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Para aqueles que duvidam do fato do Dr. Malone apresentar-se como inventor da utilização do mRNA como plataforma de imunizantes, confiram os dados referentes ao pedido de registro de patente.
Isto é para demonstrar como as chamadas "agências de checagem" atuaram desonestamente para destruir a reputação do Dr. Malone, considerando que a declaração do inventor da plataforma repercutiria na opinião pública e colocaria em dúvidas tudo o que sustentam na imprensa.
A verdade sempre prevalecerá.
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Quando um enorme contingente mostrar-se mais disposto a acreditar numa mentira e vc for um dos poucos a persistir buscando a verdade, considere-se um escolhido e prossiga em sua jornada.
A verdade espera pelos que a buscam incondicionalmente, pois ela fará a devida distinção entre os que a amam e os que tornaram-se amantes de si mesmos.
Talvez isto te explique melhor o que está acontecendo neste momento.
2 Tessalonicenses 2:11
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Este é o momento que vc tem, ao menos, três opções:
1° Admitir que foi enganado.
2° Admitir que sabia e tomou parte em tudo.
3° Admitir que não concorda com uma ciência obscurantista e lutar pela verdadeira ciência ajudando a salvar vidas, começando com a verdade.
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Não é razoável questionarmos por que há médicos colocando suas carreiras em risco alertando a população?
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💉💉💉👶🏻👶🏻👶🏻☠️☠️☠️
Dr. Vladimir Zelenko:
"Porque as CRIANÇAS precisam tomar uma substância EXPERIMENTAL, com todos os efeitos colaterais, quando 99,998% sobrevivem SEM TRATAMENTO?".
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14/14) O último caractere é a letra grega "psi", que representa a pseudouridina que Karikó alterou na composição do seu mRNA.
Só um detalhe: Katalin Karikó, bioquímica húngara é também a vice-presidente da BioNTech, parceira da Pfizer na produção do imunizante da farmacêutica.
Rogo que tais informações falem por si...
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13/14) Desta forma, ao analisar a sequência de códigos no mRNA desenvolvido por Karikó, não é possível encontrar a letra "U" (C-G-A-U), conforme consta no mRNA normal.
Em seu lugar encontramos a seguinte combinação:
C-G-A-Ψ.⤵️
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12/14) Ao desenvolver uma pseudouridina, Karikó garantiu que sua molécula estrangeira(mRNA produzido artificialmente), não fosse reconhecido pelos receptores celulares, impedindo assim que o organismo reaja ao mRNA exógeno.⤵️
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11/14) O que é a pseudouridina?
Pseudouridina é uma molécula criada para ser diferente da uridina, porém, conservando similaridade suficiente para permitir que o material genético seja corretamente interpretado pelas células para produzir a proteína desejada.⤵️
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10/14) Logo, ela percebeu que não seria possível utilizar mRNA para fazer imunizantes.
Como Karikó contornou o "problema" imposto pela natureza do organismo humano?
Karikó passou a trabalhar na criação de uma pseudouridina.⤵️
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9/14) Karikó e seus pesquisadores constataram que o "U", referente à URIDINA, era quem desencadeava a resposta inflamatória que destruía o material antes que ele pudesse ser absorvido e traduzido pelas células.⤵️
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8/14) O código do mRNA (RNA mensageiro) é formado por quatro bases nitrogenadas representadas pelas letras "C-G-A" e "U".⤵️
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7/14) Este passou a ser o grande desafio de Karikó - entender o mecanismo de ataque ao mRNA estrangeiro e como enganá-lo.
Antes de prosseguirmos, vamos relembrar a estrutura de código do mRNA.⤵️
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6/14) Karikó relatou que esse fato confundia um pouco os cientistas, uma que o material(mRNA), também é fornecido de dentro pelas células, por que o dela era imediatamente atacado quando injetado no organismo?⤵️
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5/14) É fato que nosso corpo não aceita mRNA estrangeiro (chamado exógeno) normalmente, pois o reconhece como uma ameaça.⤵️
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4/14) Ou seja, ela conseguiu "burlar" o mecanismo de defesa e fazer seu mRNA penetrar no núcleo da célula e, em seguida, começasse a produzir determinada proteína sem ser atacado antes.
Como ela conseguiu isso?⤵️
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3/14) Karikó conseguiu uma proeza e tanto - enganar o corpo humano para não atacar o mRNA assim que este fosse introduzido no organismo.⤵️
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2/14) Como explicar o corpo não atacar um certo mRNA estangeiro e ainda usá-lo na produção de determinada proteína?
Como assim?
Tomemos como exemplo o trabalho de uma bioquímica húngara chamada Katalin Karikó.⤵️
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