Antropologia Social TEXTOS
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Textos básicos de Antropologia Social
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As incríveis aventuras e estranhos infortúnios de Anthony Knivet
Anthony Knivet
Memórias de um aventureiro inglês que em 1591 saiu de seu país com o pirata Thomas Cavendish e foi abandonado no Brasil, entre índios canibais e colonos selvagens
Escritas num ritmo vertiginoso, numa sucessão de sensacionais - e às vezes inacreditáveis! - aventuras, as peripécias e sufocos do jovem corsário inglês Anthony Knivet são um admirável exemplar dos relatos de viagens pelo Novo Mundo produzidos no Renascimento, e um magnífico testemunho sobre o Brasil do século XVI.
Naven: Um Esboço dos Problemas Sugerido por um Retrato Compósito, Realizado a Partir de Três Perspectivas, da Cultura
Gregory Bateson
Apartir de 2018, vivenciamos no Brasil uma conjuntura hostil para as comu- nidades quilombolas com a configuração de estruturas de governo opositoras ao desenvolvimento de políticas públicas de reconhecimento e de regularização territorial, aumento da violência contra os povos tradicionais e de avanço da le- gislação para exploração dos territórios pelo mercado. Diante do atual cenário de retrocessos de direitos, desmonte das tecnologias de governo voltadas para estes grupos e de ataque às universidades e ao exercício profissional dos antropólogos, acreditamos ser de extrema relevância a produção de reflexões críticas sobre tais processos e situações. Ao longo da sua existência, o Comitê Quilombos tem buscado fomentar a produção acadêmica sobre o tema com a organização de diversas publicações que se tornaram referências importantes para os pesquisa- dores interessados no assunto.
É com enorme satisfação que apresentamos essa coletânea. Ela reúne os oito artigos premiados no X Prêmio Antropologia e Direitos Humanos Edição 2022, organizado pela Associação Brasileira de Antropologia, através da Comissão de Direitos Humanos, na gestão das professoras Patrícia Birman e Cornélia Eckert, durante os anos de 2021 e 2022.
Trata-se de uma nova edição desse concurso na qual celebramos os vinte anos desta iniciativa e, com isso, o décimo número da coleção Antropologia e Direitos Humanos, resultado da premiação, que já conta com nove edições anteriores, todas disponíveis no site da Associação para download gratuito (http://www.portal.abant.org.br/aba/publicacoes/ ).
com enorme satisfação que apresentamos essa coletânea. Ela reúne os oito artigos premiados no X Prêmio Antropologia e Direitos Humanos Edição 2022, organizado pela Associação Brasileira de Antropologia, através da Comissão de Direitos Humanos, na gestão das professoras Patrícia Birman e Cornélia Eckert, durante os anos de 2021 e 2022.
Trata-se de uma nova edição desse concurso na qual celebramos os vinte anos desta iniciativa e, com isso, o décimo número da coleção Antropologia e Direitos Humanos, resultado da premiação, que já conta com nove edições anteriores, todas disponíveis no site da Associação para download gratuito (http://www.portal.abant.org.br/aba/publicacoes/ ).
Esta coletânea de artigos escritos a várias mãos é resultado de anos de parceria e amizade entre nós, suas organizadoras, e entre nós e os/as diversos/as dos/as autores/as que aqui contribuíram. O objetivo mais amplo do livro é tornar pú- blicas as potencialidades dos diálogos que as pesquisas realizadas em contextos africanos têm propiciado para pesquisadores/as, interlocutores/as e colegas os quais, por meio de esforços de pesquisa etnográfica, encontram-se, colaboram, trocam e constroem conhecimentos de forma partilhada. Os capítulos aqui reu- nidos foram elaborados por pessoas dos dois lados do Atlântico, um dos lados do Índico e Brasil e refletem os encontros proporcionados por seus trabalhos enquanto pesquisadores/as em suas implicações, resultados, desdobramentos e possibilidades de produção colaborativa.
Sob os tempos do equinócio
Eduardo Góes Neves
O arqueólogo Eduardo Neves realiza aqui, com base em décadas de pesquisa, uma reconstituição de oito mil anos de história da ocupação humana da Amazônia central – de 10 mil anos atrás até os primeiros momentos da colonização europeia, no século xvi. Escrito para um público geral interessado em história, ciência e antropologia, o livro oferece ao mesmo tempo uma apresentação do ofício da arqueologia, seus métodos, parâmetros, medições, e os resultados reveladores das pesquisas recentes, que comprovam, com a descoberta de cerâmicas datadas de 10 mil anos em áreas de grande dispersão, a ocupação da Amazônia central, no encontro dos rios Negro e Solimões, que contraria o senso comum de que a região teria sempre sido ocupada por populações nômades isoladas.
