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π©Έ β’ GODS AND DEMONS: REAL OR PSYCHIC?
"The question that we have made in this particular round, throughout the whole Era of Pisces and more insistently at the entrance into Aquarius, is whether the Demiurge, Yahweh, will also fall victim in the end, enveloped in his own netting. If in the beginning it could have been He who formed the Jew, in his image and likeness, very quickly it has come to pass that it is the Jew who makes possible the existence of Yahweh, as a projection of his Collective Unconscious. It would only take a small alteration in this Unconscious β which is the βMemory of the Bloodβ, of that anti-blood in this case β by way of a higher and increased absorption of Aryan genes for the Demiurge-Yahweh to also be modified and extinguished, being killed by his own creation; a Thing that can happen in the instant in which the Jew, by this metabolic alteration and disturbance, ceases to be an orthodox robot, a numerical Kabbalist, ceases to be a Zionist, having lost control in the absorption of Aryan genes. At the bottom of this tremendous query one meets with other crucial questions, which Jung also made: Are the Archetypes autonomous entities and thus the Gods and Demons or are they only projections of man, the Collective Unconscious of a people, of a race? At the end of his life Jung defined them as psychoid i.e. he considered them autonomous, only partially and half psychic entities, products of the psyche because the Archetype does not solely exist for man, having been projected β incarnated β in the animal and taking form in all of the natural kingdoms, which are projections, we say βcreationsβ, based on an Archetype, on a prototype. Thus, the ancients were right: the Gods and the Demons exist outside of us. They direct and lord over us, in this world in which we now find ourselves."β Miguel Serrano, Resurrection of the Hero, p. 108-109.
"After all, what are the Jungian Archetypes of the Collective Unconscious? They are inhuman entities. The ancients called them Gods and Demons. And what is the Collective Unconscious? It is the "Memory of the Blood," or rather, a "memory that goes through the blood," that acts on earth by means of the blood."β Miguel Serrano, Adolf Hitler: The Ultimate Avatar, p. 74.
Repost from π¦πΆ [πππ π€ ππ£π©ππ‘πππ©πͺππ‘ π½π§πππππ] πͺ
π¦πΆ- Niko Intelectual Brigade -πͺ
NΓ£o acreditamos que o homem seja derivado do 'sΓmio' por evoluΓ§Γ£o. Acreditamos que o 'sΓmio' seja derivado do homem por involuΓ§Γ£o. Concordamos com De Maistre que os povos selvagens sΓ£o povos primitivos, mas nΓ£o no sentido de povos originais, mas sim [de serem] os restos degenerados de raΓ§as mais antigas que desapareceram.~Julius Evola, Metafisica do Sexo. Siga o Niko Intelectual Brigade!
