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Ordem Identitária 🐺

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"Não conhecemos a fraternidade internacional, mas a única fraternidade do sangue."

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A intelectualidade é extremamente importante, mas o mais  essencial que dotes letrados, pensadores, ou académicos, está a vontade intrínseca do manifestar. A intelectualidade pode ser altíssima, mas sem ambição ela não direcionará produzir resultados em larga escala. Mas no factor inverso, aquele que anseia e almeja patamares mais elevados, pode crescer não apenas intelectualmente porque se dedica, como obterá resultados pela sua obstinação. E esse é o coração da Ordem Identitária, a sua Construção Social. A evolução lenta mas realizável da condição humana. Dos que desejam inevitavelmente a sua própria mudança. O podcast Estirpe e Destino é um obstáculo às nossas capacidades, mas com o tempo será um programa de todos nós, de uma comunidade que necessita dos seus próprios projectos.

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NOVIDADES ‼️ Filipe Carvalho será o orador convidado para o podcast Estirpe e Destino - Episódio 3. Um talentoso escritor do
NOVIDADES ‼️ Filipe Carvalho será o orador convidado para o podcast Estirpe e Destino - Episódio 3. Um talentoso escritor do jornal O Diabo e do Observador, que nos últimos tempos tem crescido exponencialmente nesse campo intelectual. Queremos agradecer ao Filipe por ter aceitado o convite e parabenizá-lo pela sua iniciativa de trabalho em prol da comunidade.
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"Uma nação pode sobreviver aos seus tolos e até mesmo aos ambiciosos. Mas não pode sobreviver à traição de dentro. Um inimigo
"Uma nação pode sobreviver aos seus tolos e até mesmo aos ambiciosos. Mas não pode sobreviver à traição de dentro. Um inimigo nos portões é menos formidável, pois ele é conhecido e carrega a sua bandeira abertamente. Mas o traidor move-se livremente entre aqueles dentro do portão, os seus sussurros astutos farfalhando por todos os becos, ouvidos nos próprios corredores do governo.” - Marcus Tullius Cicero 
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"Uma nação pode sobreviver a seus tolos e até mesmo aos ambiciosos. Mas não pode sobreviver à traição de dentro. Um inimigo n
"Uma nação pode sobreviver a seus tolos e até mesmo aos ambiciosos. Mas não pode sobreviver à traição de dentro. Um inimigo nos portões é menos formidável, pois ele é conhecido e carrega sua bandeira abertamente. Mas o traidor se move livremente entre aqueles dentro do portão, seus sussurros astutos farfalhando por todos os becos, ouvidos nos próprios corredores do governo.” - Marcus Tullius Cicero 
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Quem sugeres?
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Tecnologia e Sacrifico Ambiental. Pedro S. questiona que projecto desejamos ter como comunidade política. EM BREVE PODCAST CO
Tecnologia e Sacrifico Ambiental. Pedro S. questiona que projecto desejamos ter como comunidade política. EM BREVE PODCAST COMPLETO ‼️
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Tecnologia e Sacrifico Ambiental. Pedro S. questiona que projecto desejamos ter como comunidade política. EM BREVE PODCAST CO
Tecnologia e Sacrifico Ambiental. Pedro S. questiona que projecto desejamos ter como comunidade política. EM BREVE PODCAST COMPLETO ‼️
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"Eles verão. Lutaremos até a eternidade. Venham connosco. Permaneceremos firmes e lutaremos juntos. Com a nossa força, faremo
"Eles verão. Lutaremos até a eternidade. Venham connosco. Permaneceremos firmes e lutaremos juntos. Com a nossa força, faremos um dia melhor. Amanhã, jamais nos renderemos."
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"Eles verão. Lutaremos até à eternidade. Venham connosco. Permaneceremos firmes e lutaremos juntos. Com a nossa força, faremo
"Eles verão. Lutaremos até à eternidade. Venham connosco. Permaneceremos firmes e lutaremos juntos. Com a nossa força, faremos um dia melhor. Amanhã, jamais nos renderemos."
