Eiszeitkrieger
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O Etnopluralismo de Alain de Benoist, no contexto do mundo Multipolar é a chave.
@Eiszeitkrieger
🇷🇺 02/02
O ano de 2026 foi oficialmente proclamado como o Ano da Unidade dos Povos da Rússia, uma iniciativa voltada ao fortalecimento dos laços de amizade, respeito mútuo e cooperação entre os diversos povos que compõem a Federação Russa. Ao longo do ano, milhares de eventos culturais, educacionais e comemorativos serão realizados em todo o país para celebrar essa rica diversidade humana e cultural.
A Rússia é um dos países com uma das maiores diversidades culturais do mundo, abrigando mais de 190 povos e grupos étnicos. Entre os principais estão os russos (русские — russkie), tártaros (татары — tatary), bashkires (башкиры — bashkiry), tchuvaches (чуваши — chuvashi), chechenos (чеченцы — chechentsy), avares (аварцы — avartsy), armênios (армяне — armyane), ossetas (осетины — osetiny), iacutos/sacás (якуты — yakuty), buriates (буряты — buryaty), mordovianos (мордва — mordva), udmurtes (удмурты — udmurty) e muitos outros.
Cada um desses povos possui uma história única, idiomas próprios, tradições ancestrais e contribuições valiosas para a formação da sociedade russa contemporânea. Essa diversidade constitui uma das maiores riquezas do país e reforça a importância da convivência pacífica, da compreensão mútua e do respeito entre todos os cidadãos.
Durante este ano de 2026 ocorrerão muitos eventos culturais que mostrarão os costumes de diferentes povos da Rússia, permitindo uma compreensão mais ampla e profunda do país, para além de estereótipos e percepções superficiais. ♥️🇷🇺
💡 Uma distinção importante na língua russa
Em português, costuma-se traduzir ambos os termos simplesmente como “russo”, mas em russo existe uma diferença:
• Русский (russkiy) é um termo étnico e cultural, que se refere ao povo russo propriamente dito, à etnia russa.
• Россиянин (rossiyanin) é um termo cívico e político, que designa qualquer cidadão da Federação Russa, independentemente de sua origem étnica.
Desta forma, um tártaro, um checheno, ou um buriate podem ser россияне (rossiyane) — cidadãos da Rússia — sem necessariamente serem русские (russkie) em termos étnicos.
❗️Essa distinção é clara na língua russa, mas se perde em traduções para outras línguas, onde ambas as palavras costumam ser traduzidas simplesmente como “russo”.
@Eiszeitkrieger
Descubra um outro lado da Rússia🇷🇺
No dia 18 de março de 2014, o Presidente da Federação Russa, Vladimir Putin, reunificou a Crimeia com a Rússia. Desde então, este dia é celebrado anualmente em todo o país.
Conheça um lado diferente da Rússia, para além da neve e dos invernos rigorosos.
@Eiszeitkrieger
Repost from Lucas Leiroz (Лукас Лейрос)
O discurso "indigenista" em relação aos tártaros da Crimeia é simplesmente ridículo. Não é por acaso que esse tipo de militância só existe num pequeno nicho da diáspora, com zero presença na Crimeia (onde os tártaros vivem normalmente e falando russo).
De fato, russos não são indígenas da Crimeia, mas nem os tártaros são. São um povo turco-mongol que chegou ali na época das expansões turânicas. Por séculos, os tártaros se ocuparam de capturar eslavos e vendê-los para o mercado de escravos no exterior, o que levou os russos a capturarem a Crimeia para proteger suas fronteiras austrais.
Zero ressentimento sobre as práticas dos tártaros - e também sobre os russos. Todos os povos já cometeram crimes e massacres. Não há mãos limpas na história. E nenhuma terra pertence a qualquer povo por "direito". A terra é de quem a conquista e consegue defendê-la.
Os russos sempre tiveram uma relação de simbiose com os povos das estepes asiáticas. Vários choques, guerras e massacres de ambos os lados. Mas, acima de tudo, uma coevolução histórica que pode ser resumida na Rússia herdando a vastidão da Horda Dourada e na Ásia Central inteira falando russo hoje em dia.
