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Memes idiotas, Sr Smith

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, sendo que ela aumenta no caso de haver muitas pessoas pegando dinheiro emprestado no banco. À princípio, quando o governo imprime o dinheiro, a taxa de juros é reduzida de maneira artificial, o que dá uma falsa informação àqueles que vão pegar um empréstimo e iniciar um projeto a longo prazo que antes seriam inviáveis. Isso dá uma falsa impressão de prosperidade econômica, que não dura muito tempo devido ao fato de que não houve uma poupança real das pessoas, a taxa de juros não diminuiu naturalmente. Como não houve valor criado, mas apenas a impressão de dinheiro, o preço dos produtos ”explode” como efeito da inflação, o que faz com que os projetos começados devido a essa baixa taxa de juros artificial se tornem insustentáveis e quebrem, o que leva a uma recessão econômica. Por fim, há outra intervenção estatal que tem efeitos nocivos à economia: o salário mínimo. Suponha que há um homem que mora na periferia mas, determinado a sair dessa condição, decide vender pirulitos no sinaleiro. Com o tempo, esse homem começa a melhorar de condição, até eventualmente conseguir um trabalho vendendo outro tipo de produto e ganhando cada vez mais. Mas agora, caso ele tivesse encontrado um político que, determinado a melhorar a vida dele enquanto ainda vendia pirulitos no sinaleiro, assinou uma lei que determina um preço mínimo de pirulitos (que torna a compra do pirulito desvantajosa). Um leigo poderia pensar que, graças a essa mudança, a vida desse homem iria melhorar muito mais rapidamente, mas esse não é o caso. Devido a esse preço mínimo, este homem não conseguiu vender mais pirulitos, pois agora se tornou um produto com um preço que nenhuma pessoa estava disposta a pagar por um simples pirulito, o que atrasou em muito a ascensão econômica desse sujeito. O salário mínimo funciona dessa mesma maneira: obrigando os empregadores a pagarem um preço que é caro demais para determinados serviços (seja pelo fato de não ser um serviço que se pague ou pelo fato do funcionário ser inexperiente e, por isso, não poderá trabalhar tão bem quanto alguém que já tem experiência), estes decidem não contratar o número de pessoas que poderiam ser contratadas e, por isso, muitos são barrados de entrar no mercado de trabalho. O post Como pensar sobre a economia apareceu primeiro em Instituto Rothbard Brasil.

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des e objetivos de cada um são sempre inconstantes. Para que os empresários possam sobreviver no mercado, é necessário que seus produtos satisfaçam as vontades de sua clientela e, além disso, precisa que este produto tenha uma qualidade tão boa ou até maior que a de concorrentes do mesmo ramo. É a necessidade de atender essas demandas e de fazer produtos que possam ser fabricados em menos tempo e com mais qualidade que faz com que o mercado seja responsável por boa parte dos avanços tecnológicos que houve na humanidade. Esses avanços tecnológicos só foram possíveis pois houve um acúmulo de capital para financiar a criação de novos aparatos tecnológicos, tal como as máquinas à vapor que surgiram na Inglaterra na metade do século XVIII. O mercado só existe por que os indivíduos realizam trocas uns com os outros, mas a troca direta de bens e serviços é muito ineficiente. Por exemplo, quantos quilos de carne são equivalentes a oito horas de trabalho de um pedreiro? Ou quantos cachos de bananas são equivalentes a uma dúzia de ovos? Evidentemente esse tipo de troca é ineficiente, pois há uma dificuldade em medir quantos produtos X equivalente a produto Y, mas, além disso, também impossibilita o cálculo econômico, pois não há uma referência para saber se há demanda maior ou menor por tal produto. Durante muito tempo, a troca de bens e serviços foi feita com base no escambo, até o surgimento do dinheiro. O dinheiro funciona como um bem intermediário que facilita as trocas comerciais e possibilita sabermos quais produtos são mais procurados ou não, pois, como já dito antes, os preços refletem o valor que as pessoas dão a determinados bens e serviços. Intervencionismo O intervencionismo é definido como a intervenção do estado na economia por meio de regulações e proibições. Como já explicado anteriormente, o mercado é um processo de produção e troca de bens e serviços que acontece numa ordem não planejada, ou seja, numa ordem descentralizada e a tentativa de impor uma ordem centralizada ou de alterar essa ordem artificialmente, ao contrário do que é dito, é gerador de pobreza. O livro destaca duas intervenções estatais que são danosos a economia: A impressão de dinheiro, que leva ao tópico do ciclo econômico, e o salário mínimo. Tal como foi já dito anteriormente, a inflação é o aumento da quantidade de dinheiro acima da quantidade de bens disponíveis no mercado, o que faz com que o dinheiro tenha um valor menor e, por conta disso, os bens e serviços tornam-se mais caros. Apesar de haver casos de inflação antes da era contemporânea, como a desvalorização da prata devido a entrada massiva de prata na Europa após a descoberta das minas de prata nas américas do século XVI, a inflação tornou-se um fenômeno mais comum após o século XIX. Isso deve-se a diversos fatores que poderão ser mais explorados em textos futuros, mas podemos citar entre eles a abolição em massa do padrão ouro, a fundação de bancos centrais e entre outros. A inflação, como disse o economista Milton Friedman: “É igual o alcoolismo, em ambos os casos, quando você começa a beber ou quando você começa a imprimir muito dinheiro, os efeitos bons vêm primeiro e os maus efeitos só vêm depois. É por isso que, em ambos os casos, há uma forte tentação em exagerar, beber demais e imprimir muito dinheiro. Quando se trata da cura, é o contrário: quando você para de beber, ou quando você para de imprimir dinheiro, os efeitos ruins vêm primeiro e os bons efeitos só vêm depois” Os ”efeitos bons” e os ”efeitos ruins” a que Milton Friedman se refere são fenômenos comuns dos ciclos econômicos. O ciclo econômico é uma das consequências da inflação — e uma das mais danosas. Para compreender o que é o ciclo econômico é necessário saber o que a taxa de juros, uma expressão da preferência temporal das pessoas, ou seja, o quanto elas querem consumir hoje versus o que preferem poupar para o futuro. Se as pessoas poupam mais, significa que há mais dinheiro disponível nos bancos para empréstimo, ou seja, a taxa de juros é baixa[...]
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sistema não é autônomo, pois todos esses empreendedores demandam uma série de outros bens e serviços que, se nos dermos o trabalho de descrever, seria necessário gastar uma grande quantidade de horas. Por essas pessoas terem vontades distintas e, por isso, decidirem realizar ações diferentes com o objetivo de atender essas vontades criou-se uma rede complexa de ofertas e demandas que, caso fosse ser administrada por um órgão centralizado, seria impossível de funcionar. Se a administração dessa ”rede” já é impossível, prever perfeitamente os detalhes de como todo esse processo vai se desenrolar é tão difícil quanto. Por isso, a tarefa do economista não é prever esses detalhes, mas sim a compreensão dos fenômenos e comportamentos econômicos agregados, isso por meio da teoria econômica. A compreensão da ação humana (que é a base da economia) é, metodologicamente, individualista. Isso por que todas as ações tem uma causa, um fim, que sempre é pessoal, mesmo quando essa ação tem por objetivo fazer bem a determinada pessoa ou grupo (por exemplo, quando alguém vende alguma coisa para dar o dinheiro para uma instituição de caridade) ela continua sendo motivada por um fim que é valorizado pela pessoa que está fazendo. Mesmo quando essa ação está sendo feita sob ameaça, quando você é assaltado e é forçado a entregar seu dinheiro, por exemplo, a ação de entregar seus pertences (ou de reagir) ainda é realizada por uma valorização do próprio bem-estar (que está sendo ameaçado). Ludwig von Mises em sua principal obra, Ação Humana, mostrou o por que a ação é metodologicamente individualista: “Inicialmente, devemos dar-nos conta de que todas as ações são realizadas por indivíduos. Um conjunto opera sempre por intermédio de um ou de alguns indivíduos cujas ações estão relacionadas ao conjunto de forma secundária.  É o significado que os agentes individuais, e todos que são afetados pela sua ação, atribuem a uma ação que determina o seu caráter.  É o significado que distingue uma ação como ação de um indivíduo e outra como ação do estado ou da municipalidade.  É o carrasco, e não o estado, que executa um criminoso.  É o significado daqueles interessados na execução que distingue, na ação do carrasco, uma ação do estado. Um grupo de homens armados ocupa um local.  É o significado daqueles envolvidos nesta ocupação que a atribui não aos soldados e oficiais, mas à sua nação.  Se investigarmos o significado das várias ações executadas pelos indivíduos, necessariamente aprenderemos tudo sobre as ações dos conjuntos coletivos. Porque um coletivo social não tem existência e realidade fora das ações de seus membros individuais. A vida de um coletivo é vivida nas ações dos indivíduos que constituem o seu corpo.  não há coletivo social concebível que não seja operativo pelas ações de alguns indivíduos” O próprio valor e o preço dos produtos que são comercializados dependem da valorização pessoal de cada indivíduo, o que reforça mais ainda o quão central é a ação humana. Por exemplo, num deserto onde há pouca água, as pessoas tendem a valorizar a água muito mais do que quem mora em uma cidade que é diariamente abastecida com água potável, por isso, a água tem um preço mais exacerbado num lugar com pouca oferta de água do que em um lugar com muita oferta. Esse exemplo nos mostra outro ponto importante: Os preços dos produtos refletem aquilo que as pessoas mais estão valorizando naquele momento. Pelo fato de as pessoas terem uma vontade dúbia, ou seja, pelo fato de as pessoas não serem constantes em suas vontades, os próprios preços também não são constantes. O mercado como processo dinâmico Sobre o mercado: O primeiro ponto a ser destacado acerca do mercado é que esse não deve ser compreendido como uma coisa estática, mas sim como um processo de produção e troca de bens entre os indivíduos, que acontece na tentativa de atender a desejos pessoais. O fato de o mercado depender das vontades pessoais de cada um faz com que este seja volátil, afinal, como foi dito no parágrafo acima, as vonta[...]
