Inside Research
Open in Telegram
Grupo oficial da Inside Research com conteúdos diários sobre mercados, bolsa de valores e os bastidores do nosso time de análise
Show more2 871
Subscribers
No data24 hours
-107 days
-4430 days
Posts Archive
2 871
🔵 MERCADOS:
Os investidores aguardam a divulgação da inflação ao consumidor nos Estados Unidos em julho, medida pelo Personal Consumption Expenditure (PCE), e agendada para esta sexta-feira (29). A mediana das estimativas dos investidores indica que o núcleo do PCE, que não considera os preços mais voláteis dos alimentos e da energia, avance 2,9 por cento no acumulado em 12 meses até julho. O número representa uma leve aceleração em relação ao resultado dos 12 meses até junho, quando o índice avançou 2,8 por cento.
🔵 AÇÕES:
Na quinta-feira (28) uma grande operação foi realizada pelas autoridades federais com o objetivo de combater irregularidades no setor de combustíveis. A ação mobilizou diversas instituições públicas e visou desarticular esquemas estruturados de sonegação fiscal, lavagem de dinheiro e adulteração de produtos, que vinham impactando diretamente a competitividade e a integridade do mercado.
Os alvos da operação foram grupos empresariais suspeitos de movimentar ilegalmente valores bilionários por meio de redes de postos, distribuidoras, empresas de fachada e estruturas financeiras não convencionais. O mercado especula que os esquemas tenham causado prejuízos superiores a 7 bilhões de reais aos cofres públicos em impostos não pagos e fraudes contábeis. As práticas envolviam adulteração de combustíveis com produtos tóxicos, como metanol, além da instalação de equipamentos fraudulentos que reduziam o volume entregue aos consumidores.
A Receita Federal vai passar a enquadrar fintechs como instituições financeiras, medida anunciada pelo ministro da Fazenda, Fernando Haddad, nesta quinta-feira (28) e que representa uma mudança importante no ambiente regulatório do setor. Até agora, essas empresas de tecnologia financeira operavam com um grau menor de obrigações em relação aos bancos tradicionais, não sendo obrigadas, por exemplo, a enviar dados detalhados de movimentações à Receita por meio do sistema e-Financeira, que reúne informações para cruzamento fiscal e prevenção a ilícitos. Com a mudança, o tratamento regulatório passa a ser o mesmo dado a bancos, o que significa que fintechs terão de reportar, com periodicidade e detalhamento equivalentes, todas as transações relevantes de seus clientes, permitindo à Receita ampliar o uso de ferramentas de inteligência artificial para identificar movimentações suspeitas.
🔵 RENDA FIXA:
No último pregão, os juros futuros registraram queda ao longo de toda a curva, refletindo a revisão baixista das expectativas de inflação no relatório Focus e a percepção de melhora do cenário inflacionário. As taxas do DI para janeiro de 2026 recuaram de 14,895 por cento para 14,885 por cento, enquanto os contratos de janeiro de 2027, 2029 e 2031 também fecharam em baixa, em 13,90 por cento, 13,19 por cento e 13,55 por cento, respectivamente. O movimento ocorreu em um dia de baixa volatilidade, sustentado ainda por notícias sobre o cenário eleitoral de 2026, que reduziram o prêmio de risco embutido nos vértices mais longos da curva.
2 871
🔵 MERCADOS:
A semana se aproxima do final com os investidores atentos aos indicadores econômicos. No Brasil, a Fundação Getulio Vargas (FGV) divulgou o Índice Geral de Preços - Mercado (IGP-M) de agosto mostrando uma forte aceleração em relação a julho. O índice de inflação registrou uma alta de 0,36 por cento nos preços, após ter registrado uma deflação (queda de preços) de 0,77 por cento em julho. Com isso, a inflação acumulada em 12 meses avançou para 4,26 por cento, ante os 2,96 por cento nos 12 meses até julho.
🔵 AÇÕES:
A JBS (JBSS32), uma das maiores empresas de alimentos do mundo, alcançou um novo marco em sua trajetória de internacionalização ao ser confirmada como integrante do índice FTSE US, operado pela FTSE Russell. A inclusão passa a valer oficialmente em 22 de setembro de 2025, com base no fechamento do mercado no dia 19 do mesmo mês. O índice é composto por 537 empresas listadas nos Estados Unidos, com valor de mercado agregado de aproximadamente 51,3 trilhões de dólares, e funciona como referência para fundos passivos que replicam sua carteira, como ETFs e fundos de índice.
O setor de construção civil iniciou 2025 com um cenário positivo de demanda e aumento no potencial de consumo, mas já começa a mostrar sinais de que pode enfrentar uma acomodação nos próximos meses. De acordo com o indicador de potencial de consumo da IPC-Maps, a categoria de aquisição de imóveis e materiais de construção deve registrar o maior crescimento entre as 22 pesquisadas, com avanço projetado de 12,5 por cento em relação a 2024. Esse resultado é impulsionado por um ambiente de emprego mais estável, que eleva a confiança do consumidor para assumir dívidas de longo prazo. No entanto, apesar do otimismo inicial, a trajetória futura dependerá de fatores como custo de financiamento, capacidade de oferta e ajustes em políticas habitacionais.
🔵 RENDA FIXA:
No último pregão, os juros futuros registraram queda ao longo de toda a curva, refletindo a revisão baixista das expectativas de inflação no relatório Focus e a percepção de melhora do cenário inflacionário. As taxas do DI para janeiro de 2026 recuaram de 14,895 por cento para 14,885 por cento, enquanto os contratos de janeiro de 2027, 2029 e 2031 também fecharam em baixa, em 13,90 por cento, 13,19 por cento e 13,55 por cento, respectivamente. O movimento ocorreu em um dia de baixa volatilidade, sustentado ainda por notícias sobre o cenário eleitoral de 2026, que reduziram o prêmio de risco embutido nos vértices mais longos da curva.
2 871
🔵 MERCADOS:
A semana começa com os investidores refazendo as contas para a nova perspectiva dos juros nos Estados Unidos. Na sexta-feira (22), Jerome Powell, presidente do Federal Reserve (FED), o banco central americano, deu a entender em seu pronunciamento no seminário de Jackson Hole que pode haver um corte de 0,25 ponto percentual nos juros americanos na reunião de setembro do Federal Open Market Committee (Fomc), o Copom dos EUA.
Apesar de os investidores estarem esperando esse corte há várias semanas, as declarações de Powell foram entendidas como uma confirmação dessa percepção. Na sexta-feira (22) o indicador FedWatch da CME mostrava 92 por cento de probabilidade de um corte de 0,25 ponto percentual na reunião de 17 de setembro logo após o discurso de Powell. No fim do dia, porém, a probabilidade recuou levemente para 84,7 por cento.
🔵 AÇÕES:
O mercado acionário brasileiro vive uma fase de protagonismo dos dividendos, com empresas fortalecendo suas políticas de remuneração aos acionistas, tanto no curto quanto no médio prazo.
A semana ilustra bem esse movimento, muitas companhias estão programadas para distribuir proventos relevantes, com a Eletrobras (ELET3) assumindo papel de destaque como a maior pagadora da semana. O reforço no pagamento aos acionistas evidencia a transformação da companhia após a privatização, marcada por maior eficiência, disciplina financeira e foco na geração de valor. Essa nova postura impulsiona a atratividade das ações.