Agora, a tentativa de usar "indigenismo" para fomentar separatismo na Crimeia é absurda porque ofende à própria origem oriental dos tártaros - que nunca foram indígenas da Crimeia, mas chegaram ali em suas expansões guerreiras.
O "direito" tártaro ou russo à Crimeia é o mesmo: o direito de quem a conquistou e preservou. E os russos venceram.
Repost from Fundação Cultura Estratégica
🇷🇺🌏 O Fórum Econômico Internacional de São Petersburgo (SPIEF) 2026 consolidou a posição da Rússia como um dos principais polos do mundo multipolar, reunindo delegações de mais de cem países. O sucesso do evento foi acompanhado por uma intensa campanha midiática ocidental para minimizar seus resultados e questionar sua legitimidade.
Em vez de isolamento, o que se observou foi uma crescente diversificação das relações internacionais russas, especialmente com China, Índia e Turquia. A guerra informacional tornou-se uma das principais ferramentas para tentar conter o avanço da integração eurasiática.
💬 Por Lucas Leiroz @lucasleiroz
@SCF_Portuguese
🥛02/02
🔻Intolerância à Lactose
É causada pela redução ou ausência da enzima lactase no intestino delgado, responsável por digerir a lactose, que é o açúcar do leite.
O problema reside quando a lactose não digerida chega ao intestino grosso, onde é fermentada por bactérias, produzindo gases e sintomas.
É comum em populações asiáticas, africanas e indígenas americanas, que apresentam algum grau de má absorção de lactose. Por outro lado, em populações de origem norte europeia e descendentes é nula e em populações do sul da Europa e descendentes é extremamente rara, e quando e se ocorrer, está ligado a um quadro de permeabilidade intestinal.
🔻Sensibilidade à Beta-Caseína A1
É causada pela reação a proteína beta-caseína A1, presente no leite das vacas europeias (Holstein, Friesian, entre outras). As populações europeias possuem enzimas capazes de digerir esta proteína, enquanto outros povos não possuem.
O problema reside durante a digestão da beta-caseína A1, libera-se o peptídeo BCM-7 (beta-casomorfina-7), que pode causar inflamação intestinal, reduzir a motilidade intestinal, aumentar o tempo de trânsito intestinal e produzir sintomas digestivos semelhantes aos da intolerância à lactose.
Por outro lado, a beta-caseína A2, presente no leite Tipo A2, não libera BCM-7, portanto é tolerada e segura para o consumo das populações asiáticas, africanas e indígenas americanas. Um fato importante de mencionar é que o leite A2 continua contendo lactose. Portanto, ele não resolve o problema de quem possui a intolerância à lactose.
O gado zebuíno (de origem africana/asiática das raças Bos indicus, Jersey e Guernsey) produz predominantemente leite A2.
Populações tradicionais como Fulani, Maasai e alguns grupos do Oriente Médio consomem leite de zebuíno ou raças similares ricas em A2, o que explica a tolerância ao leite fresco nessas culturas, pois estão consumindo um produto próprio para a sua biologia digerir.
👉🏻Muitas pessoas diagnosticadas ou autodiagnosticadas com “intolerância à lactose” relatam o desaparecimento dos sintomas ao trocar para leite A2. Isso sugere que, em boa parte dos casos, o problema era a sensibilidade à beta-caseína A1. Médicos como o Dr. Lair Ribeiro destacam essa distinção e observam bons resultados com a mudança para leite A2 em seus pacientes.
👉🏻Se você possui Sintomas ao beber leite comum, é necessário fazer um teste prático para compreender se você tem intolerância à lactose ou sensibilidade à A1.
Para isso experimente introduzir em sua dieta o leite A2 puro, mantendo a mesma quantidade que ingeria antes, para observar como seu corpo lida com a lactose.
Se os sintomas persistirem é provável que você realmente possua intolerância à lactose. Se os sintomas melhorarem ou desaparecerem, é provável que você tenha apenas sensibilidade à beta-caseína A1.