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Instituto Rothbard Como pensar sobre a economia https://rothbardbrasil.com/wp-content/uploads/2026/06/prime.jpg [Resenha do livro How to Think about the Economy: A Primer, de Per Bylund, Auburn: Ludwig von Mises Institute, 2022] Introdução Na corrida presidencial de 2026, apesar de algumas diferenças entre os candidatos, é possível averiguar que todos eles, sem nenhuma exceção, são defensores de políticas econômicas que, mesmo aqueles que começaram a estudar economia há pouco tempo, conseguem dizer o quanto estas são nocivas para a economia. Independentemente da posição ideológica declarada, há um consenso entre candidatos em torno de políticas intervencionistas que, como já foi demonstrado por Ludwig von Mises e uma miríade de outros autores, levam a distorções econômicas que têm por resultado o empobrecimento geral. Tendo em vista isso, é possível dizer que há poucas opções realmente boas, o que força os eleitores a procurarem o candidato menos problemático, isso entre opções igualmente ruins. Mas, mesmo considerando um cenário em que haja um bom candidato, é possível dizer com certo grau de certeza que ele não ganharia a corrida presidencial, pelo fato de que a maioria dos brasileiros não votaria nele. O principal motivo pelo qual esse candidato não venceria as eleições é a falta de conhecimento básico em economia por boa parte da população brasileira, o que impede o eleitorado brasileiro de compreender quais são os problemas relacionados a políticas intervencionistas. Posto que o conhecimento básico de economia é importante para identificar o quão boas são as propostas de certos candidatos para a economia, um dos livros que melhor pode servir como porta de entrada ao bom pensamento econômico é o livro How to Think About Economy [“Como pensar sobre a economia”]. O livro foi escrito pelo economista sueco Per L. Bylund, professor associado de empreendedorismo na Spears School of Business na universidade estadual de Oklahoma e membro sênior do Mises Institute, no ano de 2022. A leitura do livro de Per L. Bylund é muito útil para a compreensão de conceitos-chave desenvolvidos pelos principais autores da escola austríaca, como Ludwig von Mises, Friedrich Hayek, Carl Menger e entre outros autores, isso porque o livro introduz esses conceitos com uma linguagem concisa e de fácil compreensão para leigos. Além disso, o livro também pode ser muito proveitoso para aqueles que são familiarizados com o estudo da escola austríaca, pelo fato de poder relembrar conceitos relevantes e a base de temas importantes como a inflação e os ciclos econômicos. A economia como ordem espontânea Na primeira parte, há uma explicação do que é a economia. A economia é uma ordem não planejada que surge das ações humanas, como a produção de um aparelho eletrônico ou a venda de um alimento. É importante ressaltar que boa parte dessas ações são interações das pessoas umas com as outras, interações que possuem sempre um fim em vista, geralmente a satisfação de uma vontade. Ou seja, pode-se dizer que a economia é o modo como agimos uns com os outros para satisfazer nossos desejos e/ou criar valor. O fato de a economia ser uma ordem espontânea, algo que Friederich Hayek irá desenvolver melhor em sua obra, significa que ela é um sistema descentralizado e distribuído entre as pessoas, ou seja, cada pessoa e instituição tem seus próprios planos de como ganhar a vida, por exemplo: certas pessoas preferem trabalhar produzindo fertilizantes, já algumas decidem trabalhar plantando verduras, outras decidem abrir restaurantes e outras decidem abrir uma fábrica na qual possam produzir talheres. Perceba que cada uma dessas três pessoas, mesmo sem um grande ordenador geral, possui negócios que, para continuar em funcionamento, demandam produtos umas das outras (um fazendeiro precisa de fertilizantes para suas verduras, que são importantes para o restaurante que, além de verduras, também precisa de talheres). Esse pequeno [...]
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ura desprovida de um Deus pessoal que fundamente a ordem moral objetiva, os extraterrestres podem facilmente funcionar como uma mitologia substituta — prometendo revelação, iluminação e salvação divina. Independentemente da existência de seres inteligentes em outras partes da criação, os cristãos são chamados, acima de tudo, à humildade. No Livro de Jó, Deus responde à busca da humanidade por certeza não revelando todos os mistérios, mas perguntando: “Onde você estava quando eu lancei os fundamentos da terra?”. Deus não tem a obrigação de revelar cada ato da criação ou da providência. Portanto, os cristãos devem resistir a duas tentações: 1) a suposição de que toda afirmação extraordinária deve se conformar às nossas expectativas e 2) a ingenuidade que aceita acriticamente toda afirmação extraordinária como genuína. As Escrituras nos ordenam a “provar os espíritos” (1 João 4:1). Independentemente do que possa ou não existir em outras partes da criação, a verdade autêntica jamais nos afastará de Cristo; ela sempre nos conduzirá a Ele. E, como tal, nunca estivemos verdadeiramente sozinhos, pois somos infinitamente amados por Cristo. Artigo original aqui Assista também: O post Nunca estivemos sozinhos apareceu primeiro em Instituto Rothbard Brasil.
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ue têm medo de ficar sozinhos”. O teólogo luterano Ted Peters, especialista na interação entre ciência e teologia, membro do Conselho Consultivo do METI e autor, argumentou que a descoberta de vida inteligente em outros lugares não prejudicaria o cristianismo, mas poderia aprofundar nossa admiração e espanto diante da criação de Deus. Embora essa abertura seja perfeitamente razoável, ela suscita algumas questões cristológicas complexas. Por exemplo, se existirem seres extraterrestres inteligentes, a Encarnação, morte e Ressurreição de Cristo seriam aplicáveis ​​universalmente a toda a criação? Em resposta, creio que surgem três grandes possibilidades: os seres extraterrestres podem nunca ter caído em pecado; a encarnação e o sacrifício de Cristo na Terra podem possuir um significado cósmico universal; ou Deus pode se relacionar salvificamente com criaturas racionais em outros lugares de maneiras ainda não compreendidas. O astrônomo jesuíta José Funes, ex-diretor do Observatório do Vaticano, sugeriu que inteligências extraterrestres podem nunca ter caído em pecado e, portanto, podem estar isentas de redenção. Muitos teólogos católicos, incluindo meu antigo professor de teologia, James Pambrun, sustentam que o sacrifício de Cristo foi cósmico, definitivo e único. São Tomás de Aquino considerou a possibilidade metafísica de que o Verbo divino pudesse assumir mais de uma natureza criada, insistindo que “o poder de uma pessoa divina é infinito e não pode ser limitado a nada criado” (ST 3, q. 7, a. 3). Karl Rahner também considerou a possibilidade de múltiplas encarnações, mesmo afirmando a finalidade da obra redentora de Cristo. Alguns pensadores católicos contemporâneos são bastante cautelosos em relação a extraterrestres e ao fenômeno OVNI. O autor católico Daniel O’Connor alertou que os OVNIs e os alienígenas funcionam como uma forma de engano, semelhante ao engano da serpente no Gênesis. Não podemos subestimar o papel que Hollywood desempenhou na formação de nossas visões sobre extraterrestres e OVNIs. Esses fenômenos podem ser vistos em inúmeros filmes, incluindo E.T. e Contatos Imediatos do Terceiro Grau, de Steven Spielberg, ou em representações mais sombrias como Fogo no Céu, de Robert Lieberman, que supostamente se baseia em depoimentos reais. Em 12 de junho de 2026, o novo filme de Spielberg, Disclosure Day, será lançado. Ele dá continuidade a essa trajetória cultural, mas a aproxima da realidade, especialmente porque a televisão aberta trata cada vez mais as discussões sobre múltiplas espécies extraterrestres supostamente existentes como possibilidades sérias, em vez de especulações marginais. Em Contato, a astrônoma Ellie Arroway encontra uma inteligência que assume a forma de seu falecido pai, confundindo os limites entre contato tecnológico, experiência espiritual, memória e saudade. É impossível não lembrar da advertência bíblica de que “até Satanás se disfarça de anjo de luz” (2 Coríntios 11:14). Preocupações semelhantes foram levantadas por exorcistas como o Padre Carlos Martins e o Padre Chad Ripperger, que sugerem que pelo menos alguns supostos encontros com extraterrestres podem ser melhor compreendidos sob a ótica do engano espiritual do que da visitação extraterrestre. Resta saber qual era a intenção de Sagan com essa parte de Contato. Os católicos não são os únicos a expressar tais preocupações. O padre Serafim Rose, um monge ortodoxo russo, em seu livro de 1975, “Ortodoxia e a Religião do Futuro”, argumentou que os fenômenos OVNI funcionam cada vez mais como um engano espiritual. Não é difícil perceber que, para uma cultura que já não acredita em revelação divina, anjos e demônios, ou mesmo em um Criador transcendente, esse seria o caso. Seja uma ilusão espiritual ou não, isso aponta para uma realidade humana fundamental: a saber, que os seres humanos anseiam por transcendência, significado último e comunhão para além de si mesmos. Acredito que essa seja uma das razões pelas quais a questão continua a cativar muitos. Para uma cult[...]