O movimento liderado por André Diniz — que, junto a outros membros da família, alcançou 24,6 por cento das ações ordinárias do GPA (PCAR3) — desencadeia um novo capítulo na governança da varejista. O grupo protocolou pedido de convocação de Assembleia Geral Extraordinária (AGE) para destituir integralmente o atual conselho de administração e realizar nova eleição, sob o argumento de buscar representatividade proporcional ao seu peso acionário e reforço de competências técnicas no board.
🔵 RENDA FIXA:
O último pregão foi marcado por forte queda nos juros futuros no Brasil, em movimento alinhado ao recuo dos rendimentos dos Treasuries nos Estados Unidos, após o discurso de Jerome Powell no Simpósio de Jackson Hole. O presidente do Federal Reserve sinalizou maior abertura para cortes de juros já na reunião de setembro, mencionando enfraquecimento do mercado de trabalho e impacto passageiro das tarifas sobre a inflação. No fechamento, os contratos de Depósito Interfinanceiro (DI) registraram recuos em todos os vértices, com destaque para o DI jan/29, que caiu de 13,425 por cento para 13,28 por cento. Nos EUA, a T-note de dois anos recuou de 3,794 por cento para 3,703 por cento, enquanto a de dez anos passou de 4,330 por cento para 4,260 por cento, refletindo expectativas de flexibilização monetária pelo Fed.
2 871
🔵 MERCADOS:
A sexta-feira (22) começa com todos os olhares do mercado voltados para a estação de esqui de Jackson Hole, no Wyoming, onde ocorre o simpósio promovido pelo Federal Reserve (FED), o banco central americano. A grande expectativa é com o discurso de Jerome Powell, presidente do FED, agendado para as 11 horas (horário de Brasília).
O simpósio anual de Jackson Hole costuma ser uma ocasião em que os banqueiros centrais podem falar de maneira mais aprofundada sobre taxas de juros, inflação e os demais vetores que alteram as expectativas e movimentam os preços dos ativos. Eles também aproveitam a ocasião para discutir temas como expansão monetária, inflação e condições do crédito com mais liberdade.
🔵 AÇÕES:
Os principais bancos brasileiros decidiram interromper temporariamente a concessão de empréstimos consignados para trabalhadores com carteira assinada. A pausa, iniciada em 20 de agosto e prevista para durar até novembro, ocorre para viabilizar a transferência de cerca de 4 milhões de contratos antigos para uma nova plataforma digital operada pelo governo federal, por meio do aplicativo Carteira de Trabalho Digital.
Com essa migração, o modelo tradicional de crédito consignado CLT, que exigia convênio entre empresa e banco, será substituído por um sistema mais aberto. Agora, os trabalhadores poderão autorizar o compartilhamento de dados pelo eSocial e receber propostas de crédito diretamente no app. Mais de 70 instituições financeiras já estão aptas a operar na nova modalidade, que visa ampliar a concorrência, reduzir custos e facilitar a portabilidade.
O 2T25 foi marcado por uma estratégia mais voltada à preservação e elevação das margens do que à expansão agressiva de volumes. No agregado, a margem bruta média de 28 incorporadoras subiu 3,2 pontos percentuais na comparação anual, atingindo 31,7 por cento, enquanto a margem líquida avançou 1,7 ponto, para 11,9 por cento. Esse avanço reflete um cenário de custos de insumos mais controlados e gestão mais seletiva de lançamentos, embora o comportamento tenha variado de forma relevante entre as empresas e segmentos de atuação.
🔵 RENDA FIXA:
No último pregão (20), os juros futuros recuaram em movimento de ajuste após o forte estresse da véspera, em meio à ausência de novos desdobramentos nas tensões entre Brasil e Estados Unidos e à divulgação de pesquisa da Genial/Quaest indicando avaliação mais favorável ao governo. O ambiente permitiu recuperação parcial das perdas, com o DI para janeiro de 2026 estável em 14,905 por cento, enquanto o DI de janeiro de 2027 cedeu de 14,10 por cento para 14,035 por cento, o de janeiro de 2029 recuou de 13,445 por cento para 13,34 por cento e o de janeiro de 2031 caiu de 13,705 por cento para 13,65 por cento.
2 871
🔵 MERCADOS:
A terça-feira (19) foi um dia tenso no mercado financeiro. Segundo um levantamento da consultoria Elos Ayta, no pregão da terça-feira todas as empresas listadas na B3 acumularam perdas de 88,44 bilhões de reais. Para comparar, é quase o valor de mercado da JBS, maior empresa de proteína animal do mundo, atualmente avaliada em 87,92 bilhões de reais.
Quase metade desse prejuízo veio das ações dos bancos. As cinco grandes instituições financeiras – Itaú Unibanco (ITUB4), Bradesco (BBDC4), Santander Brasil (SANB11), Banco do Brasil (BBAS3) e BTG Pactual (BPAC11) – desvalorizaram-se 42 bilhões de reais, mais que o valor de mercado da Caixa Seguridade (CXSE3), que está avaliada em 40,74 bilhões de reais.
🔵 AÇÕES:
As ações dos principais bancos brasileiros registraram forte queda no dia de ontem (19), em meio a um cenário de incerteza jurídica envolvendo a aplicação da chamada Lei Magnitsky, dos Estados Unidos, e a resposta do Supremo Tribunal Federal (STF) brasileiro. O centro da crise está no impasse causado pelas sanções aplicadas pelos EUA ao ministro Alexandre de Moraes e os efeitos práticos que isso pode ter sobre instituições financeiras nacionais, especialmente as que operam em escala internacional.
A Oncoclínicas (ONCO3) está avaliando um aumento de capital que pode envolver a conversão de dívida em ações, em um movimento para reduzir sua alavancagem financeira e melhorar o perfil de endividamento. Após um segundo trimestre fraco, a companhia confirmou que estuda alternativas de capitalização, embora ainda sem decisão formal sobre formato, condições e cronograma. A proposta envolveria oferecer a credores e investidores a oportunidade de subscrever novas ações, com a possibilidade de participação de debenturistas na conversão de dívidas em equity.
🔵 RENDA FIXA:
No último pregão (19), os juros futuros registraram forte alta em toda a curva, com maior pressão nos vértices longos, refletindo o aumento da percepção de risco após decisão do ministro do STF, Flávio Dino, interpretada como suspensão dos efeitos da Lei Magnitsky no Brasil. O movimento foi intensificado por rumores de pesquisa eleitoral favorável ao governo, ampliando a inclinação da curva e levando os DIs de 2029 e 2031 aos maiores níveis do mês. As taxas das NTN-B também avançaram mais de 10 pontos-base, influenciadas pela oferta expressiva no leilão do Tesouro. A reação ganhou força após o governo dos EUA afirmar que nenhum tribunal estrangeiro pode anular suas sanções, elevando o temor de retaliações que poderiam afetar o fluxo de capitais e o câmbio, com riscos de impacto sobre o ciclo de corte de juros do Banco Central.
