CONTRA-CORRENTE - informação para um combate cultural
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Canal de combate cultural nacionalista e identitário para melhor enfrentar a guerra política. Contactos: geral@editoracontracorrente.pt 930673766
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Num regime político que não demonstrasse desdém pela sua história, o dia 24 de Junho seria evocado institucionalmente e até definido como feriado nacional.
Perante essa indiferença - que roça o desprezo -, contrario essa tendência e sugiro-vos a leitura desta singela evocação da Batalha de São Mamede, que Alexandre Herculano afortunadamente designou por «a primeira tarde portuguesa».
Hoje, Portugal cumpre 898 anos.
João Martins
Recensão de Filipe Carvalho, no website Dextra Vox, do nosso livro Autoridade e Continuidade da autoria de Diogo Ribeiro de Campos. Se ainda não adquiriu este livro, poderá confirmar através desta justa crítica que já deveria tê-lo feito.
Os nossos agradecimentos a Filipe Carvalho e ao Dextra Vox.
Aí está a Feira do Livro da Contra-Corrente.
Durante 10 dias podem adquirir livros com um muito simpático desconto.
Descareguem o PDF e seleccionem os livros que pretendem adquirir. Os portes de envio em correio editorial também ficam por nossa conta.
Nenhum povo pode ter continuidade histórica quando é governado por quem o odeia. É essa a conclusão que podemos retirar deste texto de Filipe Carvalho.
Interessantíssimo artigo de Daniela Silva, em jeito de balão de oxigénio neuronal no sufocante deserto liberal e esquerdista que domina os meios de comunicação.
A petição elaborada pelo ADN é importante e apresenta a melhor formulação de direito de nacionalidade que vi ser proposta por qualquer partido político; na realidade a única que merece louvor.
A proposta delimita a comunidade política aos descendentes de portugueses com dois graus de ascendência em linha recta, elimina a aberração conceptual que é o jus soli e extingue os mecanismos de naturalização que criam vias incessantes de descaracterização da identidade nacional.
Adicionalmente, faz algo que é muitíssimo importante em política e que nenhum partido da dita "direita portuguesa" tem sabido fazer: assume uma estratégia de ataque, avanço e tomada de iniciativa, colocando os adversários numa posição defensiva.
O fluxo tem sido sempre, sempre o inverso: a esquerda vai derrubando sempre mais e mais os pilares da civilização que detesta e os “conservadores” ficam depois a defender a última posição perdida (que entretanto passa a ser o ponto que eles tentam “conservar”), como autênticos inúteis.
Veja-se um exemplo concreto ocorrido nos últimos dias quando uma “iniciativa” de lóbis da extrema-esquerda levou a votação na A.R. uma proposta para aumentar a censura, o âmbito e as penas judiciais contra pretensos “crimes de ódio” e “racismo”. Eles sabiam que, dada a actual constituição do Paralmento, a sua petição seria derrotada, mas aquilo serviu um propósito estratégico: mostrar já o que virá no futuro assim que regressarem ao poder e puderem começar a perseguir judicialmente os seus inimigos.
E a “direita” partidária, que supostamente constitui 2/3 do Parlamento actual, o que fez até ao momento em relação aos mecanismos jurídicos e censórios, de perseguição ideológica, que a esquerda foi disseminando pela legislação nos últimos anos?
Até ao momento nada…não mostra qualquer iniciativa ou intenção de eliminação ou sequer mitigação dessas perversões legislativas que foram sendo implementadas contra a liberdade de expressão dos inimigos da Esquerda. Mostra-se incapaz de delinear uma estratégia ofensiva, de reconquista de espaço e posição.
Portanto, a petição do ADN é para assinar e apoiar.
Está a decorrer uma recolha de assinaturas por toda a União Europeia com vista a pôr fim à imigração de substituição. Esta Iniciativa de Cidadania Europeia é um gesto tendente a preservar o que ainda resta da Europa e dos seus povos. Assiná-la é, portanto, uma demonstração da nossa revolta face às elites liberais-esquerdistas de Bruxelas, mas também um gesto de resistência daqueles que não se resignam ao fatalismo e dão-se por vencidos.
Lembrem-se, após assinarem, devem ir ao vosso email confirmar a assinatura.
É certo que o Estado Novo representa na história uma extraordinária empresa de resgate nacional após uma centúria de liberalismo apátrida. Porém, com o abrilismo traidor e, sobretudo, com o 25 de Novembro, Portugal voltou a ficar refém do maçonismo liberal. A quase inexistência de resistência nacionalista e patriótca a esses golpes tem múltiplos causas explicativas.
Entre essas, há um facto histórico - desconhecido por muitos - que João Martins recupera para o domínio público no site de reinformação DextraVox.
