T25. E esses números concretos podem ser comparados tanto com os resultados do 4T24 quanto com as projeções dos analistas, e oferecerão uma conclusão inquestionável: qual está sendo o efeito das declarações desencontradas de Donald Trump sobre os números das empresas? O estilo de negociação do presidente americano é bastante conhecido. Ele ameaça e recua, blefa e volta atrás, para desorientar a parte do outro lado da mesa e, assim, obter mais vantagens. Sem um cenário claro e com o risco de perder o negócio a qualquer momento, quem tem de negociar com Trump acaba fechando um negócio logo para não ser preterido. 🔵 AÇÕES: Abrindo a temporada de resultados do 1T25, a Hypera (HYPE3), uma das maiores e mais diversificadas empresas farmacêuticas do Brasil, divulgou seus resultados na noite da quarta-feira (23). O trimestre representou um ponto de inflexão para a companhia, que apresentou resultados mistos em meio ao aprofundamento do processo de otimização do capital de giro iniciado em 2024. A companhia reportou um prejuízo líquido das operações continuadas de 138,8 milhões de reais, revertendo o lucro de 391,5 milhões de reais do mesmo período do ano anterior. Apesar desse revés pontual em termos de resultado final, a Hypera mostrou evolução significativa em sua geração de caixa e eficiência operacional, mantendo a estratégia de preparar a empresa para um novo ciclo de crescimento sustentável. Na noite do dia 22, a JBS (JBSS3) divulgou Fato Relevante informando que obteve a aprovação da Securities and Exchange Commission (SEC), a Comissão de Valores Mobiliários dos Estados Unidos, para prosseguir com seu processo de dupla listagem. Com essa autorização, as ações da companhia poderão ser negociadas simultaneamente na Bolsa de Valores de Nova York (NYSE) e na B3, em São Paulo. 🔵 RENDA FIXA: As taxas de juros dos Treasuries registraram movimentos mistos, com o rendimento da T-note de 10 anos caindo para 4,40 por cento ao ano, enquanto a T-note de 2 anos subiu para 3,81 por cento. No mercado de derivativos da CME, as projeções indicam uma probabilidade de 5,1 por cento para um corte de 25 pontos-base nos juros americanos até o final do ano, enquanto a chance de uma redução de 50 pontos-base é de 18,8 por cento. Além disso, o mercado precifica uma probabilidade de 33,9 por cento para uma redução de 75 pontos-base até o final de 2025 e de 0,5 por cento para a manutenção da taxa na faixa de 4,25 por cento-4,50 por cento. A probabilidade de um corte de 100 pontos-base no mesmo período está em 30,1 por cento, enquanto a chance de um corte de 125 pontos-base é de 11,0 por cento.

🔵 MERCADOS: Donald Trump começou a vida profissional como empreiteiro. Isso lhe permitiu perceber o tamanho da encrenca que estava construindo ao tentar abreviar o mandato de Jerome Powell, presidente do Federal Reserve (FED), o banco central americano. Trump afirmou na noite da terça-feira (22) que "não tem intenção" de demitir Powell, que por estatuto deve ficar no cargo até maio de 2026. Ele também disse estar disposto a adotar uma abordagem menos conflituosa nas negociações comerciais com a China, observando que a tarifa atual de 145 por cento sobre as importações chinesas é "muito alta e não será tão alta... Não chegará nem perto disso. Cairá substancialmente. Mas não será zero". 🔵 AÇÕES: O segmento de alto padrão tem ganhado protagonismo nos investimentos das grandes operadoras de shoppings centers no Brasil. Impulsionados pelo crescimento do mercado de luxo em regiões como América Latina — em contraponto à desaceleração vista em polos tradicionais como EUA e Europa —, os principais grupos do setor já preveem aportes de ao menos 1,9 bilhão de reais nos próximos anos. A estratégia envolve desde a abertura de lojas de grifes internacionais até a criação de espaços gourmet e experiências personalizadas, respondendo a uma demanda sofisticada e em expansão contínua no país. Duas das maiores companhias de saneamento do país, Sabesp (SBSP3) e Aegea, estão se preparando para disputar novos leilões de concessões de água e esgoto no estado de São Paulo ainda em 2025. O estado estruturou o programa Universaliza como resposta ao desafio de levar cobertura de saneamento a regiões que hoje estão fora da área atendida pela Sabesp. Segundo Natália Resende, secretária de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística de São Paulo, os 215 municípios contemplados pelo programa estão sendo agrupados em cinco blocos regionais, com previsão de irem a leilão até 2026. 🔵 RENDA FIXA: As taxas de juros dos Treasuries registraram movimentos mistos, com o rendimento da T-note de 10 anos caindo para 4,41 por cento ao ano, enquanto a T-note de 2 anos subiu para 3,76 por cento. No mercado de derivativos da CME, as projeções indicam uma probabilidade de 4,2 por cento para um corte de 25 pontos-base nos juros americanos até o final do ano, enquanto a chance de uma redução de 50 pontos-base é de 17,1 por cento. Além disso, o mercado precifica uma probabilidade de 33,4 por cento para uma redução de 75 pontos-base até o final de 2025 e de 0,4 por cento para a manutenção da taxa na faixa de 4,25 por cento-4,50 por cento. A probabilidade de um corte de 100 pontos-base no mesmo período está em 31,9 por cento, enquanto a chance de um corte de 125 pontos-base é de 12,4 por cento.