Essa distinção é importante para evitar diagnósticos errados e restrições desnecessárias ao leite, que é um alimento ALTAMENTE ANABÓLICO, eficaz para a síntese proteica e o ganho de massa muscular devido à sua composição nutricional completa. Quem tem desconforto deve priorizar leite A2 de fontes confiáveis e, se necessário, consultar um médico ou nutricionista para avaliação individual.
@Eiszeitkrieger
🥛01/02
Diferença entre Intolerância à Lactose e Sensibilidade à Beta-Caseína A1
Eu planejava abordar este tema mais tarde, mas eventos adversos me fizeram apressar ele no canal, pois é de extrema importância que as pessoas com genética indo-europeia se apropriem destes conhecimentos, para que compreendam as adaptações genéticas que possuem.
Ambos os quadros são condições distintas, embora possam produzir sintomas digestivos semelhantes, tais como inchaço, gases, diarreia, dor abdominal e desconforto intestinal, conforme explico abaixo.
@Eiszeitkrieger
Repost from Lucas Leiroz (Лукас Лейрос)
Sou cristão ortodoxo, o que já encerra a discussão do aborto para mim. Mas, mesmo se não fosse cristão, jamais apoiaria o aborto.
Não se trata apenas do teor moral da questão, há um fator pragmático fundamental: a quem interessa cultivar na juventude a ideia de que algo tão íntimo e profundo quanto o sexo pode ser praticado livre e inconsequentemente?
As pessoas precisam entender que seus atos têm consequências diretas. Pode ser uma doença, pode ser um filho, pode ser um trauma. Por aí vai. A ideia de legalização e facilitação do aborto é a porta de entrada para uma sociedade vazia de responsabilidade, com uma juventude inconsciente de qualquer senso de dever.
No fim, o aborto é apenas a versão feminina do "ir comprar cigarro". Um abandona, a outra mata - mas ambos convergem em fugir da responsabilidade de seus atos. O sonho de toda feminista é ocupar o papel de um homem ruim.
🥛02/02
🔻Intolerância à Lactose
É causada pela redução ou ausência da enzima lactase no intestino delgado, responsável por digerir a lactose, que é o açúcar do leite.
O problema reside quando a lactose não digerida chega ao intestino grosso, onde é fermentada por bactérias, produzindo gases e sintomas.
É comum em populações asiáticas, africanas e indígenas americanas, que apresentam algum grau de má absorção de lactose. Por outro lado, em populações de origem norte europeia e descendentes é nula e em populações do sul da Europa e descendentes é extremamente rara, e quando e se ocorrer, está ligado a um quadro de permeabilidade intestinal.
🔻Sensibilidade à Beta-Caseína A1
É causada pela reação a proteína beta-caseína A1, presente no leite das vacas europeias (Holstein, Friesian, entre outras). As populações europeias possuem enzimas capazes de digerir esta proteína, enquanto outros povos não possuem.
O problema reside durante a digestão da beta-caseína A1, libera-se o peptídeo BCM-7 (beta-casomorfina-7), que pode causar inflamação intestinal, reduzir a motilidade intestinal, aumentar o tempo de trânsito intestinal e produzir sintomas digestivos semelhantes aos da intolerância à lactose.
Por outro lado, a beta-caseína A2, presente no leite Tipo A2, não libera BCM-7, portanto é tolerada e segura para o consumo das populações asiáticas, africanas e indígenas americanas. Um fato importante de mencionar é que o leite A2 continua contendo lactose. Portanto, ele não resolve o problema de quem possui a intolerância à lactose.
O gado zebuíno (de origem africana/asiática das raças Bos indicus, Jersey e Guernsey) produz predominantemente leite A2.
Populações tradicionais como Fulani, Maasai e alguns grupos do Oriente Médio consomem leite de zebuíno ou raças similares ricas em A2, o que explica a tolerância ao leite fresco nessas culturas, pois estão consumindo um produto próprio para a sua biologia digerir.