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Instituto Rothbard Nunca estivemos sozinhos Quais são as implicações teológicas, espirituais e filosóficas do crescente fascínio da humanidade pela inteligência extraterrestre? https://rothbardbrasil.com/wp-content/uploads/2026/06/jesusalien.jpg Dado o nosso atual momento cultural de “revelação”, o filme Contacto, de 1997, baseado no romance de Carl Sagan de 1985, assumiu um caráter estranhamente profético. Quase trinta anos depois, seus temas não se restringem mais à ficção científica. Audiências no Congresso americano sobre Fenômenos Anômalos Não Identificados (UAPs, ou OVNIs), depoimentos de oficiais militares e a divulgação de arquivos sobre UAPs pelo Departamento de Guerra em maio de 2026 transformaram a especulação em um fascínio cultural sério. A “revelação”, que se refere à esperada revelação de verdades ocultas sobre vida extraterrestre e fenômenos OVNI, deixou de ser marginal e passou a fazer parte do debate público. De fato, esse fenômeno deixou de estar restrito a fóruns obscuros da internet. Imagens militares são exibidas em grandes emissoras, e apresentadores de horário nobre, como Jesse Watters, discutem abertamente extraterrestres e “revelação”, chegando a mencionar supostas categorias de seres que vão desde “Greys” e “Nórdicos” até entidades reptilianas e semelhantes a insetos, como os “louva-a-deus”. O que impressiona não é apenas a persistência dessas ideias, mas o tom cada vez mais espiritual e mitológico que as envolve. Diferentemente do meu ensaio recente para a revista Crisis sobre as dimensões culturais e políticas mais amplas da “revelação”, esta reflexão se concentra mais nas implicações teológicas, espirituais e filosóficas do fascínio cada vez maior da humanidade pela inteligência extraterrestre. Neil deGrasse Tyson, cético de longa data em relação a extraterrestres, sugeriu que a questão não é mais apenas se a humanidade está sozinha, mas se a humanidade está “preparada”, refletindo o crescente fascínio do público em geral pela possibilidade de inteligência extraterrestre e à luz de seu livro recém-lançado, “Take Me to Your Leader” (Leve-me ao Seu Líder). O polímata católico Blaise Pascal, em sua obra póstuma intitulada Pensées, alertou que a vastidão do cosmos consome os humanos com pavor. Ele escreveu: “O silêncio eterno desses espaços infinitos me aterroriza”. Ele também via o fascínio da humanidade por outros mundos como uma forma de divertissement: uma maneira de evitar confrontar nosso próprio vazio espiritual e a necessidade de Deus, o único que pode preencher esse vácuo. A formulação moderna da pergunta “Estamos sozinhos?” muitas vezes pressupõe um universo puramente material. Contudo, de uma perspectiva cristã, a humanidade nunca esteve sozinha na criação, pois Deus permanece imanente em Sua criação. As Sagradas Escrituras e a Tradição Católica sempre afirmaram a existência de anjos e demônios, seres de intelecto puro. No entanto, nunca houve declarações diretas e concretas sobre a existência e a natureza de seres extraterrestres. Não há dogma da Igreja sobre o assunto. Trata-se de uma questão de hermenêutica, uma estrutura interpretativa mais ampla, raciocínio metafísico e evidências — não de uma doutrina consolidada. Por exemplo, São Tomás de Aquino, embora nunca tenha abordado diretamente a questão da vida extraterrestre, contemplou a possibilidade de outros mundos; e teve o cuidado de não impor quaisquer limitações aos poderes criadores de Deus. Outros, como o teólogo católico Karl Rahner, consideraram a possibilidade da existência de seres inteligentes e conscientes além dos humanos no universo e como isso se refletiria na história da salvação. Em contrapartida, o físico e sacerdote-teólogo Stanley Jaki alertou que a obsessão por extraterrestres poderia servir como uma mitologia substituta para uma cultura secular que se tornou distante da revelação e da transcendência. Como observou Jaki, muitos “sonham com extraterrestres porq[...]
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, que estudou direito com Morris Dees, me confirmou pessoalmente que várias histórias sobre Dees, como as mencionadas aqui e no artigo de Moser, são verdadeiras. Denson e eu nos víamos socialmente com frequência quando eu trabalhava no Mises Institute. Ele e sua esposa Roseann participaram da PFS em 2011, quando Deanna Forbush e eu nos casamos em uma cerimônia realizada no Karia Princess Hotel. [3] https://info.hillsdale.edu/imprimis-subscription. [4] Esta e outras citações nesta seção são de Jonathan Ellis, “Sexo, mentiras e suicídio,” Salon (19 de janeiro de 2000; https://perma.cc/6RQG-YJ6F), salvo indicação em contrário. Veja também John J. Miller, “Horror at Hillsdale,” National Review (12 de novembro de 1999; https://www.nationalreview.com/1999/11/horror-hillsdale-john-j-miller/); Robyn Meredith, “Escândalo Rocks A Conservative Campus,” New York Times (15 de novembro de 1999; https://www.nytimes.com/1999/11/15/us/scandal-rocks-a-conservative-campus.html); Joseph Sobran, “Tragédia no Paraíso“, Sobran’s (11 de novembro de 1999; https://perma.cc/SW4C-V36Y); Um ex-aluno anônimo, “É verdade o que dizem sobre Hillsdale?“, Liberty (fev. 2000; https://perma.cc/99N7-8F6L; https://perma.cc/A5XA-CG54): 29–32; Gary Wolfram, “A Verdade Sobre Hillsdale,” Liberty (abril de 2000; https://perma.cc/5TJE-JHFB ; https://perma.cc/9YYP-L4FP), p. 44; R.W. Bradford, “As Lições de Hillsdale,” Liberty (maio de 2000; https://tinyurl.com/y63hpz5w), p. 28; e Robert Campbell, “Hillsdale como uma Faculdade Ordinária”, Liberty (maio de 2000; https://tinyurl.com/y63hpz5w), p. 30. [5] Miller, “Horror em Hillsdale.” [6] Murray N. Rothbard, “Leonard Read, RIP,” Libertarian Forum XVII, nº 5–6 (maio-junho de 1983): 1–2, em The Complete Libertarian Forum 1969–1984, Volume 2: 1976–1984 (Auburn, Al.: Mises Institute, 2006), pp. 1103–1104; Stephan Kinsella, “Rothbard sobre Leonard Read e as Origens do ‘Libertarianismo’“, StephanKinsella.com (17 de novembro de 2014; https://perma.cc/3VMH-4G2C). [7] Brian Doherty, Radicals for Capitalism: A Freewheeling History of the Modern American Libertarian Movement (Nova York: PublicAffairs, 2008), p. 164. [8] Andreas Tögel et al., “PFP240 | Tögel, French, Groezinger, Model, Gabb: Discussão, Q&A (PFS 2022)“, Property and Freedom Podcast (17 de julho de 2023; www.propertyandfreedom.org). O post Como os movimentos se tornam esquemas apareceu primeiro em Instituto Rothbard Brasil.