🔵 MERCADOS: O mercado brasileiro retoma as atividades nesta terça-feira (22) após um recesso prolongado que juntou a pausa da Páscoa com a do feriado de Tiradentes, deixando os pregões inoperantes por quatro dias consecutivos. No entanto, em outros mercados, como o dos Estados Unidos, as atividades foram retomadas na segunda-feira (21). E foi uma sessão turbulenta, em que os índices de ações americanos caíram mais de 3 por cento em uma sessão agitada. 🔵 AÇÕES: A Rede D’Or anunciou a venda de sua participação de 41 por cento na GSH (Grupo GSH Brasil), empresa com 45 anos de atuação em hemoterapia e medicina nuclear. A operação representa a saída de um investimento iniciado em 2015 e gerará 650 milhões de reais à companhia — um valor que, embora represente menos de 1 por cento de seu market cap de 67 bilhões de reais, é simbólico no contexto estratégico da empresa. A decisão alinha-se ao foco cada vez maior da Rede D’Or em fortalecer suas operações principais e reduzir a exposição a negócios que não compõem o seu core business hospitalar. Na segunda-feira (21) a BRF (BRFS3) comunicou ao mercado um investimento de aproximadamente 160 milhões de dólares para a construção de uma nova fábrica de alimentos processados em Jeddah, na Arábia Saudita. A decisão foi aprovada pelo Conselho de Administração da companhia e será executada por meio da BRF Arabia Holding Company, subsidiária da BRF e veículo da joint venture firmada com a Halal Products Development Company (HPDC), empresa integralmente controlada pelo Fundo de Investimento Público da Arábia Saudita (PIF). 🔵 RENDA FIXA: As taxas de juros dos Treasuries registraram movimentos de queda, com o rendimento da T-note de 10 anos caindo para 4,29 por cento ao ano, enquanto a T-note de 2 anos caiu para 3,77 por cento. No mercado de derivativos da CME, as projeções indicam uma probabilidade de 1,7 por cento para um corte de 25 pontos-base nos juros americanos até o final do ano, enquanto a chance de uma redução de 50 pontos-base é de 11,8 por cento. Além disso, o mercado precifica uma probabilidade de 29,7 por cento para uma redução de 75 pontos-base até o final de 2025 e de 0,0 por cento para a manutenção da taxa na faixa de 4,25 a 4,50 por cento. A probabilidade de um corte de 100 pontos-base no mesmo período está em 34,8 por cento, enquanto a chance de um corte de 125 pontos-base é de 18,2 por cento.

