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Para a classe crescente de guerreiros, herĂłis, inimigos do mundo moderno, defensores da fĂ©, guardiĂ”es da tradição... đȘđđđđđ đ đđđđđđđ đđ đ đ đ đđđđ đ đđđ đđđđ
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"JĂĄ naquela Ă©poca â aos vinte anos â eu dizia para mim mesmo: Ă© melhor passar fome, ir para a prisĂŁo, ser vagabundo, do que ficar sentado Ă mesa de um escritĂłrio dez horas por dia. NĂŁo hĂĄ nenhuma ousadia especial neste voto, mas nĂŁo o quebrei e nĂŁo o farei. A sabedoria dos meus avĂłs ficou na minha cabeça: nascemos para o prazer do trabalho, da luta, do amor, nascemos para isso e nada mais."
~ Isaac Babel, Cavalaria Vermelha
"Pertencer Ă aristocracia nĂŁo significava ter mais privilĂ©gios ou gozar de direitos especiais em relação a outras pessoas, mas impor-se mais obrigaçÔes, medir-se com uma vara mais alta, ter mais responsabilidades do que outros. Agir com nobreza - independentemente do cĂrculo social de onde venha - significa nunca estar satisfeito de si mesmo e nunca argumentar de forma utilitĂĄria. A beleza da abnegação, do desnecessĂĄrio, dos gestos. A convicção de que se poderia e deveria fazer sempre mais e melhor; que Ă© execrĂĄvel gabar-se com as conquistas prĂłprias; e que o valor de um ser humano se demonstra na sua capacidade de lutar repetidamente contra os seus prĂłprios interesses".
~ Alain de Benoist
"A contrarrevolução nĂŁo Ă© apenas a Oligarquia Globalizadora, mas tambĂ©m seus parceiros de esquerda (armados ou civilizados, bolcheviques ou social-democratas, castristas ou simplesmente progressistas, todos filhos da mesma teologia e do mesmo pai messiĂąnico), que procuram se nfiltrar no processo revolucionĂĄrio nacional, que Ă© autenticamente endĂłgeno, para pervertĂȘ-lo e anulĂĄ-lo".
~ Norberto Ceresole
"Se o misticismo cristĂŁo e seu objetivo, o ĂȘxtase, Ă© o contato do homem com deus atravĂ©s de um 'salto da natureza humana Ă natureza divina', o misticismo nacional nĂŁo Ă© nada senĂŁo o contato do homem e das multidĂ”es com a alma do povo atravĂ©s de um salto que essas forças realizam do mundo dos interesses pessoais e materiais ao mundo externo da nação. NĂŁo atravĂ©s da mente, jĂĄ que isso qualquer historiador pode fazer, mas vivendo pela alma".
~ Corneliu Zelea Codreanu
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âA histĂłria prova que a guerra Ă© o estado habitual da humanidade, ou seja, o sangue humano deve fluir ininterruptamente pelo globoâ.
â Joseph de Maistre
"Ao fim da dĂ©cada de 90, Arbatov, assessor de Gorbachev, declarou aos americanos: "NĂłs estamos dando a vocĂȘs o pior golpe: os estamos privando de seu inimigo". Palavras significativas. O desaparecimento do "ImpĂ©rio Maligno" soviĂ©tico ameaçou erradicar toda legitimidade da hegemonia americana sobre seus aliados. Isso significaria que, daĂ em diante, os americanos precisavam encontrar um inimigo alternativo, que representasse uma ameaça, real ou imaginĂĄria, que lhes permitiria se estabelecerem como mestres da "Nova Ordem Mundial". Ă o IslĂŁ radical, algo que eles constantemente encorajaram em dĂ©cadas anteriores, que representarĂĄ esse papel. Mas na realidade, seu objetivo fundamental permanece imutĂĄvel. E este Ă© impedir, em qualquer lugar do mundo, a emergĂȘncia de um rival capaz de competir com eles e mais importante controlar o Coração Continental, a "ilha global".
~ Alain de Benoist
"VocĂȘ deve se tornar um fogo tĂŁo feroz que destrua o fogo do seu oponente. Caso contrĂĄrio, vocĂȘ serĂĄ destruĂdo."
~ Yukio Mishima
"VocĂȘ deve se tornar um fogo tĂŁo feroz que destrua o fogo do seu oponente. Caso contrĂĄrio, vocĂȘ serĂĄ destruĂdo."