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vimento que, no geral, se opõe à liberdade individual — um movimento que, de fato, glorifica a guerra total e a supressão das liberdades civis; também glorifica a monarquia, o imperialismo, o racismo educado e a unidade entre Igreja e Estado. (20) Desde o lançamento da FEE em março de 1946 até o início dos anos 1980, Leonard Read arrecadou um milhão de dólares por ano de alguns dos maiores empresários americanos. Um milhão de dólares por ano pode não parecer muito hoje, mas se você ajustar pela inflação, isso significa que em 1946, ele arrecadou o equivalente a 13,8 milhões de dólares em valores atuais. Em 1980, era cerca de 3,4 milhões de dólares. Você pode preencher os espaços vazios entre eles, e isso somou muito dinheiro que Leonard Read conseguiu arrecadar, criando conteúdo para, como Murray diz, donas de casa. Rothbard finalizou a seção do memorando intitulada “O Declínio da FEE” com Outro perigo que a história da FEE e de outras organizações de direita nos mostra: a tendência do sujeito que consegue obter dinheiro de controlar as políticas, e a tendência corolária de começar a reduzir a produção da organização para o que atrairá o dinheiro. Quando isso acontece, a coleta de dinheiro começa a se tornar o fim, não o meio, e a organização começa a assumir a dimensão de um “negócio”. (16) Conclusão Como Rothbard previu, os exemplos do SPLC, Hillsdale e FEE ilustram um padrão preocupante: quando arrecadadores de fundos carismáticos priorizam o dinheiro em detrimento da missão, as organizações se afastam de seus ideais, tornando-se esquemas onde a arrecadação determina políticas e os princípios são sacrificados pelo lucro. Morris Dees, George Roche e Leonard Read mostram que Murray estava certo. Movimentos acabam virando esquemas. Obrigado. Adendo Durante a sessão de perguntas e respostas, tivemos a seguinte conversa:[8] Hans-Hermann Hoppe (da plateia) Pergunta para Doug: Você disse que movimentos viram esquemas. Existem movimentos que não viraram? Doug French É difícil imaginar. Mesmo com as melhores intenções, você precisaria de anjos comandando essas organizações. Um homem sábio uma vez me disse: “No tank, no think” [“Sem depósito, sem pensamento.”] Se você quer ter um think tank, precisa arrecadar dinheiro, mas aí o dinheiro se torna a missão. Não é muito diferente do setor privado, mas no setor privado, as pessoas pagam diretamente por um bem ou serviço, então não é golpe. Em organizações sem fins lucrativos ou de política, você arrecada dinheiro de um grupo e dá para outro, o que sempre é um problema. Seus clientes não são seus doadores. Só em uma sociedade capitalista privada um movimento pelo bem evita se transformar em golpe. Hans-Hermann Hoppe Então, a PFS não é um esquema, certo? Doug French No caso da PFS, os consumidores são os pagadores, como em um negócio privado. Isso significa que somos anjos, sim. [Aplausos] Imagino que você tenha entendido isso do meu comentário. Os doutores são anjos; eles só buscam recursos quando têm um produto fabuloso para oferecer. Não é como se Hans [Hoppe] e Gülçin [Imre Hoppe] estivessem construindo pirâmides em Istambul ou Bodrum para acadêmicos subempregados fazerem reflexão profunda. Fornecemos recursos de bom grado, aproveitamos os frutos e 16 anos provam que vale a pena — não é um golpe. Tomara que dure mais 16, 32 ou 48 anos. Quanto tempo você vai viver, já que é um anjo? Hans-Hermann Hoppe Ainda não decidi. Artigo original aqui _________________________________ Notas [1] Murray N. Rothbard “Rothbard’s Confidential Memorandum to the Volker Fund, ‘What Is to Be Done?’”, em David Gordon, ed., Strictly Confidential: The Private Volker Fund Memos of Murray N. Rothbard (Auburn, Al.: Instituto Mises, 2010; https://perma.cc/Q5NV-SNYG). [2] Esta e outras citações nesta seção, salvo indicação em contrário, são de Bob Moser, “The Reckoning of Morris Dees and the Southern Poverty Law Center“, The New Yorker (21 de março de 2019; https://perma.cc/2DJQ-NKRQ). John Denson[...]
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ica”. Do libertarianismo: Foundation for Economic Education Isso nos leva ao que Murray Rothbard escreveu em seu memorando de 1961. Tem coisas fascinantes ali. O memorando de Murray foi escrito para Baldy Harper e George Resch, e seu tema era Leonard Read, que cofundou a Foundation for Economic Education (FEE) em 1946 e foi presidente de 1946 até sua morte em 1983. Read foi uma figura conhecida no movimento pela liberdade por décadas. Segundo Rothbard, no obituário de Read em 1983: “Mais do que qualquer outra pessoa, Leonard foi o fundador do movimento libertário moderno. … Além disso, mais do que qualquer outro, Read cunhou o nome ‘libertário’ para o movimento atual.”[6] Read era bonito e carismático, mas, nas palavras de Rothbard, o Read de 1961 era Por ter pouco apreço pela erudição ou pelas condições da livre investigação e pesquisa, Read sufocava a produtividade acadêmica e criativa de todos em sua equipe…. Em vez disso, o fundador da FEE cada vez mais direcionava [as publicações da FEE] para donas de casa, em vez de para estudiosos, o que imediatamente descartou a importância da “pirâmide da influência” do intelectual para a massa. (15) Falando em donas de casa, o Sr. Read, que novamente foi lembrado como um gigante do movimento libertário, também é conhecido por seu interesse lascivo em donas de casa. Brian Doherty chegou a comparar as façanhas românticas de Read às de Wilt Chamberlain, que ficou famoso por ter 10.000 amantes — ganhando o apelido de ” Wilt the Stilt”.[7] Acho que só agora estou percebendo o que o “stilt” [perna-de-pau] queria dizer. É impressionante que Read seja colocado no mesmo nível de Wilt Chamberlain. Murray foi mais delicado, dizendo a Harper e Resch: “o pensamento libertário mais puro não só foi desencorajado por Read, mas também amargamente atacado” (15). “Read só queria oferecer sua própria forma de entender a filosofia da liberdade, de uma maneira mais pregadora do que professoral”, escreveu Doherty (164). Essa abordagem atraiu empresários apoiadores, que fizeram proselitismo com seus funcionários. Mas o que Read fez de melhor foi arrecadar dinheiro enquanto a FEE se tornou o que Rothbard chamou de forma desdenhosa de “escola secundária da liberdade”. Murray escreveu para Harper e Resch: É a tese deste memorando que o problema das táticas e estratégias para o avanço da causa libertário-individualista está em uma encruzilhada crítica, uma encruzilhada no desenvolvimento histórico dessa corrente de pensamento, transcendendo até mesmo os importantes problemas de estabelecer um possível instituto libertário, ou de decidir como redirecionar os fundos educacionais de vários becos sem saída em que caíram. (7) … A literatura da FEE, ao se apegar a generalidades — e generalidades de baixo nível, ainda por cima — fracassou duplamente e, portanto, perdeu influência tanto entre os intelectuais quanto entre a “base de massas”. (15) Rothbard, na casa dos trinta e poucos anos, estava mais do que preocupado com esse tipo de pensamento. No memorando Harper, Resch, ele escreveu, O perigo é menos aparente e mais insidioso. Pois é o perigo do libertário radical ser dominado por uma massa crescente de pensadores “conservadores” e de direita. (19) Read, segundo Rothbard, tinha racionalizado os processos de “educar” libertários e depois enviá-los para coisas melhores, funcionando assim como uma “escola de ensino médio” da liberdade. Assim, ele ignora o fato de que poderia ter sido muito mais. (15–16) Rothbard escreveu que a FEE servia apenas como uma porta de entrada para o movimento libertário e não como um centro libertário, muito menos como estudiosos formando um quadro libertário. Abordando a influência da direita, ele escreveu: Essa transformação, liderada pelos teóricos da National Review, transformou a Direita de um movimento que, ao menos de forma geral, acreditava primeiramente na liberdade individual (e suas consequências: liberdades civis internamente, e paz e “isolamento” em assuntos externos) em um mo[...]
