Grimório do Mago
Open in Telegram
Objetivo desse canal é fazer registro de coisas que aprecio.
Show more564
Subscribers
No data24 hours
No data7 days
-130 days
Posts Archive
Repost from Hexis Aristokratika
+1
"A criatividade é a alquimia que transmuta a dor em beleza."
~ James McCrae
Δύναμη των περίων που κοιμούνται μέσα μου, έδωσα τη δύναμη να φέρω επανάσταση στον κόσμο.
Porque o justo pode cair sete vezes... Mas se lembra e se levanta.
Enquanto os ímpios se afundam na desgraça.
Falou demian do espírito da Europa e do signo desta época. Em todo lado disse: reinava a comunidade e o instinto gregário, mas em nenhum a liberdade ou o amor. Toda essa comunidade, desde os grêmios de estudantes e orfeoes até os Estados, era o produto dessa obsessão doentia, do medo, da covardia e da indecisão, e já estava carcomida e velha, pouco faltava para arruinar se.
A comunidade continuou dizendo: é uma coisa muito bela. Mas o que vemos florescer agora não é uma verdadeira comunidade. Está surgirá nova, do conhecimento mútuo dos indivíduos e transformará por algum tempo o mundo. O que existe hoje não é comunidade, mas simplesmente rebanho. Os homens se reúnem porque têm medo uns dos outros e cada um se refugia entre seus iguais: rebanho de patrões, rebanho de operários, rebanho de intelectuais...
Tudo isso era apenas superfície, igual aos fins exteriores e políticos da guerra. Sob ela, no fundo, formava se algo novo. Algo como uma nova humanidade. Pois havia muitos homens, e alguns deles morreram a meu lado, para os quais era evidente que o ódio e a fúria, a matança e a destruição não se achavam ligados aos objetos. Não; os objetos, bem como os fins, eram puramente casuais. Os sentimentos, inclusive os mais violentos, não iam contra o inimigo; sua obra sangrante era apenas uma irradiação do interior, e da alma dissociada da dúvida, que queria enfurecer se e matar, aniquilar e morrer, para nascer de novo. Uma ave gigantesca rompia a casca. A casca era o mundo, e o mundo havia de cair feito em pedaços.
~Demian de Hermann Hesse
Contudo, ao fim de algum tempo, tive de confessar me que havia julgado os homens abaixo do que realmente valiam. Apesar das uniformidade que lhes impunha o serviço militar e o perigo comum, vi muitos se aproximarem arrogantemente à vontade do destino, em plena vida ou a ponto de morrer. Muitos mostravam, a todo momento e não só no ataque, aquele olhar firme, distante e alheado que não sabe de fim e implica uma completa entrega ao monstruoso.
Fossem quais fossem suas opiniões ou idéias, aqueles homens estavam prontos, eram aproveitáveis e podiam servir para dar conformação ao futuro. Não importava que o mundo parecesse se manter obstinadamente fixo em seus ideais antigos, em seu conceito tradicional da guerra, do heroísmo e da honra, e que toda voz de verdadeira humanidade soasse mais longínqua e irreal do que nunca.
Repost from Grimório do Mago
“A ave sai do ovo.
O ovo é o mundo.
Quem quiser nascer tem que destruir um mundo.
A ave voa para Deus.
E o Deus se chama Abraxas.”
24 Faz panos de linho fino e vende-os, e entrega cintos aos mercadores.
25 A força e a honra são seu vestido, e se alegrará com o dia futuro.
26 Abre a sua boca com sabedoria, e a lei da beneficência está na sua língua.
27 Está atenta ao andamento da casa, e não come o pão da preguiça.
28 Levantam-se seus filhos e chamam-na bem-aventurada; seu marido também, e ele a louva.
29 Muitas filhas têm procedido virtuosamente, mas tu és, de todas, a mais excelente!
30 Enganosa é a beleza e vã a formosura, mas a mulher que teme ao Senhor, essa sim será louvada.
31 Dai-lhe do fruto das suas mãos, e deixe o seu próprio trabalho louvá-la nas portas.
~Provérbios 31:10-31
10 Mulher virtuosa quem a achará? O seu valor muito excede ao de rubis.
11 O coração do seu marido está nela confiado; assim ele não necessitará de despojo.
12 Ela só lhe faz bem, e não mal, todos os dias da sua vida.
13 Busca lã e linho, e trabalha de boa vontade com suas mãos.
14 Como o navio mercante, ela traz de longe o seu pão.
15 Levanta-se, mesmo à noite, para dar de comer aos da casa, e distribuir a tarefa das servas.
16 Examina uma propriedade e adquire-a; planta uma vinha com o fruto de suas mãos.
17 Cinge os seus lombos de força, e fortalece os seus braços.
18 Vê que é boa a sua mercadoria; e a sua lâmpada não se apaga de noite.
19 Estende as suas mãos ao fuso, e suas mãos pegam na roca.
20 Abre a sua mão ao pobre, e estende as suas mãos ao necessitado.
21 Não teme a neve na sua casa, porque toda a sua família está vestida de escarlata.
22 Faz para si cobertas de tapeçaria; seu vestido é de seda e de púrpura.
23 Seu marido é conhecido nas portas, e assenta-se entre os anciãos da terra.
"Eu não creio que os deuses se dêem amores ilícitos e encadeiem braços, não cri e nunca me persuadirei, nem que um seja déspota de outro. Deus não precisa, se deveras é Deus, de nada, eis míseras falas de cantores".
