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🔵 MERCADOS:
Após 43 longos dias, na noite da quarta-feira (12) o presidente Donald Trump sancionou uma lei de financiamento temporário, encerrando a mais longa paralisação do governo americano da história. Além da retomada de várias atividades e da normalização das relações entre setor público e empresas que fornecem para o governo, o fim da paralisação também permitirá a divulgação de muitos dados econômicos atrasados. Entre eles, números de inflação e de desemprego, essenciais para que o Federal Reserve (FED), o banco central americano, consiga formular sua política monetária.
🔵 AÇÕES:
A Allos (ALOS3) apresentou um terceiro trimestre sólido, marcado pelo anúncio de um guidance de dividendos robusto e pela consolidação da integração entre as antigas administradoras de shopping. O grande destaque do trimestre foi o anúncio de 1,9 bilhão de reais em dividendos previstos entre dezembro de 2025 e dezembro de 2026 — valor que reforça a capacidade de geração de caixa da companhia e sinaliza confiança do management na sustentabilidade operacional do negócio. O balanço também refletiu um trimestre de crescimento equilibrado, com receita líquida de 663 milhões de reais (+5,2 por cento a/a) e avanço em praticamente todas as linhas operacionais, sustentado por desempenho consistente das receitas de locação e estacionamento, além da expansão das operações de mídia digital.
A B3 (B3SA3) divulgou seus resultados financeiros do terceiro trimestre de 2025, refletindo os impactos de um cenário macroeconômico ainda desafiador. A companhia reportou receita líquida de 2,77 bilhões de reais, um crescimento de 2,0 por cento em relação ao mesmo período do ano passado.
O segmento de Mercados, que concentra a maior parte da receita da empresa, somou 1,8 bilhão de reais, praticamente estável na comparação anual.
O principal destaque foi o segmento de renda fixa e crédito, que teve desempenho positivo, com aumento de 15,9 por cento, atingindo 348,9 milhões de reais, enquanto as receitas com empréstimo de ativos se destacaram, crescendo 20,9 por cento no período, para 76,8 milhões de reais.
🔵 RENDA FIXA:
No curto prazo, a curva manteve-se praticamente estável, com ajustes marginais e leve redução no giro. O F26 (jan/26) permaneceu em 14,89 por cento, com leve alta no volume negociado (de 1,15 mil para 1,2 mil negócios) e OI estável em 4,53 milhões de contratos, refletindo manutenção da liquidez na base. Já o F27 (jan/27) — principal referência da ponta curta — cedeu de 13,67 por cento para 13,66 por cento (-1 bp), com redução no número de negócios (de 35 mil para 28 mil) e OI estável em 5,88 milhões, sinalizando acomodação após o fechamento mais forte observado no início da semana.
Nos vértices intermediários, o movimento foi de leve fechamento adicional das taxas, acompanhando a redução marginal dos prêmios observada no trecho médio. O F28 (jan/28) passou de 12,90 por cento para 12,87 por cento (-3 bps), com estabilidade do volume negociado (cerca de 49 mil negócios) e OI de 3,39 milhões, refletindo giro técnico concentrado. O F29 (jan/29) também recuou de 12,85 por cento para 12,82 por cento (-3 bps), com volume estável em 36,4 mil negócios e OI de 3,56 milhões, mantendo-se como o vértice mais líquido do trecho intermediário.
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🔵 MERCADOS:
O Banco Central (BC) divulgou nesta terça-feira (11) a Ata da 274ª reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), realizada nos dias 4 e 5 de novembro. Em um documento mais enxuto - com 1.796 palavras, ante as 2.053 palavras da Ata anterior – o Copom manteve a postura cautelosa, reafirmou seu compromisso com a manutenção das metas de inflação, mas avaliou também que a conjuntura econômica está se comportando como o esperado e, a princípio, descartou novas elevações de juros.
🔵 AÇÕES:
A MBRF (MBRF3) divulgou os resultados referentes ao terceiro trimestre de 2025, marcando o primeiro balanço consolidado após a integração entre a Marfrig e a BRF. O período foi de ajustes e desafios operacionais, refletindo tanto o processo de fusão quanto o momento menos favorável do ciclo de negócios.
O lucro líquido da companhia somou 94 milhões de reais, representando uma queda expressiva de 62 por cento em relação ao mesmo trimestre do ano anterior.
O Grupo SBF (SBFG3) apresentou no 3T25 uma expansão sólida de receita, sustentada pelo avanço simultâneo das operações Centauro e Fisia. A receita líquida consolidada atingiu 1,9 bilhão de reais (+9 por cento a/a), alinhada às nossas projeções e reforçando o impacto das iniciativas estratégicas implementadas ao longo do ano. O movimento de recuperação foi puxado sobretudo pela Centauro, que apresentou crescimento de dois dígitos em suas vendas — tanto em lojas físicas quanto no canal digital — enquanto a Fisia voltou a mostrar tração no atacado (varejo B2B), mesmo em um trimestre ainda marcado pela volatilidade cambial, que pressionou o custo dos produtos importados.
🔵 RENDA FIXA:
No curto prazo, a ponta da curva apresentou leve fechamento. O contrato DI jan/26 (F26) recuou marginalmente de 14,90 por cento para 14,89 por cento, com 951 negócios e 4,47 milhões de contratos abertos, refletindo manutenção da liquidez e estabilidade nas expectativas para a política monetária no horizonte imediato. O DI dez/25 (Z25) manteve-se estável em 14,90 por cento, indicando que o curto prazo segue ancorado, sem grandes revisões nas projeções de Selic.
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🔵 MERCADOS:
Na segunda-feira (03) o Ibovespa fechou pela primeira vez acima de 150 mil pontos. Qual a importância desse fato? Como ocorre com a maioria das questões subjetivas, a resposta é um desconfortável meio termo. É um fato que níveis “psicológicos” têm importância na formação de expectativas. Na prática, um dólar a 4,99 reais não é muito diferente de um dólar a 5,00 reais. No entanto, a mera mudança de 4 para 5 é capaz de alterar a percepção dos investidores. Da mesma forma, um Ibovespa a 149.900 pontos está apenas 0,07 por cento abaixo de um índice a 150 mil pontos. Mas essa pequena diferença é capaz de alterar as projeções e as estimativas.
🔵 AÇÕES:
Na noite da segunda-feira (03), a BB Seguridade (BBSE3) divulgou seus resultados referentes ao terceiro trimestre de 2025, reportando lucro líquido de 2,56 bilhões de reais, um crescimento de 13,1 por cento em relação ao mesmo período de 2024. O desempenho reflete o cenário de juros ainda elevados, que favorece parte das subsidiárias do grupo.
A Brasilprev apresentou lucro de 532,4 milhões de reais, avanço de 14,8 por cento frente ao 3T24. O resultado foi impulsionado pela valorização das carteiras de investimento, beneficiadas pela marcação positiva ao mercado.