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des arrecadadores de fundos na história das ideologias políticas.”[4] Roche arrecadou milhões para construir instalações modernas e oferecer ampla ajuda estudantil a qualquer um dos 1.200 estudantes de Hillsdale que precisasse. Quando Roche raramente era visto pelo campus, era entendido que ele estava arrecadando dinheiro para derrotar os demónios progressistas que espreitavam do lado de fora dos portões de Hillsdale. Roche era muito carismático e considerado uma ”celebridade conservadora” e ”um herói do movimento.” William F. Buckley chamou Hillsdale de “a faculdade conservadora mais proeminente do país.” Mas disse um professor de Roche em Hillsdale: “Esse homem é um farsante e uma fraude.” Um membro da família Roche explicou: “Ele não é exatamente o tipo de pessoa que todo mundo pensa que ele é. Ele é meio que um Jekyll e um Hyde.” Ele também tinha fama de se engraçar para todos os lados, de estudantes a funcionários da faculdade. Um funcionário de alto escalão que se maravilhou com as habilidades de arrecadação de recursos de Roche afirma ter fugido de Hillsdale quando suspeitou que Roche estava tentando conquistar sua esposa. Roche era considerado implacável por aqueles que tiveram o azar de se opor a ele. No fim, George Roche III chocou Hillsdale ao se divorciar de sua esposa após 44 anos de casamento — ela tinha câncer — e se casar novamente apenas cinco meses depois. É aí que a história fica realmente interessante. Sua nora, Lissa, era casada com George IV, que era professor em Hillsdale, então tudo isso era um grande negócio de família, por assim dizer. Ela ficou muito perturbada com a presença de uma nova mulher na vida do sogro. Roche foi hospitalizado com complicações do diabetes, e sua nora angustiada ameaçou se matar em uma conversa telefônica com ele. A secretária do Roche mais velho interrompeu uma aula ministrada pelo jovem Roche, seu filho, e contou o que estava acontecendo. Então, o jovem Roche, George IV, correu para sua esposa, Lissa. Ela estava obviamente chateada. Ela não se importava com o que o marido pensava; ela insistiu em ir ver o sogro, que estava no hospital. Lá, na frente dele — George III — seu filho, George IV, e sua nova esposa, ela soltou que ela e seu sogro estavam tendo um caso há 19 anos. O filho então perguntou ao pai: “Ela está dizendo a verdade ou está tendo algum tipo de colapso?”[5] O jovem Roche disse que seu pai “não disse uma palavra. Eu percebia só de olhar para ele que ela estava dizendo a verdade. Eu vi aquele olhar nos olhos dele. Ele foi pego.” Lissa voltou para sua casa no campus após a confissão, carregou uma arma calibre .38, saiu pelo quintal da faculdade, foi até um gazebo de pedra e se suicidou. Os curadores de Hillsdale, que supostamente acreditavam que Roche “anda sobre a água”, toleraram seu comportamento — incluindo rumores de investidas em estudantes, funcionários e até a esposa de um funcionário sênior — desde que ele continuasse a arrecadar milhões. Mas a revelação pública de seu caso de 19 anos com sua nora Lissa e o suicídio dela quando isso se tornou público—foi demais para ignorar. Roche já havia arrecadado quase 325 milhões de dólares quando renunciou. Ele aumentou o fundo patrimonial de Hillsdale de 4 milhões de dólares para 184 milhões de dólares. Estudantes e seus pais temiam que o escândalo pudesse causar uma queda nas doações, que isso prejudicasse o futuro de Hillsdale. Isso não aconteceu de verdade. Roche renunciou após o suicídio de sua amante. Um membro da família Roche disse que a indenização contratual do ancião Roche era de 3 milhões de dólares. Hoje em dia, Hillsdale está sendo notícia ao se aproximar do governador da Flórida, Ron DeSantis. A escola cristã foi descrita como uma “cidadela do conservadorismo americano.” Donald Trump tem conexões lá. Ted Cruz e Clarence Thomas fizeram discursos de formatura, e a escola iniciou uma série de seminários de liderança que soam como palestras TED de direita. A Hillsdale também é defensora do que chama de “educação patriót[...]
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o SPLC costumavam contar piadas “para manter a sanidade.” Quando passavam pelo memorial desenhado por Maya Lin para mártires dos direitos civis, lançavam um olhar para a inscrição de Martin Luther King Jr., gravada em mármore preto: “Até que a justiça desça como águas.” Exceto que eles diriam, com suas vozes mais profundas: “Até que a justiça desça como dólares.” Foi uma fraude óbvia. Moser relatou que O Law Center tinha uma maneira de transformar idealistas em cínicos; como a maioria dos progressistas, nossa visão sobre o S.P.L.C. antes de chegarmos havia sido moldada por suas listagens frequentemente citadas de grupos de ódio dos EUA, sua reputação de vencer casos contra a Ku Klux Klan e as Nações Arianas, e sua enxurrada de apelos por correspondência direta por dinheiro para manter o bom trabalho funcionando. As cartas, em particular, pintavam um quadro vívido de um grupo destemido de advogados intrépidos e monitores de grupos de ódio, trabalhando sob constante ameaça de morte para combater o ódio e a injustiça no coração mais profundo de Dixie. Mas tudo isso aconteceu em seu enorme prédio de escritórios “Darth Vader” repleto de seguranças, no centro de Montgomery, Alabama, que fez a justiça social ‘parecer despótica’.” Um colega de trabalho disse a Moser logo após sua chegada: “Bem, querido, bem-vindo ao Palácio da Pobreza. … Posso garantir que você nunca vai pisar em um lugar mais contraditório enquanto viver.” Como Moser escreveu mais tarde na New Yorker, após a demissão de Dees, O trabalho pode ser significativo e gratificante. Mas foi difícil, para muitos de nós, não sentir que havíamos nos tornado peões em um golpe que, em muitos aspectos, era altamente lucrativo. E por mais lucrativo que fosse antes, quando The Donald & Melania desceram por aquela escada rolante em 2015, o dinheiro realmente começou a chegar. Porque, como todo mundo sabe, quando Donald assumiu o cargo, foi uma festa de ódio nos Estados Unidos, e isso abriu uma enxurrada de doações para o SPLC. Eles arrecadaram 50 milhões de dólares em 2016 e arrecadaram 132 milhões em 2017. O novo dinheiro elevou seu fundo patrimonial para além de 450 milhões de dólares, o que é mais do que o total de ativos da União Americana pelas Liberdades Civis. Em 2019, eles empregaram um recorde histórico de cerca de 350 funcionários. Tendo estado em Montgomery, Alabama, à tarde, posso dizer que parece que toda a área central tem 350 pessoas. Mas nada disso diminuiu sua constante busca por mais dinheiro. “Se você está indignado com o caminho que o presidente Trump está tomando, eu o incentivo a se juntar a nós na luta contra a normalização do ódio”, dizia um apelo por mala direta assinado por Dees em 2018. “Por favor, junte-se à nossa luta hoje com um presente de $25, $35 ou $100 para nos ajudar. Trabalhando juntos, podemos reagir contra esses preconceituosos.” Morris Dees havia passado o comando para Richard Cohen em 2003, mas aos 82 anos, o movimento #MeToo o alcançou; ele foi demitido pelo SPLC em 2019 “em meio a uma revolta dos funcionários devido ao mau tratamento de funcionários não brancos e mulheres.” Mas o trabalho continua. A lista anual de grupos de ódio, que em 2018 incluía 1.020 organizações nos Estados Unidos, grandes e pequenas, continua sendo um recurso valioso para jornalistas e um golpe de mestre dos talentos de marketing de Dees. Todo ano, quando o Centro a publica, veículos mainstream escrevem sobre a “maré crescente de ódio” nos Estados Unidos descoberta pelos advogados do SPLC. E assim, o dinheiro continua chegando. Da direita: Hillsdale College Não é só na esquerda que isso acontece; temos isso na direita. Talvez você já tenha ouvido falar do Hillsdale College. Talvez algumas pessoas na sala tenham enviado dinheiro para a Hillsdale College. Eles enviam este boletim informativo da Imprimis.[3] Todos vocês já viram um. O cara que realmente se preparou para isso foi um cara chamado George Roche III. Um ex-funcionário sênior do Hillsdale College chamou Roche de “um dos gran[...]
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Instituto Rothbard Como os movimentos se tornam esquemas [Este artigo é baseado em um discurso proferido na Reunião Anual de 2022 da Property and Freedom Society em Bodrum, Turquia (16 de setembro de 2022). O tom informal do discurso, como proferido em Bodrum, foi amplamente mantido.] https://rothbardbrasil.com/wp-content/uploads/2026/05/esquemas.jpg Introdução Essa análise se inspira no memorando de Murray N. Rothbard de 1961, “O que fazer?”, escrito para F.A. Harper e George Resch.[1] Nele, Rothbard alertava que movimentos libertários e conservadores correm o risco de se tornar “esquemas” quando a necessidade de arrecadar fundos e exercer influência supera o princípio. O que segue são três exemplos em todo o espectro ideológico — esquerda, direita e libertário — que confirmam seu alerta. Da esquerda: Southern Poverty Law Center Minha história sobre como movimentos se tornam esquemas começa não com o que Murray falou, que vou abordar em um momento, mas com uma das nossas organizações favoritas, tenho certeza, nesta sala: o Southern Poverty Law Center, fundado em 1971 por Morris Dees. Dees era um “super-vendedor e mestre arrecadador de fundos” que via o trabalho pelos direitos civis principalmente como uma ferramenta de marketing para enganar progressistas ingênuos do Norte e roubar seu dinheiro. “Nós apenas administramos nosso negócio como um negócio”, disse Dees ao repórter John Egerton. “Seja vendendo bolos ou causas, é tudo igual.”[2] Enquanto estudava direito na Faculdade de Direito da Universidade do Alabama, no final dos anos 1950, “Dees vendia guirlandas e bolos de aniversário, publicava uma lista telefônica estudantil, se aventurava com imóveis”, escreveu Egerton. Não sei o quanto ele aprendeu direito, mas certamente foi uma força empreendedora na faculdade de direito. Ao se formar em 1960, Dees se uniu a outro aluno ambicioso, Millard Fuller, que mais tarde fundaria a Habitat for Humanity. Eles abriram um negócio de mala direta em Montgomery, vendendo capachos, almofadas para assentos de trator e livros de receitas. “Morris e eu, desde o primeiro dia da nossa sociedade, compartilhamos o propósito principal de ganhar uma fortuna.” Em 1971, Dees abriu o SPLC. Já uma figura marcante e controversa no Alabama, ele se ofereceu para arrecadar fundos para a campanha presidencial de George McGovern e, com a bênção de McGovern, usou a lista de doadores de setecentas mil pessoas para ajudar a lançar as operações de mala direta do SPLC. Tendo um pouco de experiência no ramo, posso dizer que ter uma grande lista de e-mails é a chave para arrecadar muito dinheiro. O próprio nome Southern Poverty Law Center pode levar a pensar que sua missão era ajudar pessoas pobres que enfrentam dificuldades com o sistema jurídico. Dees e o SPLC logo perceberam que essa causa não arrecadou muito dinheiro. Assim, o SPLC abandonou seu foco na pobreza real e na lei da pobreza, permaneceu no Sul e “entrou no negócio do ódio”, como disseram os insiders — arrecadando dinheiro lutando contra a Ku Klux Klan e mobilizando apoio e dinheiro dos progressistas do Norte. Suas campanhas de mala direta pintavam um quadro exagerado de uma pequena e corajosa equipe jurídica sob constantes ameaças de morte — uma narrativa que desmentia a realidade do SPLC: um enorme e fortificado “edifício Darth Vader” (como James Howard Kunstler o apelidou), protegido com forte segurança. Ao longo do caminho, acumulou um fundo patrimonial superior a 120 milhões de dólares, pagando salários generosos aos seus funcionários de mais alto escalão e gastando muito menos do que a maioria das organizações sem fins lucrativos no trabalho que afirmava realizar. Ao mesmo tempo, Dees começou a ganhar a reputação de paquerar jovens funcionárias. Isso é uma pista para o que virá ao longo desta apresentação — dar em cima das jovens funcionárias. Na verdade, como relatou o ex-assessor Bob Moser, que saiu em 2004, colegas d[...]