2 871
🔵 MERCADOS:
Os investidores seguem na expectativa com as declarações de Jerome Powell, presidente do Federal Reserve (FED), o banco central americano, previstas para sexta-feira (22), durante o encontro anual de Jackson Hole. O que está em debate é uma sinalização por parte do FED sobre a trajetória dos juros americanos no segundo semestre.
Há exatamente um ano os Fed Funds estavam no intervalo entre 5,25 por cento e 5,50 por cento ao ano. A desaceleração da inflação levou o FED a reduzir os juros em um ponto percentual ao longo do segundo semestre de 2024. A última alteração ocorreu em 19 de dezembro, quando os juros foram reduzidos para o patamar corrente, entre 4,25 por cento e 4,50 por cento ao ano.
🔵 AÇÕES:
A Petrobras (PETR4) estaria analisando a possibilidade de voltar ao setor de etanol por meio de um investimento estratégico na Raízen (RAIZ4), empresa que atua com destaque na produção de biocombustíveis, açúcar e energia renovável. Essa movimentação, ainda em fase inicial de estudos, indica uma reaproximação da estatal com um segmento que já integrou seu portfólio, mas foi deixado de lado nos últimos anos. A decisão final deve ser tomada até o fim de 2025, e poderá envolver desde a aquisição de uma participação acionária até a compra de ativos específicos da companhia.
A recente renúncia do conselheiro fiscal André Nassar trouxe nova onda de volatilidade às ações do GPA (PCAR3), num momento em que a companhia ainda busca consolidar sua reestruturação operacional. A saída foi acompanhada de uma carta dura, na qual o executivo apontou dificuldades de acesso a dados relevantes e alegadas “inconsistências” nos números da empresa. Embora o GPA tenha negado as acusações e defendido que todas as informações são disponibilizadas de acordo com a lei e as normas de governança, o episódio expôs fragilidades de confiança entre conselho e gestão, justamente quando a companhia tenta recuperar credibilidade no mercado.
🔵 RENDA FIXA:
No último pregão, os juros futuros reduziram o ritmo de queda diante da pressão vinda da alta dos Treasuries, embora ainda encontrem suporte na valorização do real frente ao dólar. A taxa do DI para janeiro de 2029 recuou levemente, de 13,13 por cento para 13,11 por cento, distante da mínima intradiária de 13,06 por cento. Nos Estados Unidos, a T-note de dez anos avançou de 4,29 por cento para 4,33 por cento, contribuindo para a inclinação da curva americana. No câmbio, o dólar comercial caiu 0,35 por cento, cotado a 5,3988 reais, em linha com o movimento global de enfraquecimento da moeda, refletido também na queda de 0,39 por cento do índice DXY.
2 871
🔵 MERCADOS:
Essa é uma daquelas ocasiões em que pode acontecer qualquer coisa, inclusive nada. O principal assunto nos mercados globais nesta sexta-feira (15) tem um grande potencial para se tornar uma não-notícia: a reunião, agendada para as 16h30 (hora de Brasília) entre Donald Trump e Vladimir Putin. O encontro ocorrerá em uma base militar americana no Alasca, que já foi território russo, o que fará Putin se sentir um pouco em casa e deve aliviar um pouco a tensão diplomática do encontro.
🔵 AÇÕES:
O Banco do Brasil (BBAS3) divulgou o resultado do segundo trimestre de 2025, reportando lucro líquido ajustado de 3,78 bilhões de reais. O valor representa queda de 60,2 por cento em relação ao mesmo período de 2024 e recuo de 48,7 por cento frente ao primeiro trimestre deste ano.
O desempenho foi influenciado principalmente pelo aumento das provisões para perdas de crédito, refletidas no custo de crédito, que somou 15,9 bilhões de reais no período. Esse montante representa alta de 103 por cento em relação ao segundo trimestre do ano passado, e de 56,7 por cento em relação ao trimestre anterior.
A Cyrela (CYRE3) apresentou no 2T25 resultados ligeiramente positivos, mesmo diante de uma base de comparação anual mais exigente. A receita líquida atingiu 2,11 bilhões de reais, crescimento de 13 por cento A/A e 8 por cento T/T, sustentada pelo forte desempenho da Vivaz, que registrou alta expressiva nas vendas líquidas (+179 por cento A/A), e pela consistência das operações da marca Cyrela. O avanço nas receitas de MCMV (+68 por cento A/A) e o incremento das receitas do backlog, que chegaram a 9,8 bilhões de reais (+36 por cento A/A), reforçam o dinamismo operacional e a capacidade de execução da companhia. Apesar de ligeiramente abaixo de nossas estimativas, o crescimento foi consistente, ancorado por segmentos complementares que mostraram tração ao longo do trimestre.
🔵 RENDA FIXA:
No último pregão, os juros futuros de longo prazo encerraram em alta, descolando-se do cenário externo e das expectativas para a política monetária do Banco Central, em meio à cautela do mercado com o pacote anunciado pelo governo para mitigar os impactos do “tarifaço” dos EUA sobre exportações brasileiras. As medidas incluem linha de crédito extraordinária de 30 bilhões de reais, aportes de 9,5 bilhões de reais e renúncias fiscais, elevando o prêmio de risco na curva. Enquanto os vencimentos curtos foram favorecidos por perspectivas de cortes de juros no Brasil e no Fed, os vértices intermediários e longos subiram, refletindo preocupações fiscais. Nos EUA, os rendimentos dos Treasuries recuaram após declarações do secretário do Tesouro reforçarem expectativas de corte de 0,5 p.p. na taxa básica pelo Fed no próximo mês.
2 871
🔵 MERCADOS:
A sensação de que parece uma notícia velha é inevitável, mas não há muito a fazer. Os investidores aguardam para esta quinta-feira (14) a divulgação da inflação americana no atacado referente ao mês de julho, que podem fornecer mais argumentos para quem espera uma redução sustentada dos juros americanos ao longo do segundo semestre de 2025.
Na terça-feira (12) houve uma forte valorização nas ações americanas devido a indicadores de inflação de varejo que foram interpretados pelos investidores como uma prova de desaceleração dos preços.
🔵 AÇÕES:
Nesta quinta-feira (13), a Porto Seguro (PSSA3) apresentou resultados acima das expectativas do mercado no segundo trimestre de 2025, registrando lucro líquido recorrente de 878 milhões de reais, um avanço de 50,4 por cento em relação ao mesmo período do ano anterior.
A companhia atua por meio de quatro divisões de negócios. O segmento de seguros segue como principal fonte de receita, respondendo por 54 por cento do faturamento total. A divisão de saúde representou 20 por cento, o Porto Bank contribuiu com 18 por cento e os 7 por cento restantes vieram de serviços e outras operações.
A Allos (ALOS3) apresentou um 2T25 sólido, com números amplamente em linha com nossas estimativas e sustentados por desempenho operacional consistente. As vendas dos lojistas avançaram 9 por cento na comparação anual, com destaque para a recuperação de categorias estratégicas como vestuário (+9,1 por cento) e alimentação (+9 por cento).