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Neste pequeno segmento podemos observar sobre os problemas da polarização e das falsas dicotomias, quando removeram os cartaz
Neste pequeno segmento podemos observar sobre os problemas da polarização e das falsas dicotomias, quando removeram os cartazes da Ordem Identitária por capricho e mera oposição. O Controlo Digital é algo que tocará a todos e não deve ser misturada com os restantes temas. Para breve o podcast completo ‼️ Estirpe e Destino 2#
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Neste pequeno segmento podemos observar sobre os problemas da polarização, quando removeram os cartazes da Ordem Identitária
Neste pequeno segmento podemos observar sobre os problemas da polarização, quando removeram os cartazes da Ordem Identitária por capricho e mera oposição. O Controlo Digital é algo que tocará a todos e não deve ser misturada com os restantes temas. Para breve o podcast completo ‼️ Estirpe e Destino 2#
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EM DIRECTO ‼️ CANAL:  https://t.me/estirpeedestino CHAT: https://t.me/podcastEED
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É HOJE ‼️ Estirpe e Destino Tema: Controlo Digital e Comunidade. Data: 07/03/2026 Hora: 22H Os episódios ficam gravados neste
É HOJE ‼️ Estirpe e Destino Tema: Controlo Digital e Comunidade. Data: 07/03/2026 Hora: 22H Os episódios ficam gravados neste canal. Pedimos desculpa sobre algumas contradições com as datas, mas hoje é dia de ESTIRPE E DESTINO ‼️ CANAL: https://t.me/estirpeedestino DIRECTO: https://t.me/podcastEED
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É HOJE ‼️ Estirpe e Destino Tema: Controlo Digital e Comunidade. Data: 07/03/2026 Hora: 22H Os episódios ficam gravados neste
É HOJE ‼️ Estirpe e Destino Tema: Controlo Digital e Comunidade. Data: 07/03/2026 Hora: 22H Os episódios ficam gravados neste canal. Pedimos desculpa sobre algumas contradições com as datas, mas hoje é dia de ESTIRPE E DESTINO ‼️ CANAL: https://t.me/estirpeedestino DIRECTO: https://t.me/podcastEEX
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Ilustração do Paço da Ribeira no Século XVIII.
Ilustração do Paço da Ribeira no Século XVIII.
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Em anexo estará o link para o texto do ilustre Filipe Carvalho no Blog Comunidade. Um excelente texto de um camarada bastante talentoso. Link: https://t.me/bcomunidade
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io não pode ser compreendido apenas como um programa político; é também e paralelamente, um sintoma. Sintoma de inquietação perante a aceleração histórica, de receio face à homogeneização global e de desejo de permanência num mundo em mutação. 10. O conflito filosófico: universalismo vs comunidade No plano mais profundo, o confronto não é táctico nem eleitoral: é ontológico. O universalismo liberal proclama a primazia da igualdade abstracta, erguendo o indivíduo como unidade primeira e última da ordem política. A sua promessa é a neutralidade; o seu horizonte, uma humanidade indiferenciada; o seu ideal, um espaço onde as diferenças se dissolvem sob o signo de direitos universais que transformem as pessoas em iguais e estéreis "robots" de produção e consumo. O identitarismo, pelo contrário, parte de uma intuição diversa: a de que o homem não nasce no vazio, mas num mundo já tecido por memórias, símbolos, língua e destino partilhado. Não existe humanidade em abstracto, mas povos concretos; não há cidadania sem herança e não há liberdade sem pertença. Nesta encruzilhada, a questão essencial permanece: poderá existir liberdade sem memória, ou dissolver-se-á a própria liberdade quando nada restar do que a enraíze? Filipe Carvalho
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O Nacionalismo Identitário no Século XXI: desafios e fundamentos de uma reacção civilizacional O nacionalismo identitário contemporâneo surge num contexto histórico marcado pela globalização acelerada, pela fragmentação cultural e pela diluição progressiva das fronteiras simbólicas e materiais das comunidades políticas tradicionais. Para os seus defensores, não se trata de uma simples corrente partidária, mas de uma reacção civilizacional perante um processo que percebem como desintegração histórica da continuidade europeia. Os desafios que enfrenta não são meramente conjunturais; são estruturais, jurídicos, culturais e morais. Compreendê-los exige penetrar na lógica interna do movimento e nas circunstâncias históricas que moldam o seu campo de acção. 