A Lobo Media é um espaço de informação alternativo que, inclusivamente, já mereceu "reparos" da nossa sempre presente e diligente ERC. A seguir com atenção.
https://medialobo.com/
A metapolítica obedece a uma revisão estratégica permanente e isso passa também por uma readaptação lexical. Martin Sellner (publicado em português pela Lume Brando) propõe uma ideia:
Não digas «identidade». Diz «continuidade».
Durante muito tempo, usei o termo «identidade etnocultural» para definir aquilo por que lutamos.
Agora chamo-lhe continuidade etnocultural.
É simplesmente mais fácil de defender.
Identidade soa a algo estático. Os jornalistas perguntam sempre: «Então, o que significa ser X ou Y?» Depois, produzem comentários medíocres sobre como «ser X ou Y significava algo diferente há 200 anos».
Evita-se essa armadilha chamando-lhe o que é:
Uma cadeia ininterrupta de milhares de anos de património étnico e cultural. Sim, há mudanças, mas não há ruptura.
>Continuidade etnocultural.
É isso que defendemos. E é inegável que esta cadeia está a ser quebrada pela imigração de substituição.
Vitória fácil.
Em vésperas da comemoração do centenário da Revolução Nacional, um texto do Filipe Carvalho no DextraVox, página web que é já uma referência informativa e formativa para a Direita nacionalista e Identitária.
A Pró-Pátria anunciou a sua nova t-shirt, desenho simples, mas provocadora quanto baste.
Edição é limitada a 50 exemplares, a t-shirt tem o valor de 15€ e vai estar à venda no jantar do 28M, na próxima quinta-feira.
Se não pode marcar presença nesse evento, pode entrar em contacto com a Pró-Pátria através do Instagram ou Facebook.
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O modelo 3.0 foi criado como uma resposta directa ao Marxismo Cultural. O Marxismo Cultural é exactamente aquilo que o nome indica: marxismo, mas em vez da economia, usam a cultura como arma. Promovem a sua agenda “global homo” através das artes, da moda, dos media, dos filmes, da música, de tudo. O 3.0 foi construído para ser o antídoto para esse veneno. Trata-se de promover o fascismo com um estilo novo e apelativo, algo que realmente atraia as gerações mais jovens nesta guerra cultural. É precisamente por isso que o vêem como uma ameaça tão grande.
Até agora, o principal foco da direita não era propriamente a guerrilha cultural. Ou apontávamos problemas através de argumentos racionais, ou reagíamos agressivamente contra os tentáculos do sistema, o que normalmente apenas levava à prisão de alguns homens e à criação de ainda mais leis contra nós.
Mas hoje a verdadeira batalha é pelas mentes e pelos corações. Uma fotografia ou um vídeo forte pode alcançar muito mais pessoas do que uma bala alguma vez conseguiria. Uma bala atinge apenas uma ou duas pessoas. Uma boa fotografia, um vídeo, um podcast ou uma música podem atingir milhões. E a melhor parte? Os alvos são completamente aleatórios. Um tipo qualquer sentado num escritório de topo pode cruzar-se com conteúdo 3.0 e até gostar do que vê. E assim converte-se alguém a quem normalmente nunca se conseguiria chegar.
Assinalam-se hoje 847 anos desde o reconhecimento de Portugal como reino pela entidade mais importante da época, a Santa Sé, o que faz do nosso país um dos Estados-nação mais antigos da Europa.
Neste mesmo dia, em 1179, o Papa Alexandre III emitiu a bula Manifestis Probatum, na qual reconheceu Portugal como reino independente e confirmou D. Afonso Henriques como seu soberano.
Se Portugal nasceu em 1128, em São Mamede, afirmou-se como reino em 1139/1140 e obteve finalmente o reconhecimento da Santa Sé em 1179.
Estas são as datas mais importantes associadas ao momento fundacional do nosso país e constituem motivo de celebração e orgulho.
Afonso Gonçalves lançou uma petição pública, cujo objectivo é recolher 50 mil assinaturas e defendê-la no parlamento.
https://peticaopublica.com/pview.aspx?pi=PT131230
A petição com já com mais de 2500 assinaturas em menos de 16 horas. Lembramos que para validar a assinatura, devem confirmar a mesma através de uma ligação que é enviada para o vosso e-mail.
13 anos sem Dominique Venner, 13 anos de Contra-Corrente, que no ano do seu desaparecimento pegou no seu testemunho e dá continuidade ao combate encetado pelo Samurai da Europa.
Recordamos que ainda temos disponível para venda um dos textos mais marcantes de Venner.
Para uma Crítica Positiva - Escrita por um Militante, para os Militantes. Outras obras deste grande europeu estão na calha.
Dominique Venner, Presente!
"O 28 de Maio não deve ser reduzido a um mero espasmo memorialista, mas antes uma chama viva capaz de nos convocar para a acção."
Nacionalistas! Patriotas! Identitários! Confirmem a presença com: Filipe Marques +351 966 558 851