🔵 MERCADOS: Em alguns (poucos) momentos é possível imaginar que Jerome Powell, presidente do Federal Reserve (FED), o banco central americano, tem uma leve inveja profissional de seu colega brasileiro, Gabriel Galípolo. Por aqui, o Banco Central do Brasil (BC) tem uma única tarefa constitucional, que é manter a inflação dentro dos limites da meta definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN). Já o FED tem um mandato duplo: além de fazer a inflação convergir para a meta, que por lá é de 2 por cento, ele tem de fazer isso assegurando o menor desemprego possível. 🔵 AÇÕES: A MRV (MRVE3) divulgou uma prévia operacional marcada por contrastes no 1T25. O volume de lançamentos surpreendeu positivamente, atingindo 2,9 bilhões de reais (+81 por cento A/A), bem acima do projetado, refletindo um reposicionamento estratégico mais agressivo da companhia em meio às oportunidades abertas pelo novo MCMV. No entanto, esse avanço não foi acompanhado por uma aceleração equivalente nas vendas líquidas, que subiram apenas 2 por cento A/A, totalizando 2,17 bilhões de reais e frustrando as expectativas do mercado. O VSO, indicador-chave de eficiência comercial, caiu 8,1 p.p. A/A, sinalizando dificuldade em escoar a oferta em linha com o ritmo de lançamentos, mesmo com o aumento do preço médio unitário (+3,5 por cento A/A). A Petrobras (PETR4) vem enfrentando um início de ano desafiador, com suas ações acumulando uma queda de 14 por cento até abril de 2025. O recuo acompanha a tendência global das petroleiras, pressionadas pela recente queda no preço do petróleo. Essa retração está diretamente ligada aos temores de uma recessão mundial, intensificados pela política de aumento de tarifas liderada pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. Apesar do cenário adverso, que gera incertezas quanto à demanda global por petróleo no curto prazo, o mercado ainda projeta o preço médio do barril do Brent entre 65 e 68 dólares nos próximos meses. Embora abaixo dos níveis observados nos últimos anos, esse patamar ainda garante boa rentabilidade para a Petrobras. 🔵 RENDA FIXA: As taxas de juros dos Treasuries registraram movimentos de queda, com o rendimento da T-note de 10 anos caindo para 4,29 por cento ao ano, enquanto a T-note de 2 anos caiu para 3,77 por cento. No mercado de derivativos da CME, as projeções indicam uma probabilidade de 1,7 por cento para um corte de 25 pontos-base nos juros americanos até o final do ano, enquanto a chance de uma redução de 50 pontos-base é de 11,8 por cento. Além disso, o mercado precifica uma probabilidade de 29,7 por cento para uma redução de 75 pontos-base até o final de 2025 e de 0,0 por cento para a manutenção da taxa na faixa de 4,25 por cento-4,50 por cento.

🔵 MERCADOS: Elaborar listas é arriscado e fazer projeções também. Listas com projeções são ainda mais arriscadas, por isso vamos evitá-las. No entanto, é possível dizer com um grau de certeza razoável que a Inteligência Artificial (IA) será um dos negócios mais importantes dos próximos anos. E como a IA depende de equipamentos de alta tecnologia conhecidos como semicondutores, as empresas que produzem essas peças valem muito dinheiro. É o caso de companhias americanas como a Nvidia, e de empresas holandesas com ASML e ASM International (os nomes são parecidos, mas as companhias são diferentes). 🔵 AÇÕES: Na noite da terça-feira (15), a Vale (VALE3) divulgou seu desempenho operacional referente ao primeiro trimestre de 2025, trazendo dados importantes sobre produção e vendas de seus principais produtos. A produção de minério de ferro, carro-chefe da companhia, totalizou 67,7 milhões de toneladas no período, uma queda de 4,5 por cento a/a. Apesar da retração na produção, as vendas avançaram 3,6 por cento na comparação anual, atingindo 66,1 milhões de toneladas. O preço médio de venda do minério de ferro foi de 90,8 dólares por tonelada, recuo de 9,8 por cento em relação aos preços praticados no primeiro trimestre do ano anterior. Nesta terça-feira, em retaliação às tarifas de importação de até 145 por cento impostas pelos Estados Unidos sobre produtos chineses, a China ordenou que suas companhias aéreas suspendam o recebimento de aeronaves da Boeing, além de interromperem a compra de equipamentos e peças de aviação provenientes dos EUA. 🔵 RENDA FIXA: As taxas de juros dos Treasuries registraram movimentos mistos, com o rendimento da T-note de 10 anos caindo para 4,35 por cento ao ano, enquanto a T-note de 2 anos manteve-se em 3,84 por cento. No mercado de derivativos da CME, as projeções indicam uma probabilidade de 2,9 por cento para um corte de 25 pontos-base nos juros americanos até o final do ano, enquanto a chance de uma redução de 50 pontos-base é de 13,3 por cento. Além disso, o mercado precifica uma probabilidade de 29,6 por cento para uma redução de 75 pontos-base até o final de 2025 e de 0,3 por cento para a manutenção da taxa na faixa de 4,25 por cento-4,50 por cento. A probabilidade de um corte de 100 pontos-base no mesmo período está em 33,8 por cento, enquanto a chance de um corte de 125 pontos-base é de 17,6 por cento.