As vendas mesmas lojas (SSS) cresceram 7 por cento A/A, enquanto as vendas mesmas áreas (SAS) superaram esse ritmo, atingindo 7,9 por cento, reflexo do bom desempenho de novos lojistas e de uma gestão assertiva do mix de produtos e marcas. A taxa de ocupação se manteve elevada em 96,4 por cento, com variação positiva de 10 bps frente ao 2T24, mesmo com uma leve retração de 40 bps em relação ao trimestre anterior por fatores sazonais. Esses indicadores reforçam a capacidade da companhia em preservar e expandir receita de forma sustentável.
🔵 RENDA FIXA:
No último pregão, os juros futuros de longo prazo encerraram em alta, descolando-se do cenário externo e das expectativas para a política monetária do Banco Central, em meio à cautela do mercado com o pacote anunciado pelo governo para mitigar os impactos do “tarifaço” dos EUA sobre exportações brasileiras. As medidas incluem linha de crédito extraordinária de 30 bilhões de reais, aportes de 9,5 bilhões de reais e renúncias fiscais, elevando o prêmio de risco na curva. Enquanto os vencimentos curtos foram favorecidos por perspectivas de cortes de juros no Brasil e no Fed, os vértices intermediários e longos subiram, refletindo preocupações fiscais. Nos EUA, os rendimentos dos Treasuries recuaram após declarações do secretário do Tesouro reforçarem expectativas de corte de 0,5 p.p. na taxa básica pelo Fed no próximo mês.
2 871
🔵 MERCADOS:
Esta terça-feira (12) é dia de inflação. No Brasil, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) deve divulgar o índice IPCA referente a julho. A mediana das estimativas dos investidores é de estabilidade em um patamar elevado. A expectativa é de uma variação de 0,37 por cento, acima dos 0,24 por cento de junho. No acumulado em 12 meses até julho, a projeção é de uma variação de 5,34 por cento, em linha com os 5,35 por cento acumulados nos 12 meses até junho. Se confirmada, essa variação significa uma inflação 0,84 ponto percentual acima do teto da meta, que é de 4,50 por cento.
🔵 AÇÕES:
A Sabesp (SBSP3), maior empresa de saneamento básico do país, divulgou na noite da segunda-feira (11) os resultados do 2T25. Os dados apontam crescimento tanto na geração de receita quanto na lucratividade, em um momento de consolidação do modelo de negócios adotado após a privatização realizada em julho de 2024.
No período encerrado em junho, a receita líquida de serviços de saneamento somou 5,6 bilhões de reais, representando uma variação positiva de 2,9 por cento em relação ao mesmo trimestre de 2024. Esse desempenho foi influenciado por reajustes tarifários definidos no ciclo de 2024, pelo fim de descontos a grandes clientes, pelo aumento do volume faturado com maior consumo e por 1,5 por cento de novas ligações.
🔵 RENDA FIXA:
No último pregão, os juros futuros encerraram em queda, com destaque para os vértices intermediários e longos da curva, que retornaram aos níveis anteriores ao anúncio da tarifa de 50 por cento dos EUA sobre produtos brasileiros. O movimento refletiu maior exposição à renda fixa antes da divulgação do IPCA no Brasil e do CPI nos EUA. As taxas do DI para jan/26, jan/27, jan/29 e jan/31 recuaram, assim como os juros reais das NTN-B, em meio à valorização do real e à expectativa de cortes na Selic entre 12,50 por cento e 13 por cento no fim de 2026. Apesar do cenário externo favorável e da aposta em flexibilização monetária, o Banco Central mantém discurso conservador, sinalizando juros elevados por período prolongado, o que leva parte do mercado a postergar para 2026 o início do ciclo de cortes.
2 871
🔵 MERCADOS:
A semana começa com poucos indicadores econômicos, mas com várias expectativas. Na terça-feira (12) será divulgado o Consumer Price Index (CPI), inflação no varejo nos Estados Unidos. A expectativa dos investidores é com o comportamento dos preços. Há alguns dias o índice de empregos não agrícolas (“non farm payroll”) mostrou um desaquecimento inesperado do mercado de trabalho no mês de julho, o que pode ser consequência de desaceleração econômica devido à implantação de tarifas pelo governo americano. Agora, o que os profissionais do mercado querem saber é se a inflação também vai ficar abaixo do esperado. Se isso se confirmar, deverá reforçar a expectativa de corte de juros pelo Federal Reserve (FED), o banco central americano, na reunião agendada para setembro.
🔵 RELATÓRIO FOCUS:
Publicada na manhã desta segunda-feira, a edição mais recente do Relatório Focus mostra nova queda nas expectativas de inflação para este ano e para 2026. A projeção de inflação para 2025 recuou para 5,05 por cento ante 5,07 por cento na semana anterior. Há quatro semanas a estimativa era 5,17 por cento. Já a projeção para 2026 recuou para 4,41 por cento ante 4,43 por cento da semana anterior, tendo estado em 4,50 por cento há quatro semanas. A estimativa para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) segue recuando marginalmente semana após semana e caiu para 2,21 por cento em 2025 ante os 2,23 por cento da semana anterior. A projeção para 2026 recuou para 1,87 por cento ante 1,88 por cento na edição anterior.
🔵 AÇÕES:
A Braskem (BRKM5), é líder do setor petroquímico no Brasil, passa por um período de elevada pressão sobre sua estrutura de capital, com alavancagem relevante e queima de caixa relevante nos últimos trimestres. No segundo trimestre de 2025, a dívida líquida ajustada em relação ao EBITDA recorrente chegou a aproximadamente 10,6 vezes, e a companhia consumiu em torno de 1,4 bilhão de reais de caixa.
Nesse ambiente desafiador, a empresa analisa incluir o Polo Petroquímico de São Paulo nas conversas com a Unipar, ampliando sua estratégia de desinvestimentos para reforçar o balanço e gerar liquidez de curto a médio prazo.
A M. Dias Branco (MDIA3) apresentou no 2T25 resultados levemente acima das estimativas, com desempenho operacional e financeiro positivo. A receita líquida ficou cerca de 4 por cento acima do esperado, impulsionada por preços médios mais altos e uma combinação de produtos mais favoráveis. Esse avanço sinaliza que a companhia está conseguindo endereçar as preocupações levantadas em 2024 sobre a estratégia de preços, ajustando sua política comercial para capturar valor sem perder competitividade. A margem bruta também superou levemente as projeções, apoiada por subvenções acima do previsto (5,1 por cento da receita, contra 4,0 por cento estimados), o que contribuiu para um resultado mais robusto.
🔵 RENDA FIXA:
Os juros futuros encerraram a última sessão com leve alta, refletindo um ambiente de cautela dos investidores diante do noticiário político doméstico e da expectativa para dados de inflação e atividade econômica ao longo da semana. Na ponta curta da curva, as taxas avançaram de forma moderada, acompanhando ajustes técnicos e a busca por proteção antes da divulgação do IPCA de julho. Já nos vértices intermediários e longos, o movimento também foi de alta, mas limitado pela perspectiva de continuidade do ciclo de cortes da Selic, ainda que em ritmo mais contido.