Já a Brasilseg lucrou 949 milhões de reais, 7,2 por cento acima do mesmo período do ano anterior, diante do crescimento dos prêmios ganhos e redução da sinistralidade, e aumento do resultado financeiro.
A TIM (TIMS3) reportou um 3T25 bastante sólido, combinando expansão relevante de rentabilidade e crescimento saudável de receita de serviços. O lucro líquido atingiu 1,2 bilhão de reais, avanço expressivo de 50 por cento a/a, refletindo ganhos de eficiência, maturidade operacional e foco no mix de clientes mais rentáveis. O trimestre também foi marcado por margens recordes, evolução contínua no pós-pago e fortalecimento do B2B — uma vertical estratégica que vem ganhando escala e ampliando a relevância no portfólio da operadora. Apesar de um cenário competitivo acirrado, a companhia segue demonstrando disciplina, execução assertiva e capacidade de capturar valor em segmentos de maior retorno, consolidando um ciclo positivo de resultados.
🔵 RENDA FIXA:
No curto prazo, a ponta ficou praticamente estável a levemente em fechamento. O F26 (jan/26) passou de 14,895 por cento em 31/10/2025 (2.709 negócios; 4,67 milhões de contratos em aberto) para 14,897 por cento em 03/11/2025 (2.798 negócios; OI estável), mantendo liquidez elevada na base da curva e indicando um pregão técnico. Já o jan/27 (F27) — ainda a principal referência da ponta curta — avançou levemente, de 13,853 por cento para 13,890 por cento (+4 bps), com 17,4 mil negócios e 5,62 milhões de contratos abertos, reforçando o interesse concentrado nos vencimentos mais líquidos e curtos.
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🔵 MERCADOS:
O Dia das Bruxas parece ser uma comemoração 100 por cento americana e algo inventado pelo comércio para vender mais. No entanto, essa festa é antiga. Tem origens cinco ou seis séculos antes de Cristo. Era praticada pelos povos celtas, que nessa época habitavam várias regiões da Europa: as ilhas britânicas, o norte da França e até a península Ibérica.
A origem do Halloween é o Samhain, festa em que se comemorava o fim do período de colheita e o início do inverno no Hemisfério Norte. O dia era o fim do ano celta, quando as pessoas visitavam os amigos e parentes levando alimentos como presente. A data também era dedicada aos mortos. A tradição era que a separação entre os reinos de vivos e mortos ficava mais fina e alguns falecidos poderiam chegar para um dedo de prosa. Para evitar sustos recomendava-se usar máscaras (para não ser reconhecido) e acender fogueiras.
🔵 AÇÕES:
A Ambev divulgou resultados do 3T25 nesta quinta-feira (30/10) que reforçam a combinação entre uma indústria ainda enfraquecida e uma gestão eficiente de custos e despesas, em linha com o contexto macroeconômico e climático adverso do período. A companhia registrou receita líquida de 20,9 bilhões de reais (-5,7 por cento a/a) e EBITDA ajustado de 7,1 bilhões de reais, estável na comparação anual, sustentado pelo controle de SG&A e ganhos de eficiência operacional. O lucro líquido ajustado foi de 3,8 bilhões de reais (+7,4 por cento a/a), impulsionado pontualmente por uma menor alíquota efetiva de imposto, sem a qual teria ficado abaixo das estimativas.
A Vale (VALE3) divulgou na quinta-feira (30) os resultados financeiros referentes ao terceiro trimestre de 2025, apresentando desempenho acima das expectativas nas frentes operacionais e financeiras.
A receita líquida atingiu 10,4 bilhões de dólares, representando um crescimento de 9 por cento em relação ao mesmo período de 2024. Os custos dos produtos vendidos somaram 7,2 bilhões de dólares, alta de 5 por cento na comparação anual. A produção de minério de ferro alcançou o maior nível trimestral desde 2018, o que contribuiu para a redução dos custos all-in do minério de ferro em 4 por cento ano a ano, para 52 dólares por tonelada. Como resultado, o lucro bruto totalizou 3,2 bilhões de dólares, um avanço expressivo de 23,1 por cento em relação ao ano anterior.
🔵 RENDA FIXA:
No curto prazo, a ponta ficou praticamente estável a levemente em fechamento. O F26 (jan/26) passou de 14,895 por cento em 28/10/2025 (3.609 negócios; 4,28 milhões de contratos em aberto) para 14,894 por cento em 29/10/2025 (sem alteração relevante no OI), preservando a liquidez na base da curva. Já o jan/27 (F27) — ainda a principal referência da ponta curta — recuou levemente de 13,838 por cento para 13,835 por cento (-0,3 bps), com estabilidade no número de contratos (5,70 milhões) e liquidez consistente, reforçando a predominância de fluxos curtos.
Nos vértices intermediários, o movimento foi de leve fechamento. O jan/28 (F28) cedeu de 13,129 por cento para 13,161 por cento (+3 bps, variação marginal), com 10,2 mil negócios e OI em torno de 3,40 milhões de contratos. Já o jan/29 (F29) manteve estabilidade, passando de 13,076 por cento para 13,121 por cento (+4 bps), com OI em 3,44 milhões e giro elevado no trecho médio, que segue como o mais líquido da curva intermediária.
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🔵 MERCADOS:
A quarta-feira (29) teve notícias positivas e negativas. As negativas foram o balde de água fria nos mercados lançado por Jerome Powell, presidente do Federal Reserve (FED), o banco central americano. Ao comentar a esperada redução de 0,25 ponto percentual nos juros, Powell afirmou que não há consenso sobre um novo corte nas taxas.
A próxima redução vinha sendo esperada para dezembro, mas ele descartou essa possibilidade. “Nas discussões do comitê nesta reunião, houve opiniões bastante divergentes sobre como proceder em dezembro”, disse Powell. “Uma nova redução na taxa básica de juros na reunião de dezembro não é uma conclusão inevitável. Longe disso.”
Ele acrescentou que existe um “coral crescente” entre os 19 membros do Federal Open Market Committee (Fomc), versão americana do Copom, para “esperar pelo menos mais uma reunião” antes de realizar um novo corte nos juros.
🔵 AÇÕES:
O Mercado Livre (MELI34) apresentou resultados mistos no 3T25, marcado por um crescimento expressivo de receita, mas com rentabilidade pressionada por fatores cambiais e investimentos em expansão logística. A companhia reportou lucro líquido de 421 milhões de dólares, alta de 6 por cento em relação ao 3T24, com margem líquida de 5,7 por cento, porém abaixo das expectativas. A receita líquida atingiu 7,4 bilhões de dólares, um avanço robusto de quase 40 por cento em base anual, superando levemente as projeções e evidenciando o forte dinamismo das operações na América Latina. O Ebit totalizou 724 milhões de dólares, o que representa crescimento consistente frente ao ano anterior, mas ligeiramente inferior ao consenso, refletindo os custos mais altos associados à expansão logística no Brasil e à desvalorização do peso argentino.
