Educação no Lar
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Grupo de pais que decidiram assumir as responsabilidades educacionais dos filhos.
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Vamos começar com esse aqui que será usado em um dos mini cursos da comunidade no próximo ano!
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Vamos começar com esse aqui que será usado em um dos mini cursos da comunidade no próximo ano!
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Bom dia, meu povo! Hoje é Black Friday e qual a boa notícia? Livros baratos!
Vocês querem algumas indicações de livros por aqui?
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Hoje estava fazendo uma limpeza no meu computador e encontrei esse áudio aqui. 👆
Ele é uma gravação que fiz há muito tempo para um podcast que queria fazer no Educação no Lar. Resolvi dividir esse áudio com vocês.
O tema do áudio é: O Alvo da Educação.
Nele falo sobre o que devemos buscar na educação de nossos filhos. Onde devemos mirar? Qual nossos objetivos?
Espero que seja de proveito a vocês!
Boa noite, Mari. 😘
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Boa tarde, minha gente!
Mari falando aqui 🙋🏻♀️
Há uma pergunta muito recorrente na caixinha do Educação no Lar, ela é:
*O que ensinar para meu filho antes dos 6 anos?*
Como a maioria de vocês sabem, não incentivamos nenhum tipo de lição formal na pré escola, porém, isso não significa que a criança não deva ter *ocupações*
Aqui vai uma lista delas para ajudar vocês com ideias 😉
Exemplos de ocupações:
● cantar hinos
● oração e histórias da Bíblia
● aprender um pedaço de poesia (criança escolhe o que aprender)
● recriar fábulas
● brincar com letras e números - "escolhendo letras, fazendo figuras ou letras em caixa de areia, ou contar objetos naturais"
● contar histórias sobre animais, sobre história ou apenas contos
● música de percussão e marcha
● fazer algo em argila (Play Dooh)
● treinamento auditivo para musica (SolFa)
● pintura
● artesanato
● jogos
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Boa noite! Hoje a reflexão é sobre uma dúvida recorrente de vocês em relação ao uso das TEMIDAS TELAS:
Sobre o uso de telas e minha família.
Já se passaram mais de dez anos desde que ouvi uma palestra muito boa que dissertava sobre as analogias que Paulo utiliza para explicar a vida cristã. Uma delas é a corrida.
“Não sabeis vós que os que correm no estádio, todos, na verdade, correm, mas um só leva o prêmio? Correi de tal maneira que o alcanceis.” 1 Coríntios 9:24
O palestrante, então, deu foco a um versículo específico de Hebreus a fim de explicar como deve ser nossa relação com o mundo:
“Portanto, também nós, visto que temos a rodear-nos tão grande nuvem de testemunhas, desembaraçando-nos de todo peso e do pecado que tenazmente nos assedia, corramos, com perseverança, a carreira [corrida] que nos está proposta.” Hebreus 12:1
E passou a discorrer então sobre nossa tendência de querer evitar somente aquilo que temos provas de que é pecado. Mas, frequentemente negligenciamos nos livrar daquelas coisas que pesam sobre nossa vida cristã, disputando um espaço físico e temporal que poderia ser melhor aproveitado na corrida.
Sim, eu sei que é difícil reconhecer o que “pesa”. Mas eu vou dizer a você que para a minha família ficou meio óbvio que as telas, enquanto recurso para entretenimento, se faziam um grande peso sobre nós.
Primeiramente pela dificuldade de encontrarmos algo para nós ou para nossos filhos que não tivesse certos desvios morais que são vistos já como normais pela nossa sociedade, mas que deveriam ser inadmissíveis para nós, cristãos, como a a sensualidade, a imoralidade, e principalmente — principalmente — o uso do nome de Deus em vão (em lugar de chingamento, como se fosse vírgula, ou como interjeição).