O cenário externo contribuiu para um viés misto, com os Treasuries operando próximos à estabilidade e o dólar enfraquecendo globalmente, enquanto o mercado monitora declarações de autoridades monetárias e dados macroeconômicos internacionais. A liquidez permaneceu moderada, típica de períodos de espera por eventos relevantes, reforçando a postura defensiva dos agentes no mercado doméstico.
2 871
🔵 MERCADOS:
A primeira semana em que as tarifas comerciais impostas pelos Estados Unidos para cerca de 90 países (Brasil inclusive) está terminando de maneira inesperadamente serena nos mercados em geral. Os investidores dos países mais relevantes, como Estados Unidos, Europa, Japão e China não têm vendido ações maciçamente como era de se esperar. Também não correram para ativos tradicionalmente usados para proteção contra turbulência, como o ouro. Ao contrário, os mercados encerram a semana com uma trajetória bastante sossegada.
Os números mostram isso. O MSCI All Country World Index, que mede o desempenho de mais de 2.500 ações de mercados desenvolvidos e emergentes, subiu cerca de 1,8 por cento desde 1º de agosto, segundo dados da LSEG. O CSI 300 da China e o índice Nikkei 225, com 225 ações, do Japão, também subiram mais de 1 por cento e 2,5 por cento respectivamente nesse período.
🔵 AÇÕES:
A Petrobras (PETR4) divulgou, na quinta-feira (7), os resultados do segundo trimestre de 2025, revertendo o prejuízo registrado no mesmo período de 2024 e apresentando um lucro líquido de 26,6 bilhões de reais.
O desempenho foi impulsionado principalmente pelo crescimento da produção, mesmo diante de um cenário de queda nos preços do petróleo e valorização do real frente ao dólar. Apesar da reversão do prejuízo frente ao mesmo período do ano anterior, os números vieram abaixo do esperado pelo consenso do mercado.
A Lojas Renner (LREN3) apresentou um 2T25 consistente, com crescimento robusto nas vendas, reforço das margens e geração sólida de caixa, consolidando-se como um dos principais cases de execução no varejo brasileiro. A receita líquida consolidada avançou 18,5 por cento na comparação anual, com destaque para o desempenho de vestuário, cujo SSS atingiu 18,6 por cento, superando os concorrentes diretos (C&A e Riachuelo). O resultado foi impulsionado por coleções assertivas, preços ajustados e um mix mais favorável de produtos de inverno, além de efeitos de base de comparação mais fácil, especialmente no Sul do país. A Realize, braço financeiro da companhia, também contribuiu com crescimento de 18 por cento nas vendas, mantendo a carteira ajustada estável e preservando qualidade de crédito.
🔵 RENDA FIXA:
No mercado de renda fixa, os juros futuros encerraram a sessão em forte queda, refletindo a combinação de expectativas sobre a política monetária no Brasil e nos Estados Unidos. No cenário doméstico, a desaceleração de indicadores de preços e a leitura de que o Banco Central poderá manter uma postura acomodatícia sustentaram o movimento.
No cenário internacional, a percepção de que o Federal Reserve seguirá cortando juros reforçou o apetite por ativos de maior risco, contribuindo para a queda das taxas. As maiores baixas se concentraram nos vértices intermediários e longos da curva, com o DI para jan/27 recuando de 10,64 por cento para 10,47 por cento e o DI para jan/31 passando de 11,08 por cento para 10,87 por cento, sinalizando um alívio expressivo nas expectativas de custo de financiamento de longo prazo.
2 871
🔵 MERCADOS:
O movimento dos ativos financeiros na quarta-feira (06) mostrou uma atitude desassombrada dos investidores com relação à entrada em vigor das tarifas comerciais de 50 por cento impostas pelos Estados Unidos a diversos produtos brasileiros. A medida atingiu diversos setores como café, carnes e açúcar, mas cerca de 700 itens foram excluídos da cobrança.
O Ibovespa subiu cerca de 1 por cento no pregão da quarta feira (6), encerrando próximo de 134.600 pontos. Foi o terceiro dia consecutivo de valorização. Os ganhos foram atribuídos à continuidade da temporada de resultados e à sinalização de que o Brasil não iria retaliar imediatamente à imposição americana.
🔵 AÇÕES:
Na noite de ontem (6) a Suzano (SUZB3) divulgou seus resultados do segundo trimestre de 2025 com números sólidos que demonstram recuperação operacional e financeira. A companhia reportou crescimento no volume de vendas e deu início a uma trajetória de queda no custo caixa de celulose.
As vendas de celulose somaram 3,3 milhões de toneladas, um avanço de 28 por cento em relação ao mesmo período do ano anterior, impulsionadas principalmente pelo ramp-up da nova planta em Ribas do Rio Pardo.
A Hypera (HYPE3) entregou um segundo trimestre de 2025 com resultados resilientes, superando as expectativas operacionais mesmo diante de uma leve retração de receita. O lucro líquido das operações continuadas foi de 426 milhões de reais, representando uma queda de 13,4 por cento na comparação anual, mas vindo levemente acima das nossas estimativas, de 388 milhões de reais. O Ebitda, por sua vez, alcançou 725 milhões de reais — leve recuo de 4 por cento frente ao 2T24, mas também superando a expectativa de 702 milhões de reais. Esses números demonstram a capacidade da companhia de preservar sua rentabilidade, mesmo em um ambiente de ajuste estratégico no capital de giro e com menor volume institucional.
🔵 RENDA FIXA:
O mercado de juros futuros encerrou o dia com leve queda nas taxas, em um movimento guiado principalmente pelo cenário externo. As declarações recentes de dirigentes do Federal Reserve reforçaram a percepção de que a autoridade monetária dos EUA poderá iniciar o ciclo de cortes de juros já em setembro, o que contribuiu para reduzir os prêmios de risco embutidos na curva brasileira.
As taxas dos contratos de DI com vencimentos intermediários e longos recuaram entre 3 e 6 pontos-base. O movimento foi mais contido na ponta curta, que segue ancorada pela manutenção da taxa Selic no patamar atual e pela sinalização do Banco Central de que será necessário mais tempo para alcançar a convergência da inflação às metas.
2 871
🔵 MERCADOS:
O Banco Central (BC) divulgou na manhã desta terça-feira (5) a Ata da reunião de número 272 do Comitê de Política Monetária (Copom). Em um texto mais curto do que a Ata da reunião anterior, os membros do Comitê divulgaram uma avaliação pessimista das perspectivas para a economia, com atenção especial ao impacto das tarifas comerciais dos Estados Unidos.
“O cenário externo está mais adverso e incerto”, informa o texto. “A elevação por parte dos Estados Unidos das tarifas comerciais para o Brasil tem impactos setoriais relevantes e impactos agregados ainda incertos a depender de como se encaminharão os próximos passos da negociação e a percepção de risco inerente ao processo.”
Como não poderia deixar de ser, isso afeta as expectativas. “A avaliação predominante no Comitê é de que há maior incerteza no cenário externo e, consequentemente, o Copom deve preservar uma postura de cautela”, informa a Ata.
🔵 AÇÕES:
Na segunda-feira (04), a Brava Energia (BRAV3) divulgou seu relatório de produção referente ao mês de julho. A companhia registrou uma produção média diária de 90,9 mil barris, o que representa um crescimento de 3,9 por cento em relação ao mês anterior.