1. O peso da memória do Século XX O primeiro e mais decisivo obstáculo reside na herança simbólica do pós-1945. Mediática e exaustivamente ( largas vezes com contornos fantasiosos), Adolf Hitler e Benito Mussolini, cristalizaram uma associação automática entre nacionalismo forte e uma ameaça. Para o identitarismo contemporâneo, esta associação constitui um bloqueio discursivo: qualquer invocação da identidade histórica ou da continuidade étnico-cultural é prontamente interpretada à luz dos excessos do passado. O movimento vê-se, assim, permanentemente compelido a demarcar-se de experiências que considera historicamente circunscritas, mas cujo espectro continua a moldar o debate público. Toda e qualquer palavra identitária carrega, aos olhos dos "não identitários" uma herança pesada. O século XX deixou cicatrizes profundas na consciência europeia; associando automáticamente o nacionalismo à tirania e tornando-o num reflexo moral. Assim, qualquer evocação de continuidade histórica ou homogeneidade cultural é recebida sob suspeitas. Para o identitarismo, este é o primeiro combate: libertar o conceito de identidade do espectro da violência histórica. A sua narrativa insiste em que a identidade não é dominação, mas, acima de tudo, pertença; não é agressão, mas sim enraizamento. 2. O enquadramento jurídico das democracias liberais As democracias europeias instituíram, no pós-guerra, um vasto conjunto de dispositivos legais destinados a prevenir a discriminação e o extremismo. Leis relativas ao discurso de ódio, à incitação e à discriminação criam um ambiente normativo particularmente sensível. Do ponto de vista identitário, este enquadramento gera uma tensão, isto é: como defender a preservação cultural e a limitação da imigração sem incorrer em acusações jurídicas ou sanções administrativas? A fronteira entre a afirmação identitária e a ilegalidade é, frequentemente, interpretada de modo restritivo, o que condiciona a formulação programática. As democracias contemporâneas, moldadas por uma tendenciosa ética de prevenção, edificaram dispositivos jurídicos destinados a impedir a repetição dos excessos do passado. O resultado é um campo discursivo bastante estreito, onde cada palavra pode ser interpretada como uma forma de exclusão. Neste ambiente, a pergunta fulcral será: como afirmar a prioridade cultural sem incorrer na acusação de discriminação? Como defender fronteiras sem ser acusado de hostilidade? A linguagem torna-se num minuncioso cálculo, e o discurso, num exercício de precisão quase cirúrgica. 3. A questão da Hegemonia Cultural Inspirando-se indirectamente na noção de hegemonia cultural associada a Antonio Gramsci, muitos pensadores identitários sustentam que a transformação política duradoura depende da conquista prévia do espaço cultural. No entanto, universidades, meios de comunicação social e indústria cultural permanecem, em grande medida, alinhados com paradigmas liberais e cosmopolitas. A dificuldade de inserção académica e mediática limita a capacidade de formação de quadros intelectuais e de difusão de narrativas alternativas. Sem hegemonia cultural, a acção política torna-se episódica e reactiva. Há uma convicção persistente entre pensadores identitários de que antes de conquistar parlamentos, é necessário conquistar consciências. A cultura precede a
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Os sionistas desejam cumprir as suas profecias, e estão a fazê-lo à força, anseiam a previsão do apocalipse, porque dele surgirá o seu Messias. Então vão fomentar o caos necessário para criar pobreza, revolta, fome, conflitos, e todo o tipo de atrocidades. Isto não é fantasia, é a realidade, dura e crua. O seu Messias não é Jesus, ou algo bom, será a encarnação do mal na terra, o eleito para governar uma federação mundial. E para os descrentes, leiam o Talmude, e lá vão compreender o que eles pensam de todos nós. O que os restantes humanos valem para estes. Quando fizerem isso, talvez despertem para o momento actual. Fazem-o porque estão cegos pela sua fé , acham-se o povo escolhido de Deus. É uma guerra espiritual.
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O CHEGA não representa o Nacionalismo, mas sim, o sionismo.
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