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Introdução ao Pensamento Integralista, História da Filosofia e do Dinamismo da Filosofia Integral https://drive.google.com/drive/folders/1c0_xNBJ-O_PodlMfHKDxPi7dxWqKpuq7

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A felicidade última do homem, segundo Aquino, não reside na vontade, mas na operação mais elevada do intelecto. Isso só é alc
A felicidade última do homem, segundo Aquino, não reside na vontade, mas na operação mais elevada do intelecto. Isso só é alcançado na Visão Beatífica, onde a alma se une a Deus sem nenhum conceito intermediário. Nesta consumação final, o sujeito (a alma humana) e o supremo Objeto (Deus) alcançam uma união tão absoluta que a alma é inundada pela essência divina, participando diretamente da vida do Todo.
— Capítulo VI: The Desire for Happiness,Thomas Aquinas Martin D'Arcy"

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Realmente, o século IV em tudo se parece com o século XX. As heresias do Século IV me parecem com as heresias do século XX. O+1
Realmente, o século IV em tudo se parece com o século XX. As heresias do Século IV me parecem com as heresias do século XX. Os donatistas, os arianos, os maniqueístas, no tempo de Santo Agostinho, nós os vermos sob outros nomes a lançar confusão no nosso tempo. —Plínio Salgado, O Cinquentenário dos Agostinianos no Brasil.
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Nós no dia mais normal:
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🇧🇷 — INTEGRALISMO EM OPOSIÇÃO A NIETZSCHE O CONCEITO DE PODER EM NIETZSCHE E NO CRISTIANISMO Dentro da psicologia humana, b
🇧🇷 — INTEGRALISMO EM OPOSIÇÃO A NIETZSCHE O CONCEITO DE PODER EM NIETZSCHE E NO CRISTIANISMO Dentro da psicologia humana, bem e mal não são absolutos, mas sim, e tão somente, o resultado direto da liberdade de nossas atitudes. Deixemos que se diga algo de novo, como uma anestesia para os sentidos, pois a verdadeira fórmula da felicidade resume-se em: um sim, um não, uma reta, um fim. E qual era, para Friedrich Nietzsche, esse fim supremo? O fim é o Poder. POIS BEM, PARA O CRISTÃO, O PODER SUPREMO É DEUS, E O SEU FIM ÚLTIMO TAMBÉM É O PODER, QUE SE MANIFESTA NO PRÓPRIO DEUS. Para Nietzsche, porém, o cristão não amaria o poder por preferir a piedade, a qual ele definia como fraqueza e submissão — uma participação na debilidade e uma comiseração pelos débeis e fracassados que constituiria a própria decadência . A VERDADEIRA NATUREZA DA PIEDADE CRISTÃ Mas o filósofo enganou-se profundamente. Se ele conhecesse a verdadeira essência da piedade para o cristão, não a enxergaria na futilidade das lágrimas românticas e femininas; descobriria na piedade o manifesto mais nítido, cabal e absoluto da força e do poder. A LEGÍTIMA PIEDADE NÃO PROVÉM DE NENHUM SENTIMENTALISMO BARATO QUE BUSCA APENAS EXALTAR A TERNURA OU A BONDADE DE UM HERÓI. LONGE DE SER MERA SIMPATIA PASSIVA, A PIA ANIMA (A ALMA PIEDOSA) É A EXUBERÂNCIA MÁXIMA DA FORÇA, AQUELA QUE SE RECUSA A CONTAMINAR E A FORTALECER O FRACO. A VIRTUDE CRISTÃ E A ATITUDE DO ESPÍRITO É exatamente esse ensinamento que reside na essência da força que nos conduz e nos eleva ao Cristianismo. POR ISSO, A VIRTUDE PARA O CRISTÃO É, ANTES DE TUDO, UMA ATITUDE DO ESPÍRITO: É A MODÉSTIA, A HUMILDADE, A SANTIDADE. É o próprio Cristo que estende os seus braços tanto aos pecadores quanto aos seus próprios algozes, e que ainda ama e perdoa os seus inimigos generosamente. A CONEXÃO HISTÓRICA ENTRE A VIRTÙ E O CRISTIANISMO Para Nietzsche, por outro lado, a virtude era a vontade indomável de crescer e de subir, o amor obstinado ao poder e ao domínio. Para melhor ensinar o seu conceito, ele nunca escondeu a preferência pela palavra italiana Virtù, justamente por ser uma palavra cristã, amancebada