O principal destaque do período foi o campo de Atlanta, que alcançou produção média de 29,6 mil barris por dia, com aumento de 5,7 por cento na comparação mensal. Desde o início das operações do FPSO Atlanta, em dezembro de 2024, a unidade tem demonstrado desempenho operacional consistente, contribuindo de forma significativa para os resultados da companhia.
O Mercado Livre (MELI34) reportou seus resultados do 2T25 em um contexto de forte competição no e-commerce e ajustes táticos importantes em sua operação no Brasil. O lucro líquido consolidado foi de 523 milhões de dólares, queda de 1,5 por cento na comparação anual, com margem líquida de 7,7 por cento (-2,8 p.p. a/a), ficando 15,6 por cento abaixo do consenso de mercado, que projetava 619 milhões de dólares. A reação negativa do mercado no after market (-5 por cento) reflete principalmente esse desvio em relação às expectativas, embora a leitura isolada dos números não capture a estratégia por trás da decisão de pressionar margens de forma deliberada para acelerar o crescimento.
🔵 RENDA FIXA:
As taxas de juros dos Treasuries registraram movimentos mistos, com os rendimentos das T-notes de 10 anos caindo para 4,22 por cento, e de 2 anos mantendo-se para 3,69 por cento ao ano.
No mercado de derivativos da CME, as projeções indicam uma probabilidade de 6,3 por cento para um corte de 25 pontos-base nos juros americanos até o final do ano, enquanto a chance de uma redução de 50 pontos-base é de 36,8 por cento. Além disso, o mercado precifica uma probabilidade de 56,7 por cento para uma redução de 75 pontos-base até o final de 2025, e de 0,3 por cento para a manutenção da taxa na faixa de 4,25 por cento-4,50 por cento.
2 871
🔵 MERCADOS:
Atribui-se ao deputado conservador inglês Iain Macleod (1913-1970) o termo “estagflação”, uma mistura de estagnação econômica e inflação. Uma situação econômica adversa em que ocorrem, simultaneamente, uma desaceleração da atividade econômica e um aumento da inflação.
Esse cenário é desafiador para os formuladores de políticas econômica e monetária. Em geral, uma desaceleração do crescimento baixa os preços, e é possível estimular a economia com maiores gastos públicos e redução dos juros. Já um aumento da inflação normalmente ocorre quando a economia está aquecida demais, e as soluções são clássicas: elevar juros e apertar os parafusos do crédito.
🔵 AÇÕES:
As ações do Banco do Brasil (BBAS3) encerraram a sexta-feira (01) em queda expressiva, refletindo a reação negativa do mercado à divulgação dos dados referentes ao mês de maio, reportados no dia 1º de agosto no sistema do Banco Central. O destaque negativo foi o lucro líquido do mês, que somou apenas 516 milhões de reais, um patamar considerado fraco e bem abaixo do histórico recente da instituição. O resultado reforçou a percepção de deterioração da rentabilidade.
O dado divulgado amplia a preocupação sobre o desempenho do segundo trimestre como um todo. Vale lembrar que, no mesmo período do ano anterior, o banco reportou lucro líquido recorrente em torno de 8,5 bilhões de reais. Para este ano, as expectativas do mercado já haviam sido significativamente reduzidas para a casa dos 5,1 bilhões de reais, mas mesmo esse patamar passou a ser considerado otimista após a divulgação dos números de maio.
A relação dos jovens com o álcool está mudando de forma dramática, invertendo um antigo rito de passagem. Durante décadas, beber era visto como símbolo de liberdade e entrada na vida adulta, algo que a geração Z já não abraça da mesma maneira. No Brasil, essa tendência fica clara em pesquisas: quase metade dos brasileiros de 18 a 24 anos não consome bebidas alcoólicas, e apenas 2 em cada 10 bebem no máximo uma vez por mês. Em outras palavras, grande parte dos zoomers opta pela sobriedade, forçando a indústria de bebidas a repensar estratégias e produtos para uma geração que valoriza moderação e saúde.
🔵 RENDA FIXA:
As taxas de juros dos Treasuries registraram movimentos de baixa, com os rendimentos das T-notes de 10 anos caindo para 4,23 por cento, e de 2 anos caindo para 3,69 por cento ao ano.
No mercado de derivativos da CME, as projeções indicam uma probabilidade de 7,7 por cento para um corte de 25 pontos-base nos juros americanos até o final do ano, enquanto a chance de uma redução de 50 pontos-base é de 39,0 por cento. Além disso, o mercado precifica uma probabilidade de 52,8 por cento para uma redução de 75 pontos-base até o final de 2025, e de 0,5 por cento para a manutenção da taxa na faixa de 4,25 por cento-4,50 por cento.
2 871
🔵 MERCADOS:
Agosto chegou, e com ele uma mudança drástica no cenário da guerra comercial deflagrada por Donald Trump no dia 2 de abril. Na noite da quinta-feira (31), a Casa Branca divulgou tarifas “definitivas” (com Trump as aspas sempre são necessárias) instituindo novas tarifas “recíprocas” sobre importações de cerca de 69 países e territórios, com vigência a partir de 7 de agosto de 2025.
O dia começou com aversão ao risco e realocação de portfólios. Analistas acompanham os desdobramentos políticos nos Estados Unidos e esperam declarações do atual governo. A possibilidade de medidas compensatórias por parte da Casa Branca pode atenuar os efeitos no curto prazo, mas o impacto estrutural das tarifas segue no centro das preocupações dos mercados.
🔵 AÇÕES:
A Irani Embalagem (RANI3) apresentou um desempenho financeiro sólido no 2T25, reforçando sua posição entre as principais empresas do setor de papel e embalagens sustentáveis no Brasil. A companhia reportou um lucro líquido de 112,1 milhões de reais, o que representa um crescimento de 84,3 por cento em relação ao trimestre anterior e um avanço expressivo de 168,5 por cento na comparação com o mesmo período de 2024.
Parte desse lucro foi impulsionada por um crédito tributário extraordinário relacionado à recuperação de IPI, no valor de 18,4 milhões de reais. Ainda assim, mesmo desconsiderando este efeito pontual, os números refletem uma operação fortalecida e com margens mais robustas.
A Ambev (ABEV3) reportou resultados mistos no 2T25, com avanço do EBITDA e expansão de margens, mas desempenho de receita e volumes aquém das expectativas. O EBITDA ajustado somou 6,2 bilhões de reais no trimestre, alta de 7,1 por cento na comparação anual, em linha com as estimativas. A margem EBITDA subiu 2,0 p.p. a/a e atingiu 30,8 por cento, superando em 140bps as nossas projeções. Esse ganho veio principalmente da diluição nas despesas com vendas, gerais e administrativas, o que revela disciplina de custos. No entanto, a receita líquida cresceu apenas 3 por cento a/a, totalizando 20,1 bilhões de reais, 4 por cento abaixo do esperado, reflexo direto da queda de 5 por cento nos volumes consolidados.
🔵 RENDA FIXA:
As taxas de juros dos Treasuries registraram movimentos mistos, com os rendimentos das T-notes de 10 anos subindo para 4,42 por cento, e de 2 anos mantendo-se em 3,91 por cento ao ano.