Na manhã desta quarta-feira (29), o Santander Brasil (SANB11) divulgou seus resultados referentes ao 3T25, apresentando desempenho acima das expectativas do mercado e reforçando sua posição entre os bancos mais rentáveis do país.
A receita total alcançou 20,7 bilhões de reais, um avanço de 1 por cento em relação ao mesmo período de 2024. O destaque negativo ficou por conta da margem com o mercado, que registrou resultado negativo de 1,3 bilhão de reais, revertendo saldos positivos obtidos no ano anterior. Em contrapartida, a margem com clientes somou 16,55 bilhões de reais, representando alta de 11 por cento na comparação anual.
🔵 RENDA FIXA:
No curto prazo, a ponta ficou praticamente estável a levemente em fechamento. O F26 (jan/26) passou de 14,895 por cento em 28/10/2025 (3.609 negócios; 4,28 milhões de contratos em aberto) para 14,894 por cento em 29/10/2025 (sem alteração relevante no OI), preservando a liquidez na base da curva. Já o jan/27 (F27) — ainda a principal referência da ponta curta — recuou levemente de 13,838 por cento para 13,835 por cento (-0,3 bps), com estabilidade no número de contratos (5,70 milhões) e liquidez consistente, reforçando a predominância de fluxos curtos.
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🔵 MERCADOS:
A última semana de outubro terá uma movimentação intensa. A segunda-feira (27) começou agitada. No domingo (26), autoridades americanas e chinesas afirmaram ter elaborado a estrutura de um acordo sobre um potencial acordo comercial que suspende tarifas americanas mais severas e controles de exportação de terras raras chinesas. Trump foi recebido com honras pelo imperador japonês Naruhito. Agora, os investidores aguardam um encontro com o presidente Xi Jinping. "Tenho muito respeito pelo presidente Xi e acredito que chegaremos a um acordo", disse Trump a repórteres no Air Force One antes de pousar em Tóquio, capital do Japão.
🔵 AÇÕES:
A Usiminas (USIM5) divulgou, na última sexta-feira (24), seus resultados referentes ao terceiro trimestre de 2025, trazendo números mistos. O volume total de vendas de aço somou 1,04 milhão de toneladas, queda de 2 por cento em relação ao mesmo período de 2024, enquanto as vendas de minério de ferro avançaram 9 por cento, totalizando 2,5 milhões de toneladas.
A receita líquida atingiu 6,64 bilhões de reais, representando uma retração de 3 por cento na comparação anual. O segmento de siderurgia permaneceu como principal fonte de faturamento, responsável por 79 por cento da receita total, com destaque para o mercado interno e as linhas de negócios Automotivo, Indústria e Grande Rede. Já o segmento de mineração respondeu pelos 21 por cento restantes.
O anúncio da concessão de 1,2 bilhão de reais em crédito para clientes durante a campanha de Black Friday reforça o esforço da Casas Bahia em retomar o crescimento de vendas em um dos períodos mais importantes do varejo. A estratégia busca reativar a demanda por meio de seu tradicional crediário, pilar histórico da companhia na base de consumidores de menor renda. Em tese, a medida pode impulsionar o fluxo nas lojas e fortalecer o canal digital, especialmente após a recente parceria com o Mercado Livre. No entanto, a ofensiva ocorre em um momento em que a empresa ainda enfrenta restrições de liquidez e desafios significativos em sua reestruturação operacional e financeira.
🔵 RENDA FIXA:
No curto prazo, a curva de juros manteve-se praticamente estável, com oscilações marginais e volume moderado. O vértice F26 (jan/26) permaneceu em 14,896 por cento no dia 23/10/2025 (1.854 negócios; 4,172 milhões de contratos em aberto) e cedeu levemente para 14,889 por cento (-1 bp) em 24/10/2025 (4.567 negócios; OI estável em 4,172 milhões), indicando manutenção da liquidez na base. Já o F27 (jan/27) — principal referência da ponta curta — recuou de 13,879 por cento (16.346 negócios; 5,661 milhões de contratos) para 13,821 por cento (-6 bps) com 24.996 negócios e OI inalterado, refletindo postura mais cautelosa e concentração de liquidez nos vértices curtos.
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🔵 MERCADOS:
Na noite da quarta-feira (22), após o fechamento dos mercados, a Secretaria do Tesouro (equivalente ao Ministério da Fazenda) dos Estados Unidos anunciou novas sanções às duas maiores petrolíferas russas, a Rosneft e a Lukoil. Juntas, as duas companhias respondem por cerca de 5 por cento da produção global de petróleo, e são controladas por amigos e aliados do presidente Vladimir Putin.
Ambas são empresas com atuação para além da Rússia. A Rosneft é bastante ativa na Índia, um dos maiores compradores do petróleo russo, e a Lukoil está desenvolvendo campos petrolíferos no Iraque e vem ampliando sua atuação no Oriente Médio.
🔵 AÇÕES:
Na quarta-feira (22), a WEG (WEGE3) divulgou seus resultados referentes ao terceiro trimestre de 2025, registrando receita líquida de 10,3 bilhões de reais, o que representa uma expansão de 4,2 por cento em relação ao mesmo período do ano anterior. O crescimento da receita desacelerou, em parte, devido ao fortalecimento do real frente ao dólar, considerando que aproximadamente 61 por cento das receitas da empresa são provenientes do mercado externo.
Os custos dos produtos vendidos da companhia totalizaram 6,8 bilhões de reais no trimestre, alta de 5,6 por cento em relação ao mesmo período do ano anterior. Como resultado, o lucro bruto foi de 3,45 bilhões de reais, um crescimento de 1,5 por cento frente ao 3T24.
A Vale (VALE3) divulgou nesta semana seu relatório operacional referente ao terceiro trimestre de 2025, com destaque para o desempenho da produção e das vendas de seus principais produtos. A produção de minério de ferro, principal ativo da companhia, totalizou 94,4 milhões de toneladas no período, o que representa um crescimento de 3,8 por cento em relação ao mesmo trimestre de 2024.
As vendas de minério de ferro apresentaram um avanço de 5,1 por cento na comparação anual, atingindo 86 milhões de toneladas. O preço médio de venda do minério foi de 94,4 dólares por tonelada, com aumento de 4,2 por cento frente ao valor registrado no terceiro trimestre do ano passado.
🔵 RENDA FIXA:
No curto prazo, a curva de juros manteve-se praticamente estável, com oscilações marginais e volume moderado. O vértice F26 (jan/26) permaneceu em 14,896 por cento no dia 20/10/2025, com 2.680 negócios e 4,098.597 contratos em aberto, e ajustou para 14,900 por cento no dia 21/10/2025, com 2.829 negócios e 4,094.538 contratos, indicando manutenção da liquidez na base e giro moderado.
Já o vértice F27 (jan/27) — principal referência da ponta curta — apresentou taxa de 13,96999 por cento com 10.131 negócios e 5,404.016 contratos em aberto em 20/10, e ajustou para 13,94 por cento com 15.133 negócios e 5,404.016 contratos em 21/10, refletindo postura mais cautelosa dos investidores e concentração da liquidez nos vértices curtos.