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co argumento revisionista relevante. Nenhum fornecerá um detalhamento das infames “6 milhões” de mortes. Esses são fatos reveladores. Por sua vez, Jacoby obviamente não tem resposta. Tudo o que ele pode fazer são afirmações simples e sem fundamento: “nunca um genocídio foi tão meticulosamente registrado por seus perpetradores … ou mais abrangentemente descrita por estudiosos e sobreviventes”; “um imenso oceano de evidências atesta o horror do Holocausto.” Imprudentemente, ele tenta usar a “evidência visual … de fome, crueldade e bestialidade” para defender seu ponto. Mas isso falha; como ele provavelmente não sabe, as memórias pós-guerra de 550 páginas de Eisenhower, Crusade in Europe (1948), não fazem nenhuma referência a qualquer Holocausto, câmaras de gás ou Auschwitz. Um único parágrafo do livro (p. 439) afirma apenas que os judeus “haviam sido espancados e torturados e os fizeram passar fome.” Não se encontra absolutamente nenhuma menção a assassinatos em massa, extermínio, gaseamento, crematórios ou coisas similares. Eisenhower está longe de ser uma boa testemunha de defesa. (Se é que elas valem alguma coisa, nem as memórias pós-guerra de Churchill nem de De Gaulle mencionam Auschwitz, câmaras de gás ou extermínio. Ike não foi uma anomalia.) Mas será que tudo isso realmente importa? Devemos nos perguntar: Qual é o grande problema sobre o Holocausto? Na verdade, é extremamente importante. O Holocausto é a peça-chave do poder judaico. É a raison d’etre do Estado de Israel. É a principal ferramenta de culpa usada contra os brancos em todo lugar. E é a personificação do narcisismo judaico. Quando essa história desmoronar, toda a estrutura judaica pode muito bem desmoronar também. Nunca devemos subestimar o poder do revisionismo do Holocausto; os judeus certamente não subestimam. Um pensamento final: fico feliz em saber que Jeff Jacoby acredita na liberdade de expressão. É uma pena que ele não tenha sentimentos igualmente fortes sobre transparência e honestidade, sobre os muitos problemas da história do Holocausto e sobre um lobby judaico global que consegue aprovar leis, banir livros e impor uma cultura do cancelamento a quem os contesta. Esse sim seria um artigo de opinião que valeria a pena ler. Artigo original aqui O post Negando a Negação do Holocausto apareceu primeiro em Instituto Rothbard Brasil.
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a qualquer negação do Holocausto como evento histórico, seja total ou parcialmente; 2. Exorta todos os Estados-Membros a rejeitarem, sem reservas, qualquer negação ou distorção do Holocausto como evento histórico, total ou parcialmente, ou quaisquer atividades a esse fim; 3. Parabeniza os Estados-Membros que se envolveram ativamente na preservação daqueles locais que serviram como campos de extermínio nazistas, campos de concentração, campos de trabalho forçado, locais de assassinato e prisões durante o Holocausto… 4. Exorta os Estados-Membros a desenvolverem programas educacionais que inculquem as futuras gerações com as lições do Holocausto, a fim de ajudar a prevenir futuros atos de genocídio… 5. Exorta aos Estados-Membros e às empresas de redes sociais [!] a tomarem medidas ativas para combater o antissemitismo e a negação ou distorção do Holocausto por meio das tecnologias de informação e comunicação, e a facilitar a denúncia desse conteúdo; 6. Solicita ao programa de extensão das Nações Unidas sobre o Holocausto, bem como a todas as agências especializadas relevantes das Nações Unidas, que continuem desenvolvendo e implementando programas voltados para combater a negação e distorção do Holocausto… Claro, se quisermos designar a perda de cerca de 500.000 judeus como um “holocausto”, então somos bem-vindos a fazê-lo. Mas é melhor colocarmos nossos fatos e argumentos em ordem. Recorrer a proibições legais equivale a admitir a derrota. Nenhum desses pontos passou despercebido por um colunista judeu do Boston Globe, Jeff Jacoby. Ele foi motivado a escrever um pequeno artigo de opinião intitulado “É um erro proibir a negação do Holocausto“. Ele cita o ministro da segurança pública do Canadá, Marco Mendicino: “Não há espaço para antissemitismo e negação do Holocausto no Canadá.” Apesar de concordar com essa visão e de “desprezar” os negacionistas do Holocausto, Jacoby se opõe à lei. E ele explica o porquê — embora não antes de demonstrar uma ignorância embaraçosa e uma superficialidade revoltante. Ele primeiro nos informa que os “negacionistas” do Holocausto (nunca definidos) são “antissemitas desprezíveis e mentirosos descarados”, transbordando de “ódio aos judeus” e buscando “reabilitar a reputação de Hitler.” Eles tentam refutar “o crime mais abrangente documentado da história” insistindo que ele “nunca ocorreu.” Essas pessoas merecem “todo o desprezo e oposição possível”, diz ele. Chamar tais alegações de injustificadas e despropositadas é um eufemismo de primeira ordem; a dependência aqui de ataques ad hominem é um sinal claro de uma iminente estultice na argumentação. Ainda assim, Jacoby se opõe às leis anti-negação por dois motivos. Primeiro, tais leis vão contra o espírito da liberdade de expressão e imprensa. Mais amplamente, ele observa corretamente que “é perigoso empoderar o estado para punir ideias.” De fato, “qualquer governo que possa criminalizar a negação do Holocausto esta semana pode criminalizar outras opiniões na próxima semana.” O que não foi dito, porém, é um ponto chave: Como é possível que, no Canadá, uma minoria de 1% dos judeus canadenses consiga aprovar uma lei que os beneficia especificamente? Alguém pensaria que, no Canadá, uma minoria judaica de 1% teria, digamos, metade do peso da minoria de 2% de judeus americanos. Mas claramente não. Os judeus prevaleceram. A segunda razão de Jacoby para se opor a tais leis é que, como mencionei acima, elas equivalem a uma “rendição intelectual.” Ele cita a herdeira do Holocausto, Deborah Lipstadt, dizendo que tais leis implicam que não se consegue construir um argumento racional em defesa da visão tradicional. E isso, de fato, é verdade. Basta olhar qualquer relato tradicionalista sobre o Holocausto, mesmo do acadêmico mais erudito. Veja qualquer comentário sobre a negação do Holocausto. Nenhum abordará as questões básicas que citei acima. Nenhum mencionará um único livro revisionista recente, ou um único pesquisador ativo, como Rudolf, Mattogno ou Graf. Nenhum examinará ou refutará um úni[...]