No mercado de derivativos da CME, as projeções indicam uma probabilidade de 30,8 por cento para um corte de 25 pontos-base nos juros americanos até o final do ano, enquanto a chance de uma redução de 50 pontos-base é de 42,3 por cento. Além disso, o mercado precifica uma probabilidade de 19,0 por cento para uma redução de 75 pontos-base até o final de 2025, de 0,6 por cento para uma queda de 100 pontos-base, e de 7,3 por cento para a manutenção da taxa na faixa de 4,25 por cento-4,50 por cento.
2 871
🔵 MERCADOS:
Confirmando expectativas, o Comitê de Política Monetária (Copom) manteve a taxa Selic em 15,00 por cento por decisão unânime. O Comunicado confirmou as expectativas e manteve a perspectiva de estabilidade das taxas por bastante tempo, sem descartar a hipótese de uma elevação da Selic se houver uma deterioração no cenário para a inflação.
No parágrafo prospectivo, também em linha com as expectativas do mercado, o Comitê antecipou uma estabilidade na reunião de setembro. No Comunicado, os membros do Copom adotaram uma assimetria altista na perspectiva para os juros, sinalizando que não vão hesitar em voltar a elevar a Selic se a inflação seguir acima da meta.
O texto mostra que o Copom buscou afastar cenários que precificam cortes precoces da Selic. A intenção é clara: se os investidores esperassem uma redução dos juros para breve, isso reduziria a eficácia da política monetária
🔵 AÇÕES:
Na manhã desta quarta-feira, 30 de julho, o Santander Brasil (SANB11) divulgou seus resultados referentes ao segundo trimestre de 2025, apresentando um desempenho sólido, embora abaixo das expectativas do mercado. A receita total somou 20,6 bilhões de reais, representando um avanço de 3,3 por cento em comparação ao mesmo período do ano anterior.
Apesar do crescimento da receita, o resultado foi impactado negativamente pela margem com o mercado, que apresentou saldo negativo de 730 milhões de reais, revertendo os números positivos registrados no trimestre anterior.
Sólido desempenho no pós-pago impulsiona margens e lucro da TIM Brasil (TIMS3) no 2T25
A TIM Brasil (TIMS3) reportou seus resultados referentes ao 2T25, que foi marcado por crescimento sólido de receita e rentabilidade, mesmo diante de desafios pontuais em linhas específicas. A Receita Líquida Total cresceu 4,7 por cento A/A, totalizando 6,6 bilhões de reais, com destaque para a Receita de Serviços, que subiu 5,1 por cento A/A, impulsionada pelo forte desempenho da vertical móvel, especialmente do segmento pós-pago. A estratégia da companhia segue pautada na migração da base para planos de maior valor e na disciplina comercial, o que se reflete na expansão da receita e no ARPU móvel recorde de 32,7 reais (+4,8 por cento A/A). Por outro lado, o segmento pré-pago e os serviços fixos continuam pressionados, com queda de 10,6 por cento e 2,8 por cento nas receitas, respectivamente.
🔵 RENDA FIXA:
As taxas de juros dos Treasuries registraram movimentos mistos, com os rendimentos das T-notes de 10 anos subindo para 4,42 por cento, e de 2 anos mantendo-se em 3,91 por cento ao ano.
No mercado de derivativos da CME, as projeções indicam uma probabilidade de 30,8 por cento para um corte de 25 pontos-base nos juros americanos até o final do ano, enquanto a chance de uma redução de 50 pontos-base é de 42,3 por cento. Além disso, o mercado precifica uma probabilidade de 19,0 por cento para uma redução de 75 pontos-base até o final de 2025, de 0,6 por cento para uma queda de 100 pontos-base, e de 7,3 por cento para a manutenção da taxa na faixa de 4,25 por cento-4,50 por cento.
2 871
🔵 MERCADOS:
Nesta terça-feira (29) começam as reuniões do Comitê de Política Monetária (Copom) e do seu correspondente americano, o Federal Open Market Committee (Fomc). Os investidores esperam poucas surpresas. Por aqui, as opções de Copom negociadas na B3 indicam 96,2 por cento de probabilidade de manutenção das taxas nos 15 por cento atuais. Nos Estados Unidos, a quase unanimidade dos analistas também espera a estabilidade dos juros na taxa atual entre 4,25 por cento e 4,50 por cento ao ano.
🔵 AÇÕES:
O anúncio do acordo comercial entre Estados Unidos e União Europeia, firmado em 27 de julho de 2025, trouxe um novo impulso aos mercados globais, ao reduzir tensões e incertezas que vinham pressionando ativos de risco nas últimas semanas. Com o acerto de uma tarifa média de 15 por cento sobre produtos europeus que seriam potencialmente taxados em até 30 por cento, o pacto representou não apenas uma solução diplomática para evitar uma guerra comercial entre duas das maiores economias globais, mas também um importante sinal de estabilidade para os fluxos internacionais de comércio e investimentos.
A Telefônica Brasil (VIVT3) entregou mais um trimestre sólido no 2T25. A receita líquida consolidada cresceu 7,1 por cento em relação ao mesmo período do ano anterior, totalizando 14,6 bilhões de reais, levemente acima das nossas estimativas. Esse desempenho foi sustentado pelo crescimento contínuo dos serviços móveis pós-pagos e pela forte expansão da base de fibra óptica (FTTH), aliados ao bom momento da vertical B2B digital. Mais do que crescimento nominal, o destaque segue sendo a qualidade da receita, com melhora no mix e indicadores de fidelização em patamares historicamente baixos de cancelamento.
🔵 RENDA FIXA:
As taxas de juros dos Treasuries registraram movimentos mistos, com os rendimentos das T-notes de 10 anos subindo para 4,42 por cento, e de 2 anos mantendo-se em 3,91 por cento ao ano.
No mercado de derivativos da CME, as projeções indicam uma probabilidade de 30,8 por cento para um corte de 25 pontos-base nos juros americanos até o final do ano, enquanto a chance de uma redução de 50 pontos-base é de 42,3 por cento. Além disso, o mercado precifica uma probabilidade de 19,0 por cento para uma redução de 75 pontos-base até o final de 2025, de 0,6 por cento para uma queda de 100 pontos-base, e de 7,3 por cento para a manutenção da taxa na faixa de 4,25 por cento-4,50 por cento.
2 871
🔵 MERCADOS:
O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulga na manhã desta quinta-feira (25) o resultado do IPCA-15 de julho de 2025. A mediana das projeções coletadas pelo mercado aponta alta mensal de 0,30 por cento, após a variação de 0,26 por cento registrada em junho. Para o acumulado em 12 meses, a expectativa é de leve recuo para 5,26 por cento, ante 5,30 por cento até junho.
🔵 AÇÕES:
O iFood, que atua no setor de delivery é player relevante na América Latina, está em conversas para adquirir a Alelo, uma das principais empresas de benefícios corporativos. Avaliada em cerca de 5 bilhões de reais, a negociação pode marcar uma das movimentações mais relevantes do ano no mercado brasileiro de tecnologia e serviços financeiros.