👉🏻Muitas pessoas diagnosticadas ou autodiagnosticadas com “intolerância à lactose” relatam o desaparecimento dos sintomas ao trocar para leite A2. Isso sugere que, em boa parte dos casos, o problema era a sensibilidade à beta-caseína A1. Médicos como o Dr. Lair Ribeiro destacam essa distinção e observam bons resultados com a mudança para leite A2 em seus pacientes.
👉🏻Se você possui Sintomas ao beber leite comum, é necessário fazer um teste prático para compreender se você tem intolerância à lactose ou sensibilidade à A1.
Para isso experimente introduzir em sua dieta o leite A2 puro, mantendo a mesma quantidade que ingeria antes, para observar como seu corpo lida com a lactose.
Se os sintomas persistirem é provável que você realmente possua intolerância à lactose. Se os sintomas melhorarem ou desaparecerem, é provável que você tenha apenas sensibilidade à beta-caseína A1.
Essa distinção é importante para evitar diagnósticos errados e restrições desnecessárias ao leite, que é um alimento ALTAMENTE ANABÓLICO, eficaz para a síntese proteica e o ganho de massa muscular devido à sua composição nutricional completa. Quem tem desconforto deve priorizar leite A2 de fontes confiáveis e, se necessário, consultar um médico ou nutricionista para avaliação individual.
@Eiszeitkrieger
🥛01/02
Diferença entre Intolerância à Lactose e Sensibilidade à Beta-Caseína A1
Eu planejava abordar este tema mais tarde, mas eventos adversos me fizeram apressar ele no canal, pois é de extrema importância que as pessoas com genética indo-europeia se apropriem destes conhecimentos, para que compreendam as adaptações genéticas que possuem.
Ambos os quadros são condições distintas, embora possam produzir sintomas digestivos semelhantes, tais como inchaço, gases, diarreia, dor abdominal e desconforto intestinal, conforme explico abaixo.
@Eiszeitkrieger
02/02
Perguntei aos alunos o que significa, na concepção deles, ser cidadão. A maioria respondeu que é ter direitos e deveres. Quando questionei se, na prática, eles achavam que possuem mais direitos ou mais deveres, a resposta unânime foi de que têm mais direitos.
Perguntar não ofende, então prossegui perguntando como percebiam esses direitos vindos das diferentes esferas de poder, da federal, estadual, municipal e distrital. Eles responderam, com sua própria linguagem, que quanto maior o ente político, maior a exigência e menor o retorno entregue à população. Essa percepção abriu um debate rico e crítico sobre direitos, deveres e o papel da participação política.
Discutimos como a cidadania plena não transforma o indivíduo em escravo do Estado, mas o capacita a moldar o destino do país e do local onde habita por meio de uma atuação consciente, cobrando e controlando os governantes, em vez de ser controlado por eles.
A reflexão final partiu de uma pergunta provocadora:
“A quem devemos nossa lealdade?”Devemos lealdade a um poder externo que nos humilha? A um poder nacional distante que nos usa para enriquecimento próprio? A um poder municipal que negocia acordos escusos com vereadores e empresas? Ou à comunidade local que nos criou, nos viu crescer e provavelmente nos apoiará no futuro? O objetivo da atividade nunca foi atacar o Brasil como nação, muito pelo contrário, sempre incentivo o serviço e devoção à Pátria pois jurei junto ao mastro desta bandeira tremulante, defender o Brasil do inimigo externo, mas na época não cogitei que, muitas vezes, o pior inimigo é doméstico, camuflado com nossas cores. O propósito da atividade foi fomentar o senso de comunidade e pertencimento, levando os alunos a refletirem sobre o que a pátria lhes devolve em comparação com o que eles entregam a ela. Afinal, só se sente verdadeiramente pertencente quem compreende o lugar que se ocupa no mundo. Por isso, perguntei:
“Qual é o seu lugar na pátria?”As respostas foram reveladoras. As meninas falaram em casar com um homem rico, constituir família e ter um emprego. Os rapazes, por sua vez, expressaram forte preocupação com a possibilidade de não conseguirem se colocar profissionalmente ou de serem presos por falsas acusações baseadas na Lei Maria da Penha, revelando uma profunda sensação de insegurança jurídica já nesta idade. A maioria dos rapazes não se via como membro participante da sociedade e demonstrava grande incerteza quanto ao futuro. Já no dia seguinte, fui convocado à Secretaria de Educação. O prefeito da cidade estava presente e proferiu ameaças explícitas e diretas, afirmando que minha reflexão prejudicaria gravemente sua reeleição. Ele me intimidou com diversas consequências profissionais e