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🔵 MERCADOS:
A ausência de novas notícias ruins no setor bancário americano e a aparente distensão entre lideranças chinesas e americanas está justificando uma leve alta no pré-mercado no início desta semana. Sem novos problemas, os investidores avaliam o estado da economia americana e as perspectivas para a inflação de setembro, que deverá ser divulgada na próxima sexta-feira (24), com quase duas semanas de atraso em relação à previsão original.
Durante o fim de semana não houve novas notícias de problemas bancários. O princípio de pânico que derrubou as ações do Zions Bancorporation na quinta-feira (16) foi considerado um problema isolado, em que gestores de fundos da Califórnia foram acusados de fraudar empréstimos concedidos pelo Zions para fundos dedicados a comprar financiamentos imobiliários com problemas.
🔵 AÇÕES:
A PRIO (PRIO3) comunicou ao mercado na sexta-feira (17), que recebeu autorização da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) para retomar a produção no campo de Peregrino. A liberação, após cerca de dois meses de paralisação, foi concedida mediante parecer da superintendência de segurança operacional e marca o reinício das operações do FPSO Peregrino, unidade responsável pela produção no campo, atualmente operado pela Equinor Brasil.
O retorno das atividades em Peregrino representa um avanço para a companhia, que vinha enfrentando pressões do mercado desde a suspensão das operações em agosto. A interdição foi motivada por questões relacionadas à segurança operacional, o que levou à necessidade de ajustes técnicos, revisões documentais e melhorias em sistemas críticos da unidade.
O terceiro trimestre de 2025 (3T25) deve consolidar um cenário de desaceleração moderada para o varejo brasileiro, refletindo os efeitos prolongados de uma política monetária restritiva e a dificuldade de retomada do consumo financiado. A taxa Selic, ainda em 15 por cento, limita a expansão do crédito e inibe investimentos, especialmente entre empresas mais alavancadas ou expostas a bens de maior valor agregado. Mesmo com o mercado de trabalho aquecido e alguma recomposição da renda real, o poder de compra das famílias segue comprimido, o que deve se traduzir em resultados mistos entre os diferentes segmentos do setor. Estimamos que a receita consolidada do varejo cresça em torno de um dígito médio (algo entre 4 por cento e 6 por cento) no comparativo anual, mas com compressão de margens e retração no lucro líquido agregado, acompanhando a tendência observada ao longo de 2025.
🔵 RENDA FIXA:
No curto prazo, a curva de juros manteve-se praticamente estável, com variações marginais e volume moderado. O F26 (jan/26) seguiu em 14,90 por cento, refletindo estabilidade na taxa e manutenção do interesse aberto em 4,1 milhões de contratos, com giro diário reduzido. Já o F27 (jan/27) — principal referência da ponta curta — recuou levemente de 14,03 por cento para 14,02 por cento (-1 bp), com volume estável e OI praticamente inalterado em 5,40 milhões de contratos, sinalizando continuidade da concentração de liquidez e postura mais cautelosa dos investidores.
Nos vértices intermediários, o movimento foi de leve fechamento das taxas, revertendo parcialmente a abertura da véspera. O F28 (jan/28) permaneceu estável em 13,37 por cento, enquanto o F29 (jan/29) oscilou de 13,32 por cento para 13,34 por cento (+2 bps), ambos com volumes consistentes e OI mantido ao redor de 3,4 milhões de contratos. O comportamento reflete reposicionamento seletivo e ajuste técnico após a sequência de altas recentes.
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🔵 MERCADOS:
O último pregão da semana começa com os investidores temerosos de uma crise de inadimplência dos bancos médios nos Estados Unidos. Na quinta-feira (16), as ações de três instituições financeiras de médio porte – os bancos Jefferies, Zions Bancorporation e Western Alliance Bancorp – caíram fortemente. Os três bancos informaram um crescimento inesperado da inadimplência, o que derrubou as cotações.
🔵 AÇÕES:
A WEG (WEGE3) que é uma das maiores fabricantes brasileiras de bens industriais, segue ampliando sua atuação no setor de energia com a aquisição de 54 por cento do capital social da Tupinambá Energia, empresa mais conhecida como Tupi Mob. A operação, anunciada no dia de ontem, envolve um investimento de 38 milhões de reais e reforça a posição da companhia na mobilidade elétrica, um segmento que vem ganhando espaço diante da demanda do mercado de veículos elétricos no Brasil e no exterior.
O debate sobre a entrada do Mercado Livre (MELI34) no setor farmacêutico voltou à pauta nesta semana, após o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) decidir reavaliar informações enviadas pela Abrafarma a respeito da aquisição da Cuidamos Farma, uma pequena farmácia em São Paulo. O movimento, que havia sido noticiado recentemente, reacende questionamentos sobre o alcance estratégico da operação e seus eventuais desdobramentos para o mercado de venda de medicamentos online.
🔵 RENDA FIXA:
No curto prazo, a curva manteve-se praticamente estável, com oscilações marginais e leve redução do giro. O F26 (jan/26) permaneceu em 14,90 por cento, com volume moderado (3,5 mil negócios) e OI estável em 4,13 milhões de contratos, indicando manutenção da liquidez na base. Já o F27 (jan/27) — principal referência da ponta curta — seguiu em 14,03 por cento, com redução no número de negócios (de 24,0 mil para 20,3 mil) e OI estável em 5,46 milhões, refletindo postura mais cautelosa dos investidores e concentração da liquidez nos vértices curtos.
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🔵 MERCADOS:
A temporada de resultados do 3T25 começou com força nesta terça-feira (14), com os bancos divulgando bons resultados. O JP Morgan Chase anunciou um lucro por ação de 5,07 dólares, alta de 16 por cento em relação aos 4,37 dólares do 3T24, e substancialmente acima da mediana das expectativas, que era de 4,85 dólares por ação. Também estão previstos para hoje os resultados de outros grandes bancos, como Citigroup, Goldman Sachs e Wells Fargo.
🔵 AÇÕES:
O mercado de minério de ferro teve um desempenho positivo nesta segunda-feira (13), impulsionado principalmente pelo aumento da demanda chinesa e uma oferta global mais restrita. Esse cenário favorável também se traduziu em ganhos relevantes para ações de grandes mineradoras brasileiras, como a Vale (VALE3) e a CSN (CSNA3).
A China, maior importadora mundial de minério de ferro, surpreendeu ao divulgar um volume recorde de compras em setembro, totalizando mais de 116 milhões de toneladas. O número representa uma alta em relação ao mês anterior e sinaliza uma retomada mais robusta da atividade industrial no país, especialmente no setor siderúrgico — que segue exportando aço em ritmo acelerado.
Os rumores sobre a possível venda do Midway Mall, shopping pertencente ao Grupo Guararapes (GUAR3), dono da Riachuelo, voltaram a ganhar força no mercado e impulsionaram as ações da companhia, que encerraram o pregão em alta de mais de 5 por cento. As especulações sobre o negócio não são novas — já circulavam desde o início do ano — e voltaram a ganhar destaque após novas informações indicarem que o grupo estaria avaliando propostas e estudando alternativas para o ativo.