Como conceitos, raΓ§a e povo sΓ£o bastante separados; na vida eles nΓ£o sΓ£o tΓ£o separados. Vimos a formaΓ§Γ£o de uma raΓ§a. ComeΓ§a com a formaΓ§Γ£o de um povo. Todo povo com uma ideia forte e boa lideranΓ§a tambΓ©m se desenvolverΓ‘ em uma unidade racial se durar o suficiente. O inverso tambΓ©m Γ© verdadeiro: uma raΓ§a β usando a palavra agora com seu mΓ‘ximo de conteΓΊdo anatΓ΄mico, por exemplo, o negro β pode ser o foco de acontecimentos que a obrigarΓ£o a assumir a forma de um povo. Um povo Γ© uma unidade da alma. Onde quer que haja uma unidade de alma em gestaΓ§Γ£o, um povo estΓ‘ se formando. Todo o Ocidente do sΓ©culo XX pode agora ver o que Nietzsche discerniu nos anos 80 do sΓ©culo XIX β o surgimento de um povo ocidental. Sua expressΓ£o βnΓ³s bons europeusβ foi compreendida por poucos de seu tempo. Estavam ocupados demais com seus joguinhos mesquinhos: no Gabinete, jogavam nacional-atomismo; nos salΓ΅es falavam de social-atomismo e βfelicidadeβ; nos porΓ΅es eles estavam tramando em atomismo de classe.β Imperium, Francis Parker Yockey. π°π΄πΉπ³π°π΄πΏπΎπ»π¬πΆπΏ
Os indo-europeus que invadiram essas ΓΊltimas partes da Europa conseguiram permanecer mais ou menos racialmente puros, em maior extensΓ£o do que seus primos que invadiram as regiΓ΅es mais ao sul e decididamente mais do que aqueles que invadiram as regiΓ΅es orientais, atΓ© os dias atuais. Eles estabeleceram, de fato, um novo coraΓ§Γ£o indo-europeu no norte da Europa. Veremos as quatro grandes divisΓ΅es desses outros povos indo-europeus: os celtas, os germanos, os bΓ‘lticos e os eslavos. Essas divisΓ΅es se distinguem entre si pela lΓngua, geografia e Γ©poca de seu surgimento no palco da histΓ³ria mundial, bem como por seus destinos subsequentes. Mas um fato saliente deve ser lembrado no decorrer dos tratamentos separados dos celtas, germΓ’nicos, bΓ‘lticos e eslavos que se seguem: todos eles eram ramos do mesmo tronco, como os itΓ‘licos e os gregos. Em ΓΊltima anΓ‘lise, todas as suas lΓnguas derivam de uma ΓΊnica lΓngua proto-indo-europeia, que representou uma Γ©poca em que todos os seus ancestrais viviam juntos na terra natal indo-europeia original, nas estepes e florestas do sul da RΓΊssia. Como as partidas dos vΓ‘rios grupos dessa terra ocorreram em Γ©pocas diferentes, a lΓngua original evoluiu em diferentes direΓ§Γ΅es, tanto pelos processos normais de mudanΓ§a linguΓstica ao longo do tempo quanto pela mistura com as lΓnguas de vΓ‘rios povos nΓ£o indo-europeus com os quais entraram em contato posteriormente.- Who We Are, William Luther Pierce. π°π΄πΉπ³π°π΄πΏπΎπ»π¬πΆπΏ
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Postcard "Free Yourself", 1938
Max Friese
Das Korps der Nomaden
NΓ£o estou escrevendo uma histΓ³ria de Roma e, portanto, nΓ£o preciso julgar os romanos; mas uma coisa Γ© tΓ£o clara quanto o sol do meio-dia: se o povo fenΓcio nΓ£o tivesse sido destruΓdo, se seus sobreviventes nΓ£o tivessem sido privados de um ponto de encontro pela destruiΓ§Γ£o completa de sua ΓΊltima cidade e obrigados a se fundir com outras naΓ§Γ΅es, a humanidade jamais teria visto este sΓ©culo XIX, para o qual, com todo o devido reconhecimento de nossas fraquezas e loucuras, ainda olhamos para trΓ‘s com orgulho, justificados em nossas esperanΓ§as para o futuro. A menor misericΓ³rdia demonstrada a uma raΓ§a de tenacidade incomparΓ‘vel como a dos semitas teria conseguido permitir que a naΓ§Γ£o fenΓcia se reerguesse.- Foundations Of The Ninenteenth Century, Houston Stewart Chamberlain. π°π΄πΉπ³π°π΄πΏπΎπ»π¬πΆπΏ
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π 84 years ago on June 22 1941 the β Wehrmacht and β‘ Schutzstaffel began Operation Barbarossa! π
Drang nach Osten!