pessoais, configurando clara coação moral e constrangimento ilegal. Respondi que a verdade não teme o escrutínio e que quem age com retidão e probidade não tem motivo para temer qualquer questionamento, ainda mais vindo de adolescentes. Diante da firmeza da resposta, ele se retirou em silêncio. A secretária de Educação ameaçou instaurar sindicância administrativa contra mim. Nesse momento, informei que toda a reunião estava sendo gravada desde o início. Embora a gravação ambiental realizada sem o conhecimento dos presentes não possua valor probatório pleno em juízo (conforme jurisprudência do STJ), o conteúdo serviria como fundamento para notícia-crime por ameaça (art. 147 do Código Penal) e eventual constrangimento ilegal (art. 146 do CP). A ameaça de sindicância foi imediatamente retirada, fizeram um pedido de desculpas informal e me dispensaram pelo restante do dia. Não está fácil formar cidadãos plenos no Brasil. A classe dominante não quer homens livres e conscientes, mas cidadãos de segunda classe, escravos obedientes e desinformados. Este é o motivo e importância da luta metapolítica que precisamos encabeçar, pois não se pode bater de frente com o sistema, devemos mudar ele culturalmente. @Eiszeitkrieger
01/02
Formação de cidadãos plenos ou de escravos?
Como muitos já sabem, sou professor de História. Uma das principais finalidades da disciplina que ministro é auxiliar os alunos a conhecerem suas raízes, compreenderem o conceito de memória e legado, e desenvolverem o pensamento crítico para futura atuação na sociedade como cidadãos plenos.
Durante um projeto escolar, a direção solicitou que eu trabalhasse com os alunos os deveres cívicos e a participação política. Abordei, então, a emissão e a importância de documentos oficiais, tais como Certificado de Reservista, Cédula de identidade, título de eleitor, CPF, entre outros, e propus uma reflexão em grupo que gerou resultados com desdobramentos interessantes.
@Eiszeitkrieger
TRADUÇÃO:
Um caso interessante para os meus leitores estrangeiros que querem entender como é o Brasil real hoje em dia. Recentemente, um juiz concedeu perdão judicial a uma mulher que participou na tortura e assassinato do seu próprio filho porque... ela é uma mulher. O caso é o seguinte: um menino de cinco anos foi brutalmente torturado pelo seu padrasto com o consentimento da mãe e acabou por morrer de falência orgânica após múltiplas agressões. A mãe sabia sobre a violência do marido e tolerou-o, mas o juiz considerou-a inocente simplesmente porque ela é uma mulher. De acordo com o juiz, a assassina, por ser uma mulher, estava numa "situação de vulnerabilidade", e todas as acusações contra ela eram supostamente o resultado de "misoginia" na alegada "sociedade patriarcal" do Brasil. Um detalhe importante: o júri condenou a mulher, mas o juiz anulou a decisão do júri e absolveu-a. Infelizmente, isto não é surpreendente. O Brasil há muito que se tornou um inferno woke. O aborto foi legalizado à força através de uma manobra política, apesar de ser contra a vontade da população. Foram realizadas cirurgias transgénero em crianças, apesar de serem contrárias à lei brasileira. Hoje em dia, de facto, dizer que "um homem é um homem e uma mulher é uma mulher" pode levar-te à prisão por até cinco anos neste país. Fui recentemente questionado numa conferência internacional sobre o conceito de soberania no Brasil. Respondi que antes de o Brasil poder pensar em soberania, precisa primeiro de um conceito de nacionalidade. Os brasileiros simplesmente não sabem quem são, não sabem o seu lugar no mundo e procuram constantemente, de forma provinciana, integrar-se no que é estrangeiro. A tendência woke não é diferente. O Brasil absorve tudo o que vem do estrangeiro. Esta tendência surgiu algures nos Estados Unidos ou na Europa, e o Brasil adotou-a imediatamente como um dogma quase espiritual, esforçando-se todos os dias para se tornar o país mais woke do mundo. O mesmo aconteceu com as políticas de saúde relacionadas com a COVID-19 — somos literalmente o único país do mundo onde os bebés de seis meses são vacinados obrigatoriamente (apenas com a Pfizer e a Moderna, aliás), com os pais a correrem o risco de perder a custódia se recusarem. Os brasileiros sempre querem parecer aos europeus ou americanos ainda mais liberais, modernos e ocidentais do que os próprios europeus ou americanos. Como pode um país como este sequer pensar em soberania? Antes de protegermos as nossas instituições e território, devemos pelo menos proteger os nossos próprios filhos do colonialismo mental que permeou este país.