entre os maiores adeptos do Renascimento. Essa força nasceu na Itália renascentista, onde o homem de valor encontrava o seu ideal no despertar do espírito militar. POIS ATÉ NESTE DETALHE ESPECÍFICO, NIETZSCHE VEIO A COINCIDIR, SEM O SABER, COM O PRÓPRIO CRISTIANISMO. NOSSO LIVRO SAGRADO, REALMENTE, TRANSBORDA DESSAS QUALIDADES ÍNTIMAS E DE GESTOS DE PERFEITÍSSIMA HARMONIA QUE NOS PREGAM VIRTUDES ANTIGAS, OUTRORA PERDIDAS OU PROIBIDAS POR UMA MORAL MENOR. SÃO VALORES QUE CARREGAM TODOS OS MOTIVOS DA ANTIGUIDADE E DA ALMA; OS MESMOS VALORES QUE SUSTENTAM A VERDADEIRA VIRTÙ, QUE EM NOSSA ALMA OS GRANDES ESCRITORES DO PASSADO TANTO EXALTA... — Gerardo Mello Mourão. (Especial para A Offensiva)
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🇧🇷 — INTEGRALISMO EM OPOSIÇÃO A NIETZSCHE O CONCEITO DE PODER EM NIETZSCHE E NO CRISTIANISMO Dentro da psicologia humana, b
🇧🇷 — INTEGRALISMO EM OPOSIÇÃO A NIETZSCHE O CONCEITO DE PODER EM NIETZSCHE E NO CRISTIANISMO Dentro da psicologia humana, bem e mal não são absolutos, mas sim, e tão somente, o resultado direto da liberdade de nossas atitudes. Deixemos que se diga algo de novo, como uma anestesia para os sentidos, pois a verdadeira fórmula da felicidade resume-se em: um sim, um não, uma reta, um fim. E qual era, para Friedrich Nietzsche, esse fim supremo? O fim é o Poder. POIS BEM, PARA O CRISTÃO, O PODER SUPREMO É DEUS, E O SEU FIM ÚLTIMO TAMBÉM É O PODER, QUE SE MANIFESTA NO PRÓPRIO DEUS. Para Nietzsche, porém, o cristão não amaria o poder por preferir a piedade, a qual ele definia como fraqueza e submissão — uma participação na debilidade e uma comiseração pelos débeis e fracassados que constituiria a própria decadência . A VERDADEIRA NATUREZA DA PIEDADE CRISTÃ Mas o filósofo enganou-se profundamente. Se ele conhecesse a verdadeira essência da piedade para o cristão, não a enxergaria na futilidade das lágrimas românticas e femininas; descobriria na piedade o manifesto mais nítido, cabal e absoluto da força e do poder. A LEGÍTIMA PIEDADE NÃO PROVÉM DE NENHUM SENTIMENTALISMO BARATO QUE BUSCA APENAS EXALTAR A TERNURA OU A BONDADE DE UM HERÓI. LONGE DE SER MERA SIMPATIA PASSIVA, A PIA ANIMA (A ALMA PIEDOSA) É A EXUBERÂNCIA MÁXIMA DA FORÇA, AQUELA QUE SE RECUSA A CONTAMINAR E A FORTALECER O FRACO. A VIRTUDE CRISTÃ E A ATITUDE DO ESPÍRITO É exatamente esse ensinamento que reside na essência da força que nos conduz e nos eleva ao Cristianismo. POR ISSO, A VIRTUDE PARA O CRISTÃO É, ANTES DE TUDO, UMA ATITUDE DO ESPÍRITO: É A MODÉSTIA, A HUMILDADE, A SANTIDADE. É o próprio Cristo que estende os seus braços tanto aos pecadores quanto aos seus próprios algozes, e que ainda ama e perdoa os seus inimigos generosamente. A CONEXÃO HISTÓRICA ENTRE A VIRTÙ E O CRISTIANISMO Para Nietzsche, por outro lado, a virtude era a vontade indomável de crescer e de subir, o amor obstinado ao poder e ao domínio. Para melhor ensinar o seu conceito, ele nunca escondeu a preferência pela palavra italiana Virtù, justamente por ser uma palavra cristã, amancebada entre os maiores adeptos do Renascimento. Essa força nasceu na Itália renascentista, onde o homem de valor encontrava o seu ideal no despertar do espírito militar. POIS ATÉ NESTE DETALHE ESPECÍFICO, NIETZSCHE VEIO A COINCIDIR, SEM O SABER, COM O PRÓPRIO CRISTIANISMO. NOSSO LIVRO SAGRADO, REALMENTE, TRANSBORDA DESSAS QUALIDADES ÍNTIMAS E DE GESTOS DE PERFEITÍSSIMA HARMONIA QUE NOS PREGAM VIRTUDES ANTIGAS, OUTRORA PERDIDAS OU PROIBIDAS POR UMA MORAL MENOR. SÃO VALORES QUE CARREGAM TODOS OS MOTIVOS DA ANTIGUIDADE E DA ALMA; OS MESMOS VALORES QUE SUSTENTAM A VERDADEIRA VIRTÙ, QUE EM NOSSA ALMA OS GRANDES ESCRITORES DO PASSADO TANTO EXALTA... — Gerardo Mello Mourão. (Especial para A Offensiva)
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