π€π€π€π€π€π€πππ«‘π€βΉοΈπππππππ
β€οΈβπ₯Erwachen β‘οΈ Vril Education π€©Das Korps der Nomaden
Quando a primeira grande onda de sangue nΓ³rdico peregrinou por cima das altas cadeias montanhosas da Γndia, jΓ‘ havia passa do por muitas raΓ§as inimigas e exΓ³ticas. De um modo quase in consciente os βindianosβ afastaram-se do estranho, do escuro que apareceu diante seus olhos. O regime de castas foi a consequΓͺncia de uma sΓ‘bia defesa natural: Varna quer dizer casta, mas Varna tambΓ©m quer dizer cor. Os arianos claros partiram, pois, consciente mente, da imagem aparente (fenΓ³tipo) e abriram um abismo entre eles enquanto conquistadores e as figuras castanho-enegrecidas do IndostΓ£o. Depois desta segregaΓ§Γ£o entre sangue e sangue, os arianos estruturaram uma imagem de mundo que ainda hoje nΓ£o pode ser superada por nenhuma filosofia quanto Γ profundidade e vastidΓ£o, embora apΓ³s prolongados confrontos com as imaginaΓ§Γ΅es dos aborΓgenes de raΓ§a inferior, sempre de novo introduzidas. O perΓodo, p. ex., que se intercala entre os cantos herΓ³icos dos Vedas e dos Upanishads equivale em seu significado a uma expansΓ£o e si multaneamente a uma luta contra a bruxaria e o baixo extasismo. A prΓ‘tica de sacrifΓcios para conjuraΓ§Γ£o de espΓritos e deuses comeΓ§a a corroΓͺ-los. A estas ideias de bruxaria tambΓ©m sucumbe o sacerdote que ergue o cajado sacrificial e empilha a lenha para o holocausto. Cada manejo e cada movimento recebe um βsentidoβ misterioso. Como Deussen constata, entre a era mitolΓ³gica e a filosΓ³fica se intercala uma era ritual; a oraΓ§Γ£o, originariamente apenas uma for te elevaΓ§Γ£o da alma (para o brΓ’mane genuΓno), se transforma em um ato mΓ‘gico de bruxaria para subjugar deuses ou demΓ΄nios. [...] Como senhor nato, o indiano sente expandir-se sua prΓ³pria alma no hΓ‘lito vital que preenche todo o universo, e inversamente percebe o alento do mundo atuar em seu peito como o seu prΓ³prio Eu. A natureza estrangeira, rica, que quase tudo regalava, nΓ£o pΓ΄de apar tΓ‘-lo suficientemente desta profundidade metafΓsica. A vida ativa, que pelos velhos mestres dos Upanishads sempre foi exigida como premissa incontornΓ‘vel tambΓ©m aos pensadores separados do mundo, empalideceu cada vez mais perante o peregrino em direΓ§Γ£o ao universo da alma, e este caminho do colorido atΓ© a luz branca do conhecimento conduziu ao ensaio mais grandioso da superaΓ§Γ£o da natureza pela razΓ£o. NΓ£o hΓ‘ dΓΊvida de que muitos indianos, como personalidades individuais e aristocratas, alcanΓ§aram neste mundo essa superaΓ§Γ£o do mundo. Mas ao ser humano posterior restou apenas a doutrina, nΓ£o mais sua precondiΓ§Γ£o racial viva. Logo jΓ‘ nΓ£o se compreendeu em absoluto o significado colorido, pleno de sangue, do Varna, que hoje enquanto uma subdivisΓ£o tΓ©cnica das profissΓ΅es representa o escΓ‘rnio mais horroroso do mais sΓ‘bio pensamento da histΓ³ria mundial. O indiano tardio nΓ£o conheceu o Sangue, o Eu e o Universo, mas apenas as duas ΓΊltimas realidades. E sucumbiu na tentativa de considerar o Eu isoladamente por uma profanaΓ§Γ£o racial, cujos produtos imploram hoje como bastardos miserΓ‘veis nas Γ‘guas do Ganges pela salvaΓ§Γ£o de sua existΓͺncia aleijada.- O Mito do SΓ©culo XX, Alfred Rosenberg. π°π΄πΉπ³π°π΄πΏπΎπ»π¬πΆπΏ
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Pier Pasolini, the Director and Writer of the Italian movie SalΓ³ which depicted Italian Social Republic authorities as pedophile cannibals in graphic detail. Was later found killed in 1975 right before the film's release.