🔵 MERCADOS: A primeira lição que o investidor tem de aprender para lidar com essa entidade chamada mercado é interpretar as expectativas. Sobre qualquer coisa: indicadores econômicos, resultados de empresas e declarações de políticos. Expectativas influenciam preços e movem mercados. Por isso o relativo alívio com as declarações de Christopher Waller, um dos diretores do Federal Reserve (FED), o banco central americano. 🔵 AÇÕES: O Iguatemi (IGTI11) anunciou a venda de participações em cinco ativos por 500 milhões de reais, marcando mais um movimento relevante em sua estratégia de reciclagem de portfólio. A operação envolve a venda de 49 por cento do Shopping Market Place e do edifício comercial Market Place Towers, ambos localizados em São Paulo, além do Galleria Shopping, em Campinas. Também estão incluídas participações menores (24 por cento e 16,7 por cento) em dois empreendimentos futuros — um residencial multifamily e uma torre comercial — que serão construídos nos complexos Market Place e Galleria até 2029. O comprador é um fundo imobiliário cujo nome não foi revelado. Em meio ao seu processo de reestruturação financeira, voltado à redução do endividamento e ao reforço da liquidez, a Azul (AZUL4) anunciou nesta quinta-feira (14) uma nova oferta de ações que poderá movimentar até 4,1 bilhões de reais. A operação prevê, inicialmente, a emissão de 450,6 milhões de ações preferenciais, ao preço de 3,58 reais por papel. Caso a demanda supere o lote principal, a companhia poderá exercer um aumento de até 155 por cento na oferta, colocando à disposição do mercado mais 697,9 milhões de ações. 🔵 RENDA FIXA: As taxas de juros dos Treasuries registraram movimentos de baixa, com o rendimento da T-note de 10 anos caindo para 4,38 por cento ao ano, enquanto a T-note de 2 anos caiu para 3,84 por cento. No mercado de derivativos da CME, as projeções indicam uma probabilidade de 4,1 por cento para um corte de 25 pontos-base nos juros americanos até o final do ano, enquanto a chance de uma redução de 50 pontos-base é de 16,3 por cento. Além disso, o mercado precifica uma probabilidade de 31,9 por cento para uma redução de 75 pontos-base até o final de 2025 e de 0,4 por cento para a manutenção da taxa na faixa de 4,25 por cento-4,50 por cento. A probabilidade de um corte de 100 pontos-base no mesmo período está em 31,5 por cento, enquanto a chance de um corte de 125 pontos-base é de 14,0.

