CONTRA-CORRENTE - informação para um combate cultural
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Canal de combate cultural nacionalista e identitário para melhor enfrentar a guerra política. Contactos: geral@editoracontracorrente.pt 930673766
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Iniciam-se hoje os envios do "Campo de Batalha: Europa".
Estamos a numerar para que cada leitor tenha o seu exemplar único.
"Em astronomia, o solstício de inverno é o dia em que o sol atinge o ponto mais baixo da elipse, como se recuasse e mergulhasse na noite. Na época das grandes glaciações, nesse dia, a humanidade de raça branca que permanecia no continente europeu celebrava a morte e a ressurreição do sol. Ao amanhecer, após a noite mais longa do ano, acendiam-se fogueiras em forma de roda para saudar o sol invicto que ressurgia do abismo. Hoje, no horizonte da Europa, é o solstício de inverno, o de este interminável inverno de submissão e vergonha. Mas nós acreditamos, queremos acreditar na ressurreição iminente da luz."
- Adriano Romualdi
Após o formidável acolhimento que teve o primeiro volume de Vozes Fascistas, já nos encontramos a trabalhar nos próximos volumes, que garantimos manterem o mesmo conteúdo de qualidade.
Colocamos ao vosso dispor um dos textos presentes no Volume I, relembrando que ainda temos exemplares para venda. Desfrutem.
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Para terminar o ano 2025 da Contra-Corrente apresentamos um livro da autoria João Martins, activo-coeditor deste projecto editorial e histórico activista do nacionalismo português.
Em 𝐂𝐚𝐦𝐩𝐨 𝐝𝐞 𝐁𝐚𝐭𝐚𝐥𝐡𝐚: 𝐄𝐮𝐫𝐨𝐩𝐚 o autor percorre três milénios de história para revelar um fio condutor inquietante: as sucessivas invasões que moldaram e desafiaram o continente, da Antiguidade à actualidade. Hoje, a Europa volta a ser posta à prova, não por exércitos armados, mas por um fluxo migratório massivo que assume contornos de colonização e substituição populacional.
Este livro não é apenas uma obra de divulgação histórica; é também um alerta. Questiona as narrativas dominantes, denuncia as mentiras do passado usadas como armas psicológicas contra os europeus e mostra que o destino do continente dependerá da sua capacidade de resistir e reafirmar a sua identidade.
Três mil anos de invasões, três mil anos de resistência, e a batalha está em curso.
𝐏𝐕𝐏: 𝟏𝟐€
Encomendas para geral@editoracontracorrente.pt ou 930673766.
Mais um formidável artigo do nosso colaborador, Filipe Carvalho, desta feita no Folha Nacional. O Filipe tem demonstrado consistentemente que há no nacionalismo uma sólida fibra intelectual e com muita qualidade.
Recordamos os mais distraídos que a Contra-Corrente lançou recentemente um instigante livro de bolso deste nosso camarada e que merece a vossa devida atenção.
𝐀 𝐉𝐮𝐧𝐭𝐚 𝐝𝐞 𝐅𝐫𝐞𝐠𝐮𝐞𝐬𝐢𝐚 𝐝𝐞 𝐀𝐫𝐫𝐨𝐢𝐨𝐬 𝐠𝐨𝐯𝐞𝐫𝐧𝐚𝐝𝐚 𝐩𝐞𝐥𝐨𝐬 𝐰𝐨𝐤𝐞’𝐬 𝐝𝐨 𝐁𝐄/𝐏𝐒.
O tradicional Mercado de Natal passou a designar-se Mercado Comunitário de Inverno.
Depois dos vistos de residência para todos e da anunciada celebração do Dia da Vitória do Bangladesh, apagam o Natal, um período de fé, amor, união e fraternidade, celebrado em família.
Para esta gente, integrar imigrantes significa abdicar dos hábitos, costumes e datas que forjam a nossa identidade. E a verdade é que sem ela não somos nada.
Resultado de um dia em que a esquerda saiu à rua, em jeito de desesperada prova de vida:
- Escasso, absolutamente ridículo, número de pessoas nas manifestações programadas. Um jamboree de escuteiros reúne mais gente.