He was killed by Italian Fascist Militants for being a Communist along making a film that showed off his depraved pedophilic fetishes and defaming the Italian Social Republic and the Third Reich with his fetishes.
His murder his still unsolved to this day.
https://t.me/totallyawesomefriends
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"O significado criador de cultura da RAΓA NΓRDICA, que se manifestou nas culturas INDO-GERMΓNICAS da Antiguidade, na cultura GERMΓNICA e no processo cultural alemΓ£o, Γ A PROVA HISTΓRICO-MUNDIAL DE QUE DEVEMOS CULTIVAR O ELEMENTO CENTRAL DESSA RAΓA NO POVO ALEMΓO E FUNDAMENTAR SOBRE ELE OS BENS ESPIRITUAIS DO FUTURO ALEMΓO. Por fim, olhamos para os povos e culturas ao nosso redor e estamos conscientes de muito respeito e amor, mas tambΓ©m do Γ³dio mais profundo que nos cerca β e que ameaΓ§ou nossa existΓͺncia de forma especialmente grave quando ainda estΓ‘vamos indefesos. Isso passou, mas precisamos de amigos especialmente agora. Quanto mais saudΓ‘veis formos como corpo popular, quanto mais confiantes como portadores de uma cultura uniforme, tanto mais poderemos justificar e conquistar amizade. A RAΓA NΓRDICA, sobre a qual nossa cultura deve se edificar, nΓ£o precisa exibir a chamada reserva NΓRDICA β ela pode e deve tambΓ©m construir pontes. Quanto mais profundamente investigarmos, mais claramente veremos que estamos ligados aos povos ao nosso redor por uma grande comunidade cultural desde os tempos antigos, que devem o melhor de si, Γ sua prΓ³pria maneira nativa, Γ mesma base racial. Assim como o Nacional-Socialismo Γ© o grande baluarte da Europa e da RAΓA BRANCA em geral contra o caos bolchevique, tambΓ©m a ideia racial e popular (vΓΆlkisch) do Nacional-Socialismo Γ© a garantia mais segura de paz e entendimento entre os povos, e, ao mesmo tempo, a garantia da preservaΓ§Γ£o dos valores culturais de suas antigas civilizaΓ§Γ΅es."β Wolfgang Schulz β’ Basic Ideias of National Socialist Cultural Policy. β€οΈβπ₯ β’ BOOST / IMPULSIONE β’ β€οΈβπ₯ β οΈ β’ Siga o Neuer Ordensstaat e o Einheitspakt! β’ β οΈ
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π©πͺ β’ WOLFGANG SCHULZ: UMA ANTIGA DEMANDAβΌοΈβ’ π©πͺ
"QuΓ£o profundamente essa ideia estΓ‘ enraizada na histΓ³ria alemΓ£ Γ© ilustrado por dois nomes: Ernst Moritz Arndt e Friedrich Ludwig Jahn. Arndt foi o primeiro que, com sua pouco notada 'Tentativa de HistΓ³ria Comparada dos Povos', apresentou a histΓ³ria dos povos europeus como um quadro sanguΓneo. Ludwig Schemann, o renomado pesquisador da histΓ³ria da ideia de raΓ§a, faz sobre ele o seguinte juΓzo: 'Com todo o entusiasmo, mais prudentemente NΓRDICO do que Gobineau e, com toda a prudΓͺncia, mais elevado do que Woltmann, ele jΓ‘ havia antecipado ambos nos princΓpios fundamentais.' Ao lado de Arndt estΓ‘ Jahn, que foi o primeiro a cunhar o conceito e o termo de nacionalidade [Volkstum], a apresentar a raΓ§a como essΓͺncia central e a proclamar as trΓͺs grandes exigΓͺncias: pureza racial, unidade popular e liberdade de pensamento. ESSA TRINDADE Γ PURA, CORRETA E ORIENTADORA; pois mestiΓ§os, com suas almas em conflito, trazem conflito e impedem qualquer unidade do povo; o espΓrito permanece constrangido, potΓͺncias estrangeiras o enfeitiΓ§am. Liberdade aqui nΓ£o Γ© liberalismo, mas o cumprimento da prΓ³pria lei interior. O cuidado com a raΓ§a garante a unidade do povo e liberta seu autΓͺntico espΓrito portador de cultura."β Wolfgang Schulz β’ Basic Ideias of National Socialist Cultural Policy. β€οΈβπ₯ β’ BOOST / IMPULSIONE β’ β€οΈβπ₯ β οΈ β’ Siga o Neuer Ordensstaat e o Einheitspakt! β’ β οΈ