~ Yukio Mishima
"O princĂpio fundamental subjacente a todas as justificaçÔes da guerra , do ponto de vista da personalidade humana, Ă© o " heroĂsmo ". A guerra, diz-se, oferece ao homem a oportunidade de despertar o herĂłi que dorme dentro dele. A guerra quebra a rotina da vida confortĂĄvel; por meio de suas severas provaçÔes, oferece um conhecimento transfigurador da vida, da vida de acordo com a morte . O momento em que o indivĂduo consegue viver como um herĂłi, mesmo que seja o momento final de sua vida terrena, pesa infinitamente mais na escala de valores do que uma existĂȘncia prolongada gasta consumindo monotonamente entre as trivialidades das cidades. De um ponto de vista espiritual, essas possibilidades compensam as tendĂȘncias negativas e destrutivas da guerra, que sĂŁo unilateral e tendenciosamente destacadas pelo materialismo pacifista. A guerra faz com que se perceba a relatividade da vida humana e, portanto, tambĂ©m a lei de um "mais que a vida", e, portanto, a guerra sempre tem um valor antimaterialista, um valor espiritual."
~ Julius Evola
"O liberal Ă© inspirado pela ambição do aspirante a grande homem que nĂŁo quer ocupar o lugar inferior, pela ansiedade da pessoa inadequada de nĂŁo perder nada. O ciĂșme do poder explica esse Ăłdio ao gĂȘnio, a qualquer um que seja grande, que faz, sozinho, coisas que nunca poderiam ser feitas por muitos. O ciĂșme do poder explica esse Ăłdio Ă s dinastias com seu prestĂgio e privilĂ©gio hereditĂĄrios; esse Ăłdio ao Papado com sua autoridade tradicional transmitida ao portador da tiara ; a hostilidade Ă s doutrinas de infalibilidade de LuĂs XIV e Pio IX. Esse ciĂșme do poder explica nĂŁo menos que a paixĂŁo por constituiçÔes que tornam o poder dependente de eleiçÔes; essa mania por parlamentos para assumir o controle do Estado; essa mania por repĂșblicas nas quais os partidos dividem o poder e os lĂderes partidĂĄrios recebem o pagamento e os eleitores desfrutam do patrocĂnio do partido; ou a preferĂȘncia por uma monarquia limitada que renunciou a todo poder real, mas ainda reivindica a graça."
~ Arthur Moeller van den Bruck
"O liberal Ă© inspirado pela ambição do aspirante a grande homem que nĂŁo quer ocupar o lugar inferior, pela ansiedade da pessoa inadequada de nĂŁo perder nada. O ciĂșme do poder explica esse Ăłdio ao gĂȘnio, a qualquer um que seja grande, que faz, sozinho, coisas que nunca poderiam ser feitas por muitos. O ciĂșme do poder explica esse Ăłdio Ă s dinastias com seu prestĂgio e privilĂ©gio hereditĂĄrios; esse Ăłdio ao Papado com sua autoridade tradicional transmitida ao portador da tiara ; a hostilidade Ă s doutrinas de infalibilidade de LuĂs XIV e Pio IX. Esse ciĂșme do poder explica nĂŁo menos que a paixĂŁo por constituiçÔes que tornam o poder dependente de eleiçÔes; essa mania por parlamentos para assumir o controle do Estado; essa mania por repĂșblicas nas quais os partidos dividem o poder e os lĂderes partidĂĄrios recebem o pagamento e os eleitores desfrutam do patrocĂnio do partido; ou a preferĂȘncia por uma monarquia limitada que renunciou a todo poder real, mas ainda reivindica a graça."
~ Arthur Moeller van den Bruck
"A teoria do Estado liberal reivindica para si a exclusividade do pensamento democrĂĄtico, fazendo crer que, seu regime polĂtico nĂŁo consagrar os princĂpios liberais, hĂĄ de ser fatalmente uma autocracia, uma ditadura, um regime absolutista. Mas isto Ă© falso. Do molde feito pelo liberalismo saĂram, atĂ© hoje, apenas democracias deformadas.