🔵 RENDA FIXA:
No curto prazo, a curva manteve-se estável, com leve redução no giro e ajustes marginais de posição. O F26 (jan/26) permaneceu em 14,90 por cento, com volume praticamente inalterado (4,5 mil negócios) e OI estável em 4,1 milhões de contratos, refletindo equilíbrio na base. Já o F27 (jan/27) — principal referência da ponta curta — apresentou leve fechamento de 14,10 por cento para 14,03 por cento (-7 bps), com aumento no giro (28,3 mil para 28,8 mil negócios) e manutenção do OI em 5,46 milhões de contratos, sinalizando continuidade na concentração de liquidez nesse vértice.
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🔵 MERCADOS:
Em setembro, o Índice Geral de Preços – disponibilidade interna (IGP-Di) subiu 0,36 por cento, acelerando ante os 0,20 por cento de agosto. O índice acumula queda de 1,27 por cento no ano e alta de 2,31 por cento em 12 meses. Segundo a Fundação Getulio Vargas (FGV), a “inflação ao produtor foi impulsionada, sobretudo, pelas grandes commodities, com destaque para café, milho e carne bovina”.
A inflação no atacado, medida pelo Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) desacelerou levemente para 0,30 por cento em setembro ante os 0,35 por cento de agosto.
🔵 AÇÕES:
Na segunda-feira (06), a Suécia oficializou a compra de quatro aeronaves do modelo C-390 Millennium da Embraer (EMBR3), como parte de um programa europeu de aquisição conjunta ao lado da Holanda e da Áustria. O contrato também prevê sete opções adicionais de compra, o que poderá elevar o total para até 11 unidades no futuro. A negociação amplia a presença da aeronave militar brasileira no mercado europeu e fortalece a Embraer como fornecedora estratégica de soluções de defesa para países da OTAN.
O modelo C-390 foi selecionado por oferecer maior capacidade de carga, velocidade e alcance em relação a outras aeronaves de transporte tático de médio porte. Com capacidade para transportar até 26 toneladas, o avião opera em pistas não pavimentadas e realiza missões como transporte de tropas e equipamentos, evacuação médica, busca e salvamento, combate a incêndios e missões. A versão equipada com sistema de reabastecimento em voo, conhecida como KC-390, também pode atuar como avião-tanque ou como receptor de combustível.
🔵 RENDA FIXA:
No curto prazo, a ponta permaneceu estável, com leve aumento no volume de negócios e manutenção da liquidez. O contrato F26 (jan/26) manteve a taxa em 14,90 por cento, registrando 7,4 mil negócios em 06/10, ante 5,9 mil em 03/10, e 4,44 milhões de contratos abertos em ambos os pregões. O movimento indica estabilidade na base da curva, com investidores mantendo posições. Já o jan/27 (F27) — principal referência da ponta curta — recuou de 14,13 por cento (03/10) para 14,08 por cento (06/10), queda de 5 pontos-base (bps), com queda expressiva no volume de 38 mil para 21,2 mil negócios e manutenção do open interest em 5,33 milhões de contratos, reforçando sua liderança em liquidez e giro.
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🔵 MERCADOS:
A paralisação das atividades do governo americano entra em sua segunda semana, sem acordo entre a Casa Branca e o Congresso para a liberação do orçamento e a retomada das atividades do setor público. Entre os analistas políticos americanos, a estimativa é que o impasse pode durar de duas a quatro semanas, mas sem nenhuma indicação concreta.
A pior consequência da paralisação das atividades para os investidores é a ausência de indicadores econômicos sobre a inflação e o nível de atividade. Enquanto não têm esses números para pautar suas decisões, os investidores seguem em busca de informações.
🔵 AÇÕES:
A Hapvida (HAPV3) deu mais um passo em sua estratégia de fortalecimento da rede própria com o anúncio da ampliação de sua estrutura de medicina diagnóstica em São Paulo. A companhia investiu 6,2 milhões de reais na abertura de seis novos laboratórios na capital paulista, que se somam às mais de 300 unidades de diagnóstico já existentes no país. O movimento integra um plano mais amplo de expansão da infraestrutura assistencial, reforçando a presença do grupo nas regiões Sudeste e Sul, onde ainda detém participação de mercado inferior à observada no Nordeste, sua principal base de operação.
A Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (SBSP3) divulgou um fato relevante no domingo (05), informando a aquisição do controle da Empresa Metropolitana de Águas e Energia (Emae), negociada com o código EMAE4, em uma operação que envolve um investimento total de 1,13 bilhão de reais. Com essa transação, a Sabesp passará a deter 70,1 por cento do capital social da Emae, tornando-se acionista majoritária da companhia. A decisão reflete a estratégia da Sabesp de ampliar sua presença em infraestrutura de saneamento e energia, consolidando sua atuação na Região Metropolitana de São Paulo.
🔵 RENDA FIXA:
No curto prazo, a ponta seguiu praticamente estável. O contrato F26 (jan/26) manteve-se em 14,90 por cento, com 5.938 negócios e 4,45 milhões de contratos em aberto, sinalizando manutenção da liquidez na base da curva. Já o jan/27 (F27) — ainda a principal referência da ponta curta — avançou de 14,09 por cento (02/10) para 14,13 por cento (03/10), alta de cerca de 4 pontos-base (bps), registrando 38 mil negócios e 5,18 milhões de contratos abertos, confirmando sua posição como o vértice mais negociado e líquido do mercado futuro.
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🔵 MERCADOS:
A semana se encerra com o indicador mais esperado pelos investidores. Nesta sexta-feira (26) será divulgada a inflação americana ao consumidor de agosto medida pelo índice Personal Consumption Expenditure (PCE) de agosto. Esse índice é usado pelo Federal Reserve (FED), o banco central americano, para calibrar a política monetária.
A mediana das expectativas dos investidores é de uma variação de 0,3 por cento, acima dos 0,2 por cento observados em julho. Com isso, a expectativa para a inflação acumulada em 12 meses até agosto é de 2,7 por cento, acima dos 2,6 por cento nos 12 meses até julho. Para o núcleo da inflação, que não considera os preços mais voláteis dos alimentos e da energia, a mediana das expectativas é de uma leve desaceleração para 0,2 por cento ante os 0,3 por cento em julho. Nos 12 meses até agosto a estimativa é de uma inflação acumulada de 2,9 por cento, mesmo percentual dos 12 meses até julho.
🔵 AÇÕES:
A Ambipar (AMBP3), companhia atuante nos segmentos de gestão ambiental e resposta a emergências, protocolou recentemente um pedido de medida cautelar com o objetivo de proteger-se temporariamente de ações por parte de credores. Esse movimento gerou repercussão relevante no mercado, refletida na forte desvalorização das ações da empresa, que chegaram a recuar 50 por cento no pregão da quinta-feira (25).