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"A being older than my grandfather. A Great Ancestor. Because the βIβ, which incarnates here, in this body of earth, corrupted by the demiurgic Matter-AI, represents a tiny portion of the Ancient Person, without time, outside of time, a tip of the Golden Thread, almost nothing of the One who remained waiting there, so far away, as if on the edge of a Source. And even though I am only felt by me as βIβ on Earth, in truth it is a US, because when introducing oneself as He or She in the Universe of the Demiurge, one does so simultaneously in its various planes of manifestation, in more than one star." ''If you have an βIβ, then you are part of this story of this Infinite War, there is no way to escape it, there is no return or surrender, only the Eternal vigilance in the Rounds, in the coming and going of the Breath of the ONE Demiurge. I am Rune and also Vimana, I am I, and the I that is in me is also a WE.''βMiguel Serrano: A.H The Ultimate Avatarπͺ π΄ @WolfsschanzeUnderground
A razΓ£o pela qual todas as grandes culturas do passado pereceram, foi a extinΓ§Γ£o, por envenenamento de sangue, da primitiva raΓ§a criadora. A ΓΊltima causa de semelhante decadΓͺncia foi sempre o fato de o homem ter esquecido que toda cultura dele depende e nΓ£o vice-versa; que para conservar uma cultura definida o homem, que a constrΓ³i, tambΓ©m precisa ser conservado. Semelhante conservaΓ§Γ£o, porΓ©m, se prende Γ lei fΓ©rrea da necessidade e do direito de vitΓ³ria do melhor e do mais forte. Quem desejar viver, prepara-se para o combate, e quem nΓ£o estiver disposto a isso, neste mundo de lutas eternas, nΓ£o merece a vida. O homem que desconhece e menospreza as leis raciais, em verdade, perde, desgraΓ§adamente a ventura que lhe parece reservada, Impede a marcha triunfal da melhor das raΓ§as, com isso estreitando tambΓ©m a condiΓ§Γ£o primordial de todo progresso humano. No decorrer dos tempos, vai caminhando para o reino do animal indefeso, embora portador de sentimentos humanos. Γ uma tentativa ociosa querer discutir qual a raΓ§a ou quais as raΓ§as que foram os depositΓ‘rios da cultura humana e os verdadeiros fundadores de tudo aquilo que compreendemos sob o termo "Humanidade". - Mais simples Γ© aplicar essa pergunta ao presente, e, aqui tambΓ©m, a resposta Γ© fΓ‘cil e clara. O que hoje se apresenta a nΓ³s em matΓ©ria de cultura humana, de resultados colhidos no terreno da arte, da ciΓͺncia e da tΓ©cnica, Γ© quase que exclusivamente produto da criaΓ§Γ£o do Ariano. Γ sobre tal fato, porΓ©m, que devemos apoiar a ConclusΓ£o de ter sido ele o fundador exclusivo de uma humanidade superior, representando assim "o tipo primitivo daquilo que entendemos por "homem". Γ ele o Prometeu da humanidade, e da sua fronte Γ© que jorrou, em todas as Γ©pocas, a centelha do GΓͺnio, acendendo sempre de novo aquele fogo do conhecimento que iluminou a noite dos tΓ‘citos mistΓ©rios, fazendo ascender o homem a uma situaΓ§Γ£o de superioridade sobre os outros seres terrestres, Exclua-se ele, e, talvez depois de poucos milΓͺnios, descerΓ£o mais uma vez as trevas sobre a terra; a civilizaΓ§Γ£o humana chegarΓ‘ a seu termo e o mundo se tornarΓ‘ um deserto!- Mein Kampf, Adolf Hitler. π°π΄πΉπ³π°π΄πΏπΎπ»π¬πΆπΏ