Para evitar-se a ditadura, abriu-se a porta aos males muito piores da demagogia, da luta de partidos e da luta de classe. Se identificarmos a democracia com o Estado liberal, chegaremos Ă conclusĂŁo absurda de que a democracia Ă© um regime nocivo aos interesses sociais, porque do liberalismo nasceu a antĂtese marxista. O marxismo Ă© inegavelmente um fruto espiritual do liberalismo, que, para realizar uma pretensa democracia, bradou o slogan contra o Estado autoritĂĄrio. Da guerra ao Estado autoritĂĄrio surgiu a democracia liberal, que deu origem ao comunismo, cujo desfecho necessĂĄrio, do ponto de vista prĂĄtico, Ă© a ditadura sangrenta de Stalin. Se a democracia fosse o liberalismo, terĂa. mos de combatĂȘ-la, para assim combater o comunismo e o stalinismo. A verdade Ă©, porĂ©m, diversa. O Estado liberal nĂŁo conseguiu instaurar um verdadeiro regime democrĂĄtico, pois serviu apenas a que uma classe, um partido, um reduzido grupo de indivĂduos explorasse as vantagens do poder, em prejuĂzo da coletividade. O sufrĂĄgio universal, a representação direta, o voto secreto e proporcional, a duração rĂĄpida do mandato presidencial foram meios imprĂłprios, senĂŁo funestos aos ideais democrĂĄticos."
~ Francisco Campos
"Demonstramos que o socialismo Ă© uma combinação incoerente de tese e antĂtese, que se contradizem e se destroem mutuamente. O catolicismo, ao contrĂĄrio, forma uma grande sĂntese que inclui todas as coisas em sua unidade e as infunde em sua harmonia soberana. Pode-se afirmar, a respeito dos dogmas catĂłlicos, que, embora diversos, sĂŁo um sĂł. Somente uma negação absoluta pode se opor a essa sĂntese maravilhosa. A palavra catĂłlica Ă©, portanto, invencĂvel e eterna. Nada pode diminuir sua virtude soberana."
~ Juan Donoso Cortés
"NĂŁo hĂĄ dĂșvida de que o bolchevismo representava para ele [Evola] algo pior que o liberalismo burguĂȘs".
~ Alain de Benoist
"Substituir o excesso capitalista pelo senso de limites, lutar contra o universalismo em nome de identidades coletivas, substituir a Ă©tica da honra pela moral do pecado, reorganizar o mundo de forma multipolar (âpluriversalismoâ contra o universalismo), privilegiar os valores comunitĂĄrios sobre os valores societais, lutar contra a substituição do autĂȘntico pelo ersatz e do real pelo virtual, redefinir o direito como equidade nas relaçÔes (e nĂŁo como um atributo que todos possuiriam ao nascer), restabelecer a primazia da polĂtica (o governo dos homens) sobre a economia (a gestĂŁo das coisas), dar um sentido concreto Ă beleza e Ă dignidade, reabilitar a autoridade e a verticalidade, isso sim seria uma revolução. E atĂ© mesmo, ousamos dizer, uma revolução como nunca conhecemos."
~ Alain de Benoist
"A partir de 1789, os Bancos, e com eles as Bolsas, desenvolveram um poderio exclusivamente seu, baseado nas necessidades de crĂ©dito que sente a IndĂșstria, devido ao seu crescimento imenso. Como ocorre em todas as civilizaçÔes, no que toca ao dinheiro, pretendem ser a Ășnica força. A antiqĂŒĂssima luta entre a economia produtiva e a economia conquistadora recomeça, convertendo-se no combate desesperado que trava o pensamento tĂ©cnico pela sua liberdade, em face do pensamento financeiro. Esse conflito gigantesco de um nĂșmero reduzidĂssimo de homens de raça e de aço, dotados de enorme inteligĂȘncia conflito que o simples cidadĂŁo das metrĂłpoles mal percebe e ainda menos compreende deve ser contemplado de longe, sob o prisma da HistĂłria Universal. Verificaremos entĂŁo que a mera luta entre os interesses de empresĂĄrios e trabalhadores ficarĂĄ reduzida a insignificĂąncias e trivialidades."
~ Oswald Spengler
"A famĂlia estĂĄ entre os valores a serem defendidos tanto contra o comunismo quanto contra a concepção liberal-atomista do indivĂduo. No entanto, para promovĂȘ-lo e protegĂȘ-lo do processo de dissolução jĂĄ em curso, ele deve ser "desburguesado" e integrado aos conceitos de folk e tradição - tanto os do sangue quanto os do espĂrito. SĂł entĂŁo, uma vez que a famĂlia tenha deixado de ser uma mera realidade naturalista e conformista, sua ordem pode ser organicamente restaurada dentro do Estado, confirmando assim a hierarquia de valores sob ameaça mortal por concepçÔes democrĂĄticas e liberais que servem a si mesmas."
~ Julius Evola
