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Esta é a hora que vamos rever duas imagens

E é aqui que as coisas começarão a fazer todo o sentido...

Até aqui vc foi municiado de informações... Sobre Edição de DNA. Por meio desta técnica, um determinado gene (de uma doença de outro tipo, pode ser editada e simplesmente deixar de existir no genoma humano.

Não desanime, pois agora entraremos na toca do coelho.

Começamos a falar da China como inimigo, perseguição e estratégia para destruição da cultura e valores judaico-cristãos, como é que chegamos nesta parte sobre uma ferramenta para edição de DNA e como isto pode ser importante para o momento?

Você deve estar se perguntando...

Ok.

Atualmente encontra-se disponível um gRNA (RNA guia) que consiste na construção de uma molécula de RNA desenvolvida biotecnologicamente, com a capacidade de mimetizar o que ocorre naturalmente em bactérias, e desta forma, promover o direcionamento da nuclease Cas9 para uma sequência alvo específica para que esta promova a clivagem e a sequência de interesse tornando esta disponível para atuação da maquinaria de reparo da célula e assim, promover edição da porção de interesse presente no genoma alvo.

O sgRNA teve sua aplicabilidade inicialmente testada em procariotos (Doudna e Charpentier 2014; Jinek et al., 2012) e tem sido extensivamente empregado na edição de genomas de células de mamíferos (Cong et al., 2013).

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Dessa forma, a técnica de CRISPR demanda apenas dois elementos exógenos: a Cas9 e sgRNA, facilitando assim o procedimento experimental. O sgRNA é composto por um dobramento em grampo formado pela sequência de reconhecimento do alvo também conhecida como sequência-guia (∼20 nt na extremidade 5´, específico para cada alvo) mais uma sequência universal (~80 nt, o scaffold, extremidade 3´) e conserva as interações de pareamento das bases na dupla fita (Jinek et al., 2012).

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Objetivando tornar este processo o mais simples possível para a aplicação em laboratório, pesquisadores desenvolveram o single guide RNA (sgRNA ou gRNA): uma molécula quimérica resultante da “fusão” do crRNA e tracrRNA, gerada para acumular as duas funções, que são altamente dependentes de suas estruturas.

RNA-guia (Single guide RNA). Para que Cas9 possa executar sua função, ela precisa ser ativada e direcionada ao seu alvo. No processo de imunidade natural em bactérias, estas etapas são mediadas por duas moléculas de RNA que atuam cooperativamente: o crRNA (CRISPR-derived RNA) e tracrRNA (trans-activating RNA).

Com base nesse mecanismo natural foi desenvolvida a técnica de CRISPR. Para o entendimento do papel das moléculas envolvidas nessa tecnologia, deve-se levar em consideração a plasticidade dos ácidos nucleicos em se dobrarem, formando estruturas secundárias, e interagirem entre si, nas seguintes formas: (i) DNA:DNA, (ii) RNA:RNA e (iii) DNA:RNA. Adicionalmente, o DNA e (ou) RNA podem se associar com outras classes de moléculas, como as proteínas. Basicamente, a técnica de CRISPR envolve três moléculas: uma nuclease (geralmente a Cas9 tipo selvagem de Streptococcus pyogenes), um RNA-guia (conhecido como single guideRNA) e o alvo (frequentemente o DNA).

Na natureza, CRISPR-Cas é um sistema procariótico de imunidade baseado na captura e inserção de pequenos pedaços de DNA advindos da invasão por vírus ou plasmídeos, que são incorporados ao genoma da bactéria e contra os quais ela então adquire resistência (Horvath e Barrangou 2010).

Visão geral sobre moléculas envolvidas e mecanismos básicos de ação.

Quando avançarmos um pouco mais, vc terá o suficiente para que a verdade faça o seu trabalho. Apenas tenha calma.