- A despeito do respaldo da comunicação social, percebemos que, em momento algum, estiveram 3 milhões de portugueses em greve. Logo, confirma-se que a mentira é um expediente normalizado entre a esquerda.
- Uma turba, sob a forma de excrescência social, espelhou o que há de mais gráfico e odorificamente repulsivo na sociedade portuguesa.
Em conclusão, não apenas esta greve geral traduziu-se num grito (histérico) desperado de uma esquerda que emite o seu derradeiro suspiro, como, simultaneamente, fomos sujeitos a uma incessante agressão televisiva, em que a greve geral foi resignificada num autêntico desfile de fealdade, de aberrações humanas indescritíveis, que mesmo submetidas a reconstrução facial completa, tal jamais me faria apagar da memória o suplício a que fui exposto.
- João Martins
Acerca da polémica em torno da presença dos nossos parceiros da editora Passaggio al Bosco numa feira do livro italiana, uma referência à Contra-Corrente.
A Passaggio al Bosco foi alvo de uma tentativa de boicote, mas tal traduziu-se por um sucesso de vendas.
Lembrem-se, o inimigo quer silenciar-nos, receiam que as pessoas leiam e percebam a justeza e beleza das nossas ideias. Apoiem a imprensa nacionalista.
Podem ler o artigo aqui.
Atenção, António Sardinha em Lisboa e Coimbra.
Mais informações aqui.
Morreu hoje um histórico do nacionalismo-revolucionário francês, Jean-Gilles Malliarakis.
Activista, escritor, editor, organizador, Malliarakis colaborou com quase todas as organizações nacionalistas da segunda metade do século XX francês.
Camarada Malliarakis, Presente!
O Bastião Rural é um grupo Identitário que, como a designação indica, aposta no regresso ao campo, a uma vida norteada pelos valores ancestrais e em comunhão com a natureza.
Sigam o canal do grupo aqui.
A administração Trump assumiu aquela que constitui a tomada de posição mais importante da nossa era, plasmada na estratégia de segurança nacional dos EUA, Nunca um Estado pós-1945 havia denunciado o imigracionismo de forma tão veemente.
Que os europeus percebam que aquilo que está em causa é a sua própria extinção e esta é para sempre.
Vejam a notícia aqui e acedam ao documento do governo norte-americano.
O movimento Reconquista, em colaboração com a iniciativa de defesa das mulheres, irá organizar uma gala para celebrar esta época natalícia.
Os interessados devem enviar mensagem para os contactos no cartaz.
Portugal já conta com uma secção do Active Club em Lisboa. Podem aceder ao canal aqui.
Sete toneladas de cimento foram precisas para esconder o corpos de 14 nacionalistas romenos, acabadinhos de serem assassinados pela polícia. Primeiro, banharam os corpos em ácido para os desfigurar, depois enterraram-nos e cobriram-nos. Local nos jardins da prisão política de Jilava, perto de Bucareste, na Roménia. Entre esses Homens estava o fundador da Legião do Arcanjo São Miguel (a Guarda de Ferro), Corneliu Zelea Codreanu. Estrangulado com um garrote, e depois com um tiro de misericórdia na cabeça. Morreu a 30 de Novembro de 1938. O principal responsável pela atitude dos polícias foi o Rei Carol, que depois da 2ª guerra acabou os seus dias no remanso do Portugal Salazarista.
Codreanu é hoje uma das figuras mais emblemáticas europeias. Uma multidão de Escritores, Poetas e Dramaturgos têem-no como referenciais das suas mais belas obras literárias. De entre eles temos Mircea Eliade: Inspirou o personagem Ieronim Thanase no livro Dezanove Rosas, um dos mais belos do Autor.
-J. C. Craveiro Lopes (1947-2025)
30 de Novembro de 1938. Há 87 anos era cobardemente assassinado Corneliu Zelea Codreanu, dirigente da Guarda de Ferro, organização nacionalista romena cuja epicidade e mística é inigualável na esfera nacionalista do século XX.
Para sobressalto do regime, no dia 1 os Nacionalistas vão estar na rua. E tu?