🔵 RENDA FIXA:
No curto prazo, o jan/27 (F27) — ainda o vértice mais líquido, com ~5,0 mi de contratos em aberto — avançou de 14,01 por cento (24/09) para 14,07 por cento (25/09). O número de negócios saltou de 9.864 para 25.660 no último pregão, mantendo-o como principal referência da ponta curta.
Nos intermediários, a curva abriu de forma mais intensa. O jan/28 (F28) foi de 13,28 por cento para 13,37 por cento (+146,77 pts; 44.008 negócios) e o jan/29 (F29) de 13,18 por cento para 13,26 por cento (+160,91 pts; 39.869 negócios), seguindo como o vértice mais líquido do trecho (3,38 mi de contratos em aberto). O movimento recompôs prêmios entre 2028e2029 após o alívio do dia anterior.
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🔵 MERCADOS:
Nesta quinta-feira o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) deverá divulgar o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo - 15 (IPCA-15) de setembro. O índice é uma prévia do IPCA, inflação usada pelo Banco Central (BC) para definir a política monetária.
O IPCA-15 é igual ao IPCA, exceto pela data de apuração. O índice oficial é calculado observando-se a variação dos preços entre o primeiro e o último dia do mês de referência. Sua prévia é calculada conforme a variação dos preços entre o dia 16 do mês anterior e o dia 15 do mês de referência. E o resultado é divulgado ainda durante o mês. Por isso saberemos hoje a inflação de setembro, apesar de ainda faltar alguns dias para o fim do mês.
🔵 AÇÕES:
O setor de distribuição de combustíveis entra na reta final do 3T25 com sinais de recuperação após um primeiro semestre desafiador, marcado por margens pressionadas e forte concorrência. Nesse contexto, empresas mais estruturadas, como a Vibra (VBBR3), têm conseguido extrair valor das oportunidades que surgem, embora o ambiente continue exigente.
A recente restrição na oferta de combustíveis, especialmente o diesel, permitiu algum alívio nas margens, abrindo espaço para reajustes de preços e ganhos operacionais. Distribuidoras com maior presença logística e capacidade de negociação têm se beneficiado desse cenário. No entanto, a volatilidade nos preços internacionais e as incertezas sobre políticas de abastecimento continuam sendo fatores de risco.
O Assaí (ASAI3) ingressou com medida cautelar na Vara Empresarial e de Conflitos Relacionados à Arbitragem do TJSP contra o Casino e o GPA (PCAR3) para se resguardar de contingências fiscais herdadas do período em que todos pertenciam ao mesmo grupo econômico. O movimento ocorre após a Receita Federal e a Procuradoria Geral da Fazenda instaurarem um PARR (Procedimento Administrativo de Reconhecimento de Responsabilidade) de cerca de 36 milhões de reais envolvendo o Assaí, com base na tese de responsabilidade solidária por débitos do GPA. Em 2024, a Receita já havia arrolado cerca de 1,2 bilhão de reais em ativos do Assaí (medida depois cancelada administrativamente), o que aumentou a sensibilidade do mercado ao tema. A companhia entende não ter responsabilidade por obrigações tributárias pretéritas do GPA e busca proteção jurídica antes que a disputa avance.
🔵 RENDA FIXA:
No curto prazo, o contrato jan/27 (F27), que segue como o mais líquido da curva com cerca de 5,0 milhões de contratos em aberto, saiu de 13,98 por cento em 23/09 para 14,01 por cento em 24/09, em leve alta. O número de negócios recuou para 9.864 no último pregão (de 23.667 na véspera), mas o vértice permanece como principal referência da ponta curta.
Nos intermediários, houve abertura. O jan/28 (F28) passou de 13,23 por cento para 13,28 por cento, com +72,11 pts de ajuste e 16.484 negócios. O jan/29 (F29) avançou de 13,14 por cento para 13,18 por cento, com +82,80 pts e 17.571 negócios, mantendo-se como o vértice mais líquido do trecho, com 3,38 milhões de contratos em aberto. O movimento indica recomposição de prêmios entre 2028 e 2029 após o fechamento do dia anterior.
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🔵 MERCADOS:
Após alinhar nove recordes de fechamento sucessivos nos 15 pregões de setembro, o Ibovespa acumula uma valorização de 3,1 por cento no mês e de 21,3 por cento desde o início de 2025. A alta é justificada pelas expectativas de redução dos juros nos Estados Unidos, que poderão reforçar o fluxo de recursos para países emergentes, entre eles o Brasil. No entanto, a ausência de notícias no início da semana e a expectativa com relação à Ata da reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), com divulgação agendada para a terça-feira (23) pode justificar uma realização de parte desses lucros.
🔵 AÇÕES:
A Cosan (CSAN3) deu neste domingo (21) um passo importante para reorganizar sua estrutura financeira. A holding de Rubens Ometto anunciou um aumento de capital que pode chegar a 10 bilhões de reais, com a entrada de dois novos sócios de peso no bloco de controle: o BTG Pactual (BPAC11) e a gestora Perfin. A operação promete aliviar a dívida da companhia, reforçar a governança e abrir espaço para uma retomada mais sólida de crescimento.
O debate em torno da venda de medicamentos isentos de prescrição em supermercados, que vinha gerando atrito entre associações de farmácias e supermercadistas, deu um passo relevante nesta semana. Após meses de discussões e audiências públicas, a Comissão de Assuntos Sociais do Senado aprovou um novo texto que viabiliza esse modelo, mas com regras mais restritivas. Pelo texto, os supermercados poderão vender remédios apenas em áreas específicas, sempre com a presença de farmacêutico durante todo o período de funcionamento, e respeitando as normas da Anvisa. O projeto ainda passará pela Câmara dos Deputados e, caso aprovado, seguirá para sanção presidencial.
🔵 RENDA FIXA:
No curto prazo, o contrato jan/27 (F27), que segue como o mais líquido da curva com 5,0 milhões de contratos em aberto, manteve-se estável em 13,98 por cento entre os dias 18 e 19/09. O número de negócios ficou em 28.990 na véspera e permaneceu em patamar elevado, reforçando sua relevância como principal referência da ponta curta.
Nos intermediários, o contrato jan/28 (F28) avançou de 13,23 por cento para 13,25 por cento, com 40,66 pontos de ajuste e cerca de 566 negócios registrados. Já o jan/29 (F29) passou de 13,10 por cento para 13,13 por cento, acumulando 67,77 pontos de ajuste no pregão e mantendo-se como o vértice mais líquido do segmento, com 3,36 milhões de contratos em aberto. Esses movimentos indicam pressão de abertura concentrada entre 2028 e 2029.
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🔵 MERCADOS:
Os investidores se preparam para o último trimestre de 2025 refazendo algumas contas para os juros e para o dólar no que resta do ano, à medida que o cenário de 2026 ganha cada vez mais importância nas contas.