A Alelo atua nos segmentos de vale-refeição, vale-alimentação, combustível e cultura, atendendo milhões de trabalhadores por meio de empresas de diversos portes. A companhia é controlada pela Elo Participações, uma joint venture entre Banco do Brasil (BBAS3) e Bradesco (BBDC4), dois dos cinco maiores bancos do país.
A Multiplan (MULT3) apresentou um desempenho operacional sólido no 2T25, refletido no crescimento expressivo das principais linhas de receita. A receita líquida atingiu 694 milhões de reais, com crescimento robusto de 28,6 por cento em relação ao 2T24, impulsionada pelo avanço consistente das receitas de locação, estacionamento, serviços e, principalmente, pela forte performance nas vendas de imóveis. Esses resultados reforçam a resiliência do portfólio de shoppings da companhia, mesmo diante de um cenário macroeconômico desafiador, com juros ainda elevados.
🔵 RENDA FIXA:
As taxas de juros dos Treasuries registraram alta, com os rendimentos das T-notes de 10 anos subindo para 4,40 por cento, e de 2 anos subindo para 3,88 por cento ao ano.
No mercado de derivativos da CME, as projeções indicam uma probabilidade de 29,8 por cento para um corte de 25 pontos-base nos juros americanos até o final do ano, enquanto a chance de uma redução de 50 pontos-base é de 42,8 por cento. Além disso, o mercado precifica uma probabilidade de 20,1 por cento para uma redução de 75 pontos-base até o final de 2025, de 0,5 por cento para uma queda de 100 pontos-base, e de 6,8 por cento para a manutenção da taxa na faixa de 4,25 por cento-4,50 por cento.
2 871
🔵 MERCADOS:
A quinta-feira (24) começa com um sentimento de incerteza no mercado global. Os investidores estão atentos para uma possível assinatura de um acordo comercial entre Estados Unidos e União Europeia (UE) e para a disputa entre Donald Trump e Jerome Powell, presidente do Federal Reserve (FED), o banco central americano.
Na frente política, a Casa Branca anunciou que o presidente Donald Trump visitará a sede do FED nesta quinta-feira, intensificando sua campanha de pressão contra Jerome Powell. Será a primeira visita oficial de um presidente americano ao FED em quase duas décadas.
🔵 AÇÕES:
A Vale (VALE3) divulgou seus resultados operacionais do segundo trimestre de 2025, mostrando um desempenho misto, com avanços na produção em algumas frentes e retrações em outras. A produção de minério de ferro, principal ativo da companhia, totalizou 83,6 milhões de toneladas, representando um aumento de 3,7 por cento em relação ao mesmo período de 2024.
Esse crescimento foi impulsionado principalmente pelo recorde histórico de produção no projeto S11D, no Sistema Norte, e pela operação consistente em Brucutu. Já as vendas de minério apresentaram queda de 3,1 por cento na comparação anual, atingindo 77,3 milhões de toneladas, o que reflete uma estratégia da companhia voltada à otimização do portfólio e ao acúmulo de estoques.
A WEG (WEGE3) reportou resultados abaixo das expectativas do mercado. Como uma companhia que tradicionalmente negocia a múltiplos elevados e concentra altas expectativas por parte dos investidores, a frustração com os números divulgados provocou uma forte queda das ações no pregão de ontem.
O principal ponto de decepção foi o crescimento orgânico abaixo do esperado, com desaceleração das vendas tanto no mercado doméstico quanto no internacional. Além disso, as sinalizações mais cautelosas em relação à demanda por produtos de ciclo longo contribuíram para aumentar o nível de preocupação dos investidores.
🔵 RENDA FIXA:
As taxas de juros dos Treasuries registraram alta, com os rendimentos das T-notes de 10 anos subindo para 4,40 por cento, e de 2 anos subindo para 3,88 por cento ao ano.
No mercado de derivativos da CME, as projeções indicam uma probabilidade de 29,8 por cento para um corte de 25 pontos-base nos juros americanos até o final do ano, enquanto a chance de uma redução de 50 pontos-base é de 42,8 por cento. Além disso, o mercado precifica uma probabilidade de 20,1 por cento para uma redução de 75 pontos-base até o final de 2025, de 0,5 por cento para uma queda de 100 pontos-base, e de 6,8 por cento para a manutenção da taxa na faixa de 4,25 por cento-4,50 por cento.
2 871
🔵 MERCADOS:
O presidente Donald Trump anunciou na noite da terça-feira (22) um acordo comercial entre Estados Unidos e Japão que estabelece tarifas recíprocas de 15 por cento sobre produtos japoneses importados pelos Estados Unidos. A alíquota é menor do que os 25 por cento propostos anteriormente. O tratado inclui ainda o compromisso de o Japão criar um fundo de 550 bilhões de dólares, que serão obrigatoriamente investidos na economia americana.
A notícia provocou fortes altas nas ações de montadoras japonesas, as maiores beneficiadas da medida. Os Estados Unidos tiveram um déficit comercial de 69,4 bilhões de dólares com o Japão em 2024, principalmente pelas exportações de veículos e autopeças japonesas para os EUA.
🔵 AÇÕES:
A Totvs (TOTS3) anunciou a aquisição da Linx, uma das líderes em soluções de ERP para o varejo, por 3,05 bilhões de reais, fechando o ciclo de uma disputa que remonta a 2020, quando a Stone (STOC34) havia adquirido a Linx por 6,7 bilhões de reais. A venda pela Stone representa uma desvalorização significativa do ativo, mais de 50 por cento abaixo do valor pago anteriormente. Esse movimento ocorre após a Stone não conseguir alcançar as sinergias previstas com a Linx, e reflete sua estratégia de simplificação de portfólio e foco nas operações principais.
Na noite da terça-feira (22) a Neoenergia divulgou seus resultados referentes ao 2T25. Os números reforçam nossa visão atual da companhia, que segue, gradualmente, aprimorando sua eficiência operacional. Os resultados foram positivos, com avanços nos indicadores de qualidade das redes e maior rigor no controle de custos e despesas, refletindo em um ganho de lucratividade.
A energia injetada na rede registrou crescimento de 2,3 por cento a/a. Desconsiderando o volume oriundo da geração distribuída (GD), observa-se uma leve retração de 0,9 por cento. A energia distribuída, incluindo a geração distribuída (GD), cresceu 1,5 por cento a/a. Desconsiderando a energia compensada via GD, observa-se uma retração de 1 por cento, refletindo o impacto da menor demanda no mercado cativo tradicional.
🔵 RENDA FIXA:
As taxas de juros dos Treasuries registraram baixa, com os rendimentos das T-notes de 10 anos caindo para 4,35 por cento, e de 2 anos caindo para 3,83 por cento ao ano.
No mercado de derivativos da CME, as projeções indicam uma probabilidade de 27,8 por cento para um corte de 25 pontos-base nos juros americanos até o final do ano, enquanto a chance de uma redução de 50 pontos-base é de 43,4 por cento. Além disso, o mercado precifica uma probabilidade de 22,3 por cento para uma redução de 75 pontos-base até o final de 2025, de 1,0 por cento para uma queda de 100 pontos-base, e de 5,6 por cento para a manutenção da taxa na faixa de 4,25 - 4,50 por cento.
