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Educação Clássica Reformada

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EMANUEL Em contraste com as enchentes do mundo, as torrentes destruidoras, endurecidas, o salmista fala de "um rio, cujas águas alegram a cidade de Deus" (Salmos 46.4). A cidade de Deus é a sua Igreja, seu povo, e o rio silencioso que o alimenta e sustenta é a presença de Deus entre seu povo. Este é o fato decisivo: não a desordem das nações e da natureza, mas o Deus Altíssimo que governa e dirige o curso da história Ele é Emanuel, Deus conosco, e nos convoca e ordena que deixemos de afligir-nos. Ele declara: "Aquietai-vos e sabei que Eu sou Deus, Sou exaltado entre as nações, sou exaltado na Terra" (v. 10). O Deus que falou essas palavras tinha apenas um punhado de crentes judeus em todo o mundo daqueles dias, mas declarou veementemente a conversão dos pagãos e sua exaltação em todo o mundo. Estas coisas estão se realizando agora. Sua promessa é que se cumprirão em seu Reino. Sua garantia e que cada passo está sob Seu Governo providencial e que, em todo o caminho, Ele é o nosso Emanuel, Deus conosco. Podemos, portanto, cantar com alegria junto com o salmista: "O Senhor dos Exércitos está conosco; o Deus de Jacó é o nosso refúgio" (v. 11). John Rousas Rushdoony Bom Dia, Amigos. Edição Kindle.

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Foto de diegoriossouza
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O MESSIANISMO POLÍTICO E RELIGIOSO: O PIOR EFEITO DE UMA ESCATOLOGIA PESSIMISTA O vácuo deixado por uma escatologia que nega o Reino de Deus na história (com o amilenismo) não permanece vazio; ele é preenchido por ídolos políticos e messianismos ideológicos. Quando a Igreja deixa de pregar a esperança vitoriosa de Cristo sobre a cultura, o crente busca desesperadamente outra forma de "vencer" o caos, tornando-se vulnerável de duas formas: A Entrega ao Tirano Político: Se não há a expectativa de que o Reino de Deus avance pela piedade e pela Lei Divina, o cristão passa a ver o Estado ou um líder "forte" como o único salvador capaz de segurar a barbárie. Ele troca a soberania de Cristo pela eficiência do César de turno. A Escravidão ao Líder Religioso: É o que vemos em igrejas de perfil triunfalista. No vácuo de uma doutrina sólida que explique como o Reino opera, o fiel se submete a pastores que prometem "domínio" imediato, tornando-se massa de manobra para projetos pessoais de poder. EDUCAÇÃO CLÁSSICA REFORMADA

HISTÓRIA E REDENÇÃO Comum aos objetivos imperiais da Antiguidade é a busca por um salvador do mundo e o retorno ao paraíso. A secularização dos estudos históricos levou à castração da história e à excisão de todos os objetivos religiosos em favor de uma projeção ee objetivos puramente político-econômicos ou outros objetivos modernos sobre os impérios da Antiguidade. [...] A depreciação do passado levou ao obscurantismo das incríveis aproximações de ordem, riqueza ilimitada, paz e prosperidade em alguns impérios antigos, todas condições imaginadas do paraíso, mas estas e outras eram apenas aproximações, nunca a realidade. R. J. Rushdoony Estudos em Daniel e Apocalipse, edição Kindle

Pergunta 133 do Catecismo Maior de Westminster Qual é a razão anexa ao quinto mandamento para lhe dar maior força? A razão anexa ao quinto mandamento, para lhe dar maior força, contida nestas palavras: “para que se prolonguem os teus dias na terra que o Senhor teu Deus te dá”, é uma promessa de longa vida e prosperidade, tanto quanto sirva para a glória de Deus e para o bem de todos quantos guardem este mandamento. Referência: Ex 20.12; Dt 5:16; I Rs 8:25; Ef 6:2,3.

Pergunta 132 do Catecismo Maior de Westminster Quais são os pecados dos iguais? Os pecados dos iguais, além da negligência dos deveres exigidos, são a depreciação do merecimento, a inveja dos dons, a tristeza causada pela promoção ou prosperidade dos outros, e a usurpação da preeminência que uns têm sobre outros. Referência: Nm 12:2; Pv 13:21; Is 65:5; Mt 20.15;25-27; Lc 15:28,29;22:24-26; Rm 13:8; II Tm 3:3; At 7:9; Gl 5:26; I Jo 3:12; III Jo 9.

Pergunta 131 do Catecismo Maior de Westminster Quais são os deveres dos iguais? Os deveres dos iguais são o considerar a dignidade e o merecimento uns dos outros, tendo cada um aos outros por superiores; e o alegrar-se com os dons e a promoção uns dos outros como sendo de si mesmos. Referência: Rm 12:10;15-16; Fp 2:3,4; I Pe 2:17.

Pergunta 130 do Catecismo Maior de Westminster Quais são os pecados dos superiores? Os pecados dos superiores, além da negligência dos deveres que lhe são exigidos, são a ambição incontrolável, a busca desordenada da própria glória, repouso, proveito ou prazer; a exigência de coisas ilícitas ou fora do alcance de os inferiores poderem realizar; aconselhando, encorajando ou favorecendo-os naquilo que é mau; dissuadindo, desanimando ou reprovando-os naquilo que é bom; corrigindo-os indevidamente; expondo-os descuidosamente ao dano, à tentação e ao perigo; provocando-os à ira; ou de alguma forma desonrando-se a si mesmos, ou diminuindo a sua autoridade por um comportamento injusto, indiscreto, rigoroso ou negligente. Referência: Gn 9:21; Ex 34:2,4; Lv 19:29; Dt 17:17; I Rs 12:13,14; Is 56:10,11;58:7; Jr 5:30,31;6:13,14; Dn 3:4,6; Mt 14:8;23:2,4; Mc 6.4; Jo 5:4;7:18,46-48; At 4:18; Ef 6:4; I Pe 2:19,20; Fp 2:21;Hb 12:10.