Filemôn Psicologia - Salvatti
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Notas, textos e vídeos sobre a Psicologia Analítica de Carl Jung, seus discípulos e autores de referência.
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"O chamado 'esoterismo' cristão está inteiramente DENTRO do Cristianismo; ele não existe - e tampouco poderia existir - separado dele."
(Meditações sobre os 22 arcanos maiores do tarot)
@filemonpsico
Hoje celebramos setenta anos de Michel Houellebecq, esse minucioso anatomista da alma. A verdadeira estatura de sua obra talvez só se revele quando sociólogos e historiadores do futuro se debruçarem sobre o tempo presente e reconhecerem a precisão, tão crua quanto terna, com que ele registrou as agruras da nossa época.
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A "espiritualidade" marketizada, por Luiz Felipe Pondé
@filemonpsico
Somos, cada qual, autores inconscientes do próprio destino. E são precisamente as nossas tragédias que tecemos no silêncio das escolhas mal percebidas, nos padrões subjetivos cristalizados pelo auto-ódio e por um compromisso oculto com o fracasso. Quando o infortúnio começa a se repetir novamente, o travestimos de destino cósmico: “sempre acontece comigo”. E assim, o que nós mesmos construímos passa a ser resultado de uma conspiração cósmica, escrita nas estrelas.
Certa vez, em análise, um paciente lamentava mais um terrível desenlace amoroso - o terceiro, idêntico aos anteriores - e descrevia essa repetição como seu “destino”. O analista, então, interveio: “Quando um mesmo problema se repete tantas vezes, convém isolar o denominador comum e perguntar o que esteve presente em todas essas ocasiões. Três histórias diferentes, três pessoas diferentes… Quem foi o único a estar em cada uma delas?"
@filemonpsico
Somos, cada qual, autores inconscientes do próprio destino. E são precisamente as nossas tragédias que tecemos no silêncio das escolhas mal percebidas, nos padrões subjetivos cristalizados pelo auto-ódio e por um compromisso oculto com o fracasso. Quando o infortúnio começa a se repetir novamente, o travestimos de destino cósmico: “sempre acontece comigo”. E assim, o que nós mesmos construímos passa a ser resultado de uma conspiração cósmica, escrita nas estrelas.
Certa vez, em análise, um paciente lamentava mais um terrível desenlace amoroso - o terceiro, idêntico aos anteriores - e descrevia essa repetição como seu “destino”. O analista, então, interveio: “Quando um mesmo problema se repete tantas vezes, convém isolar o denominador comum e perguntar o que esteve presente em todas essas ocasiões. Três histórias diferentes, três pessoas diferentes… Quem foi o único a estar em cada uma delas?"
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Thomas Szasz: não vivemos uma epidemia de doenças mentais mas uma epidemia de psiquiatria!
@filemonpsico
"Nós só chegamos a conhecer plenamente a Deus, em Cristo e através dele."
(Thomas Merton, "O Homem Novo")
@filemonpsico
A propósito da posição do analista, Lacan recomendava: “não é bom entender muito rápido.” É urgente ter paciência ao abrir-se para a escuta, permitir se perder antes de encontrar as palavras adequadas, antes de enquadrar a experiência relatada em quaisquer tipologias.
Toda palavra encerra algo, a palavra é, para Lacan, "uma sentença de morte" porquanto encerra uma experiência: lá onde chegou a palavra, o indivíduo se ausenta; ele descobre que tem "ansiedade", e então desaparece atrás da categoria diagnóstica, cala toda uma condição existencial sob esse significante- tampão. O analista que se apressa em nomear, mata o que estava vivo na associação livre.
Escutar é permitir que algo permaneça sem nome, que o sujeito vague um pouco naquilo que habita e tateie no vazio antes de nomear o que encontra. Perder-se, como prescreve Nietzsche, é talvez o único modo de ensejar que algo verdadeiro se encontre.
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OS SIGNOS MARCIAIS: ÁRIES E ESCORPIÃO
A propósito do mapa natal de Paracelso, Carl Jung observa que os signos regidos por Marte (Áries e Escorpião) recebem do seu regente, certa "coragem guerreira" ou uma disposição pusilânime de "provocar e irritar", a depender da estatura de sua pessoa e da qualidade de sua alma. O desenvolvimento desses signos consiste largamente, portanto, em qualificar essa agressividade instintiva em força útil, em colocá-la a propósito de algo que o enobreça e através do qual possa realizar seus melhores fins, sem se autorizar a dispersá-la em disputas vaidosas e mesquinharias.
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