Em segundo lugar, porque o tempo é curto. Dedicar tempo de entretenimento em frente à alguma tela significa não estar usando este tempo de outra maneira. Então, definitivamente não dá usar a tela por hábito. Precisa ser uma escolha muito bem pensada. Há deveres a serem cumpridos. Há relacionamentos a serem cultivados. Será que este tempo diante da tela é mais importante do que um tempo de ar livre em família ou mais importante do que aquela visita à bisavó, ou mais importante do que o culto doméstico (para o qual eu alego não ter tempo)? O fato é que escolher a tela nunca se evidenciará como “pecado” claro, mas pode ser que venhamos a concluir que estamos carregando um peso que atrapalha na corrida.
Finalmente, porque as telas enquanto meio de entretenimento, promovem um prazer passivo — aquele que você recebe quase sem nenhum esforço. E, como seres pecadores, temos uma tendência a viciar nesse tipo de coisa. Prazer passivo é o que estão tentando nos vender o tempo todo. “Tenha mais por muito menos” é a ordem do dia. Sim, tudo está à nossa mão, com pouquíssimo custo, desde a comida que você compra pronta no mercado, no fast food ou no delivery, até as coisas mais absurdas escondidas nas trevas da internet a apenas um clique de distância. E isto mente sobre a corrida! O prazer fácil de nos arrastar preguiçosamente pela pista com nossos pesos nos levará a um fim miserável de derrota. Mas nada pode se comparar ao prazer que obtemos pela vitória conquistada por meio de muitos sacrifícios! Estou falando do prazer que é resultado de esforço é este prazer o entretenimento nas telas simplesmente não pode oferecer!
Então, não vamos pensar somente sobre os pecados, mas sobre os pesos que nos atrapalham, a fim de que possamos terminar a vida com as palavras de Paulo:
“Acabei a carreira [corrida], guardei a fé. Desde agora, a coroa da justiça me está guardada, a qual o Senhor, justo juiz, me dará naquele dia.” 2 Timóteo 4:7,8
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Uma reflexão para hoje.
"a mulher recebe do próprio Espírito de Deus as intuições com respeito ao caráter da criança — a capacidade de apreciar sua força e sua fraqueza, a faculdade de trazer a primeira à tona e prestar auxílio em relação à segunda —, nas quais reside o mistério da educação, sem as quais todas as regras e medidas são completamente vãs e ineficazes"
É assim que Charlotte Mason inicia o prefácio de seu primeiro livro “educação no Lar. Ao longo de toda sua obra Charlotte evoca as mães a refletirem sobre o seu papel na educação de seus filhos. Já em seu tempo as mulheres cada vez mais, vinham abandonando seus lares em prol de uma vida profissional, deixando a maternidade de lado para viverem por horas fixas com tarefas definidas. O quadro de hoje não é diferente, aprendemos que o serviço doméstico e a maternidade são trabalhos indignos, destinados a uma parcela de mulheres tolas e incultas. Qual de nós ao optar pela maternidade, não escuta o esbravejar de algumas pessoas em frases como: Você é tão inteligente para isso! Vai largar tudo! Que desperdício!
Ora! Que trabalho é mais digno e mais necessário em uma sociedade que o trabalho de uma mãe? São elas que conduzem a educação e instrução de uma criança e desenham, na dependência de Deus, seu futuro. As mãos que balançam o berço governam o Mundo. Em maior ou menor grau o futuro da sociedade depende do trabalho de uma mãe.
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Senhoras, perdão, mas terei de cancelar a live. Isaque, meu bebê desregulou do horário convencional, e ainda está precisando de mim.
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Ari falando aqui,
Boa noite!
Quero agradecer a todos que responderam a enquete. Foi muito importante pra que eu decida se continuo ou não com as lives sendo feitas diariamente.
Quero avisar que amanhã tem live sobre Mother Culture as 6h. Ela ficará gravada no canal.
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Oi pessoal, boa noite! Aqui é a Ari para dizer que semana que vem só teremos live na terça e na quinta as 6h da manhã. Nos outros dias eu vou descansar. Aproveito para fazer uma enquete:
