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3/9) Há um grande problema.
Moisés prossegue e agora pede que seja-lhe apresentado um nome.
Calma aí, lembra da condição fundamental para termos sido nomeados?
Alguém, necessariamente, precisaria existir antes de nós para que tivéssemos um nome.
Mesmo assim, Moisés pede que aquela voz lhe dê um nome pelo qual pudesse provar sua existência.
Poucos, penso eu, conseguem imaginar as implicações em tal pedido...
Quem seria anterior aquela voz para dar-lhe um nome?
Mas, um nome é o primeiro elemento de identificação.⤵️
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2/9) Por exemplo. Pegue sua certidão de nascimento. Observe que alguém existiu antes de sua entrada neste mundo.
Alguém estava lá para dar-lhe um nome.
Logo, ter um nome pressupõe que outros existiram antes e assim puderam nome-á-lo(a).
A primeira vista parece óbvio.
Sim, mas estamos falando sobre o natal e o que isto tem a ver com ele?
Vamos recordar um trecho no livro do êxodo.
Antes, considere que Moisés é como vc e eu.
Sabe que a vida humana possui um fato gerador, logo, pressupõe que a voz daquEle que o vocaciona também precisa demonstrar existir...⤵️
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1/9) Com a proximidade do natal cabem algumas considerações que deixo para a posteridade.
Vamos caminhar um pouco.
1ª. Considerando nossa experiência existencial, é a partir do fato gerador, ou seja, a concepção, que experimentamos existir.
Isto implica reconhecer que existir pressupõe ser parte do processo resultante de determinado fator o qual deflagra esta existência.
Por outro lado, implica reconhecer que outros existiram antes de nós.
Prova disso repousa no ato de nomear o que percebe-se existir a partir de determinado momento.⤵️
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Para aqueles que duvidam do fato do Dr. Malone apresentar-se como inventor da utilização do mRNA como plataforma de imunizantes, confiram os dados referentes ao pedido de registro de patente.
Isto é para demonstrar como as chamadas "agências de checagem" atuaram desonestamente para destruir a reputação do Dr. Malone, considerando que a declaração do inventor da plataforma repercutiria na opinião pública e colocaria em dúvidas tudo o que sustentam na imprensa.
A verdade sempre prevalecerá.
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Quando um enorme contingente mostrar-se mais disposto a acreditar numa mentira e vc for um dos poucos a persistir buscando a verdade, considere-se um escolhido e prossiga em sua jornada.
A verdade espera pelos que a buscam incondicionalmente, pois ela fará a devida distinção entre os que a amam e os que tornaram-se amantes de si mesmos.
Talvez isto te explique melhor o que está acontecendo neste momento.
2 Tessalonicenses 2:11
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Este é o momento que vc tem, ao menos, três opções:
1° Admitir que foi enganado.
2° Admitir que sabia e tomou parte em tudo.
3° Admitir que não concorda com uma ciência obscurantista e lutar pela verdadeira ciência ajudando a salvar vidas, começando com a verdade.
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Não é razoável questionarmos por que há médicos colocando suas carreiras em risco alertando a população?
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💉💉💉👶🏻👶🏻👶🏻☠️☠️☠️
Dr. Vladimir Zelenko:
"Porque as CRIANÇAS precisam tomar uma substância EXPERIMENTAL, com todos os efeitos colaterais, quando 99,998% sobrevivem SEM TRATAMENTO?".
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14/14) O último caractere é a letra grega "psi", que representa a pseudouridina que Karikó alterou na composição do seu mRNA.
Só um detalhe: Katalin Karikó, bioquímica húngara é também a vice-presidente da BioNTech, parceira da Pfizer na produção do imunizante da farmacêutica.
Rogo que tais informações falem por si...
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13/14) Desta forma, ao analisar a sequência de códigos no mRNA desenvolvido por Karikó, não é possível encontrar a letra "U" (C-G-A-U), conforme consta no mRNA normal.
Em seu lugar encontramos a seguinte combinação:
C-G-A-Ψ.⤵️
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12/14) Ao desenvolver uma pseudouridina, Karikó garantiu que sua molécula estrangeira(mRNA produzido artificialmente), não fosse reconhecido pelos receptores celulares, impedindo assim que o organismo reaja ao mRNA exógeno.⤵️
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11/14) O que é a pseudouridina?
Pseudouridina é uma molécula criada para ser diferente da uridina, porém, conservando similaridade suficiente para permitir que o material genético seja corretamente interpretado pelas células para produzir a proteína desejada.⤵️
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10/14) Logo, ela percebeu que não seria possível utilizar mRNA para fazer imunizantes.
Como Karikó contornou o "problema" imposto pela natureza do organismo humano?
Karikó passou a trabalhar na criação de uma pseudouridina.⤵️
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9/14) Karikó e seus pesquisadores constataram que o "U", referente à URIDINA, era quem desencadeava a resposta inflamatória que destruía o material antes que ele pudesse ser absorvido e traduzido pelas células.⤵️
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8/14) O código do mRNA (RNA mensageiro) é formado por quatro bases nitrogenadas representadas pelas letras "C-G-A" e "U".⤵️
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7/14) Este passou a ser o grande desafio de Karikó - entender o mecanismo de ataque ao mRNA estrangeiro e como enganá-lo.
Antes de prosseguirmos, vamos relembrar a estrutura de código do mRNA.⤵️
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6/14) Karikó relatou que esse fato confundia um pouco os cientistas, uma que o material(mRNA), também é fornecido de dentro pelas células, por que o dela era imediatamente atacado quando injetado no organismo?⤵️
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5/14) É fato que nosso corpo não aceita mRNA estrangeiro (chamado exógeno) normalmente, pois o reconhece como uma ameaça.⤵️