O que esperar para o próximo ano? Fazer previsões se torna cada vez mais difícil. Antecipar o futuro nunca foi fácil. No entanto, desde a pandemia, vários parâmetros mudaram. Pense bem: você teria acreditado se, em setembro de 2024, alguém lhe dissesse que o comércio mundial mudaria radicalmente devido a uma guerra tarifária iniciada pelos Estados Unidos? E isso só para ficar em um exemplo. Há dezenas de outros, tanto na macroeconomia quanto na geopolítica internacional e nos resultados das empresas.
🔵 AÇÕES:
A Ambev (ABEV3), maior fabricante de cerveja do país, tem enfrentado um cenário desafiador marcado pela combinação de impactos climáticos, inflação de custos e forte pressão competitiva no setor. Secas prolongadas, instabilidade na produção agrícola e aumento de preços de energia e transporte vêm pressionando as margens da companhia, exigindo respostas cada vez mais estratégicas para manter sua liderança e rentabilidade no mercado.
A dependência de matérias-primas sensíveis ao clima, como cevada, milho e lúpulo, expõe a Ambev a riscos operacionais constantes. As safras domésticas têm enfrentado oscilações por conta de mudanças no regime de chuvas e temperaturas extremas, especialmente no Sul e no Centro-Oeste. Parte da cevada ainda precisa ser importada para garantir padrão de qualidade, e o lúpulo — quase inteiramente importado — está sujeito a variações cambiais e logísticas.
Depois de anunciar, nesta semana, a venda do bloco Avon CARD na América Central, a Natura &Co (NATU3) anunciou outro passo relevante de sua reestruturação global: a venda da Avon International (exceto Rússia) para o fundo de private equity Regent, dos Estados Unidos. O movimento marca a continuidade de uma estratégia que já vínhamos destacando como prioritária para a companhia: simplificar sua estrutura, reduzir complexidade geográfica e encerrar ativos deficitários que vinham comprometendo margens e alavancagem. Com a transação, resta apenas a operação russa, que representa menos de 10 por cento das vendas da divisão, para que a empresa conclua o longo processo de alienação.
🔵 RENDA FIXA:
No curto prazo, o contrato jan/27 (F27), que segue como o mais líquido da curva com 5,0 milhões de contratos em aberto, apresentou alta de taxa, passando de 13,93 por cento em 17/09 para 13,98 por cento em 18/09. O número de negócios aumentou para 28.990, reforçando a relevância desse vértice como principal referência da ponta curta.
Nos intermediários, o contrato jan/28 (F28) subiu de 13,16 por cento para 13,23 por cento, com 33.116 negócios, mantendo-se entre os mais líquidos do trecho intermediário, com 2,89 milhões de contratos em aberto. Já o jan/29 (F29) avançou de 13,04 por cento para 13,10 por cento, registrando 35.218 negócios e consolidando-se como o vértice de maior liquidez desse segmento, com 3,36 milhões de contratos em aberto. Esses movimentos indicam pressão de abertura concentrada entre 2028 e 2029.
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🔵 MERCADOS:
Os investidores se preparam para o último trimestre de 2025 refazendo algumas contas para os juros e para o dólar no que resta do ano, à medida que o cenário de 2026 ganha cada vez mais importância nas contas.
O que esperar para o próximo ano? Fazer previsões se torna cada vez mais difícil. Antecipar o futuro nunca foi fácil. No entanto, desde a pandemia, vários parâmetros mudaram. Pense bem: você teria acreditado se, em setembro de 2024, alguém lhe dissesse que o comércio mundial mudaria radicalmente devido a uma guerra tarifária iniciada pelos Estados Unidos? E isso só para ficar em um exemplo. Há dezenas de outros, tanto na macroeconomia quanto na geopolítica internacional e nos resultados das empresas.
🔵 AÇÕES:
A Ambev (ABEV3), maior fabricante de cerveja do país, tem enfrentado um cenário desafiador marcado pela combinação de impactos climáticos, inflação de custos e forte pressão competitiva no setor. Secas prolongadas, instabilidade na produção agrícola e aumento de preços de energia e transporte vêm pressionando as margens da companhia, exigindo respostas cada vez mais estratégicas para manter sua liderança e rentabilidade no mercado.
A dependência de matérias-primas sensíveis ao clima, como cevada, milho e lúpulo, expõe a Ambev a riscos operacionais constantes. As safras domésticas têm enfrentado oscilações por conta de mudanças no regime de chuvas e temperaturas extremas, especialmente no Sul e no Centro-Oeste. Parte da cevada ainda precisa ser importada para garantir padrão de qualidade, e o lúpulo — quase inteiramente importado — está sujeito a variações cambiais e logísticas.
Depois de anunciar, nesta semana, a venda do bloco Avon CARD na América Central, a Natura &Co (NATU3) anunciou outro passo relevante de sua reestruturação global: a venda da Avon International (exceto Rússia) para o fundo de private equity Regent, dos Estados Unidos. O movimento marca a continuidade de uma estratégia que já vínhamos destacando como prioritária para a companhia: simplificar sua estrutura, reduzir complexidade geográfica e encerrar ativos deficitários que vinham comprometendo margens e alavancagem. Com a transação, resta apenas a operação russa, que representa menos de 10 por cento das vendas da divisão, para que a empresa conclua o longo processo de alienação.
🔵 RENDA FIXA:
No curto prazo, o contrato jan/27 (F27), que segue como o mais líquido da curva com 5,0 milhões de contratos em aberto, apresentou alta de taxa, passando de 13,93 por cento em 17/09 para 13,98 por cento em 18/09. O número de negócios aumentou para 28.990, reforçando a relevância desse vértice como principal referência da ponta curta.
Nos intermediários, o contrato jan/28 (F28) subiu de 13,16 por cento para 13,23 por cento, com 33.116 negócios, mantendo-se entre os mais líquidos do trecho intermediário, com 2,89 milhões de contratos em aberto. Já o jan/29 (F29) avançou de 13,04 por cento para 13,10 por cento, registrando 35.218 negócios e consolidando-se como o vértice de maior liquidez desse segmento, com 3,36 milhões de contratos em aberto. Esses movimentos indicam pressão de abertura concentrada entre 2028 e 2029.
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🔵 MERCADOS:
O poeta português Fernando Pessoa (1888-1935) escreveu que todas as cartas de amor são ridículas. Da mesma forma, todos os comunicados de banqueiros centrais tendem a ser parecidos e a ter efeitos semelhantes sobre o mercado. Trata-se de uma calibragem das expectativas para a taxa de juros e para as variáveis que a determinam, como a inflação e os diversos indicadores de atividade econômica. Em alguns casos, quando há grande incerteza entre os investidores, algumas reuniões tornam-se mais importantes que outras. É o caso do encontro do Federal Open Market Committee (Fomc) que se encerra nesta quarta-feira (17).