Primeiro devΓamos incendiar suas sinagogas (ou escolas) e o que nΓ£o queimar, devia ser soterrado definitivamente, [...] Porque o que fizemos atΓ© agora, por ignorΓ’ncia, (eu mesmo nΓ£o sabia) Deus perdoarΓ‘. Mas agora que o sabemos, ainda temos que guardar suas casas, tolerar suas mentiras e blasfΓͺmias? Seria imperdoΓ‘vel. No DeuteronΓ΄mio, MoisΓ©s diz que uma cidade, onde se pratica a idolatria, deve ser destruΓda pelo incΓͺndio. Se MoisΓ©s fosse vivo, seria o primeiro a incendiar as escolas judaicas (cita provas). NΓ£o sΓ³ as escolas, suas casas tambΓ©m deviam ser destruΓdas, porque dentro delas praticam a mesma coisa que nas escolas. Os judeus deviam ser reunidos sob um ΓΊnico teto, como numa estrebaria, igual aos ciganos, para que saibam que nΓ£o sΓ£o donos da terra, mas prisioneiros, por suas mentiras e blasfΓͺmias. Em seguida, deviam ser confiscados seus livros de oraΓ§Γ΅es e o Talmud, pois sΓ³ ensinam idolatria e mentiras. Depois, proibir por todos os meios, que os rabinos continuem a pregar, pois perderam o direito de pregar. [...] Que se dΓͺem enxadas, machados e pΓ‘s aos jovens judeus, para que ganhem o pΓ£o com o suor do seu rosto, como foi ordenado aos filhos de AbraΓ£o, GΓͺn. 3,19, porque nΓ£o Γ© justo que deixem os goiym desgraΓ§ados trabalhar e suar, enquanto eles, preguiΓ§osamente e em casa, a se refestelar com comida que nΓ£o produziram. DevΓamos arrancar esta preguiΓ§a deles. Sua aversΓ£o ao trabalho Γ© tamanha, que mesmo se pudessem nos prejudicar com o trabalho, nΓ£o o fariam. Sua soberba nΓ£o o permitiria. DevΓamos fazer como a FranΓ§a, a Espanha e a BohΓͺmia. Ajustar contas, tirar deles o que nos tiraram, expulsΓ‘los daqui, pois a ira de Deus Γ© contra eles e tratΓ‘-los com piedade Γ© inΓΊtil; entΓ£o, fora com eles!- Dos Judeus e Suas Mentiras, Martinho Lutero. π°π΄πΉπ³π°π΄πΏπΎπ»π¬πΆπΏ
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π§π· NETWORK RS
A guerra total Γ© a mensagem do momento. Devemos pΓ΄r fim Γ atitude burguesa que tambΓ©m vimos nesta guerra: [...] O perigo que enfrentamos Γ© enorme. Os esforΓ§os que fazemos para enfrentΓ‘-lo devem ser igualmente enormes. Chegou a hora de tirar as luvas e cerrar os punhos. /"Es ist also jetzt die Stunde gekommen, die GlacΓ©handschuhe auszuziehen und die Faust zu bandagieren."/ NΓ£o podemos mais fazer uso apenas parcial e descuidado do potencial bΓ©lico em casa e nas partes significativas da Europa que controlamos. Devemos usar todos os nossos recursos, tΓ£o rΓ‘pida e completamente quanto for organizacional e praticamente possΓvel. PreocupaΓ§Γ΅es desnecessΓ‘rias sΓ£o totalmente inoportunas. O futuro da Europa depende do nosso sucesso no Leste.- Discurso de Joseph Goebbels Sportpalast/discurso da Guerra Total, 1943, 18 de fevereiro. π°π΄πΉπ³π°π΄πΏπΎπ»π¬πΆπΏ