🔵 MERCADOS: Uma das principais avenidas da cidade de São Paulo é a Nove de Julho. O nome relembra o início da Revolução Constitucionalista de 1932, quando o Estado de São Paulo pegou em armas para combater a ditadura de Getulio Vargas. A data é comemorada oficialmente, apesar de a celebração estar perdendo visibilidade com o passar do tempo. Porém, neste ano o nove de julho será observado com especial atenção. Não pela revolução de 1932, mas por ser quando se encerra a trégua de 90 dias nas tarifas comerciais americanas anunciada por Donald Trump na quarta-feira (09). Trump reduziu as alíquotas para 10 por cento para todos os países com exceção da China. As exportações do país asiático seguem sujeitas a uma tributação de 125 por cento. Ao contínuo, os pregões dispararam, com o índice Nasdaq Composite fechando na maior alta desde 2001. 🔵 AÇÕES: A Cyrela (CYRE3) iniciou o ano de 2025 com uma forte performance operacional, consolidando seu papel como uma das líderes do setor imobiliário nacional, com atuação ampla nos segmentos de média e alta renda e crescente exposição ao programa Minha Casa, Minha Vida (MCMV). Segundo a prévia operacional do 1T25, a companhia lançou 18 empreendimentos, totalizando 4,86 bilhões de reais em Valor Geral de Vendas (VGV), resultado 186 por cento superior ao mesmo período de 2024, mesmo com uma queda de 28 por cento na comparação com o último trimestre do ano passado — reflexo esperado da sazonalidade do setor. SLC Agrícola (SLCE3) se beneficia de compras adicionais de soja e milho da China Nas últimas semanas, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, implementou um aumento significativo nas tarifas sobre produtos provenientes da China, elevando as taxas para 125 por cento. Esse movimento tornou as compras de produtos e equipamentos da China para os Estados Unidos economicamente inviáveis. Em resposta, o governo chinês aplicou tarifas de até 84 por cento sobre as importações de produtos norte-americanos, afetando especialmente commodities agrícolas, como soja e milho, que são algumas das principais mercadorias compradas pelos chineses. 🔵 RENDA FIXA: As taxas de juros dos Treasuries registraram movimentos mistos, com o rendimento da T-note de 10 anos subindo para 4,40 por cento ao ano, enquanto a T-note de 2 anos caiu para 3,94 por cento. No mercado de derivativos da CME, as projeções indicam uma probabilidade de 2,3 por cento para um corte de 25 pontos-base nos juros americanos até o final do ano, enquanto a chance de uma redução de 50 pontos-base é de 12,0 por cento. Além disso, o mercado precifica uma probabilidade de 29,1 por cento para uma redução de 75 pontos-base até o final de 2025 e de 0,2 por cento para a manutenção da taxa na faixa de 4,25 por cento-4,50 por cento.

🔵 MERCADOS: É difícil imaginar como, daqui a cem anos, os historiadores vão chamar os primeiros meses do segundo mandato de Donald Trump. O presidente americano voltou a surpreender os investidores na tarde da quarta-feira (09). Ele anunciou uma reversão no estabelecimento de tarifas comerciais para produtos exportados para os Estados Unidos. Em vez de uma estrutura complexa, Trump anunciou uma alíquota linear de 10 por cento para todos os países por 90 dias. A exceção é a China, que segue sendo tributada em 125 por cento. 🔵 AÇÕES: A Cury (CURY3) iniciou o ano de 2025 com resultados operacionais sólidos e que reforçam sua posição como uma das principais protagonistas do segmento de habitação popular no Brasil. De acordo com a prévia operacional do 1T25, divulgada na noite desta quarta-feira (9), a companhia reportou vendas líquidas de 2,1 bilhões de reais, um novo recorde, que representa um crescimento expressivo de 35,7 por cento em relação ao 1T24 e de 47,9 por cento frente ao trimestre anterior. O resultado reflete o posicionamento estratégico da Cury, que vem adotando uma postura ofensiva desde o início do ano para sustentar seu ciclo de crescimento e ampliar participação de mercado. Anatel aprova expansão da Starlink no Brasil: marco regulatório e impacto no setor de telecom A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) aprovou, na última terça-feira (8), a ampliação dos direitos operacionais da Starlink no Brasil, autorizando a empresa de Elon Musk a operar mais 7.500 satélites não geoestacionários. A autorização eleva o total de satélites que a companhia poderá manter ativos no país de 4.408 para 11.908 unidades. Trata-se de um movimento que posiciona a Starlink de forma ainda mais relevante no mercado de banda larga via satélite, com potencial de ampliar sua presença em regiões remotas e carentes de infraestrutura terrestre, como o interior do Norte e Nordeste. 🔵 RENDA FIXA: As taxas de juros dos Treasuries registraram movimentos de alta, com o rendimento da T-note de 10 anos subindo para 4,34 por cento ao ano, enquanto a T-note de 2 anos subiu para 3,91 por cento. No mercado de derivativos da CME, as projeções indicam uma probabilidade de 5,6 por cento para um corte de 25 pontos-base nos juros americanos até o final do ano, enquanto a chance de uma redução de 50 pontos-base é de 19,6 por cento.