🔵 AÇÕES:
A recente parceria entre a B3 (B3SA3) e a A5X, por meio de um acordo de licenciamento de dados de mercado, marca um ponto de inflexão na evolução da infraestrutura financeira do Brasil. Mais do que um simples contrato comercial, o movimento representa uma mudança estrutural na forma como os principais agentes do setor enxergam competição, colaboração e inovação dentro do ecossistema nacional de mercado de capitais.
O relatório Latam Retail, apresentado no Latam Retail Show 2025, mostra que o setor supermercadista na América Latina entra em uma fase de desaceleração mais clara, após um ciclo de forte crescimento impulsionado pela inflação e pela resiliência do consumo essencial. No Brasil, entre 2019 e 2024, a receita consolidada do varejo alimentar e atacarejo avançou 30 por cento, sustentada por empresas como Grupo Mateus (GMAT3), Atacadão (CRFB3) e Assaí (ASAI3). No entanto, a projeção para os próximos cinco anos é bem mais modesta, com crescimento médio anual estimado em apenas 2,9 por cento. Para 2025, especificamente, a expectativa é de avanço de 2 por cento frente a 2024, ritmo insuficiente para compensar a pressão estrutural sobre rentabilidade e margens.
🔵 RENDA FIXA:
No curto prazo, o contrato jan/27 (F27), que segue como o mais líquido da curva com 4,9 milhões de contratos em aberto, apresentou leve fechamento de taxa, passando de 13,99 por cento em 15/09 para 13,96 por cento em 16/09. O número de negócios recuou de 27.939 para 24.651, mas manteve volume expressivo, reforçando a posição desse vértice como principal referência da ponta curta.
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🔵 MERCADOS:
Não há alternativa exceto começar esse texto com a velha frase de que Deus criou a taxa de câmbio para ensinar o conceito de humildade aos economistas. Porém, após a ressalva necessária que é impossível prever com segurança os movimentos do câmbio, é possível imaginar (não mais do que isso) um cenário sustentável de apreciação do real em relação ao dólar.
A taxa de câmbio recuou 0,6 por cento na segunda-feira (15) e fechou a 5,321 reais, menor valor desde junho de 2024. A baixa reflete expectativas de juros mais baixos nos Estados Unidos. Nesta terça-feira (16) iniciam-se as reuniões do Comitê de Política Monetária (Copom) e de seu equivalente americano, o Federal Open Market Committee (Fomc), órgão do Federal Reserve (FED), o banco central americano.
🔵 AÇÕES:
A Raízen (RAIZ4), uma das maiores empresas de energia renovável do mundo e resultado da joint venture entre Cosan (CSAN3) e Shell, atravessa um momento desafiador. Após anos de diversificação e expansão, a companhia iniciou uma reestruturação estratégica, pressionada por prejuízos bilionários, alta alavancagem e dificuldades operacionais no período pós-pandemia. A decisão é de revisar o modelo de negócios e concentrar esforços em suas atividades essenciais.
A Natura (NATU3) anunciou nesta segunda-feira (15) a assinatura de um contrato vinculante para a venda do bloco Avon CARD, que reúne operações em seis países da América Central e Caribe — Guatemala, Nicarágua, Panamá, Honduras, República Dominicana e El Salvador. A operação foi firmada com o grupo PDC, atuante no setor de bens de consumo na região, por um valor simbólico de 1 dólar e um recebível de 22 milhões de dólares referente a créditos da Avon Guatemala com a subsidiária da Natura no México. Embora a transação ainda dependa de reorganizações societárias, a conclusão é esperada até 30 de outubro de 2025. A companhia também continuará fornecendo produtos para a região, agora sob um contrato de licenciamento da marca Avon, recebendo royalties.
🔵 RENDA FIXA:
Os juros futuros iniciaram a semana em queda, refletindo a combinação de fatores domésticos e externos. O recuo mais forte do que o esperado do IBC-Br de julho (-0,53 por cento m/m), aliado à redução das expectativas de inflação no Boletim Focus, reforçou a percepção de desaceleração da economia brasileira. Esse cenário alimenta apostas de que o Copom poderá abrir espaço para flexibilização monetária ainda em 2025, embora o consenso aponte para manutenção da Selic em 15 por cento na reunião desta semana.
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🔵 MERCADOS:
A semana começa com os investidores esperando as reuniões do Comitê de Política Monetária (Copom) e de seu equivalente americano, o Federal Open Market Committee (Fomc), a cargo do Federal Reserve (FED), o banco central americano.
Os cenários para as reuniões aqui e lá são distintos. Por aqui, a perspectiva é de manutenção da taxa referencial Selic nos atuais 15 por cento ao ano pelo menos até o fim de 2025. Apesar de o Relatório Focus vir trazendo reduções na inflação esperada para 2025 e para 2026, a projeção para este ano permanece acima do teto da meta de 4,50 por cento ao ano, o que deixa pouquíssimo espaço para cortes. Na sexta-feira (12), as opções de Copom negociadas na B3 indicavam 95 por cento de probabilidade de manutenção da Selic, patamar em que estão desde 20 de junho e onde devem permanecer pelo menos até o fim deste ano.
🔵 AÇÕES:
A Petrobras (PETR4) anunciou ao mercado a conclusão da emissão de títulos no exterior, no valor aproximado de 2 bilhões de dólares. Segundo a companhia, os recursos captados serão destinados ao reforço de caixa e a propósitos corporativos gerais.
O mercado acompanha com atenção a alocação final desses recursos. Caso a maior parte seja destinada à recompra de dívidas mais caras, o impacto positivo poderá ser sentido de forma imediata nos resultados financeiros da empresa, contribuindo para uma melhora em sua estrutura de capital.
O setor de varejo alimentar brasileiro volta a ganhar destaque com a informação de que a Advent, um dos maiores fundos de private equity do mundo, negocia a compra do controle da rede de supermercados Sonda. A transação pode atingir cerca de 3,5 bilhões de reais, para uma receita bruta projetada de 6,5 bilhões em 2025 de reais, configurando-se como um dos maiores cheques já movimentados no segmento de supermercados nos últimos anos. Embora ainda haja pontos em negociação, a sucessão societária dentro da família Sonda, especialmente após o falecimento de Idi Sonda em 2022, contribuiu para acelerar o processo. Delcir Sonda, de 77 anos e único controlador, sempre foi considerado bastante apegado ao negócio, mas a ausência de sucessores diretos torna a transação mais provável neste momento.
🔵 RENDA FIXA:
Os juros futuros encerraram a última sexta-feira (12) em alta moderada, com pressão concentrada nos vértices longos da curva. O movimento refletiu temores de uma possível retaliação dos Estados Unidos após a condenação do ex-presidente Jair Bolsonaro, além do ambiente externo adverso nos mercados de títulos de economias desenvolvidas.
No fechamento, o DI jan/26 permaneceu estável em 14,90 por cento, enquanto o DI jan/27 avançou levemente de 14,015 por cento para 14,025 por cento. Já os contratos mais longos apresentaram maior sensibilidade: o DI jan/29 subiu de 13,165 por cento para 13,21 por cento e o DI jan/31 de 13,41 por cento para 13,43 por cento.