Repost from Lucas Leiroz (Лукас Лейрос)
An interesting case for my foreign readers who want to understand what the real Brazil looks like today.
Recently, a judge granted judicial pardon to a woman who participated in the torture and murder of her own son because... she is a woman. The case is as follows: a five-year-old boy was brutally tortured by his stepfather with the mother's consent and eventually died from organ failure after multiple beatings. The mother knew about her husband's violence and tolerated it, yet the judge considered her innocent simply because she is a woman.
According to the judge, the killer, by virtue of being a woman, was in a "situation of vulnerability," and all accusations against her were supposedly the result of "misogyny" within Brazil's alleged "patriarchal society." One important detail: the jury convicted the woman, but the judge overruled the jury and acquitted her.
Unfortunately, this comes as no surprise. Brazil has long since become a woke hell. Abortion was forcibly legalized through a political maneuver despite being against the will of the population. Transgender surgeries on children have been performed even though they are contrary to Brazilian law. Nowadays, in fact, saying that "a man is a man and a woman is a woman" can land you in prison for up to five years in this country.
I was recently asked at an international conference about the concept of sovereignty in Brazil. I replied that before Brazil can think about sovereignty, it first needs a concept of nationality. Brazilians simply do not know who they are, do not know their place in the world, and constantly seek, in a provincial manner, to integrate themselves into whatever is foreign.
The woke trend is no different. Brazil absorbs everything that comes from abroad. This tendency emerged somewhere in the United States or Europe, and Brazil immediately adopted it as an almost spiritual dogma, striving every day to become the most woke country in the world. The same has happened with COVID-19 health policies — we are literally the only country in the world where six-month-old babies are mandatorily vaccinated (with Pfizer and Moderna only, btw), with parents potentially losing custody if they refuse.
Brazilians always want to appear to Europeans or Americans as even more liberal, modern, and Western than Europeans or Americans themselves. How can a country like this even think about sovereignty? Before protecting our institutions and territory, we must at least protect our own children from the mental colonialism that has permeated this country.
Repost from Lucas Leiroz (Лукас Лейрос)
Um dos mais graves erros da política externa russa pós-soviética foi ter apoiado a Armênia nos conflitos etno-territoriais dos anos 1990. Isso só serviu para criar antipatia entre os azeris em relação à Rússia, enquanto a Armênia correu para os braços do Ocidente na primeira oportunidade. Hoje a Rússia é odiada por ambos os lados - um por ressentimentos históricos, o outro porque é uma nação movida à eterna busca por aceitação na Europa. O correto seria manter neutralidade e focar em resolver os críticos problemas internos russos da época.
Esta liberdade nos foi tirada aqui no Brasil com o estatuto do desarmamento.
Nós homens livres devemos nos organizar para encontrar uma forma de mudar a política estatal em relação às armas.
Só praticar no clube de tiro não é suficiente. Devemos retornar com as sociedades de caçadores, popularizar a Schützenfest para outras cidades além de Jaraguá do Sul–SC.
@Eiszeitkrieger
Vídeo muito interessante sobre a Guerra da Reconquista, um dos eventos mais importantes e marcantes da história Ibérica!
https://youtu.be/O4cPWdrE6A4?si=CzL6BuX9sI0gpxI1
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