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sses supostos campos não apresentavam sinais de intoxicação por CO — ou seja, uma coloração rosa ou vermelha brilhante na pele. Se os defensores tradicionais do Holocausto fossem sérios em defender sua visão, começariam abordando essas questões óbvias. Em vez disso, eles as ignoram e recorrem a soluções legais. Sobre a questão da intencionalidade, as palavras reais de Hitler, Goebbels e outros importam. Eles frequentemente falavam da Vernichtung (‘destruição’) ou Ausrottung (‘erradicação’) dos judeus, mas esses termos não exigem o massacre em massa das pessoas em questão. Sabemos disso porque, primeiro, os alemães usaram esses mesmos termos por anos, décadas, em público, muito antes de alguém afirmar que um “Holocausto” havia começado; claramente, significavam pouco mais do que acabar com a dominação judaica na sociedade e expulsar a maioria dos judeus do país. Em segundo lugar, os alemães usavam consistentemente outras linguagens que explicitamente pediam deportação, evacuação e remoção em massa de judeus — limpeza étnica talvez, mas não assassinato em massa. Em terceiro lugar, temos inúmeros exemplos de outros líderes ocidentais, de Bush a Obama e Trump, que também falaram publicamente sobre “destruir” ou “aniquilar” seus inimigos (geralmente árabes ou muçulmanos) sem insinuar assassinatos em massa. O discurso duro sempre foi bom para políticos, e os alemães não foram diferentes. A resolução da ONU continua com alguns detalhes sobre a definição de negação: Distorção e/ou negação do Holocausto refere-se, entre outras coisas, a: (a) Esforços intencionais para desculpar ou minimizar o impacto do Holocausto ou de seus principais elementos, incluindo colaboradores e aliados da Alemanha nazista, (b) Minimização grosseira do número de vítimas do Holocausto em contradição com fontes confiáveis, (c) Tentativas de culpar os judeus por terem causado seu próprio genocídio, (d) Declarações que apresentam o Holocausto como um evento histórico positivo, (e) Tentativas de confundir a responsabilidade pelo estabelecimento de campos de concentração e extermínio criados e operados pela Alemanha nazista, atribuindo a culpa a outras nações ou grupos étnicos. Quatro desses pontos — “desculpar ou minimizar o impacto”, “culpar os judeus”, “apresentar o Holocausto sob uma luz positiva” e “tentativas de borrar responsabilidades” — são praticamente irrelevantes para o revisionismo sério. Revisionistas sérios, incluindo Germar Rudolf, Carlo Mattogno e Jürgen Graf, entre outros, praticamente nunca discutem tais assuntos. Eles focam em questões muito mais pragmáticas: a inviabilidade dos esquemas de gaseamento em massa, a ausência de cadáveres ou outras evidências físicas, a ausência de evidências fotográficas ou documentais mostrando assassinatos em massa, e as muitas inconsistências lógicas entre testemunhas e sobreviventes. Mas nossos excelentes tradicionalistas do Holocausto nunca levantam essas questões problemáticas, porque sabem que não têm resposta para elas. Dos cinco pontos, apenas (b), “minimização grosseira do número de vítimas”, é relevante — em outras palavras, o questionamento dos “6 milhões”. Mas o que conta como “minimização grosseira”? ‘5 milhões’ conta? Se assim for, o renomado (e falecido) pesquisador ortodoxo Raul Hilberg logo seria rotulado como “antissemita”; o fato de ele não ter sido sugere o contrário. E quanto a ‘4 milhões’? Se for o caso, então o pesquisador inicial Gerald Reitlinger está prestes a ter problemas; ele defendeu por muito tempo cerca de 4,2 milhões de mortes judaicas. ‘3 milhões’ conta? Ou ‘2 milhões’? Ou vamos “reconhecer quando vermos”? Para constar, revisionistas sérios hoje estimam que cerca de 500.000 judeus morreram no total pelas mãos dos nazistas — a maioria deles devido ao tifo contraído nos vários campos, muitos em tiroteios diversos na frente oriental e essencialmente nenhum em “câmaras de gás homicidas”. Então, o que exatamente a ONU quer do mundo? Como lemos no texto, a ONU 1. Rejeita e condena sem qualquer reserv[...]
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Instituto Rothbard Negando a Negação do Holocausto https://rothbardbrasil.com/wp-content/uploads/2026/05/cokkies.jpg Em 8 de abril de 2022, foi anunciado que o Canadá se juntaria a um clube ilustre: as nações esclarecidas do mundo que optaram por proibir a chamada negação do Holocausto. Dependendo de como se interpreta a lei, atualmente existem 18 nações que ou proíbem explicitamente a “negação do Holocausto” (incluindo Alemanha, Áustria, França, Israel, Itália, Polônia, Hungria, Brasil e Rússia) ou proíbem genericamente a “negação do genocídio” (Suíça e Lichtenstein). O Canadá seria então a décima nona nação nesse quadro de honra de servilidade. A ação do Canadá ocorreu pouco depois da Assembleia Geral da ONU aprovar uma resolução relacionada, A/76/L.30, em 22 de janeiro de 2022, “condenando” tal negação. (A resolução foi aprovada “por consenso”, ou seja, nenhum voto a favor real foi depositado. Evidentemente, nenhum país teve coragem de exigir uma votação nominal.) O texto do projeto de lei do Canadá aparentemente não estava disponível — parece que ficará enterrado em um projeto de lei de gastos maior — mas a resolução da ONU traz algumas observações interessantes. Primeiro define o Holocausto como um evento “que resultou no assassinato de quase 6 milhões de judeus, dos quais 1,5 milhão eram crianças.” Isso é notável porque codifica no direito internacional o infame número dos ‘6 milhões’ — um número fadado ao colapso eventual, dada a escassez de evidências. Além disso, não conheço nenhuma fonte para as “1,5 milhão de crianças”, mas a falta de comprovação nunca impediu nossas autoridades intrépidas no passado, e certamente não vai a impedirão aqui. A resolução segue descrevendo o que significa negação do Holocausto: “Negação do Holocausto refere-se ao discurso e à propaganda que negam a realidade histórica e a extensão do extermínio dos judeus pelos nazistas e seus cúmplices durante a Segunda Guerra Mundial. … Negação do Holocausto refere-se especificamente a qualquer tentativa de alegar que o Holocausto não ocorreu, e pode incluir negar publicamente ou colocar em dúvida o uso dos principais mecanismos de destruição (como câmaras de gás, assassinatos em massa, fome e tortura) ou a intencionalidade do genocídio do povo judeu.” Como de costume, essa redação é uma combinação de ambiguidade e falta de sentido. Primeiro, nenhum revisionista afirma que o Holocausto “não aconteceu” — se por isso entendermos que ninguém, nenhum judeu, realmente morreu. Nenhum revisionista põe em dúvida que ocorreram tiroteios em massa contra judeus, nem que muitos judeus sofreram fome e “tortura”. No entanto, eles desafiam especificamente a ideia de que câmaras de gás homicidas foram usadas para assassinar massas de pessoas, e questionam a real intencionalidade de Hitler e outros principais nacional-socialistas de literalmente matar os judeus. Isso exige um pouco de elaboração. Sobre o primeiro ponto, câmaras de Zyklon-B (cianeto) como instrumentos de assassinato em massa possuem uma grande quantidade de problemas técnicos, incluindo (a) inviabilidade de gases rápidos e em massa; (b) perigo pessoal aos supostos gaseadores; (c) incapacidade de remover gás e pellets de Zyklon após o gaseamento; (d) incapacidade de remover cadáveres encharcados de gás; e (e) incapacidade de se desfazer de grandes quantidades de cadáveres em tempo razoável. Pior ainda são as chamadas câmaras de gás “do escapamento de diesel”, que teriam matado cerca de 2 milhões de judeus — o dobro do número das infames câmaras Zyklon. (Se isso for novidade para você, você precisa pesquisar.) Essas câmaras supostamente dependiam de motores a diesel russos capturados para produzir monóxido de carbono fatal. No entanto, (a) os motores diesel produzem muito pouco CO, muito pouco para matar massas de pessoas em tempo razoável; (b) motores a diesel não podem bombear gases do escapamento para salas seladas e “herméticas”; e (c) os corpos ne[...]
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limitarse a un solo ámbito de la vida. Si uno trata a extraños, clientes, funcionarios y empleados como objetos para ser explotados, la familia no puede quedar indemne. Los padres no pueden confiar en los hijos, y los hijos no pueden confiar en los padres. Sin el vínculo de la moral y la razón, el capital intelectual y financiero no puede ser acumulado. La vida se convierte en un bucle sin fin: sin aprendizaje, sin culpa, sin retroalimentación, sin causalidad. Los negocios también son concebidos no como creación de valor, sino como transferencia de dinero de un bolsillo a otro. El servicio es secundario. La calidad es mera fachada. Una vez visité una empresa que fabricaba excipientes farmacéuticos: el polvo blanco portador con el que luego sería mezclado el principio activo. Esperaba instalaciones estériles y reguladas. En cambio, entramos con zapatos de calle; el suelo e incluso el aire estaban impregnados con el polvo. Los trabajadores, con ropa sucia, llenaban bolsas manualmente. Peor aún, era mezclado polvo caducado con material nuevo para cumplir con una norma específica. El gerente lo reveló no con vergüenza, sino con orgullo. El objetivo no era producir valor, sino satisfacer la apariencia de un standard. Por sí solo, el excipiente no era la solución definitiva. Pero en una economía compleja, cada compromiso de este tipo se propaga a través de la cadena de suministro. Cada pequeña evasión es convertida en otra pieza comprometida de un sistema mayor que ya es incapaz de confiar en sí mismo. El mismo patrón es repetido en todas las instituciones: la apariencia de cumplimiento sobrevive, mientras la sustancia es silenciosamente destruida. Existen normas, existen procedimientos, existen documentos, pero todos están vaciados por el mismo instinto de evadir, extraer y salir impunes. Las leyes escritas y las estructuras superficiales legadas por los británicos ‒controles y equilibrios, derecho consuetudinario, procedimiento y estado de derecho‒ permanecen en gran medida vigentes. Pero una vez que estas instituciones pasaron a manos indias, el espíritu que las animaba fue invertido. Lo que fue diseñado para limitar el poder, fue convertido en una maquinaria de explotación y expropiación. Las instituciones no han desaparecido. Sus envolturas externas ‒oficinas, uniformes, sellos, procedimientos‒ permanecen, pero su función ha sido grotescamente invertida. Ésto no fue una casualidad. Era inevitable en una cultura aún regida por la ley de hierro de la ley del más fuerte, en la que la conveniencia es el principio rector, y la razón, la moralidad y la responsabilidad individual jamás echaron raíces. Si la sociedad india se hubiera mantenido en unidades más pequeñas y localizadas, una justicia tribal rudimentaria pero inmediata, podría haber preservado un orden mínimo más acorde con su naturaleza. La terrible posibilidad es que, cuando el andamiaje occidental, vacío de contenido, finalmente se derrumbe, lo que surja de las ruinas resulte más funcional precisamente por ser más primitivo, por muy aterrador que parezca a los ojos civilizados. Éste es el lento e inexorable apocalipsis de la modernidad de segunda mano: instituciones importadas que son tornadas putrefactas desde dentro, hasta que no queda más que la depredación disfrazada de civilización. Las formas sobreviven. El alma ya ha muerto. Traducción: Ms. Lic. Cristian Vasylenko O post Depredación con máscara de civilización apareceu primeiro em Instituto Rothbard Brasil.
