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"Nuvens Fantasmas", 1897 .
Richard Riemerschmid
( 1868-1957 )
Vortex π
"Leto"
RenΓ© GΓ©rin, 1888
Leto (Leto): na mitologia grega, Γ© a deusa, filha dos titΓ£s Ceu e Febe, e mΓ£e de Apolo e Γrtemis.
Vortex πΉ
"Tisbe"
(John William Waterhouse, 1849 β 1917)
O conto de PΓramo e Tisbe pode ser considerado como a influΓͺncia que Shakespeare teve para elaborar sua mais famosa obra: Romeu e Julieta. A histΓ³ria se passa entre dois jovens belos e muito apaixonados, PΓramo e Tisbe, que queriam muito casar, porΓ©m seus pais nΓ£o permitiam.
Esses jovens moravam em casas vizinhas, separadas por uma parede. Nessa parede havia uma fresta onde os apaixonados trocavam palavras de amor. Em certo dia, se encontraram a noite e decidiram que a ΓΊnica alternativa que tinham para ficar juntos era fugir de suas casas e entΓ£o combinaram de se encontrar no tΓΊmulo de Nino, fora dos limites da cidade, ao pΓ© de uma amoreira branca e prΓ³xima a uma fonte refrescante.
Tisbe chegou primeiro ao local e de repente uma leoa chegou bem prΓ³ximo com a boca ensangΓΌentada querendo se molhar na fonte. Tisbe correu e escondeu em uma gruta, deixando seu vΓ©u cair sobre a terra. A leoa viu o vΓ©u e o rasgou com os dentes ensangΓΌentados.
Quando PΓramo chegou e nΓ£o achou Tisbe, viu as pegadas do felino e o vΓ©u de sua amada todo rasgado e ensangΓΌentado, se desesperou e decidiu morrer por causa da amada, desembainhou sua espada e feriu o prΓ³prio coraΓ§Γ£o.
Quando Tisbe retornou ao local se deparou com o amado morto, entendeu a situaΓ§Γ£o e decidiu tambΓ©m morrer junto com ele. Segundo a mitologia, foi por causa do sangue dos apaixonados que foi derramado aos pΓ©s da amoreira que os deuses se comoveram e decidiram dar a cor vermelha Γ s amoras.
Vortex π
Frederick Sandys
Helena de Troia (tambΓ©m conhecida como Helena de Esparta) Γ© uma figura da mitologia grega cuja fuga com (ou rapto) pelo prΓncipe troiano PΓ‘ris desencadeou a Guerra de Troia. Helena era a esposa de Menelau, o rei de Esparta, e considerada a mulher mais bela do mundo.
Menelau convenceu o seu irmΓ£o Agamemnon, rei de Micenas, a formar um grande exΓ©rcito para cercar a imponente cidade de Troia, a fim de reconquistar Helena. ApΓ³s a vitΓ³ria grega na guerra, Helena regressou a casa com Menelau, mas tornou-se uma figura desprezada no mundo antigo, um sΓmbolo do fracasso moral e dos riscos de colocar a luxΓΊria acima da razΓ£o. Apesar da mΓ‘ reputaΓ§Γ£o da Helena literΓ‘ria, ela tambΓ©m tinha uma forma divina e era o centro de cultos em vΓ‘rios locais gregos, principalmente em Rodes, Esparta e Terapne.
Vortex πΉ
"Diana, Deusa da CaΓ§a", 1882
Alexandre Cabanel
Diana Γ© a deusa da caΓ§a na mitologia romana, sendo o equivalente romano da deusa grega Γrtemis. Ela Γ© conhecida por ser uma caΓ§adora habilidosa, protetora da natureza e dos animais selvagens, e tambΓ©m associada Γ lua.
Vortex π
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Eleanor Fortescue-Brickdale (1872β1945)
Suas obras sΓ£o repletas de romantismo, mitologia e temas literΓ‘rios, com Γͺnfase em detalhes, cores brilhantes e imagens femininas.
Ela se inspirou em lendas medievais, nas obras de Shakespeare e na poesia de Tennyson, continuando a tradiΓ§Γ£o de Rossetti e Burne-Jones.
Vortex π
"Sinal"
(John William Godward, 1861 β 1922)
Museu Paul Getty, Los Angeles
Vortex π
"Aurora e CΓ©falo"
FranΓ§ois Boucher (1773).
CΓ©falo e PrΓ³cris eram casados e havia felicidade recΓproca .
Aurora, que era amiga de PrΓ³cris comeΓ§a a ter desejos e se apaixona por CΓ©falo.
Inconformada em nΓ£o ter os sentimentos correspondidos. Passou a seguir CΓ©falo quando saia para a floresta .
E ouviu a pronΓΊncia: "Venha brisa suave , leve o calor que me queima "
Aurora ouviu tudo e levou a histΓ³ria para PrΓ³cris. Contou que CΓ©falo tinha uma amante, jovem e linda, tinha os olhos verdes e chamava-se Brisa. Ademais, deu detalhes de como eles se encontravam nas florestas.
O relato teve um efeito devastador na vida da PrΓ³cris, que passou seriamente a desconfiar do marido. A desconfianΓ§a tornou-se obsessiva e passou a seguir os passos do marido pela floresta.
Dias e dias sucedem-se.
Sem nada desconfiar, o deus CΓ©falo seguia suas caΓ§adas. AtΓ© que numa tarde ensolarada, cansado, abriu os braΓ§os, fitou os cΓ©us, fechou os olhos pruridos e exclamou β venha minha BRISAβ.
Entre os arbustos e sem ver o marido, PrΓ³cris, possuΓda de ciΓΊmes, ensaia uma corrida em direΓ§Γ£o ao marido e sua suposta amante.
O deus caΓ§ador, ouvindo os ruΓdos de galhos quebrando-se, reage, pensando ser um animal da floresta que vinha em sua direΓ§Γ£o.
A reaΓ§Γ£o virulenta do deus Γ© o arremesso de sua lanΓ§a contra quem ele imaginou ser um animal. E o que acontece? Acaba acertando sua prΓ³pria amada esposa, que morre por suas mΓ£os.
Vortex π
Trabalho interrompido, 1891.
Adolphe-William Bouguereau (1825 β 1905)
Vortex πΌ
SebastiΓ£o Ricci
βA Queda dos Anjos Rebeldesβ
1720
Nas asas tiradas de um cΓ©u despedaΓ§ado
Descem silhuetas de luz jΓ‘ desbotadas
LΓ‘grimas lavam, nomes sΓ£o apagados
Na crΓ΄nica do eterno, onde a revolta Γ© gravada .
PΓ©s que nΓ£o mais pisam no jardim do primeiro dia,
Carregam o peso da coroa partida
Nas veias, o eco de uma antiga harmonia
Agora sΓ³ restam os cacos da vida mentida
Vortex πΌ
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