Assim, nΓ³s, nacional-socialistas, conhecemos apenas o inimigo do povo. Ele Γ© sempre o mesmo, permanece eternamente o mesmo. Γ o inimigo da substΓ’ncia racial, popular e espiritual do nosso povo. Inimigos do povo eram aquelas forΓ§as que, no passado, lideraram o Estado e lutaram contra nΓ³s, nacional-socialistas, como inimigos do Estado. Assim, experimentamos a curiosidade de sermos tachados de inimigos do Estado enquanto os inimigos do povo estavam no governo. Os entΓ£o donos do aparato de poder estatal, inimigos do povo no verdadeiro sentido da palavra, conseguiram privar o povo alemΓ£o de seu poder vΓΆlkisch em todas as esferas da vida e, no processo, lutar contra nΓ³s, nacional-socialistas, que lutamos pela preservaΓ§Γ£o do nosso povo e fizemos os maiores sacrifΓcios, aparentemente formalmente corretos, como inimigos do Estado. NΓ³s, no entanto, acabamos com este sistema por nossos prΓ³prios meios. Ajustamo-nos Γ s suas regras do jogo, Γ©ramos "legais" como a ConstituiΓ§Γ£o queria que fΓ΄ssemos e, com os meios constitucionais, destruΓmos legalmente um sistema que, sem substΓ’ncia interna, estava pronto a se entregar a qualquer momento, se isso fosse feito legalmente.β Fighting the Enemys of the State, Reinhard Heydrich. π°π΄πΉπ³π°π΄πΏπΎπ»π¬πΆπΏ
Repost from Lactose Tolerant Classic π₯βοΈ
The folkish State must allow much more time for physical training in school. It's nonsense to burden young brains with loads of material, of whichβas experience showsβthey retain only the non-essentials because the young mind is incapable of sifting through all the stuff that's been pumped into it. Today, even in the high school curriculum, only two short hours per week are reserved for gymnastics, and it's not even obligatory but left to the individual. This is a gross disproportion compared to purely intellectual instruction. Not a single day should go by in which the young pupil doesn't have one hour of physical training in the morning and one in the afternoon, and of every kind of sport and gymnastic. There's one sport that should be particularly encouraged, although many who call themselves "Folkish" consider it brutal and vulgar: boxing. It's unbelievable how many false notions prevail among the "educated" classes. The fact that a young man learns how to fence and then to duel is considered quite natural and respectable, but boxingβthat's brutal! Why? There's no other sport that equals this in developing the militant spirit, none that demands such lightning-fast decisions or that gives the body a steely flexibility. It's no more vulgar when two young men settle their differences with their fists than with sharpened pieces of steel. It's also no more vulgar for one who is attacked to defend himself with his fists, than one who runs off and yells for a policeman. But above all, a healthy youth has to learn to endure hard blows. This may appear savage to our contemporary warriors of the intellect. But it's not the purpose the folkish State to raise a colony of aesthetic pacifists and physical degenerates. This State doesn't consider the human ideal to be found in the honorable shopkeeper or the maidenly spinster, but in a defiant personification of manly force, and in women capable of bringing men into the world.- Mein Kampf, Adolf Hitler. ππππππππππππ
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