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ombre inmoral distingue el bien del mal, y lo viola. El hombre amoral nunca ha interiorizado estas categorías. Es sin culpa no porque sea inocente, sino porque la conciencia jamás ha adquirido autoridad sobre el apetito. Ésta es la mentalidad en la que el poder, no la conciencia, organiza el comportamiento. La misma distorsión es aplicada a palabras como amor, felicidad, respeto y paz. En un orden moral civilizado, no son meros sentimientos ni gestos sociales; son logros de la psique, que requieren autocontrol, autoconciencia y preocupación por el bienestar de los demás. En un orden primitivo, pueden parecer similares para alguien de una sociedad civilizada, pero su esencia es diferente. El amor es convertido en posesión, dependencia o fusión tribal contra un enemigo común. El individuo desaparece entre la multitud, y experimenta esta pérdida de sí mismo como catarsis. La felicidad es convertida en hedonismo, sensualidad, glotonería o distracción. El respeto es convertido en servilismo hacia el poder y tiranía hacia la debilidad. La paz es convertida en estupor, evasión o escape de la ansiedad. Las palabras permanecen, pero su esencia interna es primitiva. Cuando Ud. habla de moralidad o veracidad con los indios, se burlan de Ud. y le preguntan: “¿Te estás convirtiendo en un santo?” O sugieren que la religión pertenece al templo, no a la vida cotidiana. Le tachan de ingenuo, desorientado ante la vida real. En su mente, la bondad y la honestidad no son deberes de la gente común; pertenecen a los santos, mientras que esperan que la vida cotidiana sea corrupta. No entienden la santidad como una elevación moral; la entienden como un alejamiento de la vida real. Esta frase sobrevive como reflejo verbal en una sociedad donde la moralidad misma carece de autoridad ordinaria. En una sociedad así, la conversación cotidiana no se eleva hacia la reflexión moral. Permanece atrapada en chismes, espectáculos, política ilusoria y las desgracias ajenas. En esta cultura, la competencia no es el ideal organizador; lo es el poder. La educación es buscada no para la formación, sino para obtener certificados que abran las puertas a cargos, dinero y status. Los padres ayudan a sus hijos a hacer trampa, porque lo que importa es el certificado, no la disciplina que se supone que representa. Una vez que estos hombres ingresan a las instituciones, no adquieren respeto por el cargo ni por sus responsabilidades. El puesto es convertido en un recurso para explotar. Al carecer de autoridad interna, lo compensan con fría arrogancia, mezquina tiranía y sadismo; cuanto más alto ascienden, más perversa se vuelve su inseguridad. La misma lección comienza en la escuela. La autoridad se transforma pronto en poder de presión: clases particulares, regalos, favoritismo y manipulación de exámenes. El estudiante aprende el verdadero currículo mucho antes de la edad adulta: la autoridad no es respetada, sino que es manejada; las reglas no son interiorizadas, sino que son gestionadas; el poder existe para extraer. Hay poca noción de valor añadido, contribución, o formación del carácter. La formación del carácter suele estar en conflicto directo con la mentalidad de que la fuerza hace el derecho. Los mayores enseñan a los niños que no es posible coger manteca sin un dedo “torcido”. Pero los niños no reservan ese dedo torcido para los extraños. Una vez adultos, lo usan con sus propios mayores, quienes entonces se preguntan cómo han criado a una serpiente. El resultado es una sociedad completamente atomizada, en la que nadie confía en nadie. Cuando la obtención de recursos es el único principio organizador ‒cuando los principios, los valores, la moral y la razón carecen de autoridad‒, la sociedad se disuelve en individuos atomizados. Uno se siente solo incluso en los espacios más concurridos. Las máquinas no funcionan, las instituciones no funcionan, las familias no funcionan. No hay cohesión, ni armonía, ni expectativas compartidas de conducta. Cada uno está por su cuenta. El mismo instinto no puede [...]
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parece trivial. Sin embargo, los puentes terminan derrumbándose, las carreteras se convierten en campos de exterminio, los ríos mueren, y la tierra misma se convierte en un páramo tóxico que ninguna ley puede restaurar. Aprendí la misma lección de las máquinas. La imprenta de mi padre aún utilizaba maquinaria de la época británica, fabricada a principios del siglo XX. Funcionaba a la perfección. Una compleja máquina sueca que compramos más tarde también funcionaba con una precisión asombrosa. De niño, las observaba sin cesar en funcionamiento, como si les rindiera un culto mecánico: decenas de miles de piezas moviéndose en armonía, cada una cumpliendo su función. Revelaban algo del espíritu de quienes las habían diseñado y fabricado. El trabajo no había sido realizado simplemente por dinero; conllevaba orgullo, disciplina y devoción. En medio del inmenso caos de India ‒su instinto de que la fuerza hace el derecho, sus reglas nebulosas, su ausencia de formas fiables‒, anhelaba comprender ese espíritu: la disciplina interna que hacía que las cosas funcionaran, el orgullo que hacía que cada pieza cumpliera su función. Entonces convencí a mi padre para que comprara una copia india de la máquina sueca por una fracción del precio. A los pocos días, se rompió un engranaje. Fue reparado a bajo costo, pero luego apareció otro pequeño defecto, y después otro. La máquina no era catastróficamente mala de forma obvia; era mala de miles de maneras sutiles. Cada pieza tenía una pequeña deficiencia. En poco tiempo, estábamos pagando salarios de operarios por una máquina que apenas funcionaba, y cuando lo hacía, la calidad era pésima. Al cabo de un año, la vendimos como chatarra. Las consecuencias sociales y económicas son inmensas. La gente no trabaja correctamente a menos que esté constantemente supervisada, y el propio supervisor carece del orgullo por su trabajo. Son necesarias decenas de personas para producir lo que un trabajador disciplinado en otro lugar podría lograr, e incluso así, la calidad roza lo aceptable. Durante mi MBA, me enseñaron que los incentivos importan. Quizás sea cierto. Pero los incentivos sólo funcionan cuando la responsabilidad ya existía previamente. India no es una sociedad de zanahorias. Es una sociedad de palos. Las sociedades colapsan de la misma manera. Cuando cada engranaje toma atajos, todo el sistema se vuelve inviable. Pero una sociedad no colapsa simplemente porque los individuos tomen atajos. Colapsa porque nadie los corrige. La cuestión decisiva es si la gente común proporciona retroalimentación: si resiste el desorden, lo avergüenza, lo castiga o participa silenciosamente en el mismo. Por eso uno se siente seguro en Occidente, no principalmente por sus instituciones, sino porque la propia sociedad sigue proporcionando una retroalimentación constante a esas instituciones. Cuando ocurre un delito, alguien, en algún lugar, se levantará y exigirá justicia. En el Tercer Mundo, uno aprende a no esperar eso. Cuando era estudiante universitario en India, solía viajar en autobús los fines de semana entre la ciudad donde vivían mis padres y la ciudad donde estudiaba. Los autobuses de esa ruta tenían televisores, y mis viajes coincidían con una popular serie semanal. Los conductores paraban el autobús durante cuarenta y cinco minutos en carreteras llenas de baches, para que los pasajeros pudieran verla sin que la imagen se entrecortara. Cuando protesté y amenacé con quejarme, todo el autobús se enfureció conmigo. Juraron que negarían que la parada hubiera ocurrido, y me dejaron claro que me arriesgaba a una paliza. Nadie estaba dispuesto a defender el acto básico de civilización de mantener el transporte público puntual. La ironía era grotesca: la serie era “profundamente espiritual” ‒supuestamente. Los términos morales occidentales ‒honestidad, lealtad, honor‒ cambian de significado cuando son trasplantados a sociedades cuyo sustrato moral nunca los produjo. Tales sociedades no son inmorales en el sentido habitual; son amorales. El h[...]
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